ADMINISTRAÇÃO DE UMA REDE DE AQUISIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ADMINISTRAÇÃO DE UMA REDE DE AQUISIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA"

Transcrição

1 V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU Tópico: Sistemas de Monitoramento e Tratamento de Dados ADMINISTRAÇÃO DE UMA REDE DE AQUISIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE DADOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA Joaquim Carlos de A. O. e Cruz* Daniel P. C. P. de Lira Luciana R. Soares Chesf/DOMC Chesf/DOAL UFPE Chesf/DOMC RESUMO Este trabalho apresenta as características principais do sistema de monitoramento da qualidade da energia elétrica da Chesf e sua experiência na operação e manutenção de uma rede de instrumentos digitais de medição para fins da análise da qualidade da energia elétrica fornecida pela empresa, na administração de um sistema de coleta, armazenamento e distribuição de dados e nas atividades desenvolvidas em uma plataforma para testes e simulações. PALAVRAS-CHAVE Qualidade da Energia Elétrica. Instrumentos de Monitoração. Análise de Perturbações. Banco de Dados. Web INTRODUÇÃO O uso de dispositivos eletro-eletrônicos sensíveis, que são susceptíveis a variações de tensão, por grandes consumidores industriais de energia elétrica, motivou a Chesf a implantar uma pequena rede de instrumentos de monitoração que pudesse monitorar adequadamente os eventos do sistema sobre estes dispositivos [1]. O sucesso deste projeto piloto foi fundamental para que a Chesf ampliasse o seu sistema de monitoramento e investisse de forma significativa no desenvolvimento de novos projetos e na aquisição de instrumentos para a implementação de uma rede de monitoração da qualidade da energia elétrica, a rede de qualimetria. Através dos dados obtidos pelos instrumentos de monitoração é possível aos órgãos responsáveis pela análise de sistemas de potência avaliar a qualidade da energia elétrica (QEE) fornecida pela empresa. É possível também avaliar a atuação de dispositivos de proteção, confrontando os dados aquisitados pelos instrumentos de monitoração da QEE com dados obtidos por outros equipamentos de monitoração, tais como os relés e oscilógrafos digitais, de modo que a integração entre estes sistemas de monitoramento (qualidade de energia, proteção e oscilografia) ofereça um eficiente suporte à equipe de análise na identificação da causa, da fonte e da localização do distúrbio. A operação contínua destes instrumentos de monitoração permitiu o armazenamento estruturado de uma grande quantidade de dados de grandezas elétricas trifásicas de diversos pontos estratégicos do sistema da Chesf. O processamento destes dados, feito de maneiras diferentes por diversos departamentos da empresa responsáveis pelo acompanhamento da operação do sistema elétrico, permite extrair informações consistentes sobre o desempenho do mesmo, tanto sob operação em regime permanente quanto sob faltas diversas. A utilização destas informações acerca dos pontos de monitoramento é importante para a definição do planejamento da operação, indicando a necessidade de ampliação e de reforços no sistema Chesf. Este trabalho apresenta uma breve descrição da rede de monitoração da qualidade da energia * Rua 15 de Março, 50. Prédio do COS - Sala B202. CEP Recife - PE - BRASIL Tel.: +55 (081) FAX: +55 (081)

2 412 elétrica da Chesf e sua experiência adquirida na operação e manutenção desta rede de instrumentos, na administração do banco de dados e no desenvolvimento de um sistema de distribuição de dados, disponibilizados na intranet da empresa A REDE DE QUALIMETRIA DA CHESF 2.1 Arquitetura Um sistema de monitoramento da qualidade da energia elétrica compõe-se de uma rede de instrumentos, freqüentemente chamados de registradores digitais de perturbação (RDPs), que, associados a recursos de sistemas de telecomunicações, permitem que seja realizada a análise de perturbações em uma estação de coleta e armazenamento de dados. De acordo com os procedimentos de rede do ONS [2], o RDP é um instrumento implementado por meio de tecnologia digital para aquisição, armazenamento e manipulação local ou remota, através do envio para uma central de análise, das grandezas analógicas e digitais a fim de proceder à análise das perturbações. Isto faz do RDP um instrumento indispensável à análise de perturbações nos sistemas de energia elétrica, através do qual pode-se realizar um diagnóstico confiável e propor medidas que possam minimizar as conseqüências destas sobre todo o sistema elétrico [1]. A figura 1 ilustra, de forma simplificada, a arquitetura da rede de qualimetria da Chesf. RDP2 Grupo de Monitoração em Tempo Real RDP1 Subestação Grupo de Análise Rede Corporativa Recursos de Sistemas de Telecomunicações (Ethernet, Fibra óptica, Linha telefônica) Grupo de Desenvolvimento e Manutenção Estação de Coleta e Armazenamento de Dados Figura 1: Arquitetura simplificada da Rede de Monitoração da QEE da Chesf. A estação de coleta e armazenamento de dados (Servidor) tem a responsabilidade de gerenciar a rede, armazenando toda a informação pertinente ao sistema. O suporte é dado pelo Grupo de Desenvolvimento e Manutenção, que tem como principais atribuições manter a integridade da rede e do sistema de monitoração e implementar rotinas computacionais necessárias a uma análise mais rápida dos dados, oferecendo ao Grupo de Análise o conjunto de informações pertinentes a sua área de interesse. O Grupo de Monitoração em Tempo Real é composto por operadores de subestações e centros regionais, que acompanham em tempo real as grandezas de interesse, que podem incluir desde leituras de grandezas elétricas até o monitoramento do estado de operação de outros componentes de uma subestação. O Servidor é uma máquina duo-processada rodando o sistema operacional Microsoft Windows 2000 Server. O pacote de softwares do sistema de monitoramento da rede de qualimetria é o ION Enterprise 4.5, da empresa canadense Power Measurement, mesma fabricante dos RDPs que compõem o sistema Chesf. Dentre os aplicativos deste pacote, encontra-se um aplicativo para automatização de processos baseado em blocos de programação (VIP), um programa para desenvolver telas de acompanhamento do estado de comunicação com os RDPs que podem ser visualizadas via navegador Web (VISTA) e um pequeno, porém poderoso, software de exportação de dados do banco de dados para o Microsoft Excel (Report Generator ou Repgen). 2.2 Instrumentos de Monitoração (RDPs) A rede de qualimetria da Chesf é atualmente composta por 80 (oitenta) RDPs. A configuração destes RDPs é definida em função da classe do ponto a ser monitorado. Atualmente, estas classes estão definidas na tabela 1, onde também é apresentada a quantidade de instrumentos instalados em cada uma delas. Tabela 1: Classes dos pontos de monitoramento para configuração dos RDPs e quantidade de RDPs instalados por classe. Classe Quant. Consumidor Industrial (230kV) 14 Transformador (500, 230, 138 e 69kV) 30 Linha de Transmissão e Sub-Transmissão (500, , 138 e 69kV) Equipamento de Regulação (Conversor Estático, 08 Síncrono e Banco de Capacitores) Os RDPs estão configurados para o registro de dados relativos a uma perturbação, quando os limites pré-estabelecidos para detectar uma variação de tensão ou de freqüência, no terminal de monitoramento, são ultrapassados. Neste trabalho é dada ênfase às perturbações decorrentes das variações de tensão, portanto, o uso da palavra perturbação, daqui em diante, refere-se às variações de tensão. Os dados gravados por um RDP quando há uma perturbação incluem o registro RMS de alta

3 413 velocidade e as formas de onda das tensões e correntes de fase. O registro RMS de alta velocidade consiste do armazenamento de valores RMS de grandezas elétricas por aproximadamente 22 segundos em intervalos de ½ ciclo, 1 ciclo, 2 ciclos ou 4 ciclos, dependendo do tipo do instrumento de monitoração. As grandezas armazenadas por este registro dependem da classe do ponto de monitoração, mas todos armazenam as tensões de fase. Além das perturbações, os RDPs armazenam dados em regime permanente, que são gravados em intervalos de 5 minutos. As grandezas gravadas também dependem da configuração do instrumento, embora todos armazenem as tensões de fase. Em caráter experimental, alguns instrumentos armazenam a freqüência, em intervalos de 5 minutos, e a distorção harmônica total de tensão e corrente, em intervalos de 1 hora. 2.3 Sistematização da Coleta de Dados Dos oitenta RDPs implantados, cinqüenta têm comunicação em tempo real com o Servidor. Isto permite que a memória destes instrumentos esteja sempre disponível para o armazenamento de uma eventual perturbação e o reconhecimento em tempo real de sua ocorrência. Para aquelas subestações onde a comunicação com os RDPs é realizada via linha telefônica, uma rotina implementada no Servidor permite que a coleta dos dados seja realizada cinco vezes por dia, de forma automática, de modo que os dados armazenados na memória dos instrumentos sejam coletados, não havendo o risco de perda de dados por perturbações sucessivas, quando ocorridas entre dois intervalos de varredura. Apesar da automação do processo, é necessária a supervisão deste por um funcionário habilitado, que realize diariamente a verificação do estado de comunicação entre o Servidor e os instrumentos de monitoração. Quando é detectada uma falha na comunicação entre o Servidor e quaisquer dos instrumentos, o setor de telecomunicações da empresa é acionado para resolver o problema. Eventualmente, quando necessário, são acionadas também as operadoras de telefonia de longa distância O BANCO DE DADOS DA REDE DE QUALIMETRIA 3.1 Armazenamento e Distribuição de Dados Os dados aquisitados pelos RDPs são armazenados no Servidor em um banco de dados SQL (Structured Query Language). Uma das principais vantagens do uso deste tipo de banco de dados é a possibilidade de interação deste com diversos tipos de softwares, permitindo que os mesmos dados possam ser processados simultaneamente de maneiras diferentes. Considerando-se que a quantidade de dados gerados em uma empresa com um sistema elétrico do tamanho do sistema da Chesf é muito grande, o desenvolvimento de ferramentas personalizadas através de trabalho conjunto entre o grupo de desenvolvimento e manutenção e os usuários destes dados simplifica, acelera e melhora o processo de análise, transformando dados, não só efetivamente, mas também rapidamente, em informação. Para disseminar essa informação de maneira veloz e aberta, foi desenvolvida uma home-page, disponível para a intranet da empresa, na qual os usuários têm acesso direto às informações sobre a rede de qualimetria e aos relatórios de perturbação do sistema Chesf. Os relatórios são gerados através do RepGen, que exporta os dados do banco de dados SQL para uma planilha do Microsoft Excel. No Excel são utilizadas macros para o tratamento dos dados e que foram desenvolvidas com a finalidade de obter uma melhor visualização gráfica destes dados. Uma breve descrição das macros é apresentada em [3]. 3.2 Acesso aos Dados Via Intranet A ocorrência de uma perturbação é reconhecida por uma rotina implementada no Servidor que, através da geração de relatórios, disponibiliza automaticamente os dados da perturbação em home-page, na intranet da Empresa, de modo que todos os interessados na análise da perturbação tenham rápido acesso a estes dados. Na prática, a seguinte seqüência ocorre: 1) Uma perturbação em um ponto de monitoração do sistema elétrico dispara os registradores digitais, que gravam a ocorrência e a transmitem para o servidor; 2) Quando os dados são completamente transferidos para o servidor, um relatório é gerado através de uma rotina implementada no mesmo, a qual monitora o fluxo de dados de cada instrumento para o servidor. Apesar de vários relatórios poderem ser solicitados ao mesmo tempo, uma outra rotina coloca-os em fila, de modo que um relatório seja gerado por vez, através do RepGen; 3) Após a exportação dos dados do banco de dados para um arquivo Excel, o RepGen executa macros pré-estabelecidas, que criam

4 414 gráficos sobre os dados das perturbações e executam estatísticas, como por exemplo, a classificação das perturbações e sua alocação na curva CBEMA [3]; 4) O relatório gerado é salvo em um servidor Web, na intranet da empresa, contendo em seu título: o nome da SE; o ponto monitorado, e a data e hora em que foi gerado pelo RepGen. Estas planilhas são acessadas pelo grupo de análise. Como o Excel é um programa amplamente utilizado na Chesf, alguns departamentos clientes envolvidos na análise de perturbações desenvolveram suas próprias macros, que rodam sobre os relatórios gerados e disponibilizados na intranet. Por este motivo, um certo cuidado é necessário em caso de alterações nas macros executadas automaticamente, para que o formato dos dados não mude e impossibilite o uso das macros posteriores. Entretanto, o aumento da quantidade de pontos de medição, cerca de 80 registradores hoje, indica a necessidade de mudanças na filosofia de distribuição destes dados, pois a geração de um relatório demanda do servidor uma razoável quantidade de processamento e memória, enquanto o mesmo está realizando a coleta de dados dos registradores. 3.3 Interatividade Em uma recente atualização, o servidor passou a dispor de uma ferramenta chamada WebReach, a qual permite que os dados de todos os instrumentos pertencentes à rede de qualimetria possam ser acessados em modo somente leitura através da intranet da Chesf, via navegador Internet Explorer 6.0 ou superior. Tanto informações em tempo real quanto dados armazenados no banco de dados podem ser acessados. As tabelas de dados podem ser visualizadas em formato texto ou gráfico ou exportadas para outro aplicativo. Porém, deve-se frisar que há uma enorme diferença entre acessar os dados em sua forma relativamente crua (tabelas de registros ou gráficos) e entre transformar todos estes dados em informações conclusivas. Assim, apesar do uso da tecnologia WebReach possibilitar um acesso em tempo real aos dados, os relatórios gerados através do RepGen continuam sendo utilizados, pela facilidade que uma planilha de cálculos com macros pode oferecer. O caminho natural é a junção da melhor tecnologia com a melhor filosofia. No caso em questão, o ideal é a flexibilidade da linguagem de macros com o acesso via Web. O banco de dados SQL já é suficientemente poderoso para se fazer quaisquer tratamentos e filtragens avançados. Por este motivo, o grupo de desenvolvimento e manutenção tem investido no desenvolvendo de aplicativos voltados para a Web que possibilitem o uso avançado dos dados armazenados através de um navegador Web e linguagens de desenvolvimento ASP (Active Server Pages), JAVA e XML (extensible Markup Language). A adoção dos recursos da linguagem XML para integração entre o banco de dados e o ambiente intranet traz flexibilidade, interatividade e portabilidade para essas informações, tanto para a visualização de leituras em tempo real quanto de leituras armazenadas no banco de dados. Na primeira etapa de desenvolvimento, o aplicativo via intranet deverá fornecer as mesmas informações disponibilizadas hoje pelos relatórios em Excel. Na segunda etapa, os departamentos clientes serão convocados a fim de se portar suas macros para o novo aplicativo. As vantagens em relação aos relatórios exportados em Excel incluem flexibilidade na consulta em relação a pontos de monitoramento e faixa de tempo, cruzamento de dados, processamento do servidor apenas durante a realização de consultas, desocupação do disco rígido do servidor, além de todo o poder inerente a um banco de dados SQL. No caso específico da qualidade de energia, ainda não existem (no Brasil) indicadores de penalidade definidos, e portanto a filosofia a ser empregada deve ser mesmos dados diferentes visões. Além disto, nada impede que departamentos com usos muito específicos desenvolvam aplicativos em qualquer linguagem que acesse o banco de dados SQL do servidor de qualimetria PLATAFORMA DE ENSAIOS E SIMULAÇÕES 4.1 Justificativa Para a realização de testes e implementação de novas configurações em instrumentos e a experimentação de novas automações tornou-se necessária a aquisição de um segundo computador a fim de que fosse possível executar ensaios para aperfeiçoamento do funcionamento do servidor oficial da rede de qualimetria sem os riscos que essas atividades trariam para o mesmo.

5 415 Com a constante evolução dos processadores, foi possível adquirir uma máquina de perfil doméstico para funcionar como ambiente de testes para o servidor a plataforma de qualimetria. Enquanto a configuração do servidor oficial inclui dois processadores Pentium III de 1,266GHz, fontes de tensão redundantes, 512MB de RAM e três discos rígidos com interface SCSI, o computador que compõe a plataforma de desenvolvimento dos serviços de qualimetria foi adquirido como máquina montada : um processador Pentium IV de 2.4GHz, 256MB de RAM, disco rígido de 40GB padrão ATA100 e um HUB de 8 portas com taxa de transferência de 10MB/s, permitindo compartilhar o ponto de rede disponível no ambiente físico da plataforma, criando uma mini-rede separada da rede corporativa da Chesf. O disco rígido da máquina foi dividido em 8 partições de 5GB. As partições foram utilizadas aos pares, de maneira que fosse possível instalar 4 instâncias de sistema operacional, tornando possível a configuração de diferentes ambientes na mesma máquina. Para uso comum, foi escolhida a seguinte distribuição de funções: 1 a instância: Windows 2000 Server, usada para manutenção ou tarefas comuns; 2 a instância: Replicação fiel do Servidor da Rede de Qualimetria (Windows 2000 Server e ION Enterprise 4.5, observadas as letras para as unidades lógicas do disco rígido); 3 a instância: Windows 2000 Server e ION Enterprise 4.5 para a realização de testes operacionais e implementação de novas configurações na memória dos instrumentos; 4 a instância: Área destinada para treinamento, na qual os operadores da rede de qualimetria podem montar um servidor, desde a instalação do Windows 2000 Server até a operação de uma versão do ION Enterprise para testes, tornando-a uma máquina-escola. 4.2 Funcionalidades a instância No dia a dia, a 3 a instância é a mais utilizada, principalmente para configurar instrumentos novos antes dos mesmos serem instalados em campo, evitando o uso do ambiente do servidor oficial para este tipo de atividade, já que normalmente ela demanda alguma instalação elétrica para testar o instrumento. Como existem diversas formas de um mesmo instrumento se comunicar remotamente com o servidor (ethernet TCP/IP, RS-485 via ethernet TCP/IP, RS-232 via ethernet TCP/IP, RS-232 via modem, RS-485 via modem), a plataforma dispõe de uma unidade de cada tipo de dispositivo que pode estar em campo para permitir a comunicação, possibilitando simular rapidamente as configurações que serão encontradas dentro das SE s a que se destinam, e assim garantir que o instrumento será corretamente configurado. Um instrumento 9500ION da Siemens (compatível com o ION Enterprise 4.5) com todas as interfaces de comunicação disponíveis (RS- 232, RS-485, modem, ethernet TCP/IP via par trançado e ethernet TCP/IP via fibra óptica) e outro 3720ACM da Power Measurement (RS-232 ou RS-485) estão permanentemente instalados na plataforma com os diversos tipos de cabos de comunicação que podem ser utilizados para cada tipo de teste. Além destas atividades, a 3ª instância também pode ser utilizada para a aquisição de dados e geração de relatórios, quando se deseja monitorar um ponto do sistema Chesf apenas temporariamente a Instância A 2 a instância é menos usada, porém possui grande importância no que tange à administração do servidor de qualimetria. Apesar do hardware da plataforma e do servidor oficial serem totalmente diferentes, foi possível fazer com que a base de dados e a configuração do ION Enterprise do servidor oficial pudesse ser executada na plataforma de qualimetria. Nesta instância, a máquina possui as mesmas configurações de serviços e aplicativos do servidor oficial e o mesmo nome na rede, razão pela qual só pode partir com o servidor oficial desconectado da rede corporativa da Chesf ou através da mini-rede construída com o HUB, desde que as duas máquinas não estejam simultaneamente conectadas à rede Chesf. O servidor replicante não pode substituir, por características de hardware, o servidor oficial, mas pode ser utilizado em uma condição de emergência para manter a rede de qualimetria em operação. O replicante é utilizado para testar, por exemplo, algoritmos desenvolvidos na 3 a instância e novas versões de software ou service packs que precisem ser instalados no servidor oficial. A melhor função do replicante é a possibilidade de se gerar uma base de dados com toda a estrutura da base do servidor oficial, porém sem uma única linha de dados. Quando é necessário reduzir o tamanho do arquivo de banco de dados do servidor oficial, o serviço do banco de dados é parado e rapidamente uma cópia do arquivo do banco de dados pode ser

6 416 realizada, reinicializando o serviço do banco de dados em seguida, permitindo que o servidor volte a operar normalmente. Com a cópia transferida e instalada no replicante, pode ser realizado um procedimento de recorte no banco de dados, que consiste em criar um novo arquivo de banco de dados com exatamente a mesma estrutura do original. 4.3 Descrição do procedimento de recorte do arquivo do banco de dados Para manter o desempenho do servidor oficial em níveis aceitáveis é necessário realizar um procedimento para redução do arquivo do banco de dados, o que geralmente ocorre na virada de um mês, a cada dois ou três meses, dependendo do tamanho do arquivo. No dia da redução do banco de dados, um pouco depois da meia-noite, é verificado se todos os instrumentos descarregaram os dados do mês anterior no banco de dados. Com isto confirmado, o servidor é parado e o arquivo do banco de dados, que possui os dados do(s) mês(meses) anterior(es) e uns poucos dados do mês atual, é retirado de seu diretório. O novo arquivo vazio, contendo a grade do banco de dados é movido para o diretório e o servidor parte novamente. Ocorre um fenômeno de avalanche de dados, pois o servidor precisa equilibrar a memória dos instrumentos no campo com a sua (seu banco de dados), e como sua base está vazia, ele traz novamente os dados de campo de todos os instrumentos, o que pode significar, dependendo da memória cíclica do instrumento, de 24 a 72 horas anteriores de leituras a cada 5 minutos. Finda esta equalização, o servidor permanece operando normalmente, com dados do mês atual e alguns dados do mês anterior baixados pela avalanche. Esta manobra exige que a estrutura do arquivo vazio de banco de dados seja absolutamente igual à estrutura do banco cheio. Por isso, o ideal é criar o banco vazio poucos dias antes da virada do mês, e garantir que não haja mudanças na estrutura da rede desde o dia em que a estrutura foi montada até o dia de seu uso. O uso do procedimento de replicação permite reduzir o tempo de indisponibilidade da estação de coletada de dados. Caso fosse dada ao servidor a tarefa dele mesmo replicar a base de dados a partir da virada de um mês, ele teria que incluir na nova base os dados do mês que se inicia. A diferença entre criar o banco de dados recortado com alguns dias de dados e criar um banco de dados vazio é enorme. Enquanto o servidor replicante precisa de cerca de 3 horas para fazer o recorte, o servidor oficial usa 36 horas, tempo no qual fica off-line. O ganho de se ter o banco de dados vazio já pronto é de que o tempo necessário para se desativar o serviço de banco de dados, retirar o arquivo antigo, colocar o arquivo novo e reiniciar o serviço é de 5 minutos. Comparado com 36 horas, é uma forte justificativa à implantação da plataforma de desenvolvimento e testes para qualimetria, além dos outros motivos mencionados CONCLUSÕES A complexidade da rede de monitoração da qualidade da energia elétrica da Chesf exige que os membros do grupo de desenvolvimento e manutenção sejam qualificados. Esta qualificação deve abranger conhecimentos sobre o software de gerenciamento dos instrumentos de monitoração, a operação e manutenção de bancos de dados, a configuração de sistemas operacionais de computador, telecomunicações e instrumentação digital, ou seja, tudo o que assegura o funcionamento adequado da rede de qualimetria no dia-a-dia. Além disto, são necessários conhecimentos avançados de lógica e linguagens de programação, os quais permitem implementar novas ferramentas de análise e manipulação dos dados de acordo com as necessidades da empresa. A troca de experiências com fabricantes de instrumentos de monitoração, universidades e centros de pesquisa tem contribuído significativamente para a modernização e o bom desempenho da rede de qualimetria da Chesf. O esforço atual do grupo de desenvolvimento e manutenção é atingir o estado da arte na manipulação do seu banco de dados via navegador web, o que só é possível pelo nível de conhecimento do funcionamento e da estrutura do mesmo REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] S.M.M. Pontes, A.R.F. Freire, H.S. Bronzeado, J.C.A.O. Cruz, A.J.P. Ramos, D.P.C.P. de Lira, Experiência Chesf na Concepção e Implantação de uma Rede de Registradores Digitais para Análise de Perturbações e Qualidade da Energia Elétrica, III Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica, Brasília, DF: Agosto 1999, pp [2] ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Procedimentos de Rede. Módulo 20: Definições e Glossário. Submódulo 20.1 Definições e Glossário, Julho [3] Luciana R. Soares, Milde M.S. Lira, Daniel P.C.P. de Lira, Rede de Monitoração para Qualidade da Energia Elétrica em Sistemas de Transmissão, aceito, XVII Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Uberlândia, MG: Outubro 2003.

UMA NOVA INFRAESTRUTURA PARA CENTROS DE CONTROLE INTEGRANDO SISTEMAS SCADA/EMS, QUALIMETRIA, OSCILOGRAFIA E BASE GIS

UMA NOVA INFRAESTRUTURA PARA CENTROS DE CONTROLE INTEGRANDO SISTEMAS SCADA/EMS, QUALIMETRIA, OSCILOGRAFIA E BASE GIS SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GOP - 06 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP UMA NOVA INFRAESTRUTURA

Leia mais

V SBQEE ESTUDO, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRADOR E ANALISADOR PORTATIL DE QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA

V SBQEE ESTUDO, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRADOR E ANALISADOR PORTATIL DE QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 05 102 Tópico: Sistemas de Monitoramento e Tratamento de Dados ESTUDO, PROJETO

Leia mais

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert:

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert: BRAlarmExpert Software para Gerenciamento de Alarmes A TriSolutions conta com um produto diferenciado para gerenciamento de alarmes que é totalmente flexível e amigável. O software BRAlarmExpert é uma

Leia mais

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView Sistema de Gerenciamento DmView O DmView é o Sistema de Gerência desenvolvido para supervisionar e configurar os equipamentos DATACOM, disponibilizando funções para gerência de supervisão, falhas, configuração,

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG

SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG GPC / 02 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO V TEMA 2 SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG Gomes, N.S.(*) Andrade, S.R.C. Costa, C.A.B. Coutinho, C. E. B. CEMIG

Leia mais

Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Requisito Descrição 6.1 - Produtos de Hardware 6.1.1. GRUPO 1 - IMPRESSORA TIPO I (MONOCROMÁTICA 20PPM - A4) 6.1.1.1. TECNOLOGIA DE IMPRESSÃO 6.1.1.1.1.

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução

MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução Autor Público Alvo Rodrigo Cristiano dos Santos Suporte Técnico, Consultoria e Desenvolvimento. Histórico Data 13/06/2012 Autor Rodrigo Cristiano Descrição

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

Manual de Instalação

Manual de Instalação Manual de Instalação Sumário 1. Sobre este documento...3 2. Suporte técnico...3 3. Requisitos de hardware...3 3.1. Estação...3 3.2. Servidor...4 4. Instalação...4 4.1. Instalação do Group Folha no servidor...6

Leia mais

esip- Sistema Integrado de Processo

esip- Sistema Integrado de Processo esip- Sistema Integrado de Processo Geração Distribuição Transmissão www.ecilenergia.com.br Integração dos dispositivos da SE na rede do esip Criação de uma Base de Dados Unificada Otimização no Deslocamento

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. J. A. P. MOUTINHO Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A ELETRONORTE Brasil RESUMO

Leia mais

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos XDOC Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos ObJetivo Principal O Que você ACHA De ter Disponível Online todos OS Documentos emitidos por SUA empresa em UMA intranet OU Mesmo NA

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

Sandra Sayonara B. Silva * CHESF

Sandra Sayonara B. Silva * CHESF GPC/017 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil G R U P O V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA SUBSTITUIÇÃO DE OSCILÓGRAFOS CONVENCIONAIS POR REGISTRADORES

Leia mais

Manual de Instalação Corporate

Manual de Instalação Corporate Manual de Instalação Corporate Sumário 1. Sobre este documento...3 2. Suporte técnico...3 3. Requisitos de hardware...3 3.1. Estação...3 3.2. Servidor...4 4. Instalação...4 4.1. Instalação do Imobiliária21

Leia mais

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 SERVIÇOS BÁSICOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 Rua do Rouxinol, N 115 / Salvador Bahia CEP: 41.720-052 Telefone: (71) 3186-0001. Email: cotec@ifbaiano.edu.br

Leia mais

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security Administration Kit Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security O Kaspersky Administration Kit é uma ferramenta de administração centralizada

Leia mais

Servidor de OpenLAB Data Store A.02.01 Lista de Preparação do Local. Objetivo do Procedimento. Responsabilidades do cliente

Servidor de OpenLAB Data Store A.02.01 Lista de Preparação do Local. Objetivo do Procedimento. Responsabilidades do cliente Servidor Lista de Preparação de OpenLAB do Data Local Store A.02.01 Objetivo do Procedimento Assegurar que a instalação do Servidor de OpenLAB Data Store pode ser concluída com sucesso por meio de preparação

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

X SIMPASE Temário TEMA 1. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como:

X SIMPASE Temário TEMA 1. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como: X SIMPASE Temário TEMA 1 Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como: - Implantação, operação e manutenção de sistemas de automação

Leia mais

Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância

Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância Monitoramento de Transformadores de Potência Gerenciamento de Dados para o Monitoramento e Avaliação da Condição Operativa de Transformadores Seminário: Transmissão de Energia Elétrica a Longa Distância

Leia mais

Q-flow 2.2. Código de Manual: Qf22007POR Versão do Manual: 3.1 Última revisão: 21/10/2005 Aplica-se a: Q-flow 2.2. Sizing

Q-flow 2.2. Código de Manual: Qf22007POR Versão do Manual: 3.1 Última revisão: 21/10/2005 Aplica-se a: Q-flow 2.2. Sizing Q-flow 2.2 Código de Manual: Qf22007POR Versão do Manual: 3.1 Última revisão: 21/10/2005 Aplica-se a: Q-flow 2.2 Sizing Qf22007POR v3.1 Q-flow Sizing Urudata Software Rua Canelones 1370 Segundo Andar CP11200

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe

FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe I FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe GERENCIAMENTO DE PATCHES Atualizações de segurança Aracaju, Agosto de 2009 DAYSE SOARES SANTOS LUCIELMO DE AQUINO SANTOS II GERENCIAMENTO DE PATCHES

Leia mais

Título: De Olho na Produção

Título: De Olho na Produção Título: De Olho na Produção Resumo O De Olho na Produção trata-se de um sistema inovador de gestão de informação que tem por premissas: projetar a chegada dos vagões até os pontos de carregamento e descarga,

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent DataHub v7.0 A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent é reconhecida como uma líder no segmento de soluções de middleware no domínio do tempo real. E, com a introdução

Leia mais

Informática. Informática. Valdir

Informática. Informática. Valdir Informática Informática Valdir Questão 21 A opção de alterar as configurações e aparência do Windows, inclusive a cor da área de trabalho e das janelas, instalação e configuração de hardware, software

Leia mais

Manual de Instalação

Manual de Instalação Manual de Instalação Sumário 1. Sobre este documento... 3 2. Suporte técnico... 3 3. Requisitos de hardware... 4 3.1. Estação... 4 3.2. Servidor... 4 4. Instalação... 5 4.1. Instalação no servidor... 5

Leia mais

Symantec Backup Exec.cloud

Symantec Backup Exec.cloud Proteção automática, contínua e segura que faz o backup dos dados na nuvem ou usando uma abordagem híbrida, combinando backups na nuvem e no local. Data Sheet: Symantec.cloud Somente 2% das PMEs têm confiança

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Guia do Usuário do Gateway do Avigilon Control Center. Versão 5.4.2

Guia do Usuário do Gateway do Avigilon Control Center. Versão 5.4.2 Guia do Usuário do Gateway do Avigilon Control Center Versão 5.4.2 2006-2014 Avigilon Corporation. Todos os direitos reservados. A menos que seja expressamente concedido por escrito, nenhuma licença é

Leia mais

Quarta-feira, 09 de janeiro de 2008

Quarta-feira, 09 de janeiro de 2008 Quarta-feira, 09 de janeiro de 2008 ÍNDICE 3 4 RECOMENDAÇÕES DE HARDWARE PARA O TRACEGP TRACEMONITOR - ATUALIZAÇÃO E VALIDAÇÃO DE LICENÇAS 2 1. Recomendações de Hardware para Instalação do TraceGP Este

Leia mais

SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local

SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local SUBESTAÇÕES Comando de controle e Scada local COMANDO DE CONTROLE E SCADA LOCAL A solução fornecida pela Sécheron para o controle local e para o monitoramento das subestações de tração é um passo importante

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

Regulador Digital de Tensão DIGUREG

Regulador Digital de Tensão DIGUREG Regulador Digital de Tensão DIGUREG Totalmente digital. Software para parametrização e diagnósticos extremamente amigável. Operação simples e confiável. Ideal para máquinas de pequena a média potência.

Leia mais

Documento de Requisitos de Rede (DRP)

Documento de Requisitos de Rede (DRP) Documento de Requisitos de Rede (DRP) Versão 1.2 SysTrack - Grupo 1 1 Histórico de revisões do modelo Versão Data Autor Descrição 1.0 30/04/2011 João Ricardo Versão inicial 1.1 1/05/2011 André Ricardo

Leia mais

Sistemas Operacionais. (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto

Sistemas Operacionais. (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Sistemas Operacionais (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Classificações 3. CPU 4. Memória 5. Utilitários O que se

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof.

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof. Aula 04 Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados Sistema Operacional Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware:

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Manual de Usuário INDICE

Manual de Usuário INDICE Manual de Usuário INDICE Características do Sistema... 02 Características Operacionais... 03 Realizando o Login... 04 Menu Tarifador... 05 Menu Relatórios... 06 Menu Ferramentas... 27 Menu Monitor... 30

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO DE EQUIPAMENTOS DE SUBESTAÇÕES: DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO

SISTEMA DE MONITORAMENTO DE EQUIPAMENTOS DE SUBESTAÇÕES: DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO GSE/ 19 17 à 22 de outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO VIII GRUPO DE SUBESTAÇÕES E EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS (GSE) SISTEMA DE MONITORAMENTO DE EQUIPAMENTOS DE SUBESTAÇÕES: DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Infracontrol versão 1.0

Infracontrol versão 1.0 Infracontrol versão 1.0 ¹Rafael Victória Chevarria ¹Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) Rua Gonçalves Chaves 602-A Centro 96015-560

Leia mais

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS Aulas : Terças e Quintas Horário: AB Noite [18:30 20:20hs] PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS 1 Conteúdo O que Rede? Conceito; Como Surgiu? Objetivo; Evolução Tipos de

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS e OPERACIONAIS. BioGer Server e BioGer Client

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS e OPERACIONAIS. BioGer Server e BioGer Client ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS e OPERACIONAIS BioGer Server e BioGer Client ÍNDICE A) OBJETIVO...3 B) MODELOS...3 C) CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS...5 D) CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS...5 D.1) Características Operacionais

Leia mais

A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer

A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer lugar e independente da plataforma, bastando para isso

Leia mais

Guia. PDA e SmartPhones. Windows Mobile, Pocket PC e CE.

Guia. PDA e SmartPhones. Windows Mobile, Pocket PC e CE. Guia PDA e SmartPhones Windows Mobile, Pocket PC e CE. Referência completa para o integrador do sistema Module. Aborda os recursos necessários para a itulização, instalação do software e importação das

Leia mais

Material 5 Administração de Recursos de HW e SW. Prof. Edson Ceroni

Material 5 Administração de Recursos de HW e SW. Prof. Edson Ceroni Material 5 Administração de Recursos de HW e SW Prof. Edson Ceroni Desafios para a Administração Centralização X Descentralização Operação interna x Outsourcing Hardware Hardware de um Computador Armazenamento

Leia mais

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO)

SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) SISTEMA DE GRAVAÇÃO DIGITAL COM UM MICROCOMPUTADOR (DVD OU PLACAS DE CAPTURA DE VÍDEO) Há vários tipos de sistemas de gravações digitais. Os mais baratos consistem de uma placa para captura de vídeo, que

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos

FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos FTIN Formação Técnica em Informática Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos Aula 01 SISTEMA OPERACIONAL PROPRIETÁRIO WINDOWS Competências do Módulo Instalação e configuração do

Leia mais

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO O controlador CDE4000 é um equipamento para controle de demanda e fator de potência. Este controle é feito em sincronismo com a medição da concessionária, através dos dados

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Olinda - Pernambuco - Brasil

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Olinda - Pernambuco - Brasil XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Sistema de envio automático de mensagens no celular sobre eventos no sistema de automação

Leia mais

Soluções para controle industrial Sistema avançado de controle de traço térmico NGC-40

Soluções para controle industrial Sistema avançado de controle de traço térmico NGC-40 Soluções para controle industrial Sistema avançado de controle de traço térmico NGC-40 SOLUÇÕES PARA GERENCIAMENTO TÉRMICO WWW.THERMAL.PENTAIR.COM DIGITRACE NGC-40 O NGC-40 é um avançado sistema modular

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Gerenciamento. Controlador de Fator de Potência. Self Control

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Gerenciamento. Controlador de Fator de Potência. Self Control MANUAL DO USUÁRIO Software de Gerenciamento Controlador de Fator de Potência Self Control ÍNDICE 1.0 INTRODUÇÃO 4 1.1 Aplicações 4 2.0 CARACTERÍSTICAS 4 2.1 Compatibilidade 4 3.0 INSTALAÇÃO 4 4.0 INICIALIZAÇÃO

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional O conteúdo deste documento tem por objetivo apresentar uma visão geral

Leia mais

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes.

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes. SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO Características Técnicas: 1.1 Deverá ser ofertada Solução de Storage com capacidade mínima de 100 TB (cem Terabyte) líquido, sendo 80TB (oitenta Terabytes)

Leia mais

A R P O BPMN++ MODELER KLUG PROCESSO PARA DOWNLOAD E INSTALAÇÃO VERSÃO FREEWARE. Verificar requisitos para instalação. Testar instalação do software

A R P O BPMN++ MODELER KLUG PROCESSO PARA DOWNLOAD E INSTALAÇÃO VERSÃO FREEWARE. Verificar requisitos para instalação. Testar instalação do software A R P O KLUG BPMN++ MODELER PROCESSO PARA DOWNLOAD E INSTALAÇÃO VERSÃO FREEWARE Verificar requisitos para instalação Iniciar procedimento de instalação Executar procedimento de instalação Efetuar primeiro

Leia mais

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa.

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa. : Técnico em Informática Descrição do Perfil Profissional: O profissional com habilitação Técnica em Microinformática, certificado pelo SENAI-MG, deverá ser capaz de: preparar ambientes para a instalação

Leia mais

Manual de Instalação Flex

Manual de Instalação Flex Manual de Instalação Flex Sumário 1. Sobre este documento... 3 2. Suporte técnico... 3 3. Requisitos de hardware... 4 4. Instalação... 5 4.1. Instalação no servidor... 5 4.1.1. Instalação do sistema...

Leia mais

AEC Access Easy Controller. Guia de Referência

AEC Access Easy Controller. Guia de Referência AEC Access Easy Controller Guia de Referência Índice 3 1. AEC - Vista Geral do Sistema 4 2. AEC - Componentes Principais 6 3. AEC - Configuração 7 4. AEC - Benefícios 8 5. AEC - Como encomendar? 10 6.

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

Catálogo de Produtos - Gestão Gráfica

Catálogo de Produtos - Gestão Gráfica Catálogo de Produtos - Gestão Gráfica Flexibilidade, confiabilidade e segurança na detecção de incêndios. Sistemas Endereçáveis Analógicos Módulos e Cartões de Comunicação Dispositivo de Análise de Laço

Leia mais

Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA

Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA Artigos Técnicos Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA Tarcísio Romero de Oliveira, Engenheiro de Vendas e Aplicações da Intellution/Aquarius Automação Industrial Ltda. Um diagnóstico

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS Prof. Roberto A. Dias, Dr. Eng CEFET-SC Igor Thiago Marques Mendonça Reginaldo

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB

Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB Sumário Introdução... 3 Windows Server 2008 R2 Hyper-V... 3 Live Migration... 3 Volumes compartilhados do Cluster... 3 Modo de Compatibilidade de Processador...

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002.

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002. COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO FOLHAS DE DADOS Todas as folhas de dados para os equipamentos mencionados deverão ser devidamente preenchidas conforme determinado a seguir. Deverá ser preenchida uma folha de dados para cada tipo de equipamento

Leia mais

Automação de Locais Distantes

Automação de Locais Distantes Automação de Locais Distantes Adaptação do texto Improving Automation at Remote Sites da GE Fanuc/ Water por Peter Sowmy e Márcia Campos, Gerentes de Contas da. Nova tecnologia reduz custos no tratamento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9 TÍTULO: ASSUNTO: GESTOR: TERMO DE REFERÊNCIA Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD DITEC/GECOQ Gerência de Controle e Qualidade ELABORAÇÃO: PERÍODO: GECOQ Gerência de Controle e

Leia mais

V SBQEE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE TENSÃO EM CONSUMIDORES INDUSTRIAIS PARA AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE

V SBQEE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE TENSÃO EM CONSUMIDORES INDUSTRIAIS PARA AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 04 167 Tópico: Análise, Diagnósticos e Soluções MONITORAMENTO DA QUALIDADE

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

ANEXO TR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

ANEXO TR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL ANEXO TR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DOS PROFISSIONAIS QUE DEVERÃO COMPOR AS EQUIPES TÉCNICAS PREVISTAS NESSA CONTRATAÇÃO PARA AMBOS OS LOTES. QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

SIMULADOR DE OPERAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DESENVOLVIDO EM EXCEL

SIMULADOR DE OPERAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DESENVOLVIDO EM EXCEL SIMULADOR DE OPERAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DESENVOLVIDO EM EXCEL Gilson Vaz de Oliveira Gerente de Engenharia da EPC Automação Ltda. A simulação de situações reais evoluiu muito desde as primeiras aplicações,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃODEREDES BASEADASEM WINDOWS. IsmaelSouzaAraujo

ADMINISTRAÇÃODEREDES BASEADASEM WINDOWS. IsmaelSouzaAraujo ADMINISTRAÇÃODEREDES BASEADASEM WINDOWS IsmaelSouzaAraujo INFORMAÇÃOECOMUNICAÇÃO Autor Ismael Souza Araujo Pós-graduado em Gerência de Projetos PMBOK UNICESP, graduado em Tecnologia em Segurança da Informação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 1 OBJETIVOS 1. Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações e transações empresariais?

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

Aplicação de SNMP no Centro de Controle da Automação da Eletrosul. Brasil

Aplicação de SNMP no Centro de Controle da Automação da Eletrosul. Brasil Aplicação de SNMP no Centro de Controle da Automação da Eletrosul Pablo Humeres Flores Eletrosul Brasil Diogo Vargas Marcos Eletrosul RESUMO O trabalho apresenta uma aplicação do protocolo SNMP na gerência

Leia mais

Senado Federal Questões 2012

Senado Federal Questões 2012 Senado Federal Questões 2012 Sistemas Operacionais Prova de Analista de Sistemas Prof. Gustavo Van Erven Senado Federal Questões 2012 Rede Social ITnerante http://www.itnerante.com.br/ Vídeo Aulas http://www.provasdeti.com.br/

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil José Monteiro Lysandro Junior Light Serviços de Eletricidade S/A jose.monteiro@light.com.br

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Sistemas Operacionais: Software Oculto Introdução a Computação Sistemas Operacionais Serve como um intermediário entre o hardware e os softwares aplicativos. Sistema Operacional Software de sistemas Kernel

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

CAIXA DE CALIBRAÇÃO DE RELÉS DE PROTEÇÃO CE-6003

CAIXA DE CALIBRAÇÃO DE RELÉS DE PROTEÇÃO CE-6003 CE 6003 CAIXA DE CALIBRAÇÃO DE RELÉS DE PROTEÇÃO CE-6003 APLICAÇÕES: Testes manuais em relés (eletromecânicos, estáticos, numéricos) Testes automáticos em relés. Testes dinâmicos em relés com reprodução

Leia mais

TACTIUM IP com Integração à plataforma n-iplace. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM IP Guia de Funcionalidades com n-iplace

TACTIUM IP com Integração à plataforma n-iplace. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM IP Guia de Funcionalidades com n-iplace Tactium Tactium IP IP TACTIUM IP com Integração à plataforma n-iplace Guia de Funcionalidades 1 Independência de localização e redução de custos: o TACTIUM IP transforma em realidade a possibilidade de

Leia mais

Monitoramento, Controle, Registro e Supervisão de Processos Industriais

Monitoramento, Controle, Registro e Supervisão de Processos Industriais L I N H A D E P R O D U T O S PA R A Monitoramento, Controle, Registro e Supervisão de Processos Industriais Índice Apresentação 03 Características Individuais Controlador de Processos C702 Aquisitor de

Leia mais

Instalar o MarkVision

Instalar o MarkVision Instalando o 1 contas O apresenta diversos componentes instaláveis: Aplicativo - Instala o Utilitário Printer Management. Este aplicativo requer que o Servidor do esteja disponível na rede. Servidor do

Leia mais

Daniel Gondim. Informática

Daniel Gondim. Informática Daniel Gondim Informática Microsoft Windows Sistema Operacional criado pela Microsoft, empresa fundada por Bill Gates e Paul Allen. Sistema Operacional Programa ou um conjunto de programas cuja função

Leia mais

Windows 2008 Server. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy. www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail.

Windows 2008 Server. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy. www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail.com Windows 2008 Server Construído sob o mesmo código do Vista Server Core (Instalação somente

Leia mais

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Relatório elaborado sob contrato com a EMC Corporation Introdução A EMC Corporation contratou a Demartek para realizar uma avaliação

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br Série Connect Switches e Conversores Industriais www.altus.com.br Conectividade e simplicidade Compacto: design robusto e eficiente para qualquer aplicação Intuitivo: instalação simplificada que possibilita

Leia mais

ANEXO II PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER

ANEXO II PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER 1. FORMAÇÃO, CONHECIMENTO E HABILIDADES EXIGIDAS 1.1. PERFIL DE TÉCNICO EM INFORMÁTICA: 1.1.1.DESCRIÇÃO DO PERFIL: O profissional desempenhará

Leia mais