A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO"

Transcrição

1 A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Luiz Estevam Gonçalves Rio de Janeiro fevereiro de 2015

2 A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo, gestor do Observatório de Informações Municipais. (www.oim.tmunicipal.org.br). Luiz Estevam Gonçalves Administrador Público da área internacional da Fundação Getúlio Vargas. Documento a ser apresentado no 2015 International Congress of IIAS a se realizar no Rio de Janeiro, de 22 a 26 de junho de 2015, na sede da fundação Getúlio Vargas. IIAS International Institute of Administrative Sciences / Institut International des Sciences Administratives / Instituto Internacional de Ciências Administrativas. O CONTEXTO O principal objetivo do orçamento participativo é fazer com que a população, destinatária dos serviços públicos, participe do processo de onde, como e quanto serão aplicados os recursos públicos necessários à consecução desses serviços contribuindo, dessa forma, para a eficácia, a eficiência e a efetividade das ações governamentais. No caso do Brasil o âmbito do orçamento participativo é mais amplo, pois envolve a participação em dois outros instrumentos legais que antecedem e regulam a sua operacionalização. É a participação da população na construção do Plano Plurianual (PPA) e na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Somente após a aprovação destes dois instrumentos se chega á fase de elaboração e aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA). O Plano Plurianual O Plano Plurianual (PPA) é um instrumento previsto no art. 165 da Constituição Federal destinado a organizar e viabilizar a ação pública, com vistas a cumprir os fundamentos e os objetivos do governo.

3 Por meio dele, é declarado o conjunto das políticas públicas do governo para um período de quatro anos e os caminhos trilhados para viabilizar as metas previstas. O plano é elaborado no primeiro ano do mandato e tem sua vigência a partir do segundo ano do mandato e o primeiro ano do mandato seguinte. O plano orienta o governo e a sociedade no sentido de viabilizar os objetivos a serem alcançados. O Plano apresenta a visão de futuro para o governo, macrodesafios e valores que guiam o comportamento para o conjunto da Administração Pública. Por meio dele o governo declara e organiza sua atuação, a fim de elaborar e executar políticas públicas necessárias. O Plano permite também, que a sociedade tenha um maior controle sobre as ações concluídas pelo governo. A Lei de Diretrizes Orçamentárias A Lei de Diretrizes Orçamentárias tem como a principal finalidade orientar a elaboração dos orçamentos fiscais e de investimento do Poder Público, incluindo, no caso dos Municípios, os Poderes Executivo e Legislativo, além das empresas públicas e autarquias. Busca sintonizar a Lei Orçamentária Anual com as diretrizes, objetivos e metas da administração pública, estabelecidas no Plano Plurianual. De acordo com o parágrafo 2º do art. 165 da Constituição Federal, a Lei de Diretrizes: compreenderá as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente; orientará a elaboração da Lei do Orçamento; e disporá sobre as alterações na legislação tributária. A iniciativa do projeto da Lei de Diretrizes é exclusiva do chefe do Poder Executivo (no âmbito municipal, o Prefeito, por meio da Secretaria de Finanças ou Fazenda). O projeto é, então encaminhado à Câmara de Vereadores para aprovação.

4 A Lei Orçamentária Anual A Lei Orçamentária Anual é uma lei elaborada pelo Poder Executivo que estabelece as despesas e as receitas que serão realizadas no próximo ano. A Constituição determina que o Orçamento deve ser votado e aprovado até o final de cada ano (também chamado sessão legislativa). Compete ao Prefeito enviar á Câmara de Vereadores o projeto de lei do Plano Plurianual, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias e o projeto de lei do orçamento previstos na Constituição. A Lei Orçamentária Anual estima as receitas e fixa as despesas do Governo para ano subsequente. Se durante o exercício financeiro houver necessidade de realização de despesas acima do limite que está previsto na Lei, o Poder Executivo deve solicitar a aprovação da Câmara de Vereadores solicitando créditos especiais ou suplementares. Por outro lado, a necessidade de contenção dos gastos obriga o Poder Executivo muitas vezes a editar Decretos com limites orçamentários e financeiros para o gasto, abaixo dos limites autorizados pela Câmara de Vereadores. São os intitulados Decretos de Contingenciamento, que limitam as despesas abaixo dos limites aprovados na lei orçamentária. O Orçamento anual visa concretizar os objetivos e metas propostas no Plano Plurianual, segundo as diretrizes estabelecidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias. A Lei Orçamentária Anual compreenderá: o orçamento fiscal referente aos Poderes do Município, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. o orçamento de investimento das empresas em que o Município, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; o orçamento da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. Orçamentos são disponibilizados pelos sites dos municípios.

5 AS PRIMEIRAS INICIATIVAS As experiências de gestão pública em que a participação popular recebeu tratamento privilegiado, especialmente no que se refere aos recursos públicos, e portanto aos orçamentos, no Brasil, começaram a desenvolver-se a partir da década de As experiências citadas na maioria das publicações e pesquisas sobre o tema como tendo sido as pioneiras são as da Prefeitura de Boa Esperança (no Estado do Espírito Santo), Piracicaba (no estado de São Paulo) e a de Lages (no Estado de Santa Catarina), em que os Prefeitos de então adotaram como estratégia de formulação orçamentária reuniões com a população, nos bairros, para ouvir diretamente dos interessados as suas necessidades. No início da década de 1980 surgiram alguns novos casos. Como as iniciativas sejam provenientes do Prefeito ou da população dependem da concordância do Prefeito, nem sempre um processo iniciado tem garantia de continuidade. O PRIMEIRO MARCO LEGAL E SEUS DESDOBRAMENTOS Vários artigos da Constituição de 1988 prevêem a participação do cidadão na gestão pública, seja através da participação da comunidade, no sistema único de saúde e na seguridade social (art. 198, III e art. 194, VII); seja como, "participação efetiva dos diferentes agentes econômicos envolvidos em cada setor da produção" (art. 187,caput). E ainda, nos casos da assistência social e das políticas referentes à criança e ao adolescente onde a participação da população se dá "por meio de organizações representativas". A primeira iniciativa pós-constituição Federal foi implantada no Município de Porto Alegre (RS), tendo passado pela introdução de aperfeiçoamentos e é o único caso que se mantém até os dias atuais. Normas posteriores definiram com mais precisão a participação da sociedade no controle das ações do Poder Público. O Estatuto da Criança e do Adolescente, criado pela lei 8.069/90, dá conteúdo ainda mais preciso às inovações introduzidas na Constituição de 1988 no que diz respeito à participação popular na discussão de políticas públicas de proteção à criança e ao adolescente. Assim os Conselhos da Criança e do Adolescente considerados obrigatórios seja a nível nacional, estadual ou municipal "deverão ter assegurados a paridade entre organizações representativas da população e os órgãos do governo" (art.88,i).

6 Na área da saúde, a legislação federal introduz em todo o país a participação da sociedade na gestão pública, mediante conferências de saúde órgão de caráter propositivo e dos conselhos de saúde, a quem compete formular estratégias e controlar a execução da política de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros. Ainda na esfera federal, a lei que institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional pressupõe a participação do cidadão na gestão democrática do ensino público de acordo com a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. Já a lei que dispõe sobre os fundos financeiros, diz que os recursos serão objeto de controle social sobre a repartição, aplicação e transferência, junto aos respectivos governos, por conselhos a serem instituídos em cada esfera no prazo determinado pela lei. Neste cenário, o fato novo e de grande repercussão para os gestores públicos em geral, foi a entrada em vigor da lei complementar nº 101, em 2000, a lei de responsabilidade fiscal, que se aplica a União, estados e municípios estabelecendo que deve haver ampla divulgação dos planos e do orçamento durante o processo de elaboração e discussão; que os processos de elaboração das leis orçamentárias devem ser transparentes, isto é, claros, públicos, com incentivo à participação popular e a realização de audiências públicas; que as contas deverão ficar disponíveis durante todo o exercício para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade para o acompanhamento e avaliação da gestão fiscal. A lei prevê a criação de um conselho fiscal, constituído de representantes de todos os poderes, inclusive, do Ministério Público e de entidades técnicas representativas da sociedade. Por outro lado, é de se observar o surgimento de outras formas de participação direta ou semidireta no Brasil, com a criação de ouvidorias, e a instituição de serviços de apoio à participação popular (autarquias de proteção e defesa do consumidor, defensorias públicas etc.) que ampliam o campo de incidência da participação popular. A lei nº , de 2001, que estabelece diretrizes gerais da política urbana, estabelece que a gestão seja democrática, por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade na formulação, execução e acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano e que sejam promovidos debates, audiências e consultas públicas.

7 O artigo 44 da lei estabelece em reforço a dispositivos anteriores que, no âmbito municipal, a gestão orçamentária participativa de que trata a alínea f do inciso III do artigo 4º desta lei incluirá a realização de debates, audiências e consultas públicas sobre as propostas do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e do orçamento anual, como condição obrigatória para sua aprovação pela Câmara Municipal. A APLICAÇÃO ATUAL DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO O modo como se processa o Orçamento Participativo não é rigorosamente igual em todos os municípios que o adotam, variando até mesmo em um mesmo município no que diz respeito à metodologia adotada, quando ocorre mudança de natureza partidária e/ ou ideológica na Chefia do Executivo local. Houve casos em que o orçamento participativo foi iniciativa do Prefeito, portanto, na fase de elaboração da proposta orçamentária. Em outro momento, sendo outro o Prefeito, este não tomou qualquer iniciativa quanto ao orçamento participativo, deixando que a Câmara o fizesse, quando da chegada e tramitação do projeto da lei orçamentária do Município, limitando-se a ouvir representantes dos bairros e das entidades sociais em audiências na própria Câmara. A diferença, nesse caso específico, é que o Prefeito, tratando-se de matéria orçamentária possui, institucionalmente, muito mais poder do que os vereadores. O Prefeito está à frente da elaboração da proposta e dá a palavra final a respeito do que nele deve constar ou não. Por sua vez, os vereadores possuem competência legal para apresentar e aprovar emendas ao projeto, mas com limitações impostas legalmente, por se tratar de matéria financeira, portanto, sem a mesma flexibilidade que tem o Prefeito para acatar as propostas encaminhadas pela população. Há os que optam pela realização de assembléias nas diversas áreas do município, coletando sugestões para o Orçamento-Programa a ser elaborado, tomando como exemplo o sucesso com essa fórmula em Porto Alegre, referência de OP não só no Brasil, mas também para cidades do Exterior. Em outros, a discussão ocorre de modo mais simplificado, em encontros de menor porte, apenas com os representantes de cada área do município. Embora não tenham poder vinculante, as reivindicações feitas em nome da população em uma audiência pública se revestem, de qualquer modo, de algum peso no processo de definição dos projetos, programas e ações que irão compor principalmente a Lei Orçamentária Anual do Município. Por isso mesmo, são parte essencial para o Orçamento Participativo, seja quando este é adotado pelo Poder Executivo Municipal, seja quando o debate sobre a proposta orçamentária anual da municipalidade se dá já na Câmara Municipal, entre os vereadores e lideranças representativas da sociedade.

8 Com os avanços alcançados na tecnologia da informação, as gestões municipais passaram a contar com mais um meio de interlocução com a sociedade, valendo-se de uma nova opção de consulta à população para o Orçamento Participativo: a Internet. Para os entusiastas do orçamento participativo, o essencial é que ele seja utilizado da maneira possível na realidade de cada município, por ser uma maneira de a Administração local abrir espaços à participação popular. Ou seja, acham que é mais interessante orçamento participativo do que a não adoção do instrumento, pois, não havendo o processo de consulta, acentua-se o risco da persistência da cultura do orçamento de gabinete, preparado isoladamente, sem nenhum tipo de articulação com a comunidade. A facilidade de adaptar o Orçamento Participativo às diferentes realidades dos municípios brasileiros é que torna possível que ele possa ser adotado em qualquer região do país, sendo o seu sucesso resultante do empenho dos gestores que a ele recorrem e não dependente de fatores sociais e econômicos. O fato das experiências vitoriosas com o OP acontecerem em municípios de regiões distintas do Brasil comprova pragmaticamente a flexibilidade do OP, que é planejado, formatado em conformidade com as características e as condições econômicas, sociais, políticas e até geográficas de cada município. Não existe um levantamento sistemático que confirme quantos Municípios executam o orçamento participativo de forma oficial. Fala-se de um número em torno de 200 Municípios, ou seja, algo em torno de 3,5% do total de Municípios. A dificuldade em estabelecer o número de Municípios se deve ao fato de que não necessariamente um novo ou até o mesmo governante reeleito pode não dar continuidade ao processo. As práticas informais A experiência dos autores em relação à aplicação do orçamento participativo de forma informal, diz respeito ao fato de que em Municípios de menor porte demográfico, naqueles com população inferior a 50 mil habitantes, o contato direto da população com o Prefeito, Secretários, assessores e Vereadores já faz com que a população apresente suas reivindicações diretamente aos agentes políticos, não necessitando de reuniões formais para a apresentação das mesmas. A distribuição dos Municípios brasileiros segundo a população estimada para 2014 mostra que a imensa maioria dos Municípios pode executar o orçamento participativo de forma informal.

9 GRUPOS DE HABITANTES (por 1000) NÚMERO DE MUNICÍPIOS % TOTAL ,00 Até ,94 2 a ,37 5 a ,83 10 a ,81 20 a ,41 50 a , a , a , a 10001, , a , e mais 2 0,04 Isto representa dizer que em 88,36% dos Municípios o acesso da população aos agentes políticos acontece de forma informal, ou seja, o contato pessoal pode ocorrer a qualquer momento. Nos Municípios de maior porte demográfico há necessidade de um maior grau de formalização e organização. A SITUAÇÃO DOS GRANDES MUNICÍPIOS Foi tomado como universo de estudo os Municípios com população superior a 500 mil habitantes, ou seja, aqueles mais complexos e onde a população tem mais dificuldade de chegar aos agentes políticos. Existem no Brasil 39 Municípios com este porte demográfico, sendo que um deles é a capital federal, o Distrito Federal, que possui status de governo de Estado. Iniciativas em funcionamento Dos 38 Municípios alvo do estudo em 24 deles (63,16%) praticam o orçamento participativo, sendo que em apenas dois deles é feita menção à participação da população na definição dos demais instrumentos: o Plano Plurianual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

10 De um modo geral são realizados encontros com a população. A nomenclatura utilizada para estes encontros varia: audiências públicas, assembléias abertas, reuniões plenárias populares, ciclos de debate, reuniões regionais. Em 5 casos foi citada a realização de palestras no sentido de orientar a população para conhecer os objetivos do projeto e melhor aproveitamento da participação. Em todos os casos são realizados encontros presenciais e em 7 casos existe também a possibilidade de participação através da internet. Em um dos casos foram instalados pontos públicos de votação localizados em diferentes regiões da cidade. Em função do tamanho dos Municípios os mesmos são divididos em regiões, sendo que em algumas oportunidades participam das reuniões o Prefeito, os Secretários e Vereadores. A determinação da representatividade da população apresenta mecanismos diferentes: Na maior parte dos casos há a participação direta da população. Em alguns outros são definidos critérios para o estabelecimento das prioridades e em outros casos há a eleição de conselheiros que determinarão quais são as prioridades. Em 2 casos foi declarado explicitamente que as discussões se iniciariam em reuniões com o Executivo e que continuariam no ambiente da Câmara Municipal. As áreas de abrangência das reivindicações (em ordem alfabética) são: agricultura, cultura, desenvolvimento econômico, educação, esporte e lazer, geração de emprego e renda, gestão ambiental, habitação, inclusão social (acessibilidade, assistência social, criança e adolescente, gênero, igualdade racial, juventude, terceira idade), política urbana, resíduos sólidos, saneamento (água, esgoto e drenagem), saúde, segurança alimentar, segurança pública, transporte e trânsito. Iniciativas para implantação Foram identificadas 6 iniciativas (15,79% dos casos) para a implantação do Orçamento participativo.

11 Em uma delas a iniciativa parte da própria Prefeitura que estava estudando a maneira de fazê-lo com a participação da população e da Câmara de Vereadores. Em duas delas a iniciativa é da Câmara de Vereadores, através de movimentos liderados por parte de um Vereador, que não vê interesse por parte do Executivo e pelo Presidente da Comissão de Finanças da Câmara, que estava abrindo o debate para a população. Em três outros casos a iniciativa para a implantação estava partindo da população. Em um destes casos reivindicava a aprovação de uma lei na Câmara para implantação do Orçamento Participativo; em outro caso a intenção era a de incluir o Orçamento Participativo na Lei Orgânica do Município (a Constituição Municipal), vez que a Prefeitura realizava obras que não eram de interesse da população; e a população reivindicava a volta do Orçamento participativo, que já havia sido implantado por iniciativa do Executivo e que posteriormente havia sido conduzido pela Câmara de Vereadores, não sendo executado por nenhum dos dois poderes. Ausência Em 8 Municípios não foi constatada a existência da prática do Orçamento Participativo e nem o interesse em reivindicá-lo. Fontes de informação Todas as fontes foram obtidas na internet.

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO Denise Rocha Assessora de Política Fiscal e Orçamentária São Luís - MA 23 a 27 de agosto de 2004 1ª ETAPA - ENTENDENDO O ORÇAMENTO PÚBLICO A importância do orçamento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU LEI Nº 6.576, DE 23 DE OUTUBRO DE 2.014 P. 35.427/13 (4.599/13-Emdurb) Cria o Conselho Municipal de Mobilidade de Bauru e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE BAURU, nos termos do art. 51 da

Leia mais

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012

DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 DECRETO Nº 980, DE 16 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Fundo Municipal dos Direitos do Idoso. O Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, usando de suas atribuições legais, e de acordo

Leia mais

Prefeitura Municipal de São João del-rei

Prefeitura Municipal de São João del-rei Mensagem n 050/2013 Do: Gabinete do Prefeito Ao: Exmº Sr. Vereador Antônio Carlos de Jesus Fuzatto Presidente da Câmara Municipal de São João del-rei Senhor Presidente, Com os nossos respeitosos cumprimentos,

Leia mais

LEI Nº 2033/2013. Município Sarandi para o exercício de 2014. SÚMULA: Estima a Receita e fixa a Despesa do

LEI Nº 2033/2013. Município Sarandi para o exercício de 2014. SÚMULA: Estima a Receita e fixa a Despesa do LEI Nº 2033/2013 PUBLICADO NO O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ Nº 12163, EM 01/11/2013 SÚMULA: Estima a Receita e fixa a Despesa do Município Sarandi para o exercício de 2014. A Câmara Municipal de Sarandi,

Leia mais

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI BASE LEGAL Constituição Federal de 1988, Título VI, artigos 165 a 169; Lei 4.320, de 17/03/64; Lei de Responsabilidade

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS PUBLICADO NO DOMP Nº 756 DE: 08/05/2013 PÁG. 1/4 PREFEITURA DE PALMAS LEI N o 1.966, DE 8 DE MAIO DE 2013. (Alterada pela Lei nº 2.198, de 03/12/2015). (Alterada pela Lei nº 2.097 de. A CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 164-03/2015

PROJETO DE LEI Nº 164-03/2015 PROJETO DE LEI Nº 164-03/2015 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal do Idoso e do Fundo Municipal dos Direitos do Idoso. LUIS FERNANDO SCHMIDT, Prefeito Municipal de Lajeado, Estado do Rio Grande

Leia mais

JUIZ FEDERAL TRF 1ª REGIÃO

JUIZ FEDERAL TRF 1ª REGIÃO DIREITO FINANCEIRO I. Finanças Públicas na Constituição Federal... 02 II. Orçamento... 04 III. Despesa Pública... 39 IV. Receita Pública... 76 V. Dívida Ativa da União de Natureza Tributária e não-tributária...

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA RUI VALDIR OTTO BRIZOLARA, Prefeito Municipal de Morro Redondo, Estado do Rio

Leia mais

PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI

PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI LEI N.º 064/2013. Dispõe sobre a Reorganização do Fundo Municipal para os Direitos da Criança e do Adolescente-FMDCA de Aracati, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas

Leia mais

Cartilha do Orçamento Público

Cartilha do Orçamento Público Cartilha do Orçamento Público O QUE É O ORÇAMENTO? Nós cidadãos comuns, ganhamos e também gastamos dinheiro. Podemos receber dinheiro de uma ou várias fontes: salário, aluguel de imóveis, prestação de

Leia mais

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE

CAPÍTULO I DO APOIO A GESTÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPÍTULO II DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE LEI N.º 1.297, DE 06 DE JULHO DE 2010. Dispõe sobre apoio a Gestão do Sistema Único de Saúde, da realização de conferências no âmbito municipal, da reformulação e funcionamento do Conselho Municipal de

Leia mais

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto.

Art. 1º - Fica aprovado o Regimento Interno da Central do Sistema de Controle Interno, anexo ao presente Decreto. DECRETO N.º 961/08 De 01 de julho de 2008. APROVA O REGIMENTO INTERNO DA CENTRAL DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE VALE DO SOL, no uso de suas atribuições

Leia mais

Prefeitura Municipal de Guaranésia

Prefeitura Municipal de Guaranésia LEI 1.652, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2006. ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO DE GUARANÉSIA PARA O EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2007. O Prefeito Municipal de Guaranésia. Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

Lei 141/2012 - Comentários

Lei 141/2012 - Comentários Lei 141/2012 - Comentários Áquilas Mendes Prof. Dr. Livre-Docente de Economia da Saúde da FSP/USP e do Departamento de Economia da PUC-SP agosto/2012 BREVE CONTEXTO DA LEI 141/2012 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO Autor: Poder Executivo. LEI N 1.328/2016. CRIA O CONSELHO E FUNDO MUNICIPAL E POLÍTICAS SOBRE DROGAS DO MUNICÍPIO DE ARIPUANÃ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. EDNILSON LUIZ FAITTA, Prefeito Municipal de Aripuanã,

Leia mais

Lei nº 542/09/2009. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal

Lei nº 542/09/2009. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal M U N I C Í P I O D E C H I A P E T A Lei nº 542/09/2009 Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de CHIAPETA para o Exercício de 2010.. OSMAR KUHN, Prefeito Municipal de CHIAPETA, faz saber a todos

Leia mais

Lei nº 590/10/2010. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal

Lei nº 590/10/2010. Do Orçamento do Município. Dos Orçamentos das Unidades Gestoras Prefeitura e Câmara Municipal M U N I C Í P I O D E C H I A P E T A Lei nº 590/10/2010 Estima a Receita e fixa a Despesa do Município de CHIAPETA para o Exercício de 2011.. OSMAR KUHN, Prefeito Municipal de CHIAPETA, faz saber a todos

Leia mais

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto Poder Executivo Lei Ordinária Sancionada em 27/03/2008 Marly do Carmo Barreto Campos Prefeita Municipal LEI ORDINÁRIA nº 0849/2008 DE 27 de março de 2008 (do PLO 003/2008 autor: Poder Executivo) Institui

Leia mais

O Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente

O Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA OS PROMOTORES DE JUSTIÇA PROGRAMA INFÂNCIA EM 1º LUGAR 2ª ETAPA O Fundo dos Direitos da Criança e do Gestão e Captação de Recursos Fernando Carlos Almeida Fernando Carlos Almeida

Leia mais

PROJETO LEI N 75/2015

PROJETO LEI N 75/2015 PROJETO LEI N 75/2015 Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o Exercício Financeiro de 2015 e dá outras providências. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Ficam estabelecidas as metas,

Leia mais

CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL LEI Nº 1.278/2013 EMENTA: Institui o Plano Plurianual do Município de Triunfo para o período de 2014 a 2017. O Prefeito do Município de Triunfo, Estado de Pernambuco, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Execução e. Monitoramento

Execução e. Monitoramento Avaliação Monitoramento Execução Impactos Resultados O CICLO DE GESTÃO Planejamento Problema Demanda ou Oportunidade Execução e Monitoramento Susan Dignart Ferronato Gestora Governamental /MT Cuiabá MT,

Leia mais

PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013

PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013 PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013 Estabelece diretrizes para o processo de planejamento no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. Pág. 1 de 7 MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. DO: PODER EXECUTIVO AO: PODER LEGISLATIVO DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE ATENDIMENTO DOS DIREITOS DO IDOSO, CRIA O FUNDO MUNICIPAL

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro RELAÇÃO DE DOCUMENTOS INTEGRANTES DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (CONTAS DE GOVERNO) EXERCÍCIO DE 2013 CONFORME OFÍCIO-CIRCULAR Nº 14/2014 PRS/GAP RESPONSABILIZAÇÃO CADASTROS do Prefeito

Leia mais

3 - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ORÇAMENTAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

3 - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ORÇAMENTAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 3 - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, ORÇAMENTAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Os principais instrumentos utilizados pelo governo para promover o planejamento, a programação, a orçamentação e a execução orçamentária

Leia mais

VI Fórum Catarinense de

VI Fórum Catarinense de VI Fórum Catarinense de Gestores Municipais de Cultura I - A Política Orçamentária na Gestão da Cultura II - Captação de Recursos Chapeco, SC, 30 de Março de 2016 1 Maio Planejamento Planejado Receita

Leia mais

Art. 2º Compete ao Conselho Estadual do Idoso:

Art. 2º Compete ao Conselho Estadual do Idoso: PROJETO DE LEI Nº Dispõe sobre o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso - CEI/SC - e adota outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, Faço saber a todos os habitantes deste Estado

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.139, DE 16 DE JUNHO DE 2011

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.139, DE 16 DE JUNHO DE 2011 Página 1 de 7 LEI COMPLEMENTAR Nº 1.139, DE 16 DE JUNHO DE 2011 Reorganiza a Região Metropolitana da Grande São Paulo, cria o respectivo Conselho de Desenvolvimento e dá providências correlatas O GOVERNADOR

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 5.663, DE 2013

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 5.663, DE 2013 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 5.663, DE 2013 Acrescenta inciso ao art. 52 da Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, que regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA 003/06

RESOLUÇÃO NORMATIVA 003/06 RESOLUÇÃO NORMATIVA 003/06 Dispõe sobre a criação do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. O DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais; Considerando que

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador PLANEJAMENTO DO SUS Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador FINANCIAMENTO DA

Leia mais

MUNICÍPIO DE NOVA LARANJEIRAS ESTADO DO PARANÁ

MUNICÍPIO DE NOVA LARANJEIRAS ESTADO DO PARANÁ LEI Nº 1077/2015 DATA: 07/12/2015 ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO DE NOVA LARANJEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2016 A CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA LARANJEIRAS, ESTADO DO PARANÁ, APROVOU

Leia mais

Compromisso com um plano de governo

Compromisso com um plano de governo Anexo 2 Compromisso com um plano de governo A partir de uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo, a capital paulista aprovou, em fevereiro de 2008, a Emenda nº 30 à Lei Orgânica do Município de São Paulo

Leia mais

Rosália Bardaro Núcleo de Assuntos Jurídicos Secretaria de Estado da Saúde

Rosália Bardaro Núcleo de Assuntos Jurídicos Secretaria de Estado da Saúde Rosália Bardaro Núcleo de Assuntos Jurídicos Secretaria de Estado da Saúde A Regulamentação 9 anos de tramitação no Congresso Nacional A Lei foi editada com a seguinte estrutura: - Disposições preliminares;

Leia mais

RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS:

RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS: Diário Oficial do Município de Boquira - Bahia Poder Executivo Ano VI Nº 870 11 de Novembro de 2014 RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS: LEIS LEI Nº 623 DE 03 DE NOVEMBRO DE

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 015/2015, DE 29 DE ABRIL DE 2015.

PROJETO DE LEI Nº 015/2015, DE 29 DE ABRIL DE 2015. PROJETO DE LEI Nº 015/2015, DE 29 DE ABRIL DE 2015. Aprova o Plano Municipal de Educação, para o próximo decênio e dá outras providências. CLAIRTON PASINATO, Prefeito Municipal de Cacique Doble, Estado

Leia mais

Módulo: Orçamento Público Elaboração, Controle e Monitoramento

Módulo: Orçamento Público Elaboração, Controle e Monitoramento Módulo: Orçamento Público Elaboração, Controle e Monitoramento Agosto de 2007 1. O que é orçamento? O orçamento é uma forma de planejar e executar despesas que tanto os indivíduos quanto as instituições

Leia mais

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº. xxx, DE xx DE xx DE xxxx INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL, Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

MUNICÍPIO DE CASTANHAL

MUNICÍPIO DE CASTANHAL Page 1 of 6 MUNICÍPIO DE CASTANHAL LEI MUNICIPAL Nº 002/98, DE 31 DE MARÇO DE 1998(Lei Orgânica) Determina ao poder público municipal manter material didático destinado ao uso de pessoas portadoras de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais LEI COMPLEMENTAR Nº.132, DE 02 DE MARÇO DE 2015. Dispõe sobre a criação e extinção de cargos em comissão de livre provimento e exoneração sem aumento da despesa e dá outras providências. O povo do Município

Leia mais

ESTADO DO PARÁ Município de Altamira PODER EXECUTIVO

ESTADO DO PARÁ Município de Altamira PODER EXECUTIVO LEI N.º 1.638, DE 20 DE OUTUBRO DE 2006. Institui a Lei de Responsabilidade Social do e dá outras Providências. A PREFEITA DE ALTAMIRA, Estado do Pará, no uso de suas atribuições legais, faz saber que

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE PELOS CONSELHOS NA LC 141 CMS - CES -CNS APROVAM SANEAMENTO BÁSICO: DOMICÍLIOS E PEQUENAS COMUNIDADES - LC 3

A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE PELOS CONSELHOS NA LC 141 CMS - CES -CNS APROVAM SANEAMENTO BÁSICO: DOMICÍLIOS E PEQUENAS COMUNIDADES - LC 3 A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE PELOS CONSELHOS NA LC 141 Gilson Carvalho 1 CMS - CES -CNS APROVAM SANEAMENTO BÁSICO: DOMICÍLIOS E PEQUENAS COMUNIDADES - LC 3 NORMAS SUS PACTUADAS NA CIT (SÓ AQUELAS DE CONSÓRCIOS

Leia mais

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei: 1 Gabinete do Prefeito LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015 Institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cria a Comissão Gestora de Parcerias Público-Privadas de Goiânia e dá outras providências.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DA PREFEITA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DA PREFEITA LEI MUNICIPAL Nº. 2.238/2009 Revoga a Lei nº. 2002/2007, e dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais para o desenvolvimento de atividades econômicas no Município de Viana e dá outras providências.

Leia mais

Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) 1. PROJETO DE LEI

Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) 1. PROJETO DE LEI PROJETO DE LEI Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) ROL DE DOCUMENTOS 1. PROJETO DE LEI 2. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS 3. MENSAGEM 4. LEGISLAÇÃO CITADA PROJETO DE LEI Nº 36, DE 2014 Altera

Leia mais

Considerando que o Acordo entrou em vigor, no plano jurídico externo, para a República Federativa do Brasil em 23 de abril de 2008;

Considerando que o Acordo entrou em vigor, no plano jurídico externo, para a República Federativa do Brasil em 23 de abril de 2008; DECRETO No 7.552, DE 12 DE AGOSTO DE 2011 Promulga o Acordo de Estabelecimento da Rede Internacional de Centros para Astrofísica Relativística - ICRANET e seu Estatuto, assinados em 21 de setembro de 2005.

Leia mais

Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS. Planejamento Regional Integrado

Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS. Planejamento Regional Integrado Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS Planejamento Regional Integrado Brasília DF, novembro de 2014 LEGISLAÇÃO ANTERIOR AO DECRETO - VIGENTE Lei 8142/90-1º. art. 1 A Conferência de Saúde reunir-se-á

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RECOMENDAÇÃO Nº /2015 Dispõe sobre a atuação do Ministério Público na garantia à Educação Infantil. O CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo art.

Leia mais

DO PL ANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUC ATIVO SUGESTÃO DE ATUAÇÃO DAS ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO

DO PL ANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUC ATIVO SUGESTÃO DE ATUAÇÃO DAS ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DO PL ANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUC ATIVO SUGESTÃO DE ATUAÇÃO DAS ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO 1. Criação de Comissão Intersetorial para elaboração do Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo:

Leia mais

LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL - LOA

LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL - LOA Depois do Plano Plurianual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias, resta a Lei Orçamentária Anual LOA, conforme dispõe o art. 165 da Constituição Federal de 1988, in verbis: Art. 165. Leis de iniciativa

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano

Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano UMA BARRA MANSA: DUAS CIDADES A CIDADE FORMAL: Regularizada, com infraestrutura completa, usufruindo do melhor que a comunidade pode ter em comércio, serviços, cultura e lazer. É a parte da cidade que

Leia mais

Transforma a Companhia de Transportes do Município de Belém - CTBel em Autarquia Especial e dá outras providências. CAPÍTULO I DA ENTIDADE MUNICIPAL

Transforma a Companhia de Transportes do Município de Belém - CTBel em Autarquia Especial e dá outras providências. CAPÍTULO I DA ENTIDADE MUNICIPAL LEI Nº 8.227, DE 30/12/02. Publicada no DOM nº 9.858, de 30/12/2002. Transforma a Companhia de Transportes do Município de Belém - CTBel em Autarquia Especial e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

O Congresso Nacional decreta:

O Congresso Nacional decreta: Dispõe sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente por Estados, Distrito Federal, Municípios e União em ações e serviços públicos de saúde, os critérios de rateio dos recursos de transferências

Leia mais

Orçamento Público Conceitos Básicos

Orçamento Público Conceitos Básicos Gestão Orçamentária e Financeira no SUAS Orçamento Público Conceitos Básicos Agosto de 2013 Ciclo Orçamentário Brasileiro Plano Plurianual Lei Orçamentária Anual Lei de Diretrizes Orçamentárias Plano Plurianual

Leia mais

LEI Nº 1550, DE 17 DE ABRIL DE 2008

LEI Nº 1550, DE 17 DE ABRIL DE 2008 Autoria: Poder Executivo LEI Nº 1550, DE 17 DE ABRIL DE 2008 Reestrutura o Conselho Municipal de Turismo COMTUR e cria o Fundo Municipal do Turismo de Lucas do Rio Verde e da outras providências. O Prefeito

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: Lei nº 7.084, de 02 de julho de 2001. Cria o Fundo de Desenvolvimento de Campos dos Goytacazes - FUNDECAM e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA An Innovations in Technology and Governance Case Study Desde o final dos anos 1980, diversos governos

Leia mais

ANÁLISE DO ORÇAMENTO MUNICIPAL: EQUILÍBRIO ENTRE DESPESA E RECEITAS DA PREFEITURA DE TERESINA NOS ANOS DE 2004 A 2008

ANÁLISE DO ORÇAMENTO MUNICIPAL: EQUILÍBRIO ENTRE DESPESA E RECEITAS DA PREFEITURA DE TERESINA NOS ANOS DE 2004 A 2008 ANÁLISE DO ORÇAMENTO MUNICIPAL: EQUILÍBRIO ENTRE DESPESA E RECEITAS DA PREFEITURA DE TERESINA NOS ANOS DE 2004 A 2008 Erinalda de Sousa Lima UESPI 1 Ana Claudia Duarte de Almeida - UESPI 2 Daniel Barroso

Leia mais

LEI Nº1856, DE 19 DE JANEIRO DE 2015

LEI Nº1856, DE 19 DE JANEIRO DE 2015 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ LEI Nº1856, DE 19 DE JANEIRO DE 2015 Estima a Receita e fixa a Despesa do Estado para o exercício financeiro de 2015. do art. 107 da Constituição Estadual, sanciono a seguinte

Leia mais

Governo Municipal de Jaguaribara ORÇAMENTO PROGRAMA PARA 2015 - Consolidado

Governo Municipal de Jaguaribara ORÇAMENTO PROGRAMA PARA 2015 - Consolidado 01 Câmara Municipal de Jaguaribara Legislação.: Lei nº 294, de 09 de novembro de1991 Atribuições: Legislar com a sanção do Prefeito municipal, sobre as matérias de competência do Município e tributos Municipais,

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA Art 1º - O Conselho de Desenvolvimento do Território CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC é composto por entidades

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE. Senhor Presidente,

RIO GRANDE DO NORTE. Senhor Presidente, RIO GRANDE DO NORTE Mensagem n.º 046/2012 GE Em Natal, 14 de setembro de 2012. Excelentíssimo Senhor Deputado Ricardo Motta M.D. Presidente da Assembléia Legislativa do Estado. Senhor Presidente, Tenho

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO CHOÇA ESTADO DA BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO CHOÇA ESTADO DA BAHIA LEI Nº 272, DE 06 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre a criação do Conselho Comunitário de Segurança Pública e Entidades Afins do Município de Barra do Choça e dá outras Providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE

Leia mais

EMENTÁRIO LEI N.º 946, DE 20 DE JANEIRO DE 2006

EMENTÁRIO LEI N.º 946, DE 20 DE JANEIRO DE 2006 LEI N.º 946, DE 20 DE JANEIRO DE 2006 (D.O.M. 20.01.2006 Nº. 1406 Ano VII) DISPÕE sobre o Plano de Saúde dos Servidores Públicos do Município de Manaus SERVMED, institui o correspondente Fundo de Custeio

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

REQUERIMENTO Nº 139/2013

REQUERIMENTO Nº 139/2013 CÂMARA MUNICIPAL DE ESTEIO GABINETE DO VEREADOR LEONARDO PASCOAL RUA 24 DE AGOSTO, 535, CENTRO, SALA 06 3º ANDAR CEP: 93280-000 - ESTEIO - RS TELEFONE (51) 3458-5015 - FAX (51) 3458-3366 E-MAIL: contato@leonardopascoal.com.br

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006.

RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006. RESOLUÇÃO N. 100, DE VINTE E SEIS DE ABRIL DE 2006. Dispõe sobre a estrutura do roteiro básico destinado à elaboração de Relatórios de Informação Técnica das prestações de contas anuais das entidades e

Leia mais

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA CARTA TÉCNICA Nome do Certificado: INSCRIÇÃO NO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ENTIDADES QUE DEVEM REALIZAR O REGISTRO: Entidades de Assistência Social ORGÃO RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO: Conselho

Leia mais

LEI Nº 6.293, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2004.

LEI Nº 6.293, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2004. 1 LEI Nº 6.293, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2004. Dá nova redação à Lei nº 5.249/99, oriunda da aprovação do Projeto de Lei nº 114/99, de autoria do Vereador Vanderlei Martins Tristão, que criou o Conselho Municipal

Leia mais

37 / 52 8. CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB

37 / 52 8. CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB 8. CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB 8.1. O que caracteriza o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb e qual a sua principal atribuição? 8.2. O Conselho possui outras atribuições? 8.3. Qual o prazo

Leia mais

LEI Nº 13.792, de 18 de julho de 2006. (PDIL) Procedência: Governamental Natureza: PL 141/06 DO: 17.928 de 20/07/06 Fonte - ALESC/Coord.

LEI Nº 13.792, de 18 de julho de 2006. (PDIL) Procedência: Governamental Natureza: PL 141/06 DO: 17.928 de 20/07/06 Fonte - ALESC/Coord. LEI Nº 13.792, de 18 de julho de 2006. (PDIL) Documentação Procedência: Governamental Natureza: PL 141/06 DO: 17.928 de 20/07/06 Fonte - ALESC/Coord. Estabelece políticas, diretrizes e programas para a

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012

RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012 RESOLUÇÃO nº 076 de 13 de setembro de 2012 Dispõe sobre a obrigatoriedade da criação do controle interno nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, bem como no Ministério Público e Tribunal de Contas,

Leia mais

Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013

Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013 Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013 Julgue os itens a seguir, relativos ao orçamento público. 96.O orçamento público tem caráter e força de lei, em sentido

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS GOVERNADORIA GABINETE DE CONTROLE INTERNO GABINETE

ESTADO DE GOIÁS GOVERNADORIA GABINETE DE CONTROLE INTERNO GABINETE . GECONI Gabinete de Controle Interno ESTADO DE GOIÁS GOVERNADORIA GABINETE DE CONTROLE INTERNO GABINETE INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 17, DE 1º DE MARÇO DE 2006. Define os procedimentos referentes à fiscalização

Leia mais

GABINETE DO GOVERNADOR

GABINETE DO GOVERNADOR GABINETE DO GOVERNADOR LEI N 5.674 DE 21 DE OUTUBRO DE 1991 Dispõe sobre o Fundo de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará - FDE, de que trata o Art. 40 do Ato das Disposições Transitórias da Constituição

Leia mais

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014.

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2015 e da outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL Faço saber que a Câmara Municipal decreta e

Leia mais

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador;

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador; LEI COMPLEMENTAR Nº 41 DE 13 DE JUNHO DE 2014 Cria a Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador, dispondo sobre sua estrutura de governança e sobre o sistema de planejamento metropolitano,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP.

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP. REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP. CAPÍTULO I DA NATUREZA, DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA Art. 1º - O Comitê Gestor de TI, de

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE CARIDADE DO PIAUÍ, ESTADO DO PIAUÍ.

O PREFEITO MUNICIPAL DE CARIDADE DO PIAUÍ, ESTADO DO PIAUÍ. ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE CARIDADE DO PIAUÍ CNPJ (MF) 01.612.575/0001-28 Rua José Antonio Lopes s/nº = (0xx89) 3464-0001 Cep: 64.590-000 - Centro Caridade do Piauí Piauí LEI Nº 121 DE 16

Leia mais

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JURANDA Estado do Paraná LEI Nº 558/2003

PREFEITURA MUNICIPAL DE JURANDA Estado do Paraná LEI Nº 558/2003 LEI Nº 558/2003 CRIA O CONSELHO COMUNITÁRIO DE SEGURANÇA DO MUNICÍPIO DE JURANDA, ESTADO DO PARANÁ, ESTABELECE ATRIBUIÇÕES E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE JURANDA, ESTADO DO PARANÁ, APROVOU

Leia mais

Interpretação do Art. 15 e 16

Interpretação do Art. 15 e 16 COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP Interpretação do Art. 15 e 16 REUNIÃO DO GRUPO TÉCNICO DE PADRONIZAÇÃO

Leia mais

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico As competências constitucionais Competência para prestação de serviços públicos locais (CF, art. 30) Compete aos Municípios:... V - organizar e

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2004

PROJETO DE LEI N O, DE 2004 PROJETO DE LEI N O, DE 2004 (Do Sr. Wladimir Costa) Dispõe sobre o atendimento educacional especializado em classes hospitalares e por meio de atendimento pedagógico domiciliar. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 15/09 CONSUNI

RESOLUÇÃO Nº 15/09 CONSUNI 0 RESOLUÇÃO Nº 15/09 CONSUNI APROVA A ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JARAGUÁ DO SUL UNERJ. A Presidente do Conselho Universitário CONSUNI do Centro Universitário de Jaraguá do Sul UNERJ,

Leia mais

Atividades desenvolvidas pelo Fórum Permanente do Orçamento Participativo:

Atividades desenvolvidas pelo Fórum Permanente do Orçamento Participativo: Atividades desenvolvidas pelo Fórum Permanente do Orçamento Participativo: No dia 10 de dezembro de 2004, na sede do Conselho de Entidades Comunitárias CEC foi lançada a proposta do Fórum Permanente do

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DECRETO Nº 1.153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015. Aprova o Regimento Interno do Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso das atribuições

Leia mais

Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 IPPUC

Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 IPPUC Audiência Pública Inaugural 28 de março, 2014 Revisão do Plano Diretor O Plano Diretor de 1966 Lei municipal 2828/66 A concepção do plano, diferente do modelo tradicional de crescimento radiocêntrico,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº. 36 DO CONSELHO SUPERIOR, DE 20 DE JULHO DE 2015. O Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, no uso de suas atribuições

Leia mais

LEI Nº 540/93 - DE, 19 DE MAIO 1.993. MÁRCIO CASSIANO DA SILVA, Prefeito Municipal de Jaciara, no uso de suas atribuições legais,

LEI Nº 540/93 - DE, 19 DE MAIO 1.993. MÁRCIO CASSIANO DA SILVA, Prefeito Municipal de Jaciara, no uso de suas atribuições legais, LEI Nº 540/93 - DE, 19 DE MAIO 1.993. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. MÁRCIO CASSIANO DA SILVA, Prefeito Municipal de Jaciara, no uso

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais