GUIA DE CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS EM CONTROLE DE QUALIDADE DE AR DE INTERIORES.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIA DE CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS EM CONTROLE DE QUALIDADE DE AR DE INTERIORES."

Transcrição

1 GUIA DE CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS EM CONTROLE DE QUALIDADE DE AR DE INTERIORES. Volume I - Guia nº

2 GUIA DE CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS EM CONTROLE DE QUALIDADE DE AR DE INTERIORES. INTRODUÇÃO Para a contratação de uma empresa, com o objetivo de realizar analises, gerenciamentos e manutenção dos sistemas de ar condicionado, visando manter ou melhorar a qualidade do ar que é oferecido aos usuários dos ambientes, deve-se observar que os seguintes passos: a) Trata-se de um serviço especializado, que envolve hoje com os novos conceitos higiênico-sanitário e de qualidade de vida, o conhecimento técnico-científico da área específica e as soluções tecnológicas adequadas; b) A meta a ser atingida deve ser sempre a boa qualidade do ar que se respira. Preservar diretamente a saúde das pessoas que ocupam os ambientes climatizados e garantir a produtividade da empresa; c) As propostas apresentadas pelos prestadores de serviços dão uma idéia bastante clara de sua capacidade técnica. Sempre que for possível, deve se pedir as referencias destas empresas, sobretudo a sua filiação e entidades que possam dar suporte técnico e científico. Desta forma, existem características técnicas importante a serem observadas e garantidas numa proposta, bem como características comerciais e éticas o que passamos a expor em seguida: ITENS QUE DEVEM SER OBSERVADOS EM UMA PROPOSTA TÉCNICA Comercial e ética. Para avaliação de uma proposta comercial algumas solicitações devem ser feitas com objetivos específicos de comprovação ética e profissional. Desta forma: 1. Sempre deve ser solicitado de todas as empresa participantes o contrato social, com o objetivo de avaliação de sua ligação com outras empresas também participantes do processo de licitação. É muito freqüente composição em licitações de empresas de parentes ou empresas de um mesmo dono ou grupo de donos com razões sociais distintas. Outro ponto a ser observado é se o serviço a ser executado está claramente descrito nos objetivos da empresa, evitando-se com isso o exercício ilegal de atividades. 2. Solicitar curriculum vitae dos profissionais envolvidos diretamente ao trabalho com função específica de decisão ou de conhecimento, com objetivo de comprovação de capacidade técnico e/ou científica. Procure nunca se deixar enganar por listas de clientes, pois estas em via de regra são simplesmente confeccionadas e na vigência de utilizá-las, confira a veracidade dos fatos.

3 3. Procure observar se seu prestador de serviço é afiliado de alguma Sociedade Científica ou se possui alguma forma de certificação como, por exemplo Selo de Qualidade em sua área de atuação, emitido pela Sociedade Científica. 4. Tome sempre muito cuidado com associações de empresas que simulam organizações científicas com objetivo de atrair um mercado em potencial. 5. Peça sempre uma forma de otimização dos custo de forma a obter a melhor relação custo-benefício. Técnica. Uma proposta para um serviço técnico é, antes de tudo, uma descrição dos procedimentos do prestador de serviço. Propostas que contenham uma descrição detalhada dos serviços, com todos os passos da metodologia utilizada dispostos numa ordem lógica são a primeira garantia de um bom resultado. Assim, recomendamos a seguinte estrutura: 1. Diagnóstico de situação é sempre a primeira procedência em relação ao ambientes interiores, o qual determinará que providências a serem tomadas. 2. Localização precisa de focos de contaminação do sistema através de análises microbiológicas e análises complementares, quando necessárias; 3. Identificação da existência de microrganismos patogênicos; 4. Determinação dos níveis de contaminação e comparação com os padrões referenciais; 5. Diagnostico de imprecisões em sistemas de barreiras (filtros) e erros de projetos ou instalações do sistema; 6. Diagnostico de incorreções nos procedimentos de manutenção higiênico - sanitária; 7. Higienização das casas de máquinas, entrada do ar externo e elementos das centrais de tratamento de ar; 8. Higienização da rede de dutos (quando claramente demonstrado através da busca de fontes ativas); 9. Coleta de resíduos; 10. Diagnóstico final; 11. Recomendações preventivas. Com esta estrutura apresentada, o passo seguinte é observar a metodologia utilizada em cada uma das etapas. 1 - DIAGNÓSTICO LABORATORIAL. As análises de avaliação ambiental, tem por objetivo traçar um diagnóstico de situação atual. Este diagnóstico determinará a presença ou ausência de riscos de agravo a saúde dos usuários em ambientes interiores. O Diagnóstico laboratorial é um procedimento que visa o atendimento da Portaria Ministerial nº. 3523/GM de 28/08/1998 e Resolução nº RE 176 de 24/10/2000 e sua revisão Resolução nº RE 9 de 16/01de Os serviços de análises microbiológicas serão periódicos, com intervalos semestrais, sendo que a análise inicial será usada como base para posterior realização de serviços e/ou intervenções que se fizerem necessárias, após o diagnóstico inicial.

4 Norma Técnica 01 Controle microbiológico de ar (ar ambiental). - Inclui: Pesquisa de microbiota fúngica (contagem total, diferencial e identificação). Objetivo: Quantificar fungos. Estes elementos são marcadores epidemiológicos da qualidade do ar. Esta análise permite ainda, uma boa avaliação do ambiente, no que concerne a fenômenos de hipersensibilidade. Norma Técnica 02 Determinação de CO2 (Dióxido de Carbono). - inclui: Contagem de CO 2, através de sensor eletrônico. Objetivo: Quantificar os níveis residuais de CO 2. Este gás é utilizado como um marcador epidemiológico de renovação de ar externo, entretanto originário da respiração humana. Norma Técnica 03 Determinação de Temperatura, umidade relativa e velocidade do ar. - inclui: Determinação da temperatura, umidade e velocidade do ar ambiental. Objetivo: Quantificar temperatura e umidade como marcadores epidemiologicos de saúde. Estas variáveis físicas estão ligadas a fenômenos gripais tais como a febre da umidade. Quantificar a velocidade do ar como marcador epidemiológico de conforto ambiental. Norma Técnica 04 Determinação de aerodispersoides. - inclui: Contagem de particulados aerodispersos, através de gravimetria. Objetivo: Quantificar a matéria particulada no ar ambiental. Estes elementos são marcadores epidemiológicos de deficiencia de filtragens e/ou acúmulo de sujidade em dutos ou ainda em ambientes interiores. 2 - LOCALIZAÇÃO DOS FOCOS DE CONTAMINAÇÃO Na vigência de serem encontradas situações adversas com ambientes em condições não aceitas pelo Padrão Referencial, definido pela Resolução RN 176, haverá a necessidade de busca das fontes poluentes ativas no sistema, as quais deverão ser realizadas através das análises que se seguem: A localização dos focos de contaminação deve ser realizada através de uma série de coletas nos diferentes pontos do sistema. Estas devem ser coletadas nos seguintes pontos: 1. Bandejas de condensação da máquina de ar condicionado. 2. Dutos de insuflamento 3. Coleta do ar insuflado 4. Coleta do ar de retorno

5 5. Coleta do ar de mistura 6. Coleta do ar de renovação do ar externo Controle microbiológico de ar (ar insuflado, ar de retorno, ar de mistura e renovação do ar externo). - Inclui: Pesquisa de microbiota fúngica (contagem total, diferencial e identificação). Objetivo: Quantificar fungos. Estes elementos são marcadores epidemiológicos da qualidade do ar segundo as variáveis do sistema de climatização, permitindo avaliar fontes primárias, secundárias e terciárias. Perfil diagnóstico - Destinado a máquinas não tratadas. - inclui: Contagem padrão em placa de bactérias heterotróficas. Pesquisa de microbiota fúngica (contagem total, diferencial e identificação). Pesquisa de algas. Pesquisa de protozoários. Pesquisa de Legionella sp. Obs.: realizada em dois materiais (água e biofilme), por amostra. Objetivo: Qualificar e quantificar o ecossistema formado na bandeja de condensado, caracterizando a magnitude e complexidade da principal fonte poluente primária no sistema. Pesquisa de Legionella sp. Objetivo: Agente patogênico causador da pneumonia por Legionella e da febre de Pontiac. Avaliação microbiológica de dutos (bioparticulado). - inclui: Contagem padrão em placa de bactérias heterotróficas Pesquisa de fungos (contagem total). Avaliação do particulado total Avaliação do potencial imunoalergênico Objetivo: Quantificar os níveis residuais advindos da fonte contaminante e desenvolvidas secundariamente nos ambientes. Avaliação microbiológica de superfícies. - inclui: Contagem padrão em placa de fungos e bactérias Pesquisa de ácaros. Avaliação do particulado total Avaliação do potencial imunoalergênico Objetivo: Quantificar os níveis residuais advindos da fonte terciária contaminante. Todas as amostragens de ar devem ser feitas com um Impactador em Cascata, com vazão fixa, acelerador linear e baixa vazão (25 a 35 l/min), permitindo a cultura de estruturas fúngicas viáveis em ambientes comuns. É importante ressaltar este ponto, pois existem muitas metodologias para coleta de ar, porém uma grande maioria destes equipamentos possui vazão variável e trabalha em alta vazão. Metodologias de quantificação de partícula precipitável viável (partículas pesadas), tais como a simples abertura de placas não são aceitas.

6 Análises complementares: Gravimetria do particulado de superfície pode ser de grande utilidade na avaliação de procedimentos de higienização. Trata-se de um método não padronizado ainda no Brasil, porém já normatizado em alguns países desenvolvidos. Este método avalia os índices de reprodução de matéria particulada (poeira) na superfície dos dutos, utilizando a razão peso (massa) por metro quadrado de superfície. Quando de sua utilização deve-se aplicar padrões internacionais. 3 - IDENTIFICAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE MICROORGANISMOS PATOGÊNICOS Feitas as coletas, o material segue para um laboratório especializado em Indoor Environment, para que seja identificado o ecossistema presente no ambiente e nas fontes poluentes, verificando-se a existência ou não de microorganismos patogênicos. 4 DETERMINAÇÃO DOS NÍVEIS DE CONTAMINAÇÃO E COMPARAÇÃO COM OS PADRÕES REFERENCIAIS Uma vez identificados os microorganismos, o passo seguinte é determinar em que quantidade estão presentes, independente das espécies presentes. É importante lembrar que as estruturas fúngicas podem ser vistas como proteínas em suspensão e que quando inaladas em determinada quantidade, podem induzir processos alérgicos, iniciando-se pelos mais susceptíveis. Esta quantificação é a base para a classificação dos ambientes e auxilia na indicação das medidas de remediação a se adotar. 5 DIAGNÓSTICO DE IMPRECISÕES EM SISTEMAS DE BARREIRAS (FILTROS) E ERROS DE PROJETOS OU INSTALAÇÕES A empresa prestadora de serviços deve, durante os procedimentos de diagnóstico, aplicar um check-list de inspeção nas instalações, observando características de filtragem no sistema (entrada da máquina, retorno e renovação de ar externo) bem como todo um escopo de observação quanto a características de projeto, instalação e operação do sistema, detectando e informando inadequações, erros de projetos ou inconformidades na operação do sistema, através de um relatório. 6 DIAGNÓSTICO DE INCORREÇÕES NOS PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIA A Empresa prestadora de serviços deve, durante os procedimentos de diagnóstico, avaliar as condições higiênico-sanitárias no processo de manutenção, relatar as inconformidades e sugerir os procedimentos mais adequados para cada situação específica. 7 HIGIENIZAÇÃO DAS CASAS DE MÁQUINAS, ESNTRADA DO AR EXTERNO E LEMENTOS DAS CENTRAIS DE TRATAMENTO DO AR

7 As casas de máquinas devem ser limpas, a entrada do ar exterior (caso seja dutada) deve ser desempoeirada, aspirada e limpa. Os elementos das centrais devem ser desempoeirados, aspirados e as partículas deve ser recuperadas. Outros elementos das centrais merecem atenção especial. São eles: a serpentina de resfriamento, que deve ser limpa por sopro de ar comprimido e lavada, quando possível, com detergente neutro biodegradável; a bandeja de condensado, que deve ser limpa com detergente neutro biodegradável, ou ainda receber tratamento especial quando necessário. 8 HIGIENIZAÇÃO DA REDE DE DUTOS Para a higienização de dutos, quando necessário e indicado através dos procedimentos diagnósticos, recomenda-se que as propostas mencionem a garantia da qualidade dos ambientes, desde a proteção de móveis e equipamentos dos ambientes onde estão os dutos, bem como a padronização e adequação de escotilhas na abertura de janelas de inspeção e de acoplamento da central de depressão. Todos os trechos da rede onde o serviço será realizado devem ser inspecionados antes, com a utilização de robôs com câmera ou sondas filmadoras e gravados em VHS. Após esta inspeção, deve ser feita a limpeza a seco da rede de Insuflamento e de retorno (quando houver), assim como todos os acessórios da rede, tais como dampers, spliters, etc. São Indicados para este procedimento as diretrizes previstas na recomendação normativa da ABRAVA (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento) Renabrava I, para execução de serviços de limpeza e higienização de sistemas e distribuição de ar 9 COLETA DE RESÍDUOS Os resíduos devem ser criteriosamente coletados, de forma a não proporcionarem uma contaminação ambiental e consequentemente a recontaminação do sistema de climatização. Todos os critérios de segurança individual (EPIs) devem ser utilizados no processo de coleta e transporte dos resíduos. Os resíduos sólidos deve ser acondicionado em sacos plásticos, identificados e dispostos em aterro sanitário ou incinerado. 10 DIAGNÓSTICO FINAL É indispensável a inclusão de um diagnóstico final. Este, juntamente com a inspeção visual, garantirá a qualidade do serviço executado, bem como certificará as boas condições ambientais frente às autoridades de fiscalização sanitária. Este diagnóstico deve Ter o mesmo teor do diagnóstico inicial, ou seja, as mesmas coletas e análises nos mesmos pontos amostrados, determinando um processo comparativo que demonstre a evolução interveniente. 11 RECOMENDAÇÕES PREVENTIVAS. As recomendações preventivas são um escopo de medidas que deverão ser apresentadas ao cliente, de forma a permitir que os serviços de higienização, quando prestados, perdurem por maior tempo possível, sendo eliminada toda e qualquer inconformidade de operação

8 e/ou manutenção. Estas medidas são personalizadas atendendo às características de cada instalação. CRITÉRIOS DE SEGURANÇA A Empresa prestadora de serviço deve assegurar que seus funcionários apresentem-se em seus clientes devidamente uniformizados e munidos de EPIs ( Equipamento Individual de Segurança ). A Empresa prestadora de serviços deve ainda garantir a integridade do ambiente, acabamentos de interiores e demais bens patrimoniais de seu cliente. ARRANJO AMOSTRAL O procedimento amostral deve ser compatibilizado a legislação vigente (Resolução nº RE176 de 24 de 0utubro de 2000 e sua revisão a Resolução RE9 de 16 de janeiro de 2003). Desta forma são computados a metragem quadrada de área climatizada e definido o número de pontos na tabela abaixo. CUIDADOS ADICIONAIS Todo prestador de serviços pretende que seu serviço seja bem realizado e seus efeitos sejam sensíveis. Assim, é recomendável que as propostas prevejam outras ações a serem executadas pelo contratante, quando este estiver ligado ao processo de gerenciamento da qualidade ambiental, tais como: procedimentos de manutenção do sistema de ar condicionado, procedimentos básicos de higienização do ambiente (superfícies fixas) e paisagismo interior. Este documento foi aprovado pelo Conselho Científico da BRASINDOOR Sociedade Brasileira de Meio Ambiente e Controle de Qualidade de Ar de Interiores. Este documento foi produzido pela Comissão Tecnológica de Higienização, composta pelos seguintes membros: Eng. Paulo G. Peres Eng. Paulo Caruso Junior Eng. Paulo Hoenen Sra. Maria Josefina Rosas de Brito Sr. Eduardo Coelho

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Washington Reis) Dispõe sobre limpeza e inspeção de ar condicionado central, na forma que menciona. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º É obrigatória a realização anual

Leia mais

Higienização em Redes de Dutos de Ar Condicionado

Higienização em Redes de Dutos de Ar Condicionado Higienização em Redes de Dutos de Ar Condicionado Engenheiro Carlos Alberto Araujo de Queiroz CREA-RJ 1978104018 Legislação PORTARIA M.S. nº 3.523/98 RESOLUÇÃO RE-09/03 da ANVISA LEI ESTADUAL nº 4.192/03

Leia mais

aktron RESOLUÇÃO 9/2003 DA ANVISA: TUDO QUE O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO PRECISA SABER SOBRE QUALIDADE DO AR AMBIENTE

aktron RESOLUÇÃO 9/2003 DA ANVISA: TUDO QUE O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO PRECISA SABER SOBRE QUALIDADE DO AR AMBIENTE RESOLUÇÃO 9/2003 DA ANVISA: TUDO QUE O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO PRECISA SABER SOBRE QUALIDADE DO AR AMBIENTE Resolução 9/2003 da ANVISA: tudo que o profissional de Segurança do Trabalho precisa

Leia mais

Higienização de Sistemas e em Redes de Dutos de Ar Condicionado

Higienização de Sistemas e em Redes de Dutos de Ar Condicionado Higienização de Sistemas e em Redes de Dutos de Ar Condicionado Eng. Leonardo Cozac Splits Aparelhos de Janela Centrais: self contained ou fancoil 2 3 Limpeza do Sistema Renovação do Ar Filtragem do Ar

Leia mais

Ar Condicionado. Tipos de aparelhos

Ar Condicionado. Tipos de aparelhos Ar Condicionado As pessoas passam, porventura, até cerca de 90 % das suas vidas nos espaços confinados, seja nas suas residências, no trabalho, nos transportes ou mesmo em espaços comerciais. A questão

Leia mais

RESPIRE SAÚDE SANITIZAÇÃO para aparelhos de AR-CONDICIONADO

RESPIRE SAÚDE SANITIZAÇÃO para aparelhos de AR-CONDICIONADO RESPIRE SAÚDE SANITIZAÇÃO para aparelhos de AR-CONDICIONADO QUALIDADE DE Somos a primeira em no seguimento de pre limpeza, higienização aparelhos de ar-condi a remoção. Sim, nossa ra possibilita a realiz

Leia mais

Ambiental Liron Perfil e Resumo de Atividades

Ambiental Liron Perfil e Resumo de Atividades Ambiental Liron Perfil e Resumo de Atividades Nossa Empresa A Ambiental Liron é uma empresa prestadora de serviços, voltada à limpeza de dutos de ar condicionado, limpeza de coifas, limpeza de sistemas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 2.1 A manutenção preventiva para os aparelhos de Ar Condicionado do tipo janela:

TERMO DE REFERÊNCIA. 2.1 A manutenção preventiva para os aparelhos de Ar Condicionado do tipo janela: ANEXO II TERMO DE REFERÊNCIA 1 DO OBJETO DA LICITAÇÃO 1.1 CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA COM REPOSIÇÃO PARCIAL DE PEÇAS ORIGINAIS DOS EQUIPAMENTOS DE REFRIGERAÇÃO

Leia mais

Qualidade do Ar Interior

Qualidade do Ar Interior Qualidade do Ar Interior A realidade nacional A Integração da Qualidade do Ar Interior e da Eficiência Energética em Edifícios Ana Rita Antunes Lisboa, 20 de Fevereiro de 2014 Quercus - ANCN 2 Associação

Leia mais

1.1. Nutricionista Entrevistado(a) CRN- Estatutário [ ] Celetista [ ] Contratado [ ] Concursado Celetista [ ] Outro [ ] CRN- RT / QT

1.1. Nutricionista Entrevistado(a) CRN- Estatutário [ ] Celetista [ ] Contratado [ ] Concursado Celetista [ ] Outro [ ] CRN- RT / QT CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA DATA DA VISITA ALIMENTAÇÃO COLETIVA REFEIÇÃO CONVENIO / CESTA DE ALIMENTOS REFEIÇÃO CONVENIO

Leia mais

Fibras, Esponjas e Panos

Fibras, Esponjas e Panos 3M Soluções Comerciais Núcleo Profissional Fibras, Esponjas e Panos Food Service O mercado de Profissional é um dos que mais cresce no país e, com ele, cresce também a demanda por padrões cada vez mais

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

INVESTIGAÇÃO DE FOCOS DE LEGIONELA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO EM DOIS HOSPITAIS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS - SC

INVESTIGAÇÃO DE FOCOS DE LEGIONELA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO EM DOIS HOSPITAIS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS - SC I CONGRESSO BAIANO DE ENGENHARIA AMBIENTAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental INVESTIGAÇÃO DE FOCOS DE LEGIONELA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO EM DOIS

Leia mais

Ventilação na Restauração

Ventilação na Restauração Ventilação na Restauração As deficiências na climatização e na exaustão de fumos dos Restaurantes são um problema frequente. Muitas vezes há deficiente extracção de fumos, com caudais de ar insuficientes,

Leia mais

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos 1. Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Fornecer diretrizes

Leia mais

Inmetro - Qualidade do Ar em Estabelecimentos de Uso Público e Coletivo#conclus...

Inmetro - Qualidade do Ar em Estabelecimentos de Uso Público e Coletivo#conclus... Página 1 de 7.: Qualidade do Ar em Estabelecimentos de Uso Público e Coletivo :. Metodologia de Análise, Ensaios Realizados e Resultados Obtidos As equipes que visitaram os estabelecimentos eram compostas

Leia mais

Guia de Boas Práticas

Guia de Boas Práticas específico para a Gestão de Mercados Atacadistas Sob a presidência de Mário Maurici de Lima Morais, Presidente da ABRACEN, foi criada uma equipe de trabalho dos membros da ABRACEN para a redação do presente.

Leia mais

(DOU 166 31.8.98, Seção I, pags. 40 a 42)

(DOU 166 31.8.98, Seção I, pags. 40 a 42) (DOU 166 31.8.98, Seção I, pags. 40 a 42) Portaria nº 3.523/GM Em, 28 de agosto de 1998 O Ministro de Estado da Saúde, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 87, Parágrafo único, item II, da Constituição

Leia mais

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS NAS INSPEÇÕES DE CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS ATÉ RECENTEMENTE NÃO ERA DADA A DEVIDA ATENÇÃO AO COMPRESSOR - TIPO - LOCAL

Leia mais

Apresentação do Guia da CS04/IPQ Prevenção e Controlo de Legionella nos sistemas de água

Apresentação do Guia da CS04/IPQ Prevenção e Controlo de Legionella nos sistemas de água Apresentação do Guia da CS04/IPQ Prevenção e Controlo de Legionella nos sistemas de água Ana Luisa Fernando Universidade Nova de Lisboa/FCT 1 Guia Preparado pela Comissão Sectorial para Água, CS/04 Ministério

Leia mais

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO CONSUMO DE ENERGIA E AR COMPRIMIDO NA INDÚSTRIA Consumo de Energia 20% 50% 30% Fornec.de ar Refrigeração Outros Consumo de Ar Comprimido 10%

Leia mais

PORTARIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE NR. 3.523 de 28/08/98.

PORTARIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE NR. 3.523 de 28/08/98. PORTARIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE NR. 3.523 de 28/08/98. O Ministro de Estado da Saúde, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 87, Parágrafo único, item II, da Constituição Federal e tendo em vista

Leia mais

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Interpretação 1. Objetivos Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Desenvolver habilidades para

Leia mais

ANEXO I. Endereço completo. Complemento Bairro Cidade UF

ANEXO I. Endereço completo. Complemento Bairro Cidade UF 1 - Identificação do Ambiente ou Conjunto de Ambientes: ANEXO I PLANO DE MANUTENÇÃO, OPERAÇÃO E CONTROLE - PMOC. Nome (Edifício/Entidade) Endereço completo N.º Complemento Bairro Cidade UF Telefone: Fax:

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MAC 155ED +55 (16) 3383

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MAC 155ED +55 (16) 3383 bambozzi A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 3383 3818 Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

para controle da mastite e melhora da qualidade do leite

para controle da mastite e melhora da qualidade do leite Björn Qvarfordt Técnico habilitado realizando manutenção preventiva no equipamento de ordenha Medidas práticas para controle da mastite e melhora da qualidade do leite Por: Renata Travaglini Gonçalves

Leia mais

PROJETO FINAL 2014-2. Alunos: Turma: Sistema de condicionamento de ar central residencial PIC Projeto de Instalações de Condicionamento de Ar

PROJETO FINAL 2014-2. Alunos: Turma: Sistema de condicionamento de ar central residencial PIC Projeto de Instalações de Condicionamento de Ar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA - CAMPUS SÃO JOSÉ Projetos de Instalação de Ar Condicionado

Leia mais

Filtração e vazão do ar à luz das novas normas Parâmetros e exigências para QAI postado em: 25/06/2013 12:30 hatualizado em: 26/06/2013 09:28 h

Filtração e vazão do ar à luz das novas normas Parâmetros e exigências para QAI postado em: 25/06/2013 12:30 hatualizado em: 26/06/2013 09:28 h Filtração e vazão do ar à luz das novas normas Parâmetros e exigências para QAI postado em: 25/06/2013 12:30 hatualizado em: 26/06/2013 09:28 h NBR 16401-3 apresenta filtragens mínimas requeridas para

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

GROUP PEDREIRA S PROJECTO IN AIR CONDITIONING SERVICE

GROUP PEDREIRA S PROJECTO IN AIR CONDITIONING SERVICE Serviços de Instalação - VRV e VRF O ar condicionado está se tornando rapidamente a tecnologia favoreceu para fornecer aquecimento e soluções para escritórios, comércio e lazer de refrigeração. Ele está

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade.

Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade. Realização: Parceiro: Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade. Cesar Ramos - Gerente de projetos da Yuny Incorporadora Daniel Gallo - Gerente

Leia mais

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Gessilene de Sousa Sobecc, julho2011 Agenda Regulamentação Definição: Centro de Material Esterilizado - CME; Estrutura Física: Áreas de composição; Fluxograma

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL

Leia mais

ARQUIVOLOGIA PADRÃO DE RESPOSTA. O candidato deverá apresentar os seguintes elementos na construção das idéias:

ARQUIVOLOGIA PADRÃO DE RESPOSTA. O candidato deverá apresentar os seguintes elementos na construção das idéias: QUESTÃO n o 1 O candidato deverá apresentar os seguintes elementos na construção das idéias: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se a inviolabilidade

Leia mais

BOLETIM DE ENSAIO - AVALIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES

BOLETIM DE ENSAIO - AVALIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES BOLETIM DE ENSAIO - AVALIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES EDP Valor Setúbal Data de emissão: 27-Set-2010 Índice 1. Sumário... 4 2. Metodologia... 4 3. Avaliação da concentração de poluentes... 4 3.1.

Leia mais

Saiba mais sobre Condicionadores de AR.

Saiba mais sobre Condicionadores de AR. Saiba mais sobre Condicionadores de AR. O ar-condicionado está na vida das pessoas: em casa, no carro e no trabalho. Apesar de ser um alívio contra o calor, este equipamento pode ser um meio de disseminação

Leia mais

FUNÇÕES DO CLIMATIZADOR

FUNÇÕES DO CLIMATIZADOR Representação: FUNÇÕES DO CLIMATIZADOR O sistema de Climatização utiliza o princípio de termodinâmica, isto é, retira o calor do ar através da evaporação, garantindo que a massa de ar quente do ambiente

Leia mais

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR PROVA DE NÍVEL SUPERIOR CARGO: Técnico de Nível Superior Júnior I - QUÍMICA 1. PPHO são os Procedimentos-Padrão de Higiene Operacional. Um bom plano de PPHO deve ser estruturado sobre alguns pontos básicos.

Leia mais

REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS

REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS GUIA PARA A REABILITAÇÃO REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS PROJETO Cooperar para Reabilitar da InovaDomus Autoria do Relatório Consultoria

Leia mais

QUALIDADE DO AR INTERIOR

QUALIDADE DO AR INTERIOR QUALIDADE DO AR INTERIOR POR DIA OS NOSSOS PULMÕES FILTRAM CERCA DE 13. 000 LITROS DE AR! A POLUIÇÃO EM AMBIENTES FECHADOS É UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS A maior parte das nossas

Leia mais

Manutenção de Equipamentos de Ar Condicionado

Manutenção de Equipamentos de Ar Condicionado Manutenção de Equipamentos de Ar Condicionado Pedro Miranda Soares Manutenção de Equipamentos de Ar Condicionado Tal como todos os equipamentos mecânicos, o Ar Condicionado necessita da sua manutenção

Leia mais

Formulário de Solicitação de Habilitação de Centro de Equivalência Farmacêutica

Formulário de Solicitação de Habilitação de Centro de Equivalência Farmacêutica Formulário de Solicitação de Habilitação de Centro de Equivalência Farmacêutica Coordenação de Equivalência Farmacêutica (CEFAR/GTFAR/GGMED/Anvisa) www.anvisa.gov.br Brasília, de de 201 Formulário de Solicitação

Leia mais

O secador de mãos mais rápido e higiênico.

O secador de mãos mais rápido e higiênico. O secador de mãos mais rápido e higiênico. O problema com outros secadores de mãos O problema com toalhas de papel Eles são muito lentos. Isso é devido a seus motores. Eles não conseguem gerar fluxo de

Leia mais

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 PROCEDIMENTOS COMUNS E CONTEÚDO MÍNIMO DE RELATÓRIOS DE INSPEÇÃO NOS ESTABELECIMENTOS FARMACÊUTICOS NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DA RES. GMC Nº 16/09)

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA. EDITAL Nº 16, de 04 de maio de 2015.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA. EDITAL Nº 16, de 04 de maio de 2015. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA,Câmpus Santa Rosa EDITAL Nº 16, de 04 de maio de 2015. EDITAL DE DIVULGAÇÃO DO CURSO DE BOAS

Leia mais

Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA

Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA 1 - CARACTERÍSTICAS DO PROCESSO DE COMPRA 1.1 Órgão Requisitante: SUBVISA/LCP Nº 03/2013. Subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses Laboratório

Leia mais

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária 6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Médico Veterinário Profº Dr. Elci Lotar

Leia mais

Manual de Instruções Bebedouro Stilo Eletrônico. Imagem meramente ilustrativa.

Manual de Instruções Bebedouro Stilo Eletrônico. Imagem meramente ilustrativa. Manual de Instruções Bebedouro Stilo Eletrônico Imagem meramente ilustrativa. Bebedouro Stilo LIBELL Eletrônico 1- MANUAL DE USUÁRIO Parabéns por ter escolhido a Libell Eletrodomésticos Ltda. para fazer

Leia mais

Homologado pelos fabricantes de equipamentos

Homologado pelos fabricantes de equipamentos Homologado pelos fabricantes de equipamentos Confiabilidade e durabilidade são indispensáveis. A suspensão de uma sessão de radioterapia ou a perda de hélio em uma ressonância magnética precisam ser evitadas

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções Kit de Instrumental para Cirurgia do Túnel do Carpo VOLMED Nome Técnico: KIT CIRÚRGICO Fabricante: VOLMED BRASIL EQUIPAMENTOS LTDA -ME AV. SÃO GABRIEL, 291 JD. PAULISTA CEP: 13574-540

Leia mais

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo.

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo. BOLETIM DE GARANTIA (N o 05 / 2013) Código de erro do Cassete e Piso-Teto No. TIPO DESCRIÇÃO Flash Blink Código Nota 1 Falha 2 Falha 3 Falha 4 Falha 5 Falha 6 Falha Placa acusa erro no sensor de temperatura

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade.

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade. RESPOSTA TÉCNICA Título Reciclagem de Thinner Resumo Informações de como é feita a reciclagem de solventes orgânicos como o thinner, fornecedores de equipamentos para reciclagem dos mesmos e viabilidade

Leia mais

Conheça a Cyclo Águas do Brasil

Conheça a Cyclo Águas do Brasil INICIO HIGIENIZAÇÃO COMPARATIVO SEGURANÇA EQUIPAMENTOS Conheça a Cyclo Águas do Brasil Conheça a Cyclo Águas do Brasil estamos no seguimento de: Higienização de reservatórios de água potável, Reuso industrial,

Leia mais

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental 1.CURSOS COM ÊNFASE EM : Gestão Ambiental de Empresas 2. CONCEPÇÃO DOS CURSOS: O Brasil possui a maior reserva ecológica do planeta sendo o número um em

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO EQUIPAMENTOS DE IONIZAÇÃO DE AR. Airgenic Unidades para Dutos de Arcondicionados. Linha DX. Índice. Modo de Usar Paginas 3 4

MANUAL DO USUÁRIO EQUIPAMENTOS DE IONIZAÇÃO DE AR. Airgenic Unidades para Dutos de Arcondicionados. Linha DX. Índice. Modo de Usar Paginas 3 4 MANUAL DO USUÁRIO EQUIPAMENTOS DE IONIZAÇÃO DE AR Airgenic Unidades para Dutos de Ar-condicionados Linha DX Airgenic Unidades para Dutos de Arcondicionados centrais - Linha DX Índice Modo de Usar Paginas

Leia mais

Charles Domingues Q í u mi m co o - Ge G stor o A m A b m i b ent n al

Charles Domingues Q í u mi m co o - Ge G stor o A m A b m i b ent n al Charles Domingues Químico - Gestor Ambiental 03/10/2012 Higienização de Condicionadores de Ar Manutenção das Máquinas Para que as máquinas possam funcionar e atender as condições de projeto do sistema

Leia mais

Regulação do Uso de Produtos e Processos para Recuperação de Ambientes Hídricos e Áreas Contaminadas

Regulação do Uso de Produtos e Processos para Recuperação de Ambientes Hídricos e Áreas Contaminadas RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA DIRETORIA DE QUALIDADE AMBIENTAL - DIQUA Regulação do Uso de Produtos e Processos para Recuperação de Ambientes Hídricos e Áreas Contaminadas Mesa Redonda N O 2 - Certificação

Leia mais

Sistema de Gestão de SMS

Sistema de Gestão de SMS DESCRIÇÃO DA EMPRESA Nome SMART EXPRESS TRANSPORTES LTDA EPP CNPJ 12.103.225/0001-52 Insc.Est. 79.477.680 Atividade: transporte rodoviário de carga em geral Código: 206-2 Nº de funcionários (inclusive

Leia mais

CLEARPOINT. A Qualidade do Ar Comprimido

CLEARPOINT. A Qualidade do Ar Comprimido CLEARPOINT CLEARPOINT A Qualidade do Ar Comprimido CARACTERÍSTICAS Meio A filtração efetiva para ar e gases comprimidos e essencial para quase todas as aplicações industriais. A linha CLEARPOINT da BEKO

Leia mais

Reforma e Manutenção de Edificações ou Condomínios. Marcos Velletri

Reforma e Manutenção de Edificações ou Condomínios. Marcos Velletri Reforma e Manutenção de Edificações ou Condomínios Marcos Velletri Reforma e Manutenção de Edificações ou Condomínios É de extrema importância a conscientização de proprietários e síndicos quanto à responsabilidade

Leia mais

Projeto Oficina Verde

Projeto Oficina Verde 2009 Projeto Oficina Verde PROJETO OFICINA VERDE Responsáveis: Daniel Filipe, Glauber Franco e Alexandre Xavier Centro de Experimentação e Segurança Viária CESVI BRASIL S/A I.Q.A Instituto de Qualidade

Leia mais

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde A Portaria MS nº 2616/98 define a Infecção Hospitalar (IH) como sendo aquela adquirida após a admissão do paciente e que se manifesta durante

Leia mais

QUALIDADE DE VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO PARA RISCOS QUÍMICOS

QUALIDADE DE VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO PARA RISCOS QUÍMICOS QUALIDADE DE VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO PARA RISCOS QUÍMICOS Em 2009 a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 001/2015

ANEXO I ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 001/2015 ANEXO I ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 001/2015 MANUTENÇÃO PREVENTIVA-CORRETIVA E IMPLANTAÇÃO DO PMOC PROGRAMA DE MANUTENÇÃO, OPERAÇÃO E CONTROLE NOS APARELHOS DE AR CONDICIONADOS, DE ACORDO PORTARIA 3.523/98

Leia mais

Nome do produto: BIOCOMPOSTO BLF. Data da última revisão: 22/06/07 Pagina 1/5

Nome do produto: BIOCOMPOSTO BLF. Data da última revisão: 22/06/07 Pagina 1/5 Data da última revisão: 22/06/07 Pagina 1/5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Biocomposto BLF - Código interno de identificação do produto: 020 - Nome da empresa: Biotecma Biotecnologia

Leia mais

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TODA DIFUSORES PARA LUMINÁRIAS O conjunto de difusão de ar completamente embutido, contribui para um visual leve e sem distorções. Sua flexibilidade própria,

Leia mais

- Enquadramento Legal Abordagem genérica das questões associadas à QAI; Enquadramento Legal.

- Enquadramento Legal Abordagem genérica das questões associadas à QAI; Enquadramento Legal. Cursos de atualização profissional para revalidação da credenciação técnica (nº 6, art. 22º DL79/2006 de 4 Abril) Referenciais mínimos aprovados pela Comissão Tripartida Revalidação da Credenciação a TIM

Leia mais

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 91/93, 151/96 e 21/01 do Grupo Mercado Comum.

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 91/93, 151/96 e 21/01 do Grupo Mercado Comum. MERCOSUL/GMC/RES. Nº 30/02 CRITÉRIOS PARA A GESTÃO SANITÁRIA DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PORTOS, AEROPORTOS, TERMINAIS INTERNACIONAIS DE CARGA E PASSAGEIROS E PONTOS DE FRONTEIRA NO MERCOSUL TENDO EM VISTA:

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA. Assunto: Procedimentos para Tamponamento de Poços

INSTRUÇÃO NORMATIVA. Assunto: Procedimentos para Tamponamento de Poços IN-2/06 Outubro/26 1/6 1. OBJETIVO Esta Instrução Normativa em sua primeira versão visa definir procedimentos genéricos para desativação de poços tubulares que tenham sido abandonados por qualquer motivo

Leia mais

3M Soluções Comerciais Núcleo Limpeza Profissional. Produtividade. é a chave para o seu. Sucesso

3M Soluções Comerciais Núcleo Limpeza Profissional. Produtividade. é a chave para o seu. Sucesso 3M Soluções Comerciais Núcleo Limpeza Profissional Produtividade é a chave para o seu Sucesso 3 Conheça alguns números da performance global da 3M US$ 7,7 bi em investimentos em P&D (nos últimos 5 anos)

Leia mais

MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO 1. O que é limpeza É o ato de remover todo tipo de sujidade, visível ou não, de uma superfície, sem alterar as características originais do local a ser limpo. 1.1 Limpeza

Leia mais

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Texto Preliminar Completo - Agosto 2011 INTRODUÇÃO Começam a existir no Brasil um bom número de edifícios com

Leia mais

Terceirização de obras e serviços de engenharia no Banco do Brasil

Terceirização de obras e serviços de engenharia no Banco do Brasil Benedito Arruda Ribeiro Lopes, MSc. José de Araujo Fonseca Junior Niterói, 07 de Maio de 2005 Histórico Situação Atual Visão de futuro Conhecendo o BB Presidência Varejo e Distribuição Negócios Internacionais

Leia mais

23/06/2010. Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica. Roberto Lamberts

23/06/2010. Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica. Roberto Lamberts Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica Roberto Lamberts Oficina 09 junho de 2010 1 ETIQUETAGEM DE EDIFICAÇÕES Publicação: junho de 2009. EDIFÍCIOS ETIQUETADOS CETRAGUA

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE

Leia mais

Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015.

Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015. Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015. Assunto: Orientações sobre os procedimentos para solicitação de alterações na lista de alimentos alergênicos. I. Introdução. A Resolução de Diretoria Colegiada

Leia mais

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases V1 O queéum Sistemade Condicionamento? O Que é um Sistema de Condicionamento? Amostra do Processo? Analisador Sistema de Condicionamento O sistema

Leia mais

Tecnologia aliada à força

Tecnologia aliada à força Catálogo -6BR - Outubro 29 Tecnologia aliada à força A Werk-Schott é uma empresa nacional, que desde 1984 atua no segmento pneumático industrial. Conta com uma rede de distribuidores e assistência técnica

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: MECÂNICO DE AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO - PRONATEC 200 horas ÁREA: AUTOMOTIVA MODALIDADE: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL UNIDADE(S) HABILITADA(S): CT PALMAS Plano de Curso

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO O Tratamento Químico e fundamental para deixar a água da piscina saudável, limpa e cristalina. Você necessita medir, inicialmente, três parâmetros: Alcalinidade Total,

Leia mais

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000 1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS

Leia mais

Boas Práticas de Fabricação

Boas Práticas de Fabricação Embrapa Hortaliças II Encontro Nacional do Agronegócio Pimentas (Capsicum spp.) Boas Práticas de Fabricação Fernando Teixeira Silva Embrapa Agroindústria de Alimentos I- Introdução As Boas Práticas de

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 007/CT/2014 Assunto: Solicitação de parecer sobre o processo de elaboração de protocolos assistenciais. I Do Fato Trata-se de solicitação sobre a elaboração de protocolos assistências

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Boas Práticas de Fabricação de Saneantes e Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes Coordenação de Insumos Farmacêuticos, Saneantes e Cosméticos Gerência

Leia mais

ESTE DOCUMENTO É UMA TRADUÇÃO LIVRE. EM CASO DE DIVERGÊNCIA, PREVELECE A INFORMAÇÃO ESPECÍFICA CONTIDA NO EDITAL ORIGINAL EM INGLÊS.

ESTE DOCUMENTO É UMA TRADUÇÃO LIVRE. EM CASO DE DIVERGÊNCIA, PREVELECE A INFORMAÇÃO ESPECÍFICA CONTIDA NO EDITAL ORIGINAL EM INGLÊS. ESTE DOCUMENTO É UMA TRADUÇÃO LIVRE. EM CASO DE DIVERGÊNCIA, PREVELECE A INFORMAÇÃO ESPECÍFICA CONTIDA NO EDITAL ORIGINAL EM INGLÊS. Seção 3a: Cronograma de Requisitos e Especificações Técnicas CONDIÇÕES

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO DADOS DA INSPEÇÃO Órgão Responsável pelo Estabelecimento Endereço CNAE Inspetor (es) Estabelecimento Contato Numero de Servidores Referências técnicas (Além desta NR)

Leia mais

BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio!

BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio! BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio! Dra. Marlise Potrick Stefani, MSc Nutricionista Especialista e Mestre em Qualidade, Especialista em Alimentação Coletiva

Leia mais

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 05/11/29 Elaboração Emissão Aprovada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE ELABORAÇÃO ANÁLISE

Leia mais

Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua

Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Cidade de São Paulo Vigiagua Marília Rodrigues Médica Veterinária Sanitarista PMSP/SMS/COVISA/GVISAM Objetivo: Realizar a vigilância da qualidade

Leia mais

07/07 276-05/00 072446 REV.2. www.britania.com.br sac@britania.com.br ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES

07/07 276-05/00 072446 REV.2. www.britania.com.br sac@britania.com.br ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES 07/07 276-05/00 072446 REV.2 www.britania.com.br sac@britania.com.br ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Problema Luz que indica o funcionamento está apagada Odores estranhos

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013.

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. BOAS PRÁTICAS PARA COMÉRCIO AMBULANTE DE ALIMENTOS A Secretaria do

Leia mais

Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno

Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno Recomendações Importantes sobre as tintas Saturno A Saturno é uma empresa com mais de 60 anos de experiência na fabricação de tintas e vernizes para diversos segmentos da comunicação visual e decoração

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO NAFTALINA

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO NAFTALINA 1 de 5 I. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO BÚFALO INDÚSTRIA E COM. DE PROD. QUÍMICOS LTDA. Av. Hélio Ossamu Daikuara, Nº 3071 Vista Alegre Embu das Artes - SP Homepage: www.produtosbufalo.com.br E-mail:

Leia mais

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE 118 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012 Programa de Sustentabilidade nas Unidades de Saúde O Programa de Sustentabilidade promove

Leia mais

Auditorias Ambientais Monitorização e Manutenção de Sistemas AVAC

Auditorias Ambientais Monitorização e Manutenção de Sistemas AVAC Qualidade do Ar Interior Novas Problemáticas Novas Politicas Novas Práticas Auditorias Ambientais Monitorização e Manutenção de Sistemas AVAC José Luís Alexandre jla@fe.up.pt DEMEGI FEUP Expornor Porto,

Leia mais

Excelência. locações e transporte Ltda. www.excelenciaguindastes.com.br

Excelência. locações e transporte Ltda. www.excelenciaguindastes.com.br www.excelenciaguindastes.com.br A Guindastes e uma empresa de Goiânia Goiás QUEM SOMOS que presta serviço em todo território nacional no segmento de Locação de Guindastes, Locação de Munck, Grupo Geradores,

Leia mais