PORTUGALPLUS - Investimento e Exportação

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1 1 PORTUGALPLUS - Investimento e Exportação Excelência na execução como alavanca de crescimento no mercado Alemão Apresentação das primeiras conclusões do estudo Maio, 2013 FÓRUM PARA A COMPETITIVIDADE

2 2 CONTEÚDO A O presente estudo tem como OBJECTIVO recomendar a implementação de NOVAS ABORDAGENS na dinamização da CAPTAÇÃO DE IDE alemão e das EXPORTAÇÕES de Portugal para a Alemanha 3 B Portugal tem estado FORA DO RADAR DO IDE ALEMÃO O IDE alemão não cresceu na última década mantendo-se o stock em torno dos EUR 3 B e a Alemanha, em geral, não (re)conhece os factores de competitividade de Portugal 5 C A NOVA ABORDAGEM no IDE alemão deverá basear-se em ESTRATÉGIAS ONE-TO-ONE direccionadas a potenciais investidores, suportadas em BUSINESS CASES ESPECÍFICOS, desenvolvidas em parceria com especialistas e com um forte envolvimento de privados 17 D A QUOTA DE PORTUGAL nas importações alemãs É RESIDUAL Portugal representa apenas 0,6% das importações alemãs e depende das exportações dos produtos de base tecnológica produzidos por empresas alemãs localizadas em Portugal 24 E O crescimento das EXPORTAÇÕES para a Alemanha depende da CAPTAÇÃO DO IDE ALEMÃO e do desenvolvimento de CLUSTERS SECTORIAIS em Portugal, com as associações empresariais a assumirem um papel fundamental na implementação de propostas de valor sectoriais 32 F As conclusões do estudo apontam para um MAIOR ENFOQUE e EXCELÊNCIA NA EXECUÇÃO considerando os resultados alcançados e os objectivos de crescimento de Portugal, assim como o posicionamento e performance de países concorrentes 38

3 3 A. Introdução - O presente estudo tem como objectivo recomendar a implementação de novas abordagens na dinamização da captação de IDE alemão e das exportações de Portugal para a Alemanha

4 Este estudo resulta de um projecto conjunto com empresas alemãs de referência, coordenado pela AHK e pela Roland Berger ENTIDADES E EMPRESAS PARCEIRAS > A AHK e alguns dos seus sócios juntaram-se à Roland Berger para repensar a estratégia de promoção do investimento alemão em Portugal e das exportações portuguesas para a Alemanha > O projecto teve o apoio da AICEP, Embaixada Portuguesa em Berlim e da Embaixada Alemã em Lisboa Roland Berger Strategy Consultants 4

5 5 B. Portugal tem estado fora do radar do IDE alemão O IDE alemão não cresceu na última década mantendo-se o stock em torno dos EUR 3 B e a Alemanha, em geral, não (re)conhece os factores de competitividade de Portugal

6 INVESTIMENTO ALEMÃO O stock de investimento alemão em Portugal manteve-se estável ao longo da última década em torno dos EUR 3 B STOCK IDE STOCK IDE ALEMÃO EM PORTUGAL ( ; ( ; EUR B) B) 3,1 3,1 2,9 3,0 Ø 2,9 2,9 2,5 2,7 2,9 > O stock de IDE alemão em Portugal registou em 2011 níveis mais baixos do que em 2000 EUR 2,9 B frente a EUR 3,1 B Peso no total de IDE ,1% 6,9% 6,1% 4,7% 4,1% 3,2% 3,3% 3,4% > A quota do stock de investimento Alemão em Portugal tem vindo a decrescer ao longo da última década tendo passado 9% para apenas 3% Banco de Portugal; Roland Berger Strategy Consultants 6

7 EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL As empresas alemãs têm mantido o investimento no negócio em Portugal, realizando investimentos incrementais (EUR 100 M por ano) Investimento realizado pelas empresas alemãs em Portugal exemplos seleccionados 1) INVESTIMENTOS DE EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL ACOMPANHADOS PELO AICEP ( ; EUR M) 1) Continental Mabor 141,3 Mitsubishi Fuso 36,7 Preh Portugal 25,9 Schaeffler 16,4 Leica 15,2 Labesfal 14,1 Mahle 13,4 Bosch Sec. Systems 10,8 Pentaplast 10,6 Brose 6,7 Outros 38,7 1) Projectos acompanhados pela AICEP > A AICEP acompanhou nos últimos 3 anos projectos de investimento de empresas alemãs no valor global de EUR 330 M > O investimento da Continental Mabor representa 43% do total investido pelas empresas alemãs em Portugal (projectos acompanhados pela AICEP) COMENTÁRIOS AICEP; Roland Berger Strategy Consultants 7

8 EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL Apesar da actual crise económica, as empresas têm, na sua generalidade, a perspectiva de manter ou aumentar o investimento Perspectiva de evolução do investimento das empresas alemãs em Portugal 1) EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO Diminuir 32% 34% 19% > Cerca de metade das empresas alemãs em Portugal pensa em manter o nível de investimento entre 2012 e 2015 Manter 45% 55% 49% > Mais de 30% das empresas considera aumentar o seu investimento em Portugal em Aumentar 23% 11% 32% ) Inquérito realizado no Verão de COMENTÁRIOS AHK; Roland Berger Strategy Consultants 8

9 EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL No entanto, mesmo as empresas que estão em Portugal, reconhecem que o país enfrenta uma forte concorrência como destino de IDE alemão Comparação da atractividade dos países - avaliação das empresas alemãs em Portugal 1) ATRACTIVIDADE DOS PAÍSES (VISÃO DAS EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL) 3,20 2,90 2,80 2,80 2,80 2,60 2,60 2,50 2,50 2,50 2,40 2,30 2,20 > Na captação de investimento alemão, Portugal tem forte concorrência da Ásia e dos países da Europa de Leste > Portugal é visto como tão ou mais atractivo do que os outros países do sul da Europa China Brasil Europa de Leste Índia Outros Ásia Médio Oriente e Norte de África EUA e Canadá Portugal Espanha Outros América do Sul Itália Reino Unido França COMENTÁRIOS 1) Com base num inquérito feito a mais de 50 empresas Alemãs presentes em Portugal escala de 0 a 5 em que 0 representa "atractividade baixa", 5 representa "atractividade alta", e 2,5 representa um nível de atractividade semelhante a Portugal AHK; Roland Berger Strategy Consultants 9

10 EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL A selecção do local de investimento depende da competitividade da mãode-obra, contexto de negócio e base de fornecedores Principais factores de decisão das empresas alemãs quando investem no estrangeiro e respectiva importância 1) (2012) TOP 3 DOS FACTORES MENCIONADOS Mão-de-obra Contexto de negócio Rede de Fornecedores 83% 91% 88% MÃO-DE-OBRA > Motivação dos trabalhadores > Nível salarial e produtividade > Qualificação > Flexibilidade CONTEXTO > Estabilidade política > Fiscalidade > Infra-estruturas > Eficiência da administração pública REDE DE FORNECEDORES > Condições e práticas de pagamento > Presença de fornecedores qualificados 1) Percentagem de empresas que consideraram o factor importante AHK; Roland Berger Strategy Consultants 10

11 EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL Portugal é visto como tendo boas infra-estruturas, força de trabalho motivada e qualificada, e boa produtividade comparada com a Alemanha Principais vantagens de Portugal visto pelas empresas Alemãs 1) VANTAGENS (VISÃO DAS EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL) Infra-estrutura Motivação dos empregados Qualificação dos empregados Disponibilidade de pessoal especializado Salários e custos salariais Produtividade comparada com a Alemanha Presença de fornecedores qualificados Condições de I&D Direito laboral e sindicatos 3,7 3,7 3,6 3,5 3,4 3,4 3,0 2,8 2,8 > A qualidade da infraestrutura e a motivação e qualificação dos colaboradores são as principais vantagens apontadas pelas empresas alemãs em Portugal 1) Pontuação de 0 a 5 em que 0 representa "satisfação baixa" e 5 representa "satisfação alta" COMENTÁRIOS AHK; Roland Berger Strategy Consultants 11

12 EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL No entanto, existem aspectos a melhorar eficiência da administração pública, custos de energia, transparência, fiscalidade e flexibilidade laboral Principais aspectos a melhorar em Portugal visto pelas empresas Alemãs 1) ASPECTOS A MELHORAR (VISÃO DAS EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL) Eficiência da administração pública Custos de energia Transparência dos concursos públicos Fiscalidade Flexibilidade laboral Condições de pagamento Formação profissional não académica 1,3 1,3 1,4 1,7 1,7 2,1 2,1 > Os principais aspectos a melhorar em Portugal estão relacionados com a política fiscal, laboral e com a transparência de alguns processos públicos > A formação académica não profissional é apontada como uma das principais desvantagens da força de trabalho portuguesa Subsídios às empresas 2,3 1) Pontuação de 0 a 5 em que 0 representa "satisfação baixa" e 5 representa "satisfação alta" COMENTÁRIOS AHK; Roland Berger Strategy Consultants 12

13 EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL As principais recomendações para o Governo incidem sobre a redução do IRC e o aumento da flexibilidade do mercado laboral Principais recomendações ao Governo português das empresas Alemãs 1) RECOMENDAÇÕES AO GOVERNO (VISÃO DAS EMPRESAS ALEMÃS EM PORTUGAL) Redução do IRC Aumentar a flexibilidade laboral Melhorar a eficiência dos tribunais Simplificação da legislação laboral Simplificação da legislação fiscal 30,2% 28,3% 28,3% 41,5% 56,6% > Mais de metade das empresas pensam que deveria haver uma redução da taxa de IRC > Muitas das empresas inquiridas pensam também que deveria ser flexibilizado o mercado laboral e melhorada a eficiência dos tribunais Apostar na promoção do investimento 24,5% COMENTÁRIOS AHK; Roland Berger Strategy Consultants 13

14 VISÃO DA ALEMANHA Na Alemanha, a atractividade global de Portugal é considerada média ou baixa devido à localização, dimensão do mercado e custo de transporte Visão das empresas alemãs sobre a economia portuguesa 1) NÍVEL DE ATRACTIVIDADE PERCEBIDO PELAS EMPRESAS ALEMÃS NS/NR 23% Boa 8% 31% Baixo > Apenas 8% das empresas alemãs consideram Portugal um país atractivo como localização de investimento > Os principais factores para a baixa atractividade são : localização dimensão do mercado custo de transporte para a Alemanha 38% Média 1) Questionário realizado a empresas e associações sectoriais alemãs em Abril de 2013 COMENTÁRIOS Roland Berger Strategy Consultants 14

15 VISÃO DA ALEMANHA Visto da Alemanha, Portugal continua a estar associado aos sectores tradicionais e aos baixos custos de mão-de-obra Visão das empresas alemãs sobre a economia portuguesa 1) SECTORES DE ACTIVIDADE ASSOCIADOS A PORTUGAL Produtos tecnológicos (ex. produtos mecânicos, equipamento eléctrico, etc.) 8% Baixos custos da mão-de-obra 77% Mão-de-obra qualificada 35% 92% Sectores tradicionais (ex. cortiça, vinhos, turismo, etc.) 1) Questionário realizado a empresas e associações sectoriais alemãs em Abril de 2013 Produtividade 8% PROPOSTA DE VALOR APRESENTADA POR PORTUGAL Roland Berger Strategy Consultants 15

16 PROPOSTA VALOR Portugal acaba por apresentar um posicionamento menos claro na captação de IDE face a outros países concorrentes Proposta de valor global - posicionamento na captação de investimento TECNOLOGIA IRLANDA > Enfoque num conjunto de sectores desenvolvidos com base em fortes competências de IT CLUSTER (3,2%) (6,7%) (1,8%) (2,7%) CADEIAS DE VALOR INDEPEN- DENTES ESPANHA NORUEGA > Desenvolvimento de cadeias de valor completas, combinando escala e I&D (ex. automóvel) > Desenvolvimento de conjunto de industrias associadas ao cluster do mar (4,4%) (5,2%) (9,9%) EFICIÊNCIA (x%) Stock de IDE alemão em percentagem do PIB (2011) POLÓNIA REPÚBLICA CHECA ROMÉNIA > Posicionamento como localização industrial da Europa, com enfoque na eficiência Banco de Portugal, Bundesbank, ECB; Roland Berger Strategy Consultants 16

17 17 C. A nova abordagem no IDE alemão deverá basear-se em estratégias one-to-one direccionadas a potenciais investidores, suportadas em business cases específicos, desenvolvidas em parceria com especialistas e com um forte envolvimento de privados

18 NOVO CONCEITO DE IDE O novo conceito estratégico da captação de IDE deverá assentar no desenvolvimento de uma estratégia one-to-one Evolução do conceito estratégico de captação de IDE ACTUAL > Conhecimento de alto nível das necessidades da Alemanha > Comunicação de factores de competitividade global da economia portuguesa > Esforço de captação de investimento realizado pela AICEP, dotada de recursos e competências limitados EVOLUÇÃO PROPOSTA > Conhecimento detalhado das cadeias de valor dos sectores na Alemanha > Propostas de valor específicas e business cases que detalhem os factores de competitividade para as empresas Alemãs em Portugal > Equipa especializada de captação de investimento com participação de privados Roland Berger Strategy Consultants 18

19 NOVO CONCEITO DE IDE O crescimento do IDE será suportado no desenvolvimento de propostas de valor direccionadas às empresas alemãs I VISÃO E OBJECTIVOS Reforçar a atractividade de Portugal para o investimento alemão e definir um objectivo ambicioso de captação de investimento alemão nos próximos 5 anos (+EUR 2 B) II PROPOSTA DE VALOR GLOBAL Ajustar a proposta de valor global de Portugal reforçando o posicionamento global como país com indústrias com tecnologia e inovação III IV V PROPOSTA DE VALOR ESPECÍFICA ESTRATÉGIA DE PROMOÇÃO RECURSOS E MEIOS Detalhar factores de vantagem comparativa do sector em Portugal e desenvolver business cases assentes em oportunidades concretas de criação de valor para as empresas alemãs Direccionar a promoção a potenciais investidores e associações empresariais marketing one-to-one - através de roadshows, complementados por cobertura em imprensa especializada Criar equipa de Gestão de Projectos de Investimentos resultante de parceria entre a AICEP e stakeholders privados, com apoio de especialistas - dotadas de recursos e competências Roland Berger Strategy Consultants 19

20 PROPOSTA DE VALOR GLOBAL A proposta de valor global de Portugal deverá reforçar os aspectos relacionados com tecnologia e conhecimento COM BASE NA PROPOSTA DE VALOR ACTUAL > Mão-de-obra qualificada a custo competitivo > Infra-estruturas de elevada qualidade > Produção a custos competitivos > Base industrial competitiva em sectores tradicionais COMPLEMENTANDO COM MAIOR ENFOQUE EM TECNOLOGIA E CONHECIMENTO > Competitividade dos custos de I&D em Portugal - 1/3 dos custos na Alemanha; mais competitivos que nos países de leste > Melhor qualidade de vida associada > Possibilidade de beneficiar de quadros de apoio comunitário INDICADORES DE PORTUGAL - EXEMPLOS Veículos e componentes Máquinas eléctricas Máquinas mecânicas Produtos químicos EXPORTAÇÕES DE INDÚSTRIAS TECNOLÓGICAS (% DO TOTAL) 4% 6% 9% INVESTIGADORES EM PROJECTOS DE I&D (#) CAPACIDADE PARA INOVAR 1) 11% Engenharia e Tecnologias C. Médicas e da Saúde 542 Ciências Naturais 488 Ciências Exactas 439 Ciências Agrárias 235 Publicações científicas Novos douturados Inovação das PME Vendas de prod. inovadores Emprego intensivo em conhecimento Roland Berger Strategy Consultants 1) Indicadores seleccionados, índice: média UE27=100 20

21 RECURSOS E MEIOS Deverá ser desenvolvida uma parceria entre a AICEP e os privados, envolvendo especialistas Modelo organizacional conceito STAKEHOLDERS EM PORTUGAL > Associações sectoriais > Empresas portuguesas e alemãs em Portugal > AHK > Inputs para a Equipa de Gestores de Projectos de Investimento > Obtenção de informação detalhada do sector em Portugal PES AICEP PAI CAR PES: PAINEL DE ESPECIALISTAS DO SECTOR > Especialistas e networkers do sector em Portugal e na Alemanha > Coordenação dos esforços de captação de investimento e promoção PAI: PROGRAMA DE APOIO AO INVESTIMENTO CAR: CAPTAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E RELAÇÃO > Gestores de projectos de investimento > Conhecimento técnico de gestão de projectos de investimento Roland Berger Strategy Consultants 21

22 RECURSOS E MEIOS A nova organização deverá envolver novas competências e ser complementada por um pacote de incentivos ao nível do Estado Modelo organizacional detalhe do conceito AICEP PES - PAINEL DE ESPECIALISTAS DO SECTOR CAR - CAPTAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E RELAÇÃO > Coordenação dos esforços de captação de investimento e promoção > Governance - Maior capacidade de decisão e reforço dos mecanismos de actuação > Mais recursos afectos à promoção de IDE + PAI (GOVERNO) > Incentivos Fiscais para captação de IDE > Apoios em termos Laborais (flexibilidade e emprego) > Especialistas e networkers do sector em Portugal e na Alemanha > "Embaixadores" dos investimentos realizados em Portugal com sucesso > Conhecimento específico dos circuitos de decisão e factores de atractividade de IDE > Conhecimento técnico de gestão de projectos de investimento > Competências para analisar cadeias de valor e montar os casos para investimento > Remuneração com elevada componente variável, em função da angariação e concretização de investimentos > Nacionalidades portuguesa e alemã > Simplificação ao nível Administrativo (concursos e processos) > Celeridade nos Licenciamentos Roland Berger Strategy Consultants 22

23 IMPLEMENTAÇÃO Deverão ser desenvolvidos pilotos para operacionalizar a abordagem e organização, antes de alargar aos restantes sectores CRITÉRIOS DE SELECÇÃO PILOTOS SUGESTÃO 1. Dimensão do mercado na Alemanha 2. Falta de recursos disponíveis na Alemanha MÁQUINAS INDUSTRIAIS 3. Atractividade potencial de Portugal 4. Disponibilidade de recursos em Portugal CENTROS DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO Roland Berger Strategy Consultants 23

24 24 D. A quota de Portugal nas importações alemãs é residual Portugal representa apenas 0,6% das importações alemãs e depende das exportações dos produtos de base tecnológica produzidos por empresas alemãs localizadas em Portugal

25 EXPORTAÇÕES DE PORTUGAL A Alemanha é o segundo maior mercado de exportação de Portugal, representando 12,3% das exportações nacionais Exportações portuguesas por mercado de destino EXPORTAÇÕES (2012; EUR B) PESO (%) Espanha Alemanha 5,6 França 5,4 Angola Reino Unido Países Baixos Estados Unidos Itália Bélgica China Brasil Suécia 0,5 Marrocos 0,5 Argélia 0,4 Polónia 0,4 1,4 0,8 0,7 2,4 1,9 1,9 1,7 3,0 Total: 45,4 EUR B 10,2 22,5% 12,3% 11,8% 6,6% 5,3% 4,2% 4,1% 3,7% 3,1% 1,7% 1,5% 1,0% 1,0% 0,9% 0,9% CAGR ( ; %) -1,4% 3,4% 4,1% 7,3% 3,1% 10,4% 8,6% 4,1% 10,0% 43,4% 20,7% 0,9% 13,9% 24,0% 6,7% > A Alemanha representa 12,3% das exportações Portuguesas > Os países da União Europeia são destinos dominantes das exportações Portuguesas > As exportações para a Alemanha têm um crescimento relativamente baixo quando comparadas com outros mercados relevantes COMENTÁRIOS INE; Roland Berger Strategy Consultants 25

26 IMPORTAÇÕES DA ALEMANHA As exportações de Portugal para a Alemanha são inferiores à dos principais países concorrentes e crescem menos do que a generalidade Exportações para a Alemanha por mercado de origem EXPORTAÇÕES PARA A ALEMANHA (2012; EUR B) CAGR ( ; %) Polónia República Checa Espanha 22,9 33,4 33,1 6,6% 4,7% 2,5% > O crescimento das exportações dos países da Europa de Leste é superior ao de Portugal Hungria Eslováquia Turquia Irlanda 9,9 12,1 12,0 18,7 x 5,9 2,6% 9,3% 5,4% -12% > Portugal apresenta um crescimento das exportações em linha com o crescimento das importações alemãs Roménia Portugal 5,6 8,8 x 1,6 15,8% 3.4% COMENTÁRIOS INE, DeStatis; Roland Berger Strategy Consultants 26

27 STOCK DE IDE ALEMÃO (% DO PIB) IMPORTAÇÕES DA ALEMANHA O IDE alemão é uma importante alavanca das exportações para a Alemanha Relação entre stock de IDE alemão e exportações para a Alemanha (2012; % do PIB) 11% 10% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% 0% Turquia Espanha Portugal Irlanda Polónia Roménia Hungria Eslováquia República Checa 0% 5% 10% 15% 20% 25% EXPORTAÇÕES PARA A ALEMANHA (% DO PIB) > Os países com maior stock de IDE alemão apresentam maiores exportações para a Alemanha > Os países com mais stock de IDE alemão e mais exportações para a Alemanha em percentagem do PIB são a Hungria, República Checa e a Eslováquia COMENTÁRIOS INE, DeStatis; Roland Berger Strategy Consultants 27

28 MIX DE PRODUTOS EXPORTADOS Os produtos nacionais mais exportados para a Alemanha têm base tecnológica (61%) no entanto são os tradicionais que mais crescem Exportações portuguesas para a Alemanha por tipo de sector (2012) SECTORES DE BASE TECNOLÓGICA > Veículos e componentes automóveis > Máquinas eléctricas > Máquinas mecânicas > Produtos químicos e farmacêuticos SECTORES TRADICIONAIS > Têxteis > Calçado > Produtos metalúrgicos > Pastas de madeira ou papel EXPORTAÇÕES (EUR B) CAGR ( ; %) 3,37 2,2% 2,20 5,4% > Os produtos mais exportados para a Alemanha, e os que têm maior crescimento em valor, são os de base tecnológica > Os sectores tradicionais apresentam menor peso nas exportações, mas têm uma taxa de crescimento mais elevada > Os sectores com maior quota de importações da Alemanha são a cortiça (76%) e o calçado (4%) COMENTÁRIOS INE, DeStatis; Roland Berger Strategy Consultants 28

29 MIX DE PRODUTOS EXPORTADOS O crescimento das exportações dos países concorrentes de Portugal com maior sucesso assenta em produtos de base tecnológica Top 5 dos sectores com maior crescimento em valor para a Alemanha ( ; EUR M) PORTUGAL CAGR REPÚBLICA CHECA CAGR Máquinas eléctricas 292 9% Veículos automóveis % Borracha % Máquinas eléctricas 821 4% Pastas de madeira e papel 92 10% Máquinas mecânicas 548 3% Indústria química 56 8% Borracha 292 6% Produtos metalúrgicos 54 5% Plástico 237 9% POLÓNIA CAGR ROMÉNIA CAGR Veículos automóveis 994 8% Máquinas eléctricas % Máquinas mecânicas 987 Produtos metalúrgicos 817 Mobiliário 656 Máquinas eléctricas 523 6% 5% 7% 5% Veículos automóveis 822 Máquinas mecânicas 340 Borracha Produtos farmacêuticos % 11% 35% 147% Produtos de base tecnológica INE, DeStatis; Roland Berger Strategy Consultants 29

30 MIX DE PRODUTOS EXPORTADOS As exportações de produtos tradicionais para a Alemanha ainda são inferiores às de outros mercados de exportação de Portugal Exportações de produtos tradicionais portugueses para os principais mercados (2012; EUR M) ALEMANHA FRANÇA REINO UNIDO ESPANHA CAGR Peso CAGR Peso CAGR Peso CAGR Peso Têxteis 375-2,5% 6,7% 556 0,7% 10,3% ,1% 15,2% ,0% 12,7% Calçado 308 1,9% 5,5% 432 3,4% 8,0% 122-3,2% 5,1% 170 6,1% 1,7% Cerâmica 97-0,3% 1,7% 299 5,4% 5,6% 59-7,8% 2,5% 422-6,5% 4,1% Móveis 89 23,4% 1,6% 363 5,2% 6,8% 22 0,7% 0,9% 351-3,9% 3,4% Agro-indústria 85 1,2% 1,5% 298 6,5% 5,6% 178 2,7% 7,4% 781 5,5% 7,6% INE, DeStatis; Roland Berger Strategy Consultants 30

31 EMPRESAS EXPORTADORAS As PME portuguesas exportam menos que as congéneres europeias e têm dificuldade em exportar para a Alemanha Principais desafios na capacidade de exportação das empresas portuguesas perspectiva das empresas PME EXPORTADORAS (#) 14% Portugal VOLUME EXPORTADO (% DA FACTURAÇÃO) 21% 25% Média UE27 32% BARREIRAS À EXPORTAÇÃO 1) Processo de venda (execução) Capacidade de produção Canal de distribuição 65% 59% Imagem de Portugal 53% Conhecimento do mercado 47% 71% > Acesso a clientes potenciais > Comunicação/apresentação da empresa > Qualificação como fornecedor > Capacidade para fornecer o mercado alemão com as quantidades necessárias > Dificuldade em entrar nos grandes distribuidores > Logística na Alemanha > Desconhecimento do nível tecnológico de Portugal > Impacto do resgate financeiro > Identificação de oportunidades e parceiros > Especificidades do mercado Portugal Média UE27 Colaboração entre empresas 24% > Comunicação/presença conjunta em feiras > Partilha de recursos na obtenção de conhecimento do mercado e na distribuição 1) Resultado de um inquérito feito a empresas exportadoras nacionais Entrevistas; Roland Berger Strategy Consultants 31

32 32 E. O crescimento das exportações para a Alemanha depende da captação do IDE alemão e do desenvolvimento de clusters sectoriais em Portugal, com as associações empresariais a assumirem um papel fundamental na implementação de propostas de valor sectoriais

33 ABORDAGEM NAS EXPORTAÇÕES O aumento das exportações de produtos tecnológicos deverá assentar no IDE alemão e o dos tradicionais numa abordagem de cluster sectoriais ALAVANCAS AUMENTO RELEVANTE DAS EXPORTAÇÕES PARA A ALEMANHA NO MÉDIO PRAZO TERÁ QUE COMBINAR DUAS ALAVANCAS Produtos de base tecnológica Produtos tradicionais > Aumento do IDE Alemão nas indústrias de base tecnológica como forma de aumentar as exportações > Apoio às empresas nacionais com produtos inovadores, na entrada no mercado alemão > Formação de clusters sectoriais que congreguem e liderem o desenvolvimento do mercado alemão, com base no conhecimento aprofundado do mesmo FOCUS DA ABORDAGEM PROPOSTA Roland Berger Strategy Consultants 33

34 ABORDAGEM NAS EXPORTAÇÕES Para assegurar os factores críticos de sucesso na exportação para a Alemanha será necessária uma abordagem por clusters sectoriais Evolução da abordagem às exportações para a Alemanha ABORDAGEM ACTUAL > Exportações dependem em grande medida dos esforços individuais de cada empresa > Apoio da AICEP às empresas, na identificação de oportunidades de exportação e actividades de promoção > Promoção individual das empresas, associando-se em alguns sectores, na participação em feiras ABORDAGEM FUTURA > Desenvolvimento de clusters sectoriais como forma congregar os esforços das empresas e stakeholders sectoriais > Associações sectoriais na liderança dos clusters e do desenvolvimento de mercado > Promoção conjunta dos sectores na Alemanha, complementada por acções individuais das empresas Abordagem predominantemente individual das empresas ao mercado alemão Associações sectoriais na liderança do crescimento das exportações congregando os esforços dos stakeholders Roland Berger Strategy Consultants 34

35 ABORDAGEM NAS EXPORTAÇÕES O crescimento do exportações assentará na abordagem ao mercado numa lógica de cluster, liderada pelas associações do sector I OBJECTIVOS Aumentar de forma relevante as exportações de empresas portuguesas para a Alemanha no prazo de 5 anos (+EUR 1 B, empresas portuguesas) II PROPOSTA DE VALOR SECTORIAL Definir uma proposta de valor sectorial, assente numa lógica de cluster, e na oferta de produtos em que as empresas portuguesas são competitivas III ESTRATÉGIA DE PROMOÇÃO Reforçar a promoção conjunta do sector na Alemanha junto das principais associações e clientes potenciais, conjugando acções de âmbito sectorial com outras direccionadas a players específicos IV RECURSOS E MEIOS Reforçar o papel das Associações sectoriais na liderança do processo, com forte envolvimento das empresas privadas, financiadas por fundos privados e do QREN Roland Berger Strategy Consultants 35

36 RECURSOS E MEIOS As associações sectoriais deverão liderar o processo e congregar esforços de empresas e entidades chave a envolver, apoiadas pelo AICEP Modelo organizacional conceito 1 ASSOCIAÇÕES SECTORIAIS > Mobilizadores de empresas para abordarem de forma organizada o mercado Alemão > Coordenação operacional de processos chave 1 ASSOCIAÇÕES 2 EMPRESAS DO SECTOR > Desenvolvimento de produto e abordagem comercial na Alemanha > Execução de acções de promoção complementares à Associação 3 AICEP E OUTRAS ENTIDADES PAE 2 EMPRESAS 3 AICEP E OUTRAS ENTIDADES PAE: PROGRAMA DE APOIO À EXPORTAÇÃO 4 PAE (GOVERNO) > Facilitadores do acesso ao mercado alemão > Apoio técnico ao desenvolvimento de estudos do mercado alemão > "German desk" (AHK) canal de apoio às empresas exportadoras > Incentivos fiscais à entrada em novos mercados > Apoio na candidatura e gestão de incentivos financeiros QREN > Apoio em termos laborais Roland Berger Strategy Consultants 36

37 IMPLEMENTAÇÃO Deverão ser desenvolvidos pilotos para consolidar a abordagem e, posteriormente, alargar aos restantes sectores CRITÉRIOS DE SELECÇÃO PILOTOS SUGESTÃO 1. Valor elevado de importações da Alemanha face à produção portuguesa 2. Know-how e tradição do sector em Portugal CERÂMICA 3. Baixo volume de vendas para a Alemanha face a países comparáveis MOBILIÁRIO Roland Berger Strategy Consultants 37

38 38 F. As conclusões do estudo apontam para um maior enfoque e excelência na execução considerando os resultados alcançados e os objectivos de crescimento de Portugal, assim como o posicionamento e performance de países concorrentes

39 As conclusões do estudo apontam para um maior enfoque e excelência na execução INVESTIMENTO ALEMÃO EM PORTUGAL EXPORTAÇÕES PORTUGUESAS PARA A ALEMANHA > Conhecimento detalhado das cadeias de valor dos sectores na Alemanha > Propostas de valor específicas e business cases que detalhem os factores de competitividade para as empresas Alemãs em Portugal > Equipa especializada de captação de investimento com participação de privados PAI PAE > Desenvolvimento de clusters sectoriais como forma congregar os esforços das empresas e stakeholders sectoriais > Associações sectoriais na liderança dos clusters e do desenvolvimento de mercado > Promoção conjunta dos sectores na Alemanha, complementada por acções individuais das empresas O presente estudo contribui para a reflexão sobre como melhorar a abordagem ao mercado agora é necessário passar do Conceito à Acção! Roland Berger Strategy Consultants 39

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