Volume I SUMÁRIO. APRESENTAÇÃO, 11 Rapsódia amazônica de João Daniel Vicente Salles NOTA DO EDITOR, 37

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Volume I SUMÁRIO. APRESENTAÇÃO, 11 Rapsódia amazônica de João Daniel Vicente Salles NOTA DO EDITOR, 37"

Transcrição

1 SUMÁRIO Volume I APRESENTAÇÃO, 11 Rapsódia amazônica de João Daniel Vicente Salles NOTA DO EDITOR, 37 PARTE PRIMEIRA, Descrição geográfico-histórica do rio Amazonas, Descobrimento e navegação do Amazonas, Da causa e origem do seu nome, Notícia dos principais rios, que recebe, Dos rios que recebe o Amazonas da parte do sul, Prossegue-se a mesma matéria, Da pororoca, e algumas cousas notáveis do rio Amazonas, Da qualidade das suas águas, Do clima e saudáveis ares do Amazonas, De algumas cousas notáveis do rio Amazonas, Prossegue-se a mesma matéria das cousas notáveis do Amazonas, Das ilhas, lagos e penínsulas do grande Amazonas, Notícia de alguns lagos, Da mais excelente pescaria do rio Amazonas, Continua-se a mesma matéria dos anfíbios do rio Amazonas, Da ordinária pescaria do Amazonas, Da caça altília do rio Amazonas, Prossegue a mesma matéria, Divertimento da caça no rio Amazonas, Prossegue-se a mesma matéria, Continua a mesma matéria, Das pragas mais especiais do Amazonas, Da praga volátil do rio Amazonas, Prossegue-se a mesma matéria, Das sevandijas terrestres do Amazonas, 233

2 26. De outras pragas do Amazonas, Prossegue a mesma matéria das pragas do Amazonas, Das cobras do Amazonas, De alguns antídotos contra a praga das cobras, 257 PARTE SEGUNDA NOTÍCIA GERAL DOS ÍNDIOS SEUS NATURAIS, E DE ALGUMAS NAÇÕES EM PARTICULAR. DA SUA FÉ, COSTUMES, E DAS COUSAS MAIS NOTAVEIS DA SUA RUSTICIDADE, Notícia geral dos índios e seus naturais, Da sua criação e desprezo das riquezas, Prossegue-se a mesma matéria dos seus costumes, Notícia de alguns venenos mais notáveis da América, Da ingratidão dos índios, Prossegue-se a mesma matéria dos costumes dos índios, Do costume de comer carne humana, Da tropa de resgates, do seu primeiro intento, abuso, e como se desfez, Das guerras dos índios do rio Amazonas, Da lei dos índios do rio Amazonas, Continua-se a mesma matéria da sua religião, Continua-se a mesma matéria, Da grande habilidade e aptidão dos índios, De alguns outros costumes dos índios, Da grande fecundidade dos índios, Notícia de algumas nações em particular, Continua-se a mesma matéria, Prossegue-se a mesma matéria, Continua-se a mesma matéria, Da condição dos índios da América, Continua-se a notícia dos povoadores do rio Amazonas, 387 PARTE TERCEIRA DÁ NOTÍCIA DA SUA MUITA RIQUEZA NAS SUAS MINAS NOS SEUS MUITOS, E PRECIOSOS HAVERES, E NA MUITA FERTILIDADE DAS SUAS MARGENS, 403 TRATADO PRIMEIRO Das minas de ouro e prata, e diamantes da região amazônica, Dá notícia em geral dos seus muitos minerais, Da farinha de pão da América, Do trigo, e mais searas do Amazonas, Prossegue-se a mesma matéria das mais searas, e legumes, Dos mais excelentes frutos do Amazonas, Prossegue-se a mesma matéria, Continua a mesma matéria, Continua a mesma matéria, 461

3 Tratado Terceiro Da riqueza do Amazonas na preciosidade da sua madeira, Dos mais preciosos paus do grande rio Amazonas, De outras espécies de paus preciosos, Continua a mesma matéria da madeira mais notável do Amazonas, De algumas outras plantas notáveis, Continua a mesma notícia das plantas, De algumas ervas mais notáveis do Amazonas, 505 Tratado Quarto Das palmeiras da América, Palmeira dos cocos, 513 Tratado Quinto Do principal tesouro do rio Amazonas, Da multidão, variedade, e preciosidade dos seus haveres, Prosseguem-se os mais gêneros do Amazonas, De outros gêneros, e haveres do Amazonas, Prossegue-se a notícia dos mais preciosos haveres do Amazonas etc, Prossegue-se a mais notícia dos mais haveres, Prosseguem-se os mais gêneros do Amazonas, Apêndice de alguns haveres, que não lembraram, 575 Tratado Último Das tintas mais especiais do rio Amazonas, Da tinta azul anil, e outras, Das tintas roxa, preta, e outras espécies, 589 Volume II PARTE QUARTA DO TESOURO DESCOBERTO NO RIO AMAZONAS, Praxe da sua agricultura ao uso dos naturais índios, Da praxe, e da diversa agricultura que usam os naturais do rio Solimões, e toda a província de mainas, e do mais benefício que fazem nas roças, e searas já ditas té o tempo das suas colheitas, Dos engenhos de açúcar, e feitorias da aguardente, Notícia da especial fatura das embarcações do rio Amazonas, Das missões do Amazonas, modo de sua fundação, e praxe do seu governo, Do regime dos missionários nas missões do Amazonas, Viagem dos sertanejos para as colheitas do sertão, Da torna-viagem das canoas do sertão, Praxe das missões espanholas do rio Amazonas, Do método, que têm no Amazonas de pastorear os gados, Da indústria, de que usam os naturais do Amazonas na pescaria, 111

4 12. Praxe ordinária nos mercados do Amazonas, Da indústria, com que os índios tiram fogo, e fabricam a sua louça, 127 PARTE QUINTA DO TESOURO DESCOBERTO NO RIO AMAZONAS, 131 Em que se mostra um novo e fácil método da sua agricultura, o meio mais útil para extrair as suas riquezas e o modo mais breve para desfrutar os seus haveres para mais breve, e mais facilmente, se efetuar a sua povoação e comércio. Proêmio, 133 Tratado Primeiro Da praxe que se deve observar na agricultuta das terras incultas do Amazonas, Em que se expõem as providências precisas que deve haver para boa e precisa vivenda do Amazonas, Diferença das terras incultas do Amazonas às mais terras já cultivadas no mundo, As matas do Amazonas pedem diversa agricultura nas terras, Modo facílimo de cultivar a terra no Amazonas, O 2º emprego dos habitantes do Amazonas deve ser o fazer estáveis as suas terras, A agricultura praticada dá mais dano que proveito a seus moradores, Deve desterrar-se do Amazonas o cultivo da maniva e farinha-de-pau, Para bem dos moradores, e aumento do estado, se deve introduzir o uso do grão, Das mais searas, que se dão nas terras do Amazonas, De outras searas de milhos, que se podem cultivar no Amazonas, Das sementeiras do arroz no Amazonas, Que as conveniências destas searas são muito vantajosas às da farinha-de-pau, A causa da pobreza no Amazonas é o cultivo da maniva, Só com as searas da Europa pode haver fartura no Amazonas, Da precisa providência com que se devem prover os novos povoadores do Amazonas, Tirada a agricultura da maniva, de nenhuma utilidade são os escravos a seus senhores, Os escravos nos ultramares, e Amazonas, são tantos ladrões quantos escravos, 205 Tratado Segundo Da navegação, e serventia do rio Amazonas, Da praxe ordinária de navegar no rio Amazonas, Dos graves inconvenientes desta navegação e praxe dos habitantes do Amazonas, Que para o aumento dos estados do Amazonas lhes são necessários barcos comuns, Meio fácil para haver feiras, e mercados no Amazonas, Qual haja de ser a esquipação, ou equipagem destes barcos, Dá-se notícia de um novo, e utilíssimo método de navegar com facilidade, 233 Tratado Terceiro Das especiarias, e riquezas que produz nas suas matas o Amazonas, Do meio de extrair as riquezas do sertão, ou matas do Amazonas, Dos grandes inconvenientes que trazem consigo as canoas do sertão, Que as canoas do sertão no Amazonas são o maior estorvo dos seus aumentos, Apontam-se melhores meios para se haverem as riquezas do Amazonas, Método fácil para pôr em praxe esta economia, 257

5 6. Propõe-se o 2[º] meio de fazer hortenses as riquezas do sertão com os índios da repartição, Das vantagens desta economia às canoas do sertão, Modo prático de principiar um sítio, ou fazenda no Amazonas, 271 Tratado Quarto Da fatura das canoas, ou embarcações do Amazonas, Da praxe ordinária que usam na fatura das canoas, Dos muitos inconvenientes que tem esta praxe das canoas, De outro novo, e melhor método de construir as canoas do Amazonas, 285 Tratado Quinto Da pesca do Amazonas, Da pesca ordinária do rio Amazonas, Da providência que usam muitas nações na pescaria, Da providência que deve haver na pescaria do Amazonas, De outras providências necessárias à pescaria do Amazonas, 303 Tratado Sexto Das missões do Amazonas e seus estados, Das condições onerosas das missões do Amazonas, Da repartição dos índios aos seus missionários, Método fácil, e útil, para escusar os missionários os índios da repartição, De outras úteis economias, que se devem observar nas missões, Da língua que se deve falar nas missões do Amazonas, Que as escolas são o meio mais proporcionado para civilizar os índios, Quais devam ser os missionários dos índios, Que não convém aos regulares ser missionários dos índios, Que não convêm às missões clérigos com o governo temporal, De como devam haver os regulares obrigados às missões, De como se devem haver os regulares na direção temporal dos índios, Continua a mesma matéria, Sobre a conversão e descimentos dos índios salvages, Que se devem proibir os contratos com os salvages, 383 Tratado Sétimo Especial método de aumentar o estado do Amazonas, Modo fácil de erigir várias povoações no rio Amazonas, De outros modos fáceis de povoar as terras do Amazonas, Das paragens, em que primeiro se deve povoar o Amazonas, Das condições que devem ter as povoações do Amazonas, 407 Tratado Oitavo De algumas mecânicas, e indústrias necessárias aos habitantes do Amazonas, Do modo de livrar do orgulho, e conservar os milhos, cacau, e mais grãos, Indústria de preservar as plantas da praga das formigas, e gafanhotos, Da preparação do chá, café, e algodão e chitas, 421

6 PARTE QUINTA MANUSCRITO DE ÉVORA, 423 Contém um novo método para a sua agricultura; utilíssima praxe para a sua povoação, navegação, aumento, e comércio, assim dos índios, como europeus. Dá-se notícia da obra, De dous requesitos, ou meios necessários para a povoação e aumento do rio Amazonas, De uma nova praxe para a cultura da maniva, Da providência, com que se hão de prover de operários os do Amazonas, Do modo mais fácil, e próprio de se aumentarem as preciosas riquezas do Amazonas com grande conveniência não só aos particulares, mas de todo o seu estado, Do mais fácil método de povoar o rio Amazonas, De alguns avisos importantes aos novos povoadores, Das paragens que primeiro se devem povoar no Amazonas, Curiosa disposição dos sítios do Amazonas, De melhor método para a fatura das canoas do Amazonas, Providência necessária e utilíssima para a navegação do Amazonas, Modo fácil para se poderem praticar os mercados no rio Amazonas, Da providência necessária na pesca do Amazonas, 535 PARTE SEXTA MANUSCRITO DE ÉVORA, 543 Contém inventos úteis, e curiosos para a melhor navegação fazendo prósperos todos os ventos ainda os mais ponteiros, e contrários. e para fazer nas calmarpas boa vpagem. Com nova pnvenção de represar as marés, para moerem fábricas e engenhos de moto contínuo. acrescem algumas outras idéias de engenhos manuais para serrar madeira, fazer açúcar, e muitos outros não menos curiosos que úteis à vida humana, 545 Antilóquio, Do primeiro invento de fazer prósperos a toda a navegação, todos os ventos e converter ainda os mais contrários em próspera bonança, Sobre a mesma matéria do primeiro invento, Invento segundo para navegar nas calmarias, De algumas outras advertências sobre a navegação, Do terceiro invento de represar as marés para fazer moto contínuo, Dá-se notícia de uma fábrica para moer grão com o novo invento das marés, Segunda fábrica, ou engenho de açúcar de moto contínuo, Engenho de madeira a impulso das marés com moto perpétuo, De alguns outros engenhos curiosos com rodas de nova invenção, Engenho de açúcar por multiplicação, Notícia de um curioso engenho de madeira portátil, Dos outros três modos de serrar madeira com engenho portátil, De algumas outras curiosidades sobre as mesmas. e outras úteis matérias, Notícia de algumas bombas, e aquedutos para o rio Amazonas, 619

A Formação do Território Brasileiro.

A Formação do Território Brasileiro. A Formação do Território Brasileiro. A primeira fronteira do Brasil Fernando e Isabel 1492 - Colombo 1493 papa Alexandre VI (espanhol) editou a Bula Inter Coetera 1494 - Tratado de Tordesilhas. 1530 no

Leia mais

Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE

Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE HISTÓRIA Escola: Nome: Data: / / Turma: Pedro Álvares Cabral foi o comandante da primeira expedição portuguesa que chegou ao território que mais tarde receberia o nome

Leia mais

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 7

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 7 Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 7 Unidade 7 Nome: Data: 1. Leia o trecho a seguir e faça o que se pede. Depois de estabelecer colônias na África e chegar à Índia e à América, os navegadores

Leia mais

EXPANSÃO TERRITORIAL DO BRASIL O QUE ERAM AS ENTRADAS E BANDEIRAS?

EXPANSÃO TERRITORIAL DO BRASIL O QUE ERAM AS ENTRADAS E BANDEIRAS? EXPANSÃO TERRITORIAL DO BRASIL Foi a conquista e ocupação do interior do território, além dos limites do Tratado de Tordesilhas. Essa expansão foi responsável pela extensão territorial do Brasil de hoje.

Leia mais

. a d iza r to u a ia p ó C II

. a d iza r to u a ia p ó C II II Sugestões de avaliação Geografia 7 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Complete o quadro com as características dos tipos de clima da região Nordeste. Tipo de clima Área de ocorrência Características

Leia mais

EXPANSÃO TERRITORIAL DO BRASIL

EXPANSÃO TERRITORIAL DO BRASIL EXPANSÃO TERRITORIAL DO BRASIL Foi a conquista e ocupação do interior do território, além dos limites do Tratado de Tordesilhas. Essa expansão foi responsável pela extensão territorial do Brasil de hoje.

Leia mais

Viagem ao rio Arapiuns - 05 dias Santarém, Pará, Amazônia 2010

Viagem ao rio Arapiuns - 05 dias Santarém, Pará, Amazônia 2010 Viagem ao rio Arapiuns - 05 dias Santarém, Pará, Amazônia 2010 1º dia, Santarém - Anã café da manhã no barco saída de Santarém as 06:30, em direção a comunidade de Anã (de 3 a 4 horas de navegação) chegada

Leia mais

A expansão da América Portuguesa

A expansão da América Portuguesa 8 ANO A/B RESUMO DA UNIDADE 1 DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFESSORA: SUELEM *Os índios no Brasil A expansão da América Portuguesa Violência contra os povos indígenas; - Doenças, trabalho forçado; - Foram obrigados

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar 1º Período UNIDADE 1 A aventura de navegar Produtos valiosos Navegar em busca de riquezas Viagens espanholas Viagens portuguesas Ampliação O dia a dia dos marinheiros Conhecer as primeiras especiarias

Leia mais

Câmara Municipal de São Paulo

Câmara Municipal de São Paulo DISCURSO PROFERIDO PELO VEREADOR NATALINI NA 216ª SESSÃO ORDINARIA, REALIZADA EM 17/02/11 GRANDE EXPEDIENTE O SR. NATALINI (PSDB) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Vereadores, telespectadores da TV Câmara,

Leia mais

Energia e Desenvolvimento Sustentável:

Energia e Desenvolvimento Sustentável: Energia e Desenvolvimento Sustentável: Encruzilhadas da Era Moderna José Felipe Ribeiro Embrapa DE-TDAS Energia e Envolvimento Sustentável: Encruzilhadas da Era Moderna José Felipe Ribeiro Embrapa SEDE

Leia mais

MINERAÇÃO NO BRASIL A DESCOBERTA E EXPLORAÇÃO DO OURO E DO DIAMANTE

MINERAÇÃO NO BRASIL A DESCOBERTA E EXPLORAÇÃO DO OURO E DO DIAMANTE A DESCOBERTA E EXPLORAÇÃO DO OURO E DO DIAMANTE O início da mineração no Brasil; Mudanças sociais e econômicas; Atuação da Coroa portuguesa na região mineira; Revoltas ocorridas pela exploração aurífera;

Leia mais

Colégio Marista São José Montes Claros MG Prof. Sebastião Abiceu 7º ano

Colégio Marista São José Montes Claros MG Prof. Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros MG Prof. Sebastião Abiceu 7º ano 1. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PERÍODO COLONIAL Colônia de exploração (fornecimento de gêneros inexistentes na Europa). Monocultura.

Leia mais

MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA

MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA 1 Finalidade O setor Agropecuário é, e sempre foi, fundamental para a economia Brasileira, porém está sujeito aos riscos de produção por intempéries da Natureza

Leia mais

A história do açúcar

A história do açúcar A história do açúcar Século VI a.c. O berço de uma cana muito doce Antes de existir o açúcar, tal como o conhecemos hoje, existiam apenas duas fontes de sabor doce no mundo: o mel e a cana-de-açúcar. No

Leia mais

AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Prof.Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Faculdade de Engenharia de Sorocaba Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento

Leia mais

História do Brasil Colônia. Profª Maria Auxiliadora

História do Brasil Colônia. Profª Maria Auxiliadora História do Brasil Colônia Profª Maria Auxiliadora O PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500 1530) Pau-Brasil Extrativismo Vegetal Fabricação de tintura para tecidos. Exploração nômade e predatória. Escambo com índios.

Leia mais

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Unidade 8 Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Ciclos Biogeoquímicos Os elementos químicos constituem todas as substâncias encontradas em nosso planeta. Existem mais de 100 elementos químicos,

Leia mais

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas:

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas: O que são rochas? Usamos rochas para tantos fins em nosso dia-a-dia sem nos preocupar com sua origem que esses materiais parecem ter sempre existido na natureza para atender as necessidades da humanidade.

Leia mais

1 O número concreto. Como surgiu o número? Contando objetos com outros objetos Construindo o conceito de número

1 O número concreto. Como surgiu o número? Contando objetos com outros objetos Construindo o conceito de número Página 1 de 5 1 O número concreto Como surgiu o número? Contando objetos com outros objetos Construindo o conceito de número Como surgiu o número? Alguma vez você parou para pensar nisso? Certamente você

Leia mais

2005-2015 - A Década da ONU Água para a vida

2005-2015 - A Década da ONU Água para a vida THE GAIA-MOVEMENT TRUST LIVING EARTH GREEN WORLD ACTION O Movimento GAIA Março 2005 THE GAIA-MOVEMENT TRUST LIVING EARTH GREEN WORLD ACTION 2005-2015 - A Década da ONU Água para a vida Água para os Ecosistemas

Leia mais

6ª 10 4/out/11 HISTÓRIA 4º. Valor: 80

6ª 10 4/out/11 HISTÓRIA 4º. Valor: 80 6ª 10 4/out/11 HISTÓRIA 4º Valor: 80 1. A invasão holandesa no Nordeste brasileiro, ao longo do século XVII, está relacionada com a exploração de um produto trazido para o Brasil pelos portugueses. Que

Leia mais

O Código Florestal e a contribuição dos trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento

O Código Florestal e a contribuição dos trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento O Código Florestal e a contribuição dos trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento agropecuário Vicente Almeida Presidente do SINPAF O que é o SINPAF? É o Sindicato Nacional que representa os trabalhadores

Leia mais

Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Ano de 2013

Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Ano de 2013 Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Ano de 2013 No ano de 2013, as exportações 1 do Estado de São Paulo somaram US$ 56,32 bilhões (23,3% do total nacional), e as importações 2,

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO QUESTÕES

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO QUESTÕES 9º Química Marli Av. Mensal 22/05/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta prova contém

Leia mais

Do altiplano à floresta

Do altiplano à floresta A U A UL LA Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Do altiplano à floresta Nesta aula estudaremos a América Andina, cuja identidade econômica e cultural é definidada pela presença da cordilheira dos Andes.

Leia mais

ALIMENTOS REGIONAIS BRASILEIROS. Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição CGAN / DAB / SAS Ministério da Saúde

ALIMENTOS REGIONAIS BRASILEIROS. Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição CGAN / DAB / SAS Ministério da Saúde ALIMENTOS REGIONAIS BRASILEIROS Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição CGAN / DAB / SAS Ministério da Saúde Diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição Organização da Atenção Nutricional

Leia mais

Passeios Amazon Explorers

Passeios Amazon Explorers Passeios Amazon Explorers Para os passeios de um dia, sem pernoite, lhe oferecemos a seguinte variedade, cada um com suas especificidades, que lhe proporcionam experiências diferentes e inesquecíveis,

Leia mais

FLORESTA AMAZÔNICA F 5 M A 2

FLORESTA AMAZÔNICA F 5 M A 2 FLORESTA AMAZÔNICA F 5 M A 2 Editora F-5MA2 Rua Floriano Peixoto Santos, 55 Morumbi CEP 05658-080 São Paulo - SP Tel.: (11) 3749 3250 Apresentação A população crescendo, florestas sumindo, calor aumentando,

Leia mais

Nº 06. sistema agroflorestal

Nº 06. sistema agroflorestal EMEIO AMBIENT Nº 06 sistema agroflorestal Em uma sala de aula na zona rural... Bom dia! Bom dia, professor! Hoje vamos falar sobre o futuro do planeta! O senhor disse que iríamos estudar agricultura e

Leia mais

Texto complementar a concepção de pessoa e de história, escrito com a mesma finalidade.

Texto complementar a concepção de pessoa e de história, escrito com a mesma finalidade. PROPOSTA DE EDUCAÇÃO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PEADS CONCEPÇÃO DE MUNDO E NATUREZA Texto complementar a concepção de pessoa e de história, escrito com a mesma finalidade. Como a concepção

Leia mais

GEOGRAFIA. Prof. Daniel San. daniel.san@lasalle.org.br

GEOGRAFIA. Prof. Daniel San. daniel.san@lasalle.org.br GEOGRAFIA Prof. Daniel San daniel.san@lasalle.org.br Porto Alegres GEOGRAFIA AGRÁRIA PÁG. 117 a 129 do livro. 375 a 388 Em 1970, a revolução verde foi um verdadeiro boom na produção de alimentos. Hoje,

Leia mais

A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO

A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO ÁREA ESCOLA HISTÓRIA 1992/1993 MEMÓRIAS DOS ALUNOS E PROFESSORES DO 7º ANO QUE ESTIVERAM ENVOLVIDOS NO PROJECTO A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO INDICE 1 PROJECTO 2 TEXTO MOTIVAÇÃO 3 SOCIEDADES RECOLECTORAS

Leia mais

Tipos de Sistema de Produção

Tipos de Sistema de Produção Tipos de Sistema de Produção Os sistemas de cultura dominantes conjunto de plantas cultivadas, forma como estas se associam e técnicas utilizadas no seu cultivo apresentam grandes contrastes entre o Norte

Leia mais

importantes biomas Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal, Serrado, rios, mares, e outros. Riqueza que continua a chamar atenção do mundo, dando

importantes biomas Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal, Serrado, rios, mares, e outros. Riqueza que continua a chamar atenção do mundo, dando Reveste-se de valor incalculável a ação conjunta do Governo Federal, ONGs e cientistas nacionais e internacionais com objetivo de identificar e digitalizar o acervo biológico nacional. Como resultado,

Leia mais

Tarifas ( diárias ) válidas de domingo a quinta feira, incluindo café da manhã, Exceto Feriados Nacionais e Alta Temporada

Tarifas ( diárias ) válidas de domingo a quinta feira, incluindo café da manhã, Exceto Feriados Nacionais e Alta Temporada - BAIXA TEMPORADA - Obrigada pelo seu interesse no Rio do Rastro Eco Resort. Será um imenso prazer recebê-la em "nossa casa"! Em anexo descritivo de atividades. Estamos localizados no alto do Planalto

Leia mais

Que ambiente é esse?

Que ambiente é esse? A U A UL LA Que ambiente é esse? Atenção Leia o texto abaixo: (...) Florestas bem verdes, cortadas por rios, lagos e corixos. Planícies extensas, que se unem ao horizonte amplo, cenário para revoadas de

Leia mais

HISTÓRIA PRÉ-HISTÓRIA

HISTÓRIA PRÉ-HISTÓRIA Grupo 1 Universo A Pré-História Professor Carlos HISTÓRIA PRÉ-HISTÓRIA Para começarmos é importante saber como os historiadores conceituam a Pré-História: A Pré-História é conceituada como o período que

Leia mais

GEOGRAFIA / 2º ANO PROF. SÉRGIO RICARDO

GEOGRAFIA / 2º ANO PROF. SÉRGIO RICARDO GEOGRAFIA / 2º ANO PROF. SÉRGIO RICARDO BRASIL 1) Aspectos Gerais: Território: 8 547 403 Km 2. 5 0 maior país do mundo em extensão e população. País continental devido a sua dimensão territorial. Ocupa

Leia mais

2- (0,5) O acúmulo de lixo é um grave problema dos ambientes urbanos. Sobre o lixo responda: a) Quais são os principais destino do lixo?

2- (0,5) O acúmulo de lixo é um grave problema dos ambientes urbanos. Sobre o lixo responda: a) Quais são os principais destino do lixo? Data: /11/2014 Bimestre: 4 Nome: 7 ANO Nº Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Valor da Prova / Atividade: 2,0 (DOIS) Nota: GRUPO 9 1- (0,5) Sobre o ecossistema da caatinga do sertão do Nordeste, responda.

Leia mais

A Economia da América Latina

A Economia da América Latina A Economia da América Latina adsense1 Agricultura A agricultura de subsistência era a principal atividade econômica dos povos originais da América Latina, Essa atividade era complementada pela caça, pela

Leia mais

APARECIDA DE GOIÂNIA, DE DE 2016

APARECIDA DE GOIÂNIA, DE DE 2016 APARECIDA DE GOIÂNIA, DE DE 2016 ALUNO(A) : SÉRIE: 6º ano TURNO: Matutino PROFESSOR(A): Lindinaldo Torres Lista de Ciências 1º Bimestre Questão 1- A devastação da Mata Atlântica teve início quando: Data

Leia mais

A atividade agrícola e o espaço agrário. Prof. Bruno Batista

A atividade agrícola e o espaço agrário. Prof. Bruno Batista A atividade agrícola e o espaço agrário Prof. Bruno Batista A agropecuária É uma atividade primária; É obtida de forma muito heterogênea no mundo países desenvolvidos com agricultura moderna, e países

Leia mais

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer CAUSAS: Acirramento da concorrência comercial entre as potências coloniais; Crise das lavouras de cana; Estagnação da economia portuguesa na segunda metade do século XVII; Necessidade de encontrar metais

Leia mais

QUADRO DO SETOR ALIMENTAR EM SANTA CATARINA 1. PANORAMA DO SETOR DE ALIMENTOS EM SANTA CATARINA

QUADRO DO SETOR ALIMENTAR EM SANTA CATARINA 1. PANORAMA DO SETOR DE ALIMENTOS EM SANTA CATARINA Câmara Italiana de Comércio e Indústria de Santa Catarina (Órgão reconhecido pelo Governo Italiano Decreto Mise29/7/2009) Tel.: +55 48 3027 2710 / Fax: +55 48 3222 2898 www.brasileitalia.com.br info@brasileitalia.com.br

Leia mais

O TERRITÓRIO BRASILEIRO. 6. Fronteiras Terrestres

O TERRITÓRIO BRASILEIRO. 6. Fronteiras Terrestres O TERRITÓRIO BRASILEIRO 6. Fronteiras Terrestres Até o começo do século XVII, os colonizadores se concentraram em cidades fundadas na região litorânea do Brasil, principalmente no Nordeste. A principal

Leia mais

0,39 0,98. Apêndice 1 APÊNDICES. 1- Imagine que você vai à feira comprar algumas frutas e legumes. MILHO VERDE BAND.

0,39 0,98. Apêndice 1 APÊNDICES. 1- Imagine que você vai à feira comprar algumas frutas e legumes. MILHO VERDE BAND. APÊNDICES Apêndice 1 Sondagem Nome: RGA: Data: 1- Imagine que você vai à feira comprar algumas frutas e legumes. MILHO VERDE BAND. LIMÃO TAITI KG 0,39 0,98 2 kg (quilos) de uva Itália; 1 kg (quilos) de

Leia mais

O homem transforma o ambiente

O homem transforma o ambiente Acesse: http://fuvestibular.com.br/ O homem transforma o ambiente Vimos até agora que não dá para falar em ambiente sem considerar a ação do homem. Nesta aula estudaremos de que modo as atividades humanas

Leia mais

Plano Anual Curricular Estudo do Meio - 1º Ciclo -

Plano Anual Curricular Estudo do Meio - 1º Ciclo - Plano Anual Curricular Estudo do Meio - 1º Ciclo - Estudo do Meio 1º Ano 1º Período 2º Período 3º Período À descoberta de si mesmo - A sua identificação Conhecer a sua identificação Conhecer o seu nome

Leia mais

DIREITO AMBIENTAL NA LEGISLAÇÃO

DIREITO AMBIENTAL NA LEGISLAÇÃO DIREITO AMBIENTAL NA LEGISLAÇÃO FUNDAMENTOS DE DIREITO AMBIENTAL LEGISLAÇÃO NACIONAL Didaticamente podemos dividir o estudo do Direito em duas grandes áreas: o público e o privado. No direito público tratamos

Leia mais

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo Mineração e a Crise do Sistema Colonial Prof. Osvaldo Mineração No final do século XVII, os bandeirantes encontraram ouro na região de Minas Gerais Grande parte do ouro extraído era de aluvião, ou seja,

Leia mais

Nome: 5º ano (4ª série): AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES DO CONTEÚDO DO GRUPO V 2º BIMESTRE PERÍODO DA TARDE

Nome: 5º ano (4ª série): AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES DO CONTEÚDO DO GRUPO V 2º BIMESTRE PERÍODO DA TARDE Vila Velha, de de 01. Nome: 5º ano (4ª série): AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES DO CONTEÚDO DO GRUPO V º BIMESTRE PERÍODO DA TARDE Eixo temático: Sabor de tradição regional Total de pontos Média Pontos obtidos

Leia mais

PEP/2011 1ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO HISTÓRIA 1ª QUESTÃO

PEP/2011 1ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO HISTÓRIA 1ª QUESTÃO PEP/2011 1ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO 1ª QUESTÃO Analisar a atuação das Entradas e Bandeiras entre os séculos XVI e XVIII na expansão do território da América Portuguesa, concluindo

Leia mais

Conteúdo: Aula 1: A América antes de Colombo As primeiras civilizações da Mesoamérica Aula 2: Os Maias Os Astecas Os Incas FORTALECENDO SABERES

Conteúdo: Aula 1: A América antes de Colombo As primeiras civilizações da Mesoamérica Aula 2: Os Maias Os Astecas Os Incas FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA INTERATIVA I Conteúdo: Aula 1: A América antes de Colombo As primeiras civilizações da Mesoamérica Aula 2: Os Maias Os Astecas Os Incas CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO

Leia mais

Intervalo dirigido com experimentos e o ensino de modelos atômicos.

Intervalo dirigido com experimentos e o ensino de modelos atômicos. Intervalo dirigido com experimentos e o ensino de modelos atômicos. Ana Paula Scheeren¹*(IC), Angélica Schossler¹ (IC), Vânia Beatriz Dreyer¹ (IC), Andréia Spessato De Maman¹ (PQ), Jane Herber¹(PQ) * apscheeren@univates.br

Leia mais

DESPERDÍCIO - Gaivotas disputam peixes jogados ao mar por barco britânico em 2013: a pesca superou a cota fixada pela União Europeia

DESPERDÍCIO - Gaivotas disputam peixes jogados ao mar por barco britânico em 2013: a pesca superou a cota fixada pela União Europeia 1 de 5 31/01/2014 23:42 Aumentar a fonte Diminuir a fonte BIODIVERSIDADE Martha San Juan França DESPERDÍCIO - Gaivotas disputam peixes jogados ao mar por barco britânico em 2013: a pesca superou a cota

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE O MAR TERRITORIAL E A ZONA CONTÍGUA. Os Estados partes na presente Convenção acordaram nas disposições seguintes:

CONVENÇÃO SOBRE O MAR TERRITORIAL E A ZONA CONTÍGUA. Os Estados partes na presente Convenção acordaram nas disposições seguintes: Decreto-Lei n.º 44490 Convenção sobre o mar territorial e a zona contígua, aprovada na 1.ª Conferência de Direito do Mar, realizada em Genebra em 1958, e assinados em 28 de Outubro do mesmo ano Usando

Leia mais

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) PORTUGAL -Atinge as Índias contornando

Leia mais

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente 7. o ANO FUNDAMENTAL Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Tempo, espaço, fontes históricas e representações cartográficas

Leia mais

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Região Norte 1. Qual a diferença entre região Norte, Amazônia Legal e Amazônia Internacional? A região Norte é um conjunto de 7 estados e estes estados

Leia mais

ÁREA: RESENHA CRÍTICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA UESB PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS PET ECONOMIA UESB

ÁREA: RESENHA CRÍTICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA UESB PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS PET ECONOMIA UESB UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA UESB PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS PET ECONOMIA UESB Tutor: Gildásio Santana Júnior Bolsista: Iago Fernandes Botelho e Silva Resenha da

Leia mais

A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL

A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL A Expansão do território brasileiro deu-se com a ocupação decorrente da prática de várias atividades econômicas. Nordeste: pau-brasil e a cultivo de cana-de-açúcar; Norte:

Leia mais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Sou apenas uma rua na cidadezinha de Minas. Cruz da Igreja de N. Sra do Carmo Ouro Preto Minas há muitas. Provavelmente a Minas que mais nos fascina

Leia mais

Expansão Territorial séc. XVII-XVIII

Expansão Territorial séc. XVII-XVIII BRASIL COLÔNIA Expansão Territorial séc. XVII-XVIII No período da União Ibérica, a Linha de Tordesilhas ficou sem efeito, permitindo um avanço do território brasileiro rumo ao interior. Duas formas básicas

Leia mais

BRASIL COLÔNIA (1500-1822) A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL

BRASIL COLÔNIA (1500-1822) A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL 1 - O CICLO DO AÇÚCAR Séc. XVI e XVII (auge). Nordeste (BA e PE). Litoral. Solo e clima favoráveis. Experiência de cultivo (Açores, Cabo Verde e Madeira). Mercado consumidor.

Leia mais

AULA 2 O IMPACTO AMBIENTAL

AULA 2 O IMPACTO AMBIENTAL AULA 2 O IMPACTO AMBIENTAL Introdução À medida que o tempo passou, os seres humanos transformaram o meio ambiente onde viviam. Hoje, o planeta está muito diferente da época do Príncipe Solo. Na época da

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE 2014/ GEOGRAFIA/ PROF.IRINO /7º ANO

EXERCÍCIOS ON LINE 2014/ GEOGRAFIA/ PROF.IRINO /7º ANO EXERCÍCIOS ON LINE 2014/ GEOGRAFIA/ PROF.IRINO /7º ANO 1- Assinale a alternativa correta. A linha imaginária considerada o marco 0 dos fusos horários é: a) Linha do Equador b) Trópico de Capricórnio c)

Leia mais

Mata Atlântica, a Serra Viva,

Mata Atlântica, a Serra Viva, O livro de arte Mata Atlântica, a Serra Viva, tem por objetivo retratar o tipo humano, pessoas que pertencentes as comunidades remanescentes - Caiçaras e Quilombolas - existentes na Serra do Mar, buscando

Leia mais

O NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO E SEUS IMPACTOS NA INDÚSTRIA FLORESTAL GLOBAL. Eng. Florestal Msc. Dr. Joésio D. P. Siqueira

O NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO E SEUS IMPACTOS NA INDÚSTRIA FLORESTAL GLOBAL. Eng. Florestal Msc. Dr. Joésio D. P. Siqueira O NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO E SEUS IMPACTOS NA INDÚSTRIA FLORESTAL GLOBAL Eng. Florestal Msc. Dr. Joésio D. P. Siqueira Vice-Presidente da STCP Engenharia de Projetos Ltda São Paulo, 27 de Março

Leia mais

AULA 2 O IMPACTO AMBIENTAL

AULA 2 O IMPACTO AMBIENTAL AULA 2 O IMPACTO AMBIENTAL Introdução O progresso maltratou a natureza. Os lugares visitados pelo Príncipe Solo não eram mais ou mesmos. No lugar de florestas, plantações e no lugar de planícies, cidades.

Leia mais

AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO DE FEIJÃO. Agostinho Dirceu Didonet Pesq. Embrapa Arroz e Feijão didonet@cnpaf.embrapa.br

AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO DE FEIJÃO. Agostinho Dirceu Didonet Pesq. Embrapa Arroz e Feijão didonet@cnpaf.embrapa.br AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO DE FEIJÃO Agostinho Dirceu Didonet Pesq. Embrapa Arroz e Feijão didonet@cnpaf.embrapa.br Feijão no agroecossistema? Sistema de produção para o feijoeiro? Manejo funcional da agrobiodiversidade

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES COLÉGIO ARNALDO 2014 CADERNO DE ATIVIDADES HISTÓRIA Aluno (a): 5º ano Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos CONTEÚDOS As fontes históricas Patrimônios históricos Da extração à plantação do pau-brasil

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA. Profa. Dra. Therezinha de Jesus Pinto Fraxe Coordenadora do Núcleo de Socioeconomia

SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA. Profa. Dra. Therezinha de Jesus Pinto Fraxe Coordenadora do Núcleo de Socioeconomia SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA Profa. Dra. Therezinha de Jesus Pinto Fraxe Coordenadora do Núcleo de Socioeconomia Introdução A formação social amazônica foi fundamentada historicamente em tipos variados

Leia mais

Agora é só com você. Geografia - 131

Agora é só com você. Geografia - 131 Geografia - 131 3 Complete: O espaço da sala de aula é um domínio delimitado por um(a)..., que é sua fronteira. Ainda em grupo faça o seguinte: usando objetos como lápis, palitos, folhas e outros, delimite

Leia mais

Conteúdo: Navegadores e comerciantes Sociedade e costumes APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES

Conteúdo: Navegadores e comerciantes Sociedade e costumes APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES A Conteúdo: Navegadores e comerciantes Sociedade e costumes A Habilidades: Compreender a organização política e administrativa da sociedade fenícia Identificar alguns elementos próprios da cultura fenícia

Leia mais

Guia do Professor 2014/2015. Faça do Zoo Santo Inácio a sua sala de aula!!!

Guia do Professor 2014/2015. Faça do Zoo Santo Inácio a sua sala de aula!!! Guia do Professor 2014/2015 Faça do Zoo Santo Inácio a sua sala de aula!!! A 10 minutos do Porto, mais precisamente em Vila Nova de Gaia, situa-se o Zoo Santo Inácio, o maior e mais verde parque zoológico

Leia mais

Ateliers de Verão Câmara Municipal do Barreiro

Ateliers de Verão Câmara Municipal do Barreiro Programação de Actividades Julho 02 (4ª) 15h00 Edifício Américo Marinho Hum! Hum! Hum! Que delícia!, sessão I 04 (6ª) 15h00 Auditório Municipal Augusto Cabrita Atelier de Movimento, sessão I 07 (2ª) 15h00

Leia mais

Unidade 5 Reino das plantas

Unidade 5 Reino das plantas Sugestões de atividades Unidade 5 Reino das plantas 7 CIÊNCIAS 1 Classificação das plantas 1. Relacione cada grupo de plantas com sua respectiva descrição. briófitas Grupo de plantas que têm flores, órgão

Leia mais

MEIO AMBIENTE - AS 17 LEIS AMBIENTAIS DO BRASIL A legislação ambiental brasileira é uma das mais completas do mundo. Apesar de não serem cumpridas da

MEIO AMBIENTE - AS 17 LEIS AMBIENTAIS DO BRASIL A legislação ambiental brasileira é uma das mais completas do mundo. Apesar de não serem cumpridas da MEIO AMBIENTE - AS 17 LEIS AMBIENTAIS DO BRASIL A legislação ambiental brasileira é uma das mais completas do mundo. Apesar de não serem cumpridas da maneira adequada, as 17 leis ambientais mais importantes

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS - IFSULDEMINAS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS - IFSULDEMINAS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS - IFSULDEMINAS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO Regulamento 2ª Olimpíada Brasileira de Agropecuária OBAP 1.

Leia mais

WOOD BRIQUETE BIOBRIQUETE BAGAÇO CANA BIOBRIQUETE CASCA CAFÉ

WOOD BRIQUETE BIOBRIQUETE BAGAÇO CANA BIOBRIQUETE CASCA CAFÉ WOOD BRIQUETE BIOBRIQUETE BAGAÇO CANA BIOBRIQUETE CASCA CAFÉ A solução para a questão vai incluir uma mudança substancial em relação ao modelo de produção, consumo e desenvolvimento. Para isso, será necessário

Leia mais

ATIVIDADES DE ESTUDOS SOCIAIS 3ª S SÉRIES A-B-C-D

ATIVIDADES DE ESTUDOS SOCIAIS 3ª S SÉRIES A-B-C-D Nome: n.º 3ª série Barueri, / / 2009 Disciplina: ESTUDOS SOCIAIS 2ª POSTAGEM ATIVIDADES DE ESTUDOS SOCIAIS 3ª S SÉRIES A-B-C-D QUEM DESCOBRIU O BRASIL? Foi Pedro Álvares Cabral no dia 22 de abril de 1500!

Leia mais

HISTÓRIA AMBIENTAL E OS CONTEÚDOS CURRICULARES DE HISTÓRIA NO CARIRI CEARENSE

HISTÓRIA AMBIENTAL E OS CONTEÚDOS CURRICULARES DE HISTÓRIA NO CARIRI CEARENSE HISTÓRIA AMBIENTAL E OS CONTEÚDOS CURRICULARES DE HISTÓRIA NO CARIRI CEARENSE Marilyn Ferreira Machado ¹ ; Daniela Márcia Medina Pereira². ¹Graduanda do curso de Licenciatura em História pela URCA. marilynferreira@hotmail.com

Leia mais

IMPORTÂNCIA DAS FLORESTAS

IMPORTÂNCIA DAS FLORESTAS ÍNDICE O que é? Importância das florestas; Taxa de Desflorestação Anual; Processo de Desflorestação; Cobertura Florestal no Mundo; Áreas Florestais no Mundo mais ameaçadas; Consequências; Soluções; Curiosidades;

Leia mais

A lenda do café. Revista 24 horas, 28 de Julho de 2006 (excertos)

A lenda do café. Revista 24 horas, 28 de Julho de 2006 (excertos) A lenda do café Revista 24 horas, 28 de Julho de 2006 (excertos) Provavelmente já se questionou como é que o café foi descoberto. A história parece ser universal, já que tudo aponta para a Lenda de Kaldi,

Leia mais

Regimes de Produção e Produção Conjunta

Regimes de Produção e Produção Conjunta 1 Departamento de Contabilidade AULA TEÓRICA 5 Regimes de Produção e Produção Conjunta CONTABILIDADE DE GESTÃO I Gestão Finanças e Contabilidade GIL 2014/2015 2º semestre Aula Teórica 5 2 Objetivos da

Leia mais

Lisboa e Espanha - 12 noites/13 dias Excursão com Guia - Somente Terrestre

Lisboa e Espanha - 12 noites/13 dias Excursão com Guia - Somente Terrestre Lisboa e Espanha - 12 noites/13 dias Excursão com Guia - Somente Terrestre Pacote Inclui: - Serviço Assistência Telefônica 24 HORAS - Ônibus turístico. - Guia acompanhante em espanhol - Traslados de Chegada

Leia mais

Região Norte e Amazônia não são sinônimos

Região Norte e Amazônia não são sinônimos REGIÃO NORTE Região Norte e Amazônia não são sinônimos Não existe uma Amazônia, e, sim, várias. Amazônia Internacional: região natural coberta pela floresta Amazônica, que se estende por alguns países

Leia mais

Águas subterrâneas, poços tubulares e o saneamento brasileiro

Águas subterrâneas, poços tubulares e o saneamento brasileiro Águas subterrâneas, poços tubulares e o saneamento brasileiro Dr. Ricardo Hirata CEPAS Vice-Diretor Instituto de Geociências Universidade de São Paulo Imagine se uma grande maldição se abatesse sobre o

Leia mais

2ª FASE Prof.ª JEANNE ARAÚJO E SILVA

2ª FASE Prof.ª JEANNE ARAÚJO E SILVA 2ª FASE Prof.ª JEANNE ARAÚJO E SILVA 4º BIMESTRE 2ª Avaliação - Área de Ciências Humanas. Aula 196 Revisão e avaliação de Ciências Humanas. 2 Hidrografia 3 A hidrografia é o ramo da geografia física que

Leia mais

cãra CNPJ 13.761.689/0001-19.------ 'j...-_

cãra CNPJ 13.761.689/0001-19.------ 'j...-_ Rumo ii IInl T~",po "Vi'U "~ "". cãra CNPJ 13.761.689/0001-19.------ 'j...-_ ",çl~ ENGENHEIRO AGRÔNOMO Os ocupantes do cargo têm como atribuições, a elaboração, a execução e direção de projetos de engenharia

Leia mais

1. Por que o Brasil? Por que o Nordeste?

1. Por que o Brasil? Por que o Nordeste? 1. Por que o Brasil? Por que o Nordeste? Na escolha do Brasil como alvo do ataque empresado pela wic pesou uma variedade de motivos. A América portuguesa constituiria o elo frágil do sistema imperial castelhano,

Leia mais

Costa do Marfim. Inteligência de Mercados Internacionais. Extensão: 322.500 km². População: 20,70 milhões de hab. Idioma: francês.

Costa do Marfim. Inteligência de Mercados Internacionais. Extensão: 322.500 km². População: 20,70 milhões de hab. Idioma: francês. in Inteligência de Mercados Internacionais Extensão: 322.500 km² População: 20,70 milhões de hab. Idioma: francês. Moeda: Franco CFA (XOF) Centros comerciais: Yamusukro, Abidjan, Bouaké, Daloa, Korhogo.

Leia mais

A Cidade Bela cidade colonial,considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônico..

A Cidade Bela cidade colonial,considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônico.. A Cidade Bela cidade colonial,considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônico.. Passear pelo Centro Histórico de Paraty é entrar em outra

Leia mais

Cabana Privativa. Sua festa numa ilha!!!

Cabana Privativa. Sua festa numa ilha!!! Cabana Privativa Sua festa numa ilha!!!! O Laguna oferece espaço agradável, charmoso e tranqüilo para a realização de Eventos Pequenos e Especiais. Tudo num clima intimista e tropical sem perder a sofisticação.

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRAL DOS TRABALHADORES ESCOLA DE TURISMO E HOTELARIA CANTO DA IULHA

CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRAL DOS TRABALHADORES ESCOLA DE TURISMO E HOTELARIA CANTO DA IULHA CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRAL DOS TRABALHADORES ESCOLA DE TURISMO E HOTELARIA CANTO DA IULHA APRESENTA TRABALHO COLETIVO DOS EDUCANDOS (AS) ELABORADO NOS PERCURSOS FORMATIVOS EQUIPE PEDAGÓGICA E TURMAS DE

Leia mais

Oceania. *Melanésia constituem ilhas localizadas mais próximas da Austrália onde predominam povos de pele escura, de grupos negróides.

Oceania. *Melanésia constituem ilhas localizadas mais próximas da Austrália onde predominam povos de pele escura, de grupos negróides. Oceania Vamos estudar nessa aula um continente formado por uma grande quantidade de ilhas: a Oceania. Esse continente possui uma área de 8.480.354 Km_ com uma população total de pouco mais de 30 milhões

Leia mais

76 Anos Educando para a Vida. Os usos e abusos da internet

76 Anos Educando para a Vida. Os usos e abusos da internet CIANSP - COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Rua Monsenhor Domingos Pinheiro, 35 Calafate/BH Fone: (31) 3334 6913 - coorden acao@colegiopied ade.co m.b r 76 Anos Educando para a Vida DISCIPLINA: REDAÇÃO PROFESSOR(A):SANDRA

Leia mais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais O desenvolvimento das ações em diferentes projetos poderão identificar

Leia mais