Linhas Orientadoras de Cidadania do Agrupamento de Escolas Engenheiro Fernando Pinto de Oliveira 2014/15

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Linhas Orientadoras de Cidadania do Agrupamento de Escolas Engenheiro Fernando Pinto de Oliveira 2014/15"

Transcrição

1 Agrupamento de Escolas Eng. Fernando Pinto de Oliveira Linhas Orientadoras de Cidadania do Agrupamento de Escolas Engenheiro Fernando Pinto de Oliveira 2014/15 A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela sociedade. O exercício da cidadania implica, por parte de cada indivíduo e daqueles com quem interage, uma tomada de consciência, cuja evolução acompanha as dinâmicas de intervenção e transformação social. A cidadania traduz-se numa atitude e num comportamento, num modo de estar em sociedade que tem como referência os direitos humanos, nomeadamente os valores da igualdade, da democracia e da justiça social. Enquanto processo educativo, a educação para a cidadania visa contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo. A escola constitui um importante contexto para a aprendizagem e o exercício da cidadania e nela se refletem preocupações transversais à sociedade, que envolvem diferentes dimensões da educação para a cidadania, tais como: educação para os direitos humanos; educação ambiental/desenvolvimento sustentável; educação rodoviária; educação financeira; educação do consumidor; educação para o empreendedorismo; educação para a igualdade de género; educação intercultural; educação para o desenvolvimento; educação para a defesa e a segurança/educação para a paz; voluntariado; educação para os media; dimensão europeia da educação; educação para a saúde e a sexualidade. (DGE.MEC. nov 2013 Linhas Orientadoras) Em suma, o sucesso educativo de uma organização escolar não deve estar limitado a aprendizagens de conteúdos e competências relacionadas apenas com o aprender a conhecer e o aprender a fazer, uma vez que o aprender a ser e o aprender a estar são competências necessárias à aprendizagem ao longo da vida e para a vida.

2 EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO EDUCAÇÃO RODOVIÁRIA DIMENSÕ ES/ÁREAS TEMÁTIC AS ÁREAS TEMÁTICAS DE CIDADANIA RELAÇÃO ENTRE OS TRÊS CICLOS DO ENSINO BÁSICO Objetivos 1º Ciclo Objetivos 2º Ciclo Objetivos 3º Ciclo Promover comportamentos cívicos; Mudar hábitos sociais, de forma a reduzir a sinistralidade rodoviária; Desenvolver práticas de cidadania para uma cultura de segurança rodoviária Compreender as causas dos problemas do desenvolvimento e das desigualdades a nível local. Reconhecer a igual dignidade de todos os seres e o papel essencial a desempenhar pela educação, na promoção desses direitos e responsabilidades. Promover comportamentos cívicos; Mudar hábitos sociais, de forma a reduzir a sinistralidade rodoviária; Desenvolver, em articulação com a comunidade, práticas de cidadania para uma cultura de segurança rodoviária Compreender as causas dos problemas do desenvolvimento e das desigualdades a nível local e mundial, num contexto de interdependência e globalização. Reconhecer a igual dignidade de todos os seres e o papel essencial a desempenhar pela educação, na promoção desses direitos e responsabilidades. Promover comportamentos cívicos; Mudar hábitos sociais, de forma a reduzir a sinistralidade rodoviária; Contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações. Desenvolver, em articulação com a comunidade, práticas de cidadania para uma cultura de segurança rodoviária Compreender as causas dos problemas do desenvolvimento e das desigualdades a nível local e mundial, num contexto de interdependência e globalização, com a finalidade de promover o direito e o dever de todas as pessoas e de todos os povos a participarem e contribuírem para o desenvolvimento integral e sustentável; Reconhecer a igual dignidade de todos os seres e o papel essencial a desempenhar pela educação, na promoção desses direitos e responsabilidades.

3 EDUCAÇÃO PARA O VOLUNTARIADO EDUCAÇÃO PARA A SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL EDUCAÇÃO FINANCEIRA EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS desenvolvimento da consciência cívica em matéria de Direitos Humanos. Promover a educação financeira. Conhecer e aplicar os princípios fundamentais para uma cultura de paz. Participar em atividades que desenvolvam o sentido do voluntariado. desenvolvimento da consciência cívica em matéria de Direitos Humanos. Promover a educação financeira que permita enquanto jovem e futuro adulto, desenvolver comportamentos e atitudes racionais face a questões de natureza económica e financeira. Conhecer e aplicar os princípios fundamentais para a boa convivência coletiva nas sociedades democráticas. Participar ativamente na construção de uma sociedade mais coesa e mais solidária; Incentivar o voluntariado num contexto escolar; Identificar as práticas de voluntariado que os alunos levam a efeito. desenvolvimento da consciência cívica em matéria de Direitos Humanos. Aumentar o nível de conhecimentos financeiros, promovendo a educação financeira que permita enquanto jovem e futuro adulto, desenvolver comportamentos e atitudes racionais face a questões de natureza económica e financeira. Conhecer e aplicar os princípios fundamentais para a boa convivência coletiva nas sociedades democráticas, indispensáveis a uma participação responsável pelo cidadão, favorecendo a sua segurança e a dos outros, numa cultura de paz. Participar ativamente na construção de uma sociedade mais coesa e mais solidária; Incentivar o voluntariado num contexto escolar; Identificar as práticas de voluntariado que os alunos levam a efeito.

4 EDUCAÇÃO PARA OS MÉDIA DIMENSÃO EUROPEIA DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL/ DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Promover valores, a mudança de atitudes e de comportamentos, face ao ambiente. Desenvolver uma identidade europeia assente num conjunto de valores e no sentimento de pertença em relação à europa e ao mundo. Utilizar os meios de comunicação social, desenvolvendo atitudes adequadas a uma utilização crítica e segura da internet e das redes sociais. Promover valores, a mudança de atitudes e de comportamentos, face ao ambiente, de forma a preparar os jovens para o exercício de uma cidadania consciente, dinâmica e informada, face às problemáticas ambientais atuais. Desenvolver uma identidade europeia assente num conjunto de valores e no sentimento de pertença em relação à europa e ao mundo. Utilizar e decifrar os meios de comunicação social, nomeadamente o acesso e utilização das tecnologias de informação e comunicação, visando a adoção de comportamentos e atitudes adequados a uma utilização crítica e segura da internet e das redes sociais. Promover valores, a mudança de atitudes e de comportamentos, face ao ambiente, de forma a preparar os jovens para o exercício de uma cidadania consciente, dinâmica e informada, face às problemáticas ambientais atuais, utilizando o conhecimento para interpretar e avaliar a realidade envolvente, formular e debater argumentos para sustentar posições e opções, capacidades fundamentais para a participação ativa na tomada de decisões fundamentadas numa sociedade democrática, face ao s efeitos das atividades humanas sobre o ambiente. Desenvolver uma identidade europeia assente num conjunto de valores e no sentimento de pertença em relação à europa e ao mundo. Utilizar e decifrar os meios de comunicação social, nomeadamente o acesso e utilização das tecnologias de informação e comunicação, visando a adoção de comportamentos e atitudes adequados a uma utilização crítica e segura da internet e das redes sociais.

5 EDUCAÇÃO DO CONSUMIDOR EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE E SEXUALIDADE Dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem-estar físico, social e mental. Proporcionar uma cultura favorável à aquisição de criatividade, organização, responsabilidade, liderança, trabalho em grupo, etc. Fornecer ferramentas para obter, compreender e usar criticamente a informação com o objetivo de se tornarem consumidores mais críticos, exigentes e responsáveis. Dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bemestar físico, social e mental. Proporcionar uma cultura favorável à aquisição de conhecimentos e ao desenvolvimento de atitudes, capacidades e valores, motores do espírito empreendedor (criatividade, inovação, organização, responsabilidade, liderança, trabalho em grupo, etc.) Fornecer ferramentas para obter, compreender e usar criticamente a informação com o objetivo de se tornarem consumidores mais críticos, exigentes e responsáveis. Dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem-estar físico, social e mental, bem como a saúde dos que os rodeiam, conferindolhes assim um papel interventivo. Proporcionar uma cultura favorável à aquisição de conhecimentos e ao desenvolvimento de atitudes, capacidades e valores, motores do espírito empreendedor (criatividade, inovação, organização, responsabilidade, liderança, trabalho em grupo, planeamento, visão de futuro, assunção de riscos, resiliência e curiosidade científica, etc.) Fornecer ferramentas para obter, compreender e usar criticamente a informação com o objetivo de se tornarem consumidores mais críticos, exigentes e responsáveis, através da mobilização de um conjunto de valores construtores e fortalecedores de uma cidadania participativa.

6 EDUCAÇÃO PARA O RISCO EDUCAÇÃO INTERCULTURAL reconhecimento e a valorização da diversidade como oportunidade e como fonte de aprendizagem para todos, no respeito pela multiculturalidade das sociedades atuais. Investir em estratégias de conhecimento da prevenção e da mitigação de riscos, no sentido de promover a sua participação ativa na implementação de uma cultura de segurança e resiliência. reconhecimento e a valorização da diversidade como oportunidade e como fonte de aprendizagem para todos, no respeito pela multiculturalidade das sociedades atuais. Desenvolver a capacidade de comunicar e incentivar a interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença comum à Humanidade. Investir em estratégias de conhecimento da prevenção e da mitigação de riscos, no sentido de promover a sua participação ativa na implementação de uma cultura de segurança e resiliência. reconhecimento e a valorização da diversidade como oportunidade e como fonte de aprendizagem para todos, no respeito pela multiculturalidade das sociedades atuais. Desenvolver a capacidade de comunicar e incentivar a interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença comum à Humanidade. Investir em estratégias de conhecimento da prevenção e da mitigação de riscos, no sentido de promover a sua participação ativa na implementação de uma cultura de segurança e resiliência. PERFIS RELAÇÃO ENTRE OS TRÊS CICLOS DO ENSINO BÁSICO Apresenta-se seguidamente a relação entre os três ciclos do Ensino Básico e o Ensino Secundário tendo em conta os vários itens considerados nos Perfis. De salientar que consideramos que o seu desenvolvimento não se esgota no nível e ciclo de ensino em que estão referenciados, cabendo ao professor diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos seus alunos face ao perfil de saída esperado. PERFIL DO ALUNO À SAÍDA DE CICLO 1º CEB 2º CEB 3º CEB Conhecer a existência de textos fundamentais relativos aos direitos humanos, designadamente a Convenção dos Direitos da Criança. Saber que todos têm direitos e deveres para com os próximos e para com as gerações futuras (ambiente, património natural e cultural ). Conhecer os principais documentos relativos aos direitos humanos (versões simplificadas) e refletir sobre os seus princípios fundamentais. Perceber que os direitos humanos são uma construção que se pode completar e atualizar e as

7 Colocar-se na pele de outrem, sabendo escutar, compreender e respeitar as perspetivas de outros. Compreender a necessidade de regras e do seu cumprimento. Participar no estabelecimento de regras ou na sua mudança. Estabelecer, cumprir acordos e compromissos e assumir as suas responsabilidades. Representar outros e fazer-se representar por outrem. Utilizar formas de decisão democrática, designadamente o voto. Respeitar os colegas independentemente de diferenças de capacidade, género, cultura, religião, língua e outras. Reconhecer formas de discriminação e propor vias de as superar. Colaborar, trabalhar em grupo e participar em atividades coletivas da turma ou da escola. Colaborar na resolução de conflitos de forma positiva. Interessar-se pelos problemas do mundo exterior à escola, mundo próximo e distante. Conhecer algumas datas e acontecimentos marcantes da história do país. Identificar e reproduzir os símbolos da identidade nacional e europeia. Participar em debates, respeitando as regras do debate democrático, fundamentando as suas opiniões e respeitando as dos outros. Analisar criticamente o seu desempenho, relativamente às regras estabelecidas. Analisar e propor regras adequadas ao contexto Assumir direitos e responsabilidades cívicas na turma e na escola. Procurar atingir consensos em contexto de representação. Reconhecer e apreciar a fundamental semelhança de todos os seres humanos e a sua diversidade. Reconhecer e recusar situações discriminatórias. Reconhecer a existência de estereótipos e suas possíveis consequências negativas. Resistir a pressões em situações de discriminatórias Trabalhar em equipa e envolverse em atividades coletivas, refletindo sobre questões que lhes estejam associadas. Resolver conflitos de forma positiva e agir face à agressão. Identificar e compreender situações de desigualdade socioeconómica entre diversas regiões do mundo. Utilizar e dar sentido a marcos cronológicos significativos da história de Portugal, designadamente ligados à construção da Democracia. Compreender o conceito de República soberana e identificar os princípios em que assenta. dificuldades que se colocam à sua adoção. Questionar as suas opiniões e pontos de vista por confronto com outros. Analisar e propor regras e comportamentos tendo em conta princípios de justiça e equidade. Assumir os direitos e deveres que lhe competem no contexto da família, da escola e da comunidade. Participar na gestão executiva e pedagógica da escola. Colaborar em projetos e dinâmicas que promovam o convívio e a compreensão intercultural. Contribuir para identificar soluções face a fenómenos de discriminação ou de estereotipia. Resistir à pressão de outros, recusando participar em ações que infrinjam os seus direitos ou de outros. Valorizar o voluntariado e o associativismo como forma de organização dos indivíduos em torno de objetivos comuns. Cooperar para prevenir, resolver e mediar conflitos. Conhecer projetos de cooperação internacional que visem a melhoria das condições de vida das populações e dos cidadãos. Identificar processos de construção da Democracia em Portugal e no Mundo. Compreender como se concretizam e articulam os vários territórios de cidadania (local, nacional, regional e global).

8 Conhecer e saber recorrer a instituições públicas da comunidade. Compreender que as mensagens transmitidas pelos media podem influenciar comportamentos, designadamente as de natureza publicitária. Produzir mensagens mediáticas de sensibilização para identificação e resolução de problemas. Analisar o seu próprio comportamento face ao consumo de media. Conhecer riscos associados à utilização dos média, nomeadamente relacionados com a salvaguarda da privacidade e confidencialidade de informações pessoais, e conhecer formas de os prevenir. Respeitar os espaços da comunidade e cuidar dos espaços físicos e dos equipamentos da escola. Conhecer manifestações do património cultural (lendas, histórias, danças e canções para crianças ). Adotar hábitos de higiene e alimentação equilibrada. Priorizar necessidades e desejos em função dos recursos existentes. Saber quais as principais instituições democráticas do Estado português. Interpretar mensagens mediáticas, compreendendo como os media podem influenciar modos de ver a realidade. Perceber como os diferentes media* informam e formam a opinião dos cidadãos e assumir o papel de produtores. Fazer escolhas de consumo mediático em função de critérios de que tem consciência. Tomar medidas de prevenção relativamente aos riscos associados à utilização dos media. Respeitar e cuidar do património coletivo da escola e da comunidade. Desenvolver hábitos de consumo e de criação de bens e produtos culturais. Valorizar comportamentos de vida saudável, compreendendo suas consequências positivas e negativas Gerir as finanças pessoais e participar na gestão financeira de iniciativas e projetos. Perceber a importância da Constituição da República Portuguesa. Conhecer as principais instituições democráticas da União Europeia. Saber como reclamar quando os seus direitos de cidadania são lesados. Avaliar criticamente mensagens mediáticas, compreendendo o seu carácter construído e tomando consciência das opções subjacentes (de quem produz e de quem recebe). Identificar formas como os media* podem influenciar a nossa imagem do mundo e da vida política e como nós podemos intervir de modo a influenciá-los, nomeadamente através da produção de mensagens. Gerir equilibradamente o seu consumo de media. Reconhecer e recusar situações de abuso mediático (cyberbullying e outras) e compreender suas implicações jurídicas. Conhecer e contribuir para a defesa do património coletivo. Contribuir para a preservação, consumo e criação de bens e produtos culturais. Analisar os bens e produtos culturais tendo em conta a sua dimensão histórica. Compreender que comportamentos de risco podem comprometer seu projeto de vida pessoal e social. Tomar decisões esclarecidas sobre consumo ou poupança.

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA Proposta Curricular para os Ensinos Básico e Secundário Maria Emília Brederode Santos (Coordenadora) Alexandra Marques Carla Cibele Filomena Matos Isabel Menezes Luísa Nunes Pascal

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Planificação Anual Educação para a Cidadania

Planificação Anual Educação para a Cidadania Agrupamento de Escolas de Monforte Ano letivo - 2014-2015 Planificação Anual Educação para a Cidadania Departamento do 1º Ciclo Introdução Rua Professor Dr. Rosado Correia A escola ocupará sempre um papel

Leia mais

Ação de Formação OFERTAS CURRICULARES DIVERSIFICADAS: UMA NOVA REALIDADE ESCOLAR PARA TODOS OS DOCENTES

Ação de Formação OFERTAS CURRICULARES DIVERSIFICADAS: UMA NOVA REALIDADE ESCOLAR PARA TODOS OS DOCENTES Ação de Formação OFERTAS CURRICULARES DIVERSIFICADAS: UMA NOVA REALIDADE ESCOLAR PARA TODOS OS DOCENTES Programa para a disciplina de oferta complementar do AER (ensino básico): Educação para a Cidadania

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2014/2015 Página 2 1.º Ciclo.. 05 2.º Ciclo. 09 Língua Portuguesa. Língua Inglesa.. História e Geografia de Portugal 23 Matemática... 24 Ciências da Natureza.. 25 Educação Musical...

Leia mais

Atividades do Projeto Educação para a Saúde

Atividades do Projeto Educação para a Saúde Atividades do Projeto Educação para a Saúde A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, não consistindo somente numa ausência de

Leia mais

ARTICULANDO A EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA GLOBAL COM O ENSINO PRÉ-ESCOLAR E O 1ºCEB

ARTICULANDO A EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA GLOBAL COM O ENSINO PRÉ-ESCOLAR E O 1ºCEB ARTICULANDO A EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA GLOBAL COM O ENSINO PRÉ-ESCOLAR E O 1ºCEB PROPOSTAS DE TRABALHO PARA EXPERIMENTAR A Formação Pessoal e Social é considerada uma área transversal, dado que todas

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA 2 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 3

NOTA INTRODUTÓRIA 2 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 3 ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA 2 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 3 1.1 Formação do Pessoal Docente 3 1.2 Formação do Pessoal Não Docente 4 1.3 Formação orientada para os alunos 4 1.4 Formação orientada para os pais e

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar Critérios de Avaliação Departamento Educação Pré-Escolar 2015/2016 Critérios de Avaliação As principais diretrizes normativas referentes à avaliação na Educação Pré-Escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

qwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklçz xcvbnmqwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklçzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwerty

qwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklçz xcvbnmqwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklçzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwerty qwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklçz xcvbnmqwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklçzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklçzxcvbnmqwerty ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOÃO CARLOS CELESTINO GOMES uiopasdfghjklçzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklçzxcvbn

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Projeto Educativo. Creche Humanus C.A.M. Resposta Social Creche D O C. 0 0 3. 0 2. C R E. Página 1 de 11. Funcionamento com apoio:

Projeto Educativo. Creche Humanus C.A.M. Resposta Social Creche D O C. 0 0 3. 0 2. C R E. Página 1 de 11. Funcionamento com apoio: Projeto Educativo Creche Humanus C.A.M. 1 de 11 Índice Introdução... 3 Quem somos?...3 As Dimensões do Projeto Educativo Dimensão Global da Criança.. 5 Dimensão Individual.... 6 Dimensão das Aquisições..

Leia mais

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade) Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar Agrupamento de Escolas de Arronches Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar João Garrinhas Agrupamento de Escolas de Arronches I. PRINCIPIOS, VALORES E MISSÃO DO AGRUPAMENTO

Leia mais

Mensagem da Diretoria

Mensagem da Diretoria 2007 A Mensagem da Diretoria história da Responsabilidade Social na Copacol está intrínseca desde que abriu as portas do cooperativismo no Oeste do Paraná, em 1963. Com a assinatura do Pacto Global, essa

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

Planificação Curricular Pré-escolar

Planificação Curricular Pré-escolar PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Ciclo/ Área/ Disciplina: Pré-escolar Ano Letivo 2012/2013 Área de Formação pessoal e Social Esboço Curricular para a Educação de Infância (segundo as Orientações Curriculares

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

Referencial de Educação Financeira em Portugal. 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA

Referencial de Educação Financeira em Portugal. 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Referencial de Educação Financeira em Portugal Educação Pré-escolar, Ensino Básico e Secundário 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Educação para a Cidadania: novo quadro

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO (PME)

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO (PME) PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO (PME) NÚCLEO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (NEA) SEMED TÉCNICAS RESPONSÁVEIS: REGINA FREIRE ARNALDO DO NASCIMENTO (GESTORA AMBIENTAL) E SOLANGE ALVES OLIVEIRA (BIÓLOGA) LEI N o 9.795,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RUY BELO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RUY BELO PLANO DE FORMAÇÃO 1 PLANO DE FORMAÇÃO Índice Introdução 4 Pressupostos teóricos 5 Enquadramento legal 7 Âmbito da formação (objetivos) 9 Docentes Não docentes Pais e encarregados de educação Levantamento

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento da Educação Pré Escolar CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CAT

REGULAMENTO INTERNO DO CAT REGULAMENTO MISERICÓRDIA DA FREGUESIA DE SANGALHOS INTERNO DO CAT CAPITULO I Norma I Natureza do Estabelecimento Tipo de Estabelecimento: Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens em Risco

Leia mais

A Educação Artística na Escola do Século XXI

A Educação Artística na Escola do Século XXI A Educação Artística na Escola do Século XXI Teresa André teresa.andre@sapo.pt Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Caldas da Rainha, 1 de Junho de 2009 1. A pós-modernidade provocou

Leia mais

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância Creche e Jardim de Infância O Jardim dos Palhacinhos Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância 1 Albufeira, Março 2014 Gerência: Índice Índice... 2 Introdução... 3 1. Caracterização da instituição...

Leia mais

PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL

PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL A Amnistia Internacional Portugal defende a manutenção Formação Cívica nos 2.º

Leia mais

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz PLANO ANUAL DE TRABALHO 205/206 9ºAno Código 40470 Educação para a Cidadania 9º Ano Ano Letivo: 205/ 206 Plano Anual Competências a desenvolver Conteúdos Temas/Domínios Objetivos Atividades / Materiais

Leia mais

Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009

Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Introdução Educação e Saúde partilham os mesmos objectivos. Objectivos comuns permitem que as escolas se transformem

Leia mais

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Regulamentos CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Secção Permanente do Senado de 16 de Novembro de 2005 Exposição de Motivos O desenvolvimento de um projecto de qualidade educativa

Leia mais

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PRINCÍPIOS Caráter holístico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança; Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA SABESP

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA SABESP CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA SABESP 2008-2 1 Apresentação A SABESP a partir da sua própria missão de prestar serviços de saneamento, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente constitui-se

Leia mais

Código de Ética. 1. Apresentação

Código de Ética. 1. Apresentação Código de Ética 1. Apresentação A Missão, a Visão, os Princípios Gerais, os Valores e as Normas de Conduta constantes do Código de Ética integram a Cultura da Lusa, a qual deve presidir à conduta profissional

Leia mais

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta Preâmbulo A CASES, consciente do seu papel no âmbito da economia social, considera importante colocar a questão da ética como prioridade na sua agenda. O presente documento apresenta os princípios gerais

Leia mais

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira A Educação Financeira nas Escolas: O Referencial de Educação Financeira e a formação de docentes 5ª Conferência Internacional de Educação Financeira Perspetivas e reflexões: por uma cidadania ativa Educação

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR ANO LETIVO 2013/2014 Departamento do Pré- Escolar 2013/2014 Page 1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação em educação é um elemento integrante

Leia mais

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e suas tecnologias Disciplina: Arte carga horária: 80 horas

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e suas tecnologias Disciplina: Arte carga horária: 80 horas MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS Fundação Alentejo no Alentejo e para o Alentejo, um projeto para além da esperança Fernanda Ramos 1992 Aprovado na reunião do Conselho de Administração da FA Novembro

Leia mais

IX Conferência Ibero-americana de Cultura Montevidéu, 13 e 14 de julho de 2006 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PROJETO

IX Conferência Ibero-americana de Cultura Montevidéu, 13 e 14 de julho de 2006 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PROJETO IX Conferência Ibero-americana de Cultura Montevidéu, 13 e 14 de julho de 2006 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PROJETO 1 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PREÂMBULO Os Chefes de Estado e de Governo dos países

Leia mais

Código de Conduta Nossa forma de fazer negócios

Código de Conduta Nossa forma de fazer negócios Código de Conduta Nossa forma de fazer negócios pwc Atuamos de forma profissional. Fazemos negócios com integridade. Preservamos a reputação da Firma e de nossos clientes. Respeitamos as pessoas e o meio

Leia mais

A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul

A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul 1 A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul Margarida Soares (*) O Agrupamento de Escolas Matosinhos Sul tem três animadores socioculturais afectos ao Projecto

Leia mais

Externato Marista de Lisboa Gabinete de Psicologia 2014/2015

Externato Marista de Lisboa Gabinete de Psicologia 2014/2015 1 PLANO DE INTERVENÇÃO DO GABINETE DE PSICOLOGIA ANO LETIVO Psicólogas do Externato Pré-Escolar Dra. Irene Lopes Cardoso 1º Ciclo - (1º e 2º anos) Dra. Irene Lopes Cardoso (3º e 4º anos) Dra. Manuela Pires

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável

Desenvolvimento Sustentável Desafios para as lideranças na criação de ambientes favoráveis à leitura Lucila Martínez Cáceres Educadora, Mestre em Biblioteconomia e Informação Especialização em Desenvolvimento Sustentável Local e

Leia mais

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS ESPANHOL 2 Área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Disciplina: Língua Espanhola carga horária: 60 horas

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS ESPANHOL 2 Área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Disciplina: Língua Espanhola carga horária: 60 horas MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS ESPANHOL 2 Área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Leia mais

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos I-Organização da Administração Pública A vida da sociedade organizada pressupõe uma organização racional do trabalho, constituída de uma hierarquia

Leia mais

Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação

Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação Regulamento para Apresentação de Projetos Artigo 1º Enquadramento A Mostra de Projetos Inovadores em Educação e Formação insere-se no âmbito do Programa

Leia mais

Educação para os Media e Cidadania

Educação para os Media e Cidadania Educação para os Media e Cidadania Sara Pereira Instituto de Estudos da Criança Universidade do Minho Com este artigo procura-se reflectir sobre a educação para os media como uma forma e uma via de educar

Leia mais

O Projeto Educativo do Externato Infante D. Henrique...

O Projeto Educativo do Externato Infante D. Henrique... Introdução O Projeto Educativo do Externato Infante D. Henrique......pressupõe a prévia aceitação de uma conceção do homem na qual se reveja a ideia da construção de uma sociedade livre, plural, geradora

Leia mais

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Zilma de Moraes Ramos de Oliveira zilmaoliveira@uol.com.br Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa OBJETIVOS Discutir as implicações

Leia mais

Projeto Educativo de Escola

Projeto Educativo de Escola Projeto Educativo de Escola Professor 2012-2016 Índice 1. Identificação 02 2. Introdução 03 3. Princípios... 04 4. Valores.. 06 5. Objetivos Metas Estratégias... 07 6. Avaliação 11 7. Bibliografia 12 8.

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS Dados sócio-demográficos: Género: F M Idade:... (anos) Escolaridade: Ensino Secundário Licenciatura Mestrado Doutoramento

Leia mais

Projeto Educativo de Escola

Projeto Educativo de Escola -- Escola Secundária da Ribeira Grande Projeto Educativo de Escola 2013-2016 Projeto apreciado em reunião de Conselho Pedagógico do dia 2 de maio de 2013 B Escola Secundária da Ribeira Grande - Projeto

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO Indicações para Operacionalização 2012-2015 O Plano Anual de Atividades do Agrupamento é relevante para toda a Comunidade Educativa. Por ele se operacionalizam

Leia mais

Voluntariado Empresarial

Voluntariado Empresarial Voluntariado Empresarial Agenda 09:00-09:10 Abertura e Introdução ao tema Voluntariado Empresarial 09:10 09:30 Jogo de Palavras conceito trabalho em grupos 09:30 10:15 Apresentação dos grupos e síntese

Leia mais

SECÇÃO IV PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO: PARTICIPAÇÃO NO AGRUPAMENTO DE

SECÇÃO IV PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO: PARTICIPAÇÃO NO AGRUPAMENTO DE SECÇÃO IV PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO: PARTICIPAÇÃO NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Artigo 74.º Direitos dos pais e encarregados de educação São direitos dos pais e encarregados de educação: a) Participar

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. 1 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. Este código de ética e conduta foi aprovado pelo Conselho de Administração da INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. ( Companhia

Leia mais

Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C.

Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C. Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C. Declaração de Princípios Quem Somos Somos uma organização não-governamental dedicada à promoção da liderança juvenil e da participação da cultura da juventude

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1 Denise Carrera A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto de que a ordem social não é natural e por isso pode ser transformada. A

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS 2º CEB. Introdução

PLANO DE ESTUDOS 2º CEB. Introdução Introdução Entre os 10 e 12 anos, as crianças necessitam que lhes seja despertado e estimulado o seu desejo de aprender. No Colégio Pedro Arrupe pretendemos estimular e promover esse desejo, desenvolvendo

Leia mais

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66 OTA de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações n.º doc. ant.: 14061/1/11 REV 1 SOC 759

Leia mais

Estado de direito democrático...2. Tarefas fundamentais do Estado...2. Liberdade de associação...2. Direitos dos trabalhadores...3

Estado de direito democrático...2. Tarefas fundamentais do Estado...2. Liberdade de associação...2. Direitos dos trabalhadores...3 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (Texto nos termos da última revisão constitucional (sexta revisão constitucional) operada pela Lei Constitucional n.º 1/2004, de 24 de Julho) Estado de direito democrático...2

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª Recomenda ao Governo a definição de uma estratégia para o aprofundamento da cidadania e da participação democrática e política dos jovens A cidadania é, além de um

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO CÓDIGO DE ÉTICA DA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO 0 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 2 2 - ABRANGÊNCIA... 2 3 - PRINCÍPIOS GERAIS... 2 4 - INTEGRIDADE PROFISSIONAL E PESSOAL... 3 5 - RELAÇÕES COM

Leia mais

Projeto de Intervenção

Projeto de Intervenção Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Projeto de Intervenção 2014/2018 Hortense Lopes dos Santos candidatura a diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Braga, 17 abril de 2014

Leia mais

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA 1. Preâmbulo O perfil das empresas e a sua imagem estão cada vez mais interligados não só com o desempenho económico e financeiro, mas também com o quadro de valores, princípios

Leia mais

Casa do Povo de Óbidos - Creche e Jardim de Infância Ano lectivo de 2011/2012 1

Casa do Povo de Óbidos - Creche e Jardim de Infância Ano lectivo de 2011/2012 1 PROJECTO DE VALÊNCIA DE CRECHE Ano lectivo de 2011/2012 1 Índice 1-INTRODUÇÃO... 1 2-PRINCÍPIOS GERAIS E OBJECTIVOS PEDAGÓGICOS DA CRECHE... 2 3-ÁREAS DE CONTEÚDO... 4 3.1 - ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E

Leia mais

De acordo com o disposto nos Estatutos da AAUMa, a Reunião Geral de Alunos aprova o seguinte Regulamento de Voluntariado: Preâmbulo

De acordo com o disposto nos Estatutos da AAUMa, a Reunião Geral de Alunos aprova o seguinte Regulamento de Voluntariado: Preâmbulo De acordo com o disposto nos Estatutos da AAUMa, a Reunião Geral de Alunos aprova o seguinte Regulamento de Voluntariado: Preâmbulo A Resolução da Assembleia da República n.º 7/99, de 19 de fevereiro,

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7 5. Propostas

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8 CÓDIGO DE CONDUTA DA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO Lisboa, Julho de 2015 1/8 I - ÂMBITO Artigo Primeiro Âmbito Pessoal O presente Código integra um conjunto de regras e princípios gerais de ética

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Plano Anual de Atividades 2015/ 2016 Ser,Intervir e Aprender PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Sede: ES de Mem Martins EB23 Maria Alberta Menéres; EB1 de Mem Martins n.º2; EB1 com JI da Serra das Minas

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional

Código de Ética e Conduta Profissional Código de Ética e Conduta Profissional ÍNDICE DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 1 ARTIGO 1º. - Âmbito de Aplicação 1 ARTIGO 2º. Princípios Aplicáveis 2 ARTIGO 3º. Relação com os clientes/consumidores 3 ARTIGO

Leia mais

Regulamento Interno. Dos Órgãos. de Gestão. Capítulo II. Colégio de Nossa Senhora do Rosário

Regulamento Interno. Dos Órgãos. de Gestão. Capítulo II. Colégio de Nossa Senhora do Rosário Colégio de Nossa Senhora do Rosário Capítulo II Dos Órgãos Regulamento Interno de Gestão Edição - setembro de 2012 Índice do Capítulo II Secção I Disposições Gerais 1 Secção II Órgãos e Responsáveis das

Leia mais

DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR A BASE A Base Nacional Comum é um conjunto de conhecimentos e habilidades essenciais que cada estudante brasileiro tem o direito de aprender a

Leia mais

Mensagem da Diretoria

Mensagem da Diretoria Código de Ética Índice Mensagem da Diretoria... 07 Princípios Cooperativistas... 09 Política da Qualidade... 11 Nosso Negócio, Missão, Visão... 12 Nossos Valores... 13 Nosso Relacionamento com: Associados...

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017

PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017 PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PRADO Plano Estratégico de Melhoria 2014/2017 O Plano de Melhoria da Escola é um instrumento fundamental para potenciar o desempenho

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

CIDADANIA E PROFISSIONALIDADE PROPOSTAS PARA ELABORAÇÃO DO PORTEFÓLIO REFLEXIVO DE APRENDIZAGEM

CIDADANIA E PROFISSIONALIDADE PROPOSTAS PARA ELABORAÇÃO DO PORTEFÓLIO REFLEXIVO DE APRENDIZAGEM CIDADANIA E PROFISSIONALIDADE PROPOSTAS PARA ELABORAÇÃO DO PORTEFÓLIO REFLEXIVO DE APRENDIZAGEM Cidadania e Profissionalidade Perfil de Competências Nesta área o adulto deve ser capaz de : Agir nos seus

Leia mais

PRÉ-ESCOLAR. critérios de avaliação 2015/2016

PRÉ-ESCOLAR. critérios de avaliação 2015/2016 PRÉ-ESCOLAR critérios de avaliação 2015/2016 Aprovado em Conselho Pedagógico a 1 de Setembro de 2015 Índice I. Introdução / Enquadramento Normativo. 2 II. Finalidades.. 3 III. Princípios. 4 IV. Processo

Leia mais

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO 1 - Matriz de Competências e Habilidades de Ciências da Natureza e Suas Tecnologias Ensino Médio EIXOS COGNITIVOS

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA CASA DO MENINO JESUS DE PRAGA CMJP

CÓDIGO DE ÉTICA DA CASA DO MENINO JESUS DE PRAGA CMJP CÓDIGO DE ÉTICA DA CASA DO MENINO JESUS DE PRAGA CMJP Quem Somos Fundada em 06 de janeiro de 1984, a Casa do Menino Jesus de Praga - CMJP situa-se à Rua Nelson Zang, nº 285, bairro Intercap, Porto Alegre

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s S a n t o s S i m õ e s Regulamento Interno Serviço de Educação Especial 1 Artigo 1.º Definição 1.1. O Presente documento define e regula o funcionamento e a missão

Leia mais

Competências e habilidades EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento) I. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua

Competências e habilidades EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento) I. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Competências e habilidades EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento) I. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro

Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro Escola Sede: E.B. 2,3 de Pegões 1. FUNCIONAMENTO DO SPO Desenvolve o seu trabalho com base em atribuições e competências legais, adaptadas ao contexto

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL

MINISTÉRIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL MINISTÉRIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 2º ano / Ensino Médio Área: Ciências da Natureza, Matemática

Leia mais

Resolução SE 02/2010 (divulgada em 6-01-2010no Diário Oficial do Estado de São Paulo)

Resolução SE 02/2010 (divulgada em 6-01-2010no Diário Oficial do Estado de São Paulo) Resolução SE 02/2010 (divulgada em 6-01-2010no Diário Oficial do Estado de São Paulo) Acrescenta o subitem 2.15 ao Anexo da Resolução SE Nº 80/2009, que dispõe sobre a definição de perfis de competências

Leia mais

Um projecto voltado para o futuro

Um projecto voltado para o futuro Enriquecimento Curricular Évora, 8 de Maio de 2009 Um projecto voltado para o futuro Educação para a Cidadania Projecto pioneiro Câmara Municipal de Évora entidade promotora do Programa de Actividades

Leia mais

PROJETO A FORMAÇÃO NÃO É SÓ O SABER

PROJETO A FORMAÇÃO NÃO É SÓ O SABER PROJETO A FORMAÇÃO NÃO É SÓ O SABER Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos - Pinhal Novo Projeto de Educação para a Cidadania Introdução O Projeto tem como paradigma a valorização do percurso escolar

Leia mais

Abordagens comuns do empreendedorismo:

Abordagens comuns do empreendedorismo: Abordagens comuns do empreendedorismo: principalmente do ponto de vista económico, administrativo, organizacional, sociológico, observando as partes da realidade, em detrimento do ponto de vista psicológico,

Leia mais

Código de Conduta e de Boas Práticas

Código de Conduta e de Boas Práticas Código de Conduta e de Boas Práticas Preâmbulo Aos membros da comunidade académica da Universidade de Lisboa (docentes e investigadores, trabalhadores não docentes e não investigadores, bolseiros de investigação,

Leia mais

A APRENDIZAGEM. processo de construção pessoal e interno. traduz-se. MODIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTO relativamente estável

A APRENDIZAGEM. processo de construção pessoal e interno. traduz-se. MODIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTO relativamente estável A APRENDIZAGEM processo de construção pessoal e interno traduz-se MODIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTO relativamente estável Alarcão e Tavares (1999) DESENVOLVIMENTO APRENDIZAGEM E CONHECIMENTO SÃO PROCESSOS SOCIAIS

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar Betina Waihrich Teixeira 1 Sandra Maria do Nascimento de Oliveira 2 Resumo: O gestor escolar deve ter uma boa liderança de comunicação, sabendo interagir com sua

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE CONSERVATÓRIO REGIONAL DE GAIA Ano Letivo 2013 2014 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Regulamento Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento de Avaliação de Desempenho aplica-se a todos os docentes com

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa

Política de Responsabilidade Corporativa Política de Responsabilidade Corporativa Índice 1. Introdução...04 2. Área de aplicação...04 3. Compromissos e princípios de atuação...04 3.1. Excelência no serviço...05 3.2. Compromisso com os resultados...05

Leia mais

AVALIAÇÃO INTERNA DO DESEMPENHO DOCENTE - AVALIAÇÃO DO DIRETOR CRITERIOS DE AVALIAÇÃO

AVALIAÇÃO INTERNA DO DESEMPENHO DOCENTE - AVALIAÇÃO DO DIRETOR CRITERIOS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INTERNA DO DESEMPENHO DOCENTE - AVALIAÇÃO DO DIRETOR CRITERIOS DE AVALIAÇÃO De acordo com a Portaria n 266/2012, de 30 de agosto, compete ao Conselho Geral definir os critérios de avaliação do

Leia mais

Departamento das Educação Pré-escolar

Departamento das Educação Pré-escolar Departamento das Educação Pré-escolar A melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o jardim-de-infância, a família e a escola, uma construção partilhada que

Leia mais