Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais

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1 Fone (14) Tel/Fax: (14) PROTOCOLO DE PESQUISA APLICAÇÃO AÉREA PARA CONTROLE DE FERRUGEM DA SOJA NO MATO GROSSO FCA/UNESP - BOTUCATU/SP FUNDAÇÃO MATO GROSSO Botucatu/SP Janeiro de 2007

2 Fone (14) Tel/Fax: (14) Resumo 1.1 Croqui completo do trabalho com medidas

3 Fone (14) Tel/Fax: (14) Caracterização do ensaio O trabalho será realizado na segunda aplicação para ferrugem; A duração do ensaio será o equivalente ao intervalo entre duas aplicações consecutivas; Área total de parcelas tratadas com aplicação aérea: 17,2 ha, correspondendo a 6 parcelas de 2,88 ha (300 m x 96 m); Para facilitar a demarcação das parcelas, serão tomados como referência os rastros das passadas de um pulverizador terrestre, na base de 24 m por faixa. Assim, a largura da parcela tratada será de 4 faixas (4 x 24 = 96 m) e a distância entre as parcelas no sentido do vento será de 240 m (10 faixas); Área aproximada de testemunhas que não receberão a aplicação de fungicida durante o período de avaliação do ensaio será de 1,1 ha, correspondendo a 24 áreas de 480 m 2 (20 m x 24 m); Todas as áreas de bordadura receberão a aplicação normal via terrestre logo após a aplicação do ensaio aéreo. 1.3 As tecnologias que serão testadas Aplicação da mistura de tebuconazole + carbendazin por via aérea com atomizadores Micronair e Stol, com e sem adição de óleo na calda. Produtos Ativos Dose Tecnologia (L p.c./ha) 0,4 + 0,5 Atomizador Micronair, com óleo* 0,4 + 0,5 Atomizador Micronair, com óleo 0,4 + 0,5 Atomizador Stol, sem óleo 30 L/ha. 0,4 + 0,5 Atomizador Stol, com óleo 30 L//ha * aplicação de 1,0 L/ha de óleo de soja com 3 % de emulsificante BR 455 ou similar. 1.4 Tempo estimado de trabalho na fazenda 3 dias: inclui calibração e aplicação.

4 Fone (14) Tel/Fax: (14) Número de pessoas da equipe na fazenda 10 pessoas. 1.7 Data de realização Entre 17 e 19 de janeiro de Metodologia O ensaio tem como objetivo avaliar tecnologias de aplicação aérea para controle de ferrugem da soja. As aplicações aéreas serão realizadas em condições normais de trabalho (umidade, temperatura e vento em condições normais). O experimento será delineado com 6 parcelas aplicadas (uma aplicação para cada tratamento), com 4 subparcelas (repetições) de avaliação em cada área aplicada, resultando em 24 subparcelas para avaliação de áreas tratadas. Cada parcela terá área útil para aplicação de 96 m x 300 m (2,88 ha), com bordaduras de no mínimo 240 m entre parcelas para evitar problemas de deriva. Para cada subparcela de avaliação nas áreas tratadas deverá haver uma testemunha não tratada, localizada o mais próximo possível da área tratada (desde que livre de deriva), visando avaliar o efeito da aplicação no controle da ferrugem. Cada bordadura corresponderá a um intervalo de 20 m de comprimento pela largura do pulverizador terrestre utilizado (estimada em 24 m). Todas as áreas de bordadura receberão aplicação terrestre de fungicida logo após o término dos trabalhos de montagem do ensaio. As bordaduras deverão receber o tratamento padrão definido pela fazenda para suas aplicações usuais. A área efetivamente não tratada (apenas durante o período de avaliação do ensaio) corresponderá a 24 espaços de 20 m x 24 m, posicionados para o lado do vento predominante, ao lado de cada parcela (vide croqui). Estes são os pontos de coleta das testemunhas. Considerando áreas tratadas e não tratadas, serão avaliadas 48 subparcelas quanto a infestação de ferrugem (7, 14 e 21 DAT). Os tratamentos do ensaio (Tabela 1) serão realizados por ocasião da 2a. aplicação de fungicida, sendo que as aplicações iniciais deverão ser realizadas em área total no talhão, com uma mesma tecnologia, de maneira a oferecer condições iguais para todos os tratamentos. O critério de manejo da área para a ferrugem deverá ser preferencialmente preventivo, nas primeiras aplicações. O ensaio será considerado após a 3a. avaliação para ferrugem (21 DAT), quando poderá haver nova aplicação, se necessário. Portanto, a duração do ensaio será o equivalente ao intervalo entre duas aplicações consecutivas. Por ocasião das aplicações serão coletadas folhas em 3 extratos (terços superior, médio e inferior das plantas) para avaliação da deposição do fungicida, visando avaliar a penetração da calda na massa de folhas da cultura e uniformidade de distribuição. A avaliação da deposição de fungicidas nas folhas coletadas será realizada por cromatografia utilizando os laboratórios da UNESP.

5 Fone (14) Tel/Fax: (14) Tabela 1. Descrição dos tratamentos. Produtos Ativos Dose Tecnologia (L p.c./ha) 0,4 + 0,5 Atomizador Micronair, com óleo* 0,4 + 0,5 Atomizador Micronair, com óleo 0,4 + 0,5 Atomizador Stol, sem óleo 30 L/ha. 0,4 + 0,5 Atomizador Stol, com óleo 30 L//ha * aplicação de 1,0 L/ha de óleo de soja com 3 % de emulsificante BR 455 ou similar. O ensaio será realizado em local a ser definido pela FMT. A divisão básica de tarefas será a seguinte: Localização da área, contato e ajustes com o produtor parceiro: FMT; Acompanhamento das aplicações: UNESP, Micronair e Stol; Estaqueamento das áreas tratadas e não tratadas (cerca de 200 estacas): FMT Disponibilização de aeronaves e pilotos, para um período estimado de 2 dias de trabalho a campo: UNESP/Neiva; Disponibilização de produtos: 20 L de Orius, 25 L de, 30 L de óleo vegetal e 1,0 L de emulsificante (BR 455 ou similar): Milênia Acompanhamento da evolução da ferrugem até o final do efeito residual da aplicação: FMT Botucatu, 11 de janeiro de 2007 Prof. Dr. Ulisses R. Antuniassi FCA/UNESP (14)

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