O espetáculo do Jornal Nacional como guia orientador dos telejornais regionais

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1 O espetáculo do Jornal Nacional como guia orientador dos telejornais regionais Carolina Abbadia Melo * Resumo: O trabalho se direciona a análise da influência exercida pelos telejornais brasileiros nacionais à produção de seus telejornais regionais em uma mesma emissora de televisão. Como característica fundamental, a estética do espetáculo se mostra presente entre as opções de abordagem dos telejornais. Sendo assim, o estudo terá como foco a identificação da estética do espetáculo na produção do telejornalismo local, estimulada pela produção nacional. Para isso, foi realizada análise de conteúdo de treze quadros comemorativos dos 40 anos do Jornal Nacional, que veiculam a cada edição uma de suas afiliadas, a partir de seu telejornalismo local e sua produção. Palavras Chaves: Televisão, Telejornalismo brasileiro, Telejornalismo regional, Estética do espetáculo, Notícia-drama, Narrativas dramatizadas Introdução O trabalho tem o objetivo de analisar o destaque e o espaço dado pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, às notícias produzidas ou levantadas pelos telejornais regionais vinculados às emissoras afiliadas espalhadas por diversas partes do país. Pretende-se avaliar quais são os critérios de noticiabilidade e a estrutura dos relatos privilegiados pelo telejornal nacional em relação aos noticiários regionais. Para isso, além da pesquisa bibliográfica, o trabalho contou com a análise de conteúdo de treze quadros comemorativos dos 40 anos do Jornal Nacional, que apresentam em cada edição do noticiário nacional uma de suas afiliadas, a partir de seu telejornalismo local e de uma notícia que ganhou evidência nacionalmente em algum momento do passado. * Mestranda em Comunicação e Cidadania pela Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia da Universidade Federal de Goiás (UFG) e bolsista da CAPES Brasil.

2 Entre o dia 13 de abril e primeiro de setembro de 2009, data do aniversário de quatro décadas do telejornal, os quadros comemorativos foram veiculados. Dentre as 122 afiliadas da Rede Globo, as emissoras regionais englobadas pelo tempo da pesquisa, entre o dia 13 e 29 de abril, foram: TV Bahia; TV Panorama (Zona da Mata de Minas Gerais); IPCTV (Tóquio); TV Liberal (Pará); TV Rio Claro (Goiás); TV Asa Branca de Caruaru (Pernambuco); TV Acre; TV Rio Sul (Rio de Janeiro); RBS em Chapecó (Santa Catarina); TV Verdes Mares (Ceará); RBS em Florianópolis (Santa Catarina); TV Tocantins (Goiás); Rede Integração (Minas Gerais). Ao todo, treze notícias regionais foram observadas. A proposta serviu também para discorrer sobre a influência das redes nacionais de televisão sobre as formas de produção das emissoras regionais, que tendem a se direcionar à estética do espetáculo, com a dramatização das narrações, histórias com conflitos, apelo ao sentimentalismo e às notícias que apresentam dramas individuais. 1. A televisão como campo midiático A vida imita a arte ou a arte imita a vida? A complexa relação estabelecida entre a televisão e a sociedade suscita questionamentos que configuram um quadro de análise que tende a enfrentar o vínculo entre a ficção e a realidade. Em todos os seus gêneros e linguagens, o campo da televisão parece se direcionar à mescla dos conceitos de real e imaginário. O universo da televisão, constituído por discursos heterogêneos, organiza-se sobre múltiplas linguagens e um conjunto de signos diversos. Mesmo com marcas e traços próprios, insere-se no campo midiático e, deste, assume características comuns, que são estabelecidas por relações comunicativas, econômicas, tecnológicas, simbólicas, éticas, morais (Martins, 2006), que delimitam o campo de atuação. Correspondente aos media da indústria cultural, os conteúdos da televisão oferecem visibilidade às significações que confirmam o staus quo como forma de legitimação. Assim, reforçam a continuidade dos valores socialmente estabelecidos ao mesmo tempo em que confrontam o público com os novos papéis desencadeados pela dinâmica social e pelas inovações (Sodré, 1994). Os contornos da vida histórica e social são retratados pelos conteúdos televisivos a partir de representações sociais originárias de instituições vigentes. Em complemento, há uma articulação própria dos conteúdos, estabelecida pelas características dos media, que seguem táticas mercadológicas, de níveis de escolarização e informação do público, das

3 preocupações coletivas do momento, do imaginário afetivo ou sexual da época (Sodré, 1994, p.43). Portanto, seguindo a cartilha midiática, a tevê põe em cena o contexto social no palco do real, por meio dos noticiários que individualizam e personalizam os fatos, e no espaço da ficção, com os dramas e folhetins. Para comunicar, a televisão tem à disposição o recurso narrativo que perpassa o caminho do imaginário para atuar no real e, ao contrário, o do real para atuar no imaginário. A emoção como elemento sensibilizador permeia os dois ambientes televisivos. A via de mão dupla fantasia e realidade em que se insere a televisão, ao mesmo tempo que fala sobre a vida cotidiana, é assunto dela; determina muitos dos temas que vão ser debatidos no dia-a-dia. Constitui-se (...) no canal que liga o espectador com aquilo que ele entende como real. (...) A tendência é que haja uma aliança entre realidade e fantasia. (...) Parece ser justamente nessa conjunção que a estética do espetáculo ganha força como elemento fundante da linguagem televisiva. (Martins, 2006, p ) Somam-se a isso, as técnicas de edição que possibilitam a construção de uma abordagem absoluta, que instaura o formato para o espetáculo e põe em jogo um corpo onipresente e onipotente. Corpo emoldurado por um discurso alicerçado de significações sobre o imaginário do espectador, com a utilização de subjetividades que remetem ao sentido de encantamento, desejos, receios, espantos, humor, etc. (Martins, 2006) O espaço da televisão como um ambiente da estética do espetáculo pode ser identificado inclusive na sua estrutura de atuação, que expõe o conteúdo ao olhar do outro. O espetáculo necessita da atitude de contemplação para uma atitude de exibição e se relaciona com o imaginário (Martins, 2006). Pela abrangência e alcance da tevê, a estética do espetáculo tem conseguido legitimidade. O espetáculo constante e gratuito pode ser assimilado nos mais diversos conteúdos da televisão, inclusive na estrutura dos telejornais, comparável a qualquer showbusiness (Bazi, 2001, p.8). 2. O espetáculo da informação Inserido na estratégia da televisão de se manter na hegemonia como o veículo de informação e entretenimento, o telejornal assume o espetáculo entre os seus recursos, com a supervalorização da imagem, a supremacia da emoção, a dramatização na narração, a fragmentação, entre outros. No pano de fundo do discurso da objetividade no trato com o

4 real, contextualizado pelas disputas de mercado, o telejornal se preocupa com a sua atratividade perante o público. Ao optar pelos mecanismos que se direcionam ao fascínio do telespectador, o telejornalismo desencadeia a produção de relatos de acontecimentos subjugados pela emoção. O espetáculo da notícia é privilegiado. Para tanto, principalmente as tevês comerciais em seus telejornais: Apelam ao sensacionalismo, dramatizam a narração e, muitas vezes, supervalorizam a imagem em detrimento do conteúdo. Muitas das notícias exibidas pelo noticiário são descontextualizadas ou apresentadas de forma fragmentada, o que impede o espectador de compreender o tema na sua integralidade. (Souza & Wenzel, 2008, p ) A trivialidade e falta de aprofundamento dos telejornais não são nenhuma novidade. Representam o risco assumido da espetacularização dos fatos pelos noticiários. Em meio às análises sobre o papel do telejornalismo, Machado (2003) faz uma alerta. Antes de ser encarado como um dispositivo de reflexão espetacular dos acontecimentos ou como veículo de aproximação de fatos distantes, o telejornal deve ser percebido como um efeito de mediação. São por meio de mediadores, entre repórteres, testemunhas e inúmeros sujeitos falantes, que os eventos se apresentam. Trata-se de um gênero¹ televisivo que trabalha essencialmente com mediações, dispostas por técnicas, lógicas econômicas e profissionais. O grande problema em relação à compreensão do telejornalismo, segundo Machado (2003), é o pressuposto de que sua função básica é informar, bem ou mal. Entretanto, de acordo com sua dinâmica, os noticiários colocam em circulação e em confronto um encaixe de vozes e relatos, produzindo uma desmontagem dos discursos sobre os fatos: Num certo sentido, podemos dizer que o telejornal é uma colagem de depoimentos e fontes numa sequência sintagmática, mas essa colagem jamais chega a constituir um discurso suficientemente unitário, lógico ou organizado a ponto de poder ser considerado legível como alguma coisa verdadeira ou falsa. As informações constituem um processo em andamento. (...) nenhum desses depoimentos são suficientemente eloqüentes para emoldurar o acontecimento. (Machado, 2003, p ) As notícias são constituídas por inúmeros enunciadores, entonações e níveis de dramaticidade, que se revezam entre repórteres e protagonistas. A sua estrutura significante é a apresentação pessoal (Machado, 2003). Deve-se levar em conta, portanto, que os noticiários serão sempre pontos de vistas e abordagens. Por mais que se dizem capazes e assumam discursos narrativos fechados, nunca representam de forma totalizante o fato em si. No

5 universo dos media, evidentemente que os conteúdos se articulam com os artifícios para o fascínio do telespectador. Como um produto cultural de mediação, os produtos jornalísticos querem conquistar e criar um vínculo afetivo com o público por meio de seu próprio espetáculo. A dramatização ou a notícia-drama faz parte do telejornalismo como um caminho de conquista de audiência (Bazi, 2001; Bucci, 2000). O estilo narrativo dramatizado das notícias, com histórias conflitantes, apresenta-se como uma fórmula eficiente de espetacularização do real. A notícia se mostra como um minidrama, com um problema e desfecho, aproxima a informação do drama de ficção e provoca a emotividade (Bazi, 2001). O telejornalismo soube acrescentar, à regra geral da espetacularização, um andamento melodramático, quase como se fosse, ele próprio, uma peça de ficção. (Bucci, 2000, p. 27) Para Bucci (2000), uma das constantes da televisão no Brasil é o fato de seu telejornalismo se organizar como melodrama. Segundo o autor, ao jornalismo não basta somente informar, ele precisa chamar a atenção, precisa surpreender, assustar. Nesta mesma perspectiva, Coutinho (2005) também enfatiza a estrutura das notícias baseada em narrativas dramáticas como um produto nacional das tevês brasileiras. Assim como observa Amaral (2007), o recurso de comunicação melodramático do jornalismo tem como desafio abranger um universo de público heterogêneo, mesmo privilegiando platéias pouco ilustradas, que vivem longe das esferas de poder. Caracteriza-se pela reunião do público e do privado, trabalha com o sentimento de comunidade e tem forte tempero emocional. Além disso, O melodrama estreita a intimidade do público com as personagens e procura a identificação entre ambos, por intermédio de várias sensações, como o terror e a piedade. (Amaral, 2007, p. 118) Encontrados nos critérios de noticiabilidade e na estrutura das notícias, a característica do melodrama comporta o apelo aos sentimentos e aos dramas dos indivíduos e isto se mantém apesar de suas modificações e novas funções assumidas ao longo do tempo com as estratégias de popularização (Amaral, 2007). O viés melodramático se torna perceptível no telejornalismo, quando se sensibiliza para o fato de as notícias se restringirem a destacar a singularidade dos fatos ao máximo em detrimento do particular que contextualiza, sem abandonar, evidentemente, certa relação com

6 o interesse público (Amaral, 2007). Sendo assim, os discursos narrativos dos telejornais remetem a estética própria da televisão, o espetáculo. 3. Todo espetáculo precisa de um palco A presença da estética do espetáculo como elemento de composição do discurso da informação na televisão foi atestada por Martins (2006) a partir de uma análise que definiu os principais traços (padrões corporais televisivos) dos apresentadores, entre homens e mulheres, dos principais programas de telejornal de oito emissoras (quatro emissoras de canal aberto Globo, SBT, Record, e Bandeirantes e quatro de canal fechado GNT, People & Arts, CNN Espanhol e MTV). Foram considerados 18 itens: cor da pele, características do cabelo, forma do rosto, vestimenta, adereços, maquiagem, formas do corpo. Traços que segundo a autora ajudam a criar a estética própria do domínio televisivo e que tem papel importante na construção dos sentidos dos programas. Bucci concorda: O apresentador do telejornal é outro ingrediente-chave da função do jornalismo de entreter para garantir a audiência. Ele desenvolve com o telespectador um vínculo de familiaridade como se fosse um ator, um astro. Vivemos num tempo em que jornalistas da TV são celebridades. São símbolos sexuais. (Bucci, 2000, p. 29). O levantamento de Martins (2006) possibilitou a identificação dos traços corporais comuns dos apresentadores de telejornais, que em linhas gerais podem ser definidos como esbeltos, de pele clara², formas finas do rosto, pele lisa, cabelos com textura lisa, olhos escuros: Eles têm em comum um trabalho de composição de personagem que se articula através de seus corpos e do discurso que produzem sobre si mesmos e que se configura pela imposição da própria telinha: aparência saudável, fotogenia, credibilidade e boa aparência. (Martins, 2006, p ) Especificamente sobre os apresentadores do Jornal Nacional, intitulados como o casal espetacular, Martins observa a localização espacial de superioridade de Willian Bonner e Fátima Bernades perante a redação do jornal, que fica localizada atrás e abaixo do mezanino onde se encontra o casal. Na estética visual de abertura do telejornal, o jogo de câmera parte da redação, sobe até aonde se encontram os apresentadores e o telespectador, depois deste passeio, fica à altura deles e pode observar o cenário que apresenta um grande globo azul fatiado, atrás do casal. Em análise, a autora evidencia a sensação de onipotência e onisciência:

7 A interpretação mais categórica é óbvia, Willian e Fátima estão acima da redação, à frente do mundo e, metaforicamente, fatiaram o globo terrestre para conhecer tudo e informar ao telespectador (Martins, 2006, p.132) O vínculo com o telespectador se estabelece com o olhar dos apresentadores direto para a câmara, o que também torna o discurso mais real e confiável. Imagens in loco, narrativa de repórteres e personagens da notícia ajudam a construir o ar de credibilidade. Os corpos e suas expressões, o exagero nos gestos, contribuem com o processo comunicativo. Efeitos óticos e sonoros estimulam as sensações no público e criam o clima da história. (Martins, 2006; Souza & Wenzel, 2008). Para Martins, em relação à estética discursiva dos corpos, o Jornal Nacional exibe um conjunto de corpos estereotipados. As imagens utilizam geralmente os mesmos recursos para posicionar as representações de indivíduos e coletivos e os roteiros sem variações oferecem segurança a quem assiste, a partir da construção de significações e sentidos repetidos e semelhantes. Obviamente que os signos do telejornalismo têm como base a onipotência, onisciência, o charme, a beleza, o brilho e o correto uso da técnica. Signos próprios do espetáculo (Martins, 2006, p. 136). 4. O padrão Jornal Nacional A fórmula como o telejornalismo se consagrou no Brasil, com a estréia do Jornal Nacional em 1969, chama a atenção de Bucci (2000): telejornal ensanduichado em meio a novelas. Receita que proporcionou a tevê brasileira um formato global. Ao optar pelo posicionamento, os noticiários pegaram carona no hábito do público com a ficção, o que, evidentemente, contribuiu para conferir ao gênero um caráter mais emocional, como um tipo específico de melodrama, com o detalhe de que se tratava de notícias. (Bucci, 2000, p. 30) O encadeamento dramatizado na narração das notícias é um dos recursos do espetáculo sensacionalista mais utilizado pelo Jornal Nacional, que tenta implicitamente, através da aparência de referencialidade, tecendo odes à objetividade jornalística, seduzir o telespectador (Ramos, 1999). Com já dito, o caráter espetacular posiciona seus apresentadores para contribuir com a construção dos sentidos de credibilidade e objetividade. A narrativa dramatizada do noticiário busca fisgar o público. A escolha à dramatização foi a maneira encontrada pelo telejornal para caminhar pela linha do sensacionalismo implícito. Sendo assim, o sensacionalismo do Jornal

8 Nacional pode ser classificado pelos fatos apresentados com os recursos do melodrama (Ramos, 1999; Amaral, 2007) De modo destacado, o Jornal Nacional segue algumas características próprias do melodrama em suas edições diárias, entre elas, o permanente conflito entre o bem e o mal; a história com uma moral; e o apelo à emotividade. Para chamar a atenção, preocupa-se com o impacto de seu conteúdo ao público e tende a falar mais ao coração do que à cabeça. Apesar do tempo, ainda hoje o sentimentalismo continua inabalável no telejornalismo, mantendo o vínculo afetivo entre o noticiário e o espectador (Bucci, 2000). A necessidade de formulação de histórias para narrar e exibir a notícia a partir da estética do espetáculo vai além das grandes redes de televisão. Ela está também presente nas suas afiliadas, nos telejornais regionais, que são estimuladas pelas redes nacionais (Bazi, 2001) A televisão regional é aquela que retransmite seu sinal a uma região estruturada e tem sua programação voltada para essa mesma região. Reunidas a uma rede nacional por meio de contratos, as emissoras de tevê regionais abarcam em sua programação conteúdos produzidos em grande maioria pela cabeça da rede de tevê. Assim, as grandes redes nacionais garantem o alcance nacional com a retransmissão de sua produção por suas emissoras afiliadas. Portanto, as emissoras regionais obedecem a contratos, onde devem ocupar com produção local ou regional espaços predeterminados (Coutinho, 2005) A discussão sobre a regionalização da televisão ganhou destaque na década de 1990, como um caminho para enfrentar o contexto de inovações tecnológicas dos media e da tevê digital. O desafio estava posto: conciliar a programação local com qualidade sustentando os altos custos que a empreitada acarreta. O telejornalismo se apresentou como o caminho para tal conquista e se reflete como a principal grade das programações regionais. (Bazi, 2001; Coutinho, 2005) Não é difícil supor que, como estratégia, os telejornalismos regionais são estimulados e ganham destaque pelas redes nacionais quando seguem a mesma abordagem estética de uma narração dramatizada das notícias. Os telejornais nacionais acabam servindo de guias orientadores dos regionais na produção e estruturação de suas notícias. 5. O melodrama e a estética do espetáculo A relação estética que se estabelece entre uma rede de tevê nacional e suas afiliadas pode ser identificada a partir do conteúdo que se destaca do telejornalismo regional em noticiários nacionais. Para isso, as notícias consideradas de relevância e veiculadas para todo

9 o País pelo Jornal Nacional, como contribuição da produção de suas afiliadas, são analisadas em treze edições do noticiário, em que quadros comemorativos dos 40 anos do telejornal apresentam suas emissoras afiliadas. Para comemorar o aniversário de quatro décadas em primeiro de setembro, a partir do dia 13 de abril, de segunda a sexta-feira, o Jornal Nacional expôs em cada edição uma emissora afiliada à Rede Globo. As emissoras regionais foram apresentadas unicamente a partir da atuação do seu telejornalismo local. A vinheta informava o número de profissionais que levam as notícias da região e do Jornal Nacional aos municípios envolvidos, também contabilizados. Em seqüência, destacava-se uma notícia produzida pelo noticiário local que ganhou evidência no Jornal Nacional em algum momento do passado. O material de análise deste trabalho é justamente as notícias destacadas como relevantes pelo Jornal Nacional e produzidas ou levantadas pelas emissoras regionais. Ao todo, foram 122 afiliadas anunciadas até o dia primeiro de setembro. Segundo o telejornal, a proposta foi a de homenagear as parceiras, entretanto, é evidente o interessa em exibir o alcance do Jornal Nacional em termos de materiais para a coleta de notícias e do aparato tecnológico de retransmissão das notícias aos mais diversos públicos. Para a identificação, ou não, do viés melodramático e da estética do espetáculo nos noticiários locais, a estrutura das notícias regionais e os critérios de noticiabilidade foram analisados. A temática e a existência de um conflito; a dramatização na narração; o apelo aos sentimentos e aos dramas dos indivíduos são características ponto de partida da observação. a) A temática e a existência de um conflito Dentre as treze notícias cobertas pelas tevês regionais e veiculadas como contribuições ao Jornal Nacional, apenas uma não foi construída a partir de uma história com a presença de um conflito: a notícia produzida pela TV Tocantins de Anápolis, Goiás, anuncia o batismo dos primeiros aviões do projeto Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia). Todas as outras, 92,3% das notícias, possuem fatos aonde se identifica a existência do conflito. Uma especificamente, além do conflito exposto, narra uma polêmica que em confronto com a opinião pública tende a gerar outro conflito. Trata-se da absolvição de um homem que matou a mulher (o conflito exposto) por um júri escolhido, por decisão do juiz, apenas por homens. Na cena, aparece o juiz, que diz: Enquanto eu fizer a revisão e presidir o tribunal do júri, as mulheres de Juiz de Fora não participarão de nossos julgamentos (um conflito latente). Em relação às escolhas temáticas, no universo das notícias regionais, nove (69,23%) podem ser enquadradas como notícias-dramas, uma vez que relatam assuntos que geram

10 comoção, assustam ou provocam terror. Como exemplo, a rede de pedofilia em nove estados em que o principal acusado pela polícia tinha, em casa, mais de 280 mil fotos pornográficas de crianças. b) A dramatização na narração Seu Mariano é seringueiro, Claire é jornalista da França. Pelo menos aqui, durante este julgamento, têm objetivos parecidos: saber o destino dos acusados de matar Chico Mendes, um dos maiores defensores da Amazônia. - Você confirma que praticou o homicídio ou nega? - Confirmo. A confissão de Darcy Alves Pereira no primeiro dia do julgamento foi uma surpresa O texto acima faz parte de uma produção da TV Acre que teve destaque no Jornal Nacional e compõe as dez, 76,92%, notícias que utilizam narração dramatizada. A dramatização das notícias observadas é efetivada pela estrutura textual, como no caso exemplificativo da TV Acre, e pelo destaque a assuntos singulares que rodeiam os acontecimentos, ou por ambos os recursos. O singular nos fatos como auxílio à dramatização na narração pode ser atestado na notícia sobre os reflexos da crise econômica, da IPCTV localizada em Tóquio: As empresas estão poupando os japoneses do desemprego. Preferem demitir os trabalhadores temporários e os estrangeiros, o que faz dos brasileiros que vivem no país as grandes vítimas da recessão japonesa. Muitos passaram a morar em abrigos improvisados. Outros, nas ruas. c) O apelo aos sentimentos e aos dramas dos indivíduos A aproximação entre o telespectador e os personagens que compõem a notícia se dá com a identificação de sensações. Para fazer a ponte entre os universos de quem é mediado e de quem assiste a mediação, os noticiários tendem a explorar os sentimentos e os dramas dos indivíduos. O interessante foi constatar que das treze notícias avaliadas, cinco ou 38,46% delas assumiram esta característica em seus conteúdos, como, por exemplo, a estruturação de um episódio noticiado pela TV Bahia, com a ajuda dos recursos da narração dramatizada:... ordem judicial para derrubar casas construídas num terreno invadido. Diante do desespero dos moradores, uma surpresa: Comovido, o tratorista se recusou a cumprir a ordem. O oficial de Justiça deu voz de prisão. Seu Hamilton tentou de novo, mas não teve coragem. Não foi para a cadeia, foi para o hospital, passando mal. 6. Considerações finais

11 Em dados gerais, 13 notícias regionais foram observadas. Destas, 12 foram estruturadas a partir da existência de um conflito; nove classificadas como notícias-dramas devido às escolhas temáticas; 10 utilizaram narração dramatizada; e cinco tenderam ao apelo aos sentimentos e dramas dos indivíduos. Afirma-se por fim que os traços do espetáculo norteiam os conteúdos informativos dos noticiários regionais, sendo estes delimitados ou estimulados pelas redes de televisão nacionais. Tal contexto do telejornalismo comercial brasileiro dificulta qualquer hipótese de um formato autônomo para a programação dos noticiários televisivos, mesmo se levando em conta que além da estética do espetáculo os jornais se apóiam a outros conceitos, como o grau de proximidade dos eventos com as preocupações do telespectador. 7. Bibliografia AMARAL, Márcia Franz. Oh, meu Deus! Manchetes e singularidades na matriz jornalística melodramática. ECO-PÓS- v.10, n.2, julho-dezembro 2007, pp Disponível em: Acesso em julho BAZI, Rogério Eduardo Rodrigues. A dramatização na construção das reportagens de televisão. Revista de Estudos de Jornalismo, n.2, vol: p.5-14, Campinas, BUCCI, Eugênio. A TV aos 50 criticando a televisão brasileira no seu cinqüentenário. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, COUTINHO, Iluska. Celebração no telejornalismo local: a festa de N.Sra. Aparecida na TV em Juiz de Fora. Texto apresentado ao GT7: Comunicação sonora e audiovisual IX Celecom (2005). Disponível em: Acesso em julho MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: Editora Senac, MARTINS, Nísia. Informação na tevê: a estética do espetáculo. In: DUARTE, Elizabeth Bastos & CASTRO, Maria Lília Dias de (orgs). Televisão: entre o mercado e a academia. Porto Alegre: Editora Sulina, 2006 RAMOS, Roberto José. Jornal Nacional: o código sensacionalista. Revista Famecos, n. 10: p , Porto Alegre, SOUZA, Carlos Aberto & WENZEL, Karine. A divulgação da violência no telejornal da TV Cultura: o tratamento dado ao tema por uma emissora educativa. Revista Comunicare, n. 2, vol. 8: p , 2008.

12 SODRÉ, Muniz. A máquina de narciso: televisão, indivíduo e poder no Brasil. São Paulo: Cortez, NOTAS 1. Gênero aqui é tido como uma forma reconhecida em que se classifica um produto da mídia. Para alguns autores, gênero é a televisão. Telejornais e telenovelas, por exemplo, seriam subgêneros. No entanto, o trabalho utiliza a forma mais recorrente na literatura. 2. O jornalista substituto do Jornal Nacional, Eraldo Pereira, não foi considerado na pesquisa.

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