TE067-Laboratório de Engenharia Elétrica V Lâmpadas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TE067-Laboratório de Engenharia Elétrica V Lâmpadas"

Transcrição

1 Lâmpadas Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica Lâmpadas Lâmpadas Incandescentes Lâmpadas para Iluminação Pública e para Grandes Ambientes Medições no Laboratório Medições no Centro Politécnico Lâmpadas para Iluminação de Interiores Medições no Laboratório Visita ao Laboratório de Luminotécnica do LACTEC 1

2 Lâmpadas Charles Brush 1870: Lâmpadas a arco 2

3 TE067 Lâmpadas Incandescentes 1879 Thomas Alva Edison: Lâmpada Elétrica Lâmpadas Incandescentes 1882: T. A. Edison: Edison Electric Illuminating Company of New York Sistema de Distribuição em Corrente Contínua Tensão = 110 V Cabos Subterrâneos Central geradora a carvão Início: 59 casas em Manhattan 3

4 Lâmpadas Incandescentes - Evolução 1878 Swan (UK): filamento de algodão carbonizado: 13,5 horas 1879 Edison (EUA): filamento de bambu carbonizado: 40 horas 1880 Edison: patente da lâmpada elétrica e início da produção industrial: 1200 horas 1891 Fundação da fábrica Philips-Lampenfabrik na Holanda 1903 Willis Whitnew (EUA): filamento de carbono revestido com metal 1906 Fundação da OSRAM na Alemanha (1920: Siemens + AEG) 1906 Sándor Just & Ferenc Hanaman (Hungria) começam a produzir lâmpadas com filamento de tungstênio empresa Egyesült Izzó, posteriormente TUNGSRAM 1907 A empresa Siemens começa a produzir lâmpadas com filamento de tungstênio na Alemanha 1910 William David Coolidge (General Electric Research Laboratory) inventa um método para produzir filamentos de tungstênio 1936 Introdução dos filamentos espiralados de tungstênio (GE) 4

5 Lâmpadas Incandescentes DESVANTAGENS Baixa eficiência luminosa: tip. 10 lm/w Tempo de vida curto: tip horas (tipos especiais: 3000 horas) Elevado aquecimento VANTAGENS Boa reprodução de cor. Baixo custo de produção: tecnologia amplamente dominada e livre de royalties - produção em fábricas com baixa sofisticação técnica Preço de comercialização baixíssimo: é lâmpada mais indicada quando o seu uso é eventual As lâmpadas fabricadas com filamento reforçado são resistentes às vibrações (uso automotivo náutico caminhões tratores). Não possuem em sua composição substâncias nocivas ao ambiente (vidro, bronze fosforoso, baquelite, alumínio, tungstênio) descarte ambiental seguro. TE067 Lâmpadas para Iluminação Pública e para Grandes Ambientes Lâmpadas à Vapor de Mercúrio Lâmpadas de Lâmpadas Mistas Descarga Gasosa de Lâmpadas à Vapor Metálico (Metal Halide) Alta Pressão Lâmpadas à Vapor de Sódio de Alta Pressão Eletrodo Tubo de contenção do arco elétrico Arco Elétrico Hg ou amálgama (Hg+Metal) Fonte CA Reator 5

6 TE067 Lâmpadas Lâmpadas de Vapor de Mercúrio 1821 Humphry Davy: descarga luminosa em um tubo contendo mercúrio J.T. Way: Lâmpada a arco com um eletrodo de mercúrio instalação em uma ponte em Londres 1901 Peter Cooper-Hewitt: produção industrial de lâmpadas com mercúrio líquido nos EUA 1932 GE (UK): Osira 6

7 Lâmpadas de Vapor de Mercúrio Tubo de descarga de quartzo Formação de arco elétrico entre o eletrodo de partida (auxiliar) e o eletrodo principal, formando vapor de mercúrio e ionização de gás, até estabilização Há necessidade de reator Eficiência luminosa: 50 lm/watt Vida útil aproximada: horas Lâmpadas de Vapor de Mercúrio 7

8 Lâmpadas Mistas Tubo de arco de vapor de mercúrio em série com filamento incandescente de tungstênio: produção de fluxo luminoso e estabilização Não há necessidade de reator Eficiência luminosa: 25 lm/watt Vida útil aproximada: 6000 horas Lâmpadas de Vapor Metálico Semelhante a construção da lâmpada de mercúrio Contém aditivos de iodeto de índio, tálio e sódio, melhorando eficácia e reprodução de cores, em relação com as lâmpadas de Vapor de Mercúrio Há necessidade de reator e ignitor Eficiência luminosa: 80 lm/watt Vida útil aproximada: horas 8

9 Lâmpadas de Vapor Metálico Lâmpadas de Vapor de Sódio Alta Pressão Tubo de descarga de óxido de alumínio translúcido (material cerâmico), resistente à atividade química do vapor de sódio Há necessidade de reator e ignitor Eficiência luminosa: 120 lm/watt Vida útil aproximada: horas 9

10 Lâmpadas de Vapor de Sódio Alta Pressão Lâmpadas de Vapor de Sódio Alta Pressão 10

11 Lâmpadas de Vapor de Sódio Alta Pressão Lâmpadas de Vapor Metálico Nova iluminação no Largo da Ordem Curitiba -PR 11

12 Lâmpadas de Vapor de Sódio Alta Pressão Lâmpadas de Vapor Metálico Rua XV de Novembro Curitiba, PR 12

13 Lâmpadas de Vapor Metálico Lâmpadas de Vapor de Sódio Alta Pressão Características Halógena MISTA MERCÚRIO ALTA PRESSÃO VAPOR METÁLICO SÓDIO ALTA PRESSÃO Fluxo luminoso 5100 a 3100 a 2000 a a 3300 a [lm] Eficácia [lm/w] a a a a 130 Potências usuais 160 a 160 a 500 [W] a a a 1000 Reprodução de Excelente a Excelente Moderada Moderada cor boa Pobre Reator Não tem Não tem Sim Sim Sim Ignitor separado Starter/ignitor Não tem Não tem Não tem Ignitor ou incorporado à lâmpada Temperatura de 2700 a Cor [K] Reignição [min] Zero <1 Vida Útil [horas] a

Lâmpadas de Descarga (HID)

Lâmpadas de Descarga (HID) Lâmpadas de Descarga (HID) ARTCOLOUR (MH-T) HPLN (Mercúrio) Lâmpada de Multi-Vapor Metálico coloridas, tipo MH-T, consistem de um tubo de descarga em quartzo, contendo vapor de mercúrio em alta pressão

Leia mais

PEA - Eletrotécnica Geral 1 LÂMPADAS ELÉTRICAS ( FONTES LUMINOSAS )

PEA - Eletrotécnica Geral 1 LÂMPADAS ELÉTRICAS ( FONTES LUMINOSAS ) PEA - Eletrotécnica Geral 1 LÂMPADAS ELÉTRICAS ( FONTES LUMINOSAS ) PEA - Eletrotécnica Geral 2 - OBJETIVOS: 1) CONCEITOS BÁSICOS DE FOTOMETRIA E DA AÇÃO DA LUZ SOBRE O OLHO 2) TIPOS DE LÂMPADAS 2.1) LÂMPADAS

Leia mais

Curso de Projetos de Iluminação Eficiente Professor Tomaz Nunes Cavalcante

Curso de Projetos de Iluminação Eficiente Professor Tomaz Nunes Cavalcante Curso de Projetos de Iluminação Eficiente Professor Tomaz Nunes Cavalcante Conteúdo do Curso Introdução. Conceito de Eficiência Energética. Conceitos de Iluminação. Luminotécnica. Avaliação financeira

Leia mais

Eletrônicos. Convencionais. Manual do do Reator. Partida rápida. Fabricamos produtos com certificação: Descarga OCP 0018.

Eletrônicos. Convencionais. Manual do do Reator. Partida rápida. Fabricamos produtos com certificação: Descarga OCP 0018. Eletrônicos Convencionais Manual do do Partida rápida Fabricamos produtos com certificação: Descarga es BV OCP 0018 Índice Eletrônico de Descarga Índice PIS FPN 10 PIS AFP 10 PIS DICRÓICA 11 PID FPN 11

Leia mais

Lâmpadas de Multivapores Metálicos

Lâmpadas de Multivapores Metálicos a u l a p r á t i c a Lâmpadas de Multivapores Metálicos Por Adriana Felicíssimo Eficiente, durável, econômica e... de luz branca SURGIDA HÁ CERCA DE 40 ANOS, A LÂMPADA de multivapores metálicos vem sendo

Leia mais

PROJETO VAGA-LUME EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS COLETA SELETIVA, DESCONTAMINAÇÃO E RECICLAGEM DE LÂMPADAS

PROJETO VAGA-LUME EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS COLETA SELETIVA, DESCONTAMINAÇÃO E RECICLAGEM DE LÂMPADAS PROJETO VAGA-LUME COLETA SELETIVA, DESCONTAMINAÇÃO E RECICLAGEM DE LÂMPADAS ELABORAÇÃO DO PROJETO: - ASSESSORIA DE QUALIDADE ASQUA/AC Neusa Maria Cúgola - ASSESSORIA TÉCNICA PARA A QUALIDADE ASTEC-Q/DR/BSB

Leia mais

FLUORESCENTES INCANDESCENTES HALÓGENAS HID

FLUORESCENTES INCANDESCENTES HALÓGENAS HID FLUORESCENTES INCANDESCENTES HALÓGENAS HID INDICE FLUORESCENTES COMPACTAS..................................................7 Espirais T2 Espirais alta potência Retas 2U e 3U Retas de alta potência Espirais

Leia mais

de Ambientes Automação

de Ambientes Automação Automação de Ambientes Este documento solução é de propriedade da ARTIERE e fica expressamente proibida a reprodução e/ou divulgação, sem a permissão por escrito da Artiere Comercial Ltda. Todos os direitos

Leia mais

FONTES DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA

FONTES DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA FONTES DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA Lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de 2011-11-23 Edição: 3ª. Substitui a edição de JUL

Leia mais

Fontes Artificiais de Luz: Características e Novas Tecnologias

Fontes Artificiais de Luz: Características e Novas Tecnologias 1 Encontro Nacional de Iluminação de Monumentos e Conjuntos Urbanos Protegidos Fonte Schréder Mercado Municipal de São Paulo Projeto: Franco & Fortes Lighting Design Senzi Consultoria Luminotécnica Fontes

Leia mais

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer FONTES DE LUZ ARTIFICIAL HISTÓRICO Antes da invenção da lâmpada fogo, velas, lampiões a gás; Primeira lâmpada elétrica Thomas Edson, em 1879;

Leia mais

LABORATÓRIO CASEIRO DE FÍSICA MODERNA * 1

LABORATÓRIO CASEIRO DE FÍSICA MODERNA * 1 LABORATÓRIO CASEIRO DE FÍSICA MODERNA * 1 S. M. Arruda D. O. Toginho Filho Departamento de Física UEL Londrina PR Resumo A montagem de um laboratório de Física Moderna enfrenta um obstáculo muitas vezes

Leia mais

II ESTUDOS PRELIMINARES. Palavras-Chave eficiência energética, UFPR, luminosidade.

II ESTUDOS PRELIMINARES. Palavras-Chave eficiência energética, UFPR, luminosidade. SUBSTITUIÇÃO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DO ESTACIONAMENTO DOS BLOCOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DE CIÊNCIAS EXATAS DO CENTRO POLITÉCNICO DA UFPR: UM ESTUDO DA VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Mateus Alves Berbick

Leia mais

LED - ILUMINAÇÃO DE ESTADO SÓLIDO

LED - ILUMINAÇÃO DE ESTADO SÓLIDO LED - ILUMINAÇÃO DE ESTADO SÓLIDO Marcelle Gusmão Rangel, Paula Barsaglini Silva, José Ricardo Abalde Guede FEAU/UNIVAP, Avenida Shisima Hifumi 2911, São José dos Campos - SP marcellerangel@gmail.com,

Leia mais

Introdução Teórica Aula 4: Potenciômetros e Lâmpadas. Potenciômetros. Lâmpadas. EEL7011 Eletricidade Básica Aula 4

Introdução Teórica Aula 4: Potenciômetros e Lâmpadas. Potenciômetros. Lâmpadas. EEL7011 Eletricidade Básica Aula 4 Introdução Teórica Aula 4: Potenciômetros e Lâmpadas Potenciômetros Um potenciômetro é um resistor cujo valor de resistência é variável. Assim, de forma indireta, é possível controlar a intensidade da

Leia mais

CONGRESSO SAMPE-2015 FIBRAS DE CARBONO HISTÓRICO E APLICAÇÕES PRÁTICAS

CONGRESSO SAMPE-2015 FIBRAS DE CARBONO HISTÓRICO E APLICAÇÕES PRÁTICAS CONGRESSO SAMPE-2015 FIBRAS DE CARBONO HISTÓRICO E APLICAÇÕES PRÁTICAS O QUE É A FIBRA DE CARBONO? É um polímero carbonizado! Precursores da Fibra de carbono Poliacrilonitrila Teor de carbono fixo: 40-45%

Leia mais

LÂMPADAS PARA ILUMINAÇÃO DE

LÂMPADAS PARA ILUMINAÇÃO DE Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Elétrica LÂMPADAS PARA ILUMINAÇÃO DE INTERIORES Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Lâmpadas Lâmpadas Incandescentes Lâmpadas para Iluminação Pública e para Grandes

Leia mais

TÉCNICO EM REDE DE COMPUTADORES

TÉCNICO EM REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL TÉCNICO EM REDE DE COMPUTADORES Fundamentos de Eletricidade e Telecomunicações Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Eletricidade

Leia mais

LÂMPADAS DE DESCARGA. Lâmpadas de descarga

LÂMPADAS DE DESCARGA. Lâmpadas de descarga LÂMPADAS DE DESCARGA Lâmpadas de descarga As lâmpadas de descarga de alta pressão são as mais eficientes fontes de luz artificial. Elas fornecem um grande pacote de luz através de lâmpadas muito pequenas.

Leia mais

Introdução à luminotécnica. Introdução à luminotécnica. Introdução à luminotécnica. Introdução à luminotécnica

Introdução à luminotécnica. Introdução à luminotécnica. Introdução à luminotécnica. Introdução à luminotécnica Lâmpadas e Comandos Iluminação - Grandezas de Luminotécnica; - Iluminação Incandecente; - Iluminação fluorescente; - Lâmpadas de descarga de alta pressão; - Interruptores. Conceitos básicos de luminotécnica

Leia mais

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer LÂMPADAS A VAPOR DE MERCÚRIO São lâmpadas de descarga à alta pressão. Há no interior da lâmpada um tubo de descarga de quartzo que suporta altas

Leia mais

GE Iluminação. imagination at work

GE Iluminação. imagination at work GE Iluminação imagination at work A escolha entre os vários tipos de iluminação, tanto para os ambientes domésticos como para os ambientes de trabalho, deve ser orientada por critérios rigorosos. Sabe-se

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 1.007, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010. OS MINISTROS DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA E DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

Catálogo Comparativo

Catálogo Comparativo Catálogo Comparativo Upgrade nas vendas Com as lâmpadas compactas você sempre ganhou muito. Agora é a vez das lâmpadas de LED. Você ganhando muito mais! www.avantled.com.br facebook.com/avantlighting Catálogo

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO SESC MINAS Nº 0117/2014

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO SESC MINAS Nº 0117/2014 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO SESC MINAS Nº 0117/2014 1 1. OBJETO 1.1. Aquisição de materiais elétricos, lâmpadas e reatores, para iluminação das unidades do Sesc durante as campanhas Outubro

Leia mais

SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO

SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO SOLUÇÕES EM ILUMINAÇÃO HÁ 27 ANOS A LEMCA OFERECE AO MERCADO SOLUÇÕES INOVADORAS EM SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO QUE SOMAM PRODUTOS DE ALTA PERFORMANCE, EFICIÊNCIA ENERGÉTICA, ECONOMIA

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO ELÉTRICAS ESCOLA POLITÉCNICA DA USP PEA - LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO ELÉTRICAS ESCOLA POLITÉCNICA DA USP PEA - LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO ELÉTRICAS ESCOLA POLITÉCNICA DA USP PEA - LABORATÓRIO

Leia mais

Exemplo de uma planta de distribuição elétrica utilizando parte da simbologia acima.

Exemplo de uma planta de distribuição elétrica utilizando parte da simbologia acima. TOMADA NO PISO PONTO DE FORÇA 2 3 3w 4w INTERRUPTOR DE 1 SEÇÃO INTERRUPTOR DE 2 SEÇÕES INTERRUPTOR DE 3 SEÇÕES INTERRUPTOR THREE-WAY PARALELO INTERRUPTOR FR-WAY INTERMEDIÁRIO ACIONADOR DE CIGARRA CIGARRA

Leia mais

REATORES ELETROMAGNÉTICOS

REATORES ELETROMAGNÉTICOS REATORES ELETROMAGNÉTICOS Os reatores eletromagnéticos ORION são fabricados com os mais rígidos controles de qualidade conforme normas ABNT - NBR, COPEL (homologados tecnicamente), além de possuírem os

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 8

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 8 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 8 Permite o uso noturno das edificações e da cidade. Um bom projeto de iluminação deve garantir a possibilidade de executar uma tarefa visual

Leia mais

GE Iluminação. Lâmpadas Eletrônicas. Integradas e Não Integradas. imagination at work

GE Iluminação. Lâmpadas Eletrônicas. Integradas e Não Integradas. imagination at work GE Iluminação Lâmpadas Eletrônicas Integradas e Não Integradas imagination at work Economiza até % de energia* s e s Utilize as lâmpadas da GE para decorar seus ambientes. As lâmpadas Fluorescentes Compactas

Leia mais

Capítulo XII. Procedimentos de manutenção para economia de energia. Manutenção elétrica industrial. Conhecer melhor para administrar melhor

Capítulo XII. Procedimentos de manutenção para economia de energia. Manutenção elétrica industrial. Conhecer melhor para administrar melhor 50 Apoio Manutenção elétrica industrial Capítulo XII Procedimentos de manutenção para economia de energia Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* Um programa bem elaborado de manutenção é um ponto

Leia mais

Produtos LED Linha Alta Performance

Produtos LED Linha Alta Performance Produtos LED Linha Alta Performance Fichas Técnicas / Setembro 2014 Rev.2.1 Lâmpada Tubular LED Lâmpada Tubular LED Lâmpada Tubular HO LED Lâmpada Tubular LED Lâmpada Tubular LED Lâmpada Tubular LED Lâmpada

Leia mais

ANALÍTICA V 1S 2013. Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa

ANALÍTICA V 1S 2013. Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa ANALÍTICA V 1S 2013 Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA Espectrometria de Absorção Atômica - Parte I Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

Leia mais

Manual de Luminotécnica

Manual de Luminotécnica Apostila auxiliar da disciplina ENE-065 para o curso de Engenharia Elétrica da UFJF Manual de Luminotécnica Prof. Rodrigo Arruda Felício Ferreira 2010 Sumário Grandezas e conceitos... 1 Tipos e características

Leia mais

Energias de ionização (ev) 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª X 5,4 75,6 122,4 Y 13,6 35,2 54,9 77,4 113,9 138,1 739,1 871,1

Energias de ionização (ev) 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª X 5,4 75,6 122,4 Y 13,6 35,2 54,9 77,4 113,9 138,1 739,1 871,1 1. (Cefet MG 2014) Na tabela a seguir, estão representadas as energias de ionização de dois elementos X e Y pertencentes ao segundo período do quadro periódico. Elementos Energias de ionização (ev) 1ª

Leia mais

ENSAIOS DE EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA. Juliana Iwashita

ENSAIOS DE EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA. Juliana Iwashita ENSAIOS DE EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Juliana Iwashita 1 PROJETOS E CONSULTORIAS A EXPER desenvolve projetos e consultorias especializadas nas seguintes áreas: Certificações de produtos de iluminação

Leia mais

LUMINOTÉCNICA E LÂMPADAS ELÉTRICAS

LUMINOTÉCNICA E LÂMPADAS ELÉTRICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA LUMINOTÉCNICA E LÂMPADAS ELÉTRICAS ELABORADO POR: Paula Campos Fadul de Freitas REVISÃO 1: Victor de Paula e Silva REVISÃO 2: Lucas de

Leia mais

PROJETOR 1 LED O Projetor1LED foi desenvolvido para substituir a iluminação tradicional de projetores em halogêneo e Iodetos metálicos. A redução dos consumos pode chegar a %. Liga diretamente à rede elétrica

Leia mais

Iluminação artificial: Tipos de lâmpada Sistemas de iluminação Exemplos

Iluminação artificial: Tipos de lâmpada Sistemas de iluminação Exemplos Iluminação artificial: Tipos de lâmpada Sistemas de iluminação Exemplos Lâmpadas são fontes elementares de luz elétrica. Podemos proteger, refletir, refratar,filtrar, dimerizar, ou simplesmente expor as

Leia mais

Tabel e a l P rió dica

Tabel e a l P rió dica Tabela Periódica Desenvolvimento histórico da Tabela Periódica Dmitri Mendeleev (1834-1907 ) Escreveu em fichas separadas as propriedades (estado físico, massa, etc) dos elementos químicos. Enquanto arruma

Leia mais

Iluminação REGULAMENTO (EC) No 244/2009 de 18 Março 2009 Eco-Design Iluminação / Sector Doméstico Lâmpadas Domésticas não Direccionais Phase-Out

Iluminação REGULAMENTO (EC) No 244/2009 de 18 Março 2009 Eco-Design Iluminação / Sector Doméstico Lâmpadas Domésticas não Direccionais Phase-Out Iluminação REGULAMENTO (EC) No 244/2009 de 18 Março 2009 Eco-Design Iluminação / Sector Doméstico Lâmpadas Domésticas não Direccionais Phase-Out das Lâmpadas Incandescentes REGULAMENTO (EC) No 245/2009

Leia mais

HIGIENE DO TRABALHO LUMINOTÉCNICA

HIGIENE DO TRABALHO LUMINOTÉCNICA HIGIENE DO TRABALHO LUMINOTÉCNICA ÍNDICE I A iluminação no trabalho I.1 A aplicação norma regulamentadora NR 17 do Ministério do Trabalho I.2 Iluminação de Interiores NBR 5413 da ABNT I.3 Como selecionar

Leia mais

Manuais Elektro de Eficiência Energética. Segmento Industrial. Uma publicação da Elektro - Eletricidade e Serviços S.A.,

Manuais Elektro de Eficiência Energética. Segmento Industrial. Uma publicação da Elektro - Eletricidade e Serviços S.A., Segmento Industrial Uma publicação da Elektro - Eletricidade e Serviços S.A., dentro das ações do Programa de Eficiência Energética. Publicação elaborada com base nos Manuais de Administração de Energia

Leia mais

As lâmpadas LED oferecem as mesmas intensidades luminosas (lúmens [lm]) das lâmpadas tradicionais, porém consumindo menos Watts.

As lâmpadas LED oferecem as mesmas intensidades luminosas (lúmens [lm]) das lâmpadas tradicionais, porém consumindo menos Watts. As lâmpadas LED oferecem as mesmas intensidades luminosas (lúmens [lm]) das lâmpadas tradicionais, porém consumindo menos Watts. Incandescente E27 E14 LED Lúmens 100W 1400 1300 1350lm 16W 1200 1100 1000

Leia mais

2) Neste resistor consegue-se verificar diretamente a corrente, pois se tem: Como o resistor é linear, a forma de onda é idêntica a da corrente;

2) Neste resistor consegue-se verificar diretamente a corrente, pois se tem: Como o resistor é linear, a forma de onda é idêntica a da corrente; Objetivo do teste Verificar os picos de corrente gerados por circuitos de lâmpadas de vapor Metálico (Mercúrio, Sódio, etc.) de lâmpadas fluorescentes compactas e lâmpadas incandescentes. Procedimentos

Leia mais

Universidade Federal do Paraná - Curso de Engenharia Elétrica Laboratório de Engenharia Elétrica V TE067

Universidade Federal do Paraná - Curso de Engenharia Elétrica Laboratório de Engenharia Elétrica V TE067 Universidade Federal do Paraná - Curso de Engenharia Elétrica Laboratório de Engenharia Elétrica V TE067 Resistores Fixos de Película de Carbono ou Película Metálica Prof. Dr. Ewaldo L. M. Mehl, UFPR,

Leia mais

Uso da Tecnologia de Estado Sólido (LEDs) na Iluminação Pública. Autor: João Gabriel Pereira de Almeida Rio de Janeiro 24 de maio de 2005

Uso da Tecnologia de Estado Sólido (LEDs) na Iluminação Pública. Autor: João Gabriel Pereira de Almeida Rio de Janeiro 24 de maio de 2005 Uso da Tecnologia de Estado Sólido (LEDs) Autor: João Gabriel Pereira de Almeida Rio de Janeiro 24 de maio de 2005 O que é o LED (light emitting diode)*? Diodo semicondutor: dispositivo eletrônico que

Leia mais

HISTORIA DA ELETRICIDADE

HISTORIA DA ELETRICIDADE 1 HISTORIA DA ELETRICIDADE RESUMO OS PRIMEIROS PASSOS Grécia Antiga - Tales descobre as propriedades do âmbar. Ásia Menor descobre-se as propriedades de um pedaço de rocha atrair pequenos pedaços de ferro

Leia mais

www.sokoprodutos.com.br

www.sokoprodutos.com.br www.sokoprodutos.com.br @sokoprodutos Oficial Fornecedor: PETROBRAS, CSN, PROCTER & GAMBLE Sistema de Lâmpada Trifósforo de Indução since 1975 Lâmpadas de 4ª geração Rua Geraldo José de Almeida, 58 - Jordanópolis

Leia mais

PROJETO DE ILUMINAÇÃO DE AMBIENTES INTERNOS ESPECIAIS

PROJETO DE ILUMINAÇÃO DE AMBIENTES INTERNOS ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PROJETO DE GRADUAÇÃO PROJETO DE ILUMINAÇÃO DE AMBIENTES INTERNOS ESPECIAIS THIAGO MORAIS SIRIO FIORINI VITÓRIA

Leia mais

ATA DE REGISTRO DE PREÇO Nº 051/2015

ATA DE REGISTRO DE PREÇO Nº 051/2015 Página 1 de 7 PREGÃO PRESENCIAL Nº 036/2015 OBJETO: REGISTRO DE PREÇOS PARA EVENTUAL E FUTURA AQUISIÇÃO DE MATERIAIS ELÉTRICOS DE ALTA TENSÃO para recomposição e manutenção do estoque do almoxarifado,

Leia mais

Luminárias a Led na iluminação pública: características técnicas e viabilidade econômica

Luminárias a Led na iluminação pública: características técnicas e viabilidade econômica 40 Capítulo V Luminárias a Led na iluminação pública: características técnicas e viabilidade econômica Por Roberto Sales* As luminárias a Led para iluminação pública (IP) já estão em uso em muitas cidades

Leia mais

A influência das. lâmpadas na gravação

A influência das. lâmpadas na gravação A influência das lâmpadas na gravação Uma boa gravação garante a qualidade da impressão e a durabilidade da matriz. Veja como as lâmpadas influenciam esse processo Por Márcio Moraes dos Santos, da Vision-Cure

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO PARA PROJETOS ESTRUTURANTES

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO PARA PROJETOS ESTRUTURANTES Esclarecimentos Concorrência nº 002.081016.14.0 Objeto: contratação de empresa ou consórcio de empresas para a execução das OBRAS INTEGRANTES DO PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DA ORLA DO GUAÍBA trecho 1. Solicitamos

Leia mais

Aula 1. 1. Introdução

Aula 1. 1. Introdução Aula 1 Nesta aula, iniciaremos nosso estudo sobre a física básica dos plasmas, onde iremos definir o que é plasma, mostraremos alguns exemplos e discutiremos, brevemente a evolução das pesquisas na área.

Leia mais

Educação Ambiental: O caso das lâmpadas usadas

Educação Ambiental: O caso das lâmpadas usadas Artigo Técnico Educação Ambiental: O caso das lâmpadas usadas Andréa Campos Brandão, Lôla Maria Braga Gomes e Júlio Carlos Afonso Instituto de Química - Universidade Federal do Rio de Janeiro e-mail: julio@iq.ufrj.br

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Catálogo 2015 2016 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Há muitas formas de perceber uma oportunidade. Muitas tentativas de encontrar a decisão certa para reduzir custos e tornar seu negócio mais lucrativo. Estar preparado

Leia mais

Eficiência Energética na Iluminação Pública

Eficiência Energética na Iluminação Pública ISSN 1984-9354 Eficiência Energética na Iluminação Pública Pedro Paulo dos Santos (LATEC/UFF) ppsantos28@hotmail.com Resumo: A iluminação pública tem papel de grande importância em uma sociedade, pois

Leia mais

nano 1 2 a luz sustentável

nano 1 2 a luz sustentável nano 1 2 a luz sustentável 1 nano CARACTERISTicas LUMINária Design: A. Baré DESCRIção A Nano 1 é um bom exemplo de design inteligente. Baseada no conceito da miniaturização, esta luminária pode ser utilizada

Leia mais

Aluno (a): Nº. Disciplina: Química Goiânia, / / 2014

Aluno (a): Nº. Disciplina: Química Goiânia, / / 2014 Lista de Exercícios Aluno (a): Nº. Professora: Núbia de Andrade Série: 1º ano (Ensino médio) Turma: Disciplina: Química Goiânia, / / 2014 01) A mudança de fase denominada sublimação ocorre quando a) o

Leia mais

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos Materiais cerâmicos e vítreos Materiais inorgânicos e não-metálicos processados e / ou usados a elevadas temperaturas Cerâmicas / argilas / silicatos das mais velhas indústrias humanas (15000 AC) resistentes

Leia mais

Alternativa eficiente e segura para destinação de lâmpadas fluorescentes!

Alternativa eficiente e segura para destinação de lâmpadas fluorescentes! Alternativa eficiente e segura para destinação de lâmpadas fluorescentes! Um produto: POR QUE UTILIZAR LÂMPADAS FLUORESCENTES? QUAL É O FATOR PRIMORDIAL QUE LEVA AO AUMENTO DE CONSUMO NO USO DE LÂMPADAS

Leia mais

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA 14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração

Leia mais

12:00 Lunch 13:00 Agregando valor através da escolha correta Thomas Linkenheil, Trelleborg

12:00 Lunch 13:00 Agregando valor através da escolha correta Thomas Linkenheil, Trelleborg 0 Agenda 8:30 Registration Coffee 9:00 Value Added Packaging Rainer Kuhn, PrintCity 9:30 Desafios na Indústria de embalagem de Dr. Bernhard Fritz, SunChemical papelão 10:10 Agregando Valor através de tecnologias

Leia mais

29/01/2010 SEMÁFOROS A LED CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. Objetivo. Avaliar a viabilidade técnica e. econômica das lâmpadas para focos de

29/01/2010 SEMÁFOROS A LED CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. Objetivo. Avaliar a viabilidade técnica e. econômica das lâmpadas para focos de UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SEMÁFOROS A LED Mário Cesar G. Ramos CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Objetivo Avaliar a viabilidade técnica e econômica das lâmpadas para

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA LÂMPADAS A VAPOR DE METÁLICO DME SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJETIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 03 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições

Leia mais

Iluminação para Galpões

Iluminação para Galpões Iluminação para Galpões Low Bay 50 Watts Luminária Industrial para pé direito até 4 mts. Iluminação com leds de alta potencia para galpões Luminária Hi-Bay 120 Watts Luminária Industrial para pé direito

Leia mais

LEDs - Origem, atualidade, aplicações e futuro, por Mauri Luiz da Silva

LEDs - Origem, atualidade, aplicações e futuro, por Mauri Luiz da Silva Introdução Ao iniciarmos este trabalho on-line, quero registrar alguns detalhes que são fundamentais em relação a forma de melhor aproveitar e ganhar conhecimentos com este curso, como de resto em qualquer

Leia mais

Prof. Joel Brito Edifício Basílio Jafet - Sala 102a Tel. 3091-6925 jbrito@if.usp.br. http://www.fap.if.usp.br/~jbrito

Prof. Joel Brito Edifício Basílio Jafet - Sala 102a Tel. 3091-6925 jbrito@if.usp.br. http://www.fap.if.usp.br/~jbrito Prof. Joel Brito Edifício Basílio Jafet - Sala 102a Tel. 3091-6925 jbrito@if.usp.br http://www.fap.if.usp.br/~jbrito Semana passada Experimento 2 Queremos entender como uma lâmpada incandescente funciona.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA PROPOSTA DE REATORES ELETRÔNICOS PARA ILUMINAÇÃO COM ALTO DESEMPENHO. Aziz Elias Demian Junior Janeiro

Leia mais

Corte e Goivagem pelo Processo PLASMA

Corte e Goivagem pelo Processo PLASMA Senai RJ Volta Redonda Corte e Goivagem pelo Processo PLASMA Edson Urtado O histórico... Processo desenvolvido nos anos 50; No início o plasma foi desenvolvido para o corte do aço inóx e alumínio; Alto

Leia mais

Heraeus Noblelight Aquecimento infravermelho na indústria plástica

Heraeus Noblelight Aquecimento infravermelho na indústria plástica Heraeus Noblelight Aquecimento infravermelho na indústria plástica Freddy Baruch 16 Setembro 2015 Page 1 SAUDAÇÃO BOM DIA! Page 2 APRESENTAÇÃO Page 3 APRESENTAÇÃO Quem somos - Apresentação Pessoal Freddy

Leia mais

Universidade Paulista - UNIP Instituto de Ciência Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia Elétrica Modalidade Eletrônica. Instrumentação e Controle

Universidade Paulista - UNIP Instituto de Ciência Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia Elétrica Modalidade Eletrônica. Instrumentação e Controle Universidade Paulista - UNIP Instituto de Ciência Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia Elétrica Modalidade Eletrônica Instrumentação e Controle TERMORESISTENCIAS 1.0 TERMORESISTENCIAS 1.1 Introdução

Leia mais

Auditoria. Iluminação Pública. Vamos apagar as Luzes para Acender as Estrelas. Projeto DSR

Auditoria. Iluminação Pública. Vamos apagar as Luzes para Acender as Estrelas. Projeto DSR Auditoria Iluminação Pública Projeto DSR Vamos apagar as Luzes para Acender as Estrelas O dia de amanhã Amanhã teremos muito menos fontes de energia do que temos hoje. Hoje podemos tomar medidas para evitar

Leia mais

Aula 2: O estudo da matéria

Aula 2: O estudo da matéria KROTON S.A. UNIC EDUCACIONAL LTDA. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2015/1 Aula 2: O estudo da matéria A Matéria Conceitos; Tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. - O que é massa? - Como se afere a massa de

Leia mais

Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02

Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02 Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02 1 CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Profa. Dra. Adélia Lima Email: amlsilva0603@gmail.com à Química Aplicada 2 A disciplina Química Aplicada aborda os conteúdos básicos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Goiás Pró-Reitoria de Administração e Finanças

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Goiás Pró-Reitoria de Administração e Finanças 1 de 7 01/12/2014 10:25 PREGÃO ELETRÔNICO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Goiás Pró-Reitoria de Administração e Finanças Pregão Eletrônico Nº 00052/2014(SRP) - Pregão abandonado RESULTADO

Leia mais

Outras configurações de montagem mediante pedido

Outras configurações de montagem mediante pedido 243 4-9m simples a cidade vista através de um prisma de luz com braço duplo e luminárias apoiadas 680 680 Graças ao seu difusor em vidro Ø110 prismático a Cristella desempenha um papel importante na criação

Leia mais

Investigação e Desenvolvimento

Investigação e Desenvolvimento Investigação e Desenvolvimento Título: Lâmpadas LED vs Lâmpadas Normais. Caso de estudo (trabalho de investigação realizado no âmbito da disciplina de proteção ambiental) Autor: SAj António Coelho (Curso

Leia mais

Lâmpadas MASTER LED. Veja do que a luz é capaz

Lâmpadas MASTER LED. Veja do que a luz é capaz Lâmpadas MASTER LED SPOT - Serviço Philips de Orientação Técnica Fone: 0800 979 19 25 E-mail: luz.spot@philips.com www.philips.com/masterled Veja do que a luz é capaz Especifi cações e informações técnicas

Leia mais

MANUAL DE ILUMINAÇÃO EFICIENTE

MANUAL DE ILUMINAÇÃO EFICIENTE MANUAL DE ILUMINAÇÃO EFICIENTE PROCEL PROGRAMA NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Engº Pierre Rodrigues 1ª Edição - JULHO/2002 Índice ILUMINAÇÃO EFICIENTE... 3 1. INTRODUÇÃO... 4 2. PRINCÍPIOS

Leia mais

Boletim Te cnico. Tema: BT002 Fontes para lâmpadas UV

Boletim Te cnico. Tema: BT002 Fontes para lâmpadas UV Boletim Te cnico Tema: BT002 Fontes para lâmpadas UV As fontes para lâmpadas ultravioleta são os circuitos de potência responsáveis pela alimentação das lâmpadas de média pressão. São também conhecidas

Leia mais

GERADORES DE VAPOR GERADORES DE VAPOR

GERADORES DE VAPOR GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 DEFINIÇÃO: Geradores de Vapor (GV s) podem ser considerados

Leia mais

PRODETEC FERNANDO SOTO RODRIGUEZ

PRODETEC FERNANDO SOTO RODRIGUEZ PRODETEC FERNANDO SOTO RODRIGUEZ DESENVOLVIMENTO DE NOVO SISTEMA PARA CALIBRAÇÃO AUTOMÁTICA DE REATORES PARA LÂMPADAS DE VAPOR DE SÓDIO A ALTA PRESSÃO CURITIBA 2007 FERNANDO SOTO RODRIGUEZ DESENVOLVIMENTO

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA

INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA O fabricante aconselha um uso correcto dos aparelhos de iluminação!

Leia mais

Aula 5_2. Corrente Elétrica Circuitos CC Simples. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 5

Aula 5_2. Corrente Elétrica Circuitos CC Simples. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 5 Aula 5_2 Corrente Elétrica Circuitos CC Simples Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 5 Conteúdo Corrente elétrica e energia dissipada Fem real e receptor Potência elétrica Acoplamento

Leia mais

UMA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

UMA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA VAR UMA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ORAR IMAG SON INAR UMA REVOLUÇÃO NO MERCADO HAR TecnologiA Press plus Jatos de alta performance mesmo com baixa pressão de água* Exclusiva resistência Loren ultra Longa

Leia mais

c a s e Não evidenciar o espaço e sim as obras foi a tônica do projeto de iluminação. L U M E A R Q U I T E T U R A

c a s e Não evidenciar o espaço e sim as obras foi a tônica do projeto de iluminação. L U M E A R Q U I T E T U R A c a s e Não evidenciar o espaço e sim as obras foi a tônica do projeto de iluminação. 38 Uplight nas bases dos biombos, e downlight no ambiente geral, caracterizam a iluminação da exposição. Eternos tesouros

Leia mais

corus DESCRIÇÃO CARACTERÍSTICAS PROJECTOR VANTAGENS OPÇÕES MONTAGENS DIMENSÕES

corus DESCRIÇÃO CARACTERÍSTICAS PROJECTOR VANTAGENS OPÇÕES MONTAGENS DIMENSÕES CARACTERÍSTICAS PROJECTOR Estanquicidade: IP 66 (*) Resistência aos choques (vidro): IK 08 (**) Classe de isolamento eléctrico: I (*) Pesos (ex: 510 mm - vazio): 2,9 kg (*) segundo IEC - EN 598 (**) segundo

Leia mais

Potência ativa (W): é a que realmente produz trabalho, isto é, faz os motores e os transformadores funcionarem.

Potência ativa (W): é a que realmente produz trabalho, isto é, faz os motores e os transformadores funcionarem. Fator de Potência e sua correção A energia elétrica consumida em uma instalação industrial é composta basicamente por duas parcelas distintas, que são: BANCO DE CAPACITORES Nota: Energia consumida por

Leia mais

Lâmpadas LED GE energy smart

Lâmpadas LED GE energy smart GE Iluminação Lâmpadas imagination at work a iluminação se faz digital Principais aplicações Aplicações de iluminação dirigida e acentuada, em uso doméstico e comercial (hotéis, comércios, etc). ILUMINAÇÃO

Leia mais

Métodos Físicos de Análise - ABSORÇÃO ATÔMICA. Métodos Físicos de Análise MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE

Métodos Físicos de Análise - ABSORÇÃO ATÔMICA. Métodos Físicos de Análise MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE Métodos Físicos de Análise - ABSORÇÃO ATÔMICA Prof. Dr. Leonardo Lucchetti Mestre e Doutor em Ciências Química de Produtos Naturais NPPN/UFRJ Depto. de Química de Produtos Naturais Farmanguinhos Fiocruz

Leia mais

scala+lutecia MODELO GRANDE

scala+lutecia MODELO GRANDE scala+lutecia scala+lutecia MODELO GRANDE 8-10.8m Coluna com braço duplo (Scala Maxi) PONTO DE LUZ CONTEMPORÂNEO PARA A CIDADE 4577 1995 1995 Criada por Jean-Michel Wilmotte, a gama Lutecia foi especificamente

Leia mais

4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL

4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL 39 4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL 4.1 O Processo de absorção atômica A absorção de energia por átomos livres, gasosos, no estado fundamental, é a base da espectrometria

Leia mais

É hora de fabricar o aço

É hora de fabricar o aço É hora de fabricar o aço Introdução Mesmo quando os métodos de fabricação eram bastante rudimentares os artesãos da Antigüidade, na Ásia e, mais tarde, na Europa medieval, conseguiam fabricar o aço. O

Leia mais

I ENCONTRO NACIONAL DE ILUMINAÇÃO DE MONUMENTOS E CONJUNTOS URBANOS PROTEGIDOS ESCOLA DE MINAS DA UFOP OURO PRETO / MG. SET/2006

I ENCONTRO NACIONAL DE ILUMINAÇÃO DE MONUMENTOS E CONJUNTOS URBANOS PROTEGIDOS ESCOLA DE MINAS DA UFOP OURO PRETO / MG. SET/2006 I ENCONTRO NACIONAL DE ILUMINAÇÃO DE MONUMENTOS E CONJUNTOS URBANOS PROTEGIDOS ESCOLA DE MINAS DA UFOP OURO PRETO / MG. SET/2006 Prof. Luiz Fernando Rispoli Alves DECAT/EM/UFOP 2006 Base para a elaboração

Leia mais

O interesse da Química é analisar as...

O interesse da Química é analisar as... O interesse da Química é analisar as... PROPRIEDADES CONSTITUINTES SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS TRANSFORMAÇÕES ESTADOS FÍSICOS DOS MATERIAIS Os materiais podem se apresentar na natureza em 3 estados físicos

Leia mais

Capítulo VIII Automação e eficiência energética

Capítulo VIII Automação e eficiência energética 40 Capítulo VIII Automação e eficiência energética Por José Roberto Muratori e Paulo Henrique Dal Bó* Nos últimos anos, as questões relativas à preservação ambiental tomaram espaço nas mídias especializadas

Leia mais

ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL FONTES DE LUZ

ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL FONTES DE LUZ ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL FONTES DE LUZ INCANDESCENTES HALÓGENAS FLUORESCENTES DESCARGA EM ALTA PRESSÃO LEDS E OLEDS INCANDESCENTES HALÓGENAS FLUORESCENTES DESCARGA EM ALTA PRESSÃO MÓDULOS LED DAS MAIS ANTIGAS

Leia mais