Liderança e cooperação nas organizações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Liderança e cooperação nas organizações"

Transcrição

1 Liderança e cooperação nas organizações Cristiano de Oliveira Maciel Mestrando em Administração, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal do Paraná CEPPAD/UFPR Rua Vitor Hugo, 131, Guairá Cep: Curitiba PR Brasil Antônio João Hocayen-da-Silva Mestrando em Administração, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal do Paraná CEPPAD/UFPR Avenida Engenheiro Ostoja Roguski, 631, Bloco 03, Apartamento 21, Condomínio Barão do Capanema, Bairro Jardim Botânico Cep: Curitiba PR Brasil Marcos de Castro Mestrando em Administração, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal do Paraná CEPPAD/UFPR Docente da Universidade Estadual do Centro-Oeste UNICENTRO Avenida Engenheiro Ostoja Roguski, 631, Bloco 03, Apartamento 21, Condomínio Barão do Capanema, Bairro Jardim Botânico Cep: Curitiba PR Brasil Resumo Investigou-se por meio de pesquisa exploratória a relação entre liderança e cooperação do indivíduo com a organização. Inicia-se com algumas definições e explanações acerca dos construtos analisados. Em complemento, apresenta-se a metodologia, com uma etapa qualitativa por meio de entrevistas em profundidade e outra de levantamento com aplicação de questionários estruturados a 166 indivíduos de 8 organizações do setor de serviços de telecomunicação. O critério amostral para realização do estudo foi a conveniência dos pesquisadores. A Análise Fatorial de Componentes Principais evidenciou a bidimensionalidade do construto liderança a partir de dois fatores, denominados Administração de Sentido e Coaching. A unidimensionalidade do fator Cooperação foi verificada na Análise Fatorial. A partir da observação das correlações entre os fatores de liderança e cooperação no trabalho foi realizada Análise de Regressão Múltipla que indicou Administração do Sentido como única variável estatisticamente significativa na explicação da variação no nível percebido de cooperação no trabalho. Palavras-chave: Administração do Sentido; Coaching; Cooperação; Liderança. Abstract An exploratory research was conducted in order to investigate the relationship between leadership and cooperation of the individual with the organization. Firstly, definitions and explanations regarding the constructs analyzed are discussed. The presentation of the methodology follows, consisting of a qualitative stage of in-depth interviews and Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

2 Cristiano de Oliveira Maciel, Antônio João Hocayen-da-Silva e Marcos de Castro another stage in which a survey was conducted with 166 respondents from 8 organizations in the telecommunications industry. The sample was chosen on the basis of what was convenient to the authors. Principal component factor analysis suggested two dimensions for the leadership construct, namely, sense management and coaching. On the other hand, the factor analysis showed that the cooperation construct has a single dimension. Given the correlation observed between the leadership and cooperation factors, a multiple regression analysis was conducted suggesting that sense management is the only statistically significant variable for explaining the variation of the perceived level of cooperation at work. Keywords: Sense Management. Coaching; Cooperation; Leadership. 1. Introdução O fenômeno da liderança é tema corrente em pesquisas na área de organizações. Entretanto, em função da fragmentação do entendimento do que efetivamente representa o conceito, a definição do construto se tornou uma tarefa nada fácil (YUKL, 1989). Nos anos 80, houve até quem proclamasse um temporário abandono do conceito em razão da fragmentação e das diferentes abordagens para o tema (BRYMAN, 2004). Mais recentemente, algumas perspectivas parecem gozar de maior aceitação, como aquelas que compõem o que Bryman (2004) chama de Abordagem da Nova Liderança (AVOLIO et al., 2004; HARRIS; KACMAR; WITT, 2005). De acordo com Bryman (2004), essa abordagem tem sido utilizada para considerar uma série de vertentes no tratamento do conceito, tais como: liderança transformacional, liderança carismática, liderança visionária, ou simplesmente liderança. Em meio a essa multiplicidade de enfoques na Abordagem da Nova Liderança, algumas características vêm sendo sedimentadas. Dentro desses apontamentos é ponto pacífico entre grande número de pesquisadores que o líder deva ser visto:...como alguém que define a realidade organizacional por meio da articulação de uma visão, que é um reflexo de como ele ou ela define a missão de uma organização e os valores que o apoiarão. Assim, a abordagem da Nova Liderança é baseada numa representação de líderes como gestores de significado (BRYMAN, 2004, p. 263). Outro ponto recorrente na literatura é a relação da liderança com os resultados de indivíduos e grupos de trabalho nas organizações (AVOLIO et al., 2004; BERGAMINI, 1994; BRYMAN, 2004; HARRIS; KACMAR; WITT, 2005; RICHARDSON; VANDENBERG, 2005; McNEESE-SMITH, 1999; SPREITZER; PERTTULA; XIN, 2005). De forma geral, a liderança se interessa pela cooperação do indivíduo ou de um grupo na organização (BERGAMINI, 1994), que parece se relacionar a uma série de conceitos mais atuais, como envolvimento Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

3 (AVOLIO et al., 2004), intenção de turnover (HARRIS; KACMAR; WITT, 2005), desempenho no trabalho (McNEESE-SMITH, 1999), engajamento e congruência de valores. Mas, apesar da centralidade na esfera das organizações e sua estreita relação com a liderança, o conceito de cooperação permanece substancialmente vago, provavelmente em razão da existência e operacionalização de conceitos como comprometimento, motivação e cultura organizacional (CHATMAN; BARSADE, 1995). Nesse sentido, o objetivo, no presente estudo, é evidenciar o conceito de cooperação na teoria organizacional, bem como verificar empiricamente a relação entre esse conceito e a noção de liderança. Logo após essa breve introdução, o trabalho discute os estágios que se seguiram no desenvolvimento dos estudos sobre liderança e descreve brevemente a essência do que se pode entender por cooperação nas organizações. Em complemento, apresenta a metodologia de pesquisa e a análise dos dados. O trabalho se encerra com a discussão dos resultados e algumas considerações finais acerca dos achados empíricos da investigação. 2. Liderança Com uma grande diversidade de enfoques, o tema liderança nas organizações foi alvo de um número expressivo de pesquisas empíricas e teorizações nos estudos organizacionais (KNIGHTS; WILLMOTT, 1992; SPREITZER; PERTTULA; XIN, 2005). Por vezes, foi confundida com uma visão romântica proliferada na literatura gerencial, na qual foi atrelada a líderes de propriedades divinas e heróicas, em outras, objeto de apontamentos cada vez mais não conclusivos. Entretanto, o conceito de liderança continua se configurando como peça central na compreensão da dinâmica atual das organizações (ARNOLD et al., 2000). Como razão da evolução do pensamento nesse campo, o deslocamento da visão da liderança como controle para uma visão da liderança como capacitação dos liderados serviu como divisor de águas entre um ideário tradicional e um mais contemporâneo em sua concepção. Contudo, tanto em uma concepção quanto em outra, a eficácia da liderança medida por seus conseqüentes ainda se configura como questão desafiadora, visto que ainda não se conseguiu identificar resultados empíricos conclusivos acerca dessa relação (McNEESE-SMITH, 1999). Em meio a matizes e oposições teóricas construídas ao longo dos desenvolvimentos e estudos acerca do fenômeno da liderança, Bergamini (1994) faz referência a uma revisão do conceito tomado por vários pesquisadores. A autora expõe dois aspectos centrais à grande parte das definições encontradas na literatura, primeiro a de fenômeno grupal, segundo de um processo de influência. Esses argumentos aparecem bem claros na definição de liderança oferecida por E. P. Hollander: O processo de liderança normalmente envolve um relacionamento de influência em duplo sentido, orientado principal- Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

4 Cristiano de Oliveira Maciel, Antônio João Hocayen-da-Silva e Marcos de Castro mente para o atendimento de objetivos mútuos, tais como aqueles de um grupo, organização ou sociedade. Portanto, a liderança não é apenas o cargo do líder, mas também requer esforços de cooperação por parte de outras pessoas (BERGAMINI, 1994, p , grifo nosso). Mais recentemente, sabe-se que esse processo de influência decorrente da liderança se dá em meio a contingências, sem orientações pré-determinadas. Entretanto, essa relação só foi evidenciada à custa de explicações como a teoria dos traços e a teoria dos estilos, que não levaram completamente a cabo seu objetivo de alcançar maior apreensão sobre os antecedentes e conseqüentes da liderança. A teoria dos traços tinha como pressuposto que a liderança era uma qualidade da personalidade do indivíduo, ou seja, o indivíduo nasce com as características universais de um líder ou não. Posteriormente, essa visão foi gradativamente sendo substituída pela idéia de que, sendo identificado o comportamento de líderes eficazes, outras pessoas poderiam ser treinadas com base na descrição desses comportamentos. Esse enfoque no comportamento dos líderes se configurou na teoria dos estilos de liderança (BRYMAN, 2004). Outro pressuposto básico dessa segunda teoria estabelecia que o desempenho dos liderados estivesse diretamente ligado ao estilo de liderança do líder. Dentro da teoria dos estilos, Rensis Likert denominou um primeiro estilo de liderança de orientado para o empregado e outro de orientado para a produção. De acordo com Bergamini (1994), Likert concluiu em suas pesquisas que quanto mais as ações do líder tendiam à maior participação dos seguidores, isto é, quanto mais orientado para o empregado, também maior era a avaliação positiva realizada por seus liderados quanto ao seu estilo. Pressupõe-se, com base em tal assertiva, que a produtividade, cooperação e outros conseqüentes da liderança também poderiam ser elevados a partir dessa melhor avaliação por parte dos seguidores; entretanto, não há evidências empíricas suficientemente convergentes que façam referência a essas associações. Após a teoria dos traços e a teoria dos estilos não alcançarem resultados satisfatórios na explicação dos antecedentes e conseqüentes da liderança, tornou-se comum supor que não seria possível considerar uma única variável para explicar tal fenômeno. É nesse contexto que enfoques de natureza contingencial emergem no campo de estudo e formam um corpo teórico-analítico mais substancial (BRYMAN, 2004). Por sua vez, o enfoque contingencial centra seu interesse no processo que é estabelecido na relação entre líder e liderado (HARRIS; KACMAR; WITT, 2005; SPARROWE; LIDEN, 1997). Nesse âmbito, lança sua atenção a uma multiplicidade de variáveis que podem intervir em tal processo, tais como características da personalidade dos indivíduos nessa relação, comportamentos individuais e contextos situacionais. Entretanto, não há um tipo ideal com algumas características universais do líder eficaz, mas existem diferentes traços de perso- Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

5 nalidade que têm efeitos distintos sobre a liderança em distintas situações. O mesmo ocorre com os diferentes estilos de liderança, como aqueles preconizados por Rensis Likert: liderança orientada para o empregado e liderança orientada para a produção ou tarefa. Indo além dessas visões mais tradicionais, Bergamini (1994, p. 22) ressalta como função primária da liderança administrar o sentido que as pessoas dão àquilo que estão fazendo. O alerta da autora converge com a concepção mais atual do fenômeno que é encontrada nas teorizações e nos estudos de outros autores, como Avolio et al. (2004), Bryman (2004), McNeese-Smith (1999) e Spreitzer, Perttula e Xin (2005). É justamente essa lógica de construção do sentido que perpassa as vertentes da Abordagem da Nova Liderança, principalmente dos conceitos de liderança visionária e transformacional (BRYMAN, 2004; GARMAN; DAVIS-LENANE; CORRIGAN, 2003). De acordo com Spreitzer, Perttula e Xin (2005), essa forma de liderança define a necessidade de mudança, estabelece uma visão para o futuro e mobiliza os liderados a alcançar resultados além daqueles que seriam normalmente esperados. Empiricamente, um grande número de estudos tem demonstrado a maior eficiência dessa forma de liderança (SPREITZER; PERTTULA; XIN, 2005). Esses estudos freqüentemente buscam identificar relações causais entre formas de liderança e comportamentos ou atitudes de cooperação nas organizações; entretanto, a cooperação enquanto percepção global do indivíduo em relação a si mesmo não tem sido objeto de muitas investigações. 3. Cooperação como um conseqüente de liderança A cooperação do indivíduo na organização nasce em razão das limitações físicas ambientais, biológicas e sociais que são enfrentadas quando se objetiva o alcance de um propósito (CHATMAN; BARSADE, 1995; DUKERICH; GOLDEN; SHORTELL, 2002). E não é incomum que a limitação total do indivíduo repouse sobre uma conjugação desses diversos fatores (BARNARD, 1979). Logo, quando uma tarefa é percebida como passível de realização diz-se que a limitação física ou biológica foi superada; entretanto, pode emergir daí a limitação social, qual seja a de assegurar a cooperação dos indivíduos na consecução de um objetivo ou propósito. Nesse sentido, o entendimento da possível relação entre os incentivos sociais e econômicos e a cooperação nas organizações torna-se crucial. Mas, diferentemente da efetividade da cooperação (realização dos objetivos da ação cooperativa), a eficiência cooperativa é resultante das eficiências dos indivíduos. E a eficiência dessa ação cooperativa representa a medida com que os motivos utilitários e sociais individuais são satisfeitos (BARNARD, 1979). Se um indivíduo acha que seus motivos estão sendo satisfeitos pelo que ele faz, ele continua o seu esforço cooperativo; em caso contrário, ele não o faz. Não o fazendo, essa diminuição de Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

6 Cristiano de Oliveira Maciel, Antônio João Hocayen-da-Silva e Marcos de Castro esforço do sistema cooperativo pode ser fatal para o sistema [...]. Assim, a eficiência de um sistema cooperativo é a sua capacidade de manter-se a si mesmo, pelas satisfações individuais que proporciona. Isso também pode ser chamado de sua capacidade de equilíbrio, o balanceamento das cargas através das satisfações, o que se transforma em continuidade. A eficiência ou equilíbrio pode ser assegurado quer mudando motivos em indivíduos (ou garantindo indivíduos substitutos com motivos apropriados), o que constitui operação sobre um fator social, quer pelos seus resultados produtivos, os quais podem ser distribuídos pelos indivíduos. Esses resultados produtivos podem ser materiais ou sociais, ou ambas as coisas (BARNARD, 1979, p ). Tais colocações levam a concluir que tanto incentivos econômicos quanto incentivos sociais levariam o indivíduo ao exercício da ação cooperativa. Parece lógico pensar, ao menos a partir de Barnard (1979), que dada uma condição de satisfação do indivíduo em termos econômicos e sociais, esse indivíduo tende à ação cooperativa. Deixando em suspenso a consideração dos incentivos econômicos, a liderança, definida como ação de construção da realidade, ou seja, criação de um sentido para o trabalho nas organizações, figura como um provável mecanismo de incentivo social. Consoante esse argumento, Jung e Avolio (2000) afirmam que a liderança conduz à identificação dos seguidores com a causa articulada pelos líderes e tende a influenciar positivamente a motivação intrínseca 1 para a realização de altos níveis de desempenho. Parece que a construção e reconstrução de uma arena de ordem moral e normativa no ambiente de trabalho contribuem para o desbloqueio da potencial sinergia entre os valores pessoais do indivíduo e os valores organizacionais (CHATMAN; BARSADE, 1995; DUKERICH; GOLDEN; SHORTELL, 2002). Diante de tais argumentos foi desenvolvida a seguinte hipótese: H 1 : Fatores da liderança que contribuem para a construção da realidade do indivíduo no trabalho são os preditores mais significativos da cooperação no trabalho. 4. Metodologia e delineamento da pesquisa Nesta seção são feitas algumas considerações quanto à delimitação e ao design do estudo (CRESWELL, 2003; KIDDER, 1987). A população-alvo do levantamento foi representada pelos funcionários da linha operacional de oito organizações do setor de serviços de telecomunicação. Essa escolha se justifica pela intenção de buscar entender o fenômeno da liderança entre a linha de 1. Não se discute a validade dessa proposição, se realmente a liderança se relaciona de forma causal com a motivação intrínseca do indivíduo ou não. Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

7 supervisores e os seus liderados imediatos. 2 O estudo foi desenvolvido na cidade de Curitiba (PR). Na impossibilidade da realização de um censo, o critério amostral adotado na pesquisa foi a conveniência dos pesquisadores; portanto, trata-se de um estudo ainda exploratório 3 (KERLINGER, 2003; KIDDER, 1987). A pesquisa consistiu em uma etapa qualitativa para a construção do questionário e outra quantitativa. A primeira fase da pesquisa foi eminentemente qualitativa, fazendo uso de entrevistas em profundidade com 15 funcionários de algumas das empresas envolvidas no estudo. A avaliação das quinze entrevistas permitiu a geração dos itens que vieram a compor as escalas de liderança e cooperação. Nessa etapa buscou-se identificar o que efetivamente é entendido por liderança e cooperação no ambiente organizacional. Para a mensuração dos itens gerados nas entrevistas foi desenvolvido um questionário estruturado com escala de Likert de 5 pontos (Discordo Completamente a Concordo Completamente). Na fase quantitativa ocorreu a aplicação do instrumento de coleta de dados nas oito organizações por meio de uma pesquisa de levantamento (survey). Houve um total de 166 questionários válidos após a verificação de missing values e outliers. Para a realização das análises dos dados foi utilizado o software estatístico SPSS 13.0, empregando técnicas estatísticas univariadas, bivariadas e multivariadas. 5. Análise dos dados Na etapa de análise dos dados um primeiro procedimento foi identificar a caracterização da amostra. Foram realizadas análises de estatísticas descritivas e verificado que a idade dos 166 respondentes variava de 16 a 58 anos, com uma média de 26,60 e desvio padrão de 7,21 anos. Dos respondentes, 48,80% eram homens e 51,20% eram mulheres. Apenas 0,80% da amostra tinham ensino fundamental como nível mais de escolaridade, 37,20% tinham ensino médio e 62,00% tinham curso superior completo ou em andamento. No que concerne ao estado civil, 73,60% dos entrevistados eram solteiros e 26,40% eram casados. Após a primeira análise descritiva os dados foram submetidos a uma análise fatorial exploratória de componentes principais (AFE). A análise fatorial permitiu a identificação das dimensões subjacentes aos construtos pesquisados em que as variáveis encontraram-se correlacionadas (HAIR et al., 1995). A rotação Varimax foi o método adotado na extração de componentes principais. Após a execução da técnica alguns cuidados foram tomados para se garantir a adequação do emprego da técnica aos dados da pesquisa. Por isso, a análise fatorial foi seguida da verificação da matriz de correlação, da medida da adequação da amostra (KMO - Kaiser-Meyer-Olkin) e do teste de esfericidade de Bartlett. 2. Entende-se que a liderança é um fenômeno comportamental que opera em múltiplos níveis de análise; entretanto, a presente pesquisa se restringe à investigação no nível operacional das organizações envolvidas no estudo. 3. Estudo exploratório pode significar tanto um estudo qualitativo, quanto um estudo com amostragem não probabilística que faça uso de um survey piloto. Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

8 Cristiano de Oliveira Maciel, Antônio João Hocayen-da-Silva e Marcos de Castro O primeiro construto analisado foi a Liderança, que resultou em duas dimensões principais, denominadas 4 Administração do Sentido e Coaching, com KMO de 0,839 e Teste de Esfericidade de Bartlett de 1156,860 (p-value < 0,000). Para a análise da confiabilidade das escalas foi verificado o Alfa de Cronbach dos dois fatores (Administração do Sentido com α de 0,908 e Coaching com α de 0,871) como consta na Tabela 1. Tabela 1.- Análise fatorial de componentes principais para liderança. Indicadores Administração do Sentido Coaching AS 1 0,807 AS 2 0,797 AS 3 0,778 AS 4 0,769 AS 5 0,754 AS 6 0,752 AS 7 0,706 AS 8 0,686 CC 1 0,852 CC 2 0,798 CC 3 0,796 CC 4 0,795 CC 5 0,795 Variância Explicada 35,733 25,887 Variância Acumulada 61,620 Alfa de Cronbach 0,908 0,871 Autovalor 5,181 2,829 Fonte: dados primários. A análise fatorial de componentes principais também permitiu evidenciar graficamente a aproximação das variáveis relacionadas aos dois fatores da liderança. Ainda que os fatores Administração de Sentido e Coaching estejam significativamente correlacionados (r = 0,249, p-value < 0,001), é possível perceber que as variáveis que os compõem aparecem espacialmente bem diferenciadas de cada fator, conforme Figura 1. O segundo construto analisado foi a Cooperação, que resultou em uma única dimensão. A análise fatorial exploratória desse construto obteve como resultado um KMO de 0,915 e Teste de Esfericidade de Bartlett de 940,305 (p- 4. Os fatores foram assim denominados após cuidadosa leitura e discussão dos indicadores e observação de outras escalas de liderança utilizadas em estudos no Brasil e exterior. O questionário com os indicadores pode ser solicitado aos pesquisadores via . Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

9 Figura 1.- Representação bidimensional da aproximação das variáveis dos fatores da liderança. Fonte: resultado dos dados analisados em SPSS value < 0,000). Na Tabela 2 são apresentadas as cargas das variáveis da análise fatorial não rotacionada, em razão do programa utilizado nas análises não apresentar os resultados da análise rotacionada quando existe apenas um fator para os seus indicadores. Para análise da confiabilidade das escalas foi verificado o Alfa de Cronbach (α) do fator Cooperação, que apresentou índice de 0,930, como consta na Tabela 2. Após o exercício de análise da validade e confiabilidade das escalas foi realizada uma análise de regressão múltipla. Essa análise permite verificar em que proporção a variabilidade de uma variável dependente (Cooperação) é prevista por variáveis independentes (Administração do Sentido e Coaching). O método de regressão adotado foi o método padrão (regressão múltipla). Este método pareceu o mais adequado visto o maior número de variáveis que seria exigido no método passo a passo (stepwise) (HAIR et al., 1995). O resultado da análise está na Tabela 3. Como se vê no resultado da análise, o modelo obteve um coeficiente de correlação satisfatório, sendo seu R = 0,754. Os coeficientes de determinação R 2 = 0,569 e R 2 Ajustado = 0,564 permitem inferir que aproximadamente 56% da variação da Cooperação podem ser explicados pelo modelo de regressão proposto. Mesmo considerando uma amostra relativamente pequena, de apenas 166 casos, Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

10 Cristiano de Oliveira Maciel, Antônio João Hocayen-da-Silva e Marcos de Castro Tabela 2.- Análise fatorial de componentes principais não rotacionada para cooperação. Fonte: dados primários. Indicadores Cooperação CP 1 0,894 CP 2 0,875 CP 3 0,850 CP 4 0,829 CP 5 0,813 CP 6 0,805 CP 7 0,745 CP 8 0,738 Variância Explicada 67,298 Variância Acumulada 67,298 Alfa de Cronbach 0,930 Autovalor 5,384 Tabela 3.- Resultado da análise de regressão. R R 2 R 2 Ajustado Erro Padrão de Estimativa 0,754 0,569 0,564 0,61998 Fonte: dados primários. o modelo pareceu adequado também pela pouca diferença entre seu coeficiente de determinação R 2 = 0,569 e seu coeficiente de determinação Ajustado R 2 = 0,564. Todavia, a validade das conclusões a partir do modelo dependia ainda da análise de sua variância e das estatísticas de colinearidade (HAIR et al., 1995). O resultado da análise de variância é apresentado na Tabela 4, permitindo julgar estatisticamente significante o modelo no nível de p-value < 0,000. Calculado o coeficiente de determinação do modelo e sendo verificada sua significância estatística, procedeu-se à verificação dos coeficientes e das estatísticas de colinearidade. Quanto à colinearidade foram observados os índices de tolerância e VIF (Fator de Inflação da Variância). Os índices de tolerância, recomendam Hair et al. (1995), não devem ser inferiores a 0,10; já o VIF deve alcançar índices entre 0,19 e 5,30, pois valores fora dessa amplitude equivalem a correlações acima de 0,90 que, por sua vez, atestam a presença de multicolinearidade entre as variáveis independentes. Essas estatísticas foram julgadas adequadas e são sumarizadas na Tabela 5. Na Tabela 5 também estão os coeficientes padronizados do modelo de regressão. A variável independente Administração do Sentido tem um coeficiente Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

11 Tabela 4.- Análise de variância do modelo de regressão. Soma dos Graus de Quadrado Quadrados Liberdade Médio F Significância Regressão 82, , ,546 0,000* Resíduos 62, ,384 Total 145, Fonte: dados primários. *Significância: (p < 0,000). Tabela 5.- Coeficientes padronizados da análise de regressão. Coeficientes t Significância Estatísticas de Colinearidade Beta Tolerância VIF Administração do Sentido 0,752 14,157 0,000* 0,938 1,066 Coaching 0,010 0,180 0,858 0,938 1,066 Fonte: dados primários. *Significância: (p < 0,000). β = 0,752 com elevada significância (p-value < 0,000), enquanto a variável Coaching apresenta um coeficiente β = 0,010, bastante reduzido e sem significância estatística (p-value < 0,858). À luz da análise dos dados pode-se afirmar que a hipótese do estudo (H 1) foi apoiada, pois o único fator que aparece diretamente relacionado à Cooperação é o fator Administração do Sentido. 6. Discussão dos resultados Uma primeira impressão dos resultados da pesquisa é quanto à identificação de apenas dois fatores para a escala de Liderança. Os indicadores da escala não foram trabalhados a partir da literatura e sim a partir daquilo que indivíduos socialmente imersos em suas organizações entendem por comportamento de liderança. Alguns indicadores foram eliminados por não se acomodarem nos primeiros fatores da análise fatorial e também por não acrescentarem relevância às escalas. O critério de corte em dois, e não em apenas um fator, resultou da observação do gráfico de declive (Scree Plot) que aparece na análise de fatores e indicou a presença de dois fatores ao se considerar a correlação das variáveis obtidas na fase qualitativa da pesquisa (HAIR et al., 1995). Um critério complementar foi a representação gráfica da aproximação das variáveis (vide Figura 1). Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

12 Cristiano de Oliveira Maciel, Antônio João Hocayen-da-Silva e Marcos de Castro Uma provável razão para o aparecimento de apenas dois fatores é o conjunto de características da amostra do estudo. A amostra que compôs a base de observações se configura por indivíduos de um setor bem específico, com funções de atendimento e suporte técnico, em empresas de telecomunicação. Outra característica crucial da amostra é a sua posição na estrutura das organizações que participaram do estudo, pois todos os envolvidos na pesquisa pertencem ao nível operacional das empresas. Tais características podem dar indícios de uma avaliação com parâmetros mais simplificados do comportamento dos líderes na ótica dos funcionários da linha operacional nesse setor. Quanto ao procedimento de análise dos dados deve-se ressaltar que foram utilizadas técnicas para garantir a validade e a confiabilidade das escalas de mensuração do estudo. A análise fatorial foi executada como procedimento de validação das escalas (validade convergente e discriminante) e a análise do Alfa de Cronbach foi feita como mecanismo de avaliação da confiabilidade das medidas (avaliação de erro aleatório de mensuração) (HAIR et al., 1995). Somente a partir da verificação da qualidade das medidas é que se procedeu à análise de regressão múltipla com as médias dos três fatores identificados no estudo. Na análise de regressão múltipla foi possível realizar o teste da hipótese do estudo. A hipótese inicial da pesquisa estabelecia que H 1 : fatores da liderança que contribuem para a construção da realidade do indivíduo no trabalho são os preditores mais significativos da cooperação no trabalho. Como a análise fatorial evidenciou dois fatores principais da liderança, Administração do Sentido e Coaching, esses fatores foram tomados como variáveis independentes no modelo de regressão que tinha o fator Cooperação como variável dependente. Após a realização da análise verificou-se que o modelo prevê aproximadamente 56% da variabilidade no grau de cooperação do indivíduo no trabalho. A análise de variância indicou elevada significância estatística para o modelo. Os coeficientes padronizados do modelo de regressão indicam que apenas a variável independente Administração do Sentido é um preditor significativo da Cooperação. A Administração do Sentido tem um elevado coeficiente beta com alta significância estatística (p-value < 0,000). Já a variável Coaching apresenta um coeficiente beta bastante reduzido e sem significância estatística (pvalue < 0,858). Daí pode-se concluir, ao menos para a amostra que fez parte do estudo, que o fator da liderança direcionado à construção da realidade do indivíduo no trabalho não é apenas o preditor mais significativo da cooperação no trabalho, mas é o único estatisticamente significante. Considerando os indicadores da escala de liderança, esse resultado evidencia que interação, comunicação, tratamento pessoal com o liderado e consideração individualizada são características fundamentais no exercício do líder em tentar construir sentido no trabalho (ARNOLD et al., 2000; AVOLIO et al., 2004) para seus liderados e assim garantir a cooperação e internalização dos objetivos Revista de Economia e Administração, v.7, n.3, p, jul./set

Autoria: Cristiano de Oliveira Maciel, Antonio Hocayen-da-Silva, Marcos de Castro, Augusto Cesar Marins Machado

Autoria: Cristiano de Oliveira Maciel, Antonio Hocayen-da-Silva, Marcos de Castro, Augusto Cesar Marins Machado COMPORTAMENTO DO LÍDER E COOPERAÇÃO DO INDIVÍDUO EM ORGANIZAÇÕES DE ESTRESSE CONTÍNUO Resumo Autoria: Cristiano de Oliveira Maciel, Antonio Hocayen-da-Silva, Marcos de Castro, Augusto Cesar Marins Machado

Leia mais

Estudo da satisfação dos estudantes de graduação da UFPE no campus Caruaru

Estudo da satisfação dos estudantes de graduação da UFPE no campus Caruaru Estudo da satisfação dos estudantes de graduação da UFPE no campus Caruaru Sharlene Neuma Henrique da Silva 1 Isys Pryscilla de Albuquerque Lima 2 Moacyr Cunha Filho 2 Maria Cristina Falcão Raposo 3 1

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º. SEMESTRE 2015 DISCIPLINA: Pesquisa Quantitativa com Análise de Dados PROFESSOR:

Leia mais

4 Análise de Dados. 4.1 Perfil dos Respondentes

4 Análise de Dados. 4.1 Perfil dos Respondentes 4 Análise de Dados 4.1 Perfil dos Respondentes A taxa de resposta foi de aproximadamente 8% de respostas na amostra de clientes que compram fora da loja (telefone e/ou Internet) e 3% na amostra de clientes

Leia mais

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM INSTRUMENTO PARA AVALIAR A MODALIDADE A DISTÂNCIA NO ÂMBITO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM INSTRUMENTO PARA AVALIAR A MODALIDADE A DISTÂNCIA NO ÂMBITO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM INSTRUMENTO PARA AVALIAR A MODALIDADE A DISTÂNCIA

Leia mais

4 Análise dos Resultados

4 Análise dos Resultados 55 4 Análise dos Resultados Este capítulo apresenta os resultados obtidos a partir de survey realizada com jovens universitários chilenos. Para compor a base de dados, foram utilizadas as respostas de

Leia mais

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema 1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema O papel do líder é muito relevante numa pequena empresa familiar. Isso se dá devido a vários fatores, dentre outros, deve-se enfatizar a dificuldade de criação

Leia mais

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S Marcos Henrique Pazini (Pós-Graduado da UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador),

Leia mais

CONCLUSÕES. Conclusões 413

CONCLUSÕES. Conclusões 413 CONCLUSÕES Conclusões 413 Conclusões 414 Conclusões 415 CONCLUSÕES I - Objectivos do trabalho e resultados obtidos O trabalho realizado teve como objecto de estudo a marca corporativa e a investigação

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE LIDERANÇA E VALORES

RELAÇÕES ENTRE LIDERANÇA E VALORES RELAÇÕES ENTRE LIDERANÇA E VALORES Adriano Becattini Miranda Programa de Pós-graduação em Administração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais PPGA/FDC/PUC Minas adriano.becattini@sga.pucminas.br

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr Análise de Regressão Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho Cleber Moura Edson Samuel Jr Agenda Introdução Passos para Realização da Análise Modelos para Análise de Regressão Regressão Linear Simples

Leia mais

MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007

MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007 MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007 PROGRAMA DAS DISCIPLINAS 1 1º trimestre PESQUISA DE MERCADOS Objectivos Pretende-se que os alunos: (a) adquiram os conceitos e semântica próprios do tema, (b)

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE. DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA Projeto de Tese Influência

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

Sumário. Parte l. 1. Introdução à pesquisa qualitativa e quantitativa em marketing 1 1.1 Pesquisa qualitativa 1 1.2 Pesquisa quantitativa 3

Sumário. Parte l. 1. Introdução à pesquisa qualitativa e quantitativa em marketing 1 1.1 Pesquisa qualitativa 1 1.2 Pesquisa quantitativa 3 Sumário Parte l 1. Introdução à pesquisa qualitativa e quantitativa em marketing 1 1.1 Pesquisa qualitativa 1 1.2 Pesquisa quantitativa 3 2. Entrevistas 5 2.1 Tipos de entrevistas 8 2.2 Preparação e condução

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

24/04/2014. Aspectos Introdutórios Sobre Métricas em Ciências Sociais Aplicadas. Questões Introdutórias. Conceitos Básicos em Mensuração

24/04/2014. Aspectos Introdutórios Sobre Métricas em Ciências Sociais Aplicadas. Questões Introdutórias. Conceitos Básicos em Mensuração Aspectos Introdutórios Sobre Métricas em Ciências Sociais Aplicadas CONDUÇÃO: PROF. THIAGO CAVALCANTE NASCIMENTO Questões Introdutórias Como se mensurar fenômenos que, na maioria das vezes, não podem ser

Leia mais

Desempenho no trabalho: Revisão da literatura [I] Job performance: An overview of literature

Desempenho no trabalho: Revisão da literatura [I] Job performance: An overview of literature PSICOLOGIA ARGUMENTO doi: 10.7213/psicol.argum.5895 ARTIGOS [T] Desempenho no trabalho: Revisão da literatura [I] Job performance: An overview of literature [R] [A] Pedro Fernando Bendassolli Resumo Received

Leia mais

26/05 - Convergência de Métodos para Avaliação de Dados: Fatorial, Clusters e Testes Bivariados. 11 02/06 - Regressão Linear Simples e Múltipla

26/05 - Convergência de Métodos para Avaliação de Dados: Fatorial, Clusters e Testes Bivariados. 11 02/06 - Regressão Linear Simples e Múltipla PLANO DE ENSINO Universidade Positivo Curso: MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO Área de concentração: Organizações, Gestão e Sociedade Disciplina: Métodos Quantitativos Administração de Pesquisa Carga horária total:

Leia mais

LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional

LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional Ao investir em pessoas o seu resultado é garantido! Tenha ganhos significativos em sua gestão pessoal e profissional com o treinamento

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

www.odmconsulting.com.br www.odmconsulting.com

www.odmconsulting.com.br www.odmconsulting.com www.odmconsulting.com.br www.odmconsulting.com Quem somos 3 Remuneração e Desempenho 4 Desenvolvimento de Pessoas 5 Engajamento Funcional 6 Desenvolvimento Organizacional 7 Desenvolvimento do RH 8 Treinamento

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 22-CEPE/UNICENTRO, DE 2 DE SETEMBRO DE 2014. Aprova o Curso de Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas, modalidade regular, a ser ministrado no Campus de Irati, da UNICENTRO. O VICE-REITOR,

Leia mais

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos, quem nunca passou por um momento de conflito? A palavra CONFLITO possui uma conotação negativa, sempre imaginamos

Leia mais

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Maria Lígia de Oliveira Barbosa Belo Horizonte, MG: Argvmentvm, 2009, 272 p. Maria Lígia de Oliveira Barbosa, que há algum tempo

Leia mais

Serviço Especial de TV por Assinatura

Serviço Especial de TV por Assinatura RELATÓRIO CONTENDO AS ANÁLISES ESTATÍSTICAS DOS DADOS COLETADOS E SEUS RESULTADOS PRODUTO VI PÚBLICO (TUP) Serviço Especial de TV por Assinatura Janeiro de 2013 2 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VALIDAÇÃO

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 43 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Medeiros (2005) esclarece que a pesquisa científica tem por objetivo maior contribuir para o desenvolvimento humano. Para isso, conta com métodos adequados que devem ser planejados

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

A ANÁLISE FATORIAL AUXILIANDO A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA REAL DE PESQUISA DE MARKETING

A ANÁLISE FATORIAL AUXILIANDO A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA REAL DE PESQUISA DE MARKETING A ANÁLISE FATORIAL AUXILIANDO A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA REAL DE PESQUISA DE MARKETING Sumaia Abdei Latif Aluna Especial do PPGA/FEA/USP INTRODUÇÃO A teoria diz que determinadas técnicas de análise de

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Fórum de Governança Tecnologia e Inovação LabGTI/UFLA Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Pamela A. Santos pam.santos91@gmail.com Paulo H. S. Bermejo bermejo@dcc.ufla.br

Leia mais

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Regina Luzia Corio de Buriasco * UEL reginaburiasco@sercomtel.com.br Magna Natália Marin Pires* UEL magna@onda.com.br Márcia Cristina de Costa Trindade Cyrino*

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS E DESEMPENHO ORGANIZACIONAL: A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS NO VAREJO. Resumo

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS E DESEMPENHO ORGANIZACIONAL: A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS NO VAREJO. Resumo COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS E DESEMPENHO ORGANIZACIONAL: A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS NO VAREJO Resumo Autoria: Cristiano de Oliveira Maciel, Camila Camargo Uma série de estudos vem se concentrando

Leia mais

Aula 5. Teorias sobre Liderança

Aula 5. Teorias sobre Liderança Aula 5 Teorias sobre Liderança Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br O que é Liderança Capacidade de influenciar um grupo em direção ao alcance dos objetivos. Desafios para o líder: desenvolvimento

Leia mais

TÉCNICAS DE COLETA E ANÁLISE DE DADOS EM ARQUITETURA. Prof. MSc. Francisco Zacaron Werneck

TÉCNICAS DE COLETA E ANÁLISE DE DADOS EM ARQUITETURA. Prof. MSc. Francisco Zacaron Werneck TÉCNICAS DE COLETA E ANÁLISE DE DADOS EM ARQUITETURA Prof. MSc. Francisco Zacaron Werneck INTRODUÇÃO A escolha das técnicas está condicionada ao Problema de Pesquisa. Três perguntas básicas devem ser respondidas

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

5 Conclusões e Recomendações, Limitações e Sugestões para futuros trabalhos

5 Conclusões e Recomendações, Limitações e Sugestões para futuros trabalhos 5 Conclusões e Recomendações, Limitações e Sugestões para futuros trabalhos Este capítulo apresenta inicialmente uma síntese dos passos percorridos no decorrer deste trabalho. Em seguida são apresentadas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 013/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

5 Apresentação dos resultados estatísticos

5 Apresentação dos resultados estatísticos 5 Apresentação dos resultados estatísticos Neste capítulo são apresentados os resultados obtidos através do questionário aplicado no presente estudo e analisados estatisticamente com auxílio dos softwares

Leia mais

EC330 Tratamento da Informação

EC330 Tratamento da Informação EC330 Tratamento da Informação Prof. Dr. Maurício U. Kleinke PECIM PPG em Ensino de Ciências e Matemática Grupo de Ensino e Avaliação DFA/IFGW/Unicamp Visão além do alcance: uma introdução à análise fatorial

Leia mais

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS NOS HOTÉIS DE CATEGORIA QUATRO ESTRELAS NA CIDADE DE MANAUS SEGUNDO A PERCEPÇÃO DOS COLABORADORES Érica de Souza Rabelo 1 Helen Rita Menezes Coutinho

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG Caroline Passatore¹, Dayvid de Oliveira¹, Gustavo Nunes Bolina¹, Gabriela Ribeiro¹, Júlio César Benfenatti Ferreira² 1

Leia mais

ALEXANDRE WILLIAM BARBOSA DUARTE

ALEXANDRE WILLIAM BARBOSA DUARTE SURVEY Método de pesquisa amplamente utilizado em pesquisas de opinião pública, de mercado e, atualmente, em pesquisas sociais que, objetivamente, visam descrever, explicar e/ou explorar características

Leia mais

1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale

1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale 1.1 Histórico da Prática Eficaz Por meio do Departamento

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

LIDERANÇA & GESTÃO DE PESSOAS 12 DESAFIOS, 3 FERRAMENTAS E UMA DECISÃO

LIDERANÇA & GESTÃO DE PESSOAS 12 DESAFIOS, 3 FERRAMENTAS E UMA DECISÃO LIDERANÇA & GESTÃO DE PESSOAS 12 DESAFIOS, 3 FERRAMENTAS E UMA DECISÃO INTRODUÇÃO O setor de RH deve ser extinto. Ram Charan em artigo na Harvard Business Review Você concorda? OBJETIVOS DESTE WORKSHOP

Leia mais

Métodos qualitativos:

Métodos qualitativos: Métodos AULA 11 qualitativos: Pesquisa-Ação Quando iniciou-se a pesquisa-ação? Para Susman e Evered (1978), o termo pesquisa-ação foi introduzido por Kurt Lewin em 1946 para denotar uma abordagem pioneira

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações

5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações 5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações O presente trabalho tem caráter descritivo-exploratório e portanto não tem o intuito de se chegar a conclusões definitivas, sendo sua principal contribuição a

Leia mais

DuPont Engineering University South America

DuPont Engineering University South America Treinamentos Práticas de Melhoria de Valor (VIP Value Improvement Practices) DuPont Engineering University South America # "$ % & "" Abordagem DuPont na Gestão de Projetos Industriais O nível de desempenho

Leia mais

APRENDIZAGEM E INFORMÁTICA: UMA ANÁLISE SOBRE OS ALUNOS USUÁRIOS DO NPI

APRENDIZAGEM E INFORMÁTICA: UMA ANÁLISE SOBRE OS ALUNOS USUÁRIOS DO NPI APRENDIZAGEM E INFORMÁTICA: UMA ANÁLISE SOBRE OS ALUNOS USUÁRIOS DO NPI * Centro Universitário Filadélfia Unifil. mariana.munk@unifil.br Mariana Gomes Musetti Munck* Roberto Yukio Nishimura* Edison Sahd*

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas

Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas Comitê de Ética em Pesquisa Universidade de Caxias do Sul Sumário da Reunião de Educação Continuada sobre Ética em Pesquisa realizada

Leia mais

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil P e s q u i s a d a F u n d a ç ã o G e t u l i o V a r g a s I n s t i t u t o d e D e s e n v o l v i m e n t o E d u c a c i o n a l Conteúdo 1. Propósito

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

ESTATÍSTICA BÁSICA COM ANÁLISE E TRATAMENTO ESTATÍSTICO DE DADOS EM SPSS

ESTATÍSTICA BÁSICA COM ANÁLISE E TRATAMENTO ESTATÍSTICO DE DADOS EM SPSS ESTATÍSTICA BÁSICA COM ANÁLISE E TRATAMENTO ESTATÍSTICO DE DADOS EM SPSS Escola de Enfermagem UFRGS Julho/2007 Juscelino Zemiacki Estatístico Programa Básico: AULA 1 Noções Básicas de Estatística AULA

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

Comportamento do Consumidor em Relação à Educação a Distância: Abordagem Funcional das Atitudes Aplicada ao Marketing

Comportamento do Consumidor em Relação à Educação a Distância: Abordagem Funcional das Atitudes Aplicada ao Marketing André Luis Canedo Lauria Comportamento do Consumidor em Relação à Educação a Distância: Abordagem Funcional das Atitudes Aplicada ao Marketing Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa

Leia mais

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Carlos Alberto Rovedder, Gustavo Zanini Kantorski Curso de Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Campus

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD ATIVIDADE INTEGRADORA ASSOCIADA A PRÁTICA DE ENSINO Módulo IV Desenvolvimento e Crescimento Estudo do desenvolvimento

Leia mais

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Cristiana Elisa Aguiar Ribeiro (UFMG) Jaime Sadao Yamassaki Bastos (IBMEC-MG) Resumo: Este

Leia mais

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR Emanuel Rosetti (UNICENTRO), Aline Cionek (UNICENTRO), Roseli de Oliveira Machado (Orientadora), e-mail: roseli_machado@yahoo.com

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão

AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão 1 AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão Ernesto F. L. Amaral 23, 28 e 30 de setembro de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DE FLORESTAS TROPICAIS-PG-CFT INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA-INPA. 09/abril de 2014

PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DE FLORESTAS TROPICAIS-PG-CFT INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA-INPA. 09/abril de 2014 PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DE FLORESTAS TROPICAIS-PG-CFT INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA-INPA 09/abril de 2014 Considerações Estatísticas para Planejamento e Publicação 1 Circularidade do Método

Leia mais

Pesquisa de Satisfação da Central de Atendimento da Anvisa Relatório Resultados Finais Coordenação de Atendimento ao Público COATE/GGCIP

Pesquisa de Satisfação da Central de Atendimento da Anvisa Relatório Resultados Finais Coordenação de Atendimento ao Público COATE/GGCIP Pesquisa de Satisfação da Central de Atendimento da Anvisa Relatório Resultados Finais Coordenação de Atendimento ao Público COATE/GGCIP www.anvisa.gov.br Brasília, janeiro de 2015 Introdução A Agência

Leia mais

XXVI$ENANGRAD$ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $

XXVI$ENANGRAD$ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ XXVIENANGRAD AVALIAÇÃO DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA AMAZÔNIA SETENTRIONAL: UM LEVANTAMENTO ACERCA DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA REGIÃO CENTRAL DE BOA VISTA Juliana Matos Eduardo Codevilla Soares

Leia mais

Formação em Administração na Perspectiva do Aluno: Valor Percebido no Curso, Percepção do Prestígio e Identificação com a Profissão

Formação em Administração na Perspectiva do Aluno: Valor Percebido no Curso, Percepção do Prestígio e Identificação com a Profissão Formação em Administração na Perspectiva do Aluno: Valor Percebido no Curso, Percepção do Prestígio e Identificação com a Profissão Autoria: Francisco José da Costa, Alexandre Araujo Cavalcante Soares,

Leia mais

Quatro Níveis de Avaliação de Treinamento

Quatro Níveis de Avaliação de Treinamento Quatro Níveis de Avaliação de Treinamento Resenha por Eliana Dutra KIRKPATRICK, Donald L., Evaluating Training Programs - THE FOUR LEVELS. Berrett-Koehler Publishers, Inc. 1994. De acordo com Donald Kirkpatrick,

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

INDICADORES DE DESEMPENHO

INDICADORES DE DESEMPENHO INDICADORES DE DESEMPENHO Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia. (E. Deming) Os indicadores são ferramentas

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

1. METODOLOGIA APLICADA

1. METODOLOGIA APLICADA 1. METODOLOGIA APLICADA O propósito do planejamento pode ser definido como o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas que proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1245 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Maria Luiza de Sousa Pinha, José Camilo dos

Leia mais

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias

Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Gestão de Portfólio Práticas e Competências Necessárias Margareth Carneiro, PMP, MSc PMI GovSIG past-chair PMA Diretora Executiva Wander Cleber da Silva, PhD Fundação Funiversa 1 O Guia do PMBoK O Guia

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo Universidade

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

A Sustentabilidade na perspectiva de gestores da qualidade

A Sustentabilidade na perspectiva de gestores da qualidade A Sustentabilidade na perspectiva de gestores da qualidade Realização Patrocínio Objetivo da pesquisa Captar a perspectiva dos gestores e professores de gestão da qualidade sobre: 1. Os conceitos de sustentabilidade

Leia mais

LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES: IMPACTO DA AUTENCIDADE DO LÍDER SOBRE A CIDADANIA ORGANIZACIONAL

LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES: IMPACTO DA AUTENCIDADE DO LÍDER SOBRE A CIDADANIA ORGANIZACIONAL LIDERANÇA NAS ORGANIZAÇÕES: IMPACTO DA AUTENCIDADE DO LÍDER SOBRE A CIDADANIA ORGANIZACIONAL Aluno: Fernando de Campos Pinto Orientadora: Flávia Cavazotte 1. Introdução O estudo que segue tem o intuito

Leia mais

AUTOEFICÁCIA DE GESTORES ESCOLARES: ALGUMAS PERCEPÇÕES

AUTOEFICÁCIA DE GESTORES ESCOLARES: ALGUMAS PERCEPÇÕES Mini Curso 03 AUTOEFICÁCIA DE GESTORES ESCOLARES: ALGUMAS PERCEPÇÕES Guerreiro-Casanova, Daniela Couto UNICAMP 1 Azzi, Roberta Gurgel UNICAMP Este estudo descritivo e quantitativo teve como objetivo analisar

Leia mais

Correlação Canônica. Outubro / 1998. Versão preliminar. Fabio Vessoni. fabio@mv2.com.br (011) 30642254. MV2 Sistemas de Informação

Correlação Canônica. Outubro / 1998. Versão preliminar. Fabio Vessoni. fabio@mv2.com.br (011) 30642254. MV2 Sistemas de Informação Correlação Canônica Outubro / 998 Versão preliminar Fabio Vessoni fabio@mv.com.br (0) 306454 MV Sistemas de Informação Introdução Existem várias formas de analisar dois conjuntos de dados. Um dos modelos

Leia mais

A Pesquisa Survey em Artigos de Marketing nos ENANPADs da Década de 90

A Pesquisa Survey em Artigos de Marketing nos ENANPADs da Década de 90 A Pesquisa Survey em Artigos de Marketing nos ENANPADs da Década de 90 Marcelo Gatterman Perin Mestre em Sistemas de Informações e Doutorando em Administração pela UFRGS, e Professor da UNISINOS E-mail:

Leia mais

PERCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DE RECURSOS HUMANOS REFERENTES À AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES

PERCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DE RECURSOS HUMANOS REFERENTES À AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PERCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DE RECURSOS HUMANOS REFERENTES À AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES Jaqueline Reinert Godoy 1 ; Talita Conte Ribas

Leia mais

Enquete. O líder e a liderança

Enquete. O líder e a liderança Enquete O líder e a liderança Muitas vezes, o sucesso ou fracasso das empresas e dos setores são creditados ao desempenho da liderança. Em alguns casos chega-se a demitir o líder, mesmo aquele muito querido,

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - QDO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 1. FOLHA DE RESULTADOS DO QDO 2. PERFIL E INTERPRETAÇÃO DO D.O. 3. FUNDAMENTAÇÃO 4. INTERPRETAÇÃO DO DIAGNÓSTICO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO 6.

Leia mais

APLICAÇÃO PRÁTICA ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS GRUPO 5

APLICAÇÃO PRÁTICA ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS GRUPO 5 APLICAÇÃO PRÁTICA ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS GRUPO 5 ARTIGO BASE: LEADERSHIP BEHAVIORS IN SALES MANAGERS: A LEVEL ANALYSIS SHOEMAKER, MARY E., JOURNAL OF MARKETING, (SPRING 2003) Carlos Jorge Carvalho

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 88-CEPE/UNICENTRO, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em MBA Gestão Estratégica de Pessoas, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO.

Leia mais

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor OBJETIVO: A Gestão de Pessoas vem passando por inúmeras transformações nestes últimos anos.

Leia mais