FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO EM PORTUGAL EM 1993

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO EM PORTUGAL EM 1993"

Transcrição

1 INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Dissertação no Mestrado em Ciências Empresariais na dominante de Gestão do Design FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO EM PORTUGAL EM 1993 Raul Manuel da Silva Laureano Lisboa, Abril de 1995

2 «A imaginação é mais importante que o conhecimento.» Dissertação realizada sob a orientação do Professor Auxiliar Convidado António Gomes Mota do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

3 ÍNDICE Pág. I - INTRODUÇÃO...6 II - APRESENTAÇÃO DO SECTOR 1 - CONCEITO TIPOLOGIA DOS FII COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA DOS FII ANÁLISE DO SECTOR O SURGIMENTO DOS FII OS FII EXISTENTES COMPARAÇÕES COM OUTROS PRODUTOS FINANCEIROS ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE ANÁLISE CONCORRENCIAL Posição de força dos fornecedores Posição de força dos clientes Ameaça de entrada de novos concorrentes Ameaça de chegada de produtos de substituição Rivalidade entre as empresas do sector QUESTÕES ECONÓMICAS INFLUENCIADORAS DOS FII O REGIME FISCAL E SUA EVOLUÇÃO III - ESTUDOS 1 - O MERCADO IMOBILIÁRIO A DIVERSIFICAÇÃO A EVOLUÇÃO DO MERCADO AS «VACAS GORDAS» ( ) A CRISE ( ) Mercado de escritórios - Lisboa Mercado de habitação - Lisboa Mercado de espaços comerciais - Lisboa Mercado de armazéns - Grande Lisboa... 45

4 2 - ESTUDO DE COMPOSIÇÃO DE CARTEIRAS COMPONENTE IMOBILIÁRIA DA CARTEIRA QUANTO À FUNÇÃO QUANTO À ÁREA GEOGRÁFICA QUANTO AO ESTÁDIO DE DESENVOLVIMENTO COMPONENTE MOBILIÁRIA DA CARTEIRA FUNDOS ABERTOS VERSUS FUNDOS FECHADOS DETECÇÃO DE GRUPOS HOMOGÉNEOS DE CARTEIRAS ANÁLISE DE CLUSTERS ANÁLISE DE VARIÂNCIA AVALIAÇÃO DA RENDIBILIDADE DOS FUNDOS ABERTOS ABORDAGEM GENÉRICA OS ÚLTIMOS 8 MESES O PERÍODO DE 1987 A RELAÇÃO ENTRE CARTEIRA E PERFORMANCE CORRELAÇÃO LINEAR SIMPLES DEFINIÇÃO DE UM ÍNDICE PARA O SECTOR IV - CONCLUSÕES BIBLIOGRAFIA ANEXOS

5 QUADROS Pág. II Apresentação do sector 1 Limitações à composição do património Evolução dos fundos de investimento imobiliário Características dos fundos existentes em 31/Março/ Fundos imobiliários versus outros produtos Evolução dos de investimento mobiliário em número Evolução dos fundos de investimento mobiliário em valor Taxas de crescimento do PIB Indicadores económicos Influência nos FII de variáveis exógenas Títulos nacionais na posse de não residentes Incidência fiscal nos fundos imobiliários III Estudos 12 Actualização das rendas prediais Preços de escritórios em Lisboa Taxas de desocupação de escritórios Cidades preferidas pelos empresários Preços da habitação em Lisboa Preços dos espaços comerciais em Lisboa Valor das aplicações dos FII em 31/Dezembro/ Distribuição dos imóveis por função Distribuição geográfica dos imóveis Distritos preferidos pelos fundos de investimento imobiliário Grupos de produtos financeiros Composição dos grupos homogéneos Análise de variância Performance dos fundos abertos - rendibilidade e desvio-padrão Rendibilidades Anuais Análise de variância - rendibilidade e desvio-padrão Os melhores e os piores fundos quanto à rendibilidade Coeficientes de correlação Fundos representados no índice FII Evolução do índice FII... 91

6 GRÁFICOS Pág. III Estudos 1 Evolução das aplicações Carteira imobiliária Distribuição da carteira imobiliária Carteira mobiliária Distribuição da carteira mobiliária por grupos Carteira mobiliária - fundos abertos / fundos fechados Carteira imobiliária - fundos abertos / fundos fechados Evolução das aplicações - fundos abertos / fundos fechados Carteira mobiliária por grupos homogéneos Carteira imobiliária por grupos homogéneos Evolução do valor patrimonial líquido das unidades de participação77 12 Evolução do valor patrimonial líquido das unidades de participação78 13 Evolução do índice FII FIGURAS Pág. II Apresentação do sector 1 Modelo de Porter III Estudos 2 Distribuição do investimento imobiliário dos FII por distritos em 31/Dezembro/ Dendrograma Árvore de agrupamento Dendrograma - grupos homogéneos de performance... 83

7 I - INTRODUÇÃO Fundos de Investimento Imobiliário em Portugal no ano de 1993 é o tema de um trabalho de investigação, realizado no âmbito do Mestrado em Ciências Empresariais, na dominante de Gestão do Design, promovido pelo INDEG/ISCTE (Instituto para o Desenvolvimento da Gestão Empresarial / Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), visando a obtenção do grau de Mestre. A escolha do tema do trabalho resultou fundamentalmente de dois factos:? o primeiro de ordem motivacional do autor pelo mundo das finanças e, em particular, pelos diferentes produtos financeiros que se encontram à disposição dos investidores/aforradores.? o segundo resulta não só da constatação de que os fundos de investimento imobiliário são praticamente desconhecidos do grande público, apesar do número de fundos em actividade ter aumentado bastante nos últimos anos, como do muito pouco que tem sido escrito sobre este produto. Como consequência da existência de pouca «literatura» sobre os fundos imobiliários, é objectivo deste trabalho estudar com a profundidade possível este sector, bem como elaborar uma análise de composição de carteiras e de rendibilidades dos principais fundos. Como em qualquer trabalho de investigação, a grande dificuldade reside na obtenção de dados, quer qualitativos, quer quantitativos. Esta situação tornase mais complicada quando algumas pessoas com a possibilidade de contribuírem para um bom trabalho não recebem os investigadores ou, quando o fazem, escondem as principais informações. Nesta investigação tal situação repetiu-se constantemente, pelo que a recolha dos dados quantitativos teve que ser feita consultando os boletins de cotações da Bolsa de Valores de Lisboa, ficando pois sujeita a eventuais erros de publicação, enquanto os dados de carácter qualitativo foram obtidos através de entrevistas com pessoas ligadas ao sector. Pág. 6

8 Para além de uma breve introdução e da síntese das principais conclusões obtidas, este trabalho encontra-se dividido em duas partes distintas. Numa primeira parte, procura-se caracterizar o meio envolvente em que a actividade dos fundos de investimento imobiliário se desenrola e qual o seu impacto no desempenho dos fundos. Na segunda parte, são caracterizadas as carteiras dos fundos, procurando, ao mesmo tempo, detectar grupos de fundos abertos com carteiras e rendibilidades semelhantes. Em anexo encontram-se todos os dados quantitativos utilizados na elaboração deste trabalho. No total, cerca de 99 páginas, 25 mil palavras e 141 mil caracteres. Fica a esperança de que todo este trabalho venha contribuir de alguma forma para um maior conhecimento e desenvolvimento deste produto financeiro. Por fim, é meu desejo agradecer a todos aqueles que, de algum modo, contribuíram para a realização deste trabalho. Ao INDEG/ISCTE e, em especial, à Drª Clementina Silva da Direcção do referido Instituto pela possibilidade que me deu de frequentar o mestrado e pelo constante incentivo para que o trabalho chegasse ao fim com todos os objectivos atingidos. Ao orientador da dissertação, Professor António Gomes Mota, por todo o seu empenho durante a execução do trabalho. À Professora Doutora Elizabeth Reis pela sua disponibilidade para esclarecer todas as dúvidas e, em especial, as relacionadas com o tratamento estatístico dos dados. A todas as Sociedades Gestoras que gentilmente colaboraram no difícil processo de recolha de informações. Um apreço muito especial para o Dr. Pág. 7

9 Pedro Gaivão da IMOVEST e para o Dr. Manuel José Valadas Gonçalves da SILVIP pelo interesse que demonstraram por este trabalho. Ao Dr. Nuno Melo Alves, consultor da P&I, por todos os esclarecimentos prestados sobre o sector imobiliário. À D. Susete Lourenço, responsável pela biblioteca da Bolsa de Valores de Lisboa, pela prontidão com que pôs à minha disposição todas as publicações produzidas pela Bolsa de Valores. Ao Sr. Rui Miguel Dória pelo processamento de texto e pela intodução dos dados no SPSS. Finalmente à minha família por todo o apoio logístico prestado, e, em especial, à minha mulher Teresa pelo incentivo que sempre me deu ao longo de todo o trabalho. Pág. 8

10 II - APRESENTAÇÃO DO SECTOR 1 - CONCEITO A legislação portuguesa contemplou pela primeira vez os fundos de investimento imobiliário no decreto-lei nº 246/85 de 12 de Julho, entretanto revogado. O decreto-lei nº 229-C/88 de 4 de Julho é o que actualmente regula os fundos, definindo, no seu artigo 2º, fundo de investimento como um «conjunto de valores resultantes de investimentos de capitais recebidos do público e representados por certificados de participação» tendo «por fim exclusivo a constituição de uma carteira diversificada de valores mobiliários ou imobiliários, permitindo a divisão dos riscos e a rentabilidade das aplicações». A administração dos fundos de investimento deve ser exercida por uma sociedade gestora, sendo, no entanto, possível 1 a gestão dos fundos por bancos comerciais ou de investimento e por sociedades de investimento. De acordo com a legislação, os fundos de investimento têm a si ligadas quatro entidades com funções diversas: sociedade gestora que tem a seu cargo a gestão colectiva das poupanças individuais dos participantes no fundo, aplicando-as profissionalmente em valores mobiliários, imobiliários ou monetários. A gestão colectiva do investimento procura articular da melhor forma a problemática do trinómio rendibilidade, risco e liquidez, para além de lhe ser atribuída uma série de vantagens e algumas desvantagens que o investidor directo, nos mercados mobiliários e imobiliários, não teria. Assim, verifica-se que, ao se juntar um conjunto de poupanças individuais num fundo de investimento, obtêm-se melhores condições para diversificar as aplicações e, consequentemente, para reduzir o risco, ao mesmo tempo que 1 Nos fundos de investimento fechados. Vide tipologia dos fundos, página 13. Pág. 9

11 o profissionalismo no investimento consegue aproveitar as boas oportunidades de investimento com custos de transacção suportados na aquisição e venda de activos minimizados, aumentando assim a rendibilidade do investimento. Por outro lado, os aforradores ficam com unidades de participação que são títulos com boa liquidez. No caso dos fundos fechados, a liquidez torna-se reduzida na medida em que poucos são os fundos que se encontram cotados nas Bolsas de Valores, e que, ainda assim, apresentam um volume de transacções muito baixo. Para além das vantagens 2 anteriormente referidas, poderão ser mencionadas outras que os investidores directos não teriam, como uma maior segurança no investimento conseguida pela existência de uma série de regras prudenciais e como a obtenção de benefícios fiscais na aquisição de imóveis (não pagamento de sisa e de contribuição autárquica). Como desvantagem principal para o participante do fundo temos o seu afastamento das decisões directas de gestão. Em conclusão poder-se-á dizer que o investimento indirecto no imobiliário, via subscrição de unidades de participação em Fundos de Investimento Imobiliário tem as vantagens do imobiliário directo e atenua as suas desvantagens; entidade depositária, normalmente um banco, que recebe em depósito e administra os valores detidos pelo fundo, ou seja, que tem a seu cargo o processamento das subscrições e resgates, a prestação de serviços de custódia, a administração de valores e a prestação de informação aos participantes no fundo; 2 Vide Peixoto, A. C. e Antunes, P. E., "Fundos de Investimento: análise, gestão e performance", Texto Editora, Lisboa, p.p , Pág. 10

12 entidade comercializadora, normalmente um banco ou uma seguradora, que trata da comercialização do fundo (certificados de participação) junto dos potenciais participantes. Por vezes esta função é também desempenhada pela entidade depositária; entidade supervisora, que exerce supervisão e auditoria institucional sobre a actividade do fundo e das entidades gestores e depositárias. Paralelamente, colabora na produção dos regulamentos que delimitam a actividade dos fundos e contribui para a definição da fiscalidade aplicável sobre os rendimentos dos fundos. As entidades supervisoras são autoridades governamentais ou sob tutela governamental. Após o que já foi referido, convém esclarecer alguns conceitos estreitamente relacionados com os fundos: participantes, que são os aforradores particulares ou entidades colectivas que investiram no fundo; unidades de participação (UP), que são as partes que compõem o fundo e cuja posse confere ao participante a titularidade de uma parte correspondente do património de valores que compõe o fundo; certificados de participação (CP), que titulam as unidades de participação em múltiplos de dez. Os certificados podem ser físicos ou desmaterializados, e nominativos ou ao portador; valor patrimonial líquido (VPL), que corresponde ao valor pro-rata de cada unidade de participação em que se divide o património do fundo, calculada, em cada momento, pelo rácio do património líquido do fundo e o número de unidades de participação em circulação. O valor global do património é calculado mediante a valorização em função dos preços de mercado ou de outros que se convencionem adequados, do conjunto de valores integrantes do património. O valor patrimonial líquido, como o seu nome indica, é líquido das despesas correntes suportadas pelo fundo, incluindo a comissão de gestão todas as demais despesas que lhe sejam legalmente imputáveis; Pág. 11

13 valores imobiliários, que são os imóveis inscritos no registo predial como integrantes de um fundo de investimento e as participações superiores a 50% do capital de sociedades que tenham as suas acções cotadas nas bolsas de valores e que se dediquem exclusivamente à aquisição, venda, arrendamento e exploração de imóveis; avaliação do património do fundo, que é efectuada de forma distinta caso se esteja perante valores mobiliários (dinheiro e/ou títulos da dívida pública) ou imobiliários. Para as aplicações mobiliárias quantifica-se o dinheiro em carteira (numerário e depósitos bancários) e faz-se uma valorização dos títulos de dívida pública com base na sua cotação no mercado. Para os bens imóveis, a avaliação é feita por dois peritos independentes, nomeados de comum acordo entre a sociedade gestora e os depositários e aprovados pelo Banco de Portugal. Com base nessa avaliação e numa taxa de valorização previsional dos bens imobiliários em carteira, é obtida uma taxa de valorização diária que servirá de base para a avaliação da carteira imobiliária. É de referir que sempre que se façam aquisições, alienações ou alterações de valor de imóveis ter-se-á que obter previamente um parecer dos peritos independentes sobre o valor dos imóveis em causa; comissões, que são os valores debitados aos participantes no processo de comercialização e gestão do fundo e remuneram as entidades gestora, depositária e comercializadora. As comissões podem ser de subscrição, de resgate e de gestão; preço de subscrição, que é o preço a pagar por cada unidade de participação no momento do investimento. Esse preço corresponde ao valor patrimonial líquido do fundo acrescido eventualmente da comissão de subscrição, que poderá ir até aos 4%; Pág. 12

14 preço de resgate, que é o preço obtido por cada unidade de participação, aquando do seu reembolso. Este preço corresponde ao valor patrimonial líquido do fundo deduzido da comissão de resgate, caso esta seja cobrada. O resgate das unidades de participação terá que ser solicitado no mínimo 3 dias antes da data pretendida, sendo normalmente aumentado este prazo de acordo com o número de unidades de participação a resgatar 3. A comissão de resgate é bastante alta (até 4% do montante aplicado no fundo) para que as sociedades gestoras assegurem uma maior estabilidade das participações, uma vez que penaliza fortemente o desinvestimento por parte dos participantes. 2 - TIPOLOGIA DOS FII Dos vários critérios de distinção dos fundos de investimento imobiliário, apenas farei referência a dois, por serem aqueles que têm maior potencial analítico. Assim, temos segmentações baseadas: 1) na composição da carteira - pelo facto da legislação permitir, nos dois primeiros anos, aos fundos o não cumprimento sistemático dos rácios de estrutura de carteira, nomeadamente do mínimo de 75% do valor líquido global do fundo aplicado em valores imobiliários, existem no mercado fundos com carteiras predominantemente e até exclusivamente mobiliárias. Assim, e de acordo com este critério, teremos:? fundos líquidos, que são aqueles que não cumprem os rácios de estrutura, ou seja, têm carteiras mobiliárias;? fundos puros, que são aqueles que cumprem os rácios, ou seja, são verdadeiros fundos imobiliários; 3 Quando para efectuar o reembolso seja necessário proceder à alienação de valores imobiliários, o respectivo pagamento poderá ser efectuado até um prazo de 12 meses. Pág. 13

15 2) na liquidez oferecida ao subscritor - este critério poderá ser dividido em dois, se considerarmos que temos liquidez quer na possibilidade de resgatar os certificados a qualquer momento, quer no facto de recebermos rendimentos periodicamente. Assim poderemos classificar os fundos em:? abertos, que são aqueles cujo o número de unidades de participação pode variar de acordo com a procura do mercado, ou seja, são permitidas subscrições e resgates a qualquer momento;? fechados, que são aqueles que têm o número de unidades de participação fixado no momento da emissão 4, ou seja, só é possível resgatar as unidades no momento da liquidação do fundo. Estes fundos têm um período de vida pré-definido, findo o qual poderá ser liquidado ou transformado num fundo aberto;? de rendimento ou de distribuição, que são aqueles que periodicamente distribuem rendimentos aos participantes;? de capitalização ou de acumulação, que são aqueles que visam a valorização do capital através do reinvestimento dos proveitos gerados. É de referir que, ao analisar-se a questão da liquidez dos fundos, deve-se ter em conta se o fundo está ou não cotado 5 em bolsa. Em caso afirmativo, o participante pode alienar ou adquirir unidades de participação a qualquer momento, sabendo, no entanto, que o preço de alienação ou aquisição não tem qualquer garantia de estar de acordo com o valor patrimonial líquido do fundo em causa. 4 Podendo esse número ser elevado em condições previstas no regulamento de gestão do fundo. 5 O Fundo Hispano Imobiliário foi o primeiro fundo de investimento imobiliário a ter cotação na Bolsa de Valores, o que aconteceu a 4 de Janeiro de 1991, quatro meses depois do fecho do fundo com um capital de 2 milhões de contos. Pág. 14

16 Classificando os fundos por liquidez crescente, verificamos que temos quatro configurações possíveis: 1. fundos fechados de capitalização; 2. fundos fechados de distribuição; 3. fundos abertos de capitalização; 4. fundos abertos de distribuição. 3 - COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA DOS FII De acordo com a portaria nº 422-B/88 de 4 de Julho o património dos fundos de investimento imobiliário, abertos ou fechados, só pode ser constituído por:? valores imobiliários;? numerário;? depósitos bancários;? títulos da dívida pública;? certificados de participação noutros fundos de investimento;? aplicações nos mercados interbancários. No que respeita aos rácios de estrutura, a legislação portuguesa já faz distinção entre os fundos abertos e os fundos fechados, apresentando-se da seguinte forma: Pág. 15

17 Quadro nº 1 Limitações à composição do património Limitações Um mínimo de 6% do valor líquido global do fundo será constituído por numerário, depósitos bancários, bilhetes do tesouro e aplicações nos mercados interbancários Os valores imobiliários não podem representar menos de 75% do valor líquido global do fundo Até 10% do seu valor líquido global, o património do fundo poderá ser constituído por terrenos destinados à execução de programas de construção, devendo, porém, ser alienados caso aqueles programas não tenham início no prazo de dois anos contados a partir da data da respectiva aquisição As participações superiores a 50% no capital de sociedades que se dediquem exclusivamente à aquisição, venda, arrendamento e exploração de imóveis, cotadas em bolsa, não podem representar mais de 25% do valor líquido global do fundo Não podem ser aplicados num único empreendimento mais de 20% do valor líquido global do fundo Fundos Fundos abertos fechados Sim Sim 6 Sim 6 Sim 6 Sim 6 Sim 6 Sim 6 Sim 6 É de referir que, apesar de ser possível por lei, as participações superiores a 50% no capital das sociedades que se dediquem exclusivamente à 6 As percentagens devem ser respeitadas a partir do início do terceiro exercício do fundo, devendo ser regularizadas no prazo máximo de um ano as situações de desconformidade resultantes da alteração dos valores venais dos bens ou do exercício do direito de reembolso pelos participantes dos fundos abertos. Pág. 16

18 aquisição, venda, arrendamento e exploração de imóveis, na prática tal não sucede pela necessidade de se verificarem simultaneamente três condições:? existirem sociedades que se dediquem exclusivamente àquelas actividades;? existirem sociedades com estas características cotadas em bolsa;? existir a possibilidade de aquisição de uma participação superior a 50%. 4 - ANÁLISE DO SECTOR O SURGIMENTO DOS FII O governo, procurando incentivar o sector imobiliário em geral, e o da construção e obras públicas em particular, com vista à recuperação económica do país, criou legislação específica para o sector (DL nº1/87 de 3 de Janeiro e D.L. nº 237/87 de 12 de Junho). O governo pretendia com a criação dos fundos de investimento imobiliário aumentar as poupanças ao mesmo tempo que tentava a sua mobilização para investimentos no sector imobiliário, traduzindo-se em efeitos positivos nas indústrias de construção e no mercado de arrendamento de imóveis para habitação e para escritórios. Foi assim que surgiram em os primeiros fundos de investimento imobiliário (Fundimo, Imovest, Geoger e Vip), lançados numa altura de forte reanimação do mercado financeiro português com o aparecimento de novos produtos alternativos às formas tradicionais de aplicação de poupanças, alguns dos quais a perspectivarem formas de remuneração, porventura, mais atraentes. Estes fundos, inseridos no sector imobiliário, e situados entre 7 Apesar da legislação que cria os fundos de investimento imobiliário datar de 12 de Julho de 1985, só em Maio de 1987 aparece o primeiro fundo - Fundimo -, devendo-se este lapso de tempo ao facto de só em Janeiro de 1987 terem sido estabelecidos incentivos fiscais à actividade dos fundos imobiliários. Pág. 17

19 produtos de alto risco e o tradicional depósito a prazo, visavam propiciar aos participantes uma rendibilidade segura e razoável numa perspectiva de médio e longo prazo, ao mesmo tempo que contribuíam para a estabilização da poupança de uma larga faixa de aforradores e para a dinamização do mercado de arrendamento. Os fundos Fundimo, Imovest e Vip surgiram naturalmente visto que as suas instituições depositárias, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Predial Português e Montepio Geral, estavam já ligadas ao imobiliário, nomeadamente através do crédito à habitação OS FII EXISTENTES Neste levantamento só foram considerados os fundos que iniciaram a sua actividade até ao último dia do mês de Março de O quadro nº 2 mostra o número de fundos e de sociedades gestoras existentes no último dia de cada ano, e para o caso de 1994 consideram-se apenas aqueles existentes até ao dia 31 de Março. A este respeito, importa referir os seguintes aspectos:? só em dois anos após o aparecimento dos primeiros fundos, é que surgem os primeiros fundos fechados e de capitalização;? em Março de 1994, das 24 sociedades gestoras apenas cinco têm a gestão de mais do que um fundo, quatro, Gesfimo, BCM, ESAF e Gestiprimus, têm dois fundos e a outra, BCP Investimentos tem cinco fundos;? dois fundos fechados, Imofinantia e Fimes serão liquidados ainda em 1994, muito tempo antes da data prevista para a sua liquidação. No entanto, outros fundos iniciarão a sua actividade, pois já foram concedidas as respectivas autorizações pelo Banco de Portugal. Pág. 18

20 Quadro nº 2 Evolução dos fundos de investimento imobiliário Anos Sociedades Fundos Gestoras Imobiliários Abertos Fechados Distribuição 8 Capitalização Aplicações Totais m.c m.c m.c m.c m.c m.c m.c. Março/ m.c. Fonte: Sociedades Gestoras / Boletins de Cotações Os 32 fundos de investimento imobiliário existentes em 31 de Março de 1994 são os constantes do seguinte quadro: Quadro nº 3 Características dos fundos existentes em 31/Março/1994 Designação Sociedade Gestora Data de início Instituições Depositárias Fundos Abertos de Distribuição Fundimo SGFII Fundimo CGD Imovest SG Imovest-FII CPP, CLP Geoger SGFII Geoger UBP Vip Silvip Montepio Geral, BFB Imosotto Rendimento Imosotto SGFII BPSM 8 Apenas foram considerados fundos de distribuição aqueles que, efectivamente, já distribuíram rendimentos. Pág. 19

21 Fundos Abertos de Capitalização Urbifundo Urbifundo BBV Primeiro Imobiliário SGF Primeiro Imobiliário Citibank Portugal Imocapital Aberto BCP Investimentos BCP Imoprimus Valor Gestiprimus BPA Portfolio Imobiliário BCP Investimentos BCP Gestão Imobiliária BCP Investimentos BCP Barclays Imobiliário Barclays Fundos Barclays Bank Gespatrimónio Rendimento ESAF - E.S.F.I.I BESCL Hispano Imobiliário II Hispano Imobiliário SGFII BCHP Carteira Imobiliária BCP Investimentos BCP Renda Imobiliária BCP Investimentos BCP Gespatrimónio Crescente ESAF - E.S.F.I.I BESCL Imoprimus Renda Gestiprimus BPA Fundos Fechados de Distribuição Hispano Imobiliário BCHP BTA GEF-1 SG GEF BCP Efisa Imobiliário Efisa Engenharia Financeira BTA Maxirent Refundos BTA Fundos Fechados de Capitalização Fimes Gesfimo BIC Prestigest Um Gesfimo BIC Imofinantia Finantia Banco Finantia Gerimo Gices BCM Tottafimo Tottafimo BTA BCM Predial BCM BCM TDF TDF - SGFII CISF Amorim Gestamorim BNU Bonança I BCM BCM Correia Viegas Correia & Viegas SGFII BIC Fonte: Sociedades Gestoras / APFIN COMPARAÇÕES COM OUTROS PRODUTOS FINANCEIROS Para se ter uma ideia de qual a importância dos fundos de investimento imobiliário no panorama dos produtos financeiros mais acessíveis aos pequenos aforradores (fundos de investimento mobiliário e depósitos bancários), o quadro nº 4 procura demonstrar que, embora o peso dos fundos imobiliários ainda seja pequeno em relação ao total dos três produtos em análise, a sua evolução tem sido no sentido do aumento da sua importância, nomeadamente nos últimos dois anos. Pág. 20

22 Quadro nº 4 Fundos imobiliários versus outros produtos x 1,000,000,000 Escudos Rubricas FII FIM Depósitos Bancários Depósitos Ordem Dep. Prazo+Pré-Aviso Dep. Poupança PIB (Preços Correntes) n.d. População Residente Total (em milhares) FII / (FII+FIM+Depósitos) 0.57% 0.74% 1.02% 1.58% 4.36% 6.90% FII / FIM 64.78% 20.51% 16.14% 14.58% 38.30% 50.19% FII / Depósitos 0.57% 0.77% 1.11% 1.80% 5.17% 8.70% FII / População (escudos/habit.) Fonte: ASGFIM e Banco de Portugal Numa outra perspectiva, tem-se verificado uma evolução bastante positiva dos fundos imobiliários em relação aos mobiliários, apesar destes últimos serem bastante mais numerosos. No final de 1993 o montante investido em fundos mobiliários representava o dobro do investido em imobiliários, enquanto em termos de número de fundos, os mobiliários são três vezes e meio mais do que os imobiliários. Pág. 21

23 Quadro nº 5 Evolução dos fundos de investimento mobiliário em número FUNDOS DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO Em Número Fundos Nacionais Fundos com Acções Obrigações Tesouraria PPR Fundos Internacionais 4 14 Fundos com Acções 2 8 Obrigações 2 4 Tesouraria 2 Total Fundos Nº Soc. Gestoras Fonte: ASGFIM Quanto ao número de sociedades gestoras, não existe grande diferença entre os dois tipos de fundos na medida em que existem 23 sociedades gestoras de fundos imobiliários e 24 sociedades de fundos mobiliários. Estes números significam que em média uma sociedade gestora de fundos imobiliários tem a seu cargo 1.35 fundos representando activos no montante de 35,961 milhões de escudos. Por outro lado, as sociedades gestoras de fundos mobiliários gerem em média 4.54 fundos e 68,653 milhões de escudos. Pág. 22

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002

A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002 A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002 ÍNDICE 1. Caracterização da Indústria de Gestão de Activos...pág. 01 2. Evolução da Indústria de Gestão de Activos...pág. 04 2.1 A Gestão Colectiva de Activos...pág.

Leia mais

Fiscalidade no Sector da Construção

Fiscalidade no Sector da Construção Fiscalidade no Sector da Construção Conferência AICCOPN Os Fundos de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional Lisboa, 26 de Março de 2009 Paulo Alexandre de Sousa Director de Financiamento

Leia mais

Regime dos Planos de Poupança em Acções

Regime dos Planos de Poupança em Acções Decreto-Lei n.º 204/95 de 5 de Agosto * A constituição de planos individuais de poupança em acções, além de procurar estimular a canalização dos recursos das famílias para a poupança de longo prazo, visa

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Através da sua rede de Balcões do Banco Espírito Santo, S.A.. Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Através da sua rede de Balcões do Banco Espírito Santo, S.A.. Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Mod. Versão 91-60 Informação actualizada a: 19/04/2011 Designação Comercial: Operação de Capitalização T- 1ª Série (ICAE- Não Normalizado) Período de Comercialização: de17/12/2008 a 17/12/20 Empresa de

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O P Ú B L I C A ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS FUNDOS ESPECIAIS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S M I S T O S ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII)

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Companhia de Seguros Açoreana, S.A. PROSPECTO INFORMATIVO INVESTSEGURO

Companhia de Seguros Açoreana, S.A. PROSPECTO INFORMATIVO INVESTSEGURO Companhia de Seguros Açoreana, S.A. PROSPECTO INFORMATIVO INVESTSEGURO Dezembro de 2004 1/6 Parte I Informações sobre a empresa de seguros 1. Denominação ou firma da empresa de seguros: Companhia de Seguros

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 Empresa de Seguros Entidades comercializadoras Autoridades de Supervisão

Leia mais

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Data início de comercialização: 2007/05 por tempo indeterminado Empresa de Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Popular, com sede social na - 1099-090

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à Reabilitação Urbana e Nova Lei das Rendas Introdução Como instrumento

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O PA R T I C U L A R ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico

Leia mais

1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO

1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO 1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO 4. RECLAMAÇÕES 5. DURAÇÃO DO CONTRATO 6. RISCO DE 7. PRINCIPAIS RISCOS DO PRODUTO PROSPECTO SIMPLIFICADO

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 31-12-2014. Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado. Promofundo F. E. I. I. F.

RELATÓRIO E CONTAS 31-12-2014. Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado. Promofundo F. E. I. I. F. RELATÓRIO E CONTAS Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado 31-12-2014 Promofundo F. E. I. I. F. 1. DESCRIÇÃO DO FUNDO O PROMOFUNDO Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL compilações doutrinais VERBOJURIDICO FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL DR. MIGUEL PRIMAZ DR. JOÃO BERNARDO GUEDES ADVOGADOS verbojuridico DEZEMBRO 2008 2 : FUNDOS DE INVESTIMENTO

Leia mais

Ou seja, na data de maturidade, o valor garantido por unidade de participação será aquele que resulta da aplicação da seguinte fórmula:

Ou seja, na data de maturidade, o valor garantido por unidade de participação será aquele que resulta da aplicação da seguinte fórmula: 1.Tipo e Duração 2.Entidade Gestora 3.Consultores de Fundo de Capital Garantido Aberto, constituído em Portugal. A sua constituição foi autorizada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, em 12/

Leia mais

Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.

Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Advertências ao Investidor Os riscos do, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Risco de perda total ou parcial do capital investido

Leia mais

Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra

Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra Sustentabilidade (visões): -Económica -Ambiental -Social Reabilitação Urbana (Dec.-Lei nº307/2009): Intervenção integrada sobre o tecido urbano existente,

Leia mais

OS FUNDOS DE INVESTIMENTO

OS FUNDOS DE INVESTIMENTO OS FUNDOS DE INVESTIMENTO CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 Os Fundos de Investimento O que é um Fundo de investimento? Um fundo de investimento é um instrumento financeiro

Leia mais

Informações Fundamentais Destinadas aos Investidores (IFI)

Informações Fundamentais Destinadas aos Investidores (IFI) Informações Fundamentais Destinadas aos Investidores (IFI) O presente documento fornece as informações fundamentais destinadas aos investidores sobre este Fundo. Não é material promocional. Estas informações

Leia mais

NEXPONOR. 30/06/2014 Relatório de gestão 1º semestre 2014

NEXPONOR. 30/06/2014 Relatório de gestão 1º semestre 2014 NEXPONOR 30/06/2014 Relatório de gestão 1º semestre 2014 A NEXPONOR Sociedade Especial de Investimento Imobiliário de Capital Fixo SICAFI, S.A. foi constituída em Maio de 2013 centrando-se a sua atividade

Leia mais

1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO

1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO 1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO 4. RECLAMAÇÕES 5. DURAÇÃO DO CONTRATO 6. RISCO DE 7. PRINCIPAIS RISCOS DO PRODUTO PROSPECTO SIMPLIFICADO

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 2º, nº 1, a) 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 2º, nº 1, a) 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 2º, nº 1, a) 9º Fundos de investimento imobiliário. Renúncia à isenção nas operações de transmissão e locação de imóveis. Regime de autoliquidação de imposto

Leia mais

O Novo Regime Jurídico dos Fundos de. investimento imobiliário em Angola. 15 de novembro de 2013. angola@vda.pt

O Novo Regime Jurídico dos Fundos de. investimento imobiliário em Angola. 15 de novembro de 2013. angola@vda.pt 15 de novembro de 2013 angola@vda.pt Foi publicado o Decreto Legislativo Presidencial n.º 7/13 ( Decreto 7/13 ) que veio consagrar o Regime Organismos de Coletivo ( OIC ) 1 e, entre estes, dos Imobiliário

Leia mais

Cálculo Financeiro. . Casos Reais Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-234-7 Escolar Editora

Cálculo Financeiro. . Casos Reais Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-234-7 Escolar Editora . Teoria e Prática 1ª edição (2004) ISBN 978-972-592-176-3 2ª edição (2007) ISBN 978-972-592-210-1 3ª edição (2009) ISBN 978-972-592-243-9. Exercícios Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-233-0.

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO hhh IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é aplicável quer ao rendimento obtido por entidades residentes

Leia mais

Impossibilidade de reembolso antecipado, quer pelo emitente quer pelo investidor.

Impossibilidade de reembolso antecipado, quer pelo emitente quer pelo investidor. Documento Informativo Montepio Top Europa - Março 2011/2015 Produto Financeiro Complexo ao abrigo do Programa de Emissão de Obrigações de Caixa de 3 000 000 000 Advertências ao investidor: Impossibilidade

Leia mais

INVESTIMENTO ACTIVO MAIS OBRIGAÇÕES

INVESTIMENTO ACTIVO MAIS OBRIGAÇÕES Breve Descrição do Produto O é um produto financeiro complexo composto por 50% do investimento num Depósito a Prazo a 180 dias, não renovável, com uma taxa de juro de 4% (TANB Taxa Anual Nominal Bruta),

Leia mais

INFORMAÇÕES FUNDAMENTAIS AO INVESTIDOR PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

INFORMAÇÕES FUNDAMENTAIS AO INVESTIDOR PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO MAPFRE INVEST CRESCENTE 2015 NÃO NORMALIZADO Entidade gestora: Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Contrato de Seguro ligado a Fundo de Investimento MAPFRE Seguros de Vida, S.A., com sede social:

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Relatório de Gestão AS ALTA VISTA - Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundo de Investimento Imobiliário Fechado ES ALTA VISTA (CMVM nº 912) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 1 IRC 2 Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros Distribuídos Na sociedade detentora Eliminação da Dupla Tributação nos Lucros auferidos

Leia mais

Relatório Estatístico Mensal

Relatório Estatístico Mensal Relatório Estatístico Mensal Fundos de Investimento Mobiliário Julho 2013 Sede: Rua Castilho, 44-2º 1250-071 Lisboa Telefone: 21 799 48 40 Fax: 21 799 48 42 e.mail: info@apfipp.pt home page: www.apfipp.pt

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO MAPFRE GARANTIA 011 FI

PROSPECTO SIMPLIFICADO MAPFRE GARANTIA 011 FI PROSPECTO SIMPLIFICADO MAPFRE GARANTIA 011 FI Contrato de Seguro Ligado a Fundos de Investimento Produto Financeiro Complexo - Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Período de Comercialização 26-10-2010

Leia mais

Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal

Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal Fernando Teixeira dos Santos Presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Presidente do Comité Executivo da IOSCO 9 de Abril de 2003 Sumário I

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º Condomínios de imóveis Processo: nº 2773, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2011-12-15. Conteúdo: Tendo por

Leia mais

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado.

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado. Designação Depósito Indexado PSI 20 Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou variáveis subjacentes ou associados Perfil de cliente

Leia mais

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA 3 a 5 de Julho de 2012 Hotel EPIC Sana Luanda Angola MÓDULO I - ENQUADRAMENTO LEGAL, ÚLTIMOS DESENVOLVIMENTOS E TENDÊNCIAS FUTURAS: REFORMA FISCAL Índice 1.

Leia mais

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Junho de 2015 Designação: Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Classificação: Caracterização do Depósito: Produto financeiro complexo Depósito

Leia mais

BESA PATRIMÓNIO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PROSPECTO. A Identificação

BESA PATRIMÓNIO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PROSPECTO. A Identificação BESA PATRIMÓNIO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PROSPECTO A Identificação Denominação: BESA Património Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Tipo de Fundo e Duração: Fundo de investimento

Leia mais

Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235

Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235 Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235 Contabilidade das sociedades e fundos de capital de risco A alteração do Decreto-Lei n.º 319/2002, de 28 de Dezembro, pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

Regime Jurídico dos Certificados de Aforro

Regime Jurídico dos Certificados de Aforro Regime Jurídico dos Certificados de Aforro (Decreto-Lei nº 122/2002 de 4 de Maio) A reforma dos certificados de aforro levada a cabo em 1986 com a publicação do Decreto-Lei n.º 172-B/86, de 30 de Junho,

Leia mais

1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO

1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO 1. INFORMAÇÃO SOBRE A EMPRESA DE SEGUROS 2. ENTIDADES COMERCIALIZADORAS 3. AUTORIDADES DE SUPERVISAO 4. RECLAMAÇÕES 5. DURAÇÃO DO CONTRATO 6. RISCO DE 7. PRINCIPAIS RISCOS DO PRODUTO PROSPECTO SIMPLIFICADO

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Conceitos básicos de negociação em CFDs

Conceitos básicos de negociação em CFDs Conceitos básicos de negociação em CFDs N.º 808 10 20 20 ApoioCliente@GoBulling.com www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Advertências Específicas ao Investidor: Pode implicar a perda

Leia mais

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente.

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente. Designação Classificação Depósito Indexado EUR/USD No Touch Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente.

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Produto Financeiro Complexo: REAL 24M INVEST Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal TODOS OS INVESTIMENTOS TÊM RISCO Implica a imobilização

Leia mais

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE PROSPECTO SIMPLIFICADO ICAE INSTRUMENTO DE CAPTAÇÃO DE AFORRO ESTRUTURADO (NÃO NORMALIZADO) Os elementos constantes deste Prospecto Simplificado reportam-se a 30 de Abril de 2009

Leia mais

Portugal num mundo em mudança TROCA DE INFORMAÇÕES BANCÁRIAS, RESIDÊNCIA FISCAL E OUTROS TEMAS

Portugal num mundo em mudança TROCA DE INFORMAÇÕES BANCÁRIAS, RESIDÊNCIA FISCAL E OUTROS TEMAS Portugal num mundo em mudança TROCA DE INFORMAÇÕES BANCÁRIAS, RESIDÊNCIA FISCAL E OUTROS TEMAS Porquê Portugal? Portugal é um país dinâmico, seguro, com uma taxa de criminalidade baixa, trabalhadores altamente

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO Antas da Cunha LAW FIRM TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO I) MAIS-VALIAS A mais-valia consiste na diferença entre o valor de aquisição (que pode ser gratuita ou onerosa) e o valor de realização

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 705

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 705 Directriz de Revisão/Auditoria 705 FUNDOS DE INVESTIMENTO ÍNDICE Agosto de 2006 Parágrafos Introdução 1-3 Objectivo 4-5 Particularidades e Procedimentos de Validação 6-25 Outros Deveres e Competências

Leia mais

a) Quanto, quando e a que título o investidor paga ou pode pagar? b) Quanto, quando e a que título o investidor recebe ou pode receber?

a) Quanto, quando e a que título o investidor paga ou pode pagar? b) Quanto, quando e a que título o investidor recebe ou pode receber? Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las PFC Valorização Retalho Entidade

Leia mais

CAIXA SEGURO 2014 6M - ICAE NÃO NORMALIZADO / / (PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO)

CAIXA SEGURO 2014 6M - ICAE NÃO NORMALIZADO / / (PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO) Empresa de Seguros PROSPECTO SIMPLIFICADO (Dezembro de 2009) CAIXA SEGURO 2014 6M - ICAE NÃO NORMALIZADO / / (PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO) Data de início de comercialização a 2 de Dezembro de 2009 Nome

Leia mais

Fiscalidade. As Mais valias e Menos Valias de Partes Sociais em sede de IRS

Fiscalidade. As Mais valias e Menos Valias de Partes Sociais em sede de IRS As Mais valias e Menos Valias de Partes Sociais em sede de IRS 1.1 Enquadramento Geral De acordo com o n.º 1 do artigo 10º do Código do IRS (CIRS) constituem mais-valias os ganhos obtidos que, não sendo

Leia mais

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente.

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente. Designação Classificação Depósito Indexado USD 6 meses Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente.

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO TURÍSTICO

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO TURÍSTICO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO TURÍSTICO 1. Introdução O Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Turístico é um fundo fechado, autorizado através da Portaria nº. 229/95, publicado na II Série

Leia mais

Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Mod. Versão 65.01 Informação actualizada a: 04/04/2011 Designação Comercial: Fidelity Poupança Data de início de Comercialização: 01/02/2007 Empresa de Seguros Entidade Comercializadora Autoridades de

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO PPR POUPANÇA ACTIVA PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

PROSPECTO SIMPLIFICADO PPR POUPANÇA ACTIVA PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Mod. Versão 61-13 Informação actualizada a: 01/07/2009 Designação Comercial: PPR Poupança Activa Data início de Comercialização: 02/01/2006 Empresa de Seguros, Sociedade Anónima com endereço da sede social

Leia mais

Produto Financeiro Complexo Documento Informativo BPI CHINA 2012-2015 ISIN: PTBBUFOM0021

Produto Financeiro Complexo Documento Informativo BPI CHINA 2012-2015 ISIN: PTBBUFOM0021 Produto Financeiro Complexo Documento Informativo BPI CHINA 2012-2015 ISIN: PTBBUFOM0021 Emissão de Obrigações ao abrigo do Euro Medium Term Note Programme de 10,000,000,000 do Banco BPI para a emissão

Leia mais

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS 1 O E / 2008 IRC 2 Apresentação 1. Acolhimento de recomendações da OCDE 2. Combate à evasão fiscal 3. Aperfeiçoamentos técnico-legislativos 4. Medidas de simplificação

Leia mais

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Fundos de Investimento Imobiliário Registo e Autorização de Peritos Avaliadores B.O n.º 18 - I Série Regulamento nº 1/2008 12 de Maio Fundos de Investimento

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS PARTE I - Princípios gerais Artigo 1 - Âmbito de aplicação As disposições da parte I do presente Estatuto aplicam-se aos benefícios fiscais nele previstos, sendo extensivas

Leia mais

VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM. Novas modalidades: EM FUNCIONAMENTO

VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM. Novas modalidades: EM FUNCIONAMENTO VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM EM FUNCIONAMENTO Podem ser atribuídas Autorizações de Residência para Investimento a cidadãos de Estados terceiros i.e., que não pertençam ao Espaço Schengen, que exerçam

Leia mais

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. N.º de Processo: 2/2009 Entidade Reclamada: Identificação: Futuro - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Morada: Avª. General Firmino Miguel, n.º 5, 9º B, 1600-100 Lisboa Fundo de Pensões Aberto:

Leia mais

Experiência Internacional Panorama do Mercado de Fundos de Investimento Imobiliário em Portugal e na Europa

Experiência Internacional Panorama do Mercado de Fundos de Investimento Imobiliário em Portugal e na Europa 6º Congresso ANBIMA de Fundos de Investimento Tendências e Oportunidades de negócios para os Fundos Imobiliários Experiência Internacional Panorama do Mercado de Fundos de Investimento Imobiliário em Portugal

Leia mais

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008 Mestrado em Ciências Actuarias FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva Ano Lectivo 2007/2008 1 3. A FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1.

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

O Valor Patrimonial Tributável. Algumas Questões Contabilístico-Fiscais CAPÍTULO I A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO

O Valor Patrimonial Tributável. Algumas Questões Contabilístico-Fiscais CAPÍTULO I A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO APEMIP Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal O Valor Patrimonial Tributável Algumas Questões Contabilístico-Fiscais POR: JOAQUIM FERNANDO DA CUNHA GUIMARÃES Mestre

Leia mais

PARVEST USA LS30. Prospecto simplificado Abril de 2008

PARVEST USA LS30. Prospecto simplificado Abril de 2008 PARVEST USA LS30 Subfundo da SICAV PARVEST, Sociedade de Investimento de Capital Variável O subfundo Parvest USA LS30 foi lançado a 30 de Outubro de 2007. Prospecto simplificado Abril de 2008 Este prospecto

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO

DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO N. o 035/B/2010-DBS/AMCM Data: 05/10/2010 DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que

Leia mais

Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses?

Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses? Mais-valias Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses? Nesse caso, o saldo anual positivo entre as mais e menos-valias apuradas vai ser sujeito a uma taxa especial de imposto

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

Prospecto Informativo Invest Oportunidades Mundiais (Ser. 11/1)

Prospecto Informativo Invest Oportunidades Mundiais (Ser. 11/1) Prospecto Informativo Invest Oportunidades Mundiais (Ser. 11/1) Março de 2011 Designação: Invest Oportunidades Mundiais (Ser. 11/1). Classificação: Caracterização do Produto: Garantia de Capital: Garantia

Leia mais

VALORES MOBILIÁRIOS. Data de Entrada em vigor: 09-Mar-2015. Clientes Particulares e Empresas

VALORES MOBILIÁRIOS. Data de Entrada em vigor: 09-Mar-2015. Clientes Particulares e Empresas Data de Entrada em vigor: 09-Mar-2015 VALORES MOBILIÁRIOS Clientes Particulares e Empresas 21 FUNDOS DE INVESTIMENTO 21.1. Fundos Banif 21.2. Fundos de Terceiros Internacionais 22 TÍTULOS 22.1. Transacção

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

SEGURO MILLENNIUM TRIMESTRAL 2014 10 ANOS 2.ª SÉRIE (NÃO NORMALIZADO)

SEGURO MILLENNIUM TRIMESTRAL 2014 10 ANOS 2.ª SÉRIE (NÃO NORMALIZADO) Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. SEGURO MILLENNIUM TRIMESTRAL 2014

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro Estado: vigente. Resumo:

Leia mais

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo?

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo? SEGURO VIDA Que tipo de seguros são explorados no ramo vida? A actividade do ramo Vida consiste na exploração dos seguintes seguros e operações: Seguro de Vida, Seguro de Nupcialidade /Natalidade, Seguro

Leia mais

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ASSUNTO PÁGINA EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA EM STP 1. ENQUADRAMENTO

Leia mais

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado.

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado. Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou variáveis subjacentes ou associados Perfil de cliente recomendado Condições

Leia mais

A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O

A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O i N º 6 / 1 5 A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O INTRODUÇÃO O Decreto-Lei n.º 7/2015, ontem publicado, procedeu à reforma do

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques Neste artigo, o leitor encontrará, tratadas e comentadas, várias questões respeitantes ao Imposto do Selo, o qual, se já não era de fácil

Leia mais

Open Course: Techniques of Financial Engineering

Open Course: Techniques of Financial Engineering Open Course: Techniques of Financial Engineering Objectivos a atingir Delimitar os domínios da Gestão financeira a curto prazo da Gestão financeira a médio m e a longo prazo; Realçar ar a importância da

Leia mais