UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Carla Quintas de Melo TELEJORNAIS RIC NOTÍCIAS E PARANÁ TV 2 A EDIÇÃO

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Carla Quintas de Melo TELEJORNAIS RIC NOTÍCIAS E PARANÁ TV 2 A EDIÇÃO A INFLUÊNCIA DA LINGUAGEM DOS TELEJORNAIS NA VIDA DO TELESPECTADOR. - ESTUDO DE CASO CURITIBA 2007

2 TELEJORNAIS RIC NOTÍCIAS E PARANÁ TV 2 A EDIÇÃO A INFLUÊNCIA DA LINGUAGEM DOS TELEJORNAIS NA VIDA DO TELESPECTADOR - ESTUDO DE CASO CURITIBA 2007

3 Carla Quintas de Melo TELEJORNAIS RIC NOTÍCIAS E PARANÁ TV 2 A EDIÇÃO A INFLUÊNCIA DA LINGUAGEM DOS TELEJORNAIS NA VIDA DO TELESPECTADOR. ESTUDO DE CASO Trabalho de Conclusão do Curso Latu Sensu MBA em Gestão de Comunicação Empresarial, da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para a obtenção do título de especialista. Orientadora: Professora Rosilene Lehmkuhl CURITIBA 2007

4 A Meu marido Geber Vieira pelo incentivo, força e paciência durante o desenvolvimento deste trabalho. Meus pais pelas palavras positivas. Meus irmãos pela confiança depositada. E a Deus, que me faz acreditar que nada acontece por acaso.

5 A Professora orientadora Rosilene Lehmkuhl pelos vários s trocados e pelo bom humor de sempre. A jornalista Adriane Werner que sempre acreditou em mim e que sem a colaboração dela, a realização deste trabalho ficaria mais difícil.

6 SUMÁRIO 1.0 INTRODUÇÃO EMBASAMENTO TEÓRICO Televisão Telejornal Linguagem Linguagem de Telejornal Cenário Linguagem Corporal Figurino ESTUDO DE CASO História RIC TV Rede Record de Televisão RIC Notícias RPC Rede Globo de Televisão Paraná TV 2 a Edição IBOPE MÉTODO DE PESQUISA PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Amostragem Técnica de Coleta CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS 1. Ibope 1 o de novembro de Ibope 2 de novembro de Ibope 3 de novembro de 2007

7 4. Ibope 4 de novembro de Ibope 5 de novembro de Ibope 6 de novembro de Ibope 7 de novembro de Ibope 8 de novembro de Ibope 9 de novembro de Ibope 10 de novembro de Ibope 11 de novembro de Ibope 12 de novembro de Ibope 13 de novembro de Ibope 14 de novembro de Ibope 15 de novembro de Ibope 16 de novembro de Ibope 17 de novembro de Ibope 18 de novembro de Ibope 19 de novembro de Ibope 20 de novembro de 2007

8 RESUMO: O objeto deste trabalho é analisar a linguagem de dois telejornais apresentados diariamente no Estado do Paraná. Um na RIC TV Rede Independência de Comunicação, afiliada da Rede Record no Paraná e o outro na RPC, afiliada da Rede Globo de Comunicação. Fazer uma comparação entre a linguagem dos dois telejornais e procurar saber no que isso influência o telespectador é um dos principais objetivos deste Estudo de Caso. A pesquisa abordará também se as linguagens corporal e visual dos telejornais incentivam a audiência. Através de uma análise do Manual de Redação das duas empresas, também será verificado se a linguagem falada está de acordo com as normas exigidas. Este estudo é relevante para entender como e porque a linguagem influencia em um telejornal, já que a televisão é feita de imagens. Palavras-chave: telejornal, linguagem, telespectador, RIC Notícias, Paraná TV 2ª edição, jornalismo

9 1.0 - INTRODUÇÃO: Há quem acredite que muitas vezes a falta de tempo serve como desculpa para que as pessoas não prestem atenção em pequenos detalhes. Ao ligarmos a TV, depois de um dia cansativo, assistimos às novelas ou aos telejornais para tentar relaxar. Prestar atenção e assistir a tudo com um olhar crítico é o que menos importa. Partindo desta hipótese é que esse estudo de caso se propõe a analisar a linguagem de dois telejornais transmitidos ao vivo diariamente por emissoras diferentes. Tentar entender a linguagem destes telejornais e compreender se ela é adequada ao público que pretende atingir, além da forma diferenciada como as notícias são transmitidas e como o mesmo público as percebe, são os objetivos deste estudo. Não só a linguagem falada, mas o cenário, a maquiagem e o figurino dos apresentadores serão analisados. De que maneira isso contribui para a que a notícia seja entendida pelo telespectador? Pretende-se fazer uma comparação entre as linguagens dos telejornais Paraná TV 2ª edição, transmitido pela RPC afiliada da Rede Globo no Paraná e RIC Notícias, transmitido pela Rede Independência de Comunicação afiliada da Rede Record no Paraná. Os dois são apresentados de segunda a sábado, por volta das 7 horas da noite. Toda a parte teórica tentará provar que um telejornal só consegue boa audiência quando, mesmo na correria das redações, é bem formulado. Uma comparação com os números de cada telejornal, através da análise do Ibope e descobrir se a linguagem de cada um é formal ou informal são também os objetivos deste estudo. Constatações iniciais apontam que os dois telejornais a serem analisados neste trabalho possuem uma formatação semelhante, mas com estilos distintos. Existem diferenças nos textos dos editores e dos repórteres, mesmo, muitas vezes, a notícia apresentada ser a mesma.

10 Este trabalho de análise se justifica porque na televisão não há como voltar atrás e ler ou ouvir toda a noticia novamente. É de fundamental importância então que a notícia passada para o telespectador seja clara, direta, simples, tendo as virtudes de uma linguagem coloquial. O locutor deve conversar com o telespectador. Os dois telejornais vão ao ar praticamente no mesmo horário e o objetivo é tentar entender se, em que e como a linguagem de cada telejornal influencia o telespectador. - JUSTIFICATIVA Constatações iniciais apontam que os dois telejornais a serem analisados neste trabalho possuem uma formatação semelhante, mas com estilos distintos. Existem diferenças nos textos dos editores e dos repórteres, mesmo, muitas vezes, a notícia apresentada ser a mesma. O desenvolvimento dos estudos da língua falada permite que ela seja apontada como uma língua do imediato, econômica, não sendo tão rica em termos de coesão, cedendo às pressas do cotidiano. Isso é o que diz a professora de lingüística, Denise Lino de Araújo, em seu artigo A Língua falada na TV. Texto falado ou escrito? publicado pela Universidade Federal da Paraíba, em É de fundamental importância então que a notícia passada para o telespectador seja clara, direta, simples, tendo as virtudes de uma linguagem coloquial. A apresentação de uma notícia deve ser como uma conversa entre o jornalista e o telespectador. Quem representa isso muito bem, são os âncoras do Jornal Nacional, transmitido pela TV Globo. Pesquisas apontam que muitos telespectadores ainda dão boa noite aos jornalistas Willian Bonner e Fátima Bernardes, assim que o telejornal termina. Vamos descobrir se os objetos de estudo aqui relacionados atendem a essa expectativa.

11 - FORMULAÇÃO DO PROBLEMA: Beatriz Becker destaca em sua obra, A Linguagem do Telejornal: Um Estudo da Cobertura dos 500 anos do Descobrimento do Brasil (2005), que os telejornais transmitidos pela TV aberta são os produtos de informação de maior impacto na sociedade contemporânea e as principais fontes de informação para a maioria da população brasileira. Segundo ela, uma das principais características da linguagem dos noticiários de TV é garantir a verdade no conteúdo dos discursos e também a própria credibilidade do interlocutor. Já Ciro Marcondes Filho em Comunicação e Jornalismo (2000), assegura que tudo o que o telejornalismo produz é rápido demais, emocional e superficial. Tudo vai direto para o lixo, tudo é esquecido, tudo desaparece instantaneamente. Nenhuma notícia sobrevive, nenhum relato é suficientemente trabalhado para criar raiz, tudo evapora... Sabemos que os telejornais têm um objetivo: passar notícias ao telespectador. Por isto, diante do que foi exposto, através desta pesquisa, questiona-se: a linguagem utilizada pelos telejornais Paraná TV 2ª edição e RIC Notícias, são adequadas para atingir o público a que eles se propõem? - OBJETIVO GERAL: Uma análise da linguagem dos telejornais RIC Notícias, apresentado de 2 a a 6 a na Rede Independência de Comunicação, afiliada da Rede Record no Paraná e o Paraná TV 2 a edição, veiculado de 2 a a sábado, pela Rede Paranaense de Comunicação, afiliada da Rede Globo no estado é o principal objetivo deste Estudo de Caso. Os dois telejornais vão ao ar praticamente no mesmo horário e o objetivo é tentar entender se, em que e como a linguagem de cada telejornal influencia o telespectador.

12 - OBJETIVO ESPECÍFICO: - Comparar a linguagem dos telejornais RIC Notícias e Paraná TV 2 a edição - Saber o que, como e em que a linguagem influencia o telespectador - Procurar saber se a linguagem é adequada ao público que o telejornal pretende atingir - Analisar se a pressa em transmitir a notícia faz com que os textos não sejam corretamente escritos. - Analisar a linguagem corporal dos apresentadores - Comparar a audiência dos telejornais através do IBOPE em datas específicas. - ELABORAÇÃO DAS HIPÓTESES: Tentar descobrir como o telespectador percebe a notícia apresentada pelos telejornais RIC Notícias e Paraná TV 2 a edição são uma das hipóteses tratadas neste Estudo de Caso. Com isso, saber também se a maquiagem, o cenário e a postura dos apresentadores frente à câmera influencia na transmissão das notícias. Um telejornal é feito de imagens, onde os textos devem se adequar a elas. Por isso é interessante entender como deve ser a linguagem, formal ou informal e se na preocupação de tentar furar os concorrentes, as explicações básicas estão sendo esquecidas. Uma outra questão a ser analisada é a audiência. Porque uma emissora é mais assistida que a outra e o formato do telejornal influencia. Interessante entender também se existem regras para a transmissão de um telejornal ou a imagem fala mais alto.

13 2.0 - EMBASAMENTO TEÓRICO: TELEVISÃO: Foi em Nova York em 1939, em uma exposição universal, que pela primeira vez os norte-americanos viram um dispositivo que revolucionaria uma nova era da cultura popular. Uma pequena tela acoplada em uma caixa com a maior parte da composição feita por válvulas foi o centro das atenções da exposição. O equipamento não passava de um enorme rádio com uma janela grande e cinza na frente. Para grande parte das pessoas era impensável o desenvolvimento que o veículo poderia alcançar. Chegava a era da televisão. (George Gilder, 1996) A TV ainda hoje possui a capacidade de envolver pessoas, apesar da tecnologia avançar cada vez mais. Ela ainda é um veículo contraditório e objeto de disputas acirradas, seja no campo acadêmico seja no âmbito dos organismos da sociedade civil (Pedro Gilberto Gomes, 1998). Muitos acusam a televisão de ser um veículo de massa que aliena, que incentiva ao consumo, que é responsável pelos jovens rebeldes, que prejudica o desempenho escolar e desestimula o hábito da leitura. Mas, por outro lado, ela também é reconhecida pelos benefícios que leva às pessoas, pela conscientização, pelas informações e pelos fatos relevantes, seja no meio político ou no meio de uma comunidade. Um ponto fundamental é a ligação com a cultura e a recepção da televisão com o contexto social ao qual a pessoa está inserida. (Pedro Gilberto Gomes, 1998) Para muitos a função da televisão é o entretenimento e a diversão. Em uma pesquisa sobre como a população vê a televisão, realizada nas cidades de Sapucaia do Sul e Belo Horizonte, durante o primeiro semestre de 1995, constatou-se que mesmo depois de doze anos, pouca coisa mudou. Mesmo com a chegada da internet. Se forem somados os receptores que assistem TV em busca de notícias e informações (50,16%), os índices chegam a superar aqueles que procuram a TV só por divertimento (48,29%). Isto significa que as

14 pessoas ainda acreditam na importância da televisão, ainda acreditam nas notícias e informações que são repassadas. O valor que estão sendo dadas às notícias são cada vez mais relevantes.(george Gilder, 1996) A inauguração oficial da TV aconteceu no dia 18 de setembro de 1950, com transmissão do Show da Taba, na TV Tupi. O programa deu início as transmissões e pode ser caracterizado como sendo de variedades. Reunia humor, esportes, musicais e ainda explicava ao telespectador o que era a televisão. No começo foi difícil perceber a televisão, já que o rádio era o único meio de transmissão que dominava os lares com notícias, entretenimento e música, mesmo depois da Segunda Guerra Mundial. Com imagens de péssima qualidade, em preto-e-branco, era impossível imaginar que a Televisão pudesse vir a ter tanta influência na vida das pessoas. Apesar da sociedade não acreditar nas potencialidades do novo meio de comunicação implementado, alguns confiaram que aproximadamente após uma década, esse meio que faria parte da cultura dos norte-americanos, se tornaria uma força, trazendo mudanças, refazendo expectativas, remodelando a política, definindo notícias e reorientando a vida familiar. (www.tudosobretv.com.br) Em cinqüenta anos, a televisão assumiu o controle das residências, com desenhos animados, ídolos da música, como Elvis Presley e Beatles e com noticias de política em telejornais. A televisão levou o mundo à lua, apresentando e promovendo revoluções, causando um enorme impacto. O empresário paraibano Assis Chateaubriand trouxe a televisão para o Brasil, no início da década de 50. Ele que era proprietário de jornais, revistas e emissoras de rádio, entre elas a Rádio Tupi e a Rádio Difusora em São Paulo, usou recursos financeiros de suas empresas, comprou equipamentos nos Estados Unidos e trouxe a televisão para o Brasil, criando a TV Tupi Difusora. (Ciro Marcondes Filho, 1988) Fazer televisão, na época exigia muito. Os equipamentos eram enormes, as transmissões eram ao vivo, em preto-e-branco e a linguagem de televisão era diferente. Por isso, os profissionais de rádio que migraram para a

15 televisão, sentiam muitas dificuldades em lidar com este novo meio de comunicação, que era acompanhado pelas poucas pessoas que podiam ter um aparelho de televisão em casa, caríssimo na época. Todo o processo de produção era novo e desconhecido. O peso dos equipamentos comprometia o manuseio e a gravação de imagens externas. Assim, o apresentador somente lia as notícias que vinham do rádio ou o do jornal impresso. Um mês depois estreava nas telas, o primeiro programa infantil. Gurilândia passou de uma hora de duração. (George Gilder, 1996) Foi assim, curta e resumidamente que a televisão brasileira entrou em cena. Durante os horários de transmissão, eram apresentados pequenos shows musicais, filmes, curta-metragens, humor, telejornais e teleteatros. Os atores do teatro davam status à programação. Mais uma vez, por causa da linguagem diferenciada, estes profissionais sentiam dificuldades em se adaptar. Além de expressões exageradas, os atores falavam muito alto, como se não tivessem microfones e não respeitavam as marcações das câmeras, deixando os cinegrafistas perdidos em estúdio. Já o tele-teatro foi muito importante para o desenvolvimento da televisão, pois a ajudou a descobrir a sua própria linguagem. Em 1951 estreou o primeiro tele-teatro que se chamava Grande Teatro Tupi. Aos poucos outras emissoras foram surgindo: TV Paulista (14/03/1952), TV Record (27/09/1953) e a TV Tupi do Rio de Janeiro (20/01/1951). (www.tudosobretve.com.br) A televisão é, sem dúvida alguma, o meio de comunicação de massa, mais abrangente e possuidor de uma força sem igual de manipulação e formação de opinião. Mesmo sem querer perceber, grande parte dos telespectadores são envolvidos e absorvem milhares de informações e, na concepção de alguns especialistas, estas pessoas acabam sendo moldadas na sua forma de pensar e agir. (Pedro Gilberto Gomes, 1998) A importância da televisão torna-se ainda maior pelo fato da diversidade de programas. Eles atingem o indivíduo e muitas vezes os tornam dependentes disso. Além desta importância, pode-se perceber também a

16 profunda identificação que o público tem com os programas televisivos. A televisão ainda tem o intuito de formar opinião, através do conteúdo exibido, a extrema importância da televisão na conduta dos fatos que norteiam a nossa realidade e o comportamento dela que deve ser claro, objetivo e honesto, dimensionando que muitas pessoas a têm como ponto de referência para suas atitudes. A imagem é uma das formas mais bem sucedidas que o homem criou para superar o fato angustiante de que depois do dia de hoje, virá o de amanhã, depois o seguinte e que sua vida caminha para um fim inevitável. (Ciro Marcondes Filho,1988) A relação do homem com as imagens vêm desde a pré-história, há mais de quarenta mil anos, quando os homens desenhavam nas paredes das grutas. Com o tempo, tudo foi mudando aos poucos, até se chegar a televisão de hoje. Somente após a Segunda Guerra Mundial foi que a TV se expandiu. Em conjunto com o rádio era vista como um meio de distração e informação. A televisão tem caráter imediatista, tendo assim, efeitos mais curtos e rápidos. É um meio que predomina e que faz o telespectador ficar ligado no vídeo, deixando de se interessar por outras atividades. (Arlindo Machado, 2000) O telespectador tem suas exigências psíquicas atendidas pela TV, por isso seu interesse. Além disso, a televisão reduz os desentendimentos em família por distrair as pessoas que estão se conflitando, ou seja, ela acaba sendo um instituidor da ordem e da paz. (Dieter Prokop, 1986) Diferente de outros meios de comunicação, a televisão ainda fascina, introduzindo uma linguagem diferenciada para depois ser incorporada pelo receptor. Os produtores de TV têm como objetivos básicos fascinar os interesses e fixar o público, pois as pessoas são atraídas pelas mensagens que recebem. (Ciro Marcondes Filho, 2000) Além de defender a importância da televisão, também destaco a influência que ela exerce na vida das pessoas. Seja na moda, no estilo, na fala. A televisão sempre foi uma ditadora disso. Por exemplo, se uma personagem da novela das oito usa mini saia com meias sete oitavos coloridas, no dia

17 seguinte, o modelo estará nas vitrines das lojas mais modernas do país. (Pedro Gilberto Gomes, 1998) Além de lançar moda, no sentido pejorativo da expressão, a maior influência que este meio de comunicação têm é a de formar opiniões, característica que alcança todas as esferas sociais. Como em todos os meios de comunicação, sempre existem os dois lados da moeda: o certo e o errado; o bom e o mau. Em alguns casos a TV define a opinião das pessoas em outros, como entidade manipuladora, torna-se capaz de influenciar as pessoas ao ponto delas fazerem quase tudo o que os escritores de novela ou apresentadores de programas, querem que o telespectador faça. Joan Ferres (1998) defende o poder de fascinação que a televisão possui e fala também do impressionante fenômeno sócio-cultural que ela é. Apenas levando em conta a atitude mágica, emotiva, fascinada, pouco ou nada consciente, com que se costuma viver a experiência televisiva, pode-se fazer uma análise em profundidade sobre o alcance real de sua influência. O que mais influi na vida do telespectador são os discursos e os principais efeitos causados pela televisão são inadvertidos, inconscientes e despercebidos. (Joan Ferres, 1998) A pretensão da imagem faz com o amor, o ódio, a raiva, a carência, a dor, ou seja, as emoções, influenciem nos comportamentos e nas decisões. Se isto ocorre, qualquer imagem que emocione, será socializadora, tendo incidência sobre comportamentos e crenças. Quem tem a informação tem o poder. Assim a televisão se encaixa no discurso e na esfera da consciência e da racionalidade, ou seja, a televisão é uma verdadeira construtora da imagem mental. Se a televisão é o poder é então, porque tem a capacidade de influenciar, (Joan Ferres, 1998) Na mesma década de 50, o jornalismo saiu dos rádios para ganhar espaço na TV. Além de ser no mesmo ano, foi também através da mesma emissora, TV Tupi, que as residências passaram a receber noticias, mesmo com as mais diversificadas falhas devido a falta de experiência já citada anteriormente neste capítulo.

18 2.2 - TELEJORNAL: No dia 20 de setembro de 1950 nasce no Brasil, o telejornalismo. O telejornal Imagens do Dia foi transmitido pela TV Tupi, em São Paulo, canal 6. Por causa da precariedade dos equipamentos e da péssima qualidade da imagem e programação, os telejornais tinham falhas que iam desde as dificuldades técnicas até a inexperiência dos primeiros profissionais, provenientes do rádio. O formato e a linguagem eram diferenciados dos programas de rádio, pois além das notícias serem ouvidas elas eram também assistidas pelas pessoas. Em 1952, surgiu o primeiro telejornal de verdade. Tinha como único apresentador Gontijo Teodoro. Em 1953, surgiu o Repórter Esso que se firmou no horário nobre da noite, por muitos anos, abrangendo notícias nacionais e internacionais. Havendo no telejornalismo uma explosão de intelectualidade, em meados da década de 60, o desenvolvimento dos telejornais foi expressivo. O Jornal da Vanguarda é o maior símbolo dessa expansão. Era exibido pela TV Excelsior e dirigido por Fernando Barbosa Lima. A partir da criação deste programa, a concepção de telejornalismo mudou. A equipe era extremamente talentosa e isso causou grande impacto na qualidade. A originalidade da estrutura e a distinção da forma de apresentação do programa foram sentidos junto ao público e provocaram o reconhecimento de todos. Com o golpe de 1964, para não se submeter ao Ato Institucional nº 5, a equipe resolveu acabar com o telejornal. Foi então que se encerrou a maior inteligência e criatividade do telejornalismo brasileiro (Guilherme Rezende, 2000). Depois disso, mesmo com a interferência política e a falta de estilo próprio, os telejornais continuaram a ir ao ar. O telejornalismo exerce importante função social e política pelo fato de atingir um público que não está muito acostumado com a leitura ou a população não alfabetizada. O jornalismo na televisão parece ainda mais da limitação lingüística, pelo fato de que espremidos pelo tempo, os telejornais são obrigados a condensar ao máximo o noticiário. A divulgação do maior número de notícias no menor tempo possível, lema dessa mentalidade de produção telejornalística,

19 transforma os informativos quase que numa mera seqüência de manchetes, o que torna inevitável a redução vocabular. (Guilherme Rezende, 2000) Apesar dessa limitação que informa de maneira fragmentada, existem algumas vantagens dos veículos eletrônicos de comunicação sobre os meios impressos. Além do imediatismo, o fato de abolir a barreira do tempo rompe fronteiras culturais e lingüísticas, fazendo com que o sonho da aldeia global torne-se viável. Os telejornais são um tipo especial de noticiário: seu conteúdo são informações sobre acontecimentos políticos, sociais, culturais, administrativos e outros, cujo âmbito pode ser local, nacional e mundial. Essas notícias são previamente selecionadas para a compreensão do cotidiano. Com a transmissão direta de imagens e sons, a TV realiza a sua obra jornalística máxima. Permite ao telespectador testemunhar um fato como se estivesse presente no local. Com inspiração no discurso falado, o texto jornalístico cumpre uma função fática, ou seja, tem a enorme necessidade de clarear as informações para que as notícias ao serem veiculadas nos telejornais sejam escritas informalmente, como se fosse uma conversação, já que a linguagem televisiva é essencialmente coloquial e para dar vida ao texto que vai ser lido, o apresentador de um telejornal deve atuar por meio de gestos, usar expressões faciais, ser ágil e rápido na leitura, enfatizar e dar entonação ao usar certas palavras. (Joan Ferres, 1998) Além de ter que dar vida ao texto, quem apresenta o telejornal deve desempenhar um papel extremamente importante: o de criar um clima de conversa entre ele e o telespectador, porque o impacto da notícia depende somente da atuação do apresentador. Agindo como se utilizasse o improviso, uma relação interpessoal é criada e dessa forma faz com que quem assista reaja como se fosse único, como um interlocutor, como se tivesse um serviço personalizado. Para que o texto jornalístico seja de boa qualidade, ele tem que ser claro, preciso, coloquial e conciso. Todos estes fatores fazem com que o grau de comunicação afetiva do telespectador aumente. As palavras utilizadas devem ser curtas e conhecidas, não ter duplo significado e de maneira nenhuma confundir o

20 receptor. O uso de adjetivos e advérbios também deve ser evitado, sendo empregado apenas quando for imprescindível. Tudo isso contribui para que o telespectador capte as mensagens. Notícia é o relato de fatos ou acontecimentos atuais, de interesse e importância para a comunidade e capaz de ser compreendido pelo público, é o resumo de um acontecimento (Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa). O fato da televisão mostrar imagens é tão importante que aumentou o poder de comunicação entre as pessoas. Ao contrário do jornal impresso, onde as fotos devem ser adaptadas ao texto, na televisão, o jornalista deve adequar o texto à imagem. A palavra-chave é a individualização da comunicação. Um telejornal é composto por notícias, ainda que apresentadas de forma rápida e sem contextualização. Mas o elemento essencial de um programa de informação é a notícia. As interpretações sobre o que é notícia são variadas, mas em síntese todos concordam com as definições encontradas nos dicionários de comunicação. O telejornal é pelas características dos assuntos que aborda e veicula o tipo de programa que mais credibilidade proporciona às emissoras. (Sebastião Squirra, 1995) Por mais paradoxal que seja, a informação da TV está na mensagem textual. O segredo do telejornalismo é mostrar a maior quantidade de imagens existentes, porque evita a incompreensão dos fatos e a superficialidade das informações. A imagem tem grande importância em um telejornal, mas o saber escrever de um jornalista tem extrema importância. Para que o profissional da área torne-se bem sucedido, ele deve conhecer cada uma das palavras que usa para relatar o fato, além de seu texto ser claro, direto e simples. Além da compreensão do telespectador e do redator, toda e qualquer informação deve ser entendida pelas pessoas que fazem parte da equipe de um telejornal. (Sebastião Squirra, 1995) O texto jornalístico deve ser rico em conteúdo, por isso, é necessário pesquisar cuidadosamente sobre o que se está escrevendo. Como o apresentador lê a notícia, deve primeiramente entendê-la, para poder então passa-la ao telespectador da maneira mais simples possível.

21 A construção de uma matéria, não só de televisão, deve ser checada, requerendo pesquisa, atenção e profissionalismo. A edição e a organização dos blocos de um telejornal devem ser muito bem divididos. A escalada, que é a chamada do telejornal tem o principal objetivo de atrair o telespectador para o noticiário. Os blocos seguintes, o segundo e o terceiro, conservam a atenção e o interesse do telespectador, através das chamadas de break, que são expressas com um veja a seguir, veja no próximo bloco... etc. Já o último apresenta as principais notícias do dia e completa o ciclo informativo fornecendo instrumentos para a compreensão dos fatos significativos do dia. (Arlindo Machado, 2000) Nem sempre as manchetes que fazem parte da escalada entram no primeiro ou no último bloco. Estes fatores são extremamente flexíveis porque dependem da política editorial de cada telejornal. (Sebastião Squirra, 1995) O telejornalismo era a principal atração da TV. Além das normas específicas de linguagem e notação gráfica, o noticiário destinado a ser lido por um locutor caracteriza-se pela seleção das informações. Dados menos relevantes devem ser suprimidos, até porque o ouvinte não tem possibilidade de recuperar a informação já transmitida esó pode contar com a sua memória auditiva. O mesmo pode-se dizer da televisão, onde o quadro é um pouco mais complexo. Nesse caso, nem a descrição funciona, pois estará dizendo aquilo que o espectador vê. (Nilson Lage, 1987) Nos telejornais, o lead aparece na voz do apresentador mostrado no estúdio ou na cabeça gravada, onde o repórter aparece no vídeo, na locação do acontecimento. Nilson Lage afirma que a empatia é de natureza diversa: predominam os elementos visuais. A imaginação do telespectador é menos solicitada. O veículo é transparente porque revela muita coisa em gestos e atitudes e mobiliza por inteiro a atenção de quem assiste ao noticiário. Em televisão, o domínio é da informação visual, mas, do ponto de vista da estrutura, as imagens em movimento, da maneira como se organizam, nada mais são do que documentações atraentes e privilegiadas.

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