PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO NO ESTADO DA BAHIA

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1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO NO ESTADO DA BAHIA RELATO GERENCIAL MUNICÍPIO DE IBICOARA/BA 1. Trata o presente Relato dos resultados gerenciais dos exames realizados sobre 20 Programas de Governo executados na base municipal de Ibicoara/BA, em decorrência do 14º Evento do Projeto de Fiscalização a partir de Sorteios Públicos. 2. As fiscalizações tiveram como objetivo analisar a aplicação dos recursos federais no Município, sob a responsabilidade de órgãos federais, estaduais, municipais ou entidades legalmente habilitadas. 3. Os trabalhos foram realizados in loco no Município por técnicos da Controladoria- Geral da União CGU em parceria com servidores do Ministério da Saúde, sob a Coordenação da CGU, no período de 29/11 a 03/12/2004, sendo utilizados em sua execução as técnicas e procedimentos de inspeções físicas e documentais, realização de entrevistas, aplicação de questionários e registros fotográficos, etc. 4. Os Programas de Governo que foram objeto das ações de fiscalização estão apresentados no quadro a seguir, por Ministério Supervisor, discriminando a quantidade de fiscalizações realizadas e os recursos aproximados aplicados, por Programa. 4.1 Recursos recebidos e quantidade de fiscalizações realizadas Ministério Supervisor Programa/Ação Fiscalizado Quantidade Recursos Aplicados de Fiscalizações Melhoria das Condições de Habitabilidade ,85 Ministério das Cidades Infra-Estrutura Urbana ,00 Fiscalização dos Serviços de Ministério das Telecomunicações 2 - Comunicações Operação do Sistema de Acesso a Serviços Públicos Por Meio Eletrônico ,88 Ministério do Financiamento e Equalização de Juros para a Desenvolvimento Agricultura Familiar (Pronaf) Agrário 2 - Missão da CGU: Zelar pela boa e regular aplicação dos recursos públicos. 1

2 Ministério Supervisor Programa / Ação Quantidade Recursos Aplicados de Fiscalizações Ministério do Bolsa-Escola ,00 Desenvolvimento Bolsa-Família ,00 Social e Combate Proteção Social à Infância e Adolescência ,00 à Fome Erradicação do Trabalho Infantil - PETI 1 301,810,00 Capacitação de Conselheiros, Gestores e - Técnicos de Assistência Social 1 Programa Dinheiro Direto na Escola - PDDE ,00 FUNDEF ,22 Alimentação Escolar PNAE ,00 Ministério da Expansão e Melhoria da Rede Escolar Estadual Educação de Ensino Médio ,56 Censo Escolar Apoio ao Transporte Escolar no Ensino Fundamental ,40 Ministério do Esporte Esporte e Lazer na Cidade - Implantação de núcleos de esporte recreativo e de lazer 1 Esporte Solidário Implantação de Infra- Estrutura Esportiva para uso de Comunidades Carentes 1 Ministério da Fazenda Ministério da Integração Apoio ao Desenvolvimento Rural Nacional Ministério de Fiscalização da Atividade Minerária Minas e Energia Ministério da Pagamento de Aposentadorias Previdência Social Fiscalização do Recolhimento de , ,00 Financiamento e Equalização de Juros para a Agricultura Familiar (Pronaf) , ,00 1 Não se aplica ,00 - Contribuições Previdenciárias 1 Programa Saúde da Família - PSF ,00 Ministério da Implantação/Aparelhamento Unidades do SUS ,30 Saúde Assistência Farmaceutica Básica ,00 PAB Fixo Atendimento Assistencial Básico ,26 1 Vigilância Epidemiológica e Ambiental ,45 1 Saneamento Básico Melhorias Sanitárias ,16 Ministério do Estudos e Pesquisas na Área do Trabalho Trabalho e - Emprego 1 TOTAL ,94 5. Os resultados das fiscalizações realizadas, sempre que os trabalhos tenham evidenciado fatos relevantes que indiquem impropriedades/irregularidades na aplicação dos recursos federais examinados, são demonstrados a seguir, em fascículos específicos por Ministério. Assim sendo, não foram preparados fascículos sobre os recursos oriundos dos Ministérios do Trabalho e Missão da CGU: Zelar pela boa e regular aplicação dos recursos públicos. 2

3 Emprego, de Minas e Energia, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Desenvolvimento Agrário, da Fazenda, das Comunicações e da Integração Nacional. 6. Os fascículos a seguir contemplam um detalhamento das seguintes constatações: Ministério das Cidades 1.1 Empresa vencedora da licitação sem ART para execução da Obra 1.2 Simulação em processo licitatório 1.3 Materiais utilizados nas obras adquiridos e pagos pela prefeitura 1.4 Indicio de licitações forjadas e de pagamentos fraudulentos. Ministério da Educação 1.1 Desvio de recursos mediante pagamento com utilização de nota fiscal falsificada 1.2 Fraude em processo licitatório para aquisição de móveis com recursos do FUNDEF 1.3 Descontrole de contas bancárias e ausência de comprovação de desembolsos financeiros de recursos do FUNDEF, num montante histórico de R$ , Contratação de particulares com habilitação irregular e utilização de veículos inadequados para o transporte escolar 1.5 Contratação direta de empresa inidônea para execução de obras e serviços Ministério do Esporte 1.1 Obra executada diretamente pela Prefeitura 2.1 Indícios de realização de processos licitatórios forjados 2.2 Engenheiro que atua como fiscal da obra participou do processo licitatório. Ministério da Previdência Social 1.1 Ausência de retenção e de recolhimento de contribuição previdenciária Ministério da Saúde 1.1 Desvio de finalidade na utilização de recursos do Programa 1.2 Falta de controle na utilização dos recursos do PAB/contrapartida no que se refere ao pagamento aos prestadores de serviços 1.3 Contratações realizadas sem o devido processo administrativo 1.4 Ausência de retenção da contribuição previdenciária sobre o valor das faturas pagas aos prestadores de serviços 1.5 Utilização de Notas Fiscais falsificadas na comprovação de despesas 2.1 Equipes incompletas nas Unidades Básicas de Saúde da Família 2.2 Emissão e utilização de notas fiscais de terceiros com total desconhecimento por parte destes 3.1 Inadequação do controle da movimentação do estoque de medicamentos 3.2 Medicamentos armazenados inadequadamente 3.3 Falta de planejamento na compra de medicamentos Missão da CGU: Zelar pela boa e regular aplicação dos recursos públicos. 3

4 4.1 Pagamento adiantado de obras 4.2 Serviço contratado junto a empresa de construção e executado através de mão de obra remunerada pela Prefeitura (Execução Direta) 5.1 Contratação e pagamento por serviços não executados 5.2 Prestação de informações falsas por parte da prefeitura acarretando desperdício de recursos financeiros Salvador, 20 de dezembro de Missão da CGU: Zelar pela boa e regular aplicação dos recursos públicos. 4

5 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO NO ESTADO DA BAHIA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Nº 345 MUNICÍPIO DE IBICOARA - BA MINISTÉRIO DAS CIDADES 14º sorteio do Projeto de Fiscalização a Partir de Sorteios Públicos Sorteio de Unidades Municipais 17/NOVEMBRO/2004

6 RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Nº 345 MUNICÍPIO DE IBICOARA BA Na Fiscalização realizada a partir de Sorteios Públicos de Municípios, dos Programas de Governo financiados com recursos federais foram examinadas no período de 29/11 a 03/12/2004 as seguintes Ações sob responsabilidade do Ministério das Cidades: Implantação, ampliação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana Melhoria das Condições de Habitabilidade Este relatório, de caráter preliminar, destinado aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, gestores centrais dos programas de execução descentralizada, contempla, em princípio, constatações de campo que apontam para o possível descumprimento de dispositivos legais e contratuais estabelecidos para esse tipo de execução. Esclarecemos que os Executores Municipais dos Programas, quanto àqueles sob sua responsabilidade, já foram previamente informados sobre os fatos relatados, tendo se manifestado em 07/01/2005, cabendo ao Ministério supervisor, nos casos pertinentes, adotar as providências corretivas visando à consecução das políticas públicas, bem como à apuração das responsabilidades. Ressaltamos que o Município sob análise não vem cumprindo o disposto no artigo 2º da Lei nº 9.452/97, o qual versa sobre a determinação da Prefeitura do Município notificar as Câmaras Municipais, Partidos Políticos, Sindicatos de Trabalhadores e Entidades Empresariais sobre a liberação de recursos por órgãos e entidades da administração federal direta, autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista. Constatações da Fiscalização 1 Programa: Infra-Estrutura Urbana Ação: Implantação, ampliação ou melhoria de obras de infra-estrutura urbana. Objetivo da Ação de Governo: Urbanização de áreas habitadas por população de baixa renda, prioritariamente os municípios integrantes do Programa Comunidade Solidária Ordens de Serviço: e Objeto Fiscalizado: Pavimentação e rede de drenagem pluvial no Distrito de Cascavel. Agente Executor Local: Prefeitura Municipal de Ibicoara Qualificação do Instrumento de Transferência: Contratos de repasse n.º e Montante de Recursos Financeiros: R$ ,00. Extensão dos exames:100% da execução físico-financeira. 1.1) Empresa vencedora da licitação sem ART para execução da obra. A prefeitura não comprovou a efetiva participação da empresa SOC SERVIÇOS E OBRAS LTDA, vencedora da carta convite nº 142/2002, como responsável técnica pelos serviços de pavimentação e drenagem (elaboração do projeto, levantamento topográfico e execução da obra) 1

7 das ruas Manoel Messias Aguiar, Barbosa, 02 de Julho e São Jorge, no distrito de Cascavel. Não comprovou, também, o registro da obra no INSS (matrícula CEI), não recolhendo mensalmente as contribuições previdenciárias dos trabalhadores fichados na empresa. Evidência(s): Ofício do CREA-Brumado, excertos do processo , Ofício do INSS. Notificado através do ofício , o prefeito manifestou-se como segue: Uma das exigências da Caixa Econômica Federal para liberação do pagamento, após a medição, é a regularidade técnica da empresa e profissional junto ao Conselho Regional de Engenharia, comprovado mediante a apresentação da Anotação de Responsabilidade Técnica ART. Portanto, o fato de não ser encontrado a ART nos arquivos da Prefeitura, não implica na inexistência da mesma. Relativamente à CEI, lembramos que, à luz do 3º, do art. 31, da Lei nº 8.212/91, para que a Prefeitura, na qualidade tomadora dos serviços seja definitivamente responsável pelas contribuições, deve a Autarquia Previdenciária comprovar que a cobrança da dívida feita perante a empresa cedente de mão-de-obra tenha sido inócua (v. item 1.1.). Portanto, a irregularidade somente surtirá efeito se a empresa cedente de mão-de-obra não efetuar a quitação da dívida devida à Previdência Social. A justificativa, enviada pelo prefeito, não apresentou nenhum fato novo, dessa forma permanece a constatação descrita no relatório. 1.2) Simulação em processo licitatório O Convite n.º 142/2002, realizado em 07/03/2002, cujo objeto era a execução de pavimentação e rede de drenagem no Distrito de Cascavel, foi simulado no intuito de favorecer a empresa SOC SERVIÇOS E OBRAS LTDA CNPJ Nesta licitação, além da SOC, participaram as empresas E2 ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS LTDA e DEGRAUS CONSTRUTORA LTDA. A assinatura aposta em todo o processo licitatório da participante DEGRAUS CONSTRUTORA LTDA não corresponde à assinatura de nenhum dos seus sócios. A empresa E2 ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS LTDA assinou, em 08/11/2001, o documento elaborado pela CAIXA ECONOMICA FEDERAL de convocação para prestação de serviços de engenharia manifestando seu interesse em realizar os serviços de análise de projetos, serviços e obras de infraestrutura nas ruas 02 de Julho, Manoel Messias de Aguiar, Barbosa e São Jorge, no distrito de Cascavel. Entretanto, em 07/03/2002, recebeu o suposto convite para participar do certame, tendo aceitado e apresentado sua proposta no valor de R$ ,94 (maior valor) mesmo tendo contrato vigente com a CEF para fiscalizar e acompanhar a obra. Evidência(s): Autos dos processos licitatórios; Consulta ao CREA/BA; Informações verbais obtidas com o irmão do sócio da Andaiá Empreendimentos. Contato social das empresas licitantes Notificado através do ofício , o prefeito manifestou-se como segue: Quanto à participação 2

8 da Empresa Degraus Construtora Ltda no certame, desconhecemos a negativa e temos não só os demais concorrentes como testemunhas presenciais bem como toda comissão de licitação. Não houve tempo hábil para esclarecer tal afirmação junto aos sócios da referida empresa, vez que esta, na presente data, encontra-se inativa. Se a Empresa E2 Engenharia foi contratada para analisar o projeto pela CEF no início do processo, não é do nosso conhecimento, mas quem realizou a supervisão e mensuração para liberação de pagamentos pela CEF foi a engenheira de prenome Rosilesse, fatos que a própria CEF pode confirmar e esclarecer melhor. Quanto à participação da empresa referida no certame, desconhecíamos qualquer impedimento legal. A justificativa, enviada pelo prefeito, não apresentou nenhum fato novo, ou documento, que pudesse elidir as constatações registradas, limitando-se a negar a procedência do ponto de auditoria. Uma empresa contratada para ser fiscal de uma obra pode ser convidada para executar a mesma obra, estando, assim, inabilitada a participar do processo licitatório. Dessa forma, uma terceira empresa deveria ter sido convidada para atender ao que preceitua o art. 22, 3ºda Lei 8.666/93. Assim, permanece inalterado o registro da fiscalização. 1.3) Materiais utilizados nas obras adquiridos e pagos pela prefeitura Fato : Sendo o regime de execução o de aquisição única a responsabilidade que cabia à prefeitura era de fiscalizar a boa e regular execução da obra, dando o aceite dela pronta e executada. No entanto, todo o material empregado nas obras (meios-fios, sarjetas, blocos, cimentos, etc) foram adquiridos e pagos pela prefeitura. Evidência(s): Registro fotográfico, Declaração formal, Notas Fiscais. Notificado através do ofício , o prefeito manifestou-se como segue: Salienta-se que, se isto fosse verdade, a Prefeitura estaria efetuando pagamento em duplicidade e, além do mais, necessitaria da contabilização de novos recursos, o que não se pode constatar e nem existe, mesmo porque a empresa contratada se encarregou do que lhe era de obrigação. A justificativa, enviada pelo prefeito, não apresentou nenhum fato novo, ou documento, que pudesse elidir as constatações registradas, limitando-se a negar a procedência do ponto de auditoria. Dessa forma, permanece a inalterado o registro da fiscalização. 1.4) Indicios de licitações forjadas e de pagamentos fraudulentos. Fato: Em todas as licitações realizadas pela prefeitura municipal de Ibicoara sempre estiveram presentes as empresas BASE CONSTRUÇÕES LTDA, CNPJ , E2 ENGENHARIA LTDA, CNPJ , AOS ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS LTDA, CNPJ , EMPREITEIRA PATAMAR E CONSTRUÇÕES LTDA, CNPJ , MANSEL MANUTENÇÃO E SERVIÇO LTDA, CNPJ e SOC-SERVIÇOS E OBRAS LTDA, CNPJ Mais recentemente, a partir de 2002, somaram-se a estas empresas a ESCALA CONST. E EMPREENDIMENTOS LTDA, CNPJ 3

9 , SETA CONSTRUÇÕES LTDA, CNPJ , CONSTRU- SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES LTDA, CNPJ , ROMA CONSTRUÇÕES E EMPRENDIMENTOS LTDA, CNPJ A DEGRAUS CONSTRUTORA LTDA apareceu em algumas licitações, porém, sem o conhecimento e consentimento dos seus sócios, tendo sido seus dados copiados e falsificados. Nestas licitações, sempre há um revezamento entre as empresas BASE, SOC ou Patamar, e mais recentemente, a Escala, Seta e Constru como vencedores e as empresas AOS, ROMA, E2 e Degraus como perdedoras. Os sócios das empresas perdedoras acabam sendo contratados pela prefeitura para o projeto e fiscalização, com exceção da Degraus pelos motivos já colocados. Senão vejamos: As licitações nº 17 e 18, na modaliade Tomada de Preço, participaram as empresas PATAMAR, E2 e BASE. As propostas da Tomada de Preço nº 18 foram abertas às 9:00hs, tendo sido declarado que a documentação de todas elas estavam completa, Sendo vencedora a PATAMAR. No mesmo dia, às 8:30hs, portanto, meia hora antes, foram abertas as propostas das mesmas 03 empresas, (Tomada de Preço nº 17) sendo considerada inabilitada a PATAMAR por não apresentar a documentação em conformidade com o Edital, tendo sido considerada vencedora a BASE. Entretanto, a inabilitação da empresa PATAMAR pela comissão de licitação, registrada na ata de apuração, não apresenta justificativa formal motivadora da ação e, ainda, não contempla abertura de prazo ou manifestação expressa de desistência para interposição de recurso por parte do inabilitado, contrariando disposições da Lei n.º 8.666/93, notadamente o artigo 109, inciso I, alínea a. Nestas obras assinam o projeto básico os engenheiros Ronaldo Silva Lima, sócio da empresa Roma; e o engenheiro Adilcio Oliveira Santos Filho, sócio da AOS Engenharia. Na licitação nº 04/2002, na modalidade de Tomada de Preço, participam as empresas AOS ENGENHARIA, BASE CONSTRUÇÕES e E2 ENGENHARIA. A empresa Vencedora é a BASE. O eng. Ronaldo Silva Lima elabora e fiscaliza o projeto compondo uma equipe nomeada pela prefeitura. Na licitação nº 07, na modalidade tomada de Preço, participaram as empresas ROMA, ESCALA e SETA. A vencedora é a SETA e quem assina a ART de projeto e fiscalização é o engenheiro que é sócio da empresa que participou do certame (Roma). Constatamos que a empresa vencedora, a SETA, possui um sócio que desconhece sua participação na sociedade e confirmamos, ainda, que um dos sócios emprestava o nome e assinatura da empresa recebendo em troca benefícios financeiros O endereço da empresa que consta no contrato social é inexistente, mas o escritório foi localizado no endereço que consta no carimbo da empresa. Na licitação nº 03/2004, na mesma modalidade, participaram as empresas ROMA, E2 ENGENHARIA, e CONSTRU. Quanto a CONSTRU-SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES LTDA, verificou-se, em Vitória da Conquista, que os endereços dos sócios dessa empresa não existem. Verificou-se também que as empresas SOC, BASE e MANSEL tem como sócios as mesmas pessoas que se revezam nas entidades, ora excluindo-se de uma e incluindo-se em outra. Por outro lado, verificou-se que as empresas BASE e SETA guardam entre si relações de interesse comum. Visto que cheques emitidos pela prefeitura em pagamento a supostos serviços executados a empresa BASE foram endossados e transferidos para esta empresa. Diante dos fatos, existem fortes indícios de que as empresas que participam das licitações no município de Ibicoara são empresas constituídas e mantidas ativas com a finalidade de compor licitações fraudulentas, com o conhecimento e consentimento do gestor municipal. Sendo suas ações controladas por um pequeno grupo de pessoas que de forma articulada organizam o processo licitatório desde a abertura do edital até o pagamento pelas supostas obras executadas dando ares de legalidade ao certame, especialmente naquelas prefeituras que apresentam condições de executar diretamente as obras com o uso de suas máquinas, equipamentos e pessoal como é o caso do município de Ibicoara. 4

10 Evidência(s): Processos licitatórios. Segue a relação de empresas e nomes que, de alguma forma, tem participação no processo. Adilcio Oliveira Santos Filho AOS Eng. Edmundo França de Souza E2 Eng. Elba Cassia Oliveira Ferraz Roma Const Fabio Silva Porto Seta Const Francisco Santos Nascimento Base Herinaldo Alves Santiago RH Mat Con Jaqueline Silva Barros Escala José Bezerra Neto Diretriz Liberato Ferraz da Silva Roma Luiz Edmundo Gomes de Souza E2 Eng. Marcia Conceição do Prado Oliveira Roech Maria Fernanda Lacerda Amorim AOS Eng. Mauricio Silva Lima Roma Nestor Claudio Rodrigues Rocha Degraus Paulo de Carvalho Andrade Degraus Ramilton Viana de Oliveira RH Mat Con Ricardo Lopes Gusmão Porto Seta Const Rinaldo dos Santos Bezerra Patamar Romar Marques de Andrade Mansel Romualdo Prado Oliveira Roech Ronaldo Silva Lima Roma Rosmack dos Santos Barros Escala Simone da Silva Constru Valdezita Caja dos Santos Patamar Vanusa Viana de Oliveira Constru Ronaldo do Prado Oliveira Roech Gileno Guimarães Fernandes Diretriz Miguel de Menezes Dantas Fermafra Edmilton Luiz de Oliveira Ferraz Fermafra Notificado através do ofício , o prefeito manifestou-se como segue: No decorrer do período fiscalizado pela CGU houve 7 (sete) processos licitatórios relativos a execução de obras no município, com recursos do Governo Federal. Nestes certames participaram 9 (nove) empresas, todas com a regularidade fiscal comprovada através de certidões negativas emitidas pelos órgãos competentes. Todas instaladas em endereços conhecidos e escritórios em pleno funcionamento, fato inclusive comprovado e relatado no relatório. A maioria devidamente cadastrada na Prefeitura com a devida atualização das certidões cobradas para tal finalidade. Outras, atualmente, não mais em funcionamento em virtude de baixa ou desativação, mas que se encontravam, então, devidamente ativas e legais. Enfim, tudo, dentro da mais completa normalidade, não acontecendo nada diferente daquilo que acontece com a maioria das empresas em qualquer localidade do Brasil, ou seja, mudanças de sócios, mudanças de endereços, baixa, desativação, manutenção em atividade, não sendo estes acontecimentos indícios de fraudes em processos licitatórios e/ou pagamentos fraudulentos. Quanto às alegações relativas a empresa DEGRAUS CONSTRUTORA LTDA. já foi objeto de nossos esclarecimentos no item 8.2. Outra alegação infundada é a de que os sócios das empresas perdedoras sempre eram contratados 5

11 como responsável pelo projeto e fiscalização da obra na qual participavam como perdedora, citando as empresas AOS, ROMA, E2 E DEGRAUS, como também que as mesmas eram realizadas para saírem como vencedora as empresas BASE, SOC ou PATAMAR. Esclarecemos que os sócios da DEGRAUS, como o próprio relatório já afirma, nunca elaborou projeto como também nunca foi contratado para exercer fiscalização das obras, assim como também os sócios da E2, restando apenas os Sócios e/ou responsáveis técnicos, que vivem de prestação de serviços como autônomos, da AOS e Roma, que, de fato, fora contratados para executar tais serviços como pessoa física e não como empresa e em certame em que as suas empresas não participaram. Outro fato que comprova a amplitude de participações das empresas é o relato constante no relatório de que (sic) há indícios de que o processo licitatório aconteça de forma que sempre saia vencedoras as empresas BASE, SOC ou PATAMAR e mais recentemente a ESCALA, SETA E CONSTRU demonstrando que, para um universo de 7 (sete) certames licitatórios, realizados em um período de mais ou menos 3 (três) anos, houve 6 (seis) empresas ganhadoras, sendo que os sócios de algumas, diferente do que encontra-se relatado, não tem laços de amizade ou até conhecimento com os sócios das outras. Quanto a inabilitação da empresa PATAMAR no certame licitatório nº 17 e 30 minutos depois, habilitada a participar do processo Licitatório nº 18, ocorreu pelo fato de constar no instrumento convocatório da Tomada de Preço 17, a exigência para a habilitação contida no art. 30 da Lei 8.666/93 e baseado no item 1 do 1º do já citado art. 30, tal formalidade só é necessária quando se limitar a objeto de maior relevância e valor significativo, o que exclui este item no instrumento convocatório no edital tomada de preço nº 18. Quanto à assinatura dos projetos básicos pelos Engenheiros Adilcio e Ronaldo, não encontramos nisto nenhuma irregularidade, haja vista o primeiro ser sócio da Empresa AOS e o segundo ter sido sócio da empresa ROMA e nenhuma destas empresas participaram de tais certames. Segundo consta, na licitação nº 04/2002 participou do certame as empresas AOS, BASE e E2. A empresa vencedora foi a BASE e o Eng Ronaldo Silva Lima elabora e fiscaliza o projeto compondo uma equipe nomeada pela Prefeitura. Segundo consta no próprio relatório o Engenheiro Ronaldo foi sócio da Empresa ROMA, não havendo, portanto, irregularidade no relato acima, pois esta empresa não participou do processo licitatório. Quanto a não existência dos endereços dos sócios da CONTRU, esclareça-se que nunca certificamos da existência dos mesmos, até porque esta Prefeitura sempre tratou com os sócios no endereço comercial da empresa ou na sede desta Prefeitura, assim como também a ligação entre as empresas BASE e SETA pelo fato de uma ter repassado cheque emitido a seu favor para a outra, cabendo a mesma estas explicações. Irregularidade de empresas deve interessar, principalmente, ao Fisco Estadual, sendo que, se o Poder Público permite a existência de empresas irregulares, não cabe ao Município investiga-las. Quanto as empresas BASE, SOC e MANSEL terem alternâncias de sócios, informamos que em nenhum processo licitatório houve a participação de duas empresas com o mesmo quadro societário e ambas, no decorrer dos processos licitatórios em que participaram, foram representadas por pessoas distintas. Como se pode vê, os fatos relatados em nenhum momento demonstram indício de forjamento de licitações e fraudes nos pagamentos, até porque as obras realizadas através destes certames citados foram executadas com esmero, cumpridas todas as formalidades contidas na ABNT e em uma análise apurada. Constata-se, em alguns casos, a execução de números maiores que os previstos nos projetos arquitetônicos e planilhas de quantitativos e custos. A justificativa, enviada pelo prefeito, não apresentou nenhum fato novo, ou documento, que pudesse elidir as constatações registradas, limitando-se a negar a procedência do ponto de auditoria. Dessa forma, permanece a inalterado o registro da fiscalização. 6

12 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO NO ESTADO DA BAHIA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Nº 345 MUNICÍPIO DE IBICOARA - BA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 14º Sorteio do Projeto de Fiscalização a Partir de Sorteios Públicos Sorteio de Unidades Municipais 17/NOVEMBRO/2004

13 RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Nº 345 MUNICÍPIO DE IBICOARA BA Na Fiscalização realizada a partir de Sorteios Públicos de Municípios, dos Programas de Governo financiados com recursos federais foram examinadas no período de 29/11 a 03/12/2004 as seguintes Ações sob responsabilidade do Ministério da Educação: Garantia de padrão mínimo de qualidade complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério FUNDEF. Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE. Expansão e melhoria da rede escolar estadual do ensino médio Projeto Alvorada. Programa Nacional de Transporte Escolar - PNATE PDDE Programa Dinheiro Direto Na Escola Censo Escolar Este relatório, de caráter preliminar, destinado aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, gestores centrais dos programas de execução descentralizada, contempla, em princípio, constatações de campo que apontam para o possível descumprimento de dispositivos legais e contratuais estabelecidos para esse tipo de execução. Esclarecemos que os Executores Municipais dos Programas, quanto àqueles sob sua responsabilidade, já foram previamente informados sobre os fatos relatados, tendo se manifestado em 07/01/2005, cabendo ao Ministério supervisor, nos casos pertinentes, adotar as providências corretivas visando à consecução das políticas públicas, bem como à apuração das responsabilidades. Ressaltamos que o Município sob análise não vem cumprindo o disposto no artigo 2º da Lei nº 9.452/97, o qual versa sobre a determinação da Prefeitura do Município notificar as Câmaras Municipais, Partidos Políticos, Sindicatos de Trabalhadores e Entidades Empresariais sobre a liberação de recursos por órgãos e entidades da administração federal direta, autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista. 1 Programa: Toda Criança na Escola Ação: Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério FUNDEF Objetivo da Ação de Governo: Manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental público e, particularmente, na valorização do seu magistério. Ordem de Serviço: Objeto Fiscalizado: Recursos financeiros descentralizados à Prefeitura Municipal para aplicação no ensino fundamental. Agente Executor Local: Prefeitura Municipal de Ibicoara. 1

14 Qualificação do Instrumento de Transferência: Repasse direto à Prefeitura Municipal de recursos originários de fontes já existentes, como FPE, FPM, ICMS, IPI/EXPORTAÇÃO e Complementação da União. Montante de Recursos Financeiros Aplicados: R$ ,22 (dois milhões, seiscentos e trinta e quatro mil, oitocentos e setenta e sete reais e vinte e dois centavos). Extensão dos exames: Analisado os recursos repassados à Prefeitura Municipal no exercício de 2003 e de janeiro a outubro de Desvio de recursos mediante pagamento com utilização de nota fiscal falsificada. Fato(s): Desvio de recursos públicos no valor de R$ 4.000,00 evidenciado pela utilização de nota fiscal falsificada para comprovação de despesas do FUNDEF. A Prefeitura Municipal de Ibicoara utilizou nota fiscal (n.º 173) falsificada de empresa idônea, com registro de CNPJ / , com data de emissão , para comprovação de despesas fictícias com aquisição de material escolar para a rede de ensino fundamental do Município. A confirmação da fraude foi atestada pelo sócio- proprietário da empresa fraudada que, ao examinar a NF produzida pela Prefeitura, declarou formalmente o seu não reconhecimento, tendo apresentado, inclusive, a nota original do seu talão fiscal. Afirmou, ainda, desconhecer a pessoa que deu a quitação do recebimento dos materiais na nota falsificada, informando que a mesma nunca fez parte do quadro de funcionários da sua empresa. O n.º de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais - AIDF constante da nota fiscal fraudulenta foi concedido a outra empresa registrada na Secretaria da Fazenda Estadual-SEFAZ/BA, corroborando as evidências de fraude e desvio de recursos do FUNDEF. Evidencias: Declaração do proprietário da empresa Art s Paper Ltda, nota fiscal original da empresa, nota fiscal falsificada pela Prefeitura, processo e documento de pagamento; consulta ao n. º AIDF no site SEFAZ/BA. Notificado através do ofício de 21/12/2004, o prefeito manifestou-se como segue: Segundo o informativo preliminar desta Controladoria, teria havido o desvio de dinheiro público no valor de R$ 4.000,00 evidenciado pela utilização de nota fiscal falsificada para comprovação de despesas do FUNDEF. Não procede, entretanto, a afirmação. Conforme verifica-se do processo de pagamento e empenho anexos, houve a compra perante o estabelecimento, pagamento certificado mediante recibo e recebimento do material escolar adquirido. O prefeito limitou-se a negar a afirmação contida neste relatório sem contudo apresentar qualquer documento ou prova de defesa contrária às evidências coletadas. Assim, fica mantido o ponto sem alterações. 1.2 Fraude em processo licitatório para aquisição de móveis com recursos do FUNDEF Aquisição de móveis destinados às escolas municipais da rede de ensino fundamental, mediante procedimento licitatório fraudulento, carta convite n.º 009/2004, no valor total de R$ ,00. Supostamente teriam participado do certame as empresas Fabriflex Indústria e Comércio de Móveis para Escritório Ltda., CNPJ / , localizada em Guanambi, QLM Comércio de Móveis Ltda., CNPJ / e Masterseg Equipamentos Industriais Ltda., CNPJ / , ambas localizadas em Salvador, sendo a primeira empresa declarada 2

15 vencedora do certame. A contratação foi formalizada mediante assinatura do instrumento contratual n.º 061/2004, em Por meio de circularização junto às supostas empresas participantes, constatou-se a prática de simulação de procedimento licitatório, evidenciada pela produção de documentos forjados e falsificação grosseira do carimbo de CNPJ das duas últimas empresas referidas contrariando o princípio constitucional da isonomia, em flagrante prejuízo ao caráter competitivo do certame. Os responsáveis pelas duas empresas, declararam formalmente à CGU/BA que nunca participaram de nenhum processo licitatório realizado pela Prefeitura Municipal de Ibicoara, em especial do Convite n.º 009/2004, que as assinaturas constantes do referido processo, protocolo de entrega, carta proposta, mapa comparativo de preços e ata de reunião foram forjadas, não sendo de representantes ou prepostos de sua empresa, e, ainda, que não reconhecem como legítimos os carimbos de CNPJ acostados no processo, tratando-se, portanto, de documento falsificado. Registre-se, por derradeiro, que as referidas empresas foram vítimas dessa mesma modalidade de fraude no município de Carinhanha/BA, informação devida e oportunamente registrada no relatório da CGU/BA decorrente das ações realizadas no 10º Sorteio dos Municípios. Evidências: Quadro societário, processo de pagamento; declaração das supostas empresas licitantes; circularização dos estabelecimentos. Notificado através do ofício de 21/12/2004, o prefeito manifestou-se como segue: Sem procedência essa afirmação. Houve o processo licitatório com total transparência e participação das empresas interessadas, conforme se verifica dos documentos anexos. Se alguma fraude adveio do processo, não é do conhecimento da Administração Municipal, a qual buscou emprestar-lhe transparência dando publicidade ao ato. Se teve algum funcionário público ou terceiro interessado acobertando fatos ou fraudando documentos, não foi do conhecimento dos administradores, que agiram de boa-fé na condução do procedimento administrativo. O prefeito limitou-se a negar a afirmação contida neste relatório sem contudo apresentar qualquer documento ou prova de defesa contrária às evidências coletadas. Assim, fica mantido o ponto sem alterações. 1.3 Descontrole de contas bancárias e ausência de comprovação de desembolsos financeiros de recursos do FUNDEF, num montante histórico de R$ ,80. Inexistência de processos de pagamento, bem como de documentos comprobatórios de operações envolvendo transferências bancárias e emissão de cheques efetuadas pela Prefeitura Municipal de Ibicoara com recursos do FUNDEF, nos exercícios de 2003 e 2004, indicando descontrole e utilização desses recursos para cobertura de débitos de outras contas. A Prefeitura Municipal de Ibicoara operacionaliza os recursos do FUNDEF em três contas bancárias distintas, sendo a conta matriz, recebedora dos recursos federais, centralizada no Banco do Brasil, agência Barra da Estiva, e as demais contas de suporte no Banco do BRADESCO, localizado no próprio município. Essa sistemática de operacionalização fragiliza o controle financeiro, dificulta a aferição dos percentuais legais exigidos pela legislação do FUNDEF, bem como favorece a ocorrência de irregularidades e/ou desconformidades na aplicação dos recursos públicos. 3

16 Os quadros abaixo evidenciam lançamentos de transferência bancária sem contrapartida nas demais contas do FUNDEF e, ainda, compensação de cheques sem identificação de processo de pagamento, portanto sem suporte documental. Banco: BRADESCO Conta corrente: 982/2 (40%) Data Lançamento Documento Valor (R$) Transf. MM.TIT* ,11(d) Transf. MM.TIT* ,29(d) Dep. Cheque ,00(c) Transf. MM.TIT* ,19(d) Transf. MM.TIT* ,26(d) Transf. MM.TIT* ,83(d) Transf. MM.TIT* ,15(d) Transf. MM.TIT* ,59(d) Transf. MM.TIT* ,70(d) Transf. MM.TIT* ,42(d) Transf. MM.TIT* ,91 (c) Transf. MM.TIT* ,53 (d) Transf. MM.TIT* ,02 (d) Cheq Compensado ,00(d) Cheq Compensado ,06(d) Transf. MM.TIT* ,00(d) Transf. Mesma ,00(d) Cheque ,53 (d) Transf. Mesma ,00 (c) Transf. MM.TIT* ,00(c) Transf. FDOS DOC ,80(d) Transf. MM.TIT* ,55(c) Total de saídas não identificadas ,48 * Transferência para contas municipais não identificadas. Banco: BRADESCO Conta corrente: 977/6 (60%) Data Lançamento Documento Valor (R$) Transf. MM.TIT* ,73(d) Transf. MM.TIT* ,12(d) Transf. MM.TIT* ,78(d) Transf. MM.TIT* ,25(d) Transf. MM.TIT* ,00(d) Transf. MM.TIT* ,64(d) Transf. MM.TIT* ,80(d) Transf. MM.TIT* (d) Transf. MM.TIT* ,00(d) Transf. MM.TIT* ,00(d) Transf. MM.TIT* ,00(c) Transf. MM.TIT* ,00(d) Transf. MM.TIT* ,00(c) Transf. MM.TIT* ,00(d) Transf. MM.TIT* ,00(c) Total de saídas não identificadas ,32 Evidências: Extrato bancário, processos de pagamentos. 4

17 Notificado através do ofício de 21/12/2004, o prefeito manifestou-se como segue: A agência do Banco do Brasil dista cerca de 80 Km da sede municipal de Ibicoara, inviabilizando o acesso dos funcionários do FUNDEF, bem como as atividades educativas do Município. Não houve descontrole, pois as contas municipais vem sendo devidamente aprovadas pelos Tribunais de Contas responsáveis pelo julgamento da gestão do dinheiro público. A circunstância de haver contas no Banco Bradesco visa apenas facilitar a utilização e a operacionalização dos recursos do FUNDEF dada as dificuldades de acesso à conta matriz no Banco do Brasil. Seria bem conveniente se fosse aberto uma agência do Banco do Brasil no Município, o que facilitaria os esforços da Administração Municipal na busca de transparência para aplicação dos recursos públicos. O gestor municipal restringe a sua defesa justificando a manutenção de duas contas bancárias distintas como facilitador da operacionalização dos recursos do FUNDEF, entretanto, em nenhum momento, apresenta esclarecimentos acerca das operações bancárias relacionadas no ponto. Apesar da discordância com a forma de operacionalização bancária adotada pela Administração Municipal, a essência do ponto de fiscalização em pauta é buscar esclarecimentos sobre as operações e transferências bancárias não identificadas ou realizadas sem suporte documental, fato não contemplado na defesa apresentada. Entendemos, portanto, pela manutenção integral do ponto de fiscalização. 1.4 Contratação de particulares com habilitação irregular e utilização de veículos inadequados para o transporte escolar Contratação de particulares com habilitação irregular para transporte escolar de estudantes do ensino fundamental, no período de janeiro de 2003 a setembro de 2004, infringindo as normas de segurança contidas na Lei Federal n.º 9.503/97, art. 136, 138, II, 144 e 230, XX, comprometendo a integridade física dos estudantes da rede de ensino fundamental. O quadro a seguir evidencia os casos identificados. Prestador Veículo Placa Categoria de Habilitação Adenildo Novais Pires Ônibus MPZ 2850 AC Florisvado Leite Aguiar Kombi JLD 3361 B Alex Ferreira Jardim Ônibus MPR 1407 C Haroldo Pascoal Mandu Silva Kombi JNF 0360 B Osmar de Brito Souuza Kombi CFC 7986 B Eulálio Pires dos Santos Ônibus LJK 7249 B Edison Aguiar ferreira Ônibus BWF 4096 AB Carlos Aguiar Ferreira Ônibus BWP 7682 C A vistoria nos ônibus locados demonstrou descaso no tratamento do transporte escolar, sendo identificada uma série de irregularidades, evidenciando a premente necessidade de recuperação e instalação de equipamentos de segurança básicos para o enquadramento legal do transporte escolar no município. As irregularidades detectadas contrariam as disposições contidas no art. 136 da Lei Federal n.º 9.503/97, com destaque para a ausência de faixas laterais horizontais indicativas da utilização do veículo como transporte escolar, ausência de cintos de segurança, extintores de 5

18 incêndio com data de validade expirada, faróis e luzes de freio queimados, pneus com excessivo desgaste e impróprios para uso, entre outras. Com o objetivo de conferir aparência de regularidade às contratações a Administração Municipal simulou procedimento licitatório na modalidade Convite, registrado sob o n.º 005/2004. Entretanto, apesar da formalização de documentos indicando a participação dos motoristas no certame, inclusive com registro de suas assinaturas, todas as entrevistas realizadas com os contratados evidenciaram completo desconhecimento dos termos do procedimento licitatório forjado, principalmente com relação aos valores e roteiros apresentados para prestação de serviços de transporte escolar municipal. Isto posto, fica claro que a contratação dos serviços de transporte escolar pela Prefeitura de Ibicoara foi efetivada sem critérios, tendo em vista que alguns motoristas responsáveis pela condução dos veículos possuem habilitação inadequada à categoria, os veículos estão em más condições de segurança e manutenção, bem como a documentação dos veículos encontra-se em situação irregular, em alguns casos, não permitindo sequer identificar o verdadeiro proprietário e a origem do veículo. Evidências: Entrevistas, análises documentais, inspeção in loco, fotografias. Notificado através do ofício de 21/12/2004, o prefeito manifestou-se como segue: Ao celebrar o contrato com os proprietários dos veículos alistados no item em comento, a municipalidade fez inserir cláusula na qual o contratado se responsabiliza em contratar motorista devidamente habilitado (5ª, alínea f ). O fato dos proprietários não estarem habilitados para dirigirem os seus veículos não significa que a condução de estudantes esteja sendo feita por motoristas inabilitados. O mesmo ocorre com a afirmação de irregularidades no tocante aos itens de segurança dos veículos, pois também nesse sentido há dispositivo contratual determinando a obediência às normas de segurança para o transporte escolar (alínea e da cláusula 5ª). Assevere-se que a fiscalização dos veículos em geral é uma atribuição dos órgãos de trânsito (Ciretran/Detran) e não da Prefeitura. Todos os veículos contratados encontram-se licenciados pelos órgãos de trânsito, sendo unicamente destes a responsabilidade pela fiscalização dos transportes em geral, competindo à Administração Municipal a averiguação dos documentos apresentados. Já no tocante à alegação de simulação de procedimento licitatório, verifica-se que os documentos anexos à presente atestam contrariamente. Conforme relatado, os auditores desta Egrégia Controladoria-Geral entrevistaram os motoristas dos veículos, que nem sempre são proprietários dos mesmos. Ademais, normalmente as pessoas entrevistadas não possuem conhecimento técnico específico às licitações, não podendo entender e responder com clareza às indagações de pessoas altamente qualificadas, como são os técnicos da CGU. No entanto, a licitação promovida na modalidade convite foi transparente e todas as afirmações feitas pelos auditores não passam de mera presunção. O gestor municipal argumenta que os contratos firmados para prestação de serviços de transporte escolar apresentam cláusulas de atendimento às normas básicas de segurança, tanto com relação aos itens componentes dos veículos como em relação à habilitação dos condutores. Entretanto, aspectos de formalização não foram objetos de crítica no ponto da auditoria e sim a falta de fiscalização contratual, representada pela inabilitação de condutores e pelo estado precário de conservação de alguns veículos. Conforme disposições da Lei Federal N.º 8.666/93, notadamente o artigo 58, o regime jurídico dos contratos administrativos confere à Administração Pública Municipal a 6

19 prerrogativa de modificá-los ou rescindi-los, unilateralmente, em casos e condições específicas, competindo-lhe, ainda, fiscalizar a sua execução e aplicar sanções administrativas devidamente motivadas. A defesa reconhece em sua argumentação o descumprimento de cláusulas contratuais, contudo, nenhuma providência administrativa foi tomada em contraposição. Outrossim, não cabe a alegação de ausência de competência da Prefeitura para fiscalização de veículos em geral, pois o que se trata aqui é a fiscalização de veículos na qualidade de objetos de contratos firmados para prestação de serviços de transporte escolar, portanto, sob a responsabilidade do gestor municipal. O tópico relacionado aos motoristas com habilitação irregular foi lastreado em relação de condutores apresentada pela própria Prefeitura, sendo desconsiderados, para efeito dessa avaliação, a qualificação de propriedade do veículo alegada. Diante do exposto, entendemos pela manutenção integral do ponto de fiscalização. 1.5 Contratação direta de empresa inidônea para execução de obras e serviços Contratação direta, sem procedimento licitatório, da empresa SETA Construções Ltda., CNPJ / , empresa com registro cadastral em nome de sócio-laranja, para prestação de serviços de mão de obra e construção de prédio escolar no distrito de Cascavel, no valor total de R$23.061,00, sendo pagos, até a presente data, o valor de R$ 4.612,00 oriundos de recursos do FUNDEF. Um dos componentes do quadro societário da referida empresa formalizou declaração à CGU/BA alegando desconhecimento e participação na empresa SETA, evidenciando sua condição de laranja, informando, ainda, conhecimento de que o outro empresta nome e assinatura para empresas, em troca de benefícios financeiros. O endereço indicado como domicílio da empresa no documento suporte do processo de pagamento, NF 0029, não foi localizado. Evidências: Processo de pagamento, declaração do sócio à CGU/BA; consulta quadro societário ao sistema da Receita Federal. Notificado através do ofício de 21/12/2004, o prefeito manifestou-se como segue: O processo licitatório foi devidamente deflagrado para toda mão de obra de execução, porém não houve recursos suficientes do FUNDEF para toda liquidação da fatura, o que não impediu a conclusão dos serviços e não representa qualquer ilícito. Quanto à declaração formalizada pelos sócios da empresa SETA, cabe a eles esclarecerem tais informações, já que emitiram outras desfazendo a declaração prestada perante o CGU. A argumentação de defesa informa a deflagração de procedimento licitatório para essa contratação, entretanto, nenhuma documentação comprobatória foi apontada. Quanto à questão da idoneidade da empresa contratada, entendemos que a apresentação de declaração do sócio da empresa desmentindo ou reformando sua própria declaração anterior, não há de ser considerada como prova contrária às evidências coletadas na fiscalização, especialmente porque tal empresa reincide em irregularidades em tópico de fiscalização de outro programa federal. Registre-se, ainda, que não foram oferecidas justificativas com relação à inexistência do endereço comercial constante da nota fiscal suporte do pagamento. Pelo exposto, entendemos pela manutenção integral do ponto de fiscalização. 7

20 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO NO ESTADO DA BAHIA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Nº 345 MUNICÍPIO DE IBICOARA -BA MINISTÉRIO DO ESPORTE 14º Sorteio do Projeto de Fiscalização a Partir de Sorteios Públicos Sorteio de Unidades Municipais 17/NOVEMBRO/2004

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