Desenvolvimento Sustentável Capítulo II. O Desenvolvimento Sustentável e suas Dimensões Social e Econômica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenvolvimento Sustentável Capítulo II. O Desenvolvimento Sustentável e suas Dimensões Social e Econômica"

Transcrição

1 Desenvolvimento Sustentável Capítulo II O Desenvolvimento Sustentável e suas Dimensões Social e Econômica A Dimensão Social do Desenvolvimento Sustentável: O caso da Energia Eólica Segundo Sachs (1993), a dimensão social do desenvolvimento sustentável tem como objetivo construir uma civilização onde seus integrantes tenham a maior eqüidade na distribuição dos recursos e da renda, para melhoria dos direitos e condições de vida, reduzindo a distância entre padrões de vida. Uma sociedade onde seus integrantes compartem os recursos naturais e onde todos os produtos originam se dos processos produtivos deve manter equidade na distribuição de todos esses recursos. O bem comum é a base da dimensão social do desenvolvimento sustentável. Um dos recursos energéticos que se discute neste capítulo é a energia elétrica, motivo de muita discussão em todo o mundo, principalmente no nordeste do Brasil, pela escassez de água, bem como pela falta de políticas que priorizem a solução deste problema. O Brasil registrou, a partir de maio de 2001, uma deficiência no fornecimento de energia elétrica, em virtude dos baixos investimentos no setor elétrico, níveis de precipitações de água inferiores aos normais e erros na condução do sistema e redução dos reservatórios (FUNDAÇÃO KONRAD ADENAUER, 2002), ocasionando racionamentos para a melhor utilização, o que por uma parte foi benéfico à educação e conscientização social, mas para toda a população esta carência deixou sem energia total, parcial ou limitada a muitas famílias, que em geral são de classes menos favorecidas. É importante ter se outras fontes de geração de energia que permitam suprir as deficiências de geração elétrica. A energia eólica, ou seja, aquela que se utiliza da força dos ventos para gerar energia elétrica já demonstrou em muitos países a importância da sua participação no setor energético. O empreendimento deste tipo de geração de energia pode levar a energia elétrica a comunidades, que estão afastadas da capital ou para locais de grande potencial turístico; porém distantes das linhas de transmissão, a energia elétrica poderia ser suprida por geração de fontes como a eólica, que levaria a estas populações não somente o conforto, mas também poderia levar a geração de emprego e renda. Um exemplo é a usina eólica instalada em Fernando de Noronha PE, considerada uma reserva natural e ponto turístico dos mais apreciados no Nordeste, mediante a qual um aerogerador fornece energia elétrica sem necessidade de redes de transmissão. Como efeito nesta dimensão, vê se que a preocupação principal é com o bemestar humano, as condições humanas e os meios utilizados para aumentar a qualidade de vida; deve se preservar o capital humano e social; dificilmente se pode mensurar o capital humano que está ligado diretamente às riquezas, mas

2 é somente parte de um conjunto de fatores da sustentabilidade conformado por necessidades essenciais de uma sociedade, como saúde, educação, habitação, infra estrutura e saneamento básico. O principal é diminuir as diferenças nesses fatores entre níveis sociais e ter se melhoria das condições de vida das populações. Quanto a maiores oportunidades de serviços, os diferentes níveis sociais terão oportunidade de acessos iguais (BELLEN, 2005). Esses serviços são os básicos: água potável, esgoto e energia elétrica, então os benefícios da energia eólica seriam a de fornecer eletricidade das demandas do sistema elétrico nacional, interligado a povoados que estão fora dessa rede e que com sistemas autônomos eólicos forneceriam eletricidade. Com respeito à água, deixar se ia de utilizar este recurso para gerar eletricidade por substituição da força dos ventos e aproveitar para o consumo humano. Atualmente, observa se que o setor energético no Brasil, pouco a pouco está superando suas carências, e a utilização de energias não renováveis está sendo mais discutida antes da sua utilização, dando oportunidade a outras novas fontes de energia, que favorecerão aos objetivos da dimensão social. A aceitação de energias novas como a eólica está sendo utilizada pela sociedade mundial. Na Espanha, por exemplo, pesquisas indicam que entre 75 e 80% da população estão aceitando a instalação de usinas eólicas como as de Perelló, que já receberam mais de visitantes turistas, e a geração de emprego por esta indústria já significa neste país postos diretos e postos indiretos de trabalho (DELÁS, 2005). A Dimensão Econômica do Desenvolvimento Sustentável A sustentabilidade econômica pode se definir como uma progressiva alteração do sistema produtivo e de seus padrões qualitativos e quantitativos, mediante uma gestão eficiente dos recursos, por um fluxo regular de investimentos públicos e privados, levando à sociedade a melhoria econômica sustentável (BEZERRA et alii, 2002 e SACHS, 1993). Esta melhoria na gestão eficiente dos recursos refere se ao aproveitamento, sem prejuízo do ecossistema. Este prejuízo poderia acontecer por desastres ou impactos negativos no meio ambiente ou prejuízos econômicos, em horizonte de médio ou longo prazo. Os gastos gerados para a manutenção da qualidade ambiental são contabilizados como um incremento nas receitas e produtos nacionais, podendo ser aproveitado na manutenção da sociedade que, segundo Bezerra, Facchina e Ribas (2002), têm o significado de geração de emprego e renda, redução da concentração fundiária rural e todas as condições que propiciam moradia para as populações urbana e rural. A energia elétrica é um recurso fundamental na economia dos países, é o energético que movimenta grande parte da indústria e comércio do Brasil, como representado na figura abaixo. Portanto, a busca de melhoras na geração de energia elétrica é importante, detectando a falta de produtividade

3 que incorpora aos custos características de ineficiência em conversão, transmissão, distribuição e fornecimento da energia elétrica. A sustentabilidade econômica está na procura da criação de mecanismos para novos sistemas produtivos que sejam integrados e de base local, para que estimulem as atividades econômicas mediante estímulos para que a agricultura, indústria, comércio e setor de serviços gerem melhoras nas condições de vida (LAGE e BARBIERI, 2001). O serviço elétrico brasileiro precisa de constantes iniciativas de investimento de capital estrangeiro e nacional, na procura de abrir novos negócios; e estes novos negócios irão procurar a utilização de novas fontes de geração como a eólica (ventos), biomassa, fotovoltaica (luz solar), entre outras renováveis, que ainda têm percentagens de utilização relativamente baixas. Outros 15% Comercial 15% Industria 43% Residencial 27% Consumo de energia no Brasil por setores Fonte: ALDABÓ, 2002 A sustentabilidade econômica abrange a alocação e distribuição dos recursos naturais dentro de uma escala apropriada. É um mundo em termos de estoques e fluxos de capital, onde estão incluídos o capital humano, ambiental ou natural e o capital social. A distribuição estará associada à divisão dos recursos entre as pessoas e as quantidades que correspondam a cada um dependendo da escala. Assim, segundo Bellen (2005), a teoria econômica temse abstraído da questão de escala de duas maneiras opostas: dizendo que por uma parte o meio ambiente é uma fonte infinita de recursos naturais e também uma fonte infinita de resíduos. Na elaboração de projetos no setor elétrico para ampliações ou instalação de novas fontes de geração de energia, não somente devem avaliar se os aspectos macroeconômicos em função da eficiência da operação e retorno dos investimentos, mas se devem variar ou suplantar os modelos tradicionais que medem crescimento e desempenho da economia por modelos de indicadores que incorporem a variável ambiental. Existe, atualmente, a tendência de avaliar projetos também em função dos impactos ambientais.

4 O Meio Ambiente como fonte de Recursos Naturais O meio ambiente é a fonte principal de toda a matéria prima utilizada pelo homem para produção dos bens e serviços utilizados em seu cotidiano. O homem está sempre recorrendo a natureza na intenção de que suas necessidades sejam atendidas. Para que estes bens e serviços utilizados, hoje, pelo homem sejam desenvolvidos é imprescindível a utilização de recursos naturais. Os recursos naturais podem ser representados como sendo bens ou serviços primários dos quais todos nós dependemos. Segundo Barbieri os recursos naturais, denominados terra nos textos de economia, envolvem elementos ou partes do meio ambiente físico e biológico, como solo, plantas, animais, minerais e tudo o que possa ser útil e acessível à produção da subsistência humana. Os recursos naturais estão tradicionalmente classificados em: Renováveis animais, ar, energia solar, água, plantas; Não renováveis minérios, petróleo, carvão mineral, areia. Sendo o conceito de recursos renováveis diretamente ligado à possibilidade de ser obtido infinitamente, de uma mesma fonte. No caso dos recursos nãorenováveis, estes possuem a característica de serem finitos, ou seja, caso sejam explorados com continuidade serão esgotados. Na verdade é possível que todos os recursos se renovem de forma natural, porém, essa renovação poderá demandar muito tempo, em alguns casos até milhões de anos. Importante observar que a renovação de um recurso natural dependerá diretamente do modo com que estes são utilizados. Também não podemos esquecer que os recursos naturais fazem parte de uma grande cadeia, onde todos são dependentes e interligados. Portanto, se um recurso é utilizado de forma incorreta, essa má utilização poderá interferir negativamente em outros recursos. Por exemplo, a devastação das florestas poderá interferir na renovação dos mananciais de água. Segundo Aguiar (1994) o conceito de meio ambiente é totalizador. Embora possamos falar em meio ambiente marinho, terrestre, urbano, etc. Essas facetas são partes de um todo sistematicamente organizado onde as partes, reciprocamente, dependem umas das outras e onde o todo é sempre comprometido cada vez que uma parte é agredida. Observem o quadro a seguir que ilustra os tipos e exemplos de recursos naturais, assim como a importância da variável tempo na renovação ou não destes recursos.

5 RECURSOS NATURAIS Não renováveis Renováveis Renováveis/Nãorenováveis Esgotam se com o uso Petróleo, carvão mineral, gás natural e energia nuclear. Esgotáveis, mas podem ser reutilizados, e reciclados. Areia, Argila, granito e metais. Não se alteram com o uso Energia direta solar, ventos, marés. Alteram com o uso Petróleo, carvão mineral, gás natural e energia nuclear. Alteram com o uso Ar, água, espaço, ciclos dos nutrientes, filtro solar, navegabilidade dos rios e lagos, e outros serviços ambientais. Fonte: Adaptado de TIVY, J O HARE, G. Human impacto n the ecosystem. Edimburgo: Oliver & Boyd, Preservação e Conservação dos Recursos Naturais O Brasil possui uma das maiores e mais ricas biodiversidades ( a variabilidade de organismos vivos, as interações que existem entre eles e destes com o ambiente. Abrange, ainda, a diversidade dentro de espécies (genética), entre espécies e de ecossistemas. Convenção da Diversidade Biológica.) do mundo. As maiores reservas de água doce do planeta encontram se em território brasileiro e um terço de toda a floresta tropical que ainda resta no mundo também. A conservação dos recursos naturais consiste em usá los de forma racional, bem como de forma econômica, ou seja, sem desperdício. Agindo assim os recursos renováveis não irão desaparecer por seu mau uso e nem os recursos não renováveis serão esgotados. Dessa forma é possível se pensar em um recurso perpétuo? Sim, porém, será necessário que os recursos sejam manejados de forma correta e que o homem

6 não pratique nenhuma ação nociva aos mesmos. Imaginem que a cada árvore arrancada fosse plantada outra em seu lugar certamente acabaríamos o problema da devastação das florestas. Da mesma forma, se houvesse uma preocupação maior em não poluir as águas dos rios, jamais sofreríamos com a escassez de peixes. O professor Álvaro Fernando de Almeida do Departamento de Ciências da USP nos diz que o uso indireto e racional de recursos naturais renováveis, mantendo se a taxa normal de extinção das espécies"; em outras palavras, em a Natureza, diversas espécies estão sempre em competição e pode ocorrer a extinção "natural" de algumas; não só a competição faz com que isso ocorra, mudanças climáticas, erupções vulcânicas, cheias, etc. também podem acarretar a extinção. Da mesma forma que espécies são extintas, outras podem aparecer... é um longo processo de evolução. Os recursos naturais fazem parte de uma paisagem geográfica importante e útil para a sobrevivência do homem. Essa paisagem quando modificada de forma brusca poderá desencadear sérios problemas ambientais chegando a colocar em risco a vida de outros seres vivos e até mesmo a vida dos próprios seres humanos. Os recursos naturais apesar de serem retidos pelo homem da própria natureza, dificilmente são consumidos em sua forma primitiva. Quase todos sofrem algum tipo de modificação ou beneficiamento antes de serem utilizados e o segredo da conservação está exatamente na forma como esse beneficiamento é realizado. Se existir uma preocupação com a reposição dos elementos que são retirados do meio ambiente, esses elementos jamais irão ser extintos e poderão estar disponíveis para as gerações vindouras. Do contrário, se continuarmos com uma exploração desenfreada dos recursos naturais, brevemente estaremos sentindo falta de alguns elementos que há em pouco tempo encontrávamos em abundância. Os recursos naturais precisam ser vistos de forma sistêmica, onde todos estão de alguma forma ligados uns aos outros. Dessa forma poderemos compreender que uma exploração indevida poderá vir a comprometer o ecossistema como um todo.

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Unidade 8 Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Ciclos Biogeoquímicos Os elementos químicos constituem todas as substâncias encontradas em nosso planeta. Existem mais de 100 elementos químicos,

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1 1 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO ADMINISTRAÇÀO DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO PROF: NAZARÉ FERRÀO TURMA: 7-ADN-1 I. MEIO AMBIENTE CONCEITOS MEIO AMBIENTE Tudo o que cerca o ser vivo,

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - MARIA ELOISA FARIAS - UNIVERSIDADE LUTERNA DO BRASIL - ULBRA - CANOAS RS

EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - MARIA ELOISA FARIAS - UNIVERSIDADE LUTERNA DO BRASIL - ULBRA - CANOAS RS 1 EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - MARIA ELOISA FARIAS - UNIVERSIDADE LUTERNA DO BRASIL - ULBRA - CANOAS RS O Desenvolvimento Sustentável vem sendo objeto de estudos, análises e críticas entre

Leia mais

Fontes de Energia e Meio Ambiente

Fontes de Energia e Meio Ambiente UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA - UFJF INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS ICE DEPARTAMENTO DE QUÍMICA QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL Fontes de Energia e Meio Ambiente Alunos: Arina Estefânia Gomes Flávia Campos

Leia mais

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução A Educação Ambiental como Pressuposto para um Turismo Sustentável 1 Cristine Gerhardt Rheinheimer 2 Teresinha Guerra 3 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo Chegamos a um ponto de nossa trajetória

Leia mais

O homem transforma o ambiente

O homem transforma o ambiente Acesse: http://fuvestibular.com.br/ O homem transforma o ambiente Vimos até agora que não dá para falar em ambiente sem considerar a ação do homem. Nesta aula estudaremos de que modo as atividades humanas

Leia mais

Ensino Fundamental II

Ensino Fundamental II Ensino Fundamental II Valor da prova: 2.0 Nota: Data: / /2015 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 9º 3º bimestre Trabalho de Recuperação de Geografia Orientações: - Leia atentamente

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA Problemas Ambientais, suas causas e sustentabilidade Profa. Aline Sarmento Procópio Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental Recursos Naturais Qualquer insumo de que os organismos,

Leia mais

é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em

é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em Módulo: Responsabilidade Socioambiental Educador: Flavio Furtado. O que é compostagem? é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal

Leia mais

A água nossa de cada dia

A água nossa de cada dia A água nossa de cada dia Marco Antonio Ferreira Gomes* Foto: Eliana Lima Considerações gerais A água é o constituinte mais característico e peculiar do Planeta Terra. Ingrediente essencial à vida, a água

Leia mais

INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA

INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL I. Contexto 1. A Conferência do Rio em 1992 foi convocada a partir do reconhecimento de que os padrões de produção e consumo,

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável. Professor: Amison de Santana Silva

Desenvolvimento Sustentável. Professor: Amison de Santana Silva Desenvolvimento Sustentável Professor: Amison de Santana Silva Desenvolvimento Sustentável Ou Ecodesenvolvimento O que é? Consiste na possível e desejável conciliação entre e o crescimento econômico, a

Leia mais

CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Você já parou para pensar no que significa a palavra progresso? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas,cidades, maquinas e muito outras coisas que ainda

Leia mais

Carta da Sustentabilidade das Cidades Européias (Carta de Aalborg)

Carta da Sustentabilidade das Cidades Européias (Carta de Aalborg) Carta da Sustentabilidade das Cidades Européias (Carta de Aalborg) (aprovada pelos participantes na Conferência Européia sobre Cidades Sustentáveis, realizada em Aalborg, Dinamarca, a 27 de Maio de 1994)

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS: VANTAGENS E DESVANTAGENS

ENERGIAS RENOVÁVEIS: VANTAGENS E DESVANTAGENS ENERGIAS RENOVÁVEIS: VANTAGENS E DESVANTAGENS 1. BIOMASSA O termo biomassa refere-se a uma série de produtos e sub-produtos agrícolas e florestais, assim como resíduos diversos de origem animal e humana

Leia mais

VIABILIDADE DE REUTILIZAÇÃO DE ÁGUA PARA VASOS SANITÁRIOS.

VIABILIDADE DE REUTILIZAÇÃO DE ÁGUA PARA VASOS SANITÁRIOS. VIABILIDADE DE REUTILIZAÇÃO DE ÁGUA PARA VASOS SANITÁRIOS. MARCOS B. REZENDE MOTA 1 ; MARINA DASTRE MANZANARES 1 ; RAFAEL AUGUSTO LIMA SILVA 1 1 Curso de Graduação - Faculdade de Engenharia Mecânica/UNICAMP

Leia mais

Carta Verde das Américas 2013

Carta Verde das Américas 2013 Carta Verde das Américas 2013 CONSIDERANDO que o Planeta Terra não tem recursos inesgotáveis que possam sustentar um consumo desordenado, sem consciência socioambiental! Que, em função disso, precisamos

Leia mais

Energia. Fontes e formas de energia

Energia. Fontes e formas de energia Energia Fontes e formas de energia Energia está em tudo que nos rodeia! Nestas situações associa-se energia à saúde ou à actividade. Energia está em tudo que nos rodeia! Diariamente, ouvimos ou lemos frases

Leia mais

MÓDULO 1 CLASSES GERAIS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues Monitora: Laís Leal

MÓDULO 1 CLASSES GERAIS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues Monitora: Laís Leal MÓDULO 1 ECOSSISTEMAS HUMANOS CLASSES GERAIS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues Monitora: Laís Leal ECOSSISTEMAS HUMANOS As necessidades e desejos da população humana em expansão têm requerido um

Leia mais

Valoração Econômica do Lixo da Cidade de Goiânia-GO

Valoração Econômica do Lixo da Cidade de Goiânia-GO Valoração Econômica do Lixo da Cidade de Goiânia-GO Estevão Julio Walburga Keglevich de Buzin (UFG) Bióloogo e Pesquisador conhecer@conhecer.org.br Ivonete Maria Parreira (UFG) Médica Veterinária e Pesquisadora

Leia mais

I. Respeitar e Cuidar da Comunidade de Vida. II. Integridade Ecológica PRINCÍPIOS

I. Respeitar e Cuidar da Comunidade de Vida. II. Integridade Ecológica PRINCÍPIOS CA T A DA TE A PINCÍPIOS I. espeitar e Cuidar da Comunidade de Vida 1. espeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade. a. econhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor,

Leia mais

O MUNDO ONDE VIVEMOS!

O MUNDO ONDE VIVEMOS! O MUNDO ONDE VIVEMOS! PLANETA TERRA BIOSFERA (SERES VIVOS) ATMOSFERA (AR) HIDROSFERA (ÁGUA) LITOSFERA (TERRA) AMBIENTE NO SÉC. S XX A TEMPERATURA DA TERRA AUMENTOU MAIS OU MENOS DE 0,6ºC C A 2ºC. 2 AS

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DO USO DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO FERREMENTA NA GESTÃO HÍDRICA E AMBIENTAL: O CASO DO IGARAPÉ ÁGUA AZUL

A CONTRIBUIÇÃO DO USO DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO FERREMENTA NA GESTÃO HÍDRICA E AMBIENTAL: O CASO DO IGARAPÉ ÁGUA AZUL A CONTRIBUIÇÃO DO USO DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO FERREMENTA NA GESTÃO HÍDRICA E AMBIENTAL: O CASO DO IGARAPÉ ÁGUA AZUL rocha. e.b Geógrafo - Mestrando em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento

Leia mais

LEI Nº 7.043, DE 8 DE OUTUBRO DE 2007

LEI Nº 7.043, DE 8 DE OUTUBRO DE 2007 LEI Nº 7.043, DE 8 DE OUTUBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 09.10.07. Dispõe sobre Política Estadual para a Promoção do Uso de Sistemas Orgânicos de Produção Agropecuária e Agroindustrial. Lei: A ASSEMBLÉIA

Leia mais

Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN

Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN Escolas Sustentáveis... Novas ações, novos hábitos, novas atitudes Escolas sustentáveis: aquelas que mantêm relação equilibrada

Leia mais

FORTALECENDO SABERES APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Conteúdo:

FORTALECENDO SABERES APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Conteúdo: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA A Conteúdo: O gás carbônico se acumula na atmosfera; O buraco na camada de ozônio. A crescente escassez de água potável no mundo; A relação sociedade-natureza.

Leia mais

Recursos Naturais e Biodiversidade

Recursos Naturais e Biodiversidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 Florestas Gestão dos Recursos Hídricos Qualidade e Ocupação do Solo Proteção da Atmosfera e Qualidade

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

ÍNDICE. davantisolar.com.br O QUE É ARQUITETURA VERDE FUNDAMENTOS POR QUE FAZER MÃOS A OBRA VANTAGENS PARA O PROJETO VANTAGENS PARA O IMÓVEL

ÍNDICE. davantisolar.com.br O QUE É ARQUITETURA VERDE FUNDAMENTOS POR QUE FAZER MÃOS A OBRA VANTAGENS PARA O PROJETO VANTAGENS PARA O IMÓVEL ÍNDICE O QUE É ARQUITETURA VERDE FUNDAMENTOS POR QUE FAZER MÃOS A OBRA VANTAGENS PARA O PROJETO VANTAGENS PARA O IMÓVEL VANTAGENS PARA O MEIO AMBIENTE ENERGIA SOLAR NA ARQUITETURA VERDE ENERGIA SOLAR VANTAGENS

Leia mais

USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA ROCHA, Elza dos Santos S. da (UNEMAT) elzassr@yahoo.com.br SANTOS, Leandra Ines Seganfredo (UNEMAT) leandraines@hotmail.com Sabemos que a água é indispensável

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 433/2015 CAPÍTULO I DOS CONCEITOS

PROJETO DE LEI Nº 433/2015 CAPÍTULO I DOS CONCEITOS PROJETO DE LEI Nº 433/2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. CAPÍTULO I DOS CONCEITOS Art. 1º Esta Lei institui a Política Municipal de estímulo à Produção

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Histórico 1989 - Plataforma Ambiental Mínima para Candidatos à Presidência 1990 - Plataforma Ambiental Mínima para os Candidatos ao Governo do Estado de São Paulo 1998 - Plataforma Ambiental Mínima para

Leia mais

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE.

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. Alvori Cristo dos Santos, Deser, Fevereiro 2007. Há alguns anos atrás, um movimento social

Leia mais

SUGESTÕES DE VÍDEOS PARA O DIA DO MEIO AMBIENTE

SUGESTÕES DE VÍDEOS PARA O DIA DO MEIO AMBIENTE SUGESTÕES DE VÍDEOS PARA O DIA DO MEIO AMBIENTE As questões do meio ambiente estão cada vez mais presentes no cotidiano dos alunos e é importante que os professores estejam preparados para falar sobre

Leia mais

Questões ambientais do Brasil

Questões ambientais do Brasil Questões ambientais do Brasil Ao longo da história do Brasil, o desmatamento esteve presente em todos os ciclos econômicos responsáveis pela construção do país, o que reduziu bastante a biodiversidade

Leia mais

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África O documento de apoio da Declaração de Gaborone para a sustentabilidade na África é um paradigma transformador na busca pelo

Leia mais

MANEJO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO: ESTUDO DE CASO DOS DIVERSOS USOS DAS ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE ITAPARICA

MANEJO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO: ESTUDO DE CASO DOS DIVERSOS USOS DAS ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE ITAPARICA MANEJO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO: ESTUDO DE CASO DOS DIVERSOS USOS DAS ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE ITAPARICA Maria de Lourdes Almeida Gonçalves (1); Sara Maria Gomes Pinheiro (1); Emerson

Leia mais

ESCOLA SUSTENTÁVEL: AÇÕES PARA A CONSCIENTIZAÇÃO EM UMA ESCOLA ESTADUAL ATRAVÉS DO PROJETO ECOLÓGICA

ESCOLA SUSTENTÁVEL: AÇÕES PARA A CONSCIENTIZAÇÃO EM UMA ESCOLA ESTADUAL ATRAVÉS DO PROJETO ECOLÓGICA ESCOLA SUSTENTÁVEL: AÇÕES PARA A CONSCIENTIZAÇÃO EM UMA ESCOLA ESTADUAL ATRAVÉS DO PROJETO ECOLÓGICA Aline Carla dos Santos Moraes Marinho (*), Welinton Coelho da Silva * Secretaria de Estado de Educação

Leia mais

Exercício de Biologia - 3ª série

Exercício de Biologia - 3ª série Exercício de Biologia - 3ª série 1- A poluição atmosférica de Cubatão continua provocando efeitos negativos na vegetação da Serra do Mar, mesmo após a instalação de filtros nas indústrias na década de

Leia mais

GESTÃO DE RISCO BASEADA NA COMUNIDADE

GESTÃO DE RISCO BASEADA NA COMUNIDADE GESTÃO DE RISCO BASEADA NA COMUNIDADE Introdução Moçambique é um dos países mais afectados por fenómenos extremos causados por forças naturais e por acções do homem sobre a natureza e que nos põe em perigo.

Leia mais

1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS

1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS 1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS A sustentabilidade e a integração prática das diferentes modalidades do saneamento: água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos Porto Alegre, 01 de dezembro

Leia mais

URBANIZAÇÃO E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL: CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS APP S DOS RIOS SERIDÓ E BARRA NOVA, EM CAICÓ/RN

URBANIZAÇÃO E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL: CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS APP S DOS RIOS SERIDÓ E BARRA NOVA, EM CAICÓ/RN URBANIZAÇÃO E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL: CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS APP S DOS RIOS SERIDÓ E BARRA NOVA, EM CAICÓ/RN Resumo expandido - Avaliação e Estudos de Impactos Ambientais Manoel Cirício Pereira Neto

Leia mais

5.6 EDUCAÇÃO AMBIENTAL. 5.6.1 Objetivos da Educação Ambiental

5.6 EDUCAÇÃO AMBIENTAL. 5.6.1 Objetivos da Educação Ambiental HABITAÇÃO E MEIO AMBIENTE - Abordagem integrada em empreendimentos de interesse social Os resultados da auditoria devem ser divulgados e discutidos para a adoção de medidas corretivas. As medidas devem

Leia mais

Carta da Terra. www.oxisdaquestao.com.br PREÂMBULO

Carta da Terra. www.oxisdaquestao.com.br PREÂMBULO 1 www.oxisdaquestao.com.br Carta da Terra PREÂMBULO Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada

Leia mais

[R]evolução energética:

[R]evolução energética: Ricardo Baitelo* [R]evolução energética: perspectivas para uma energia global sustentável As fortes suspeitas de que o ser humano é o agente responsável pela crise do aquecimento global foram categoricamente

Leia mais

A humanidade está hoje na direção da não-sustentabilidade, caminhando rapidamente para tornar a Terra inabitável.

A humanidade está hoje na direção da não-sustentabilidade, caminhando rapidamente para tornar a Terra inabitável. A solução é a economia verde? Por Ivo Lesbaupin, integrante da diretoria executiva da Abong A humanidade está hoje na direção da não-sustentabilidade, caminhando rapidamente para tornar a Terra inabitável.

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável Capítulo III. As Dimensões Ecológica, Espacial e Cultural do Desenvolvimento Sustentável

Desenvolvimento Sustentável Capítulo III. As Dimensões Ecológica, Espacial e Cultural do Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento Sustentável Capítulo III As Dimensões Ecológica, Espacial e Cultural do Desenvolvimento Sustentável Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a Humanidade

Leia mais

O Sr. DANIEL ALMEIDA (PCdoB-BA) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores

O Sr. DANIEL ALMEIDA (PCdoB-BA) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores O Sr. DANIEL ALMEIDA (PCdoB-BA) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, o dia 5 de junho é lembrado em todos os países como o Dia Mundial do Meio Ambiente. Em 1972,

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR ARNOR, Asneth Êmilly de Oliveira; DA SILVA, Ana Maria Gomes; DA SILVA, Ana Paula; DA SILVA, Tatiana Graduanda em Pedagogia -UFPB-

Leia mais

Figura 1. Habitats e nichos ecológicos diversos. Fonte: UAN, 2014.

Figura 1. Habitats e nichos ecológicos diversos. Fonte: UAN, 2014. Ecologia de Comunidades e Ecossistemas Habitat e nicho ecológico Para entendermos o funcionamento da vida dos seres vivos em comunidade (dentro de um ecossistema) se faz necessário abordarmos dois conceitos

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS

CADERNO DE EXERCÍCIOS GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Disciplina: Ecologia de Ecossistema e da Paisagem

Leia mais

(GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. p. 13.)

(GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. p. 13.) PROCESSO SELETIVO/2006 1 O DIA GAB. 1 25 GEOGRAFIA QUESTÕES DE 41 A 50 41. Leia o trecho abaixo: Considera-se, em economia, o desenvolvimento sustentável como a capacidade de as sociedades sustentarem-se

Leia mais

DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DO RIO GAVIÃO

DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DO RIO GAVIÃO DEGRADAÇÃO AMBIENTAL DO RIO GAVIÃO Marilia de Jesus Oliveira (*), Eriswagner Matos Soares, Bethania de Sousa Pires, Vanessa Carvalho de Oliveira * Instituto Federal da Bahia, Campus de Vitória da Conquista,

Leia mais

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo INTRODUÇÃO: Desde a pré-história o homem vem se utilizando de diversas fortes e formas de energia, para suprir suas necessidades energéticas, por isso,

Leia mais

Estratégias a utilizar

Estratégias a utilizar Introdução Ao olharmos à nossa volta e ao estarmos atentos à informação que nos chega diariamente através dos vários órgãos de comunicação social, chegamos à triste conclusão que a vida no planeta Terra

Leia mais

AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Prof.Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Faculdade de Engenharia de Sorocaba Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2016. (Do Sr. SARNEY FILHO) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2016. (Do Sr. SARNEY FILHO) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2016 (Do Sr. SARNEY FILHO) Altera dispositivos da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, passa a vigorar

Leia mais

POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues SOLO O que é solo? Formação do solo Horizontes do solo Evolução da Ocupação do Solo O que é o Solo? Solo é um corpo de material

Leia mais

Ciências/15 6º ano Turma:

Ciências/15 6º ano Turma: Ciências/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / 6ºcie302r Roteiro de Estudos- Recuperação de Ciências 6 ANO 2º trimestre Atividades para a oficina de estudo: Ciências - 6º ano 2º trimestre * Organizador-

Leia mais

GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE E DA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE E DA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA GESTÃO DA SUSTENTABILIDADE E DA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA Rachel Cavalcanti Stefanuto O CONTEXTO DA SUSTENTABILIDADE A preocupação crescente com a sustentabilidade associa-se ao reconhecimento

Leia mais

ECOSSISTEMAS HUMANOS CLASSES GERAIS

ECOSSISTEMAS HUMANOS CLASSES GERAIS ECOSSISTEMAS HUMANOS CLASSES GERAIS CLASSIFICAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS HUMANOS Classe 1 - ECOSSISTEMA NATURAL MADURO ( Floresta Amazônica ); Classe 2 - ECOSSISTEMA NATURAL CONTROLADO (SNUC); Classe 3 - ECOSSISTEMA

Leia mais

Manejo Sustentável da Floresta

Manejo Sustentável da Floresta Manejo Sustentável da Floresta 1) Objetivo Geral Mudança de paradigmas quanto ao uso da madeira da floresta, assim como a percepção dos prejuízos advindos das queimadas e do extrativismo vegetal. 2) Objetivo

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA / ELETROTÉCNICA

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA / ELETROTÉCNICA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA / ELETROTÉCNICA BRUNO GONÇALVES DE LIMA RAYSA ROOS HACK REBECCA BARRETO AVENÇA COMPARAÇÃO DOS NIVEIS DE IRRADIAÇÃO

Leia mais

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis O futuro que queremos não se concretizará enquanto a fome e a subnutrição persistirem,

Leia mais

Áreas degradadas. Áreas degradadas conceitos e extensão

Áreas degradadas. Áreas degradadas conceitos e extensão Áreas degradadas Áreas degradadas conceitos e extensão Conceituação e caracterização de áreas degradadas O ecossistema que sofreu alterações relativas à perda da cobertura vegetal e dos meios de regeneração

Leia mais

TRATAMENTO DE DEJETOS HUMANOS: USO DA SANITÁRIA COMPOSTEIRA SECA COMO ALTERNATIVA NO IFC - CAMPUS RIO DO SUL

TRATAMENTO DE DEJETOS HUMANOS: USO DA SANITÁRIA COMPOSTEIRA SECA COMO ALTERNATIVA NO IFC - CAMPUS RIO DO SUL TRATAMENTO DE DEJETOS HUMANOS: USO DA SANITÁRIA COMPOSTEIRA SECA COMO ALTERNATIVA NO IFC - CAMPUS RIO DO SUL Ana Carla KUNESKI 1, Bruno MONTIBELLER 2, Évany FERRARI 3, Iago SCHIOCHET 4, Graciane Regina

Leia mais

PRESERVANDO NASCENTES E MANANCIAIS

PRESERVANDO NASCENTES E MANANCIAIS PRESERVANDO NASCENTES E MANANCIAIS A água é um recurso natural insubstituível para a manutenção da vida saudável e bem estar do homem, além de garantir auto-suficiência econômica da propriedade rural.

Leia mais

CONTEÚDOS DE BIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE BIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO CONTEÚDOS DE BIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas

Leia mais

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA António Gonçalves Henriques CONVENÇÃO SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONCEITOS DE BASE Biodiversidade ou Diversidade Biológica é o conjunto das diferentes

Leia mais

MÓDULO DA AULA TEMÁTICA / BIOLOGIA E FÍSICA / ENERGIA

MÓDULO DA AULA TEMÁTICA / BIOLOGIA E FÍSICA / ENERGIA MÓDULO DA AULA TEMÁTICA / BIOLOGIA E FÍSICA / ENERGIA FÍSICA 01. Três especialistas fizeram afirmações sobre a produção de biocombustíveis. Para eles, sua utilização é importante, pois estes combustíveis.

Leia mais

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO Decreto nº 2.489/06 Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO I - CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DO BENEFÍCIO O benefício fiscal será definido em função do enquadramento

Leia mais

Biodiversidade na base dos serviços dos ecossistemas Pobreza, desenvolvimento e recursos naturais. 5ª aula

Biodiversidade na base dos serviços dos ecossistemas Pobreza, desenvolvimento e recursos naturais. 5ª aula Mestrado em Engenharia do Ambiente 1º ano / 1º semestre GESTÃO DE AMBIENTE E TERRITÓRIO Biodiversidade na base dos serviços dos ecossistemas Pobreza, desenvolvimento e recursos naturais 5ª aula Convenção

Leia mais

CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA

CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA Será que o homem já se conscientizou do poder destrutivo das suas mãos? Hoje, é freqüente ouvirmos falar do efeito estufa Mas quem é esse vilão que nos apavora? O efeito estufa

Leia mais

Reconhecer as diferenças

Reconhecer as diferenças A U A UL LA Reconhecer as diferenças Nesta aula, vamos aprender que os solos são o resultado mais imediato da integração dos processos físicos e biológicos na superfície da Terra. A formação e o desenvolvimento

Leia mais

Por conseguinte, eles lançam um apelo aos Estados e à comunidade internacional para:

Por conseguinte, eles lançam um apelo aos Estados e à comunidade internacional para: Propostas e recomendações da Aliança dos Guardiões da Mãe Natureza aos Estados e à comunidade internacional para a preservação do clima e das gerações futuras No final da Assembléia dos Guardiões da Mãe

Leia mais

A SOCIEDADE IMERSA NA ÁGUA: A INOVAÇÃO ALIADA AO USO CONSCIENTE. Palavras chave: Água; Futuro; Reúso; Tratamento; Sustentabilidade; Bactéria.

A SOCIEDADE IMERSA NA ÁGUA: A INOVAÇÃO ALIADA AO USO CONSCIENTE. Palavras chave: Água; Futuro; Reúso; Tratamento; Sustentabilidade; Bactéria. A SOCIEDADE IMERSA NA ÁGUA: A INOVAÇÃO ALIADA AO USO CONSCIENTE Bibiana Hoff Resumo: O presente artigo visa apresentar uma técnica de tratamento e reúso da água, tendo em vista uma forma simples e viável

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DE UMA ESCOLA TÉCNICA AGRÍCOLA POR MEIO DE INDICADORES

AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DE UMA ESCOLA TÉCNICA AGRÍCOLA POR MEIO DE INDICADORES AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DE UMA ESCOLA TÉCNICA AGRÍCOLA POR MEIO DE INDICADORES Rafael José Navas da Silva. CEETEPS ETEC. Prof. Edson Galvão Itapetininga/SP. Resumo O conceito de desenvolvimento sustentável

Leia mais

REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA POTÁVEL: REUSO DE ÁGUA PARA MINIMIZAR O DESPERDICIO EM VASOS SANITÁRIOS

REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA POTÁVEL: REUSO DE ÁGUA PARA MINIMIZAR O DESPERDICIO EM VASOS SANITÁRIOS REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA POTÁVEL: REUSO DE ÁGUA PARA MINIMIZAR O DESPERDICIO EM VASOS SANITÁRIOS (Fernanda Silva de Souza 1 ; Adriana da Silva Santos 2 ; Francisco Marto de Souza 3 ; Ellen Caroline Santos

Leia mais

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO "A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reuniu-se em Estocolmo entre os dia 05 e 16 de junho de 1972

Leia mais

FORMAÇÃO DO SOLO E AS CONSEQÜÊNCIAS DA EROSÃO

FORMAÇÃO DO SOLO E AS CONSEQÜÊNCIAS DA EROSÃO FORMAÇÃO DO SOLO E AS CONSEQÜÊNCIAS DA EROSÃO Lucieli Lopes Marques Supervisora: Mara Regina Dorcidônio Molina CONTEXTUALIZAÇÃO A presente proposta de trabalho tem como tema a formação e erosão do solo

Leia mais

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

Palavras-chave: Uso racional da água, Gestão de recursos hídricos, Gestão de riscos, Sustentabilidade.

Palavras-chave: Uso racional da água, Gestão de recursos hídricos, Gestão de riscos, Sustentabilidade. A UNIVERSIDADE PÚBLICA CUMPRINDO SEU PAPEL NA SENSIBILIZAÇÃO DA POPULAÇÃO DA REGIÃO OESTE DE SANTA CATARINA PARA A IMPORTÂNCIA DO RECURSO AMBIENTAL ÁGUA, DO SEU USO RACIONAL E DA GESTÃO DE RISCOS. Neudi

Leia mais

Os recursos hídricos no Brasil e no mundo

Os recursos hídricos no Brasil e no mundo Os recursos hídricos no Brasil e no mundo DISPONIBILIDADE DE ÁGUA POR HAB./ANO NO MUNDO (ANA, 2005) Exemplos de países situados na parte superior da lista Ranking Continente País Recursos Hídricos

Leia mais

Localização Estoques Hídricos

Localização Estoques Hídricos ÁGUA USO RACIONAL FUNDAÇÃO RELICTOS Ciclo da Água Estado Físico da Água. Localização Estoques Hídricos Água no Mundo Água no Nosso Corpo 74% do nosso corpo também é constituído de água. Assim como a água

Leia mais

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO 1 - Matriz de Competências e Habilidades de Ciências da Natureza e Suas Tecnologias Ensino Médio EIXOS COGNITIVOS

Leia mais

PRINCÍPIOS DE DIREITO AMBIENTAL

PRINCÍPIOS DE DIREITO AMBIENTAL PRINCÍPIOS DE DIREITO AMBIENTAL PRINCÍPIOS INTEGRAM O DIREITO NÃO-ESCRITOS ESCRITOS ESTABELECEM PADRÕES DE CONDUTA VALORES FUNDAMENTAIS EXEMPLOS: PRINCÍPIO DA LEGALIDADE (art. 5º, II, CR) PRINCÍPIO DA

Leia mais

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR SARGENTO NADER ALVES DOS SANTOS SÉRIE/ANO: 3ª TURMA(S):

Leia mais

O retrato da água no Brasil na visão da Sociedade

O retrato da água no Brasil na visão da Sociedade O retrato da água no Brasil na visão da Sociedade Enfrentando a escassez da água O Dia da Água, instituído por resolução da assembleia das ONU em 22 de março de 1992, chama atenção da sociedade para a

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR C ( p f d o m r s a b c d e omo pode cair no enem ENEM) As cidades industrializadas produzem grandes proporções de gases como o

Leia mais

Projeto de Lei do Senado nº., de 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Projeto de Lei do Senado nº., de 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta: 1 Projeto de Lei do Senado nº., de 2005 Dispõe acerca da veiculação de advertência sobre consumo e escassez de água nas hipóteses que discrimina. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º. Os equipamentos

Leia mais

COMENTÁRIO GERAL (EQUIPE DE BIOLOGIA)

COMENTÁRIO GERAL (EQUIPE DE BIOLOGIA) COMENTÁRIO GERAL (EQUIPE DE BIOLOGIA) A prova de Biologia ENEM 2010 apresentou como eixo central questões envolvendo meio ambiente e ecologia geral. Desta forma houve um desequilíbrio na distribuição de

Leia mais

NOVA VISÃO DO GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS HÍDRICOS

NOVA VISÃO DO GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS HÍDRICOS NOVA VISÃO DO SANEAMENTO NA GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS HÍDRICOS IMPORTÂNCIA DO REUSO NA GESTÃO Alan Graham Macdiarmid (Prêmio Nobel de Química 2000) Energia Democracia Água Educação 10 maiores problemas

Leia mais

CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02

CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02 CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02 A crosta, o manto e o núcleo da Terra A estrutura do planeta A Terra é esférica e ligeiramente achatada nos polos, compacta e com um raio aproximado de 6.370 km. Os

Leia mais

tecnologia Engenharia Agrícola y

tecnologia Engenharia Agrícola y tecnologia Engenharia Agrícola y Caetano Barreira / olhar imagem 64 z março DE 2015 A contribuição do campo Irrigação com água tratada de esgoto diminui a retirada dos mananciais e economiza fertilizantes

Leia mais

Governança da Água no Brasil

Governança da Água no Brasil Governança da Água no Brasil Devanir Garcia dos Santos Coordenador de Implementação de Projetos Indutores - ANA Seminário Água em Debate: Uso Sustentável da Água na Agricultura Desafios e Soluções Brasília

Leia mais

CAPÍTULO I Fusão ou Incorporação de Sociedades. SEÇÃO I CEDAG, ESAG e SANERJ

CAPÍTULO I Fusão ou Incorporação de Sociedades. SEÇÃO I CEDAG, ESAG e SANERJ DECRETO-LEI Nº 39, DE 24 DE MARÇO DE 1975. DISPÕE SOBRE ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL INDIRETA E FUNDAÇÃO, NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Conscientização acerca da Necessidade de Ações para Conservação da Biodiversidade em Corpos D água no Município de Alegre, ES.

Conscientização acerca da Necessidade de Ações para Conservação da Biodiversidade em Corpos D água no Município de Alegre, ES. III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 217 Conscientização acerca da Necessidade de Ações para Conservação da Biodiversidade em Corpos D água no Município de Alegre, ES. A. M. Corrêa

Leia mais

Aula 1 Contextualização

Aula 1 Contextualização Economia e Mercado Aula 1 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância do estudo da Ciência Econômica e da organização dos mercados Impacto na sociedade Instrumentalização Tomada de decisão empresarial

Leia mais