Mídia Regional e Ambiente: A Água no Jornalismo da EPTV

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1 III Encontro da ANPPAS 23 a 26 de maio de 2006 Brasília-DF Mídia Regional e Ambiente: A Água no Jornalismo da EPTV Edson Luiz Pizzigatti Corrêa Mestrando do Programa de Pós Graduação Interunidades em Ecologia de Agroecossitemas da Universidade de São Paulo - USP Resumo: Partindo da idéia que a televisão é reconhecidamente a principal mídia de massa brasileira, o presente estudo pretende analisar como um veículo regional seleciona, trata e disponibiliza as informações ambientais através do telejornalismo. Foi escolhido este gênero de programa televisivo devido à suposta objetividade no tratamento dos fatos sociais cotidianos. Analisar a mídia regional foi uma opção metodológica que buscou identificar a existência (ou a inexistência) de uma abordagem realista e conhecedora dos problemas ambientais nas adjacências do alcance da emissora. Neste artigo é analisado o jornal EPTV (Emissoras Pioneiras de Televisão filiada da rede Globo em Campinas) primeira e segunda edição, por meio de análise de conteúdo das mensagens relativas à água nas matérias sobre a água. Para tanto, a opção metodológica escolhida foi a análise de mensagem e a entrevista semiestruturada de responsáveis pelo jornalismo da emissora. Na análise ficou evidenciado a falta de contexto, a presença factual do assunto e a abordagem oficialista das notícias.

2 Tratar da mídia de massa e sua influência no pensamento da sociedade em relação aos assuntos ambientais é um tema amplo. São muitas as abordagens e contextos que se inserem na questão ambiental nos diversos gêneros de comunicação. A partir desta constatação é que se propôs criar neste artigo um recorte que traga algumas questões para análise crítica e promover desta forma contribuições para o pensamento objetivo sobre os meios de comunicação e a questão ambiental. Assim a comunicação em relação à água e seu forte apelo ambiental será analisada no jornalismo televisivo regional. Como metodologia optou-se analisar apenas um veículo representativo que tenha uma forte atuação em uma determinada região, criando a oportunidade de inferir sobre sua atuação em seu entorno. A partir desta proposta foi escolhida uma emissora que cobre uma região significativa em relação à água e seus conflitos ambientais. A EPTV Campinas (Emissoras pioneiras de televisão afiliada de Campinas), uma emissora afiliada a Rede Globo de Televisão, se mostrou como objeto de análise interessante devido aos crescentes conflitos em relação ao uso e disponibilidade de água em sua região de cobertura. Restringindo ainda mais, foi selecionado o telejornal da emissora que possui uma programação diária que traz a cobertura dos fatos da região voltados exclusivamente para este público. Foi definida como metodologia à análise de conteúdo na busca de identificar as mensagens presente nas enunciações do jornalismo da EPTV Campinas. Para tanto foram analisadas matérias veiculadas entre os dias 25 de abril a 11 de junho de 1995, totalizando 42 dias de edições jornalísticas (por dia são veiculadas duas edições do Jornal EPTV Campinas). As matérias separadas para análise possuíam enquadramento i com uma conotação direta às questões que envolvem a água. Durante o período analisado foram encontrados onze matérias com enquadramentos relacionados à água (ver matérias relacionadas na tabela 1 em anexo). Os enquadramentos encontrados serão correlacionados com bibliografias no sentido de criar uma análise crítica das mensagens presentes. Dentro deste recorte cabe aqui considerar alguns pressupostos teóricos para nortear a análise conforme enumeração a seguir. 1

3 1. Influência da televisão e do telejornalismo. Como primeira consideração cabe retratar a influência da mídia de massa televisiva sobre sua audiência. Considerando os meios de comunicação de massa nacionais, é relevante constatar que a televisão é o principal veículo no Brasil, onde a maioria das residências possui pelo menos um televisor onde 110 milhões de pessoas acessam o conteúdo disponível diariamente (HOINEFF, 2004). Isso dá aos veículos televisivos um grande potencial de influência na percepção da realidade social. Tal potencial foi forjado aqui no Brasil principalmente durante a atuação do governo militar (décadas de 60, 70 e início de 80) sob o signo da integração nacional. Durante este período, a escolha das organizações privadas que teriam acesso as concessões de canais de rádio e televisão considerava os interesses do estado em propagar informações em conformidade com os objetivos do aparato governamental vigente (Herz, 1987). Este fato histórico acabou por construir marcantemente a realidade da comunicação de massa brasileira. Por conseqüência, características como a verticalização dos canais de televisão, está presente até os dias de hoje. Ou seja, além de transmitir conteúdo, as emissoras de televisão brasileiras, em sua grande maioria, produzem de forma integral sua programação em seus estúdios ou adquirem material de baixo custo de distribuidoras internacionais que, além da sua inadequação a realidade do país, tornam inviável a concorrência da produção independente nacional. Este tipo de modelo televisivo acaba por criar uma realidade midiática estreita quanto à identidade brasileira e pobre em relação ao mundo, onde, em países como os Estados Unidos 60% da programação das emissoras são produzidas por produtoras independentes (HOINEFF, 2004). Outra conseqüência importante do modelo televisivo brasileiro implementado a partir do regime militar foi à promoção do telejornalismo de rede nacional, onde a Rede Globo impôs sua liderança, mesmo em condição de pouca liberdade editorial. Durante este período e até os dias de hoje a Rede Globo detém a liderança neste gênero. Devido ao alcance privilegiado do público, o Jornal Nacional da Rede Globo, telejornal de maior audiência nacional, tende a ser a versão vigente dos fatos o que é significativo e sinônimo de poder. Segundo LIMA (2001), em sua pesquisa de seis meses no ano de 1997 do Jornal Nacional, 2

4 ficou claro, em grande parte, o enquadramento oficialista das notícias do veículo. Ou seja, que por omissão, ênfase ou distorção apresenta as notícias de um ponto de vista coincidente com aquele defendido pelo governo (LIMA, 2001, p.321). O telejornalismo como gênero é marcado pela mediação dos fatos cotidianos e o telespectador. Nesta lógica, o telejornal é, antes de mais nada, o lugar onde se dão atos de enunciação a respeito dos eventos (Machado 2003, p.104). Já sob um ângulo mais crítico, pesquisadores como Herman & Chomsky (2003), acreditam que por traz desta objetividade que é sugerida existe a subjetividade de interesses que são velados ao público. Interesses privados do ponto de vista econômico, político e comercial por parte da elite que controla uma grande rede de comunicação - como a Rede Globo - tendem a manifestar escolhas dos assuntos cobertos, seu enquadramento e possíveis distorções que, em última análise, favoreçam os interesses destes. Comunitário. 2. A EPTV e o projeto de regionalização da Rede Globo O Jornalismo Antes de tudo, a EPTV Campinas é a presença da rede globo na região, pois sua programação é colada a programação nacional da emissora carioca. Assim a comunicação da EPTV segue um padrão preestabelecido pelo projeto de regionalização da rede globo. Inaugurada em 1979 a então chamada TV Campinas foi a primeira emissora do grupo EPTV das quatro atuais componentes. Seu fundador, José Bonifácio Coutinho formou-se em direito e teve uma carreira política em esfera estadual e federal antes de se estabelecer como empresário da comunicação ii. As quatro concessões que o grupo controla são registradas em nome de empresas do próprio fundador e filhos com participação acionária de aparentados de Roberto Marinho, o fundador da Rede Globo de Televisão, o que denota o estreito relacionamento entre os grupos. O início da emissora no final dos anos 70 encontrou um ambiente propício para o crescimento, quando a Rede Globo já investia na padronização das emissoras no que eles chamam de jornalismo local ou comunitário, segundo a definição da emissora iii que, a partir 1982, passou a ser integrado em rede nacional via satélite, tornando o envio de matérias e 3

5 imagens um processo confiável. Dentro deste cenário a padronização da produção jornalística no formato da Rede Globo influenciou o formato do jornalismo da EPTV. Na verdade, esta padronização significou o ajustamento - poder-se-ia ainda chamar de doutrinação a então TV Campinas (hoje a EPTV Campinas) no projeto de jornalismo comunitário da Rede Globo. Neste contexto a Rede Globo buscou a regionalização do telejornalismo, porém, sem abrir mão do padrão nacional de produção de informação e assim, integra as redações das filiais e afiliadas com o jornalismo de rede nacional. Para isso tentava-se minimizar distinções entre diferentes regiões do Brasil e criar um padrão de qualidade no telejornalismo (MEMÓRIA GLOBO 2005, p.123). Além disso, a regionalização é hoje o caminho pelo qual a Rede Globo buscou ampliar a oferta de mercado publicitário que conta com opções diversas para segmentar as inserções de comerciais por regiões de interesse. Em resumo, toda a renda levantada com publicidade em afiliadas é dividida entre estas e a Rede Globo, aumentando o volume dos negócios publicitários da televisão. Para a operacionalização deste negócio a comunicação entre rede e afiliada é coordenada de forma a possibilitar a transmissão do sinal na região integrando a programação das esferas nacional e regional. Isso ocorre na recepção e transmissão da programação nacional colada à regional. Também ocorre o envio de material da região para a rede que seleciona aquilo que poderá entrar na programação do jornalismo nacional. Desta forma, o compromisso do jornalismo da EPTV é relativo a região de sua cobertura. Neste aspecto em particular, segundo dados disponibilizados pela própria emissora, a abrangência do veículo (apenas a EPTV Campinas) cobre 50 municípios, atingindo domicílios com TV, uma população de habitantes iv. 3. Características do Jornal da EPTV Campinas Com uma programação essencialmente jornalística a emissora possui duas edições diárias de notícias e quatro programas semanais. Os programas diários de jornalismo, que serão detalhados a seguir, são caracterizados da seguinte forma em relação ao seu conteúdo; 4

6 Jornal Regional 1ª Edição. Possuí quarenta e cinco minutos de duração e quarenta e quatro de produção. Segundo seu gerente de jornalismo Duílio Fabbri, apresenta uma temática voltada para os interesses da comunidade, trazendo temas que não são escolhidos devido a sua importância como fato e sim aquelas que trazem discussões que revelam os hábitos, costumes, necessidades, reivindicações e curiosidades da região. As matérias exibidas possuem em torno de três a cinco minutos de duração. Pela definição de sua comunicação institucional esta edição de telejornal possui um perfil de revista. O Jornal conta com notícias de política, economia, mercado de trabalho, saúde, habitação e segurança pública, dedicando parte da divulgação para artes e culturas locais. Apresenta, também, seções fixas ao longo da semana que abordam temáticas leves v como culinária e agenda cultural: Prato fácil (culinária), Em Cena (agenda cultural dos principais eventos dos finais de semana), Ver e Rever (dicas de filmes e vídeo) e Encontro (bate-papo descontraído com artistas de todas as tendências e de todo o país). A organização do trabalho de produção do jornalismo segue um rigor de distribuição de funções sendo elas definidas como: Busca de pautas, que é a seleção dos assuntos que podem estar na programação do jornal; produção das pautas, que é o levantamento das informações e fontes da notícia; seleção das pautas em conformidade com o editorial do jornal; gravação das externas, aonde as equipes de gravação e os repórteres vão até as fontes das informações e/ou sujeitos das notícias para registrar as imagens e pontos de vista da notícia; edição da matéria que é seleção e ordenação das imagens, textos e entrevistas; e finalmente a exibição das matérias que acontece com a apresentação ao vivo do jornal. Todas estas etapas de produção têm a participação de diversos profissionais que atuam de maneira especializada dentro de um caráter industrial de linha de montagem. A direção do programa justifica este tipo de sistema de trabalho, por permitir a aceleração da produção das notícias no sentido de agilizar e minimizar o tempo entre a ocorrência dos fatos e sua cobertura pela mídia. Ele salienta que a velocidade do veículo de comunicação é hoje um dos critérios para a manutenção da audiência vi. Operando nesta lógica, a emissora ainda possui unidades móveis de transmissão ao vivo (são três unidades na EPTV Campinas), que permitem a exibição de eventos e entrevistas em tempo real em localidades distantes do estúdio da emissora. 5

7 Jornal Regional 2ª Edição. Com vinte minutos de duração e doze de produção, esta edição é uma resenha dos fatos do dia de caráter noticioso, inclusive de esportes, trazendo matérias com duração de dois a três minuto. As duas edições diárias estão presentes nas grades da programação da emissora de segunda a sábado. A emissora ainda possui outros programas de periodicidade semanal como o EPTV Esporte, EPTV comunidade, Caminhos da Roça e Terra da Gente. Este último ainda cabe discutir, pois é um programa pautado na temática ambiental. O programa Terra da Gente é uma produção da EPTV que é veiculado em diversas regiões vii e que traz matérias com enquadramentos de turismo e ambientalismo. São freqüentes matérias com roteiros de viagens a refúgios naturais, onde são exibidas imagens de uma fauna exuberante de peixes, pássaros entre outros animais, inseridos em planos de grande qualidade estética do ponto de vista audiovisual. Cabe salientar que estas matérias são gravadas em regiões distantes, muito além do alcance do sinal da emissora como a região norte do país. É certo que em alguns programas também são levantadas denuncias de super exploração dos recursos ambientais, além de mostrar um pouco da realidade social local. Porém, basicamente, parece que a natureza preservada é a principal pauta deste programa. Por ser um programa com uma periodicidade semanal, a sua produção segue um ritmo notadamente diferente do jornalismo, trazendo assuntos que não possuem uma conotação factual como freqüentemente visto nos telejornais além de enquadrar uma rotina distante da vida urbana da maioria da população. Mais recentemente este programa também criou espaço para a edição de uma revista mensal onde as matérias ambientalistas e os roteiros de viagens são expostos em matérias ricamente ilustradas com imagens de paraísos naturais e fauna diversificada. Todos estes programas são amplamente divulgados pelo veículo ao longo de sua programação comercial e em chamadas em seus telejornais. Discussão dos resultados A partir das matérias selecionadas encontram-se várias das características relacionadas por diversos autores sobre o posicionamento da mídia de massa e as questões ambientais conforme será discutido abaixo. 6

8 Dentre estas questões pode-se citar o caráter factual das notícias. Ou seja, é notícia quando existe algum evento social que legitime sua presença no jornal. No caso das matérias selecionadas podem-se enumerar eventos como mudanças na legislação, divulgação de pesquisas, comemoração da semana do meio ambiente e denuncias de irregularidade junto ao ministério público (ver tabela 1 em anexo). Esta característica é na verdade a constatação da inexistência do jornalismo investigativo na produção do jornal da EPTV. A maior parte das matérias presentes acaba por se basear nas vozes das assessorias de imprensa e relações públicas de órgãos do governo, que são as principais fontes das notícias estudadas o que evidencia a voz oficialista da EPTV conforme citado anteriormente por LIMA (2004). Há também a presença de fontes oriundas das relações públicas de empresas privadas. Um fato que contribui para a ausência de pautas ambientais nas redações das mídias de massa, que foi constado também na mídia estudada aqui, é o longo prazo em que ocorrem os problemas ambientais. Na cobertura desses assuntos os fatos a serem narrados não ocorrem com data marcada. A essência do assunto ambiental possui uma lógica de tempo onde os processos são paulatinos e tendem a passarem de forma invisível. Esta afirmação tem sua razão no seguinte comentário do jornalista André Trigueiro. Algumas questões, como a escassez crescente de água, a progressão geométrica do volume de lixo e o ritmo acelerado de desertificação do solo, tornam-se menos interessantes se comparados com outros assuntos que têm apelo do factual, que se resolvem numa escala de tempo bem definida e respondem aos interesses imediatistas de quem consome notícias (TRIGUEIRO 2003, p. 74). Tal afirmação ainda é evidencia da forma fragmentada como são apresentadas as notícias na mídia estudada, onde a referência à temática é descontextualizada da matriz ambiental. Esta afirmação fica clara pela forma como são apresentadas as matérias analisadas. Todas elas apresentavam recortes definidos conforme o enquadramento citado, onde aquelas que se referem ao gerenciamento (19/05), custo (06/06) falta de água (09/06), fica a cargo do telespectador inferir as implicações ambientais sobre o tema com base em seu conhecimento prévio do assunto. Tal afirmação deixa implícito que o acesso a este tipo de informação não significa a criação de uma consciência crítica sobre as questões sociais e ambientais que se referem à água, pois depende do grau de informação dos indivíduos sobre o assunto. 7

9 A descontextualização das matérias, conforme salientado anteriormente, assim como sua superficialidade, é característica do jornalismo dos meios de comunicação de massa televisivos. De acordo com Wolf (2003) isso é conseqüência da duração das matérias que são curtas em demasia e que acabam por colocar em centro da atenção o fato e não o por que ocorre em suas causas profundas. Dentro desta perspectiva, durante o período analisado apenas uma delas (01/06) apresentava a degradação dos rios e a sua causa. Na maior parte das matérias a água é tratada como um bem de consumo com um custo financeiro de fornecimento, passível de gestão e racionamento de seu abastecimento. Toda a sua importância na regulação e manutenção das condições ambientais e de biodiversidade são omitidas nestas matérias. Com base no discurso das reportagens da mídia estudada, verifica-se que esta aborda o assunto de forma descontextualizada. É ressaltado o ponto de vista das organizações que são responsáveis pela resolução dos conflitos em relação à água, principalmente do ponto de vista de qualidade dos mananciais e do abastecimento. Isso transmite uma segurança e tranqüilidade para o telespectador em relação à responsabilidade sobre o problema. Nessa perspectiva vê-se a mídia como um instrumento de alienação e desmobilização mais que qualquer outra coisa em relação à questão ambiental, pois a responsabilidade pública é na verdade responsabilidade dos dirigentes. A idéia de responsabilidade dos órgãos públicos nesta questão cria ainda o sentido de impotência dos indivíduos na resolução das questões ambientais, relegando esta responsabilidade para as corporações e governos. Assim a sociedade deixa de exercer pressão sobre as organizações que estão buscando as respostas para as questões estruturais de seu desenvolvimento. Este sentido é sustentado por Shanahan & Mccomas. A criação de uma população versada nos perigos ambientais, mas ignorante das realidades ambientais apresenta uma excelente oportunidade para: a) apresentar a idéia de que os problemas ambientais devem ser gerenciados por forças maiores; b) que os problemas ambientais são grandes demais para serem controlados por decisões individuais. Assim, os indivíduos não precisam preocupar-se com seus hábitos de compra e consumo, enquanto as corporações e o governo lidam com as questões ambientais (SHANAHAN & McCOMAS 1999, p.144). 8

10 Dentro desta perspectiva, os meios de comunicação de massa podem criar o consenso em torno dos objetivos dos grupos poderosos que influenciam as legislações em seu benefício, mesmo nas questões ambientais que tenham implicações planetárias como o aquecimento global, o desflorestamento e gerenciamento dos recursos hídricos entre outros. Nesse aspecto, durante o período analisado não foram encontradas matérias que trouxessem denúncias sobre o desrespeito ou descumprimento de leis ambientais citando organizações privadas. Nas matérias onde se apresentam denúncias, os principais culpados pela degradação ambiental apresentados são os municípios. Como exemplo, no dia 01/06 a matéria selecionada, abordava o tratamento de esgoto na região através do despejo do esgoto nos mananciais. Porém esta referência de responsabilidade fica colada à citação dos esforços que os municípios vêm realizando para reverter tal quadro. A partir dessas constatações fica evidente a presença dos filtros das notícias nesta mídia regional que, por sua vez, apresenta o ponto de vista oficialista e não apresenta culpados que possam ter prejuízo de imagem já que, na maior parte das vezes, estes são anunciantes em potencial da emissora. Cabe ainda ressaltar que as matérias selecionadas para análise totalizam 22 minutos de produção, o que representa menos de 1% de material produzido durante o período viii. É claro que existe diversos temas de interesse social para a mídia de massa, mas parece que o tempo destinado para a discussão de um assunto tão sério para a região poderia ser maior. Finalizando, pode-se constatar ao longo desse artigo que o jornalismo televisivo da EPTV Campinas segue o padrão de informação das demais mídias de massa. Por conseqüência, a informação sobre os assuntos ambientais acaba por se dissolver em um discurso sem contexto e com uma dimensão de realidade onde o público é convidado ao conformismo do entretenimento de suas imagens. Dentro de uma visão ambientalista, o que se espera é um engajamento da mídia com as necessidades de toda a comunidade e com sua realidade social e ambiental. Um modelo de jornalismo comunitário dentro do que esta definição possa vir a significar do ponto de vista da comunidade em detrimento de seu significado para a organização privada de comunicação. Na relação com a comunidade é que se vai definir o significado de um jornalismo de fato comunitário. Isto pode implicar em mudanças importantes na priorização dos interesses regionais noticiados. Como organização privada de comunicação voltada para o lucro e a 9

11 conformidade com os poderes locais, a EPTV tem dificuldade para realizar tal jornalismo comunitário, que talvez seja sentido como detrimental para os seus atuais interesses. Cabe aqui salientar que nas matérias selecionadas parece que existe o esforço por parte dos profissionais na busca de superar tais distorções que ocorre na mídia de massa em relação à questão ambiental. Estas distorções são inerentes a forças estruturais do campo do telejornal. Como alerta ainda é importante deixar claro que o presente artigo faz parte da construção de um trabalho mais abrangente sobre o assunto, onde será detalhado o este tema. 10

12 Bibliografia: ASSADOURIAN, Erik. Advertising Spending Stays Nearly Flat, in Vital Signs World Watch Institute Acessado em 22/07/2005. BAZI, Rogério Eduardo Rodrigues. Noticiário regional e a noção de território : a construção de processos identitários. Tese de doutorado. São Paulo: ECA/USP, BRUNI, José Carlos. A água e a vida. In Tempo Social. Ver. Sociol. USP, São Paulo, nov BEDER, Sharon. Global spin: the corporate assault on environmentalism. Foxhole: Greenbooks, DE FLEUR, Melvin & BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da comunicação de massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, DELUCA, Kevin M. Image politics: the new rhetoric of environmental activism. New York: The Guilford Press, Gerbner et al. Growing up with television: cultivation processes. In BRYANT, Jennings & ZILLMANN, Dolf. Media Effects: advances in theory and research. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates, HERMAN, E. S; CHOMSKY, N. A manipulação do público. São Paulo, Futura, HERZ, Daniel. A história secreta da rede globo. Porto Alegre, Tchê Editora, HOINEFF, N. Artigo 221. TV em transe, a vida além da Globo. Disponível em: Acesso em: 26 out HOINEFF, N. Artigo 221. Produção de TV e identidade nacional. Disponível em: Acesso em: 26 out MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. 3o ed. Editora Senac São Paulo, McCHESNEY, Robert W. Mídia Global, neoliberalismo e imperialismo. In MORAES, Denis (org.). Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro. Record, MEMÓRIA GLOBO. Jornal Nacional: a notícia faz história. 12o ed. Revista Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., SHANAHAN, James & McCOMAS, Katarine. Nature stories: depictions of the environment and their effects. Cresskill: Hamptom Press,

13 THAME, Antonio Carlos Mendes. Fundamentos e Antecedentes. In Thame, A. C. M. (org)., A cobrança pelo uso da água. São Paulo. IQUAL, Instituto de Qualificação e Editoração Ltda TRIGUEIRO, A. Mídia in Trigueiro, A. (org.) Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. Rio de Janeiro; Sextante, p WOLF, M. Teorias das comunicações de massa. trad. JANNINI, K. São Paulo, Martin Fontes, Notas i Na definição de Gitlin (1980) citado em Lima (2004) enquadramentos são padrões persistentes de cognição, interpretação e apresentação, e ainda de seleção, ênfase e exclusão, através dos quais os symbol-handlers organizam rotineiramente o discurso, quer verbal, quer visual. ii Foi Secretário da Agricultura no Governo Carvalho Pinto e Secretário de Educação na Administração Paulo Egydio Martins e, cumulativamente, em 1976, Secretário da Cultura, Ciência e Tecnologia. Nomeado pelo Presidente Castelo Branco, em 1964, integrou o Conselho Nacional de Economia, órgão da Presidência da República e exerceu a Presidência da Comissão Consultiva Bancária do Banco Central do Brasil S/A. (fonte: iii Jornalismo comunitário é aquele produzido localmente (Zahar, 2005, pg 122) iv Fonte: (acessado em 23/07/2005). v Os enquadramentos voltados para assuntos como o entretenimento e agenda cultural são definidos como soft news. Já aquelas voltadas para assuntos como política economia e cotidiano são denominadas como hard news (Lima 2004, p.260). vi Fonte: Entrevista com o jornalista Duílio Fabri Gerente de Jornalismo da EPTV Campinas -, realizada em vii O programa Terra da Gente é exibido pelas seguintes emissoras: EPTV (Campinas, Ribeirão Preto, São Carlos e Varginha-MG); TV TEM (São José do Rio Preto, SP; Sorocaba, SP; Bauru, SP e Itapetininga, SP); TV Fronteira (Presidente Prudente); TV Centro América (Cuiabá, MT); TV Centro América Sul (Rondonópolis, MT); TV Centro América Norte (Sinop, MT); TV Terra (Tangará da Serra, MT); TV Morena (Campo Grande, MS); TV Sul América (Ponta Porã, MS); TV Cidade Branca (Corumbá, MS); TV Grande Rio (Petrolina, PE); TV Asa Branca (Caruaru, PE) e TV Tapajós (Santarém, PA). Sobre os horários, consultar a programação da emissora local. O Terra da Gente é exibido também para todo o Brasil, aos domingos, às 7:00h, via antena parabólica (o canal Superstation da Globo) e para 46 países dos 5 continentes pelo Canal Internacional da Globo (Fonte: viii das 39 horas e 12 minutos analisados, apenas 22 minutos foram selecionados considerando as matérias com enquadramento sobre a água. 12

14 ANEXO I Tabela 1. Matérias selecionadas entre 25/04/05 e 11/06/05 onde a água aparece no enquadramento temático. Dia Edição Apresentação Duração Assunto Enquadramento Fonte EPTV (minutos) 04/05 2 Vídeo tape 3:00 Irregularidade em Americana: Chácaras, ranchos e até mesmo a prefeitura está desrespeitando as áreas de preservação ambiental. Denúncia de construção em áreas de preservação ambiental (mata ciliar) Secretaria de meio ambiente (Prefeitura de Americana) Presidente de ONG Grude Populares 05/05 1 Vídeo tape 3:00 Consumidores vão receber relatório sobre a qualidade da água Direito do consumidor e saúde pública. Médico Sanitarista, Assessoria de comunicação DAE 11/05 1 Vídeo tape 3:00 Nova resolução para quem utiliza fonte de água Nova legislação para controle de poços d água Populares Diretor de lar de idosos Agente de Vigilância sanitária DAE (São Carlos) 11/05 2 Vídeo tape 0:40 Idem à anterior (Resumo) Idem à anterior /05 1 Nota 1:10 Relatório do IBGE sobre a contaminação do solo nos municípios. Pesquisa relata o aumento da contaminação do solo no estado de São Paulo IBGE 19/05 2 Vídeo tape 2:30 Água para emergência: Diminui os riscos de desabastecimento durante a estiagem com o novo método adotado pela cidade da região 31/05 1 Link ao vivo 4:00 Qualidade da água e tratamento do esgoto. Consumo urbano da água e desperdício (Especial semana do meio ambiente) 01/06 1 Nota 1:00 Espaço interativo: O que você faz para evitar o desperdício de água. 01/06 1 Link ao vivo/ Vídeo tape 2:00 Tratamento de esgoto na região (especial semana do meio ambiente) 06/06 1 Nota 0:40 Aumento da tarifa de água e esgoto em Limeira 09/06 2 Vídeo tape 2:00 Sem água: Dobra o número de condomínios em Valinhos e sem planejamento moradores sofrem com a falta de estrutura na cidade. Gerenciamento compartilhado da disponibilidade de água na região Entrevista (Paulo Afonso Leme Machado Professor de direito ambiental/unimep) Questões relativas a qualidade da água e responsabilidade civil. Continuação da entrevista: ênfase na educação para diminuir o desperdício (ênfase no econômico) Opinião do público sobre o desperdício de água. Qualidade ruim dos rios da região devido à falta de tratamento do esgoto. Ônus com o aumento para consumidor de Limeira Crescimento desordenado como causador de desabastecimento. Pres. DAE Sumaré Pres. Consórcio das bacias PCJ Populares Professor de D ireito ambiental UNIMEP Museo da água de Piracicaba Público CETESB, Prefeituras e DAEs, Promotor de meio ambiente (Americana) Prefeitura de Limeira DAE (Valinhos) Presidente da Associação de construtoras Assessoria de imprensa da prefeitura de Valinhos.

15 ANEXO II Transcrição de matéria - 01/06/05 Especial da semana do meio ambiente sobre a falta de tratamento de esgoto na região. Apresentação da matéria no estúdio pelos jornalistas Luciane Viegas e Eduardo Lacerda Luciane - Como você viu ontem o cuidado com a qualidade da água é fundamental no controle de doenças, afinal Eduardo é o primeiro item no direito ambiental. Eduardo - É, e falta planejamento e dinheiro pra isso não é Luciane. E quando não há tratamento de esgoto a emissão de poluentes nos rios é direta. Imagine a quantidade de materiais tóxicos que é despejada por dia e que compromete a qualidade da água na região. Luciane - Eduardo, não sei se as pessoas se lembram, mas nós falamos aqui no começo do ano, nós mostramos um relatório da CETESB com informações com a qualidade dos rios no estado. E aqui na região a pontos preocupantes. Um deles é onde está o repórter Luiz Crescenzo no Rio Atibaia. - Crecenzo, apesar do rio Atibaia não ter a pior situação aqui da nossa região, de qualquer maneira preocupa por que tem vários pontos que são prejudicados pela falta de tratamento de esgoto. Link direto do Rio Atibaia com repórter Luiz Crescenzo -É isso mesmo Luciane. Um prejuizo muito grande, no ano passado nós mostramos várias vezes que a captacão de água aqui onde nós estamos, 3500m³/segundo que representa 90% da captação de água para Campinas, a captação teve que ser suspensa por causa da poluição, isso já aconteceu este ano também, e esse trecho do Atibaia é um dos melhores, segundo os técnicos da CETESB. Daqui pra frente, por cerca de 25 km o Atibaia vai recebendo o esgoto clandestino e também algum tipo de esgoto industrial de maneira inadequada e passa por Paulínia. Com essa situação vai comprometendo bastante a qualidade do rio. A situação do Atibaia só vai melhorar um pouco em Americana quando o Atibaia encontra o Jaguari e forma o rio Piracicaba. A partir daí a situação melhora um pouquinho. -Outros rios da região com situação complicada são o Capivari e o Mogi Guaçú. No Capivari os técnicos da Cetesb encontraram alguns metais perigosos como o manganês, o ferro e o níquel e no Mogi Guaçú em várias medições, identificaram uma quantidade muito baixa de oxigênio, na cidade de Mogi Guaçú e Conchal. Toda essa situação acontece por que muitas cidades acabam não fazendo a coleta e o tratamento de esgoto Video Tape - Texto em OFF - Despejo de esgoto não tratado é uma das principais fontes de poluição ambiental e de doenças. Poucos municípios da região tratam todo esgoto produzido. Em Limeira, Mogi Guaçu e Santa Bárbara do Oeste, a coleta atinge 100% das casas, mas apenas parte passa por tratamento. Em Limeira o índice é de 70% o mesmo de Mogi Guaçu. Em Santa Bárbara é menor, apenas 46%.

16 Americana e Piracicaba coletam 98% do esgoto, mas o índice de tratamento é menor 82 % em americana e 36% em Piracicaba. Mesmo assim nem todos os sistemas são eficientes. Resultado; a água, mesmo tratada, é devolvida com um nível de poluição acima do aceitável. Outro problema é que muito do esgoto captado se perde em tubulações rompidas ou em ligações clandestinas, muitas vezes jogadas diretamente nos rios. Para evitar o caos no abastecimento e no meio ambiente é preciso desde já buscar alternativas para não faltar água potável. Volta para link direto do Rio Atibaia com Luiz Crescenzo - Campinas tem 80% de coleta de esgoto e dentro dessa realidade só trata 36% de todo esse esgoto. - Doutor, dentro dessa realidade da região metropolitana o senhor acredita que houve avanço? Oriel Rocha Queiroz (Promotor do meio ambiente - Americana) - Sim houve um avanço significativo e vários municípios foram acionados pelo ministério público, firmaram acordos e hoje podemos dizer que essa região é uma das que mais investe em saneamento básico, pelo menos no estado de São Paulo. Crescenzo - A expectativa do senhor é até quando resolver o problema? Oriel - Nós esperamos que até 2010 nós tenhamos todos os sistemas de tratamento de esgoto da região funcionando e isso vai trazer um impacto positivo para essa bacia, que como já foi ressaltado é uma das piores do Brasil em termos de qualidade e quantidade de água. Crescenzo - Nos últimos anos houve um salto importante na qualidade. Oriel - Houve um salto importante da qualidade e isso também foi resultado da renovação da outorga do Cantareira que com isso nós tivemos mais água para a região. Crescenzo - Pra gente ter uma idéia há 10 anos, apenas 10% das cidades da região metropolitana tinham algum tipo de tratamento de esgoto. Hoje esse tratamento já acontece em 36%

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