Renovar Idéias: Política Monetária e o Crescimento Econômico no Brasil PSDB-ITV 16/2/2006

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1 Renovar Idéias: Política Monetária e o Crescimento Econômico no Brasil PSDB-ITV 16/2/2006 Julio Gomes de Almeida Diretor-Executivo IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial Motor do Crescimento Indústria Como Motor do Crescimento Econômico Brasileiro Tem sido historicamente Ainda prevalece nos tempos atuais Sempre que há um expressivo crescimento, é porque a indústria puxou a expansão. 1

2 Crescimento Trimestral do PIB e da Indústria Trimestre Contra Mesmo Trimestre do Ano Anterior - % (1º Trim º Trim 2005) 12 Crescimento do PIB Crescimento da Indústria I/92 II/93 Crescimento do PIB e da Indústria Trimestres Selecionados em que o PIB Cresceu 4% ou Mais Trimestre Contra Mesmo Trimestre do Ano Anterior - % III/ 93 PIB 6,1 5,6 5,9 4,8 4,0 5,8,9,8 7,2 6,3 5,0 4,7 4,8 5,3 4,2 4,1 4,3 4,0 5,1 5,9 4,7 4,0 Indústria 6,4 9,8 6,7 6,1 5,1 6,8 12,7 13,5 4,8,9 7,0 5,9 7,1 4,9 4,6 4,6 8,9 5,5 6,3 7,0 5,9 5,5 Fonte: Dados básicos do IBGE. IV/ 93 I/94 III/ 94 IV/ 94 I/95 II/95 III/ 96 IV/ 96 I/97 II/97 I/00 II/00 Em 17 trimestres, desde o primeiro trimestre de 1992 até o terceiro trimestre de 2005 (total de 55), o PIB Cresceu 4% ou mais. III/ 00 PIB IV/ 02 I/04 II/04 III/ 04 IV/ 04 Indústria II/05 2

3 Diversificação Industrial A indústria brasileira foi e continua sendo uma indústria diversificada. Um país de grande população e extensão territorial se habilita a essa diversificação. A diversificação é positiva, pois permite que a economia aproveite melhor os diferentes dinamismos ou momentos dos setores industriais. Exemplo: Em 2005 os setores industriais de baixa e média-baixa tecnologia cresceram pouco (1% apenas). A valorização do Real foi um dos principais determinantes disso. Mas inovações tecnológicas e ampliação do crédito permitiram o aumento de 12,5% dos setores de alta tecnologia, ajudando a indústria como um todo a crescer 3,1%. Desindustrialização Relativa Assistimos a um longo processo de desindustrialização relativa no Brasil que vem restringindo o papel dinamizador da indústria. O ambiente hostil é a causa desse processo. Especialmente, juros altos, câmbio valorizado e alta carga tributária concorrem para o fenômeno. 3

4 Brasil - Participação da Indústria de Transformação no PIB - % 36 anos PIB: Crescimento médio Brasil: 6,6% Mundo: 4,3% Brasil/Mundo: 1, anos PIB: Crescimento médio Brasil: 2,1% Mundo: 3,3% Brasil/Mundo: 0, Indústria de Transformação / PIB - % Tendência Doença Holandesa? É problemático o Brasil condicionar seu dinamismo industrial pelo aumento dos preços de commodities, pois pode se seguir à presente etapa favorável uma fase adversa dos preços internacionais, como ocorreu no passado. Será em uma fase adversa que a falta de uma maior industrialização será sentida. O câmbio apreciado vem em parte do efeito dos preços internacionais de commodities, mas vem também das taxas de juros extremamente elevadas do país. Podemos evitar grande parte do efeito adverso da valorização do Real sobre a indústria flexibilizando a taxa de juros. 4

5 Inserção Internacional O Brasil optou por uma inserção no processo de globalização via fluxo de capitais e não pelo fluxo de comércio, contrariamente a outros países em desenvolvimento. As políticas de câmbio e juros são diametralmente opostas em um e no outro caso. Os exemplos de países de maior sucesso econômico não deixa margem a dúvidas sobre o significado da escolha: o crescimento no caso brasileiro foi menor. Crescimento do PIB - % Brasil e 18 Países Emergentes Mundo: 4,3 Países Avançados: 2,5 Países em Desenvolvimento: 6,4 7,1 7,5 7,8 9, ,5 3,0 3,4 3,5 3,8 3,9 4,0 4,2 4,3 4,7 5,0 5,5 5,5 5,8 5, Brasil Fonte: FMI. México Taiwan Tailândia Coréia do Sul Cingapura Colômbia Israel África do Sul Filipinas Turquia Malásia Rússia Indonésia Chile Índia Argentina Venezuela China 5

6 12 Crescimento do PIB - % Brasil e 18 Países Emergentes Mundo: 4,6 Países Avançados: 2,8 Países em Desenvolvimento: 6,6 8,9,1 8 6,9 6, ,6 3,6 4,0 4,0 4,2 4,5 4,5 4,9 5,2 5,6 5,6 5,9 6,0 6,2 6,3 2 0 Brasil Fonte: FMI. México África do Sul Colômbia Israel Taiwan Coréia do Sul Tailândia Filipinas Indonésia Cingapura Chile Rússia Malásia Turquia Índia Argentina China Venezuela Câmbio e Juros no Debate da Política Econômica Alguns analistas defendem que o debate pré-eleitoral não deve tratar dos temas de juros e câmbio, pois como assuntos eminentemente técnicos, não são objeto do debate sobre as políticas de governo. O IEDI entende que se dois principais preços da economia estão fora do lugar, como hoje se encontram no Brasil, é impossível que o País se desenvolva como precisa. 6

7 Assistencialismo e Baixo Crescimento Em se mantendo o quadro das duas últimas décadas, o Brasil dará seguimento à sua marcha em direção a uma sociedade acomodada, onde predomina o assistencialismo do Estado e o baixo dinamismo econômico. Ilustrações A seguir, ilustramos a situação brasileira presente quanto a juros, câmbio e custo de juros para o setor público. 7

8 Brasil, 11 Economias Desenvolvidas e 26 Principais Economias em Desenvolvimento - Taxa de Câmbio Real Efetiva* em 2005 (2000 = 0) Zona do Euro: 120,0 EUA: 89,7 Japão: 79, Brasil Equador Turquia África do Sul Nigéria Indonésia Chile Filipinas Cingapura Coréia Colômbia Tailândia México Índia Paquistão Venezuela Peru China Kuwait Malásia Morrocos Taiwan Hong Kong Arábia Saudita Israel Egito Argentina *A taxa de câmbio real efetiva, que ajusta índices nominais levando em conta as mudanças no preço relativo, captura o efeito sobre a competitividade dos bens produzidos por um país em termos de preço internacional devido a mudanças cambiais e a diferenciais de inflação. Um aumento no índice implica uma queda na competitividade e vice-versa. Fonte: ONU, World Economic Situation and Prospects 2006, New York, pág Brasil: 43,5% Brasil e 126 Outros Países Taxa Real de Juros do Crédito em % Ao Ano Brazil Equatorial Guinea Liberia Paraguay Georgia Angola Kyrgyz Republic Uruguay Malawi Gambia, The Central African Republic Solomon Islands Lao PDR Cameroon Uganda Mauritius Micronesia, Fed, Sts, Maldives Papua New Guinea Mongolia Moldova Armenia Cambodia Honduras Costa Rica Burundi Belize Botswana Gabon Antigua and Barbuda Suriname Macedonia, FYR Cape Verde Congo, Rep, Tanzania St, Lucia Iceland Bosnia and Zambia Morocco Bangladesh Haiti Peru Croatia Comoros Hong Kong, China Djibouti Mozambique Panama Hungary Azerbaijan Lebanon Colombia Grenada Guyana Jamaica Israel Dominica St, Kitts and Nevis Indonesia Namibia St, Vincent and the Lesotho Egypt, Arab Rep, Nicaragua Seychelles Samoa Albania Vanuatu Bolivia Slovenia Sierra Leone France India Cyprus Australia Guatemala South Africa New Zealand Ecuador Swaziland Poland Bulgaria Slovak Republic Belgium Japan Fiji Philippines Estonia Yemen, Rep, Nepal Jordan Sweden Korea, Rep, Tajikistan Lithuania Czech Republic United States Chad Singapore Ukraine Netherlands Kenya Switzerland United Kingdom Mexico Thailand Canada Sri Lanka Latvia Malaysia Iran, Islamic Rep, Ethiopia China Norway Ireland Tonga Algeria Argentina Chile Trinidad and Tobago Belarus Nigeria Russian Federation Venezuela, RB Libya Dominican Republic Fonte: World Bank, World Development Indicators. 8

9 80 70 Taxa Real de Juros do Crédito - % Ao Ano Fonte: World Bank, World Development Indicators; Dados para 2005 estimados pelo IEDI com base em dados do FMI Brasil EUA Japão Zona do Euro China Índia Coréia Chile México Argentina ,7 7,2 2,4 6,1 9,0 5,2 8,9 17,2 9,5 12, ,1 6,5 3,7 6,0 8,2 8,4 9,5 0,7 7,5 13, ,7 4,4 3,5 5,8 4,6 7,9 4,0,2 6,5 29, ,3 2,3 4,4 5,0 3,2 8,0 3,4 1,7-1,5 7, ,4 2,4 1,8 5,4 2,1 6,5 2,7 3,5 5,9-3,2 6-3 Setor Público Consolidado - Juros Nominais Dias de PIB Média/Ano % do PIB Últimos 11 anos 27,2 7,5 Últimos 3 anos 30,2 8,3 9

10 Convergência da Taxa de Juros O mundo vem abrindo oportunidade incomum para um país como o Brasil afastar o fantasma da vulnerabilidade externa, reduzir sua avaliação de risco e convergir sua taxa de juros interna para padrões mais próximos aos níveis internacionais. Os avanços no setor empresarial (produtividade, logística e gestão) conferem muito maior flexibilidade ao ajuste de capacidade produtiva (a pesquisa da Fiesp). A mesma flexibilidade pode vir do comércio exterior sem necessidade de redução de tarifas industriais. Absorção de setores atrasados ou informais será fonte de grande aumento de produtividade. Com redução de juros e maior crescimento é plausível esperar (o ano de 2004 mostrou isso) um significativo aumento da taxa de investimento, o que aumentará a capacidade produtiva da economia. Portanto, manter sob controle a inflação já pode prescindir de juros tão elevados, independentemente de quaisquer outras condições. 35 Tarifas Aplicadas - Médias Por Capítulo Países Selecionados - Tarifa Média dos Países 30 29,9 28,5 Geral Tarifas Sobre Produtos Industrializados ,4,8,4 9,5 12,4 7, ,1 9,8 9,7 16,2 14, ,7 18,5 17,4 15,1 13,8,7,8 5 0 África do Sul China Coréia Índia México Rússia Tailândia Venezuela Vietnã Média Países Fonte: Avaliação da Estrutura Tarifária Brasileira. CNI. Brasil

11 Sustentação a Longo Prazo Para assegurar o controle inflacionário são sugeridas duas ordens de ações que devem ser executadas concomitantemente à redução da taxa de juros: Ampla revisão dos gastos públicos e definição de uma política de corte de despesas que preserve o necessário investimento público em infra-estrutura, educação e inovação. Programa de incentivo ao investimento privado para viabilizar um crescimento maior do investimento com relação ao consumo. Programa de Investimento O objetivo é aumentar a taxa de investimento da economia para que a capacidade de produção cresça à frente do consumo corrente. Devido a impostos, um investimento de R$ 0,00 no Brasil, custa ao empreendedor R$ 120,00. A meta do programa seria reduzir esse custo para 95 (EUA), por pelo menos três anos, através de: Isenção total de impostos e contribuições sobre investimentos, (incluindo a construção), ampliação da depreciação acelerada e redução da TJLP. Ampliação do investimento público e desenvolvimento da regulação para atrair investimentos privados em infraestrutura. 11

12 Setor Público: Ajuste Ambicioso O IEDI é favorável a um ajuste ambicioso do setor público brasileiro, que deve acompanhar uma redução agressiva da taxa de juros. Vários países promoveram ajustes desse tipo em prazo relativamente curto, combinando redução das despesas públicas (cerca de 60% a 65% do esforço final) e redução de gastos com juros (cerca de 35% a 40%). Nos processos de ajuste, os itens de educação, saúde e investimentos produtivos foram poupados, mesmo nos ajustes agressivos. Nos processos mais agressivos, o ajuste foi forte em aposentadoria e pensões. Programas sociais foram alvo de grandes cortes. Adaptação ao Caso Brasileiro Teremos que adaptar essas experiências ao caso do Brasil: Uma proporção maior de contribuição da redução de juros: 60%. Ênfase em programas de desenvolvimento gerencial (como na previdência e na máquina pública de forma geral), supressão de privilégios (ensino superior gratuito e outros exemplos) e reformas (previdência, tributária). Grande concentração no combate à informalidade. 12

13 Setor Público: Ajustes Mais Agressivos* Redução em Termos do PIB Contribuição Despesas Públicas Totais - % PIB -13,3% 0,0% Despesas Públicas Totais Exc. Juros - % PIB -8,6% 64,7% Despesas com Juros - % PIB -4,7% 35,3% Setor Público: Média Zona do Euro Despesas Públicas Totais - % PIB -7,0% 0,0% Despesas Públicas Totais Exc. Juros - % PIB -4,3% 61,4% Despesas com Juros - % PIB -2,7% 38,6% Fonte: Reforming Public Expenditure In Industrialised Countries: Are There Trade- Offs? by Ludger Schuknecht and Vito Tanzi. Nota: * Bélgica, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia. Setor Público: Ajuste Ambicioso Redução em Termos do PIB Contribuição Despesas Públicas Totais - % PIB -7,0% 0,0% Despesas Públicas Totais Exc. Juros - % PIB -2,9% 41,2% Despesas com Juros - % PIB -4,1% 58,8% 13

14 Setor Público - Ajuste Ambicioso Despesas Públicas Totais - % PIB 39,5% 39,4% 37,2% 34,7% 33,6% 32,4% Despesas Públicas Totais Exc. Juros - % PIB 31,6% 32,7% 32,2% 31,5% 30,7% 29,8% Despesas com Juros - % PIB 7,9% 6,7% 5,0% 3,2% 2,9% 2,6% Dívida Líquida / PIB - % 50,7% 49,9% 47,4% 42,6% 37,8% 32,9% Carga Tributária - % PIB 36,5% 37,0% 37,0% 36,6% 35,7% 34,9% FBCF Adm. Pública - % PIB 3,0% 3,3% 3,6% 3,9% 4,2% 4,5% Primário - % PIB 4,8% 4,2% 4,8% 5,0% 5,0% 5,0% Nominal - % PIB -3,1% -2,4% -0,2% 1,8% 2,1% 2,5% A Caminho da Solução do Problema A cobrança será intensa para uma solução do problema dos juros altos, em parte pelo longo tempo de permanência da situação sem que praticamente nada se avançasse na redução do custo do crédito e no custo financeiro do setor público. Isto a despeito de grandes sacrifícios do lado produtivo da economia (maior carga tributária e deterioração da infraestrutura). O caminho para a solução existe e a dificuldade está em remover muitos e fortes empecilhos políticos, sendo o primeiro deles representado nos interesses que se desenvolveram em torno aos ganhos provenientes dos juros altos. O que devemos ter em mente, todavia, é que as altas taxas de juros que vigoram no Brasil já não respondem por nenhum problema verdadeiramente crucial da economia e que a solução do tema é uma questão de tempo. E muito trabalho! 14

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