ANÁLISE DO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DE GESTANTES INTERNADAS COM DIAGNÓSTICO DE PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE EM MATERNIDADE DE REFERÊNCIA

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1 Os ANÁLISE DO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DE GESTANTES INTERNADAS COM DIAGNÓSTICO DE PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE EM MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ANTÔNIO RIBEIRO BARRADAS JÚNIOR FRANCISCO DE SOUZA BARROS JÚNIOR 2019 TERESINA - PI

2 ANÁLISE DO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DE GESTANTES INTERNADAS COM DIAGNÓSTICO DE PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE EM MATERNIDADE DE REFERÊNCIA ANTÔNIO RIBEIRO BARRADAS JÚNIOR FRANCISCO DE SOUZA BARROS JÚNIOR Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Medicina do Centro Universitário UNINOVAFAPI como requisito parcial para obtenção do título de graduado em Medicina. Orientador: Jailson Costa Lima TERESINA - PI

3 ANTÔNIO RIBEIRO BARRADAS JÚNIOR FRANCISCO DE SOUZA BARROS JÚNIOR ANÁLISE DO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DE GESTANTES INTERNADAS COM DIAGNÓSTICO DE PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE EM MATERNIDADE DE REFERÊNCIA Pesquisa apresentada ao Curso de Medicina do Centro Universitário de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí UNINOVAFAPI, como Trabalho de Conclusão de Curso, para obtenção do grau em Medicina. Data de Aprovação: DD / MM / 2019 BANCA EXAMINADORA Prof. João Luiz Vieira Ribeiro Mestre - Uninovafapi PRESIDENTE DA BANCA Prof. Jailson Costa Lima Uninovafapi ORIENTADOR DO TRABALHO DE CONCLUSÃO [terceiro membro da banca] [maior titulação efetiva] Uninovafapi MEMBRO CONVIDADO

4 4 ANÁLISE DO PERFIL ANTROPOMÉTRICO DE GESTANTES INTERNADAS COM DIAGNÓSTICO DE PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE EM MATERNIDADE DE REFERÊNCIA AN ANALYSIS OF THE ANTHROPOMETRIC PROFILE OF INTERNALLY PREGNANT WITH DIAGNOSIS OF SERIOUS PRE-ECLAMPSIA IN MATERNITY OF REFERENCE ANÁLISIS DEL PERFIL ANTROPOMÉTRICO DE GESTANTES INTERNADOS CON DIAGNÓSTICO DE PRE-ECLÁMPSIA GRAVE EN MATERNIDAD DE REFERENCIA Antônio Ribeiro Barradas Júnior 1 Francisco de Souza Barros Júnior 2 Jailson Costa Lima 3 RESUMO O estudo teve como objetivo descrever o perfil antropométrico de gestantes internadas com diagnóstico de pré-eclâmpsia grave em maternidade de referência. Trata-se de um estudo descritivo e transversal, com abordagem quantitativa realizado em Maternidade de Referência de Teresina Piauí, com 114 prontuários de gestantes internadas com diagnóstico de Pré-Eclâmpsia Grave. A faixa etária predominante foi entre 19 a 25 anos (36,8%). Em relação ao grau de escolaridade 46,4% possuíam o Ensino Fundamental e 80,7% das gestantes dispõe de apenas um salário mínimo. A pré-eclâmpsia e os agravos hipertensivos se configuram em estatísticas alarmantes, sendo necessário que os profissionais de saúde planejem uma assistência integral e direcionada. Descritores: Gestantes. Pré-Eclâmpsia. Perfil de Saúde. Saúde da Mulher. ABSTRACT The objective of this study was to describe the anthropometric profile of hospitalized pregnant women with a diagnosis of severe preeclampsia in a reference maternity hospital. This is a descriptive and cross-sectional study, with a quantitative approach 1 Graduando em Medicina. Centro Universitário UNINOVAFAPI. Teresina, Piauí, Brasil. 2 Graduando em Medicina. Centro Universitário UNINOVAFAPI. Teresina, Piauí, Brasil. 3 Doutor em Ginecologia e Obstetrícia. Centro Universitário UNINOVAFAPI. Teresina, Piauí, Brasil.

5 5 performed at Maternidade de Referência de Teresina - Piauí, with 114 records of pregnant women hospitalized with a diagnosis of severe pre-eclampsia. The predominant age group was between 19 and 25 years old (36.8%). Regarding the educational level, 46.4% had primary education and 80.7% of pregnant women have only one minimum wage. Pre-eclampsia and hypertensive disorders are set in alarming statistics, requiring health professionals to plan comprehensive and targeted care. Descriptors: Pregnant women. Pre eclampsia. Health Profile. Women's Health. RESUMEN El estudio tuvo como objetivo describir el perfil antropométrico de gestantes internadas con diagnóstico de preeclampsia grave en maternidad de referencia. Se trata de un estudio descriptivo y transversal, con abordaje cuantitativo realizado en Maternidad de Referencia de Teresina - Piauí, con 114 prontuarios de gestantes internadas con diagnóstico de Pre-Eclampsia Grave. El grupo de edad predominante fue entre 19 a 25 años (36,8%). En relación al grado de escolaridad el 46,4% poseía la Enseñanza Fundamental y el 80,7% de las gestantes dispone de apenas un salario mínimo. La preeclampsia y los agravios hipertensivos se configuran en estadísticas alarmantes, siendo necesario que los profesionales de salud planifiquen una asistencia integral y direccionada. Descriptores: Gestantes. La preeclampsia. Perfil de Salud. Salud de la Mujer. INTRODUÇÃO A hipertensão gestacional, pré-eclâmpsia e eclampsia são as doenças que fazem parte das síndromes hipertensivas que causam vários danos à saúde da mãe e do bebê, e se caracterizam por hipertensão arterial e/ou proteinúria diagnosticada após a 20ª semana de gestação, que possui grande ocorrência(ferreira et al., 2016). A pré-eclâmpsia é conhecida cientificamente como desordem que pode vir a acontecer logo depois da vigésima semana gestacional, durante o parto e até 12 semanas pós-parto. Estatisticamente sua ocorrência envolve de 5-8% de todas as gestações e é uma condição que progride rapidamente, caracterizada por aumento tensional da pressão arterial (PA) e presença de proteinúria. Como principais sinais característicos pode-se citar: presença de edema; cefaleia, dor abdominal, plaquetopenia, aumento de enzimas hepáticas e alterações visuais (visão borrada e/ou turva). Mas, pode acontecer de a doença ocorrer de forma silenciosa, ou seja, sem a presença de sinais característicos (SAMPAIO et al., 2013).

6 6 As síndromes hipertensivas na gestação acarretam expressiva morbimortalidade tanto materna quanto fetal. Não existem informações precisas sobre a incidência de pré-eclâmpsia (PE), porém estima-se que afete cerca de 4% das gestações. No Brasil, incidência de 1,5 % para PE e de 0,6% para eclâmpsia é relatada. A HA na gestação resulta em mortalidade entre 20% e 25% de todas as causas de óbito materno, e dados disponíveis no SUS mostram tendência de estagnação(ferreira et al., 2016). A gravidez de risco pela presença de hipertensão exige necessidades de tratamento para a gestante, sendo uma condição, na qual a esperança do sucesso da evolução da gestação até o termo se confronta com as complicações presentes ou potenciais. O Ministério da Saúde (MS), nesse sentido, estabelece o número de consultas que informa o período para o atendimento do pré-natal, sendo organizado de acordo com a função dos períodos gestacionais que determinam com o maior risco materno e perinatal (BRASIL, 2017). Um recurso preventivo para se evitar a morte materna e neonatal é o prénatal, pois tem como objetivo principal o acompanhamento de maneira segura da gravidez, identificar possíveis complicações e ofertar meios preventivos para um parto seguro, isso resulta em segurança para a saúde materna e neonatal. É importante esclarecer aspectos psicossociais, assim como atividades educativas e preventivas que favoreçam informações relevantes para as usuárias do serviço (BRASIL, 2005). Nesse contexto em que se insere o pré-natal na atenção básica, é importante ressaltar que uma assistência pré-natal e puerperal qualificada e humanizada, se dá por meio da incorporação de condutas acolhedoras e sem intervenções desnecessárias; do fácil acesso aos serviços de saúde de qualidade, com ações que integrem todos os níveis da atenção: promoção da saúde, prevenção de doenças e assistência à saúde da gestante e do recém-nascido, desde o atendimento ambulatorial básico ao atendimento hospitalar para alto risco (BRASIl, 2012). Vale destacar que na vigência de gestação de alto risco e quando a resolução do parto ocorre antes do previsto, a mãe desconstrói o ideal de maternidade e passa a conviver com a realidade de um filho que inspira cuidados e risco de morrer. Esse entendimento leva a pressupor que uma gravidez com síndrome hipertensiva, ou com suas complicações, como a pré-eclâmpsia, traz como consequência, o nascimento de

7 7 um filho prematuro, com necessidade de hospitalização na UTIN, ou várias consequências para a mãe e em muitos casos o próprio óbito materno (FERREIRA et al., 2016). A justificativa deste estudo se dá pelo alto índice de mortalidade materna e perinatal relacionado à Pré Eclampsia Grave e a possibilidade de ações preventivas durante o pré-natal. O serviço médico hospitalar deve propiciar assistência eficaz às gestantes, sendo indispensável que toda equipe conheça as características dessa clientela. Neste contexto, o objetivo desse estudo é descrever o Perfil Antropométrico de Gestantes Internadascom Diagnóstico De Pré-Eclâmpsia Grave em Maternidade de Referência, além de caracterizar o perfil clínico-epidemiologico das gestantes, quantificar os dados antropométricos das gestantes admitidas e classificar gestantes segundo indice de massa corporal (IMC), por idade gestacional. METODOLOGIA Trata-se de um estudo descritivo e transversal, com abordagem quantitativa, realizado numa maternidade de referência de alta complexidade de atendimento á saúde da mulher no estado do Piauí. A instituição investigada é responsável por 63% dos nascimentos na cidade de Teresina. As somas de internações por mês totalizam em média 1.200, sendo que 900 são partos. Os dados foram coletados de 114 gestantes na admissão em pré-eclâmpsia de alto risco, no período de dezembro 2018 a março A seleção da amostra foi através de uma amostragem não probabilística do tipo intencional, ou seja, durante o período da coleta dos dados, à medida que forem diagnosticados casos de preeclâmpsia grave a paciente será pesquisada. Para a realização deste estudo foram incluídas gestantes atendidas na instituição com diagnóstico de pré-eclâmpsia grave, acima de 18 anos de idade. E foram excluídos dessa pesquisa exclusão gestastes que não possuem diagnostico de pré-eclâmpsia grave e que não assinarem o termo de consentimento livre esclarecido. Para a coleta de dado as gestantes foram submetidas a uma entrevista através de um instrumento de coleta sintetizado pelos pesquisadores, bem como suas

8 8 medidas antropométricas (peso, altura e IMC) aferidas com os instrumentos já utilizados na própria instituição especificada (balança, fita métrica). No instrumento de coleta elaborado pelos pesquisadores foram abordadas as variáveis: idade, estado civil, escolaridade, idade gestacional (IG), paridade e renda. A IG será calculada em semanas, levando em conta a data da última menstruação (DUM) ou ultrassonografia de até 20 semanas de gestação, prevalecendo este como datação preferencial. Já o procedimento de aferição dos dados antropométricos seguiu as recomendações do Caderno de Atenção Básica n 32, do Ministério da Saúde, que é voltado atenção ao pré-natal de baixo-risco. E para a classificação do estado nutricional pré-gestacional, utilizou-se o índice de massa corporal (IMC), obtido pela relação peso pré-gestacional (kg)/[altura (m)]2, considerando-se como referência de classificação, para as adultas, os parâmetros do Ministério da Saúde (BRASIL, 2017). Assim, para medir o peso da gestante foi utilizada balança eletrônica ou mecânica, devidamente calibradas e em bom funcionamento, a fim de se garantir a qualidade das medidas coletadas. Tendo-se como base uma balança de adulto, tipo plataforma, cuja escala tenha intervalos de até 100 gramas, serão feitos os seguintes procedimentos: I. Antes de cada pesagem, a balança foi destravada, zerada e calibrada; II. A gestante, descalça e vestida apenas com avental ou roupas leves, subirá na plataforma e ficará em pé, de costas para o medidor, com os braços estendidos ao longo do corpo e sem qualquer outro apoio; III. O marcador maior (kg) da escala foi movido do zero até o ponto em que o braço da balança incline-se para baixo; voltando-o, então, para o nível imediatamente anterior (o braço da balança inclina-se para cima); IV. O marcador menor (g) do zero da escala foi será movido até o ponto em que houver equilíbrio entre o peso da escala e o peso da gestante (o braço da balança deve ficar em linha reta, e o cursor apontando para o ponto médio da escala); V. Foi feita a leitura do peso em quilogramas na escala maior e em gramas na escala menor. No caso de valores intermediários (entre os traços da escala), será considerado o menor valor. VI. O peso encontrado foi devidamente anotado no espaço especificado no instrumento de coleta de dados.

9 9 Para coletar as medidas de altura da gestante pesquisada o procedimento respeitou as seguintes etapas: i. A gestante deve estar em pé e descalça, no centro da plataforma da balança, com os braços estendidos ao longo do corpo. Quando disponível, poderá ser utilizado o antropômetro vertical; ii. Calcanhares, nádegas e espáduas devem se aproximar da haste vertical da balança; iii. A cabeça deve estar erguida de maneira que a borda inferior da órbita fique no mesmo plano horizontal que o meato do ouvido externo; iv. O encarregado de realizar a medida deverá baixar lentamente a haste vertical, pressionando suavemente os cabelos da gestante até que a haste encostese ao couro cabeludo; v. Deve ser feita a leitura da escala da haste e devidamente anotada no espaço especificado na ficha de coleta de dados. O índice de massa corporal da gestante participante da pesquisa foi calculado através da fórmula: Índice de Massa Corporal (IMC) = Peso (kg) Altura (m) x Altura (m) Em seguida, foi feita avaliação do estado nutricional da gestante voluntária segundo o IMC por idade gestacional da seguinte forma: a) Baixo peso: quando o valor do IMC for igual ou menor do que os valores apresentados na coluna correspondente a baixo peso; b) Adequado: quando o IMC observado estiver compreendido na faixa de valores apresentada na coluna correspondente a adequado; c) Sobrepeso: quando o IMC observado estiver compreendido na faixa de valores apresentada na coluna correspondente a sobrepeso; d) Obesidade: quando o valor do IMC for igual ou maior do que os valores apresentados na coluna correspondente a obesidade. Estes dados coletados formaram um banco de dados na planilha Microsoft Office Excel que serviu de base para o arquivo a ser processado no programa IBM SPSS Statistics20.0. Uma vez coletados os dados, foi feita uma planilha no programa

10 10 Microsoft Excel e foram posteriormente exportados para o programa IBM SPSS Statistics versão 20 que forneceu os resultados apresentados em tabelas a gráficos e foram realizados os testes estatísticos. A análise foi descritiva por meia da leitura das frequências absolutas (Nº) e relativas (%) quando se tratar de variável categórica e pela descrição das estatísticas de posição (média) e de variabilidade (desvio padrão) quando a variável a ser analisada for quantitativa. O teste estatístico utilizado foi o do qui-quadrado. A hipótese de associação será rejeitada quando p < 0,05. O projeto de pesquisa foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário UNINOVAFAPI, atendendo as exigências éticas e científicas fundamentais de uma pesquisa envolvendo seres humanos, conforme a Resolução 466/12 do conselho nacional de saúde, sendo aprovado com N RESULTADOS E DISCUSSÃO A amostra para o estudo contou com a população de 114 mulheres internadas na maternidade no período de dezembro de 2018 a março de 2019 com diagnóstico de Pré-Eclâmpsia Grave. Na Tabela 1 é descrita a caracterização das gestantes segundo as variáveis: faixa etária, estado civil, escolaridade e renda salarial. As mulheres possuem idade entre 12 e 50, a média de idade estabelecida foi 27,6 anos, sendo a maioria entre 19 a 25 anos (36,8%). O diagnóstico de hipertensão grave é predominante na faixa etária de anos, representando 36,8% dos casos, diminuindo entre para 28% e na faixa etária de anos significa 21% dos casos. O diagnóstico de pré-eclâmpsia é significativo entre mulheres casada com 79,8% dos casos. Em relação ao grau de escolaridade 46,4% possuíam o Ensino Fundamental, e 80,7% das gestantes dispõe de apenas um salário mínimo. Tabela 1. Perfil das gestantes segundo as variáveis: idade, estado civil, escolaridade, e renda salarial de gestantes atendidas em uma Maternidade de referência em Teresina/PI no período de dezembro 2018 a março 2019.Teresina (PI), Brasil, 2019 Faixa etária 12 a ,89 Nº %

11 11 19 a ,84 26 a ,07 33 a ,05 40 ou ,14 Estado civil Escolaridade casada 91 79,82 solteira 23 20,18 até ensino fundamental 25 21,93 até ensino médio 77 67,54 sem escolaridade 1,88 superior 8 7,02 superior incompleto 3 2,63 1 a 3 salários 22 19,30 Renda Familiar 1 salário 92 80,70 Total ,00 Fonte: Pesquisa direta. As síndromes hipertensivas representam uma das alterações que ocorrem com maior frequência na gravidez, sendo a pré-eclâmpsia a doença que mais acomete a mulher no período gestacional, sua incidência varia de 2 a 8% das gestações nos países desenvolvidos, e no Brasil, podendo chegar a 10% ou mais(amorim et al.,2017). Esta doença é considerada a primeira causa de mortalidade materna no Brasil e a terceira no mundo, repercutindo ainda em uma alta taxa de morbimortalidade perinatal. Nesse sentido, a Hipertensão Arterial é a complicação mais encontrada na gestação, ocorrendo principalmente em mulheres de idade avançada sendo que a incidência de pré-eclâmpsia na população obstétrica geral é de 3 a 4% e na população maior de 40 anos aumenta para 5 a 10% (ALVES et al., 2017). O Ministério da Saúde considera fator de risco gestacional preexistente a idade materna maior que 35 anos, o que exige atenção especial durante a realização do pré-natal, visto que uma vez classificado o risco materno, a gestante deve ser acompanhada no Pré-natal de alto risco (BRASIL, 2010).A partir dessas definições percebe-se que para alguns autores a idade igual a 35 anos já é considerada fator para gestação de alto risco, enquanto para outros representa o limite. Mulheres com

12 12 idade acima de 30 anos estão mais sujeitas a patologias anteriores a gestação como a Hipertensão arterial grave. A idade materna é fator determinante de complicações durante o período gravídico. A gestação de uma jovem, bem como a gestação que ocorre em idade avançada, é considerada de risco gestacional para a pré-eclâmpsia. Nesse contexto, a idade do grupo estudado variou de 14 a 46 anos, ou seja, as gestações estão ocorrendo nos extremos da idade reprodutiva, representando, portanto, risco para o surgimento de pré-eclâmpsia grave. O estudo evidencia também como em terceiro lugar a faixa etária de 33 a 39 anos presente em 21%, parcela também significativa de mulheres com Pré-eclâmpsia Grave dos prontuários analisados, essa faixa apresenta risco materno conforme Ministério da Saúde (BRASIL, 2010). Em relação à variável escolaridade, a maioria das puérperas possui o ensino fundamental, com percentual de 46,4%, as que concluíram o ensino médio totalizaram 32,4%. Quanto ao nível de escolaridade, poucos anos de estudo apresentaram maiores proporções, porém, não estando relacionada estatisticamente à ocorrência da síndrome. O grau de escolaridade de um indivíduo pode estar relacionado à sua capacidade de obter informação acerca dos cuidados sobre sua própria saúde, tornando-se vulnerável a desenvolver determinadas doenças (SBARDELOTTO et al., 2018). A educação é fator determinante da vulnerabilidade social, pois o saber possibilita atitudes que beneficiarão ou não a percepção de risco acerca dos agravos. O acesso aos serviços de saúde e a adesão ao tratamento também são mediados pela educação, o que interfere, inclusive, na compreensão da terapêutica, devido às dificuldades na interpretação das informações oferecidas pela equipe de saúde e no reconhecimento da importância de realizar o tratamento corretamente (AMORIM et al.,2017) Observa-se na variável a renda família que 80,7% das gestantes dispõem de apenas um salário mínimo, estudos apontam que as condições socioeconômicas desfavoráveis, como baixa renda familiar, têm levado mulheres à gestação de alto risco, visto que essas situações estão associadas, em geral, ao estresse e a piores condições nutricionais (OLIVEIRA;GRACILIANO, 2015).

13 13 O resultado da Tabela 2 do estudo apontou que as perfil de gestantes em baixo peso com idade entre 19 a 25 anos, solteiras, possuindo escolaridade até o ensino fundamental e renda de 1 (um) salário mínimo. Já, as participantes com adequado IMC, estão entre os 12 a 19 anos de idade, a maioria casadas com escolaridade semelhante as de baixo peso e renda familiar entre 1 a 3 salários mínimos. Conforme a tabela, as participantes classificadas em sobrepeso tinham idade entre 19 a 25 anos, casadas com escolaridade de até o ensino fundamental e renda entre 1 a 3 salários mínimos. Deste modo as gestantes em obesidade, possui idade entre 33 a 39 anos, a maior parte casa com grau de instrução até o ensino fundamental e renda de um salário mínimo..

14 14

15 15 Tabela 2. Classificação do IMC / IG e perfil sociodemográfico das Gestantes atendidas em uma Maternidade de referência em Teresina/PI no período de dezembro 2018 a março2019.teresina (PI), Brasil, CLASSIFICAÇÃO DO IMC POR IG BAIXO PESO ADEQUADO IMC SOBREPESO OBESIDADE Total Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % 12 a , , , , ,00 19 a , , , , ,00 Faixa etária 26 a , , , , ,00 33 a , , , , ,00 40 ou , , , ,00 Estado civil casada 3 3, , , , ,00 solteira 4 17, , , , ,00 até ensino fundamental 2 8, , , , ,00 até ensino médio 5 6, , , , ,00 Escolaridad sem escolaridade , ,00 e superior , , , ,00 superior incompleto , , , ,00 Total 7 6, , , , ,00 Renda Familiar 1 a 3 salários , , , ,00-1 salário 7 7, , , , ,00 Total 7 6, , , , ,00

16 16 O estado nutricional materno pré-gestacional, assim como o ganho de peso gestacional, têm sido foco de vários estudos, não somente pela alta prevalência de seus distúrbios associados como também e principalmente por seu papel determinante nos desfechos gestacionais (GOMES et al., 2015). Dessa forma, a necessidade de um acompanhamento mais eficiente do ganho de peso durante a gestação e atendimento nutricional não apenas para as gestantes com baixo peso, mas para todas, contribuindo para evitar déficit ou excesso ponderal ao final da gravidez, reduzindo-se ao mínimo os riscos obstétricos e de obesidade pós-parto (CUNHA et al., 2016). Diversos estudos epidemiológicos indicam que a inadequação do estado nutricional materno gestacional constitui um problema de Saúde Pública, por favorecer o aparecimento de intercorrências na gravidez, como diabetes e préeclâmpsia, influenciando as condições de saúde maternas e fetais (LISBOA et al., 2017). Segundo a Organização Mundial da Saúde (2003), os aspectos antropométricos maternos e o consumo adequado de nutrientes são os maiores determinantes do crescimento fetal, com repercussões no peso e idade gestacional ao nascer. A identificação precoce do inadequado estado nutricional das gestantes colabora para intervenções oportuna resultando em impactos positivos nas condições de nascimento da criança e minimizando as taxas de mortalidade perinatal e neonatal (GOMES et al., 2014). Deste modo, a idade avançada, sobrepeso e ganho ponderal excessivo na gravidez são aspectos que influenciam os resultados obstétricos e, portanto, merecem atenção dos profissionais de saúde. Esses fatores de risco precisam ser compreendidos e considerados, se se pretende melhorar o resultado da gravidez prevenindo a pré eclampsia grave (MOODLEY; ONYANGUNGA; MAHARA, 2016). Tal fato é relevante, porque se trata de fatores de risco modificáveis, devendo ser identificados e enfrentados durante o acompanhamento pré-natal para se evitar complicações materno-fetais. Desse modo, o ganho de peso excessivo durante a gestação contribui fortemente para a epidemia de obesidade nos tempos modernos. Além do ganho de peso, sabe-se que o estado nutricional pode influenciar no desenvolvimento de comorbidades e também de complicações durante a gestação (COSTA et al., 2017).

17 17 CONCLUSÃO O estudo permitiu caracterizar o perfil das gestantes acometidas de préeclâmpsia internadas em uma maternidade pública de Teresina-PI, relacionando as características sociodemográficas, antecedentes pessoais e medidas antropométricas, também possibilitou conhecer a incidência de gestantes com préeclâmpsia grave atendidas na maternidade pesquisada. O presente estudo mostra a importância do estado nutricional da gestante durante o pré-natal, pois o mesmo não influencia somente a saúde materna, mas também a do feto que, devido à dependência da mãe para seu crescimento e desenvolvimento, pode sofrer influência em seu peso ao nascer e na ocorrência da prematuridade, mortalidade e morbidade infantil. Ressalta-se que a formação dos profissionais de saúde deve ser mais ampla e contextualizada, de modo a possibilitar a equipe, que atuam no cuidado pré-natal e na assistência direta, tenham a capacidade para reconhecer o contexto de comunicação e acolhimento, de escuta, além de compreender as diferenças de valores e a cultura. Destaca-se a importância da elaboração de políticas públicas que estabeleçam estratégias adequadas para prevenção, diagnóstico precoce e tratamento, a fim de que haja promoção na qualidade de vida materna. Considera-se que caracterizar o perfil das gestantes e todas as informações sobre sua saúde, é de extrema relevância, pois contribui para identificação de riscos e com isso a elaboração de estratégias preventivas objetivando a redução dos agravos, e possibilitando a oferta de uma assistência com qualidade. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ALVES, Nayara Cristina de Carvalho et al. Complicações na gestação em mulheres com idade maior ou igual a 35 anos. Revista Gaúcha de Enfermagem, v. 38, n. 4, e , AMORIM, Fernanda Cláudia Miranda et al. Perfil de gestantes com préeclâmpsia. Revenferm UFPE online, v. 11, n. 4, p , 2017.

18 18 BRASIL, Ministério da Saúde. Pré- natal e Puerpério: atenção qualificada e Humanizada manual técnico/ministério da Saúde, Brasília, BRASIL. Ministério da Saúde. Pré- natal e puerpério, atenção qualificada e humanizada. Brasília; BRASIL, Ministério da Saúde. Gestação de Alto Risco: Manual Técnico [Internet]. 5th ed. Brasília: Ministério da Saúde; BRASIL, Ministério da Saúde (BR). Caderno de Atenção Básica nº 32: Pré-Natal de Baixo Risco [Internet]. 1th ed. Brasília: Ministério da Saúde; Disponível em: BRASIL, Ministério da Saúde. IMC para gestantes [Internet]. 5th ed. Brasília:Ministério da Saúde; Disponível em: COSTA, Lediana Dalla et al. Perfil epidemiológico de gestantes de alto risco. Cogitare Enfermagem, v. 21, n. 2, p.01-08, 2016 CUNHA, Letícia Rodrigues et al. Avaliação do estado nutricional e do ganho de peso de gestantes atendidas em uma Unidade Básica de Saúde de Pelotas-RS. RBONE- Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, v. 10, n. 57, p , FERREIRA, Maria Beatriz Guimarães et al. Nursing care for women with preeclampsia and/or eclampsia: integrative review. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 50, n. 2, p , GOMES, Raimundo Nonato Silva et al. Avaliação do estado nutricional de gestantes atendidas em unidades básicas de saúde de Caxias/MA. Revista Interdisciplinar, v. 7, n. 4, p , LISBOA, Cinthia Soares et al. Assistência nutricional no pré-natal de mulheres atendidas em unidades de saúde da família de um município do Recôncavo da Bahia: um estudo de coorte. DEMETRA: Alimentação, Nutrição & Saúde, v. 12, n. 3, p , MOODLEY, J.; ONYANGUNGA, O. A.; MAHARAJ, N. R. Hypertensivedisorders in primigravidblack South Africanwomen: a oneyeardescriptiveanalysis. Hypertension in pregnancy, v. 35, n. 4, p , ROSA, R.L.; MOLZ, P.; PEREIRA, C.S. Perfil nutricional de gestantes atendidas em uma unidade básica de saúde. Cinergis, v.15, n.2, p , OLIVEIRA, Alane Cabral Menezes de; GRACILIANO, Nayara Gomes. Síndrome hipertensiva da gravidez e diabetes mellitus gestacional em uma maternidade pública de uma capital do Nordeste brasileiro, 2013: prevalência e fatores associados. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 24, p , 2015.

19 19 SAMPAIO, Tainara Amanda Feitosa et al. Cuidados de enfermagem prestados a mulheres com hipertensão gestacional e pré-eclampsia. Revista Saúde Física &Mental, v. 2, n. 1, p , SBARDELOTTO, Taize et al. Características definidoras e fatores associados à ocorrência das síndromes hipertensivas gestacionais. CogitareEnferm, v. 23, n. 2, p. e53699, 2018.

20 APENDICE 20

21 21 APÊNDICE A FORMULARIO INTRUMENTO DE COLETA DE DADOS Nº: 1 IDADE (anos completos): 2 ESTADO CIVIL: SOLTEIRA ( ) CASADA ( ) SEPARADA ( ) DIVORCIADA ( ) VIÚVA ( ) 3 ESCOLARIDADE: SEM ESCOLARIDADE ( ) FUNDAMENTAL INCOMPLETO ( ) FUNTAMENTAL COMPLETO ( ) MEDIO INCOMPLETO ( ) MEDIO COMPLETO ( ) SUPERIOR INCOMPLETO ( ) SUPERIOR COMPLETO ( ) 4 RENDA FAMILIAR: ATÉ 1 SALÁRIO MÍNIMO ( ) DE 1 a 3 SALÁRIOS MÍNIMOS ( ) DE 3 a 5 SALÁRIOS MÍNIMOS( ) DE 5 a 10 SALÁRIOS MÍNIMOS ( ) MAIS DE 10 SALÁRIOS MÍNIMOS ( ) 5 NÚMERO DE GESTAÇÕES (PARIDADE): 1 GESTAÇÃO ( ) 2 GESTAÇÕES ( ) 3 GESTAÇÕES( ) 4 GESTAÇÕES ( ) MAIS QUE 4 GESTAÇÕES ( ) 6 IDADE GESTACIONAL (SEMANAS): 7 PESO (Kg): 8 ALTURA (m): 9 ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA (IMC)

22 ANEXOS 22

23 ANEXO A 23

24 24

25 25

26 26

Compilado pela profa. Flora Maria B. da Silva

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