Existem várias maneiras de bootar o seu sistema para a instalação do FreeBSD, mas trataremos, nesse documento, apenas das duas maneiras mais usuais.

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1 1. Instalação do FreeBSD: 1.1 Bootando o Sistema.: Existem várias maneiras de bootar o seu sistema para a instalação do FreeBSD, mas trataremos, nesse documento, apenas das duas maneiras mais usuais. A Primeira forma de bootar seu sistema, e mais recomendada caso seu sistema permita, é bootar pelo CD, para isso basta configurar o Setup da BIOS da sua placa mãe para procurar pelo boot primeiro no CD. A maioria das placas mães mais atuais permitem esse recurso. A segunda maneira é a mais comum de todas, e é a que será dada mais ênfase, que é o boot por disquetes. No próximo Item você vai saber como e onde criar seus discos de boot, mas nesse momento, vamos aos fatores práticos... Com os discos de Boot na mão, você deve configurar o Setup da BIOS da sua Placa Mãe para procurar pelo Boot primeiro no Drive de disquetes (normalmente tido com A:\, floppy, ou apenas A no Setup da BIOS), então iniciar seu Sistema com o disco do 'kern.flp' para o primeiro Boot. Você verá o seu sistema bootando, algumas informações sobre seu Sistema e Sobre o Boot do sistema a ser instalado serão mostradas, e, após o final, o sistema pedirá o segundo disco, chamado de 'mfsroot' (mfsroot.flp). Agoura sim o Kernel do seu sistema será carregado, e então o boot se completará e o menu de instalação, o sysinstall, será carregado Criando os Discos de Boot.: Existem duas maneiras de se criar os discos de Boot para a instalação do FreeBSD, a primeira é pelo MsDos/Windows e a segunda é via qualquer sistema Unix, inclusive um outro FreeBSD. Como supomos que a maioria das pessoas que vão ler esse documento estarão migrando de algum sistema Unix, como o Solaris ou algum clone de Unix, como o Linux, então imagina-se que elas queiram fazer seus discos de boot a partir desse método; Em ambos os casos serão necessárias as imagens do 'kern' e do 'mfsroot' que podem ser encontradas no diretório 'floppies' do CDRom do seu RELEASE, ou em ftp://ftp.freebsd.org/pub/freebsd/releases/i386/4.3-release/floppies/, onde '4.3- RELEASE' se refere ao Release atual do sistema. Se você tiver problemas de congestionamento nesse site, tente os espelhos nacionais (ftp://ftp.br.freebsd.org/pub/freebsd/). Dentro dos diretórios específicos de cada versão do FreeBSD existe o diretório de Floppies (discos) da distribuição. Baixe as imagens do kern.flp e do mfsroot.flp referentes à versão que você vai instalar. Como nosso documento é escrito a partir da versão 4.3- RELEASE, é do diretório floppies do 4.3-RELEASE que nós faremos o download das imagens. Informações adicionais podem ser encontradas em é claro, e também Bem, com as imagens em mãos, a criação dos discos de boot devem ser feitas, no Unix, com o comando "dd if=kern.flp of=/dev/fd0" e "dd if=mfsroot.flp of=/dev/fd0" ]:-) Pronto...

2 Eis os dois discos prontos... Esse é um processo simples e conhecido se você está migrando de outro sistema Unix ou clones. Se você vai fazer seu disco de Boot a partir do Windows/Dos, você vai precisar do aplicativo rawrite.exe que pode também ser encontrado dentro do diretório 'tools' nos endereços citados acima, ou em qualquer CD com distribuições Unix, inclusive no CDRom do RELEASE do FreeBSD, também sob o diretório 'tools.' A Utilização do rawrite também já deve ser conhecida da maioria das pessoas que estão lendo essa documentação do FreeBSD, mas a sintaxe deve ser: "rawrite -f kern.flp -d a -n" e "rawrite -f mfsroot.flp -d a -n" ou simplesmente digite rawrite e siga as instruções do prompt. 1.2 Menu de configuração do Kernel.: Logo no início, o primeiro item da instalação, te da a opção de configurar o kernel do sistema para bater com as informações do seu hardware. Nesse menu de configuração do Kernel, você tem três opções (figura 1), onde, na ordem: 1 - A primeira é para você pular a configuração do kernel, caso você tenha certeza que tudo já está certo, diz na legenda... :-); 2 - A segunda, te oferece uma configuração texto-visual do kernel, mostrando seus dispositivos e permitindo que você altere as interrupções, endereço de acesso à memória, e o diabo a quatro no seu sistema. Essa opção é tida como a mais fácil; 3 - A Terceira é para os Experts, é uma configuração mais avançada do seu Kernel, logo na instalação, contudo é a mais indicada para enviar os parâmetros necessários pro kernel poder controlar seu hardware. O uso é bem fácil, e o comando help proporciona uma legenda fácil de ser entendida. São passados parâmetros pro kernel basicamente com a sintaxe 'intem_a_configurar <device> [valor]', por exemplo: port ed0 0x0300 e também irq ed0 9, onde, na ordem, essas instruções alteram a porta da device 'ed0'

3 (interface de rede padrão NE2000) para '0x300' e alteram sua irq para 9. Várias outras opções são suportadas e como ja dito, o comando help é bem claro nessa opção. Não se espera que ninguém que esteja disposto a usar essa documentação da EEVIAC seja um expert em hardware, mas queremos deixar claro que se você está vindo de um outro sistema Unix qualquer, e ainda não aprendeu a conhecer ao menos o Hardware que você tem em casa, eis a grande oportunidade da sua vida para descobrir as interrupções (IRQs) e DMA's (acesso direto a memória) do seu Modem, Placa de Som, Vídeo, Mouse, Unidade de fita... ]:-) Bom, mas para não criarmos longas dores de cabeça logo no início, vamos pular essa pré-configuração do Kernel e escolhermos a Primeira opção: SKIP KERNEL CONFIGURATION. Porque pular? Você vai ver que é muito mais interessante compilar o seu Kernel depois da Instalação já pronta /stand/sysinstall - O Menu Principal Pode se acostumar com essa carinha (figura 2)... você vai ver esse menu muito durante sua vida de Usuário/Administrador de FreeBSD. O Sysinstall é a principal ferramenta de configuração e administração de recursos básicos no FreeBSD. E eis também a principal diferença na instalação do FreeBSD em relação a outros Unix e clones de Unix. Esse Menu te oferece todos os recursos de Instalação, Administração, Configuração, Documentação e uma série de outras opções, por isso faremos uma Análise de cada Item desse Menu: Usage - Quick Start - How to Use This Menu; É Basicamente um guia de por onde começar a se encontrar nesse menu, fala sobre a movimentação no Menu (Teclas e Comandos) e do que cada opção vai tratar. Não é necessários falarmos essas Teclas, uma vez que tudo é bem intuitivo: Setinhas movem

4 pra cima e pra baixo, tecla de ESPAÇO seleciona ou entra na opção, ENTER confirma ou alterna o Menu, ESC sai... enfim... tudo bem fácil Standard - Begin a Standard Installation (recommended); É por onde deve-se começar uma instalação padrão, ou seja, a instalação default, onde tem um pouco de tudo, e tudo de importante... é a instalação recomendada pelo sistema Express - Begin a Quick Installation (for the impatient); A Tradução do Item já descreveria tudo: 'Inicia uma Instalação Rápida, para os impacientes'. É uma instalação básica com algumas coisinhas a mais... Seria uma instalação mínima com algumas adições... :-P Custom - Begin a Custon Installation (for the experts); Essa é a opção para inicializar uma instalação personalizada, para os experts, diz o sistema... Na verdade é necessário um pouco de conhecimento do que se quer para o seu sistema e o que não é necessário, por isso é recomendada para um usuário já com alguma experiência, pois pode definir bem o que serve ou não para ele... Essa opção te oferece a possibilidade de modificar algumas informações do sistema também... deve-se ter cuidado, e aproveitar ao máximo :o) Configure - Do post-install configuration of FreeBSD; Será a opção mais visitada por você depois da instalação: te permite configurar ou reconfigurar vários dispositivos do sistema, incluindo ferramentas para administração de usuários, hardware, interface, sistemas e etc; Docs - Installation instructions, README, etc; Contém documentação sobre o sistema, instruções para instalação, arquivos README, documentação sobre algumas implementações do sistema, enfim é uma fonte ótima de documentação disponível pra ser consultada durante e após a instalação. Contém também informações de Copyright e sobre a licença BSD. Tudo em inglês Keymap - Select Keyboard Type; Te permite configurar o seu teclado... Aqui começa um pouco da importância de conhecer o seu hardware... Entre e escolha o mapeamento do seu Teclado Options - View/Set various installation Options; Permite que você veja e configure várias opções do sistema, algumas delas muito importantes e que merecem algum cuidado, outras nem tão relevantes... Veremos essas mesmas opções mais detalhadamente adiante Fixit - Enter repair mode with CDROM/Floppy or start shell; Permite que você entre no seu sistema para arrumar algum problema de instalação ou má configuração que por ventura possa evitar que seu sistema trabalhe eficientemente...

5 tem a função dos modos de resgate (rescue) de outros sistemas Unix, a tradução direta desse Item poderia ser: Arrume Isso! Upgrade - Upgrade An Existing System; Para você atualizar o seu sistema, caso já exista um FreeBSD mais antigo instalado Load Config - Load default install configuration; Pede para você adicionar um arquivo via disquete com extensão.cfg que contenha as informações para que a instalação se faça. Funciona assim: imagine que você, administrador Unix tenha como salvar as opções básicas das instalações que você faz, que você nunca mais tenha que selecionar aqueles pacotes um por um, satisfazendo as suas necessidades, se suas necessidades são sempre as mesmas, e ainda por cima se pudesse salvar o que você espera dos seus devices e partições em todas as instalações que você for fazer... pois é... é a possibilidade de fazer isso tudo, que essa opção do FreeBSD oferece... uma facilidade interessante pra quem sempre precisa fazer instalações custom Index - Glossary of Functions; É um índice de todas as funções que esse menu pode oferecer, fazendo uma breve descrição da função e já te levando direto para a tela de configuração da mesma... :-) 1.4. Custom - A Nossa Instalação (figura 3); Para continuarmos com nossa instalação, teremos que escolher entre um dos modos (Custom, Standard ou Express), e a nossa opção é a Instalação Personalizada. Não que você deva se sentir o devorador dos Unix (Unices) para instalar em modo Expert, contudo, nossa intenção é documentar a opção mais completa, então vamos em modo Experiente.

6 Mesmo porque não esperamos que quem esteja seguindo esse manual, deseje instalar em modo Express ou uma instalação Padrão... Afinal a comunidade BSD da importância a coisas que sejam mais que o comum, o padrão. ]:) Então seguiremos todas as opções do próximo Menu (figura 3). Escolha 'Custom' com a barra de espaço e analisaremos: [X Exit] - Exit this menu (exiting to previous); Seguindo a tradução: Faz você sair desse Menu, voltado para o menú anterior que foi descrito acima... - Não tem necessidade de informações adicionais [2 Options] - View/Set various installation Options (figura 4); Lembra-se da opção na descrição do Menu anterior (acima)? Bem, agora sim iremos analisa-la de forma mais detalhada: - NFS Secure: Escolha YES (com a tecla de espaço) NFS é o sistema de Arquivos Nativo do Unix, se você for habilitar NFS é bom que ele esteja em modo seguro, concorda? - NFS Slow: Escolha YES Essa opção diminui a velocidade do tráfego de informações na rede NFS, e isso é ótimo quando não se tem uma rede veloz, com placas de 100mbps e outras desse tipo. Não adianta sua rede querendo os dados em uma velocidade que as outras maquinas não suportem, então, para evitar gargalos na rede, foi implementada essa opção. Se sua rede for de alta velocidade, escolha NO para que o NFS seja o mais rápido possível.

7 - Debugging: Escolha YES Vamos escolher YES, porque queremos ter o número maior de informações possíveis sobre nossa instalação, certo? Dica: Use o segundo terminal (ALT+F2) durante o processo de instalação pra você ver detalhes do DEBUG da mesma. - No Warnings: Escolha NO É importante você ser advertido do que esteja acontecendo de errado com seu sistema... Mensagens de erro aqui não são como no Windows, uma rotina... aqui deve-se levar a sério, e serem analisadas. - Yes To All: Escolha NO Adivinha porque? Essa opção marca todas as outras com um SIM. Esse não é o nosso caso. - DHCP: Escolha NO Mesmo se você pretende se conectar via modem a um provedor, essa não é a hora de startar DHCP no FreeBSD; Essa opção deve ser utilizada se você for instalar o sistema por rede, e se o endereço IP da sua estação não for definido de forma estática. - FTP Username: Mantenha ftp Como nossa instalação será feita por mídia comum (CDRom) então essa opção não será utilizada. Essa opção é extremamente importante se você for instalar seu FreeBSD remotamente, em rede, via FTP. Se o servidor FTP onde você vai se conectar não aceitar usuários anônimos, normalmente 'ftp' ou 'annonymous' então essa opção permite que você defina um usuário e senha válidos para a conexão FTP. - Editor: Mantenha /usr/bin/ee Mante-lo porque é o editor que com certeza você sabe que estará instalado antes de você portar outros Editores... o VI também faz parte da instalação, mas se o editor default é o ee, vamos mante-lo então. Faz parte do feeling do FreeBSD; - Tape Blocksize: Mantenha 20 Você vai usar unidade de fita? Se não, não há porque mudar o tamanho do bloco das fitas. Mas se for, você saberá quais especificações melhor pra sua unidade de fita de dados. - Extract Detail: Mantenha high Mais uma vez, toda informação possível é bem vinda, então que os detalhes da extração estejam no nível alto (high); - Release Name: Altere de acordo com sua necessidade, ou não altere. Pessoalmente não sei se existe algum problema em mudar esse nome, o único problema que eu pude constatar é que na instalação, apareceu um prompt dizendo que o

8 nome do RELEASE do FreeBSD que eu estava utilizando não coincidia com o RELEASE que continha no CDRom, e se eu quisesse que a instalação continuasse mesmo assim... Várias vezes continuei e outras não... nunca houve diferença, a não ser que algumas especificações do meu sistema ficavam com o nome de EeviacBSD-4.3, o que eu achava kitsch. Mas atenção, se você for fazer sua instalação por rede, sem o CDRom, então o nome aqui deve ser exatamente o mesmo nome do RELEASE que o sistema vai procurar quando se logar no servidor FTP remoto. Se a instalação em questão for de algum snapshot do sistema -CURRENT então você deve preencher com algum nome parecido como FreeBSD CURRENT, que é a versão do snapshot da data em questão. - Install Root: Mantenha / Usualmente a Raiz de nossa instalação será sempre '/'. - Browser Package: Mantenha lynx É Legal utilizar o lynx como browser default, primeiro porque você não tem muita opção sem portar antes da instalação, e depois, porque faz parte do feeling Unix... lynx, vi editor... - Browser Exec: Mantenha /usr/local/bin/lynx Porque é o caminho onde o sistema vai procurar o executável do Browser escolhido. ]:) - Media Type: Escolha agoura, ou mais tarde. Se a opção estiver '<not yet set>' ou seja: ainda não configurada, e você apertar a tecla de espaço em cima, o 'sysinstall' te levará para a tela de seleção de mídia, ou seja, onde você vai escolher de onde deseja instalar (Partição DOS, FTP, HTTP, Linux, CDRom...). Nossa opção de instalação é CDROM, então se você selecionar agoura, ou deixar pra depois, quando chegarmos na Seleção do Tipo de Mídia, não vai fazer diferença! Tudo bem se escolher agoura ou mais tarde... ];) - Media Timeout: Mantenha 300 ou suba um pouquinho É o tempo que o sistema deve esperar (em milesegundos) por alguma informação antes de retornar uma prompt de erro ou demora... Se você vai instalar por outros meios que não o CDRom, como via FTP por exemplo, é interessante elevar um pouco esse número, senão, não há porque seu CDRom não responder em 300ms... - Package Temp: mantenha /usr/tmp É o caminho onde os pacotes serão temporariamente alojados durante a instalação. Se quiser, selecione outro. Fica à critério e necessidade do administrador. - Newfs Args: mantenha -b f 1024 São os comandos para executar quando para criar um Novo File System. Esses argumentos indicam o tamanho do bloco e inodes. - Config Save: Mantenha YES

9 Para salvar as configurações. - Re-scan Devices: Se necessário, utilize-a. Se você clicar com a barra de espaço, irá re-procurar e re-analisar os Devices de seu sistema... você pode fazer o que quiser, não vai mudar muita coisa, a não ser que você ache que um de seus devices pararam... ou que apareceram outros do nada... enfim, pode ser interessante se uma interface de rede está iddle e você suspeita que ela tenha caído. - Use Defautls: Resetar? Se você apertar espaço aqui em cima, reseta todas as opções e volta tudo pro original, destruindo as alterações que você efetuou até aqui. Depois que tudo estiver pronto, aperte 'Q' para sair ou ESC [3 Partition] - Particionando seu HD para o FreeBSD; Eis o FDisk do FreeBSD (figura 5); Basicamente a idéia é a mesma do Fdisk do Linux, DOS, ou qualquer outro; Você tem as partições atuais, e dispõe de comandos para criar novas partições, deletar as antigas, enfim várias opções disponíveis. Mesmo considerando que o usuário que se propõe a ler essa documentação já tem certa experiência, vou tentar explicar o que fazer agora de uma maneira que qualquer leigo (ou quase) possa entender. Vamos começar pelos comandos disponíveis, os quais aparecem escritos no botton (em baixo) da tela, como legenda. É importante ressaltar que, a pesar de alguma semelhança com os Fdisk mais usuais, é necessários sempre ter atenção, pois os comandos não são os mesmos, e então alguma ação mal planejada pode colocar em risco dados que você não queira perder.

10 As setas movem o cursor pra cima e pra baixo na Tabela de Partições. A tecla 'A' é utilizada caso você deseje que todo o seu disco rígido seja usado para a instalação do FreeBSD. Essa é a opção mais comum quando se pretende montar um Servidor com FreeBSD, e a menos utilizada quando vai se instalar seu FreeBSD junto a outro Sistema Operacional. Utilizando essa tecla, para ressaltar, todas as partições são ignoradas e sobrepostas pela partição FreeBSD. A tecla 'D' deleta a partição selecionada, transformando-a em espaço livre. A tecla 'T' muda o tipo da Partição Selecionada. Para explicar melhor: você tem uma partição alojada como tipo Linux Nativa (ext2fs) e deseja transforma-lo em FreeBSD, e não quer se dar ao trabalho de deletar a partição e criar outra, então basta apertar 'T' (todos os comandos podem ser em minúsculas também) e informar o número da partição a qual ser transformada, no caso de FreeBSD, número 165. Claro que isso pode ser feito de qualquer tipo para qualquer tipo departição. A tecla 'G' ajusta o tamanho do Drive. É usado para redimensionar uma partição, caso o tamanho atual não seja o desejado. A tecla 'U' desfaz todos as modificações feitas desde que você entrou no FDisk do FreeBSD. A tecla 'C' cria uma partição, bastando mover o cursor pra cima do espaço livre alocado, e apertar 'c'. Então surgirá uma prompt pedindo o tamanho da partição, em blocos, ou em Megas. Se você for digitar em Megas termine o número com a letra M, em Maiúsculo (ex.: 2048M para dois Gigas de partição). A tecla 'S' ajusta a partição atual como bootável. A tecla 'Q' (Quit) Encerra as operações de Particionamento de HD e salva as alterações na Tabela de partição. Agoura, vamos entender a tabela que demonstra o tipo das partições. É bem simples e me ocorreu de colar aqui um exemplo da tabela, mas acho que não é necessário, ela pode ser encontrada na figura anterior! A Tabela demonstra o Início (OffSet), o Tamanho (Size), o Final (End), o Tipo de Partição (Desc) e outras informações. Essas informações são o bastante para você entender a Tabela. Agoura voltaremos ao nosso ponto inicial. Como já dito, para montar o nosso Servidor FreeBSD, utilizaremos todo o nosso Disco Rígido como partição FreeBSD, então apenas é necessário digitar a letra 'A' para que a partição FreeBSD seja criada. Mas, como sabemos que isso não acontecerá com algumas pessoas que estão lendo esse documento, vamos descrever então o processo de particionamento de discos de forma a mantermos nosso querido Windows e Instalar o FreeBSD como outro sistema

11 operativo. E também porque instalar apenas o FreeBSD sem outro sistema operativo é tarefa mais simples e facilmente assimilada a partir da explicação à seguir Dicas Extras - Particionando Para Windows (não relacionados); Então vamos fazer o seguinte: Você se é um usuário precavido e Unix User usual, normalmente já tem separadinho em seu HD a partição do Windows das outras Unix, mas se não o tem, é hora pra isso. Faça BackUp de todos os seus arquivos e programas importantes e que você não possa perder, de Windows, e boote o seu Sistema com um disco de Boot de DOS. Então utilize de alguma ferramenta de particionamento de discos para separar o tamanho do seu HD entre o que você pretende deixar para o Windows e o espaço livre. Essas ferramentas podem ser o Fdisk do Dos, FIPS, Partition Magic... Enfim... Não faz parte da idéia desse trabalho ensinar ninguém a utilizar ferramentas de particionamento do Windows. Procure na documentação desses aplicativos. A maioria é fácil de usar em especial Partition Magic que é seguro além de fácil, podendo oferecer até mesmo o particionamento sem perda de dados Continuando... Bom, voltando a nossa situação, agora você pode enxergar no FDisk do FreeBSD uma partição do tipo FAT (escrito 'fat' em 'Desc') com um tamanho (Size) bem grandinho e avantajado. Essa partição é a do Windows, se ela sumir por algum motivo, digite 'U' imediatamente, porque não queremos perde-la. Teoricamente. Obrigatoriamente tem que existir outros tipos de partições também em Desc, ou sejam unused, ou sejam ext2fs (Linux Nativa) ou Linux Swap; Então você tem a opção de deletar as partições Linux Nativa e Swap afim de criar espaço livre (unused). Agoura sim, você opta por criar (tecla 'C') uma ou mais de uma partição. Não se preocupe nesse momento com a partição de Swap. A gente brinca com ela a seguir. Se você então tem as duas (ou apenas uma) partição FreeBSD e a sua fat visíveis na tabela, então basta terminar esse particionamento, apertando a tecla 'Q'. Em seguida, o 'sysinstall' irá apresentar três opções de Boot para o seu sistema (figura6). A Primeira opção oferece a instalação do BootMgr, que é o gerenciador padrão de boot do FreeBSD. É um LOADER do FreeBSD, porém com suas características... Essa é a opção indicada por nós para a instalação. Marque o BootMgr com a tecla de espaço e dê [OK].

12 A Segunda opção, Standard instala o Boot do FreeBSD no setor mestre de inicialização, sem gerenciar o boot de um segundo Sistema Operacional. A Terceira opção não faz nada no setor de boot, nem toca se quer, e continua o boot do Windows ou outro que estivesse alocado na mbr; É o ideal se a intenção é bootar o FreeBSD por disquete [4 Label] Definindo as Partições (figura 7); Essa opção é particularidade ótima do FreeBSD;

13 Uma vez que você já tenha definido o espaço para a partição ou as partições 'FreeBSD' e deseje que a seleção do tamanho das partições de Swap e de outros contextos do sistema de arquivo sejam definidas automaticamente (realmente recomendado), então basta apertar a tecla 'A' e depois a tecla 'Q' para sair e encerrar de vez a questão de particionamentos ];D Mas se você quer sentir o gostinho de ser Expert logo, e deseja criar você mesmo seus Swap e UFS, então basta saber que as teclas (no menu em baixo - botton) tem as mesmas funções que na tela anterior (comentadas logo atrás...) e que agora você dispõe de dois novos comandos: tecla 'N' para definir um novo tipo de sistema, e a 'M' para montar a partição. Mas antes vamos fazer algumas pequenas considerações e indicações, caso você pretenda usar seu FreeBSD como servidor. Quando você usa a opção Auto Defaults For All! com a tecla 'A' o Sysinstall calcula o espaço em disco para o FreeBSD junto à quantidade total de memória para o melhor particionamento possível do disco. Normalmente esse cálculo é muito bem feito e na maioria das vezes é cabível aceitar o conselho do sistema em relação ao tamanho das partições. Contudo, em algumas situações você, como administrador do sistema deve relevar vários fatores. Por exemplo, o cálculo da partição de SWAP é feita dobrando-se o rotal de memória disponível e acrescentando 10% da mesma (SWAP = 2*(RAM)+10%). Em casos onde você tenha, 128MB de memória, ou mais, sua SWAP facilmente vai atingir mais que 260MB em disco. Para uma utilização mais eficiente da técnica de memória virtual, recomenda-se então que o espaço total de SWAP seja dividio em duas partiçoes (2*130MB), assim cada partição conterá um número menor de inodes resultando em uma gerência melhor e mais eficiente dos recursos de swap. Outras considerações são em relação à utilização do servidor. Se você está preparando um servidor que vai ter vários usuários, por exemplo, e você considera que esses usuários movimentarão uma grande quantidade de s, então você deve considerar cuidados especiais com a partição /var, onde os s são alocados. Portanto se os s vão significar uma grande quantidade de dados no seu servidor, deve-se analisar um tamanho mais indicado para a partição /var. Muitos administradores preferem não quebrar a cabeça com isso no momento do particionamento, e preparam, depois da instalação, o espaço para os s utilizando links simbólicos (symlinks, com o comando ln), apontando o diretório de s para algum lugar na partição /usr (/var/mail --> /usr/var/mail/) por exemplo. Também é uma saída válida e inteligente. Em caso de seu servidor ser usado primariamente como um servidor Proxy-Cache, então você deve considerar atenção especial ao diretório /usr/local/squid, e porque não, preparar uma partição especial pra ele, já que é em /usr/local/squid/cache onde fica a enorme quantidade de dados cacheados pelo seu proxy? Então o particionamento distinto da /usr e da /usr/local/squid é uma boa saída para uma melhor organização das suas partições. Esse tipo de análise é válida para qualquer ambiente Unix, mas usuários de FreeBSD pelo seu bom-senso e experiência em ambientes unix costumam ser mais cuidadosos com a preparação do servidor que outros administradores de Unix. Apesar da eficiência conhecida do FreeBSD em trabalhar com um número elevado de dados sem problemas de perda de desempenho, o particionamento racionalizado de um servidor resulta também em segurança, visto que possíveis problemas físicos ou lógicos em uma das partições não afetam as outras, podendo inclusive, em casos extremos ser re-instalada uma partição

14 (por exemplo, /usr) sem nem tocar em outras (/usr/home e /usr/local por exemplo, caso tenham sido particionadas distintamente), evitando assim problemas com perca de dados. Claro que esses exemplos são em casos extremos. Raramente um sistema de arquivos BSD reporta problemas. Nem diminui seu desempenho. Agoura você já é um expert em partições FreeBSD... Boa Sorte :) [5 Distribution] Escolha qual distribuição você quer instalar; Distribuição é apenas um nome para um conjunto de arquivos e aplicativos separados para a instalação. Ao invés de escolher tudo, ítem por ítem do que você quer instalar, você pode optar por distribuições contendo o que você precisa, e depois escolher por algum detalhe da mesma distribuição. É como se fossem pacotes separados por assuntos. Descreveremos agoura todas as opções dessa tela: - X Exit Volta pra tela anterior. - All Instala todas as fontes, todos os binários e todo o Sistema X Window e disponibiliza a chance de escolher os gerenciadores de janelas e interfaces com o usuário, além de disponibilizar que todos sejam instalados. É a opção indicada para se instalar tudo! - Reset Reseta tudo que você já tenha escolhido, ou seja, não marca nada! - 4 Developer Instala todos os sources (fontes), todos os binários e toda a documentação, e não instala os jogos. É o ideal para usuários que queiram utilizar o FreeBSD como base de desenvolvimento e programação. Instala tudo que for pra programação e desenvolvimento. - 5 X-Developer Instala o mesmo que a opção 'Developer' acrescido do sistema X Windows todo. Indicado para pessoas que desejam desenvolver em ambiente gráfico também. Instala gtk, qt, tcl, glade, além do X Windows completo, servidor e fontes. - 6 Kern-Developer Instala todos os binários e documentação e as Fontes do Kernel. Opção ideal para desenvolvedores de soluções com o FreeBSD onde exista a necessidade de implementar novas rotinas para o Kernel do sistema. Ou simplesmente recompilar o sistema. Reconendado também para contribuidores diretos do Core-Team. - 7 X-Kern-Developer Instala o mesmo que o Kern-Developer acrescido do sistema X Windows todo. Caso algumas alterações que você venha a implementar no Kernel utilize chamadas da/para a interface gráfica. Ou simplesmente queira ter o servidor gráfico instalado também. Utilizado em circunstâncias como desenvolvimento de jogos como o BRain, onde chamadas no Kernel venham a ser implementadas. - 8 User É a opção do sistema para a maioria dos usuários, composta apenas de todos os binários e toda a documentação. Ideal pros usuários que pretendem utilizar muito o FreeBSD mas não pretendem desenvolver em cima dele.

15 - 9 X-User Instala o mesmo que a opção User, porém acrescidos de todo o sistema X Windows. É a opção ideal para uma Workstation Unix, fazendo do FreeBSD um sistema de interfaces gráficas agradáveis e fáceis de se utilizar. Conta com inúmeros gerenciadores de janelas, todos os mais relevantes desenvolvidos pro servidor X. - A Minimal Instala a menor configuração possível para a execução do FreeBSD. É típica de usuários que preferem instalar aplicações ou módulos do sistema operacional posteriormente, à medida do necessário, racionalizando assim completamente o espaço em disco utilizado pelo sistema. - B Custom Permite que você mesmo edite a sua distribuição. Pro Alternativo e Anti Social que não se encaixa em nenhuma das descrições acima, essa é a opção ideal, visto que permite que você instale apenas o que você selecionar, apenas os conjuntos do sistema que você deseja (por exemplo, você não quer instalar a Compat 2.2, mas quer as bibliotecas de criptografia, etc...), os aplicativos que você ache necessários, enfim, tudo escolhido a dedo. É a mais demorada, visto que são muitas aplicações do sistema e de programas a serem escolhidas. Bom, agora você sabe o que cada distribuição instala, e com certeza já sabe qual delas se encaixa melhor com suas necessidades. Claro que caso você ache que nenhuma delas é perfeita ao que você precisa, você vai optar por editar por si próprio a sua instalação. Nesse caso, se isso se tornar uma rotina, é indicado que você crie um arquivo.cfg como já comentado acima, para poupar seu tempo na seleção dos packages. No nosso documento vamos escolher a opção 'All' (figura 8) porque estamos instalando um servidor para Estudos, então sabemos que logo necessitaremos dos outros aplicativos. Também porque o que não for necessário pode ser excluído posteriormente, com a

16 utilização das ferramentas pkg_info e pkg_delete, que serão explicadas no Capítulo 3 dessa documentação. Ao final da escolha da distribuição desejada, aparecerá uma prompt do 'sysinstall' perguntando se você deseja instalar o padrão de criptografia 'DES' (figura 9) e advertindo que esse padrão de criptografia deve apenas ser usado caso você seja residente nos Estados Unidos ou Canadá. Diz que o Site Servidor pode encontrar problemas se utilizar essa criptografia sendo estrangeiro. Creio que é porque é uma criptografia não aberta à qual não tem licença para usuários fora dessas duas regiões. O sistema indica que seja usada a criptografia padrão Unix MD5. Optamos por utilizar a MD5 já que nosso servidor será oficial. Então opte por não [NO] à instalação da 'DES'. Vale lembrar que a criptografia DES não permite senhas com número de caracteres acima de 8. Mais uma razão para que nós não optemos por ela. Depois mais uma tela pergunta se você deseja instalar a Coleção de Ports (figura 10) do FreeBSD. Diz que é uma importante e valiosa coleção que custará apenas 90 Megas de espaço em Disco para essas mais de 4000 ports. Claro que esses 90 Megas incluem apenas o início da instalação das Ports. Muito mais espaço será preciso ao instalar e compilar cada uma delas, e se você é um dos sortudos que tem toda a coleção de CDs do FreeBSD, as ports já estão todas lá, não será necessário o download das TarBalls. Bem, mas antes vamos explicar o que são as ports. Ports são programas Unix (e até Linux) que foram 'Portados' para o FreeBSD, ou seja, foram rescritos e otimizados para funcionar perfeitamente bem no FreeBSD. Os ports são a maior coleção de aplicativos do FreeBSD. A instalação dessa 'Ports Collection' vai funcionar da seguinte forma: Serão instalados vários (inúmeros mesmo) diretórios com vários assuntos diferentes relacionados aos aplicativos portados, todos a partir do caminho '/usr/ports/' aos quais você poderá começar a instalação deles. A instalação segue da seguinte forma: você entra no diretório do assunto e do aplicativo portado que deseja instalar, digita 'make install', então o sistema se loga no ftp correspondente e baixa a tarball do aplicativo portado, e depois o instala automaticamente (você não faz nada...:). Sem dúvidas é um processo diferente, e necessita que você esteja conectado na Internet para isso. Mas como o FreeBSD é um sistema Servidor de Rede (Internet) cremos então que isso não seja um impecílio. O fator mais

17 relevante disso é em relação a economia de espaço, já que você apenas baixa os arquivos que realmente irá necessitar, evitando que eles sejam adicionados na instalação, e permite que, se você tiver os CDs com os 'Ports Collection', isso se torne ainda mais rápido. Além de fazer o download da TarBall com o código fonte do aplicativo escolhido e compilar/instalar o mesmo, o ports ainda trata de verificar a confiabilidade do aplicativo, fazendo a checagem do Checksum, instalando os Patches quando necessário e inclusive cuidando do download/compilação/instalação das dependências do aplicativo. O lixo criado pela compilação e seu fonte descompactado podem ser imediatamente eliminados com o comando 'make clean' logo depois que a instalação estiver completa. Os arquivos baixados pelo 'ports' ficam armazenados em '/usr/ports/distfiles/'. Por tantas vantagens nós optamos (e claro, recomendamos que você faça o mesmo) por instalar a 'Ports Collection', então escolha o [YES] com louvor (hehehe). Quanto mais ports disponíveis, melhor, sempre... hoje o FreeBSD conta com ports disponíveis, e essa coleça cresce a cada dia. ];-D [6 Media] - Seleciona de onde fazer a instalação (figura 11). Se você já escolheu que deseja fazer a instalação a partir do CDROM (ou sua escolha) na opção 'Options' então essa opção já está definida, senão é esse o momento de escolher de onde você vai instalar tudo, já que até agora você só usou os discos de Boot. Existe a possibilidade de fazer a instalação de diversos lugares, tanto localmente (Partição DOS, Linux, Disquetes, Unidades de fita, CDRom) quanto remotamente (FTP Passivo ou não, HTTP, NFS), mas a nossa opção é a mais comum delas: CDROM; Então se você ainda não clicou espaço em cima de CDROM faça-o agoura... ]:-) Vou fazer uma consideração que eu jugo importante, sobre a instalação via FTP. É um dos meios mais recomendados de se instalar o FreeBSD remotamente. É a forma como a Yahoo instalou o sistema pela primeira vez, e é a forma mais usada para a instalação de

18 usuários que testam e ajudam no desenvolvimento da série -CURRENT do FreeBSD, já que apenas os snapshots podem ser encontrados Online, nunca em CDs, imagens ISO ou outra mídia. O sysinstall recomenda vários mirrors, em todo o planeta para a instalação via FTP, inclusive vários no Brasil, situados na Federal do Rio, Universidade de Campinas, Federal de São Carlos, etc... e permite também que você selecione um endereço manual, caso deseje instalar via FTP na sua Intranet, por exemplo [7 Commit] - Finalmente Particiona, Extrai, Define e Instala o Sistema. É aqui que finalmente você põe seu sistema para instalar. Usualmente se usa essa opção para atualizar o sistema com algo que você não tenha instalado também, voltando a esse menu, dentro do 'sysinstall'.

19 Finalmente, agora é só sentar e esperar... e ficar atento para um eventual SIM durante a Instalação. Depois você verá a temida mensagem de Última Chance! (figura 12) do sistema, dizendo que agora seriam feitas todas as modificações nas partições e pra você somente prosseguir se tivesse certeza. Go On! Durante o processo de instalação você pode verificar o andamento em porcentagem, na primeira console, pode verificar todos os detalhes e advertências da instalação, e pode até já ir mechendo no seu FreeBSD durante a própria instalação, já que ele te oferece uma shell com interpretador de comandos para o que for necessário, na console (tty) 3, Configure - Pós configuração do FreeBSD; Bem, eis que terminou a Instalação do FreeBSD e você cai de volta na tela do 'sysinstall' quando é feita uma pergunta de você deseja rever alguma configuração de seu sistema. Essa talvez seja a primeira vez que você se vê obrigado a entrar no Configure. Ou se você já se acostumou (se não, logo vai), entrar sempre no '/stand/sysinstall' para voltar aqui e dar uma fuçadinha no sysinstall, então vamos explicar o que deve ser feito após a instalação e durante o uso normal do FreeBSD nesse menu. Ao entrar no '/stand/sysinstall' e escolher 'Configure', você cairá de frente com muitas opções de configuração do seu sistema. Agoura explicaremos uma à uma pra que servem e quando configura-las Distributions; Essa opção permite que você reinstale ou adicione alguma configuração de conjuntos de distribuições. Já é uma tela conhecida do usuário à essa altura. As explicações para a distribuição na hora da instalação se aplicam perfeitamente nesse momento. É útil em casos onde você tenha instalado um sistema enxuto, mas se vê diante da necessidade de recompilar o sistema. Então a opção de instalação dos fontes necessários (sources) pode ser utilizada mesmo com o sistema já instalado.

20 Packages; Eis uma das opções fundamentais desse menu. O Packages permite que você instale via 'sysinstall' todos os pacotes pré-compilados para o FreeBSD contidos no CD, tais como o Apache, WuFtpd, BitchX, gtk napster, qpopper, qmail, entre outros. Essa função poderia ser feita igualmente com o 'pkg_add' via /cdrom, mas o 'sysinstall' a efetua automaticamente. Muito importante essa opção, lembre-se dela futuramente Root Password; Uma das mais simples e importantes também. O nome da opção já diz o que ela faz: Permite Ajustar/Modificar a senha do Super Usuário / Administrador do sistema. (root). Basicamente é um 'passwd root' efetuado pelo sistema Label; Outro item importante, e que também já foi visto. Permite que você redefina agora os Títulos e partições de sistema (como Swap, /usr...) do seu sistema. Agoura porém é preciso muito mais atenção, uma vez que seu sistema já está instalado, e mexer nas partições dele pode por muita coisa a perder. Backup é vida! Poser essa frase, mas se aplica! FDisk; Volta à ferramenta de particionamento do FreeBSD. Assim como o item anterior, trabalhar com essa ferramenta com o sistema já instalado necessita muita atenção para não correr riscos de perder informações. Depois de sair do FDisk do FreeBSD, mesmo que alteração alguma tenha sido efetuada, ele pergunta novamente se você deseja instalar o 'BootMgr' na MBR. Isso é perfeito para restaurar o BootMgr caso seu setor primário de inicialização tenha sido apagado, ou esteja com problemas User Management; Gerencia os grupos e usuários do sistema. Permite que você adicione/exclua usuários e grupos. Não sei até que ponto essa opção é relevante, já que essa administração pode ser feita com mais eficiência através dos comandos do console, mas é um ponto de referência ao usuário menos experiente Console; Essa opção tem a função de permitir ao usuário que ele customize o console do sistema de acordo com suas necessidades e gostos. Veremos as sub opções desse menu: - 1. Font: Permite que você escolha a fonte do console entre uma variedade grande de fontes disponíveis Keymap: Permite que você ajuste o mapeamento do teclado de acordo com o console. Vários padrões usuais de teclados estão disponíveis, mas se você não encontrar o seu, use U.S. ISO * (última opção), que pode não ser perfeito, mas vai permitir ao menos que você se vire um pouquinho melhor, já que é o padrão ISO Norte Americano Repeat: Permite que você configure a taxa de tempo para repetição de caracteres quando você mantém a tecla pressionada. Existem as alternativas para Slow, Normal, Fast e Default, na ordem, Lenta, Normal, Rápida e Padrão, onde padrão utiliza o timeout de repetição que o seu teclado define sozinho Saver: Permite que você escolha entre algumas proteções de tela padrão do console. Eu pessoalmente gosto da segunda proteção, que é um capetinha em modo texto (ascii) rodando de um lado pra outro. Faz o servidor ficar bonitinho à vistas das pessoas; O

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