PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS

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1 PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS SILVESTRES DO MEDITERRÂNEO - UMA ESTRATÉGIA PARA AS ÁREAS DE BAIXA DENSIDADE DO SUL DE PORTUGAL CARACTERIZAÇÃO A área de intervenção desta Estratégia de Eficiência Colectiva (EEC) abrange áreas dominadas por sistemas florestais ou dos denominados espaços florestais não arborizados (matagais) na região do Baixo Alentejo e Algarve. Este tipo de ecossistema mediterrânico, permite uma gestão multifuncional, que possibilita a exploração diversificada de um conjunto de recursos autóctones, provenientes da floresta mediterrânica, com um elevado potencial de qualidade e de valor estratégico. Neste sentido, este projecto, pretende constituir uma Estratégia de Eficiência Colectiva, baseada em recursos comuns a uma área de intervenção, cujas características carecem de uma abordagem integrada que possa dinamizar economicamente territórios de baixa densidade do Sul de Portugal. Esta estratégia de intervenção baseia-se na valorização dos recursos silvestres, ou dos recursos florestais não lenhosos (RFNL), como uma via para o desenvolvimento integrado das áreas de baixa densidade do Sul de Portugal e conservação dos recursos naturais dos ecossistemas presentes nessas áreas, através da aposta em inovadoras tecnologias de produção/ transformação e/ou conservação e da constituição de uma escala económica estruturante, a partir de um trabalho de concentração da oferta e da procura de novos mercados (nacionais e internacionais). Esta EEC assenta assim no facto de existir, ao nível do mercado, uma elevada apetência para o consumo de produtos gourmet e de qualidade, provenientes de formas de fabrico tradicional ou artesanal, que podem ser produzidos nestas regiões e quem nem sempre têm tido a devida valorização. O Programa de Acção integra 9 Projectos Âncora, um projecto para gestão e acompanhamento da parceria, um projecto para criação de um Fundo de Apoio ao Empreendedorismo e a Actividade de Microempresas e 131 Projectos Complementares, envolvendo um investimento global previsto de ,00 para o caso dos Projectos Âncora (dos quais ,00 corresponde a investimento público e ,00 a investimento privado). 1

2 PROJECTOS ÂNCORA 1. Constituição do CERMED Investimento: ,00 2. Estudos de Comercialização e Marketing Promotor: Associação de Defesa do Património de Mértola Investimento: ,00 3. Inovação e Novas Tecnologias no Aproveitamento do Medronho Investimento: ,00 4. Redes de Difusão da Informação Técnica e Científica sobre os Recursos Florestais não lenhosos Promotor: Instituto Nacional dos Recursos Biológicos Investimento: ,00 5. Formação Especializada Investimento: ,00 6. Bolsa de Jovens Empresários e Investidores Investimento: ,00 2

3 7. Unidade de Secagem e Embalamento de Cogumelos Investimento: ,00 8. Eventos Internacionais de Promoção dos Recursos Silvestres Investimento: ,00 9. Elaboração de Produtos Finais à base de PAM Investimento: , Fundo de Apoio ao Empreendedorismo e a Actividade de Microempresas /Consórcio Investimento: ,00 ENTIDADE LÍDER DO CONSÓRCIO: Município de Almodôvar PARCEIROS: 98 parceiros, dos quais: 11 Públicos 62 Privados 25 Outros (Cooperativas, Associações e Agências de Desenvolvimento Regional) 3

4 BREVE CARACTERIZAÇÃO DOS PROJECTOS ÂNCORA 1. Constituição do CERMED Este centro funcionará como um pólo de dinamização do meio rural, apostando na investigação aplicada e na transferência de conhecimentos entre a comunidade científica e os produtores, através de actividades de experimentação/investigação, formação, demonstração prática e extensão rural. Pretende também actuar ao nível da organização da oferta no apoio ao empreendedorismo, aspectos essenciais para o sucesso desta estratégia. Neste sentido, este projecto terá como valências: Promoção da investigação aplicada na produção, conservação e transformação dos recursos agro-florestais do Mediterrâneo; Transferência de conhecimentos entre a comunidade científica e a comunidade rural; Apoio ao associativismo; Concentração da oferta; Realização de estudos de marketing e criação de marca; Apoio ao empreendedorismo; Incentivo à certificação em modo de produção biológico e/ou a sistemas de certificação de qualidade; Apoio à comercialização e internacionalização dos produtos; Processamento e transformação de recursos florestais não lenhosos. 2. Estudos de Comercialização e Marketing O presente projecto tem como objectivo capacitar o CERMED para desenvolver um conjunto de estratégias e acções de marketing que compreenderão a criação de uma imagem para o Centro de Excelência para a Valorização dos Recursos Silvestres, estudos de marketing, estudos de novos mercados, acções de promoção e apoio à internacionalização dos produtos-alvo desta EEC. Estes serviços funcionarão como uma ferramenta disponível para os elementos do consorcio que possibilita a observação de tendências de mercado e a criação de novas 4

5 oportunidades de consumo visando a satisfação do cliente e dando resposta aos objectivos financeiros das empresas de produção ou prestação de serviços na área de abrangência do CERMED. 3. Inovação e Novas Tecnologias no Aproveitamento do Medronho O presente projecto pretende que o CERMED congregue a valência de incentivar a incorporação aliada à inovação e concepção de novos produtos, processos e tecnologias no que concerne à produção do medronho. Estas iniciativas concretizar-se-ão através do apoio ao desenvolvimento de novos produtos à base do medronho, bem como a realização de testes de aplicabilidade e análise de viabilidade económica. Incluem como tal as seguintes tarefas: Estudos de toxicidade; Estudos das características organolépticas; Experimentação na concepção de novos produtos; Concepção de novos produtos e processos tecnológicos; Realização de testes de aplicabilidade e operacionalização; Análise de viabilidade económica 4. Redes de Difusão da Informação Técnica e Científica sobre os Recursos Florestais não lenhosos O Centro de Excelência para a valorização dos recursos silvestres do mediterrâneo terá uma componente ligada à investigação e a inovação na concepção de novos produtos tendo como matéria-prima os produtos florestais não lenhosos, neste sentido o presente projecto visa capacitar o CERMED para a difusão da informação técnica e cientifica concebendo estratégias de desenvolvimento e reforço dos "clusters" dos recursos florestais O projecto pretende a criação de uma rede de âmbito tecnológico que vise o tratamento e difusão da informação técnica e científica obtida no decorrer da investigação promovida pelo CERMED e desenvolvida por este em parceria com as restantes entidades do SCT deste consórcio, relativamente a novas tecnologias e processos de produção e/ou transformação dos produtos florestais não lenhosos. Neste sentido e tendo como lastro as parcerias estabelecidas com as instituições de investigação, será criado um suporte para apoiar os outros parceiros que necessitam de informações de base tecnológica e fidedigna. 5

6 5. Formação Especializada O objectivo é o de formar pessoas nas áreas em que exista mais necessidade dentro da EEC do PROVERE. A formação é dirigida aos empreendedores e trabalhadores que queiram ter mais conhecimento técnico sobre as áreas em que vão trabalhar e desenvolver os seus projectos. A formação será assim dirigida para as actividades cujos projectos sejam aprovados. Formação de nível III, IV e V Formação em produção e transformação de produtos à base da cortiça, TIC na comercialização e produção dos RFNL, transformação de frutos silvestres, Produção de Cogumelos Sapróbios e Micorrizicos, de Agricultura Biológica, de Secagem de cogumelos, em Sistemas de Certificação e qualificação de produtos, de Normas de Licenciamento em Segurança e Higiene nas Agro-Alimentares, de Marketing dos RFNL e em Empreendorismo. 6. Bolsa de Jovens Empresários e Investidores A Bolsa de Empreendedores e de Investidores, é um instrumento criado pelo CERMED que visa facilitar o contacto entre empreendedores e investidores, promovendo a sua associação, com vista ao fortalecimento do espírito de empresa e de contribuição para a renovação do tecido empresarial. Os Empreendedores podem procurar meios descrevendo sumariamente a ideia, indicando o sector de actividade, localização (e outros dados de interesse que não ponham em risco o carácter de confidencialidade) e identificando os meios necessários. Os Potenciais Investidores podem procurar ideias identificando os meios disponíveis e solicitando que a Bolsa de Empreendedores e de Investidores encontre uma ideia com características determinadas ou em resposta a ideias, residentes na Bolsa, previamente divulgadas. Uma Comissão de Análise e Selecção, constituída por um representante do CERMED apreciará as candidaturas e validará a sua inclusão na Bolsa. 6

7 7. Unidade de Secagem e Embalamento de Cogumelos Numa óptica comercial e demonstrativa pretende-se fazer a produção de cogumelos sapróbios e a concentração de cogumelos silvestres recolhidos na região. Os mesmos poderão ser comercializados em fresco ou em seca, pelo que se pretende também adquirir equipamento para secagem e embalamento. Este projecto será potenciado pela estratégia PROVERE. Assim pretende-se conseguir um escoamento rápido, eficaz e normalizado do ponto de vista da qualidade da secagem e embalamento. 8. Eventos Internacionais de Promoção dos Recursos Silvestres Esta iniciativa tem um carácter transnacional que pretende criar sinergias entre produtores e consumidores de diferentes aguardentes tradicionais, com a finalidade de tornar as aguardentes num produto com elevado valor económico e fomentá-las enquanto produto turístico/cultural com visibilidade e importância nesta região. Este festival será realizado em parceria com entidades de diferentes países e será dinamizado na Serra do Caldeirão. Especificamente, o festival contempla: intercâmbios e encontros entre produtores, concursos e provas de aguardentes de medronho, workshops, exposições de produtos e novidades em tecnologia e equipamentos, dinamização de percursos turísticos ligados à produção e transformação de aguardentes e actividades de animação cultural e de entretenimento para os visitantes. 9. Elaboração de Produtos Finais à base de PAM A obtenção de produtos finais à base de PAM pode constituir uma mais valia nesta EEC, uma vez que assegura um maior valor acrescentado local. A transformação dos óleos essências e dos subprodutos darão origem a uma gama variada de produtos nomeadamente as Águas Florais, também conhecidas como hidrolatos serão utilizadas para o fabrico de tónicos e loções para a pele, compressas faciais, na mistura de perfumes naturais e na aplicação de banhos. No concerne a aplicação de óleos essências propriamente ditos pretende-se fabricar sabonetes, velas, incenso, papel perfumado e difusores de ambiente. Estes produtos serão certificados como sendo provenientes de Agricultura Biológica. A criação deste centro de transformação tem como objectivo alargar a gama de produtos do CERMED, dando origem a produtos diversificados e com valor acrescentado. 7

8 10. Fundo de Apoio ao Empreendedorismo e a Actividade de Microempresas O CERMED enquanto pólo dinamizador das actividades económicas relacionadas com os recursos silvestres terá uma componente de apoio à criação de empresas e acompanhamento de micro e pequenas empresas. Este objectivo será concretizado através da criação de um fundo destinado a apoiar a concretização dos projectos envolvidos nesta EEC. Este fundo concederá empréstimos relativamente ao capital a investir, nomeadamente privado e co-financiamento público. Neste sentido, o fundo em questão poderá apoiar os projectos de investimento propostos pelas empresas já existentes, promovendo ganhos de competitividade e doando-as de maior capacidade de empreendedorismo ou, por outro lado, apoiar a incubação de novas empresas. A aplicação do fundo terá uma estrutura de apoio e acompanhamento técnico no que concerne ao melhoramento da estrutura produtiva das empresas, ao nível da introdução de novas tecnologias de produção e transformação, à inovação, ao marketing, aos estudos de viabilidade económicas, à aquisição de material e outros que se justifiquem para melhorar o desempenho económico das empresas apoiadas. 8

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