CAPA DE TRÁS ESTÁ NA HORA!? A Psicologia das Linhas do Tempo

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2 CAPA DE TRÁS ESTÁ NA HORA!? A Pscologa das Lnhas do Tempo As lnhas do tempo há séculos acompanham a cvlzação. Num texto envolvente, George Vttoro Szenész descreve os dversos tpos de lnhas do tempo e faz uma análse de como os desenhos das lnhas são retratos de dversos aspectos da vda de cada um. O letor encontrará a descrção dos comportamentos típcos segundo o desenho de sua lnha do tempo, os confltos entre pessoas com tpos dferentes de lnhas e técncas para mudanças pessoas rápdas usando lnhas do tempo. George Vttoro nos brnda com um presente nestmável, mprescndível para todos os que se dedcam ao camnho do autoconhecmento. Prátco, bem fundamentado em sua longa experênca pessoal e rcamente embasado em outros nvestgadores. Mas que uma letura obrgatóra, é fonte de estudo e delete. Estou agradecdo, é um prazer vajar no tempo com seu lvro! DR. ALLAN SANTOS, Médco, dedcado à PNL, drge estudo dos estados alterados de conscênca. Barcelona, Espanha. Estlo agradável e de fácl letura. Se você trabalha com pessoas e está nteressado no seu própro crescmento pessoal e profssonal, recomendo enfatcamente a letura do lvro. JAIRO MANCILHA, Médco, Traner nternaconal em Neurolnguístca PNL e Coachng. Dretor do Inap-Insttuto de Neurolnguístca Aplcada. Como sempre fca clara a competênca e comprometmento de George Szenész em ntegrar e desenvolver conhecmentos nessa área da PNL. Uma letura fundamental para estudantes e nteressados nessa nova cênca e arte. DR. SERGIO SPRITZER, Traner certfcado em PNL, Dretor da Neurocom e desenvolvedor de processos em estrutura da experênca humana. Ousada, coragem e sabedora. Parabenzo ao George pelo seu talento em colocar de forma tão smples um conhecmento tão poderoso. Agradeço de coração pela sua dedcação e por tantos anos de pesqusas e estudos para proporconar a todos nós maor autonoma sobre nossas própras vdas. LUIZA LOPES, Pedagoga, Especalsta em Educação, Master e Traner em PNL, Dretora do INDESP.

3 ORELHAS George Vttoro Szenész realzou um notável trabalho de documentar e expandr a obra que tem sdo feta no campo da Programação Neurolnguístca, bem como de traçar suas orgens, dessa que é uma das maores de todas as metáforas: o tempo. O autor, conheço-o como colega e amgo há mutos anos e fco sempre mpressonado com sua dlgênca, habldade, dedcação, perspcáca e vvacdade de espírto. Neste lvro você va encontrar todas essas qualdades... e mas. Pense nele como um semnáro partcular com um traner de classe mundal na palma de suas mãos. Do Prefáco, por John Overdurf, C.A.C. Co-autor de Tranng Trances e Dreamng Realtes Um dos mas respetados nstrutores e consultores de Programação Neurolnguístca do Brasl, o autor estuda lnhas do tempo desde que trouxe a Terapa da Lnha do Tempo para o Brasl em Suas pesqusas têm proporconado maor compreensão sobre a relação entre as lnhas do tempo e o comportamento das pessoas. A cração e desenvolvmento de técncas e processos oferece novos camnhos rápdos para a mudança pessoal, o coachng e a terapa. Seu trabalho na formação de profssonas da relação de ajuda tem levado esses conhecmentos a mutas centenas de pesoas de város estados brasleros e donexteror.

4 George Vttoro Szenész ESTÁ NA HORA!? A Pscologa das Lnhas do Tempo Teora e aplcações ao desenvolvmento pessoal, à terapa e ao coachng Floranópols SC 2011

5 Copyrght 2007 George Vttoro Szenész Capa e lustrações Gabrel Schramm Szenész Impressão Postmx 2ª Edção: 2011 Probda qualquer reprodução, seja eletrônca ou mecânca, total ou parcal, sem a permssão expressa do autor. Dados nternaconas de catalogação na publcação Szenész, George Vttoro. Está na hora!?: a pscologa das lnhas do tempo: aplcações à vda pessoal, à terapa e ao coachng / George Vttoro Szenész. - Curtba: Coração Brasl Edtora, p. ; 21cm. ISBN: Pscologa. 2. Terapêutca. 3. Programação Neurolngüístca. I. Título. CDD ( 22ª ed.) 150 Bblotecára responsável: Mara Rejane Vcente Texera Metaprocessos Avançados Ltda. Rua João Po Duarte Slva 1231, sl. 102 b, Floranópols SC Brasl (48)

6 Sumáro Dedcatóra Agradecmentos Prefáco Apresentação 1. Desde quando o tempo exste? 1 Pensando sobre o tempo 2 A experênca do tempo 6 O tempo no pensamento flosófco 10 A concepção do tempo na flosofa do século XX 18 Tempo e lnhas do tempo no níco da pscologa 19 Memóras e dentdade 25 Três maneras de objetvar a Lnha do Tempo mas uma que não objetva 27 Notas Modelos do tempo 39 Interlúdo 40 As lgações entre as memóras 42 Memóras temporas e atemporas 46 A lnha do tempo mental 48 Elcando a lnha do tempo 52 Surpreendendo o camnho das memóras 57 Lnhas geográfcas 61 Memóras do futuro 62 Crando o futuro 65 Notas 67

7 3. Uma metáfora chamada Lnha do Tempo 69 Submodaldades das lnhas do tempo 70 Lnhas e desalnhos 75 Vdas sem futuro 81 Outras possbldades 82 Culturas e lnhas do tempo 85 Notas Personaldades e relaconamentos 93 As concepções do tempo 94 Os tpos clásscos de lnhas do tempo 97 A lnha clássca das pessoas No Tempo 100 A lnha clássca das pessoas Através do Tempo 104 O relaconamento entre as pessoas No Tempo e Através do Tempo 106 Para facltar a convvênca 111 Outras lnhas do tempo 113 Lnhas genércas No Tempo 116 Lnhas genércas Através do Tempo 118 Perguntas para defnr tendêncas No Tempo e Através do Tempo 121 As lnhas do tempo em contextos organzaconas 122 Lnhas do tempo e empreendedorsmo 125 A quem servem os cursos de admnstração do tempo? 127 Como as pessoas NT podem admnstrar seu tempo 129 Um resumo de suas característcas 132 Notas Vagens no tempo 137 Fortalecendo crenças e attudes 139 Mudando nterações de lnhas do tempo 145 Lnha do humor 150

8 Mudando lnhas do tempo 153 Destrudor de decsões 159 Dsparador de ntuções 161 Construndo o futuro 164 Tratando bloqueos à realzação de objetvos 170 Notas 175 Posfáco 178 Bblografa 179 O autor 186 Poslúdo: A admnstração da cosa públca 187 Apêndce: A Terapa da Lnha do Tempo 190

9 Somos contemporâneos da eterndade. Mas não para sempre. André Comte-Sponvlle

10 Dedcatóra Uma homenagem a meus avós, que antes de eu vr já eram parte de mnha lnha do tempo: George, que usou seu tempo para fazer cosas que nnguém faza; Elza, que estava muto adante de seu tempo; Vttoro, que deu seu tempo para quem não tnha tempo; e Luga, que dedcou a mm parte de seu tempo. Obrgado por assm me antecederem. A meu pa, mestre da dedcação, o tempo com a plentude da ntenção. E à mnha mãe, que sem lgar para o tempo, fo mãe.

11 Agradecmentos Desejo agradecer a quem teve partcpação especal neste lvro e a quem de alguma forma o facltou. Antes, porém, é mportante que eu fale sobre uma lção. Um da mnha flha Julana, bem pequena e espalhada no meo de seus brnquedos, olhou para mm e dsse: Pa, quero ser sua boneca!. Ao lhe perguntar por que, ela respondeu: Pra você brncar comgo. Nem fo precso o olhar da mãe para que eu entendesse. Naquela época, já estava na hora de eu termnar mnha arrastada pesqusa de Mestrado. A cena volta hoje quando reconheço o quanto mnhas três cranças estveram à mnha volta ao longo de meus estudos e trabalho, mesmo que eu não as notasse. Meu prmero agradecmento va para meus flhos Julana, Danela e Gabrel, e para Bet, que compartlharam porções substancas de mnhas experêncas de vda. Com eles descobr que um passado é escrto a váras mãos e o futuro com um dedo você altera. E que o agora não tem jeto. Quero me lembrar de meus prmeros professores de Programação Neurolnguístca, Glberto Crady Cury e Rebeca Lamm Frenk, a quem agradeço as prmeras e mutas nformações que a partr de 1984 começaram a me nsprar no dreconamento de mnha vda profssonal.

12 O projeto deste lvro partu de meu envolvmento profundo com a Terapa da Lnha do Tempo, onde encontre mutas perguntas e enormes possbldades. Agradeço a Tad James e Wyatt Woodsmall por sua genal cração e, em especal, a Tad James e Ardth Flynn por me convdarem a fazer parte de seu prmero tme na dvulgação da terapa. John Overdurf e Jule Sverthorn foram exemplos de cratvdade, maestra e frme amzade. A atenção dedcada de Robert Dlts trouxe-me valosas nformações sobre lnhas do tempo e sua hstóra. Raquel de Souza Camargo e Ewerson Alessandro Souza, com o coração e com o cudado de flósofos, ajudaram-me na pesqusa e no texto sobre o tempo na flosofa. Vera Lúca Boeng, de perto, de longe e pela nternet, fo apoo e presença afetuosa. Gabrel Schramm Szenész cudou pacentemente e atencosamente da prmera capa do lvro e dos desenhos. A esses, aos colegas terapeutas que durante város anos vêm me almentando com os casos de seus clentes, a meus própros clentes e àqueles que, mesmo especas não estveram tão presentes a todos esses, cujas lnhas do tempo estão sublnhando todo o texto, meu maor agradecmento.

13 Prefáco George Vttoro Szenész realzou um notável trabalho de documentar e expandr a obra que tem sdo feta no campo da Programação Neurolnguístca, bem como de traçar suas orgens, dessa que é uma das maores de todas as metáforas: o tempo. Enquanto metáfora é uma que afeta profundamente tudo o que fazemos, conscentemente e nconscentemente. Está profundamente ntegrada no tecdo de nossa lnguagem, em nossas memóras e em toda a nossa percepção, de tal manera que é aceta como um dado, como fato e não percebda como o elemento mas maleável em nossa experênca. Nasceu da necessdade, como uma medda da mudança para crar a ordem. E é anda uma construção completa, realzada pelo homem e pela mulher. Mesmo as zonas de tempo nternaconal que hoje governam pratcamente qualquer aspecto do comérco e da comuncação, mesmo a cvlzação como um todo, elas foram apenas cradas quando essa trlha fo reconhecda e construída. Um desenvolvmento recente, temporalmente falando.

14 Ensten dsse que tempo + espaço + matéra + energa = cração. Mudar qualquer um ou mas desses parâmetros rá mudar o resultado dessa equação. Isso tem enormes mplcações na compreensão de como nós construímos problemas, soluções e as realdades que moldam nossas vdas. As emoções são exemplos maravlhosos dsso. Elas são todas em parte defndas com base na nossa orentação em relação ao tempo. Por exemplo, expermente sentr-se arrependdo a respeto de algo do futuro que você não fez. Você não pode a menos que você seja extremamente cratvo e com um bocado de tempo em suas mãos! Isto é assm porque o arrependmento é uma emoção do passado. Para consegur sso precsamos estar no presente refletndo sobre uma memóra passada e pensando Se eu ao menos soubesse... Se ao menos eu magnasse.... O paradoxo é que se nós já soubéssemos mas, nós não poderíamos crar um arrependmento. A questão é que os aprendzados que temos agora não estão vnculados ao ponto da memóra quando tvemos necessdades deles. Outro exemplo smples é a ansedade. Tente sentr ansedade sobre algo que você já completou com sucesso. Você não pode a menos, mas uma vez, que você seja extremamente cratvo e com um monte de tempo à sua dsposção! A maora das pessoas concorda que a ansedade vem quando fazemos a construção de algo no futuro onde não nos desempenhamos ou reagmos da manera que queremos. É, de fato, uma grande lustração de como construímos algo usando o tempo que não aconteceu anda mas que assm mesmo cra sentmentos reas no presente. Claramente, nessa stuação, o tempo não está ao seu lado!

15 Talvez não exsta maor rona quando não estamos usando o tempo efetvamente que a questão dos objetvos. Em meu trabalho chamado Além das Metas (Beyond Goals), sugere-se que uma das razões pelas quas a boa formulação de objetvos não funcona quando ela não funcona é que estamos crando objetvos fora de necessdades nsatsfetas. Pensamos Se ao menos eu tvesse aquele trabalho, relaconamento, dnhero, casa (algo externo) eu sera felz, realzado, confante (estado nterno). Assm estamos desejando construr um objetvo futuro que está vnculado a um estado de ser, que teorcamente poderíamos expermentar agora. Ao nvés dsso, está-se adando a experênca de sentr aqulo agora, empurrando-a para um futuro lgado a algum evento externo. De fato, a cada momento que estamos pensando sobre o objetvo no futuro, estamos negatvamente sugerndo a nós mesmos que nós não temos aquele estado agora. O que nós realmente somos, depos de mutas tentatvas, é o estado, mas porque nós o vnculamos ao evento externo futuro nós temos que esperar. Claramente, de novo, o tempo não está ao nosso lado. Através do uso de submodaldades, dos desenhos e do camnho que nossas mentes usam para codfcar a experênca e sua extensão através das lnhas do tempo, este lvro mostra como o tempo se alnha com todos os outros processos e nsghts na vda. E então ele passa a estar ao seu lado ou com você... O autor, eu o conheço como colega e amgo há mutos anos e fco sempre mpressonado com sua dlgênca, habldade, dedcação, perspcáca e vvacdade de espírto. George Vttoro é certamente alguém que conhece tanto de lnhas do tempo porque sua mportânca fo tomada com seredade. Neste lvro você va encontrar todas essas

16 qualdades... e mas. Você va encontrar contrbuções nédtas como a clarfcação dos quatro tpos de lnhas do tempo, a descrção de suas submodaldades, exemplos da nfndade de possbldades das lnhas do tempo e sua presença nas culturas. Pense nele como um semnáro partcular com um traner de classe mundal na palma de suas mãos. Assm, Está Na Hora... AGORA... de você começar a ler o resto deste lvro... enquanto você consdera... quando você já não esteve neste agora?... assm desse jeto... você tem todo o tempo que exste AGORA... para absorver tudo que ele tenha para oferecer a você... John Overdurf, C.A.C. Master Traner of NLP Co-autor de Tranng Trances e Dreamng Realtes Atlanta, GA, 2007.

17 Apresentação O tempo é a manera de a natureza evtar que tudo aconteça smultaneamente. John Wheeler Há mutas décadas autores de fcção centífca vêem delcando seus letores com hstóras sobre vagens pelo tempo. Desde H. G. Wells, com seu A Máquna do Tempo, de 1895, grandes e muto premados nomes como Isaac Asmov, Robert A. Henlen e Conne Wlls, além de ncontáves outros, não resstram à tentação de enveredar pelo tema apaxonante de chegar a outras épocas 1. O cnema e a TV já nos apresentaram flmes e serados que vêm mexendo com a magnação e aguçando as esperanças fantasosas de duas para três gerações. Muta gente já qus mudar sua hstóra, modfcar seu passado ou crar um futuro feto sob medda. Refugando-se nas págnas e nas telas colordas, esperam pela máquna de seus sonhos. Um artefato tecnológco ou uma caxa mágca. Não mporta. Quem sabe você tenha vsto o romântco e ntrgante flme Em algum lugar no passado (Somewhere n Tme Jeannot Szwara, 1980). Nele o personagem de Chrstopher

18 Reeve volta no tempo, mas curosamente não há máquna para sso. Acredto que a maor parte das pessoas dexou passar despercebda a prmera vez no cnema em que outra máquna fo usada para vajar no tempo. Não se maravlhavam com o aceno fantástco que o personagem deu ao entrar em transe auto-hpnótco e retroceder 68 anos na hstóra 2. Fora da fcção, a maga do flme pode de alguma forma se reproduzr em cada ser humano da pasagem de nosso planeta. Isso porque cada um de nós possu sua própra máquna nterna do tempo. Uma máquna que nos permte mudar o passado e crar um futuro, especal ou grandoso. Sem tecnologa nem chps quântcos. Que já vem nstalada e lgada. Mas que só mas recentemente seus comandos foram descobertos. A tecnologa do seu hardware usa a neuromodulação dependente da atvdade 3 e seu software se vale de um programa básco chamado lnha do tempo. Lnhas do tempo são representações smbólcas e metafórcas de parte dos comportamentos, predsposções e attudes emoconas humanas. Como dsse Tad James, ao longo dos anos fcou claro que a lnha do tempo de uma pessoa, com toda sua hstóra pessoal suas alegras e medos, sua felcdade e sofrmento, seus amores e ódos, suas crenças lmtantes e decsões fortalecedoras forma a parte prncpal de sua personaldade 4. O níco da década de 80 presencou o aparecmento das prmeras maneras de usar lnhas do tempo para mudanças pessoas. Usadas como guas mentas para acessar memóras do passado, elas facltavam enormemente város processos, permtndo mudanças pessoas mas rápdas e profundas. Desde então fo aumentando o número de

19 profssonas e pessoas à busca de meos efetvos de desenvolvmento, que explorassem o potencal demonstrado pelo conceto e pelas suas técncas para a transformação humana. Apareceram formas novadoras e cratvas de ajudar pessoas a dexarem partes de suas vdas mas parecdas com partes da vda de seus sonhos. Cada uma a seu modo, trouxeram mportantes acréscmos para o fortalecmento das chamadas tecnologas para a mudança humana acelerada. Exemplos dessa tecnologa são a Terapa da Lnha do Tempo, crada ncalmente por Tad James e Wyatt Woodsmall (1988) 5, as técncas para mudança de crenças e o Remprntng, desenvolvdos por Robert Dlts (1990, 2004), o estudo de Steve Andreas e Connrae Andreas (1987) sobre a lnha do tempo de submodaldades e sua técnca Parental Renprntng publcada por Connrae Andreas e Tamara Andreas (1996). Alguns letores já estão famlarzados com o uso das lnhas do tempo. Para esses, o lvro tem o propósto de oferecer maor compreensão acerca do nstrumento que usam e mostrar outras possbldades para o crescmento humano. Para os que estão conhecendo agora o conceto, antes que desejem apertar os botões dessa máquna, o texto é uma oportundade para entender claramente suas característcas mas marcantes e sua relação com a vda de cada um. Meu contato com a déa de lnha do tempo aconteceu em meados dos anos 80 quando entre no campo da Programação Neurolnguístca. O grande salto se deu com o aprendzado da Terapa da Lnha do Tempo com Tad James em A partr de então ldar com esse nstrumento vrtual tem sdo para mm uma experênca quase dára no contato com clentes. Já me pergunte se

20 mnha preferênca ou quase paxão por hstóras de fcção centífca tem alguma relação com o encontro casual que tve com as lnhas do tempo e a curosdade que elas dspararam. Na lteratura e na prátca as lnhas do tempo estão sendo utlzadas com maor ênfase no contexto terapêutco, mas suas possbldades vão bem além. Áreas como a educação, o coachng, a admnstração de negócos, o desenvolvmento pessoal e mesmo esprtual podem se benefcar desse nstrumento e dos conhecmentos a ele atrelados. Neste lvro trago aos letores a exposção aprofundada de um dos quatro tpos de lnhas do tempo a lnha do tempo mental, referente às dreções espacas percebdas do passado e do futuro. É a lnha orgnal da qual, de alguma forma, as outras dervam ou a ela estão relaconadas. Essa lnha do tempo tem a ver com personaldade, organzação pessoal, saúde mental, lderança, pontualdade e até com o amor e a ternura. O texto fo elaborado a partr da edção de trechos de um semnáro para pscoterapeutas, somado a partes especalmente escrtas e a momentos de pretensa nspração mas lterára. Por sso talvez o letor mas atento descubra uma certa ndefnção do estlo e esse é, por defnção, meu estlo. Estão aqu elementos da hstóra da lnha do tempo, teoras, modelos, casos reas retrados da experênca clínca e do coachng e técncas para mudança pessoal. No prmero capítulo Desde quando o tempo exste? apresento uma breve vsão da experênca do tempo e da hstóra da lnha do tempo, passando por flósofos com suas reflexões sobre o tempo e ndo até sua recente redescoberta no campo da

21 pscologa e da programação neurolnguístca, mostrando anda os quatro tpos de lnhas do tempo hoje utlzados. O capítulo dos Modelos do tempo aborda as memóras do passado e do futuro e suas nterlgações, examna em detalhes a lnha do tempo mental, um dos quatro tpos de lnhas do tempo, e descreve como elcar a lnha do tempo de alguém. No capítulo três Uma metáfora chamada lnha do tempo você va entrar no mundo da relação entre hstóras pessoas e lnhas do tempo. Va conhecer característcas de seus traçados, sua relação com as memóras e com a vda de cada ndvíduo e como começar a entender e nterpretar desenhos e partculardades. O quarto capítulo, com o tema Personaldades e relaconamentos mostra como reconhecer e nterpretar os desenhos clásscos das lnhas do tempo, suas tendêncas típcas e sua vnculação com manfestações da personaldade. Nele você encontra os aspectos das attudes pscológcas e do comportamento conforme são nfluencados pelos desenhos das lnhas do tempo. O últmo capítulo Vagens no tempo dedque a exemplos de técncas que usam os quatro tpos de lnhas do tempo como estruturas centras para mudança e crescmento humano. A lteratura sobre o tempo é vasta. Aos letores que desejarem aprofundar certos temas ofereço sugestões de lvros durante o texto nas notas ao fnal de cada capítulo. Ao longo dos anos mutos pensamentos, déas e crações de outros autores nfluencaram meu pensamento e mnha fala. Com tanto uso que fz deles, acabaram por fazer

22 parte de meu repertóro e com um pouco de desatenção a orgem de alguns se perdeu no tempo. Assm é possível que passagens, déas ou frases de outros estejam aqu sem o devdo reconhecmento. Agradeço a quem puder nformarme sobre essas ausêncas para sanar a ndelcadeza na próxma edção. Notas 1. A prmera hstóra a ctar uma máquna do tempo fo El Anacronópete, de Enrque Gaspar y Rmbau, autor espanhol, publcada em H. G. Wells publcou em 1888 seu prmero conto com máquna do tempo, The Chronc Argonauts, que servu de base para o famoso A Máquna do Tempo de As hstóras de vagens no tempo, no entanto, são muto mas antgas. Remontam a fontes tão antgas quanto o Mahabharata (700 AC a 300 DC) da mtologa Hndu, com a hstóra do Re Revata que, após encontrar-se com o crador Brahama, retorna à Terra mutas eras depos; o Talmud (200 a 400 DC) com a hstóra de Hon HaM'agel, que dorme por 70 anos e acorda num mundo onde seus netos são avós e todos seus famlares e amgos já morreram; o conto japonês Urashma Taro, descrto no Nhong (720 DC), onde um pescador vsta por três das um paláco submarno e retorna para sua vla trezentos anos no futuro. A partr dos anos 1700 temos a hstóra recente dos contos de vagem no tempo com, por exemplo, Memors of the Twenteth Century (Memóras do século vnte), de Samuel Madden (1733), ralatando a hstóra de um anjo da guarda que retorna de 1998 para 1728 com documentos de estado. Fonte: Wkpeda, The Free Encyclopeda,

23 2. A déa do uso da auto-hpnose para vajar no tempo é atrbuída a Jack Fnney em seu romance Tme and Agan, de 1970, déa mas tarde levada às telas no ctado flme de Jeannot Szwara. 3. Neuromodulação dependente da atvdade é a desgnação que se tem dado à base genétco-molecular da memóra, da aprendzagem e do comportamento. Este processo é regulado pelas substâncas de nformação peptídeos, hormônos, proteínas específcas e outras substâncas que fluem dretamente entre os neurônos através do fludo extracelular e da corrente sanguínea sem se valerem das snapses. São a base dos estudos da pscobologa e psconeuromunologa. 4. Tad James, Tme Lne Therapy and the Bass of Personalty. Honolulu, HI: Advanced Neuro Dnamcs, Texto avulso. 5. Veja no Apêndce uma breve apresentação da Terapa da Lnha do Tempo. A terapa será apresentada em meu próxmo lvro, já em elaboração.

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