TV RIVIERA E COBERTURA POLICIAL: O caso Hipólito na perspectiva da análise do discurso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TV RIVIERA E COBERTURA POLICIAL: O caso Hipólito na perspectiva da análise do discurso"

Transcrição

1 TV RIVIERA E COBERTURA POLICIAL: O caso Hipólito na perspectiva da Jéssica Bazzo 1 Wenya Alves Alecrim 2 Resumo Este artigo concentra-se na de sete videorreportagens exibidas pela TV Riviera, afiliada Rede Globo em Rio Verde Goiás, acerca da morte de um policial militar. Durante uma troca de tiros o PM Hipólito da Costa faleceu em serviço, o que motivou uma cobertura por vezes, emotiva e sensacionalista. Por meio do referencial teórico da apoiada em Mikhail Bakhtin, Dominique Maingueneau e Beth Brait, buscamos entender o contexto no qual foram escritos os textos e ainda que significados e representações produziram. Palavras Chave: TV, discurso e jornalismo policial 1. Introdução Às vezes é comum em rodas de conversa ouvir a seguinte constatação: A violência tem aumentado! Viu como só mostra isso na TV! Mas a pergunta que faz neste momento é: a violência aumentou ou ela ganhou visibilidade midiática com o advento da tecnologia e modernas ferramentas de comunicação? Na certeza de que estes questionamentos merecem muito mais atenção do que a que será atribuída aqui, por questão de espaço mesmo, nos ateremos em dizer que até mesmo veículos mais tradicionais de comunicação, que por vários motivos, resistiam em divulgar crimes, quebraram a barreira e ampliaram o espaço destinado ao noticiário policial em busca principalmente de telespectadores (FUCCIA, 2008). Alguns casos são tão bárbaros que viram temas de debates. Quem não se lembra do caso Eloá Cristina? A jovem de 15 anos que passou 100 horas em cárcere privado, sob o domínio do ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves. Muitas pessoas em casa acompanhavam tudo pela TV. O desfecho trágico, com a morte da menina, ainda hoje traz muita discussão. Eduardo Fuccia (2008, p. 18) pondera que o jornalismo policial, trabalha com temas humanos, que chocam, comovem, revoltam e despertam 1 Acadêmica do oitavo período de Jornalismo. 2 Mestre em Jornalismo. 24

2 sentimentos, não só para quem narra (o repórter), mas também em quem apenas toma conhecimento (o público). É neste sentido que propomos neste artigo fazer a de 07 reportagens exibidas pela TV Riviera (localizada em Rio Verde, no sudoeste de Goiás) entre os dias 16 e 25/11/2011, acerca da morte de cabo Hipólito Rezende da Costa, integrante da Polícia Militar de Rio Verde, morto após uma troca de tiros com assaltantes. Além destas matérias, ainda foram exibidas pela TV mais 02 entrevistas, feitas com comandantes da PM sobre o assunto, porém elas não integram este corpus, porque fogem do gênero reportagem. 2. Comunicação, jornalismo e televisão Antes de falar das características do jornalismo, propriamente dito, é preciso voltar um pouco mais e visualizar o campo da comunicação. No mundo atual, segundo MORAES (2009, p. 246), existem dois poderes principais sendo o primeiro o econômico e financeiro e o segundo o midiático. Neste sentido, o poder midiático é o aparato ideológico da comunicação. O que a imprensa diz a televisão repete, a rádio repete, e não apenas nos noticiários, mas também nas ficções, na apresentação de um tipo de modelo de vida que se deve apresentar. (MORAES, 2009, p. 246). Ainda segundo o autor (2009, p. 247), a informação se tornou hoje uma mercadoria compra-se e vende-se informação com o objetivo de obter lucro. Passamos do mundo do jornalismo para o mundo do imediatismo, a informação é feita cada vez mais de impressões e de sensações. Dentro dessa abordagem acreditamos que cada meio de comunicação desempenha uma função e exerce em maior ou menor escala, influencia sobre seus leitores/espectadores. O jornal fornece informação e prestígio social. O rádio mostrou-se como companhia. Semelhante à imagem cinematográfica, que é constituída por um roteiro pré-definido, a imagem televisiva trabalha em ritmo muito rápido com as reações neurofisiológicas dos espectadores, processando quase que musicalmente os afetos de uma comunidade de recepção, regulando as medidas à sensibilidade, falando a princípio ao corpo e não à mente e provocando sentimentos nos expectadores (SODRÉ, 2006). O espaço de emissão delimita, pois, uma nova região, dotada de características sociais, geográficas e culturais próprias. O interruptor do aparelho de TV faz nascer uma ordem sintética: o mundo da 25

3 língua tevê, a comunidade tevê. A televisão cria, assim, um espaço social que é, entretanto, de uma outra ordem que a simples melhoria da vida familiar ou da comunidade. Não há aí, antes de qualquer coisa, uma influencia sobre a realidade, mas ao contrário a constituição de uma realidade. (SODRÉ, 2006, pg.98). A comunicação não envolve apenas a fala, mas a forma que se fala, a maneira que se veste, os olhares, a postura. Ainda inserida dentro da comunicação temos a linguagem. Ela serve como instrumento integrador dentro de um mesmo grupo social que manipula e pode servir como diferenciador de grupos. As formas de manipulação indicam que existem dois tipos de realidades: a realidade objetiva e a realidade construída pelo discurso da comunicação. A comunicação supostamente mais objetiva, como a notícia jornalística, não é mais que a reconstrução da realidade pelo repórter. Os eventos, com efeito, são percebidos pelo repórter que, além de selecionar apenas os aspectos que lhe parecem relevantes, deixando de fora outros, ainda projeta seus próprios significados conotativos sobre o evento. Ao escrever, a estrutura do discurso isto é, a sequência dos fatos reportados (BORDENAVE, 1982, p. 89). Os meios que utilizam signos visuais e auditivos, tais como o cinema e a televisão, possuem ainda maior possibilidade de reconstrução da realidade. Os quais podem criar atmosferas de romance, terror, comicidade, que predispõem os espectadores a perceber a realidade da maneira requerida pelo diretor (BORDENAVE, 1982). No jornalismo, o simples fato de obter a verdade não é suficiente para comunicar bem, pode-se ter a verdade, mas se não encontrar a forma certa de comunicar, o fato de tê-la não fará diferença. 3. Análise do discurso: enunciado e enunciação O presente artigo está apoiado na análise de discurso de linha francesa (daqui em diante denominada AD). Um dos precursores desta teoria foi o filósofo russo Mikhail Bakhtin. Ainda com relação à AD, nos apoiamos nos conceitos de Dominique Maingueneau, Beth Brait e Maria Aparecida Baccega. O que se pretende aqui é apenas salientar alguns dos conceitos que serão utilizados para análise dos textos selecionados. No decorrer da vida somos influenciados pelas pessoas que convivemos, pelo que vemos e aprendemos, a bagagem cultural aumenta e ganha novas características com o passar dos anos. Fiorin (2008, p.19) afirma 26

4 que para um enunciador construir um discurso, ele leva sempre em contra o discurso de outrem. Por isso todo discurso é inevitavelmente ocupado, atravessado, pelo discurso alheio. Nesse âmbito, Brait (2010) faz uma análise dos termos: enunciado e enunciação difundidos, principalmente, por Mikhail Bakhtin. O enunciado é definido como uma unidade da comunicação e significação, necessariamente contextualizado. Uma mesma frase tem número infinito de enunciados, os quais são únicos dentro de contextos e situações específicas, a enunciação por sua vez é o fato que constitui a produção de um enunciado, um acontecimento feito pela aparição do enunciado. O enunciado é tido como um produto de um processo, isto é, a enunciação é o processo que produz e nela deixa marcas da subjetividade, da intersubjetividade, da alteridade que caracterizam a linguagem em uso, o que o diferencia de enunciado para ser entendido como discurso (BRAIT, 2010, p. 65). Para Mikhail Bakhtin (2009, p. 159), aquilo que falamos é apenas o conteúdo de um discurso. Para penetrar completamente este conteúdo é indispensável integrá-lo ao enunciado. A língua está atrelada a relações sociais estáveis dos falantes. Outra característica da AD está no interesse em desvelar o que há por trás da veiculação de um discurso. Neste caso, o que há por trás do discurso jornalístico, do que aparentemente é apenas a transmissão da informação. Conforme ainda relata Fiorin (2008) todo discurso que fale de qualquer objeto não está voltado para a realidade em si, mas para os discursos que a circundam e toda palavra dialoga com outras palavras, constitui-se a partir de outras palavras, rodeada por outras palavras (2008, p.19). Todo enunciado possui no mínimo duas vozes, que mesmo não manifestadas estão presentes, a do enunciador, propriamente dito, e a de oposição, que no final só fazem sentido tendo em vista a sociedade em que se vive (o contexto). Para Maria Aparecida Baccega (2007, p.26), os discursos da história, literatura e comunicação dão sentido próprio às palavras. Estes sentidos são apreendidos quando se leva em conta as condições de produção, pois a enunciação é portadora de diferenças ideológicas. Os discursos relacionam-se com as posições que seus agentes assumem no campo das lutas sociais e 27

5 ideológicas. No caso de alguns textos jornalísticos, não só as seleções, como também os pontos de vistas são mais implícitos. Baccega explica desta forma: 4. TV Riviera No discurso da comunicação, como no discurso histórico, a objetividade se apresenta, em geral, textualmente como ausência de sujeito, ou seja, o fato que assume contar-se como se não houvesse intermediação do sujeito da linguagem (BACCEGA, 2007, p.31). A TV Riviera, canal 12 com sede em Rio Verde, Goiás, começou a operar em março de Juntamente com mais seis emissoras, a TV faz parte da Organização Jaime Câmara, que compõe a rede Anhanguera de TV, fundada em 1963, afiliada da Rede Globo. Atualmente a TV Riviera cobre 3 20 municípios que juntos somam cerca de 385 mil telespectadores em potenciais. Apesar de transmitir seus programas para 20 cidades do sudoeste, observamos que a cobertura jornalística da TV Riviera é feita, principalmente, voltada para Rio Verde. Em casos especiais as esquipes são deslocadas para outras cidades. O forte apelo à regionalização está relacionado também a tendência que a televisão brasileira tem passado nos últimos 10 anos. Ou seja, as emissoras compreenderam que a programação local atrai telespectadores para frente da TV. As sete praças da rede Anhanguera possuem espaço dentro da programação jornalística do grupo. Rio Verde, por exemplo, conta em média com 21 minutos de programa dentro dos telejornais Anhanguera 1ª Edição (JAI) e Jornal Anhanguera 2ª edição (JAII). O JAI local possui dois blocos com duração em média de oito minutos cada um e vai ao ar ás 12h. É um jornal mais leve, com matérias de caráter comunitário como reclamação dos moradores. Além disso, ainda contempla reportagens de comportamento e culinária. Já o JAII, que vai ao ar entre 19h e 19h15, dura em média cinco minutos. Além de apresentar um resumo dos principais fatos do dia é considerado um jornal importante para a emissora, pois é nesse momento que a audiência é maior. De acordo com a tabela divulgada pela TV neste horário, 3 In: Kit de audiência TV Riviera. Material fornecido pela emissora a agencias de propagandas que comercializam as mídias do canal. Dados baseados na pesquisa IBOPE de maio de Acesso em: 22/05/

6 46% dos domicílios que possuem cobertura da praça, estão ligados no canal. Após as inserções locais, os telespectadores de todo o Estado passam a assistir a programação da capital. Em breve o JAI contará com quatro blocos locais, somando cerca de 40 minutos de jornal. A análise dos 07 vídeos selecionados nos permitiu separar as reportagens em três eixos temáticos: Emoção; Super-herói e Sensacionalismo. Nº Retranca Repórter Tempo 1 Morte cabo Hipólito Bruno Lésche 1:57 2 Captura/cabo Hipólito Victor Andrade 1:18 3 Velório noite/ cabo Victor Andrade 1:59 Hipólito 4 Velório dia /cabo Hipólito Giovana Dourado 1:48 5 Cortejo /Enterro Ludmila 2:00 Rodrigues 6 Prisão/ assaltante Ludmila 2:11 Rodrigues 7 Missa/ Sétimo dia Bruno Lésche 1: Emoção Despertar as sensações no leitor/telespectador é algo comum no campo do jornalismo. Muniz Sodré afirma que persuadir, emocionar, abrir os canais lacrimais do interlocutor por meio do apelo desabrido à banalidade são recursos produzidos pela mídia. De acordo com o estudioso, a mídia não os define como instrumento de registro de uma realidade, e sim como um dispositivo de produção de um certo tipo de realidade, espetacularizada, produzida para excitação e gozo dos sentidos (SODRÉ, 2006, p.79). É sobre esta produção exagerada de sentidos que este item trata. O vídeo nº 01 fala da perseguição entre bandidos e policiais, com imagens da cena do crime. A reportagem exibe muitas pessoas em uma esquina observando a movimentação. Ali estavam crianças de bicicleta e várias mulheres. Há crianças próximas ao local cercado por uma fita zebrada. Algumas pessoas parecem não ter respeitado a delimitação e estão dentro da área cercada. Isso nos permite pensar que a intenção era ou de participar do fato ou de suprir a curiosidade, como se dentro da parte delimitada pudessem ter acesso a informações privilegiadas. 29

7 BAZZO, J. ALECRIM, W. A. TV RIVIERA E COBERTURA POLICIAL: O caso Hipólito na perspectiva da Imagem: 01: Vídeo 01: TV Riviera novembro/2011 A voz do repórter é incisiva, e ganha mais dramaticidade na sonora4 de um popular que fala do medo vivido durante o tiroteio: Sonora: Homem: [Sic] Menininha tava na garupa da minha moto, eu levando ela pra escola né, ai eu fiquei muito apurado, nessa hora aí eu não vi, só escutei o tiro e eu encostei a moto de uma vez, e ai já desceram cê entendeu? Revalidando um com o outro. (TV Riviera, novembro de 20011). O semblante do homem demonstra medo. O jeito em que fala leva o telespectador a se ver na cena do crime. A sonora do popular neste momento ganhou destaque, pois deu mais detalhes da perseguição. Segundo Carlos Manuel Chaparro (2009), estas fontes, conhecidas como informais, que não tem identidade nem atuação institucional, aparecem na narração jornalística como testemunhas dos fatos para humanizar a história. E é nesta hora que o público é convidado a ter a mesma percepção dos enunciadores. Veja este outro trecho: OFF repórter: Bruno Lésche: O Cabo Luiz Hipólito Rezende levou um tiro no rosto e no tórax e foi levado para o Hospital Evangélico de Rio Verde, mas não resistiu. Vários PMs se solidarizaram à família que se dividia entre a dor e a decepção. (TV Riviera, novembro de 2011, grifo nosso). O enunciador pretendeu aqui, não só informar, mas também modificar, provocar o pensamento do outro, neste caso o telespectador. As palavras escolhidas por ele funcionam como um recorte de sua formação ideológica e 4 Termo usado para designar parte de uma entrevista. PATERNOSTRO, Vera Iris. O texto na TV: manual de telejornalismo. Rio de Janeiro: Campus,

8 fizeram avançar o domínio de seu discurso. As palavras solidarizaram, dor e decepção, juntas neste contexto sugeriram ao telespectador o sentimento de aflição e tristeza. O sob som 5 da viúva do policial completou a sequencia emotiva que aos gritos pedia justiça: Sonora: viúva: Arrisca a vida, por causa de bandido, essas lei tem que ser mudada, os bandidos tem vez e os militares corre risco de vida (TV Riviera, novembro de 2011). A análise de texto e imagens nos permite acreditar que a TV usou artifícios para emocionar o telespectador. As informações encadeadas desta forma o levaram, de maneira geral, a ter a seguinte conclusão após assistir o vídeo: Puxa que pena, tanto tempo a serviço da comunidade, morrer assim e ainda deixar três filhos?. Implicitamente a sensação era de que a justiça deveria ser feita. No vídeo nº 03 também é possível ver um forte apelo à emoção, a narrativa do enunciador beira um tom de revolta, são mostradas coroas de flores e a movimentação no local do velório durante a noite. Os depoimentos dos entrevistados representam de forma individual os locais que o Cabo frequentava. No off, o repórter repassa características da personalidade do policial morto em serviço: No ambiente de trabalho seriedade e espírito de liderança, sem a farda uma pessoa considerada tranquila e carismática. Na sequência, o enunciador fala dos anos de profissão do Cabo e cita o próximo entrevistado, o soldado Kléber Neres: com quem ele (Hipólito) trabalhou nos últimos seis meses e que presenciou bem de perto esse último momento de garra e muito sofrimento. O policial fala por 37 segundos e visivelmente comovido descreve os últimos instantes de vida do colega. Sonora: Soldado Kléber Neres: [sic] Ele efetuou vários disparos. Ele caído no chão ele ainda tava efetuando disparos e ainda gritando de dor e efetuando disparos. E dai pra frente ele foi até o hospital gritando pedindo apoio pelo rádio, no rádio ele falando que ia morrer, que precisava de apoio que não era pra deixar ele morrer, que se ele morresse que não era para abandonar a família dele. chegou na UPA conversando, daquele momento ele foi pro hospital evangélico conversando e o último suspiro de vida dele ele ainda estava 5 Sob Som: marcação técnica no script que indica ao sonoplasta o momento de colocar no ar o som da edição do VT. Momento em que o áudio ganha destaque dentro da reportagem. Ibidem p

9 conversando, ele tava no meio de uma frase e apagou falando e lutando. (TV Riviera, novembro de 2011). Para completar a carga emotiva, a matéria é finalizada com uma fala do colega de trabalho que usou um trecho de um grito de guerra da polícia para ilustrar a situação: Sonora: Soldado Kléber Neres: Prometo defender a sociedade até com a minha própria vida e a vida do cabo Hipólito se foi defendendo a sociedade. (TV Riviera, novembro de 2011). Outro vídeo, nº 05, contém trechos com carga emotiva, principalmente a partir de 1:05 minutos, pois apresenta imagens da viúva e dos filhos do policial chorando sobre o caixão. Na sequencia, a passagem da enunciadora e a sonora de um dos comandantes da PM induzem a comoção: Passagem: Ludmila Rodrigues: O sepultamento minutos depois da prisão do acusado de ter matado o policial militar. A notícia representou um alívio para a família e toda a população. (TV Riviera, novembro de 2011). Sonora: Wilmar Rubens: cmd PM: Eu creio que é um presente até divino né, no meio do cortejo algumas equipes nossas permaneciam no bairro, lá na Vila Menezes ainda, um rescaldo da equipe que ficou lá e conseguiu colocar as mãos nele. Eu vejo como um presente de Deus para nós policiais, embora não vai trazer o nosso companheiro de volta, mas pelo menos nós temos a sensação de que o dever foi comprido. (TV Riviera, novembro de 2011, grifo nosso). Boa parte da sonora do comandante foi coberta com imagens da operação de captura do assaltante. Em alguns momentos viu-se vários policias se abraçando e chorando, comemorando com êxito a prisão. E foi esta sensação, de dever cumprido, que a enunciadora deixou transparecer na reportagem. Apesar de todo aquele sofrimento, amigos e familiares, foram confortados com a prisão do assaltante. A honra da PM fora lavada. A partir destas construções compreendemos que os representantes da mídia, de certa forma selecionaram qual o impacto desejado sobre o comportamento daqueles que têm acesso às notícias. Segundo Zancheta (2004, p.102), os telejornais e por que não dizer as reportagens, são construídos seguindo de perto regras novelescas, inclusive com traços melodramáticos. O autor organizou estas características em sete categorias: narração; teatralidade; verossimilhança; suspense; emoção; oposição; individualização e a última a emoção, que aqui nos interessa. Para o autor, a emoção não estimula a reflexão e sim a sensibilidade, visa manter o 32

10 contato com o telespectador. Os efeitos sonoros, e a leitura, tensa são também ingredientes de emoção. Assim como nos vídeos anteriores a reportagem nº 07contém estes traços. Logo no início da matéria uma adolescente é consolada por outras. O texto e a sonora de um padre garantem que o policial era dedicado à família. A passagem do enunciador reforça este sentido. Passagem: repórter: Bruno Lésche: E esta entrega seria mostrada mais uma vez neste mês de dezembro, o cabo Hipólito estava organizando uma reunião de familiares e amigos para comemorar mais um ano de casado. Sonora: viúva: Tem três filhos né, fruto do nosso amor. Agora 18 de dezembro faria 18 anos de casados. (TV Riviera, outubro de 2011). Neste trecho da reportagem não foram usados efeitos sonoros para sensibilizar o telespectador, mas a missa de sétimo dia, por si só garantia isso. Acredita-se que ao fazer a cobertura da missa, a intenção do veículo foi manter público em contato com o tema. A sonora da viúva do policial conta com palavras de carga emotiva como fruto, amor e 18 anos de casados. Além disso, o semblante abatido completa a cena. Segundo Zancheta (2004, p.121), mais do que versões, as informações passam a se mostrar como versões decisivas sobre os fatos, pois os pontos e vista são definidos a partir de estruturas monopolizadas da informação. Observa-se nos fragmentos acima que as falas dos repórteres relaram muito mais do que estava explícito ao leitor/telespectador. Super-herói? Eduardo Fuccia (2008), acredita que a proximidade pelos personagens que envolvem um fato terá muito mais probabilidade de ser notícia se tiver impacto na vida de uma pessoa comum ou puder ser comentado por alguém do povo. Na análise desse corpus percebemos claramente que a morte do cabo Hipólito estava, inevitavelmente, ligada a corporação da PM. Não só familiares e amigos, mas também pessoas ligadas aos outros policiais comentavam o assunto, que ganhou mais visibilidade por meio das estratégias de enunciação da TV Riviera. O vídeo nº 05 mostra família e amigos a velarem o corpo de cabo Hipólito. Desde o início o texto é sugestivo. 33

11 BAZZO, J. ALECRIM, W. A. TV RIVIERA E COBERTURA POLICIAL: O caso Hipólito na perspectiva da OFF repórter: Ludmila Rodrigues: Faltou espaço na casa para prestar as últimas homenagens ao policial que amigos e familiares chamavam de herói. O caixão encoberto com a bandeira do estado de Goiás seguiu no caminhão do corpo de bombeiros. Carros da PM e helicóptero seguiram juntos. (TV Riviera, novembro de 2011). Ao analisarmos este trecho visualizamos aqui não só a intenção implícita de emocionar o leitor, mas também de tornar a figura do policial em um herói, que saiu de casa para defender a população e fora morto por criminosos. A enunciadora ainda tenta ser imparcial, ao dizer que era os familiares e amigos que o chamavam de herói. Mas mesmo assim, a ideia que se tem é de que o enunciador também comprou este discurso. E para um herói, honras militares com a bandeira do Estado sobre o caixão. Imagem: 02: Vídeo 05: TV Riviera novembro/2011 Logo mais adiante a repórter fala da chegada do cortejo ao cemitério. OFF repórter: Ludmila Rodrigues: Na chegada ao cemitério São Sebastião o corpo já era esperado por uma multidão que homenageou o policial com palmas. Pétalas de rosa também marcaram um dia inesquecível pela corporação. (Sob som do helicóptero sobrevoando) E com uma salva de tiros, (sobe som dos tiros) os militares se despediram do cabo Luiz Hipólito Resende. (TV Riviera, novembro de 2011, grifo nosso). Neste trecho do texto encontramos palavras que revelam mais uma vez a intenção de tornar a imagem do policial assassinado na de um herói. Na mitologia os heróis eram considerados semideuses. Alguém nascido de um ser divino e outro humano. O dicionário define herói como uma pessoa dotada de muita coragem, autora de grandes feitos. Vale lembrar que em outros vídeos (nº 03) os enunciadores fizeram questão de destacar que o cabo ainda caído 34

12 trocou tiros com os bandidos. Na chegada ao cemitério a sensação era de que ele estava sendo coroado pelos grandes feitos, como de um herói. No cemitério as honras militares (salva de tiros e marcha fúnebre) continuaram. Arbex Júnior (2001, p. 52), destaca que hoje em dia o que importa mais nos programas telejornalísticos é o impacto da imagem assim como o ritmo da transmissão. Talvez esta intenção do enunciador reforce os argumentos de Domingos Meireles (PAIXÃO, 2010, p.51), jornalista da TV Globo, também da área policial e investigativa. Para ele o jornalista deve manifestar sincera preocupação com o sofrimento do outro. Não pode se omitir ou ser indiferente às dificuldades que flagelam o semelhante. Por meio da, entende-se que o contexto vivido naqueles dias do assassinato possibilitaram essas construções de sentidos. Implicitamente a enunciadora, não julgou ser um exagero, igualar o cabo a um semideus, ou alguém de muita coragem. As fontes são instrumentos indispensáveis para um bom jornalista, e para quem cobre polícia mais ainda. São elas que possibilitam chances de furos. Mas nem por isso as fontes são infalíveis (suscetíveis de erros), comprometidas com ideias que podem atingir o que chamamos de imparcialidade. Fuccia (2008, p.25) argumenta que por isso é preciso confiar nas fontes desconfiando, ainda que possam ser consideradas fidedignas. A credibilidade delas não pode ser medida pelo cargo que ocupa [em cobertura policial, comandantes e PMs são, na maioria das vezes, as fontes oficiais que predominam nas reportagens]. É notório ressaltar também a simpatia que existe entre alguns veículos de comunicação com entidades, corporações e fontes. Entre elas estão Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. Em Rio Verde o CB 6 é uma das instituições que contribui com o trabalho da TV Riviera. Por diversas vezes, os militares ligam para a TV e passam informações sobre acidentes e incêndios, até em primeira mão. A Polícia Militar também utiliza o canal para mostrar a sociedade o 6 Notícia publicada no inicio de 2012 pelo jornal goiano, O Popular dizia que o Corpo de Bombeiros era o órgão mais confiável perante os olhos da população de Goiânia. A pesquisa feita pelo Instituto Grupom revelou que o índice de aprovação chega a 75,4%, mais do que o dobro do segundo lugar ocupado pelos carteiros que tem 30,2% da confiança da população. In: Acesso em: 13/05/

13 trabalho feito pela corporação. Sabe-se, na verdade, que tanto as TVs, em geral, quanto as instituições mencionadas se servem desta parceria. A TV se vê com notícias que atraem telespectadores para os telejornais e as instituições ganham evidência e mostram serviço. Ainda sobre as fontes o jornalista e comentarista da área policial, Renato Lombardi (PAIXÃO, 2010), destacou que já ganhou prêmios por causa delas. Algumas cultivadas como amigos. É neste cenário que visualizamos o posicionamento da TV com a Polícia Militar de Rio Verde. A cobertura, por vezes exagerada, na verdade pode ser compreendida pela simpatia entre TV e Polícia Militar. No vídeo nº 4, também observa-se a tentativa de enlevar a figura do policial morto em serviço. Off: repórter: Giovana Dourado chamado de herói, de guerreiro, um pai de família. Esta foto foi postada pelo comando da PM de Rio Verde. Mostra o momento em que o policial falou no microfone numa reunião com toda a tropa ontem de manhã, algo que, o sempre discreto cabo Hipólito não costumava fazer. (TV Riviera, novembro de 2011, grifo nosso). Imagem: 03: Vídeo 04: TV Riviera novembro/2011 Percebe-se aqui, que a comunicação foi utilizada também para instituir status e a legitimação do prestígio (Merton-Lazarsfeld, 1957 apud Bosi, 2007), quando a repórter aparece citando o policial como herói e guerreiro. 5. Sensacionalismo 36

14 A maneira como se noticia as ocorrências policiais pode gerar sensacionalismo (PAIXÃO, 2010, p.33). Os produtos jornalísticos destinados a classes B, C e D, normalmente são condenados ao rótulo de sensacionalista. Este termo, sempre esteve enraizado na história do jornalismo. Os jornais mais populares da França que contavam histórias de catástrofes e crianças violentas, por exemplo, faziam sucesso entre o público. Foi no final século do XIX que o sensacionalismo se instalou na imprensa, por meio das melhores técnicas de impressão nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, este jeito de fazer jornalismo, surgiu a partir de 1840, com os folhetins, (AMARAL 2006, p.19). Já na TV o boom de produtos populares ocorreu em Alguns programas são emblemáticos como Cadeia, criado em Londrina, no Paraná; Aqui Agora transmitido pelo SBT, que chegou a mostrar ao vivo um caso de suicídio e ainda os programas Brasil Urgente da Rede Bandeirantes e Cidade Alerta, da Record. Na TV Globo o destaque foi para o Linha Direta, apresentado pelo jornalista Marcelo Resende. Márcia Franz Amaral (2006), afirma que todo jornal é sensacionalista, pois busca prender o público. Em geral está ligado ao exagero; a intensificação, valorização da emoção, à exploração do extraordinário. Para o jornalista policial Gil Gomes o esforço acadêmico de ensinar ser objetivo cai por terra quando o profissional vai para o campo. Sem sentimento não pode! Não há jornalismo, na minha opinião, sem sentimento. Não adianta as faculdades de jornalismo ficarem ensinando objetividade ou imparcialidade, porque o profissional, quando for para a rua, vai aprender a usar o sentimento. [...] Mas no jornalismo popular, seja ele policial ou esportivo, se não tiver sentimento, não é jornalismo. (PAIXÃO, 2010, p.77). O vídeo nº 2 de 01:19 começa com uma movimentação no batalhão da Polícia Militar de Rio Verde. Dezenas de policiais enfileirados recebem instruções de um comandante. Alguns deles estão fortemente armados. A impressão é de que estão prontos para uma grande operação. OFF repórter: Victor Andrade: A megaoperação começou no batalhão da PM de Rio Verde. Mais de 100 policiais estavam reunidos com armamento pesado. Mas a ordem era para não usar a violência. (TV Riviera, novembro de 2011, grifo nosso). As frases grifadas chegam a ser contraditórias. Só pelo fato dos policiais estarem devidamente armados, implica pensar que poderiam a qualquer 37

15 BAZZO, J. ALECRIM, W. A. TV RIVIERA E COBERTURA POLICIAL: O caso Hipólito na perspectiva da momento utilizar estes equipamentos. É importante dizer que a corporação da PM em Rio Verde, é formada por cerca de 200 militares. Ou seja, quase 50% estavam envolvidos na busca de um assaltante. Na sequencia o enunciador diz que a operação contava com a participação do helicóptero da PM de Goiânia e mais uma vez deixou explícito que a polícia não estava medindo esforços para encontrar o assaltante. OFF repórter: Victor Andrade: Toda corporação recebeu uma foto de Roberto Leres e um mapa da cidade. Até um helicóptero da PM de Goiânia apareceu para dar apoio. (TV Riviera, novembro de 2011, grifo nosso). Ou seja, a operação foi tão minuciosa que contou até com um helicóptero da capital, localizada há 280 km de Rio Verde. O sentido denotativo da preposição até indica limite, lugar de destino ou inclusão. Mas por meio da AD que nos leva a olhar para fora do texto e considerar os traços extraverbais, a palavra até, tomou aqui outro sentido. Como se não bastasse terem montado uma megaoperação o polícia ainda solicitou um helicóptero. As próximas imagens da matéria são do bairro já cercado pelos policiais. No texto o enunciador diz que ninguém saía ou entrava sem ser revistado. Boa parte das imagens desta matéria não foram às mesmas usadas pela repórter Giovana Dourado, no vídeo nº 05. Isto nos leva a crer que em momentos diferentes da busca pelo acusado, duas equipes da TV Riviera estiveram no local indicando mais uma vez a disposição do veículo em cobrir o caso. Imagem: 04: Vídeo 02: TV Riviera novembro/2011 A passagem do repórter também é interessante. Passagem: repórter: Victor Andrade: Nesse momento a informação que chega pelo rádio da Polícia Militar é que o bandido foragido estaria mesmo neste bairro, por isso os policiais continuam as buscas 38

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR Crack: o drama de uma escolha 1 Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR RESUMO Esse trabalho se propõe a explicar o processo de produção da reportagem Crack: o drama

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO Código Unidade 042 Cód. Curso Curso 42501 COMUNICAÇÃO SOCIAL Habilitação Etapa Sem/Ano JORNALISMO 6ª 1º / 2009 Cód. Disc. Disciplina Créditos CH Sem Teoria Prática 121.3604.2 TELEJORNALISMO I 04 X X Docentes

Leia mais

Programa Anexo 1. Resumo

Programa Anexo 1. Resumo Programa Anexo 1 Bruno LIMA 2 Carolina RIBEIRO 3 Lara MARQUES 4 Elga MÓL 5 Elisa FRANÇA 6 Ana AMORIM 7 Michelle BASTOS 8 Soraya VIEIRA 9 Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, MG Resumo Este trabalho

Leia mais

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula José Manuel Moran A seguir são apresentadas sugestões de utilização de vídeo, CD e DVD. Vídeo como produção Como documentação, registro de eventos, de aulas,

Leia mais

Clipping de Imprensa Pesquisa UPP: O que pensam os policiais Outubro de 2015

Clipping de Imprensa Pesquisa UPP: O que pensam os policiais Outubro de 2015 Clipping de Imprensa Pesquisa UPP: O que pensam os policiais Outubro de 2015 A relevância e credibilidade dos resultados da pesquisa UPP: O que pensam os policiais foram, sem dúvida, pontos de partida

Leia mais

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE Silvia Ramos A pesquisa mídia e violência O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 DO ACONTECIMENTO

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27

PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 29 PROVA ESPECÍFICA Cargo 27 QUESTÃO 41 A importância e o interesse de uma notícia são avaliados pelos órgãos informativos de acordo com os seguintes critérios, EXCETO: a) Capacidade de despertar o interesse

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Mundaú: além da margem 1

Mundaú: além da margem 1 Mundaú: além da margem 1 Eduardo Leite VASCONCELOS 2 Rhamayana Barros BARRETO 3 Amanda Régia Amorim Morais dos SANTOS 4 Almir GUILHERMINO 5 Universidade Federal de Alagoas, Maceió, AL RESUMO Reportagem

Leia mais

Elaboração de pauta para telejornal

Elaboração de pauta para telejornal Elaboração de pauta para telejornal Pauta é a orientação transmitida aos repórteres pelo pauteiro, profissional responsável por pensar de que forma a matéria será abordada no telejornal. No telejornalismo,

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS Marcus Vinícius Batista Nascimento Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP RESUMO

Leia mais

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Joaozinho, o repórter 1 Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN. RESUMO O documentário Joãozinho,

Leia mais

Faces do Telejornalismo: O Processo de Construção de Telejornalismo na Cidade de Uberlândia 1

Faces do Telejornalismo: O Processo de Construção de Telejornalismo na Cidade de Uberlândia 1 Faces do Telejornalismo: O Processo de Construção de Telejornalismo na Cidade de Uberlândia 1 Lucas Felipe JERÔNIMO 2 Mirna TONUS 3 Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG RESUMO O texto tem

Leia mais

Jornalismo e Meio Ambiente: compreender para apoiar 1. João Vicente SILVA 2 Joyce Carelli FREITAS 3 Macarena MAIRATA 4 Carlos Fábio Morais GUIMARÃES 5

Jornalismo e Meio Ambiente: compreender para apoiar 1. João Vicente SILVA 2 Joyce Carelli FREITAS 3 Macarena MAIRATA 4 Carlos Fábio Morais GUIMARÃES 5 Jornalismo e Meio Ambiente: compreender para apoiar 1 João Vicente SILVA 2 Joyce Carelli FREITAS 3 Macarena MAIRATA 4 Carlos Fábio Morais GUIMARÃES 5 Faculdade Martha Falcão, Manaus, AM RESUMO Este paper

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO BECK, Eliane Maria Cabral (UNIOESTE)² PALAVRAS-CHAVE: interpretação, interlocutor, contexto. Resumo: Pretende-se, com este trabalho, analisar a transmissão de informação expressa

Leia mais

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional

Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010. Regional Pesquisa Qualitativa Campanha Brasil 2010 Regional Julho de 2010 Pesquisa de Avaliação Campanha Brasil 2010 - Regional No período entre 28 de junho e 02 de julho de 2010 foram realizados os Grupos Focais

Leia mais

POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE. Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa²

POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE. Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa² POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa² 1. 2. Bolsista UEMS, Acadêmica do Curso de Enfermagem da UEMS Professora do Curso de Ciências Biológicas

Leia mais

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo saber como é desenvolvido o trabalho de Assessoria de Imprensa, sendo um meio dentro da comunicação que através

Leia mais

Cartaz Hiper Cap 1 RESUMO

Cartaz Hiper Cap 1 RESUMO Cartaz Hiper Cap 1 Alana de FREITAS 2 Danizieli de OLIVEIRA 3 Diego de OLIVEIRA 4 Hugo CEREZER 5 Jéssica TESOTO 6 Renata Cristina FORNAZIERO 7 Rafaela ALVES 8 Renata Luis SOUZA 9 Thaís Roberta CASAGRANDE

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 65, DE 11 DE MAIO DE 2012 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 257ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de maio de 2012, e considerando

Leia mais

A importância da oralidade e do contato com os gêneros textuais na educação pré-escolar

A importância da oralidade e do contato com os gêneros textuais na educação pré-escolar A importância da oralidade e do contato com os gêneros textuais na educação pré-escolar Angélica Fernanda Rossi-USC-Pedagogia.angelicafrossi@gmail.com Caroline Silvério-USC-Pedagogia kakarol_2009@hotmail.com

Leia mais

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing.

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing. Comunicação social Comunicação social A Comunicação Social é um campo de conhecimento académico que estuda a comunicação humana e as questões que envolvem a interação entre os sujeitos em sociedade. Os

Leia mais

Jornal on-line: uma nova perspectiva de leitor co-enunciador

Jornal on-line: uma nova perspectiva de leitor co-enunciador Jornal on-line: uma nova perspectiva de leitor co-enunciador Luciana Maria Crestani (UPM-SP) RESUMO: Este artigo faz uma reflexão sobre perspectivas enunciativas que se abrem a partir dos recursos da internet

Leia mais

ÍNDICE. Sumário. Expositores. Marketing e Comunicação. Galeria de Fotos

ÍNDICE. Sumário. Expositores. Marketing e Comunicação. Galeria de Fotos POST SHOW REPORT ÍNDICE Sumário Expositores Visitantes Marketing e Comunicação Galeria de Fotos SUMÁRIO SUMÁRIO EXECUTIVO NOVIDADES DE ALTA TECNOLOGIA E NEGÓCIOS FECHADOS MARCAM A FENATRAN 2009 Maior evento

Leia mais

Luau Bom D+ Bom D+ Verão. Desafio Ciclístico

Luau Bom D+ Bom D+ Verão. Desafio Ciclístico 4 Luau Bom D+ 10 Bom D+ Verão 16 Desafio Ciclístico 22 Triathlon Bahia de Todos os Santos 28 Revezamento a Nado Farol a Farol 34 Carnaval 2013 Record Bahia O que já era bom ficou ainda melhor. A primeira

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA MOVIMENTO PARANÁ SEM CORRUPÇÃO Primeiro voto: o papel do jovem eleitor em relação ao combate à corrupção ROTEIRO

Leia mais

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM Vinheta Sala de Cinema 1 Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM RESUMO Esse trabalho surgiu a partir das atividades de um projeto de extensão (Pibex)

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE André William Alves de Assis 1 RESUMO: Como participantes do processo comunicativo,

Leia mais

Criança e Comunicação: Nosso Bairro em Pauta 10 Anos 1. Michael da SILVA 2 Tiago FIORAVANTE 3 Saraí SCHMIDT 4 Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS

Criança e Comunicação: Nosso Bairro em Pauta 10 Anos 1. Michael da SILVA 2 Tiago FIORAVANTE 3 Saraí SCHMIDT 4 Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS Criança e Comunicação: Nosso Bairro em Pauta 10 Anos 1 Michael da SILVA 2 Tiago FIORAVANTE 3 Saraí SCHMIDT 4 Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS RESUMO O Livro Criança Comunicação é uma publicação

Leia mais

POR TRÁS DAS GRADES: A REALIDADE NO PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS 1 Mateus João MARQUES 2 Marcus SPOHR 3 Margareth MICHEL 4

POR TRÁS DAS GRADES: A REALIDADE NO PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS 1 Mateus João MARQUES 2 Marcus SPOHR 3 Margareth MICHEL 4 POR TRÁS DAS GRADES: A REALIDADE NO PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS 1 Mateus João MARQUES 2 Marcus SPOHR 3 Margareth MICHEL 4 Resumo: A reportagem mostra a realidade dentro de uma das maiores casas prisionais

Leia mais

Atuação do comunicólogo frente a uma Assessoria de comunicação 1. Thalles ATAIDE 2 Liliana RODRIGUES 3 Faculdade Boas Novas (FBN), Manaus AM

Atuação do comunicólogo frente a uma Assessoria de comunicação 1. Thalles ATAIDE 2 Liliana RODRIGUES 3 Faculdade Boas Novas (FBN), Manaus AM Atuação do comunicólogo frente a uma Assessoria de comunicação 1 Thalles ATAIDE 2 Liliana RODRIGUES 3 Faculdade Boas Novas (FBN), Manaus AM RESUMO Com o intuito de alavancar a imagem de empresas foram

Leia mais

Humsol e a luta contra o câncer de mama 1. Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Humsol e a luta contra o câncer de mama 1. Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR Humsol e a luta contra o câncer de mama 1 Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A reportagem foi realizada para a disciplina de Rádiojornalismo ainda no quarto

Leia mais

Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo

Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo Autores: Maria Zaclis Veiga e Élson Faxina Docentes do Centro Universitário Positivo UnicenP Resumo: A Rede Teia de Jornalismo

Leia mais

Campanha ONG Animais 1

Campanha ONG Animais 1 Campanha ONG Animais 1 Bruna CARVALHO 2 Carlos VALÉRIO 3 Mayara BARBOSA 4 Rafaela ALVES 5 Renan MADEIRA 6 Romulo SOUZA 7 Marcelo PRADA 8 Paulo César D ELBOUX 9 Faculdade Anhanguera Santa Bárbara, Santa

Leia mais

Recortes de Uma Tragédia: Uma Análise do Discurso Imagético do Jornal Hoje Sobre a Tragédia da Kiss 1

Recortes de Uma Tragédia: Uma Análise do Discurso Imagético do Jornal Hoje Sobre a Tragédia da Kiss 1 Recortes de Uma Tragédia: Uma Análise do Discurso Imagético do Jornal Hoje Sobre a Tragédia da Kiss 1 Émellem Veleda da ROSA 2 Michele NEGRINI 3 Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Resumo: Este trabalho

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 5.269, DE 2001 (Apensos os Pls. 2.134/96, 2.415/96, 3.046/97, 3.422/97, 4.052/98, 4.360/98, 1.568/99, 2.029/99, 2.089/99, 2.507/00, 3.573/00, 3.235/00,

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

Script: a organização da produção audiovisual no telejornalismo

Script: a organização da produção audiovisual no telejornalismo Script: a organização da produção audiovisual no telejornalismo Karen Cristina Kraemer Abreu * UNISINOS- UNISUL Índice 1. O script e a organização do telejornal 2 1.1. Modelos de scripts para telejornalismo.............

Leia mais

Produzir para Rádio. Descrição das atividades do Processo Produzir para Rádio

Produzir para Rádio. Descrição das atividades do Processo Produzir para Rádio Produzir para Rádio Descrição das atividades do Processo Produzir para Rádio 2 de 12 CJF Conselho de Conteúdo 1. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL... 3 2. DESCRITIVO DO PROCESSO... 5 2.1 ENTRADAS/INSUMOS... 5 2.2 SAÍDAS

Leia mais

Vila Esperança: De Bem Com o Mangue 1. Jefferson de Lima CHAVES 2 Profª. Chrystianne Leite PIMENTEL 3 Centro Universitário Monte Serrat, Santos, SP

Vila Esperança: De Bem Com o Mangue 1. Jefferson de Lima CHAVES 2 Profª. Chrystianne Leite PIMENTEL 3 Centro Universitário Monte Serrat, Santos, SP Vila Esperança: De Bem Com o Mangue 1 Jefferson de Lima CHAVES 2 Profª. Chrystianne Leite PIMENTEL 3 Centro Universitário Monte Serrat, Santos, SP APRESENTAÇÃO O presente trabalho se propõe a mostrar,

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para o episódio 1, os trabalhos para o episódio 2 também trazem várias questões

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE...

NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE... NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE... Cintia Cristina de Castro Mello EMEF Alberto Santos Dummont RESUMO Este relato apresenta o trabalho desenvolvido no EMEF Alberto Santos Dumont, com as turmas 1ª e 3ª séries

Leia mais

Uma Ronda pelo programa mais popular da TV Piauiense Uma análise do processo produtivo do programa Ronda 1

Uma Ronda pelo programa mais popular da TV Piauiense Uma análise do processo produtivo do programa Ronda 1 Uma Ronda pelo programa mais popular da TV Piauiense Uma análise do processo produtivo do programa Ronda 1 1. Introdução Tamires Ferreira COELHO 2 Elinara Soares Barros de SOUSA 3 Orlando Maurício de Carvalho

Leia mais

Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito ( ONU ) Semana Nacional de Trânsito 2012 ( Denatran ) e Dia Mundial Sem Carro

Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito ( ONU ) Semana Nacional de Trânsito 2012 ( Denatran ) e Dia Mundial Sem Carro 1 Em apoio às campanhas Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito ( ONU ) Semana Nacional de Trânsito 2012 ( Denatran ) e Dia Mundial Sem Carro A Universidade Federal de Santa Catarina e a Rede

Leia mais

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008;

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014 Dispõe sobre propostas para adequação do Plano de Trabalho 2015 da EBC. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; Considerando que o Plano de

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

2. REPORTAGEM EM TELEJORNAL E SUAS ETAPAS

2. REPORTAGEM EM TELEJORNAL E SUAS ETAPAS Técnicas e Práticas para elaborar reportagens telejornalísticas 1 Aline XAVIER 2 Liliana RODRIGUES 3 Faculdade Boas Novas FBN, Manaus - AM RESUMO Este artigo mostra atividades de como realizar uma boa

Leia mais

Metodologias para análise de telejornais: a busca por métodos adequados para analisar noticiários locais 1

Metodologias para análise de telejornais: a busca por métodos adequados para analisar noticiários locais 1 Metodologias para análise de telejornais: a busca por métodos adequados para analisar noticiários locais Resumo Maiara Carvalho BATISTA 2 Universidade Federal do Paraná Este artigo surge da necessidade

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Jornalismo 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Jornalismo 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Jornalismo 2011-2 O PAPEL DO YOUTUBE NA CONSTRUÇÃO DE CELEBRIDADES INSTANTÂNEAS Aluno: Antonio,

Leia mais

Alzheimer: de Volta ao Começo 1

Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Marcelo de Paula LEMOS 2 Marcela Terra Cunha MATARIM 3 Mariana Alves MENDES 4 Celi CAMARGO 5 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG RESUMO Alzheimer: de Volta ao Começo é

Leia mais

PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON

PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON PESQUISA IBOPE / INSTITUTO AVON PERCEPÇÕES E REAÇÕES DA SOCIEDADE SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER 2009 PARCERIAS INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO Planejamento e supervisão da pesquisa IBOPE INTELIGÊNCIA Campo

Leia mais

A Força da Natureza no Dia da Independência 1

A Força da Natureza no Dia da Independência 1 A Força da Natureza no Dia da Independência 1 Ricardo Jose TORRES 2 Marcelo Jose BOTH 3 Janaína PATZOLD 4 Franciele VISENTIN 5 Vanessa NORA 6 Leoní SERPA 7 UNOESC - Universidade do Estado de Santa Catarina

Leia mais

Telejornal Sala 221 1

Telejornal Sala 221 1 Telejornal Sala 221 1 Thayane dos Santos MOREIRA 2 Gabriela Barbosa NEVES 3 Kamila Katrine Nascimento de FREITAS 4 Marcelo LIMA 5 Maryjane da Costa PEREIRA 6 Cogenes Felipe Silva de LIRA 7 Zulmira NÓBREGA

Leia mais

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR Roteiro de Não Ficção: Cardápio da Madrugada 1 Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A série de reportagens "Cardápio da Madrugada" foi

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA (versão simples da Lei da Comunicação Social Eletrônica) CAPÍTULO 1 PARA QUE SERVE A LEI Artigo 1 - Esta lei serve para falar como vai acontecer de fato o que está escrito em alguns

Leia mais

SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p.

SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p. 219 SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p. 220 Não é lenda; é Realidade It's not legend; it's Reality Joaquim Francisco

Leia mais

ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA

ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA Themis Rondão Barbosa 1 IFMS Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar um texto publicitário da SKY publicado na revista Veja (n.

Leia mais

ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL

ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL SILVEIRA, Tatiana dos Santos da FURB - Universidade Regional de Blumenau silsa@terra.com.br

Leia mais

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi)

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) XI Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional (9,10,11

Leia mais

Inovação e o Telejornalismo Digital

Inovação e o Telejornalismo Digital Inovação e o Telejornalismo Digital Prof. Antonio Brasil Cátedra UFSC - RBS 2011 Telejornalismo Digital Novas práticas, desafios e oportunidades O que é Telejornalismo Digital Inovação tecnológica Interatividade

Leia mais

Quem fala quando o assunto é criança e adolescente: uma análise do uso das fontes de informação pelos jornalistas 1

Quem fala quando o assunto é criança e adolescente: uma análise do uso das fontes de informação pelos jornalistas 1 Quem fala quando o assunto é criança e adolescente: uma análise do uso das fontes de informação pelos jornalistas 1 Vinicius Andrade de Carvalho Rocha 2 Wellington Nogueira Amarante 3 Universidade Federal

Leia mais

O PROJETO PORQUE PATROCINAR

O PROJETO PORQUE PATROCINAR PAIXÃO NACIONAL O gosto pelo futebol parece ser uma das poucas unanimidades nacionais do Brasil. As diferenças sociais, políticas e econômicas, tão marcantes no dia a dia do país diluem-se quando a equipe

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

A fome sob o paradigma da notícia: uma análise dos jornais Folha de S. Paulo e O Dia

A fome sob o paradigma da notícia: uma análise dos jornais Folha de S. Paulo e O Dia A fome sob o paradigma da notícia: uma análise dos jornais Folha de S. Paulo e O Dia Por Denise Paro Universidade Estadual Paulista (Unesp-Bauru) Mestranda em Comunicação deniseparo@uol.com.br Palavras

Leia mais

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicas-para-jovens Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos As dinâmicas de grupo já fazem parte do cotidiano empresarial,

Leia mais

Plano de Mídia TV PAJUÇARA

Plano de Mídia TV PAJUÇARA Campeonato Alagoano A emoção do Campeonato Alagoano faz parte do Pajuçara Sistema de Comunicação desde 2008. E, de lá pra cá, já virou tradição de todo alagoano acompanhar todos os lances do seu time do

Leia mais

CANAIS 14 UHF 22 da NET

CANAIS 14 UHF 22 da NET www.facebook.com/tvredepaulista www.twitter.com/tvredepaulista www.youtube.com/tvredepaulista www.projectocom.com.br tvredepaulista Fundação Cultural Anhanguera R. Dr. Leonardo Cavalcanti, 56 Centro Jundiaí/SP

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Escola Municipal de Ensino Fundamental David Canabarro Florianópolis, 3892 Mathias Velho/Canoas Fone: 34561876/emef.davidcanabarro@gmail.com DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome: Stefani do Prado Guimarães Ano

Leia mais

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Letícia BARROSO 2 Thaís PEIXOTO 3 Centro Universitário Fluminense Campus II- Campos/RJ RESUMO: A falta de espaço nos veículos convencionais

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 RELATO DE EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMATICA EM SALA DE AULA: CONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO Edléa Barbosa da Cruz edleabarbosa@hotmail.com Resumo: Este trabalho apresenta o primeiro contato que tive com

Leia mais

Senhoras e Senhores Parlamentares; está desenvolvendo a frente desta Casa, onde tem. demostrado uma postura séria e coerente, ajudando o nosso

Senhoras e Senhores Parlamentares; está desenvolvendo a frente desta Casa, onde tem. demostrado uma postura séria e coerente, ajudando o nosso Discurso proferido pelo Deputado Federal Capitão Wayne, dia 28/06/2005, por ocasião da Sessão Solene em Homenagem aos Bombeiros Militares. Senhor Presidente; Senhores Comandantes Geral do Bombeiro Militar;

Leia mais

Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual

Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual Guilherme Schelb, Promotor de Justiça da Infância em Brasília (1992-1995), especialista em temas da infância e

Leia mais

Resumo executivo do Livro "Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil Doméstico e outras formas de exploração"

Resumo executivo do Livro Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil Doméstico e outras formas de exploração ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO - OIT PROGRAMA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL IPEC Resumo executivo do Livro "Crianças Invisíveis - O enfoque da imprensa sobre o Trabalho Infantil

Leia mais

Jornalismo esportivo na televisão pública: uma análise sobre a cobertura do Repórter Brasil Noite-TV Brasil 1

Jornalismo esportivo na televisão pública: uma análise sobre a cobertura do Repórter Brasil Noite-TV Brasil 1 Jornalismo esportivo na televisão pública: uma análise sobre a cobertura do Repórter Brasil Noite-TV Brasil 1 Resumo Gustavo Teixeira 2 Iluska Coutinho 3 Universidade Federal de Juiz de Fora Esse artigo

Leia mais

Composição fotográfica

Composição fotográfica Composição fotográfica É a seleção e os arranjos agradáveis dos assuntos dentro da área a ser fotografada. Os arranjos são feitos colocando-se figuras ou objetos em determinadas posições. Às vezes, na

Leia mais

RESUMO. PALAVRAS CHAVE: jornalismo audiovisual, mobilidade, cobertura de eventos. 1. INTRODUÇÃO

RESUMO. PALAVRAS CHAVE: jornalismo audiovisual, mobilidade, cobertura de eventos. 1. INTRODUÇÃO Mobilidade e Cobertura de Eventos: O Lançamento da Nona Bienal do Mercosul Produzido Por Um Tablet 1. Rafael SILVA 2 Natalia Silveira RECH 3 Paula PUHL 4 RESUMO O objetivo deste artigo é destacar o jornalismo

Leia mais

Big Brother Brasil Realidades espectacularizadas

Big Brother Brasil Realidades espectacularizadas Big Brother Brasil Realidades espectacularizadas Vanessa Curvello Índice 1 O Big Brother........... 1 2 O Big Brother Brasil....... 2 3 A estruturação do programa.... 2 4 As estratégias comunicativas da

Leia mais

TV VILA EMBRATEL Uma experiência de Web TV Comunitária a partir de uma solução de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo

TV VILA EMBRATEL Uma experiência de Web TV Comunitária a partir de uma solução de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo TV VILA EMBRATEL Uma experiência de Web TV Comunitária a partir de uma solução de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo Anissa Ayala CAVALCANTE 1 - UFMA Jessica WERNZ 2 - UFMA Márcio CARNEIRO 3 - UFMA

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor,

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor, Xixi na Cama Cara Professora, Caro Professor, Estamos oferecendo a você e a seus alunos mais um livro da coleção Revoluções: Xixi na Cama, do autor mineiro Drummond Amorim. Junto com a obra, estamos também

Leia mais

O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde

O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde O Jornalista como divulgador das informações científicas: o caso do Programa Vida & Saúde Resumo Priscila Mathias Rosa ¹ Paula Regina Puhl² Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS O artigo trata de que

Leia mais

TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1

TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1 I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1 Márcio Carneiro

Leia mais

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM língua estrangeira moderna Comparativos Curriculares SM inglês ensino médio A coleção Alive High Língua Estrangeira Moderna Inglês e o currículo do Estado de Goiás

Leia mais

Jornal Mural Laboratório: Uninforme 1

Jornal Mural Laboratório: Uninforme 1 Jornal Mural Laboratório: Uninforme 1 Eduarda Fernandes da ROSA 2 Marcela Alves da SILVA 3 Osvaldo Duarte RAMOS 4 Maria Cristine Alves MEDEIROS 5 Centro Universitário da Grande Dourados Unigran, Dourados,

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação - FACOM EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO. Disciplinas Obrigatórias

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação - FACOM EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO. Disciplinas Obrigatórias EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO Disciplinas Obrigatórias Departamento de Comunicação e Artes 1) Teoria da Comunicação I: 1. Comunicação: conceito, objeto e objetivo. 2. Ciências da Informação.

Leia mais