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1 19 aim jornal Nº Preço de capa 1 (oferta para empresas associadas e entidades) REDUÇÃO VISA ESTIMULAR INVESTIMENTO, CRESCIMENTO E CRIAÇÃO DE EMPREGO SUSTENTADO NOVAS MEDIDAS FISCAIS FAZEM CAIR IRC PARA 7,5% 2 CENTRO DE ALTO RENDIMENTO EM INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Nova incubadora tecnológica no Citeve foi inaugurada BARCELOS BRAGA FAMALICÃO GUIMARÃES 22 INICIATIVAS WORKSHOP EURES TEVE O APOIO DA XUNTA DA GALICIA E DA CÁMARA DE COMERCIO DE VIGO Potencialidades e oportunidades de negócio na Galiza estiveram em foco na AIMinho PÁG. 4 PARTICIPANTES MOSTRAM-SE SATISFEITOS Formação AIMinho já abrangeu mais de 620 participantes em 2013 PÁG. 5 CONFERÊNCIA PORTUGAL GLOBAL DIVERSIFICAR PARA EXPORTAR + É preciso trazer inovação aos setores tradicionais PÁG. 7

2 REDUÇÃO VISA ESTIMULAR INVESTIMENTO, CRESCIMENTO E CRIAÇÃO DE EMPREGO SUSTENTADO 1º PLANO NOVAS MEDIDAS FISCAIS FAZEM CAIR IRC PARA 7,5% aimjornal 2 As empresas que invistam em Portugal ainda este ano poderão beneficiar de uma redução da taxa efetiva de IRC de até 7,5%, face aos atuais 25% a que são tributadas. A medida, designada por Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (CFEI), insere-se num pacote de iniciativas fiscais aprovado em Conselho de Ministros, com vista à promoção do investimento, do crescimento e do emprego. Destina-se a investimentos entre três milhões e cinco milhões de euros, realizados entre 1 de junho e 31 de dezembro de 2013, permitindo a dedução à coleta em sede de IRC, por um período de cinco anos, de 20% do valor do investimento e até 70% da coleta anual. Com esta medida inovadora e sem precedente em Portugal no que se refere ao montante e à abrangência do incentivo fiscal, o Governo espera que a tendência de quebra (do investimento no país) seja invertida, esperando-se um crescimento do investimento já na segunda metade deste ano. Foi ainda anunciado um pacote de medidas destinadas à criação de condições fiscais atrativas para estimular o investimento produtivo e a criação de emprego de forma sustentada: reforço do Regime Fiscal de Apoio ao Investimento (que aumenta o período de vigência de 2013 para 2017 e o limite do benefício dos atuais 25% para 50% da coleta do IRC); alargamento dos Benefícios Fiscais ao Investimento de Natureza Contratual, realçando-se a redução do valor do investimento mínimo exigido de cinco milhões de euros para três milhões; redução em 30 dias do prazo máximo de resposta de informações vinculativas prestadas pela Autoridade Tributária Aduaneira e criação do Gabinete Fiscal do Investidor Internacional, que trabalhará em articulação com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) no apoio aos investidores. Com isto, e após os esforços de ajustamento orçamental em 2011 e 2012, Portugal entra numa nova fase caracterizada pela recuperação da atividade económica, através da diminuição das restrições financeiras e do relançamento do investimento. Esta nova fase destina-se à criação de emprego, em particular à criação de emprego para os jovens, o que é a prioridade do Governo português e da Europa como um todo. As novas medidas, já aprovadas e anunciadas, permitirão melhores condições de financiamento e abrirão caminho à criação de mais e melhores empregos, sobretudo, destinam-se à criação de emprego para os jovens. O CFEI já foi apresentado em Bruxelas, tendo a Comissão Europeia considerado a medida compatível com as regras de auxílio de Estado. De referir que esta medidas estão inseridas no plano do Governo, já apresentado aos parceiros sociais e ao Parlamento, designado por Estratégia para o Crescimento, Emprego e Fomento Industrial

3 COMO FUNCIONA O SUPERCRÉDITO O QUE É O SUPERCRÉDITO FISCAL? Este ano, as empresas poderão deduzir na sua fatura fiscal uma parte significativa do investimento que fizerem. QUAL É O DESCONTO? O regime permite que até 20% do investimento seja abatido contra 70% da coleta. Um exemplo: uma empresa que tenha uma matéria coletável de cem mil euros e 25 mil euros de IRC a pagar, entrega ao fisco apenas euros de imposto se cumprir os requisitos de investimento. Na prática, a taxa de imposto desce de 25% para 7,5%. HÁ LIMITES? As empresas poderão utilizar este desconto dentro de um prazo de cinco anos, desde que o investimento seja feito entre 1 de junho até de 31 de dezembro de Só serão elegíveis os investimentos até um limite de cinco milhões de euros. QUEM PODE BENEFICIAR? São elegíveis para este benefício os sujeitos passivos que exerçam a título principal uma atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola. Para isso terá de ter contabilidade organizada, um lucro tributável não determinado por métodos indiretos. Também só poderá utilizar esta dedução quem não tiver dívidas ao fisco. O QUE ESTÁ EXCLUÍDO? Tudo o que sejam despesas com ativos para utilização pessoal (mobiliário, embarcações de recreio, etc.) estão excluídas. Haverá um regime sancionatório especial para quem utilizar, indevidamente, este beneficio. HÁ OUTRAS MEDIDAS PREVISTAS? O Governo quer alargar a atribuição de benefícios fiscais de natureza contratual, passando o investimento mínimo exigido de cinco para três milhões de euros. QUEM DÁ INFORMAÇÕES? A Autoridade Tributária vai criar um gabinete de apoio aos investidores internacionais junto da AICEP. 3

4 WORKSHOP EURES TEVE O APOIO DA XUNTA DA GALICIA E DA CÁMARA DE COMERCIO DE VIGO POTENCIALIDADES E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO NA GALIZA ESTIVERAM EM FOCO NA AIMINHO INICIATIVAS A Galiza é um mercado de crescente importância para o Norte de Portugal e apresenta um conjunto de potencialidades e oportunidades de negócio que os empresários não podem deixar passar em branco. Esta foi uma das principais conclusões do workshop «Oportunidades de Negócio na Galiza - Como procurar, como concretizar», realizado no âmbito do projeto Eures. Os incentivos ao investimento disponíveis incluem, a nível fiscal, amortização acelerada, deduções pela utilização de novas tecnologias, para incentivar as atividades de investigação, desenvolvimento e inovação. A nível direto contam-se os subsídios a certos investimentos e empréstimos subsidiados. O IGAPE, ICO e Câmaras de Comércio estão disponíveis para apoiar a criação de novas empresas. Existem três formas de investir, avançaram os oradores, através de um escritório de representação (que não pode realizar operações comerciais), de uma sucursal (que fiscalmente têm o tratamento de Estabelecimentos Permanentes, pelo que estão sujeitas ao Imposto de Sociedades) e de uma filial (uma nova companhia, com personalidade jurídica diferente). O evento versou, ainda, os trâmites a cumprir no âmbito da livre prestação de serviço em Espanha. A sessão contou com a participação do diretor geral da Cámara de Comercio de Vigo, José Manuel Orois, do sub-diretor geral de Análise e Programação da Xunta de Galicia, José Manuel Blanco González, e da coordenadora Eures-Transfronteiriço Galicia-Norte de Portugal, Teresa Ventín. SESSÃO REALIZOU-SE NO ÂMBITO DO PROJETO EQI EMPRESARIAL IGUALDADE DE GÉNERO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO EMPRESARIAL ESTEVE EM DEBATE Afirmar a igualdade de género como fator de competitividade e desenvolvimento das organizações, promovendo a implementação de planos para a igualdade em contexto organizacional, foi o objetivo do workshop O Plano de Igualdade como Instrumento de Gestão Empresarial promovido pela AIMinho. No decorrer da iniciativa, que contou com o apoio da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), foram ainda apresentados os resultados finais do projeto EQI Empresarial - Excelência, Qualidade e Igualdade nas Empresas, um projeto da AIMinho. Os resultados da intervenção da AIMinho junto das empresas foi bastante positivo, tendo originado a criação de uma bolsa de consultores na área de igualdade de género e a melhoria da qualificação individual decorrente da aprendizagem em igualdade de género de que os intervenientes beneficiaram ao longo do processo. Além disso, em cada empresa participante houve formação de um conselheiro/a em igualdade do género, sensibilização de colaboradores nesta matéria, tendo-se iniciado ainda a implementação de várias ações previstas nos planos de igualdade. aimjornal O EQI Empresarial tem como finalidade a promoção da igualdade de género nas empresas, através de uma avaliação de diagnóstico da situação da organização, do desenvolvimento de formação e seminários sobre a temática e também da promoção da integração da igualdade de oportunidades nas boas práticas organizacionais. 4

5 AIMINHO - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL FORMAÇÃO MODULAR PARTICIPANTES MOSTRAM-SE SATISFEITOS Ações com forte ligação empresarial FORMAÇÃO AIMINHO JÁ ABRANGEU MAIS DE 620 PARTICIPANTES EM 2013 Até ao final de maio, a AIMinho realizou 36 ações de formação. A procura tem sido elevada. O plano de formação da AIMinho para 2013 tem tido uma enorme adesão por parte de empregados e desempregados. Desde o início do ano, a AIMinho já organizou realizou horas de formação, que abrangeram 629 formandos. As 36 ações realizadas, algumas ainda a decorrer, têm tido um reconhecimento significativo por parte dos formandos, que as consideram uma chave para o futuro. Já foram abrangidas áreas como a Contabilidade e Fiscalidade, Secretariado e Trabalho Administrativo, Ciências Informáticas, Segurança e Higiene no Trabalho e Enquadramento na Organização/Empresa. Para o mês de setembro estão previstos, para os formandos com habilitações inferiores ao 9.º ano de escolaridade, os cursos de língua inglesa - técnicas escrita, processador de texto, folha de cálculo e criação de sites web. As pessoas com habilitações superiores ao 9º ano poderão aceder a cursos como línguas estrangeiras, encerramento anual de contas, gestão ambiental e gestão integrada de recursos humanos, entre outros. Organizadas em unidades de formação de curta duração (UFCD), de 25 ou 50 horas, as ações dão direito a subsídio de alimentação, certificado de qualificação, seguro de acidentes pessoais e kit pedagógico. Cofinanciadas pelo Programa Operacional Potencial Humano (POPH), as formações da AIMinho têm uma forte componente de adequação ao meio empresarial, colmatando algumas das necessidades das empresas da região em relação à formação dos recursos humanos. Podem também ser utilizadas pelas empresas para as 35 horas anuais de formação obrigatórias por lei. A formação destina-se, assim, a empregados e desempregados, com idade igual ou superior a 18 anos, sem qualificação adequada para inserção ou progressão no mercado de trabalho, ou que pretendam uma requalificação profissional. Podem também aceder aos cursos de nível IV, os detentores de habilitações escolares de nível superior. Neste caso, poderão participar em UFCD s da componente de formação tecnológica, desde que se encontrem na situação de desempregados ou, caso sejam empregados, até ao limite de 10 por cento. Para mais informações e inscrições contactar a Área de Desenvolvimento e Formação de Recursos Humanos, através dos telefones e ou dos s e 5

6 AIMINHO - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL FORMAÇÃO MODULAR Ações com forte ligação empresarial INICIATIVAS José Baptista Procurei esta formação para adquirir mais conhecimentos, completar aquilo que tinha sido aprendido na escola e ao longo da vida. É muito importante fazê-lo, hoje em dia, principalmente se as pessoas estiverem desempregadas. O QUE DIZEM OS FORMANDOS Abílio Oliveira Sílvia Pereira Este tipo de formação é muito importante, é proveitoso a todos os níveis. Com a crise em que estamos e com tanta gente a emigrar, é uma mais-valia para contactar com o mundo exterior. Pode abrir portas, especialmente em relações laborais. aimjornal 6 NÍVEL 4 HABILITAÇÕES IGUAIS OU SUPERIORES AO 9.º ANO DE ESCOLARIDADE A estas formações podem também aceder pessoas com habilitações de nível superior, em UFCD da componente tecnológica, desempregados ou até ao limite de 10%, caso sejam empregados. Noções de fiscalidade Imposto sobre o Valor Acrescenta(IVA) Encerramento anual de contas Imposto sobre o rendimento (IRS) Imposto sobre o rendimento (IRC) Sistema de Normalização Contabilística Código de contas e normas contabilísticas Recursos humanos relatório único Gestão do tempo Gestão de correio electrónico e pesquisa de informação na web Gestão ambiental Gestão da segurança Ferramentas da qualidade Legislação laboral - contrato de trabalho/ direitos individuais Nunca é tarde para aprender, é bom aprender sempre mais um pouco. As pessoas deviam aproveitar, porque um dia surge uma oportunidade e se não estiverem preparadas podem perdê-la e vir a arrepender-se. É útil, é sempre uma mais-valia. CURSOS COM INÍCIO PREVISTO PARA SETEMBRO 25 H 25 H 25 H 25 H 25 H 25 H Gestão integrada de recursos humanos Língua inglesa - relações laborais - iniciação Língua inglesa - relações laborais - desenvolvimento Língua espanhola - relações laborais - iniciação Língua francesa - relações laborais - iniciação Processador de texto Informática - folha de cálculo e base de dados 25 H Fundamentos gerais de higiene do trabalho 25 H Segurança no trabalho - avaliação e controlo de riscos Controlo de riscos profissionais NÍVEL 2 HABILITAÇÕES INFERIORES AO 9.º ANO DE ESCOLARIDADE Língua Inglesa - Técnicas Escrita Processador de texto Folha de cálculo Criação de sites web 25 H

7 CONFERÊNCIA PORTUGAL GLOBAL DIVERSIFICAR PARA EXPORTAR + É PRECISO TRAZER INOVAÇÃO AOS SETORES TRADICIONAIS Este é um dos caminhos possíveis que não é condição necessária e suficiente, mas é importantíssimo, além do financiamento e das boas condições de ordem fiscal, porque as empresas para serem competitivas têm que vender e ter lucro, afirmou António Marques, presidente da AIMinho, na Conferência Portugal Global, que se realizou na Universidade do Minho. Com o consumo a cair e com as medidas de austeridade, as empresas não se podem ficar pelo mercado interno, têm que exportar, acrescentou. Perante isto, nas palavras de António Marques, o futuro breve passa por uma política consistente e estável e com o financiamento da economia e o problema fiscal resolvidos. Já a questão da internacionalização é decisiva, a médio prazo, para pôr as empresas a crescer e a criar emprego. Também presente na sessão, o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Pedro Reis, alertou a internacionalização não pode ser encarada como uma boia de salvação, mas tem que ser encarada como um prolongamento natural de uma estratégia e a chave perfeita para fugir aos constrangimentos, logo, o Estado ainda tem muito que fazer como amigo do investidor. Por tudo isto, o ano de 2013 é decisivo para Portugal. Das 300 mil empresas portuguesas apenas são exportadoras. As empresas que queiram dar o passo da internacionalização devem estar bem preparadas, conhecer os mercados, ter capital para investir nesses mercados e devem ter capital humano, aconselhou Pedro Reis, salientando que a internacionalização e a aposta na qualidade são os únicos fatores que resistem a qualquer crise. E para isso, são fundamentais a inovação, a investigação e o desenvolvimento, a qualidade de gestão, os níveis saudáveis de endividamento e as parcerias. Pedro Reis aproveitou para deixar o recado: ainda há muito a fazer, seja a nível do ordenamento do território, do ambiente, da logística e da acessibilidades, dos custos de energia ou das diretivas europeias que têm que ser transpostas para Portugal. Tudo isto está a afetar e muito, infelizmente, o trabalho das empresas. Mesmo assim as empresas portuguesas apesar de tudo, mais uma vez, provaram que os portugueses quando querem sabem fazer o que é preciso e aqui também souberam identificar e ir mais além que os nossos mercados tradicionais. Para o vice-reitor da Universidade do Minho, José Mendes, a internacionalização e as exportações nunca foram tão críticas para Portugal. José Mendes acredita que as empresas têm capacidade de resiliência, mas há um par de problemas que se têm que resolver. Temos que perceber que a nossa assinatura de competências e a nossa diferenciação está nos setores tradicionais, alertou o professor, acreditando que a aposta e o trabalho passam por aí. 7

8 AIMINHO E ACB EM INICIATIVA CONJUNTA NOVO REGIME DE ARRENDAMENTO DEVE SALVAGUARDAR AS EMPRESAS INICIATIVAS A aplicação de um regime de arrendamento que consagre medidas específicas de salvaguarda dos legítimos interesses das empresas e atividades comerciais foi o principal enfoque da conferência «Novo Regime do Arrendamento Urbano», uma organização conjunta da AIMinho, ACB - Associação Comercial de Braga e Debates & Discursos. A sessão teve como objetivo esclarecer os participantes relativamente às alterações e ao alcance das novas regras do arrendamento, tendo versado pontos como a liberdade na estipulação dos contratos pelas partes, a redução da duração do período de transição dos contratos antigos para o novo regime, o novo regime para a realização de obras em prédios arrendados e o cálculo da renda futura nos termos do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU). Na sua intervenção, o presidente da ACB lembrou que o novo regime jurídico do arrendamento urbano consagra um conjunto de medidas que visam a dinamização do mercado de arrendamento. Contudo, frisou que não é possível concordar com a aplicação de medidas que agravem a situação das empresas do comércio e serviços abrangidas por este regime jurídico. Para o presidente da ACB é, assim, necessária a aplicação de um regime de arrendamento que consagre medidas específicas de salvaguarda dos legítimos interesses das empresas e atividades comerciais. Só com um Estado moderno que confia nas suas organizações e cidadãos e, que ao mesmo tempo, pune os incumpridores, podemos almejar um novo rumo para a nossa economia, concluiu. INICIATIVA VISA APOIAR EMPRESAS NO ESFORÇO LOGÍSTICO DE EXPORTAÇÕES/IMPORTAÇÕES EMPRESÁRIOS E GESTORES VISITARAM PORTO DE LEIXÕES aimjornal A AIMinho e o Porto de Leixões realizaram, conjuntamente, uma visita de empresários e gestores à infraestrutura do porto. O objetivo da iniciativa foi dar a conhecer aos empresários as condições do Porto de Leixões, no sentido de otimizar a sua utilização com impacto real nas empresas. Ao mesmo tempo, o porto procura estabelecer parcerias e apoiar empresas no seu esforço logístico de exportações/importações. O Porto de Leixões tem realizado nos últimos anos investimentos muito significativos nas estruturas logística e tecnológica, com o objetivo de apoiar as empresas (exportadoras, importadoras e de serviços) a serem mais competitivas e a utilizar melhor os seus modernos recursos de transporte logístico. Em abril de 2013, fruto dos fortes investimentos de modernização, o Porto de Leixões alcançou um novo máximo histórico, com mais de 1,7 milhões de toneladas movimentadas, mais 30 por cento do que no mesmo mês de

9 GNRATION RECEBE EMPRESAS PARA FALAR DE ALEGRIA E FELICIDADE AIMINHO JUNTA-SE À INICIATIVA FELICIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Debater o papel e a importância da alegria no local de trabalho para o aumento da motivação dos colaboradores foi o objetivo da iniciativa Felicidade nas Organizações, realizada recentemente no GNRation. Para o efeito, foram dados a conhecer exemplos de empresas onde trabalhar é sinónimo de alegria. Empreendedorismo, motivação, coaching e emprego foram alguns dos temas abordados durante o evento. Vários oradores de diferentes áreas juntaram-se para passarem uma mensagem positiva à sociedade, sustentada na questão da atitude positiva e dos resultados, como explicou Sérgio Almeida, CEO da Powercoaching e um dos organizadores da sessão. A iniciativa foi co-organizada pela equipa Climb, um grupo de jovens bracarenses apaixonados pelas áreas da inovação e do empreendedorismo social, pela Powercoaching, empresa na área do coaching e da liderança, e contou ainda com o apoio da AIMinho. FUNDO REVITALIZAR APRESENTADO NA AIMINHO EMPRESÁRIOS DO NORTE DISPÕEM DE 80 MILHÕES DE EUROS Os empresários do Norte têm ao dispor cerca de 80 milhões de euros através do Fundo Regional de Expansão Empresarial, também conhecido como Fundo Revitalizar, recentemente apresentado na AIMinho, numa iniciativa promovida pela Explorer Investments, SRS Advogados e PwC. O fundo está disponível para um vasto conjunto de empresas, até setembro de 2015, e visa apoiar o seu crescimento e revitalização. Segundo Ivo Faria, da PwC, o Revitalizar é um fundo que decorre dos Quadros Comunitários de Apoio, precisamente para ajudar empresas nos seus processos de crescimento, por forma a poderem abarcar um cada vez maior volume de negócios e de clientes, dinamizando o emprego nas suas regiões. É um fundo de apoio comunitário um pouco diferente dos subsídios e dos fundos comunitários que temos visto nos últimos anos a aportarem para Portugal. Este está muito relacionado com o capital de desenvolvimento, acrescentou. O total do fundo Revitalizar é de 80 milhões de euros, que podem ser investidos no máximo de quatro milhões e meio de euros para cada empresa, dependendo da fase do investimento, de quando ele é feito e da valia que é, ou não, ajuizada ao processo. As empresas do Norte têm assim à sua disposição 80 milhões de euros para poderem crescer, para poderem revitalizar a sua atividade, ajudando a crescer outros agentes económicos, criando emprego ou aumentando o nível de emprego aqui na região Norte, destacou Ivo Faria Para isso, são necessárias condições. Há um processo inicial de análise de um conjunto de informações que a Explorer Investments, enquanto gestora do fundo, pede às empresas para poder fazer uma apreciação inicial. Depois evoluem conversas e negociações e, se houver alguma plataforma de entendimento para que as negociações prossigam, tipicamente o processo evolui para uma análise mais profunda, finaliza. 9

10 ROMÉNIA, SÉRVIA E TUNÍSIA FORAM OS MERCADOS SELECIONADOS NA FILEIRA DA CONSTRUÇÃO EMPRESAS TÊM AO DISPOR DUAS NOVAS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS DE APOIO À INTERNACIONALIZAÇÃO INICIATIVAS Tratamento e Produção de Resultados segundo o Modelo de Análise e Caracterização de Mercados Internacionais Alvo e Aplicação do Modelo de benchmark da Competitividade da Fileira da Construção são os nomes das ferramentas. De forma organizada, simples e gratuita, as entidades passam a receber informação crítica sobre mercados estratégicos para o setor da construção civil, de modo a que empresários e gestores possam fundamentar melhor e reduzir o risco na escolha e na entrada em novos mercados internacionais. Para o efeito, foram selecionados três mercados alvo, Roménia, Sérvia e Tunísia, de acordo com três critérios principais (os níveis comparativos de riscos do país, a atratividade do mercado e o potencial posicionamento competitivo dos mesmos), como explicou Jean Pol Piquard. A partir de agora, as empresas têm ao dispor dois novos instrumentos de apoio ao processo de internacionalização. Criadas para ajudar as organizações a consolidar o seu posicionamento competitivo nos mercados internacionais, as ferramentas informáticas foram recentemente apresentadas na AIMinho, no seminário Analisar e escolher, com base em informação fidedigna, novos mercados para internacionalização na fileira da construção. Francisco Coelho, da JPP - Consulting and Training, Lda., salientou a importância de se conhecer muito bem o país no qual se pretende investir, mostrando assim a pertinência das plataformas interativas, que disponibilizam ao utilizador um vasto leque de informações necessárias no processo de internacionalização. FORMAÇÃO A DESENVOLVER É EXCLUSIVA ÀS NECESSIDADES DE CADA ORGANIZAÇÃO AIMINHO REALIZA DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO NAS EMPRESAS aimjornal 10 A AIMinho encontra-se a auscultar o interesse das empresas em ações de formação quecontribuam, efetivamente, para a melhoria do desempenho dos colaboradores e que vão ao encontro das reais necessidades do tecido empresarial. Não existem empresas iguais, pelo que a formação a desenvolver nas mesmas, deverá ser exclusiva e única. A AIMinho concebe, organiza e desenvolve ações de formação à medida das necessidades de cada empresa. A formação poderá decorrer nas instalações das empresas ou nas instalações da Associação. A formação à medida permite à empresa definir os conteúdos a abordar, o cronograma, os horários e a carga horária a executar, o que permite a criação de cursos específicos e direcionados para a prática profissional dos colaboradores, garantindo assim, o melhor custo/beneficio. O investimento na formação é a melhor opção a nível individual e empresarial, pois permite a aquisição de conhecimentos, capacidades/competências, atitudes e formas de comportamentos, que se evidenciam positivos para a motivação e desempenho profissional dos colaboradores. A Formação Empresas impulsiona o cumprimento do definido na Lei n.º 7/2009 de 12 de fevereiro. A metodologia utilizada pela AIMinho poderá implicar as seguintes etapas: a. Diagnóstico de Necessidades de Formação levantamento das necessidades de formação da empresa; b. Definição de conteúdos programáticos de acordo com a especificidade das necessidades identificadas; c. Planeamento da formação objetivos, conteúdos e metodologia de implementação; d. Calendarização da formação adaptada à realidade da empresa, recursos humanos, recursos físicos e pedagógicos; e. Organização e execução das ações utilizando metodologias de formação adaptadas à realidade da empresa; f. Acompanhamento e avaliação da formação acompanhando e reportando o feedback à empresa.

11 DINAMARCA E HOLANDA FORAM OS PAÍSES ESCOLHIDOS PARA O ESTUDO DE BENCHMARK INTERNACIONAL DO PROJETO + VALOR PME PORTUGAL DEVE CONTINUAR A APOSTAR NA INVESTIGAÇÃO PARA DESENVOLVER AS SUAS POLÍTICAS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL Portugal terá de alcançar a eficácia coletiva do direito de Propriedade Industrial (PI), incorporando as componentes jurídica, institucional e empresarial, com um crescente investimento em investigação e desenvolvimento. A conclusão é do estudo de Benchmark Internacional, realizado no âmbito do projeto + Valor PME - Apoiar, Difundir e Organizar a PI, que dá a conhecer a forma como a Dinamarca e a Holanda se organizam e como auxiliam os particulares, as empresas e todos os interessados na inovação e na PI. O estudo será apresentado em seminários realizados de Norte a Centro do país. O desenvolvimento da PI depende, acima de tudo, das políticas de inovação e apoio ao desenvolvimento empresarial e do seu enquadramento nos sistemas internos de cada país, tendo em conta as suas especificidades, refere o estudo. Na Dinamarca e na Holanda, as políticas de inovação constituem-se como alavancas às competências coletivas nas áreas empresarial, social e económica. Devidamente articuladas com o setor institucional e privado, concluiu-se que produzem uma melhoria de eficiência dos processos relacionados com a PI. O estudo afirma que nos países analisados, o encontro entre a oferta de ideias e a procura de soluções é mais adequado, garantindo a ligação entre a invenção e a exploração, assim como entre a investigação e a indústria. O desenvolvimento de intermediários, de cariz público ou privado, com capacidades para identificar o potencial comercial e tecnológico das invenções, poderão ser decisivos para potenciar a sua exploração, constituindo uma peça importante da integração nesses mercados, lê-se no documento. Um sistema financeiro com grande especialização em nichos relacionados com a PI é outra das vantagens da Dinamarca e da Holanda, potenciando assim a possibilidade de investimento em grandes projetos que envolvam inovação e aposta na PI. A evolução na utilização da PI tem sido positiva para os três países, prova o estudo. No entanto, Portugal não está a caminhar para uma convergência ao nível da riqueza produzida e do desenvolvimento das várias modalidades da PI. Apesar dos procedimentos administrativos serem genericamente equivalentes nos três países analisados, de Portugal estar bastante evoluído em termos tecnológicos, dos países analisados se regerem por legislação europeia e das taxas nacionais serem da mesma ordem de grandeza, tal não se traduz em sistemas igualmente eficientes e eficazes em termos de PI, conclui o documento. O + Valor PME escolheu a Dinamarca e a Holanda para realizar o estudo de Benchmark Internacional, já que têm dimensões semelhantes a Portugal e estão enquadrados no mesmo espaço económico, político e geográfico (UE). Por esse motivo, estabeleceu-se um comparativo com base em indicadores macroeconómicos, de inovação e de resultados da PI. O projeto, promovido pela AIMinho Associação Empresarial, em parceria com o CEC/CCIC Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro é cofinanciado pelo POFC/SIAC Programa Operacional Fatores de Competitividade/ Sistema de Apoio a Ações Coletivas e prevê apoiar mais de empresas nacionais. 11

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13 aim pessoas aim pessoas aim pessoas Missão de especialistas latino-americanos para partilha de experiências no âmbito da cooperação transfronteiriça Workshop Oportunidades de Negócio na Galiza - Como procurar, como concretizar Workshop Acelerar o Investimento - Sessão de esclarecimento sobre o Fundo Regional de Expansão Empresarial 13

14 EMPRESA JÁ ESTÁ EM ANGOLA E MOÇAMBIQUE E PREVÊ ABERTURA DE DELEGAÇÃO EM LISBOA MEGATRÓNICA CELEBRA 17 ANOS DE ATIVIDADE ASSOCIADOS Nos primeiros anos fomos uma típica empresa de comércio, comprávamos material e vendíamos sem acrescentar valor. Com a aproximação do ano 2000 investimos muito na especialização dos nossos colaboradores e focámos a nossa atuação no serviço como valor acrescido à venda. Numa década transformámos três lojas de informática locais numa empresa tecnológica de referência nacional, recorda Carlos Vaz. A operar no mercado desde 1996, este ano, a empresa bracarense Megatrónica, Lda. celebra 17 anos de atividade. Para Carlos Vaz, diretor-geral da tecnológica, o balanço é bastante positivo. Além da forte presença no Minho e da atuação em Angola e Moçambique, a Megatrónica prevê ainda a abertura de uma delegação em Lisboa, para fazer face à enorme procura naquela região. Hoje, a Megatrónica conta com 52 colaboradores, dos quais 26 são consultores técnicos certificados, e lojas em Braga, Barcelos e Guimarães. No que diz respeito à presença em África, Carlos Vaz partilha que os grandes investimentos estão direcionados para Moçambique, onde pretendemos replicar o modelo de negócio que temos em Portugal com suporte local e implementação de soluções completas que vão desde infraestrutura, hardware, soluções de gestão até à consultoria de processos e negócio. Também é nosso objetivo maturar o mercado angolano, onde atuamos num segmento mais especializado e focado nas soluções de mobilidade. E é precisamente a área da mobilidade a grande aposta da Megatrónica neste momento. Através da marca própria mmsolution, a empresa desenvolve aplicações móveis para a força de vendas e equipas que operam em armazéns. Mobilidade é a palavra de ordem e implica conectividade, integração, suporte a múltiplas plataformas, independentemente do dispositivo, explica o responsável. O empresário destaca ainda a visão integrada, a perspetiva de longevidade e a capacidade financeira e humana da empresa como fatores de sucesso e de fidelização dos clientes. Somos uma empresa focada na concretização, o que representa uma vantagem para os nossos clientes (que têm retorno dos investimentos), para os nossos colaboradores (que garantem continuamente os seus objetivos) e para os nossos parceiros (que atingem bons resultados connosco). Carlos Vaz aproveitou ainda a oportunidade para agradecer a confiança depositada pelos nossos clientes, continuaremos a investir em serviços de qualidade e a garantir a proximidade que nos carateriza, seja em Portugal ou nos países de acolhimento dos nossos clientes, desafiando continuamente os nossos colaboradores e parceiros com ideias e soluções inovadoras. A Megatrónica é uma empresa especializada na prestação de serviços na área das Tecnologias de Informação, que fornece soluções empresariais ao nível do software de gestão, soluções de mobilidade, infraestruturas tecnológicas, renting e consultoria. aimjornal 14

15 EMPRESA BRACARENSE É LÍDER NACIONAL NO SETOR DA PESAGEM INDUSTRIAL CACHAPUZ LANÇOU PRIMEIRA SOLUÇÃO PARA AUTOMATIZAÇÃO DE PROCESSOS DE PESAGEM INDUSTRIAL HÁ 20 ANOS Em 2013, a Cachapuz assinala 20 anos após o desenvolvimento e lançamento da primeira solução para a automatização de processos de pesagem industrial. O C93 foi o primeiro equipamento lançado no mercado para o controlo de enchimento de cimento a granel em regime de self-service. O fator inovação e o sucesso alcançado garantiram a continuidade e a evolução desta solução, que esteve na base do desenvolvimento de outros produtos, como o SLV-GR, atualmente presente em todos os pontos de carregamento a granel nas cimenteiras portuguesas. A Cachapuz iniciou a sua atividade exportadora na década de 50, tendo progressivamente aumentado o volume de exportações, em particular para Angola e Moçambique. Hoje, domina o mercado nacional e exporta para cerca de 19 países. A aposta na inovação, em particular com o desenvolvimento de soluções de software e automação de processos de pesagem, abriu uma nova frente de internacionalização, suportada no valor acrescentado, especialização e know-how. Neste âmbito, é de realçar a solução SLV Cement, já implementada em vários países como Egito, Tunísia, África do Sul e Índia, e que conduziu ao reconhecimento da Cachapuz como fornecedor de referência ao nível da automatização dos processos e de pesagem em unidades de produção de cimento, colocando-a entre os principais players mundiais. A empresa criou um núcleo de Inovação & Desenvolvimento, cuja atividade conduziu ao seu reconhecimento como centro de competências tecnológicas do Grupo Bilanciai, à obtenção do título de PME Inovadora atribuído pela COTEC e à participação na génese do Centro de Excelência em Desmaterialização de Transações. A aposta constante na inovação e em novas tecnologias é assim uma das prioridades da Cachapuz, como explica Cândido Martins, Co- -CEO e diretor de engenharia e inovação da empresa bracarense. A inovação é encarada como uma forma de estar, um processo contínuo que permite construir uma oferta de soluções robustas, fiáveis e tecnologicamente evoluídas, que respondam ao dinamismo do mercado. A título de exemplo, a primeira balança eletrónica portuguesa foi concebida e produzida pela Cachapuz nos anos 80 e, no início da década de 90, desenvolvemos a primeira solução para a automatização de processos de pesagem (carregamentos a granel), conta. Este ano, um dos grandes desafios da empresa é a consolidação da sua estratégia, mas também a renovação e extensão da oferta de soluções de engenharia. Esta renovação tem como objetivo principal a atualização da oferta das soluções mais antigas e a adequação às novas exigências do mercado. Para se abordar os últimos 20 anos de soluções na Cachapuz devemos considerar que a história da empresa tem mais de 400 anos e que em cada época a empresa sempre se enquadrou com o contexto de mercado e ofereceu soluções inovadoras e adequadas às necessidades dos setores de atividade em que opera, refere Cândido Martins. Fundada na cidade de Braga, a história da Cachapuz remonta ao ano de 1694, tendo iniciado atividade industrial em Começou por ser uma empresa familiar e hoje integra um dos maiores grupos mundiais da pesagem, o Bilanciai Group. É pioneira e líder em Portugal na conceção e fabrico de equipamentos de pesagem e uma referência europeia na produção de soluções para a automatização de processos de pesagem. Em 2012, ganhou o prémio Excelência no Trabalho na categoria de médias empresas, no setor indústria e energia, atribuído pela Heidrick&Struggels em parceria com o Económico e o ISCTE Business School. 15

16 ACORDO VISA APOIAR EMPRESAS PORTUGUESAS QUE PRETENDAM INVESTIR OU ESTABELECER-SE NO BRASIL FINANCEPORT ASSINA PROTOCOLO COM EMPRESA BRASILEIRA ASSOCIADOS A empresa portuguesa Financeport assinou recentemente um protocolo de colaboração com a Montecillo Empreendimentos Imobiliários, Sociedade de Direito Brasileiro com sede em Curitiba, Estado do Paraná. Apoiar empresas portuguesas que pretendam investir ou estabelecer-se no Brasil, assim como captar o interesse de investidores brasileiros para Portugal, como país de destino dos seus negócios ou investimentos, são os grande objetivos do acordo. Com esta nova parceria, a Financeport prestará todos os serviços de apoio à internacionalização de empresas que queiram exportar para o Brasil ou que pretendam investir naquele país. Organizar missões empresariais, roadshows e workshops que visem a captação de negócios e investimentos no Brasil são igualmente ações abrangidas no âmbito do protocolo de colaboração entre as duas empresas. Além disso, a Financeport apoiará e acompanhará, juntamente com a Montecillo, empresários/investidores na prospeção, implementação e consolidação do seu negócio/investimento no mercado brasileiro. Também com a finalidade de promover o Brasil como país de destino de negócio ou de investimento está previsto o estabelecimento de acordos, parcerias ou protocolos com várias instituições particulares ou institucionais. A Financeport disponibiliza no mercado um conjunto de serviços de consultadoria na intermediação de negócios, assessoria comercial, de marketing, financeira, jurídica, fiscal, contabilística e de recursos humanos. Opera ainda na qualidade de promotores bancários e de seguros, bem como de freelancers na área das energias renováveis. PUBLICIDADE aimjornal 16

17 TELEVISÃO DIGITAL BRACARENSE DIVULGA DIARIAMENTE NOTÍCIAS E EVENTOS CULTURAIS DA CIDADE DUAS JOVENS EMPRESÁRIAS CRIAM BRAGA TV Criada por duas jovens empresárias, a Braga TV já está online e divulga diariamente notícias e eventos culturais da cidade bracarense. Angélica de 29 anos, licenciada em Línguas e Literaturas Europeias e Mestre em Tecnologia e Arte Digital, e Sandra de 33 anos, licenciada na mesma área e Mestre em Mediação Cultural e Literária, conciliaram as suas áreas e criaram uma empresa digital, a Braga TV, canal de informação online, gratuito e disponível 24 horas. Naturais do Luxemburbo, mas a residir em Braga há duas décadas, as duas irmãs criaram o seu próprio emprego. Com a crise a atravessar o país, a cidade de Braga não é exceção. Sendo a cidade mais jovem do país onde cada ano saem milhares de licenciados da Universidade, a maioria destes jovens vê a única solução rumar para o estrangeiro onde podem encontrar emprego nas suas áreas de formação. Numa minoria, eis que alguns persistem em ficar e investem no seu próprio emprego, explicam. As duas empreendedoras não quiseram abandonar o país que as acolheu e salientam que Portugal tem muito a explorar e, por isso, é preciso de investir. Segundo Sandra, Braga tem muita vida, é culturalmente rica e jovem e é por isso que precisamos de dar visibilidade através do canal, não só para os residentes e distritos vizinhos, mas também divulgar para os estrangeiros e comunidades portuguesas no exterior. Acompanhar a tendência da era digital e aproximar as pessoas através desta nova janela da cidade são os objetivos desta dupla. Jorge & Carlos, Lda. CONCELHO - Braga ATIVIDADE - Fabricação de amortecedores para automóveis Signinum - Gestão de Património Cultural, Lda. CONCELHO - Terras de Bouro ATIVIDADE - Gestão de Património Cultural - Conservação e restauro de bens móveis e imóveis Embalminho - Equip. e Materiais de Embalagem, Unip., Lda. CONCELHO - Viana do Castelo ATIVIDADE - Comércio por grosso de materiais de embalagem Angélica Antunes Unipessoal, Lda. CONCELHO - Braga ATIVIDADE - Outras atividades de telecomunicações - Televisão Digital 17

18 PME Excelência 2012 Quais os fatores que contribuíram para a eleição PME Excelência 2012 e qual o significado desta distinção para as empresas. Conheça novos testemunhos das empresas associadas da AIMinho. A. M. I. - TECNOLOGIAS PARA TRANSPORTES, S.A. AMARO & ANÍBAL, LDA. BARROS, LDA. BOASSOCIADOS - PROJECTOS DE ENGENHARIA, LDA. BRAMIAL - CAIXILHARIA EM ALUMÍNIO E P.V.C., LDA. C. H. - BUSINESS CONSULTING, S.A. CONFECÇÕES LEMOS & MOREIRA, LDA. CORDEIRO, CAMPOS & CA, LDA. DIRENE - CONFECÇÕES, LDA. ELECTRO ANTUNES, LDA. ETICADATA - SOFTWARE, LDA. EUROTUX INFORMÁTICA, S.A. EZPELETA PORTUGAL - MÓVEIS DE JARDIM, LDA. FIOFIBRA - COMPANHIA PRODUTORA DE FIBRAS SINTÉTICAS, S.A. CONFECÇÕES LEMOS & MOREIRA, LDA. MANUEL MOREIRA - SÓCIO GERENTE O que contribuiu para a eleição da Confecções Lemos & Moreira, Lda. foi o facto de ser uma empresa cumpridora a todos os níveis e ter uns resultados sólidos. Essencialmente, é o rigor de gestão que os sócios impõem, bem como ser considerada junto dos clientes e fornecedores como uma empresa transparente e cumpridora dos acordos. É no fundo o reconhecimento da seriedade, do empenho e da dedicação colocada no negócio durante muito anos. É, sem dúvida, importante por distinguir quem de alguma forma merece ser distinguido e porque divulga quem realmente está no mercado de forma séria e sustentada. GABRITEX - CONFECÇÕES TÊXTEIS, LDA. HYDRA IT - TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E CONTEÚDOS, LDA. JOÃO PIRES - INTERNACIONAL TRANSPORTES, LDA. JOSÉ NEVES & CA, LDA. JOSÉ NEVES & CA, LDA. EDUARDO LEITE - DIRETOR COMERCIAL NEVACRIL - INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS, LDA. PERFILNORTE - EMPRESA DE PERFILAGEM, S.A. PINTO BRASIL - FÁBRICA DE MÁQUINAS INDUSTRIAIS, S.A. S. J. TÊXTEIS, S.A. S. ROQUE - MÁQUINAS E TECNOLOGIA LASER, S.A. SANIPIRES - SANITÁRIOS, LDA. SÓFRITAR DE PEIXOTO & VALE - PRODUTOS ALIMENTARES, LDA. TECHNOLOGY - PRIMAVERA SOFTWARE FACTORY, UNIPESSOAL, LDA. TLCI 2 - SOLUÇÕES INTEGRADAS DE TELECOMUNICAÇÕES, S.A. VIANAPLÁSTICOS - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PEÇAS PLÁSTICAS E FERRAMENTAIS, S.A. VIEIRA & FREITAS, LDA. Existiram três fatores-chave para o culminar de um ano cheio de conquistas e objetivos concretizados. O primeiro foi o enorme empenho de todos os colaboradores. O forte investimento em formação que a José Neves desde há vários anos tem vindo a aplicar tem sido a principal alavanca para a valorização dos recursos, para o aumento de produtividade e a sua capacidade de gerir a mudança. O segundo fator foi a reorientação estratégica da empresa, consequência de uma nova visão de negócio. O terceiro é a inovação permanente. Criámos um departamento de I&D+I, a par de um departamento de procurement. Este caminho permitiu crescer a ritmos muito elevados, abriu a porta da empresa às maiores empresas nacionais, aos mercados externos e, por conseguinte, permitiu aumentar a rentabilidade e a produtividade. Esta distinção foi interpretada como uma prova de que a José Neves soube empreender e criar um ritmo de permanente mudança e adaptabilidade às condicionantes do mercado nacional e internacional. E, por isso, foi sentida por todos os colaboradores como uma enorme recompensa e reconhecimento desse forte esforço de modernização que todos estamos a empreender. Esta distinção dá-nos alento para continuarmos a dar passos nesta estratégia afirmativa e provar que, mesmo em tempos de maior dificuldade, há espaço para a criatividade, para a inovação e para o crescimento. VIEIRA DE CASTRO - PRODUTOS ALIMENTARES, S.A. PINTO BRASIL FÁBRICA DE MÁQUINAS INDUSTRIAIS, S.A. MANUEL MACHADO PINTO BRASIL - ADMINISTRADOR aimjornal Esta distinção é fruto do trabalho da Pinto Brasil realizado nos últimos anos. O conhecimento do mercado e proximidade no contacto com o cliente, a aposta permanente na tecnologia, bem como a inovação e desenvolvimento. Por outro lado, existe uma constante aposta no reforço da internacionalização da empresa para novos mercados, bem como a aposta na qualidade de produtos e serviços com grande valor acrescentado para o cliente. Os nossos produtos estão vários anos nas fábricas dos nossos parceiros, pelo que é importante transmitir uma imagem de solidez financeira e de sustentabilidade da empresa para futuro. Numa primeira análise, esta distinção reconhece o bom desempenho económico e financeiro e de gestão alcançado pela Pinto Brasil no último exercício. Também é um reconhecimento dos esforços e dedicações de todos os colaboradores e agentes económicos que trabalham em parceria com a organização. Logo é com muita satisfação que recebemos esta distinção. 18

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