Dacriocistorrinostomia transcanalicular LASER Díodo assistida (DCRTCLA)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dacriocistorrinostomia transcanalicular LASER Díodo assistida (DCRTCLA)"

Transcrição

1 Dacriocistorrinostomia transcanalicular LASER Díodo assistida (DCRTCLA) Autores: Maria Araújo 1, António Friande 2 1-Consultora de Oftalmologia, 2-Assistente Hospitalar de Oftalmologia. Serviço de Oftalmologia, Departamento de Neurociências, HSA, CHP 1-Definição: A DCRTCLA é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo que cria uma via de passagem entre o saco lacrimal e o nariz permitindo a drenagem lacrimal usando LASER díodo (980nm). 2-Indicações: obstrução nasolacrimal com canalículos permeáveis. O diagnóstico da obstrução é definido por sondagem e irrigação dos canalículos lacrimais associado a um exame oftalmológico geral, teste de Schirmer e Jones I e II. As técnicas de imagem deverão ser usadas apenas se a clínica o justificar. 3-Contraindicações: tumores da cavidade nasal ou do saco lacrimal conhecidos ou suspeitos, dacriocistite aguda, granulomatose de Wegener e traumatismos nasais. 4-Cuidados pré-operatórios: 4.1-A suspensão de antiagregantes e a suspensão, ou substituição de anticoagulantes deve ser ponderada se os riscos para o doente não o impedirem. 4.2-Controlo de doenças sistémicas como a diabetes, hipertensão arterial, etc. 4.3-Informação ao doente e obtenção do consentimento informado. 4.4-Cirurgia em ambulatório ou internamento 5-Na sala de preparação dos doentes: 6-No bloco: 5.1-Verificação da checklist. 5.2-Confirmação da patologia e identificação da lateralidade 6.1-Preparação da consola de LASER e mesa operatória. 6.2-Anestesia: Geral (preferência dos autores). 6.3-Preparação do campo operatório. 6.4-Inspeção da cavidade nasal.

2 6.5-Tamponamento nasal com compressa impregnada em cloridrato de fenilefrina a 5mg/ml durante alguns minutos. 6.6-Dilatação dos pontos lacrimais seguida de sondagem. Fig1-Dilatação dos pontos lacrimais. 6.7-Introdução da fibra ótica, de 400 a 600 micras de diâmetro de core, preferencialmente pelo ponto lacrimal superior. Fig. 2-Fibra óptica. Visualização do core e do coat. - Facilitada se, se desligar a mira do LASER na entrada, porque diminui os reflexos, permitindo uma melhor visualização do ponto lacrimal,voltando a ligá-la depois. 6.8-Com o endoscópio nasal introduzido identificar o meato médio e o melhor local para a osteotomia. Fig. 3- Visualização da mira do LASER por endoscopia nasal.

3 6.9-Fazer a osteotomia sempre, sob visualização endoscópica, com diâmetro de 3 a 5 milímetros. Os parâmetros são variáveis mas à volta de potência de 10 mw, pulsos de 90 ms e pausas de 50 ms. Fig 4-Ínicio da osteotomia transcanalicular LASER Díodo assistida Fig. 5- Afloramento de muco do saco lacrimal na osteotomia Fig. 6- Aspiração do muco do saco lacrimal 6.10-Remover a fibra ótica Introdução de tubos para entubação preferencialmente bicanalicular.

4 Fig. 7-Preensão da guia metálica do tubo de silicone Sutura das pontas dos tubos topo a topo. nariz Deixar os tubos livres na cavidade nasal cortando as pontas que saiam do Fig. 8- Tubos de silicone com as pontas unidas por nós e deixados livres na cavidade nasal 6.14Verificar se há alguma hemorragia e, neste caso, tamponar com esponja hemostática de gelatina absorvível (a hemorragia relevante é excecional e ocorre por traumatismo nasal involuntário ou intencional como na luxação do corneto) durante alguns minutos. 7-Pós- operatório: 7.1-Antibiótico oral 8 dias 7.2-Antibiótico e corticoide em colírio 8 dias 7.3-Oximetazolina nasal 3 dias. 8-Consulta de pós-operatório 24 a 48 horas 8.1-Observação do globo, área do saco e posição dos tubos de silicone 8.4-Reforçar os cuidados de higiene e com os tubos de silicone. 8.4-Informar o doente que no caso de haver extrusão dos tubos deve recorrer imediatamente ao hospital e não deve fazer tração nos tubos.

5 9-Consulta de pós- operatório 3 meses 9.1-Corte dos tubos de silicone 9.2-Irrigação das vias lacrimais. Bibliografia Manual of Oculoplastic Surgery. Edited Mark R. Levine. Churchil Livingstone Chapter 25. Mark R. Levine. Laser-assisted dacryocystorhinostomy: a viable treatment option? Lee, Seongmu; Yen, Michael T. Current Opinion in Ophthalmology. Volume 22(5), September 2011, p Transcanalicular Dacryocystorhinostomy with Diode Laser Initial Results.Dr. Santanu Mitra, Dr. Sabita Katoch, Dr. Abhijit Bandyopadhyay. AIOC 2010 Proceedings Transcanalicular-Endonasal Semiconductor Diode Laser Assisted Revision Surgery for Failed External Dacryocystorhinostomy. Junji Narioka et al. American Journal of Ophthalmology, July Cirugía lagrimal minimamente invasiva.alanon e al. Curso do 84º Congresso da Sociedade Espanhola de Oftalmologia Dacriocistorrinostomia Laser: Análise Retrospectiva de Resultados e Complicações. Tania Borges e al. Comunicação oral no Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, 2013 Comparison of transcanalicular diode laser dacryocystorhinostomy and external dacryocystorhinostomy in patients with primary acquired nasolacrimal duct obstruction. Arzu Comez. Lasers in Surgery and Medicine. Volume 46, issue 4. Fev Dacriocistorrinostomia transanalicular com LÁSER Diodo.Alañon Fernandez FJ, Alañon Fernandez MA, Martinez Fernández A, Cárdena Lara M. de la Sociedad Espanola de Oftalmologia. Nº 7, Julio 2004 Dacriocistorrinostomía endoscópica endonasal frente a transcanalicular con láser diodo.técnicas quirúrgicas y resultados. David Piédrola Maroto, Javier Franco Sánchez, Robin Reyes Eldblom, Elena Monje Vega, Manuel Conde Jiménez, Manuel Ortiz Rueda Acta Otorrinolaringol Esp. 2008;59(6):283-7 Dacriocistorrinotomía endocanalicular con láser. Alañon FJ, Alañon MA, Martinez A, Cárdenas M, Siles MJ, Calzado J, Pimentel E. Indice studium volumen XXIV, N.º Dacriocistorrinostomia Laser: Análise Retrospectiva de Resultados e Complicações. Tania Borges e al. Comunicação oral no Congresso da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, 2013 Comparison of transcanalicular diode laser dacryocystorhinostomy and external dacryocystorhinostomy in patients with primary acquired nasolacrimal duct obstruction. Arzu Comez. Onur Karadag, Sedat Arikan, Baran Gencer, Selçuk Kara Lasers in Surgery and Medicine. Volume 46, issue 4. Fev

6

Sondagem nasolacrimal em crianças: resultados com mais de 14 anos de follow-up

Sondagem nasolacrimal em crianças: resultados com mais de 14 anos de follow-up Oftalmologia - Vol. 37: pp.245-250 Artigo Original Sondagem nasolacrimal em crianças: resultados com mais de 14 anos de follow-up Mariana Seca 1,4, Vasco Miranda 2,4, Ricardo Parreira 2,4, Pedro Menéres

Leia mais

Dacriocistorrinostomia Endoscópica em Crianças

Dacriocistorrinostomia Endoscópica em Crianças Dacriocistorrinostomia Endoscópica em Crianças Federico Murillo Gonzalez A obstrução congênita do ducto nasolacrimal é comum, e ocorre em 1,2-30% dos recém-nascidos. Esse problema costuma ter resolução

Leia mais

DACRIOCISTORRINOSTOMIA

DACRIOCISTORRINOSTOMIA DACRIOCISTORRINOSTOMIA INTRODUÇÃO A infecção das vias lacrimais tem chamado a atenção dos médicos há muito tempo, antes da era da antibioticoterapia trazia importante risco de vida ao paciente. A epífora

Leia mais

Carla Teixeira 1, Ricardo Dias 2, Margarida Santos 3

Carla Teixeira 1, Ricardo Dias 2, Margarida Santos 3 Dacriocistocelo Acta Oftalmológica Congénito 13; 13-17, com 2003 Extensão Intranasal 13 Dacriocistocelo Congénito com Extensão Intranasal Carla Teixeira 1, Ricardo Dias 2, Margarida Santos 3 O dacriocistocelo

Leia mais

Resultados da dacriorinocistostomia externa no tratamento de obstrução das vias lacrimais

Resultados da dacriorinocistostomia externa no tratamento de obstrução das vias lacrimais ARTIGO ORIGINAL Vendramin Pacheco Franco AJT T FS et al. et al. Resultados da dacriorinocistostomia externa no tratamento de obstrução das vias lacrimais External dacryocystorhinostomy results in the treatment

Leia mais

TÉCNICA CIRÚRGICA DE ENUCLEAÇÃO REVISÃO DE LITERATURA SURGICAL TECHNIQUE ENUCLEATION - REVIEW OF LITERATURE

TÉCNICA CIRÚRGICA DE ENUCLEAÇÃO REVISÃO DE LITERATURA SURGICAL TECHNIQUE ENUCLEATION - REVIEW OF LITERATURE TÉCNICA CIRÚRGICA DE ENUCLEAÇÃO REVISÃO DE LITERATURA SURGICAL TECHNIQUE ENUCLEATION - REVIEW OF LITERATURE GOES, Larissa Desan RISSETI, Rafaela Mastrangelo Discentes da Associação Cultural e Educacional

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10 1. Objectivo Este procedimento tem como objectivo definir os procedimentos adoptados para o Serviço de Medicina do. 2. Aplicação Este procedimento

Leia mais

DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL

DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL DOENTE DE RISCO EM CIRURGIA ORAL I AVALIAÇÃO PRÉVIA DO DOENTE Uma boa metodologia para avaliação de um doente candidato a cirurgia oral é tentar enquadrá-lo na classificação da American Society of Anesthesiologists

Leia mais

Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt)

Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt) NÚMERO: 005/2015 DATA: 25/03/2015 ASSUNTO: Telerradiologia PALAVRAS-CHAVE: Radiologia, Neurorradiologia; telemedicina; teleconsulta PARA: Instituições do Sistema de Saúde CONTACTOS: Departamento da Qualidade

Leia mais

REGRAS E CONDICIONALISMOS ESPECIAIS

REGRAS E CONDICIONALISMOS ESPECIAIS REGRAS E CONDICIONALISMOS ESPECIAIS TR - Atos ou serviços clínicos sujeitos a Termo de Responsabilidade da PT ACS, para efeitos de comparticipação do Plano de Saúde. Dentro da Rede Convencionada deve utilizar

Leia mais

A ARTROSCOPIA DO OMBRO

A ARTROSCOPIA DO OMBRO A ARTROSCOPIA DO OMBRO A ARTROSCOPIA DO OMBRO A ARTROSCOPIA DO OMBRO A ARTROSCOPIA DO OMBRO O ombro é uma articulação particularmente solicitada não somente no dia-a-dia normal, mas também na vida desportiva

Leia mais

Relatório Sintético de Procedimentos

Relatório Sintético de Procedimentos Apêndice E Procedimentos em Oftalmologia da Tabela Unificada do SUS Procedimentos que exigem habilitação como Centro de Atenção Oftalmológico (504) ou Unidade de Atenção Especializada em Oftalmologia (503)

Leia mais

DR. PAOLA GRECHI ROMERO CASTRO CRM 16594 RQE 8487

DR. PAOLA GRECHI ROMERO CASTRO CRM 16594 RQE 8487 DR. PAOLA GRECHI ROMERO CASTRO CRM 16594 RQE 8487 APRESENTAÇÃO PROFISSIONAL Graduação em Medicina - Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (1998 2003). Prêmio de Melhor Aluna de Oftalmologia e Prêmio

Leia mais

DR. PAOLA GRECHI ROMERO CASTRO CRM 16594

DR. PAOLA GRECHI ROMERO CASTRO CRM 16594 DR. PAOLA GRECHI ROMERO CASTRO CRM 16594 FORMAÇÃO Graduação em Medicina - Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (1998 2003). Prêmio de Melhor Aluna de Oftalmologia e Prêmio de Melhor Aluna de Pediatria.

Leia mais

Proposta de Estágio em anestesia para grande cirurgia oncológica no Serviço Anestesia Clínica do IPO, Porto

Proposta de Estágio em anestesia para grande cirurgia oncológica no Serviço Anestesia Clínica do IPO, Porto O Serviço de Anestesia Clínica propõe a organização de estágio em anestesia para grande cirurgia oncológica, no âmbito dos estágios opcionais do Internato de Especialidade. O estágio engloba as seguintes

Leia mais

Projeto Cuidar em Parceria

Projeto Cuidar em Parceria 16/10/2013 Plano Definição / relevância Dinâmica Aspetos facilitadores /dificultadores Estratégias Resultados Propostas Objetivos Promover o Sensibilizar sobre o seu impacto na qualidade dos cuidados Estimular

Leia mais

Dacryocystorhinostomy is the treatment of choice for the

Dacryocystorhinostomy is the treatment of choice for the Braz J Otorhinolaryngol. 2010;76(1):34-9. Estudo da anatomia endoscópica da fossa lacrimal guiado por transiluminacão ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE Transillumination-guided Study of the Endoscopic Anatomy

Leia mais

Capítulo 10 Parto Eminente

Capítulo 10 Parto Eminente Capítulo 10 Parto Eminente 1. Objetivos No final desta unidade modular, os formandos deverão ser capazes de: Identificar as fases do parto. Identificar o parto iminente. Identificar os sinais de parto

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO

Leia mais

TRANSPORTE INTERHOSPITALAR PEDIÁTRICO DO NORTE

TRANSPORTE INTERHOSPITALAR PEDIÁTRICO DO NORTE Maria João Baptista Centro Hospitalar S. João, Hospital S. João, Porto TRANSPORTE INTERHOSPITALAR PEDIÁTRICO DO NORTE Contextualização em 2010 Desde 1987 actividade INEM RN dependente da colaboração entre

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 CURATIVO BIOCOMPATÍVEL COM GELATINA COMESTÍVEL PARA PREENCHIMENTO DE CAVIDADE ANOFTÁLMICA APÓS EXENTERAÇÃO DE BULBO OCULAR EM UM PUMA (Puma concolor) RELATO DE CASO BIOCOMPATIBLE DRESSING WITH EDIBLE

Leia mais

Conheces a janela através da qual vês o mundo???

Conheces a janela através da qual vês o mundo??? Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Conheces a janela através da qual vês o mundo??? Pestanas : São filas de pêlos fininhos que saem das

Leia mais

ANESTESIA E MEDIDAS PARA OTIMIZAÇÃO DO CAMPO CIRÚRGICO

ANESTESIA E MEDIDAS PARA OTIMIZAÇÃO DO CAMPO CIRÚRGICO ANESTESIA E MEDIDAS PARA OTIMIZAÇÃO DO CAMPO CIRÚRGICO GLAUBER GOUVÊA LEONARDO CONRADO BARBOSA DE SÁ A presença de sangramento significativo no campo operatório, principalmente aquele maior ou igual ao

Leia mais

XL JORNADA ODONTOLÓGICA FRANCISCANA II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO

XL JORNADA ODONTOLÓGICA FRANCISCANA II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO XL JORNADA ODONTOLÓGICA FRANCISCANA II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Trabalhos aprovados apresentação, Orientador responsável, Área de concentração e Data de apresentação.

Leia mais

LISTA DOS PRODUTOS POR ORDEM DE CLASSES INDICAÇÃO DOS PRODUTOS

LISTA DOS PRODUTOS POR ORDEM DE CLASSES INDICAÇÃO DOS PRODUTOS LISTA DOS PRODUTOS POR ORDEM DE CLASSES Classe 10 Aparelhos e instrumentos cirúrgicos, médicos, dentários e veterinários, membros, olhos e dentes artificiais; artigos ortopédicos; material de sutura. CL

Leia mais

fundação portuguesa de cardiologia Nº. 12 Dr. João Albuquerque e Castro REVISÃO CIENTÍFICA: [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL]

fundação portuguesa de cardiologia Nº. 12 Dr. João Albuquerque e Castro REVISÃO CIENTÍFICA: [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL] fundação portuguesa de cardiologia TUDO O QUE DEVE SABER SOBRE ANEURISMAS DA AORTA ABDOMINAL Nº. 12 REVISÃO CIENTÍFICA: Dr. João Albuquerque e Castro [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL]

Leia mais

OBJETO. a) a Atenção à Saúde: prestar assistência integral e humanizada à saúde dos usuários do SUS, de acordo com a pactuação estabelecida;

OBJETO. a) a Atenção à Saúde: prestar assistência integral e humanizada à saúde dos usuários do SUS, de acordo com a pactuação estabelecida; PLANO DE TRABALHO RAZÃO SOCIAL: CLÍNICA E CIRURGIA DE OLHOS DR. ARMANDO AUGUSTO GUEDES LTDA. NOME FANTASIA: COSC CIRURGIA OCULAR SÃO CRISTÓVÃO CNPJ: 00.181.085/0001-51 CNES: 3122786 OBJETO O presente Plano

Leia mais

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt)

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt) NÚMERO: 006/2015 DATA: 08/04/2015 ASSUNTO: Gestão Integrada da Obesidade Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade PALAVRAS-CHAVE: Tratamento Cirúrgico de Obesidade, Obesidade PARA:

Leia mais

DRA. PAOLA GRECHI CRM 16594 RQE 8487

DRA. PAOLA GRECHI CRM 16594 RQE 8487 DRA. PAOLA GRECHI CRM 16594 RQE 8487 APRESENTAÇÃO PROFISSIONAL Graduação em Medicina - Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (1998 2003). Prêmio de Melhor Aluna de Oftalmologia e Prêmio de Melhor Aluna

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae an Europass-Curriculum Vitae In pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada(s) Orvalho, Inês Tabau Rua Vicente Pindela, nº 36 1º esquerdo 3030-030 Coimbra Telefone(s) +351 239716762 Telemóvel: +351

Leia mais

Ossos próprios do nariz Lâmina perpendicular do etmóide Extensões dos ossos maxilar e frontal

Ossos próprios do nariz Lâmina perpendicular do etmóide Extensões dos ossos maxilar e frontal Intervenções de Enfermagem à Pessoa com Problemas da Função Sensorial O nariz como órgão possui duas funções de extrema importância para o organismo humano, a função olfactiva e a função respiratória.

Leia mais

Telerrastreio Dermatológico Dermatologia. Teleconsulta Médicos do Serviço Nacional de Saúde Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.

Telerrastreio Dermatológico Dermatologia. Teleconsulta Médicos do Serviço Nacional de Saúde Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs. NÚMERO: 005/2014 DATA: 08/04/2014 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Telerrastreio Dermatológico Dermatologia. Teleconsulta Médicos do Serviço Nacional de Saúde Departamento da Qualidade na Saúde

Leia mais

GRADE CIENTÍFICA DIA 06/11/2014 - QUINTA-FEIRA (1º DIA) HORÁRIOS Anfiteatro 1 Anfiteatro 2 Teatro

GRADE CIENTÍFICA DIA 06/11/2014 - QUINTA-FEIRA (1º DIA) HORÁRIOS Anfiteatro 1 Anfiteatro 2 Teatro 08:30-09:00 ATUALIZAÇÃO EM NEUROCIRURGIA E NEUROCIÊNCIAS: 70 ANOS DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS GRADE CIENTÍFICA DIA 06/11/2014 - QUINTA-FEIRA (1º DIA) 1. Possibilidades futuras das intervenções neurocirúrgicas

Leia mais

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária.

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária. PROCESSO CONSULTA 00009/2011 INTERESSADO: Dr. Marcelo Luiz Feitosa Ferrari CRM/RO 1.366 ASSUNTO: Solicitação de parecer sobre repassagem de Sonda de Gastrostomia. Relatora: Cons. Inês Motta de Morais Senhor

Leia mais

HEMOSTASIA. Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein

HEMOSTASIA. Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein HEMOSTASIA Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein ELETROCIRURGIA - DEFINIÇÃO Manipulação adequada dos elétrons, fazendoos passar através dos tecido vivos gerando calor

Leia mais

Ordem dos Médicos Dentistas Lisboa - Programa de intervenção precoce no cancro oral Avaliação de candidatos

Ordem dos Médicos Dentistas Lisboa - Programa de intervenção precoce no cancro oral Avaliação de candidatos Esta prova tem a duração de 30 minutos. O total das perguntas equivale a 20 valores. Marque com V/F (verdade ou falso) na folha de resposta. As respostas erradas descontam 25% do valor de cada resposta

Leia mais

Comprometimento esofágico (torácico) Obstrução por corpo estranho; Perfuração do esôfago por corpo estranho; Divertículo esofágico; Neoplasias;

Comprometimento esofágico (torácico) Obstrução por corpo estranho; Perfuração do esôfago por corpo estranho; Divertículo esofágico; Neoplasias; CIRURGIA TORÁCICA Toracotomia ABERTURA E O FECHAMENTO DA CAVIDADE TORÁCICA INDICAÇÕES Comprometimento esofágico (torácico) Obstrução por corpo estranho; Perfuração do esôfago por corpo estranho; Divertículo

Leia mais

CENTRO DIAGNÓSTICO AFONSO PENA

CENTRO DIAGNÓSTICO AFONSO PENA LIS CENTRO DIAGNÓSTICO AFONSO PENA CONSULTAS (HORÁRIO COMERCIAL): R$ 50,00 CONSULTAS À NOITE, FERIADO E FINAL DE SEMANA: R$ 70,00 1.1 Enfermaria 1.2 Apartamento Privativo Padrão 1.3 Apartamento Privativo

Leia mais

Planejamento Cirúrgico

Planejamento Cirúrgico Planejamento Cirúrgico Embora existam aspectos inerentes ao procedimento cirúrgico, a inter-relação entre esta etapa e a confecção da prótese consiste em um fator preponderante para o sucesso da reabilitação.

Leia mais

Nursing Activities Score

Nursing Activities Score Guia de Orientação para a Aplicação Prática do Nursing Activities Score Etapa 1 Padronização dos Cuidados de Enfermagem, nas seguintes categorias: Monitorização e Controles; Procedimentos de Higiene; Suporte

Leia mais

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM ARTICULAÇÃO E CONTINUIDADE DE CUIDADOS ANEXO II Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados Autores: Ana Dias (doutoranda da Universidade de Aveiro

Leia mais

www.bowelscreeningwales.org.uk

www.bowelscreeningwales.org.uk Rastreio Screening ao per intestino i tumori intestinali Mais Ulteriori análises investigazioni 4 www.bowelscreeningwales.org.uk Rastreio ao intestino - Mais análises O resultado do seu teste mostra vestígios

Leia mais

Campanha de PBCI no Centro Hospitalar do Porto

Campanha de PBCI no Centro Hospitalar do Porto Campanha de PBCI no Centro Hospitalar do Porto Jornadas PPCIRA 18.11.2015 Cerca de 800 camas Hospital de Santo António Centro Materno Infantil do Norte Hospital Joaquim Urbano Centro de Cirurgia de Ambulatório

Leia mais

ANEXO 1 FICHA CLÍNICA. (Identificação do Profissional) NOME DO PROFISSIONAL CIRURGIÃO-DENTISTA - CLÍNICO GERAL CRO-(UF) N Endereço completo

ANEXO 1 FICHA CLÍNICA. (Identificação do Profissional) NOME DO PROFISSIONAL CIRURGIÃO-DENTISTA - CLÍNICO GERAL CRO-(UF) N Endereço completo ANEXO 1 FICHA CLÍNICA (Identificação do Profissional) NOME DO PROFISSIONAL CIRURGIÃO-DENTISTA - CLÍNICO GERAL CRO-(UF) N Endereço completo (Identificação do Paciente e do Responsável pelo Tratamento) Prontuário

Leia mais

O uso de substâncias psicoativas (SPA) lícitas. nenhum controle sobre publicidade, preço e

O uso de substâncias psicoativas (SPA) lícitas. nenhum controle sobre publicidade, preço e CRACK DIMENSÃO 2 A política do MS é tímida e equivocada. Os CAPS AD são poucos e ineficientes. Os serviços comunitários, geralmente religiosos, são muitos, são precários, carecem de base científica e beneficiam

Leia mais

Você sabia? Composição de uma droga de utilização ocular tópica

Você sabia? Composição de uma droga de utilização ocular tópica Você sabia? Composição de uma droga de utilização ocular tópica Toda medicação utilizada para instilação ocular é composta por um princípio ativo, que pode ser único ou possuir mais de um componente, e

Leia mais

SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 477/2013

SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 477/2013 SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 477/2013 Dispõe sobre a instituição do serviço de unidade Médico Veterinário Móvel, SAMUVET (Serviço de Atendimento Médico Móvel de Urgência Veterinário), para cães e

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Página: 1/7 SUMÁRIO 1. OBJETIVO: Prestar assistência ao paciente durante a biópsia percutânea mamária guiada com uso de dispositivo portátil para biópsia vácuo-assistida e unidade estereotáxica adaptada

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.842, DE 10 DE JULHO DE 2013. Dispõe sobre o exercício da Medicina. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

NARIZ. TUDO sobre. cirurgia de

NARIZ. TUDO sobre. cirurgia de TUDO sobre cirurgia de NARIZ Entenda como deve ser feito o planejamento de uma cirurgia de nariz, quais as técnicas mais indicadas, como funciona o procedimento cirúrgico e o processo de recuperação SUMÁRIO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES RELATÓRIO ESTÁGIO CURRICULAR III- SERVIÇOS DA REDE HOSPITALAR: UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA PORTO ALEGRE

Leia mais

CASA DE REPOUSO DE COIMBRA

CASA DE REPOUSO DE COIMBRA CASA DE REPOUSO DE COIMBRA EXPERIÊNCIA EM PREVENÇÃO E CONTROLO DE INFECÇÃO Maio, 2016 CASA DE REPOUSO DE COIMBRA Grupo de coordenação local PPCIRA Dr.ª Maria de Lurdes Enf.ª Inês Palhinha Enf.ª Joana Jardim

Leia mais

ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONTEÚDO COMUM PARA TODAS AS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SAÚDE PÚBLICA E SAÚDE COLETIVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS 1. História do sistema de saúde no Brasil; 2. A saúde na

Leia mais

Protocolo Clínico e de Regulação para Epistaxe

Protocolo Clínico e de Regulação para Epistaxe Protocolo Clínico e de Regulação para Epistaxe Fabiana C. P. Valera 1, Edwin Tamashiro 1, Miguel A. Hyppolito 2, Wilma T. Anselmo-Lima 2 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A epistaxe é definida como o sangramento

Leia mais

ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS

ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS I. IDENTIFICAÇÃO DA OPERADORA Nº de registro da operadora: II. CARACTERIZAÇÃO DA OPERADORA (Aspectos Epidemiológicos)

Leia mais

Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Recomendações para higienização das mãos em serviços de saúde.

Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Recomendações para higienização das mãos em serviços de saúde. Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Recomendações para higienização das mãos em serviços de saúde. São quatro as formas de higienização das mãos nos serviços de saúde: 1.Higienização simples das

Leia mais

PROGRAMA PARA CONCURSO PÚBLICO MODALIDADE:. EDUCADOR INFANTIL ANA CAROLINA M. MINODA PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CONCURSOS

PROGRAMA PARA CONCURSO PÚBLICO MODALIDADE:. EDUCADOR INFANTIL ANA CAROLINA M. MINODA PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CONCURSOS . EDUCADOR INFANTIL II) MATEMÁTICA para o curso regular do Ensino Médio (2 grau). Conteúdo: Operações fundamentais; potenciação e radiciação; sistemas de medidas (decimais e não decimais); geometria (perímetros,

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

XXXIII Congresso Médico da Paraíba. Dr. Marcus Sodré

XXXIII Congresso Médico da Paraíba. Dr. Marcus Sodré XXXIII Congresso Médico da Paraíba Dr. Marcus Sodré Chamamos sinusite aos processos inflamatórios e/ou infecciosos que acometem as cavidades paranasais. Referências anatômicas Nariz : septo, cornetos médios

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE ACESSOS VASCULARES PARA TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE. Contactos: Unidade de Hemodiálise: 276300932.

ORIENTAÇÕES SOBRE ACESSOS VASCULARES PARA TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE. Contactos: Unidade de Hemodiálise: 276300932. Evitar a infecção A infecção é uma complicação grave que pode ocorrer por ter as defesas diminuídas. Prevenir também depende de si. Cumpra as regras de higiene e as indicações fornecidas pela Equipa do

Leia mais

Equivalência à Licenciatura em Medicina e atribuição do Grau de Mestre em Medicina no âmbito do Decreto Lei Nº 283/83 de 21 de Junho PROCEDIMENTOS

Equivalência à Licenciatura em Medicina e atribuição do Grau de Mestre em Medicina no âmbito do Decreto Lei Nº 283/83 de 21 de Junho PROCEDIMENTOS Equivalência à Licenciatura em Medicina e atribuição do Grau de Mestre em Medicina no âmbito do Decreto Lei Nº 283/83 de 21 de Junho PROCEDIMENTOS Por deliberação da Comissão Coordenadora do Conselho Científico,

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências Médicas Conselho Científico

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências Médicas Conselho Científico Equivalência à Licenciatura em Medicina e atribuição do Grau de Mestre em Medicina no âmbito do Decreto Lei Nº 283/83 de 21 de Junho PROCEDIMENTOS Por deliberação da Comissão Coordenadora do, foram aprovados

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Plano de Ensino. Objetivos

Plano de Ensino. Objetivos Plano de Ensino Disciplina: FUNDAMENTAÇÃO BÁSICA EM ENFERMAGEM Código: Série: 3º Obrigatória ( X ) Optativa ( ) CH Teórica: CH Prática: CH Total: 160h Obs: Objetivos Objetivo Geral: Proporcionar ao aluno

Leia mais

PARECER TÉCNICO Nº 012/2012- ASPIRAÇÃO DE PACIENTES INTERNADOS EM HOSPITAIS, DE QUEM É A COMPETÊNCIA

PARECER TÉCNICO Nº 012/2012- ASPIRAÇÃO DE PACIENTES INTERNADOS EM HOSPITAIS, DE QUEM É A COMPETÊNCIA coren-ro.org.br http://www.coren-ro.org.br/parecer-tecnico-no-0122012-aspiracao-de-pacientes-internados-em-hospitais-de-quem-e-acompetencia_1165.html PARECER TÉCNICO Nº 012/2012- ASPIRAÇÃO DE PACIENTES

Leia mais

Regulamento Interno da Clínica Dr. Ruy Puga. Capítulo I Disposições Gerais. Artigo1º Objecto

Regulamento Interno da Clínica Dr. Ruy Puga. Capítulo I Disposições Gerais. Artigo1º Objecto Regulamento Interno da Clínica Dr. Ruy Puga Capítulo I Disposições Gerais Artigo1º Objecto A Clínica Dr. Ruy Puga tem como Objecto prestar cuidados de saúde oftalmológicos aos doentes que a procuram, no

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

XXX Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes. 5ª Feira 15 de Janeiro de 2015

XXX Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes. 5ª Feira 15 de Janeiro de 2015 XXX Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes Hotel do Mar Sesimbra 5ª Feira 15 de Janeiro de 2015 I Sessão 08.30-09.30 Mini Curso de Hipertensão Arterial O que há nos novos estudos e recomendações

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Rotina de Cateterismo Vesical Unidades Assistenciais. Grupo Hospitalar Conceição Hospital Cristo Redentor. Enfermeira Débora Mari Junges Hermany

Rotina de Cateterismo Vesical Unidades Assistenciais. Grupo Hospitalar Conceição Hospital Cristo Redentor. Enfermeira Débora Mari Junges Hermany Rotina de Cateterismo Vesical Unidades Assistenciais Grupo Hospitalar Conceição Hospital Cristo Redentor Enfermeira Débora Mari Junges Hermany OBJETIVO DA ROTINA 2 Padronizar o atendimento ao usuário com

Leia mais

Direitos e responsabilidades dos pacientes, familiares e acompanhantes

Direitos e responsabilidades dos pacientes, familiares e acompanhantes Direitos e responsabilidades dos pacientes, familiares e acompanhantes Um relacionamento sólido e seguro está assegurado por uma comunicação transparente e eficaz. Com isso, destacamos abaixo os seus direitos

Leia mais

Capítulo II Habilidades: básicas e pediátricas específicas

Capítulo II Habilidades: básicas e pediátricas específicas Capítulo II Habilidades: básicas e pediátricas específicas Introdução Este capítulo encerra visão ampla das competências essenciais que nortearão residente durante o treinamento. Parte delas deve ser desenvolvida

Leia mais

Paralisia Facial M.Sc. Prof.ª Viviane Marques

Paralisia Facial M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Paralisia Facial M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar Chefe da Equipe de Fonoaudiologia do

Leia mais

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterismo Vesical APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterização intermitente Alivio do desconforto da distensão da bexiga, provisão da descompressão Obtenção de amostra de urina estéril

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA EXAMES E PROCEDIMENTOS ENDOSCÓPICOS: endoscopia digestiva alta

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA EXAMES E PROCEDIMENTOS ENDOSCÓPICOS: endoscopia digestiva alta Página 1 de 5 TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA EXAMES E PROCEDIMENTOS ENDOSCÓPICOS: endoscopia digestiva alta NOME DO PACIENTE: DATA DO EXAME/PROCEDIMENTO: PROCEDIMENTOS ADICIONAIS PREVISTOS:

Leia mais

DIGESPRID (bromoprida)

DIGESPRID (bromoprida) DIGESPRID (bromoprida) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Cápsula 10mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: DIGESPRID bromoprida APRESENTAÇÃO: Embalagem contendo 20 cápsulas. VIA DE ADMINISTRAÇÃO:

Leia mais

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA Cirurgia Oral A Cirurgia Oral é uma especialidade da Medicina Dentária que inclui o diagnóstico e o tratamento cirúrgico de patologias dos tecidos moles e tecidos duros

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO PROJECTO CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO do Hospital de Santa Maria CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO MARIA RAPOSA Todos os anos, um número crescente de crianças, dos 0 aos 18 anos de idade, são assistidas

Leia mais

ACULAR LS SOLUÇÃO OFTÁLMICA CETOROLACO TROMETAMOL 0.4%

ACULAR LS SOLUÇÃO OFTÁLMICA CETOROLACO TROMETAMOL 0.4% ACULAR LS SOLUÇÃO OFTÁLMICA CETOROLACO TROMETAMOL 0.4% Bula para o Paciente CCDS V 3.0 Jul 2012 0 APRESENTAÇÃO Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml ou 10 ml de solução oftálmica

Leia mais

25 de Outubro 6ª feira Quem são os doentes em Fibrilhação Auricular com indicação para anticoagulação oral

25 de Outubro 6ª feira Quem são os doentes em Fibrilhação Auricular com indicação para anticoagulação oral 2014 25 de Outubro 6ª feira Quem são os doentes em Fibrilhação Auricular com indicação para anticoagulação oral António Pedro Machado Carlos Rabaçal Score de risco isquémico CHA 2 DS 2 - VASc Sexo Fem.

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 27 de maio de 2014. Série. Número 96

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 27 de maio de 2014. Série. Número 96 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 27 de maio de 2014 Série Sumário VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Despacho n.º 90/2014 Delega competências no Diretor Regional de Infraestruturas

Leia mais

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS)

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) Orelha em abano é um defeito congênito, de característica familiar, geralmente bilateral, cujas alterações consistem em um aumento do ângulo (abertura da orelha)

Leia mais

Drenos. Prof. Claudia Witzel

Drenos. Prof. Claudia Witzel Drenos 1 Conceito É um material que quando necessário ;e colocado em uma cavidade, ou ferida, para saída de líquidos, secreções, e ou ar, pois estes não deveriam estar presentes no local. 2 Objetivos dos

Leia mais

SONDAS DILATADORAS AMPLATZ ENDOMASTER

SONDAS DILATADORAS AMPLATZ ENDOMASTER SONDAS DILATADORAS AMPLATZ ENDOMASTER Dilatadores Manual do Usuário Sondas Dilatadoras Amplatz EndoMaster Rev.00 E-MED PRODUTOS MÉDICO-HOSPITALARES LTDA. Rua André de Leão, 77 - CEP 04762-030 Vila Socorro

Leia mais

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2 ste guia foi desenvolvido especialmente para melhor orientá-lo durante sua permanência no hospital. Aqui serão encontradas informações sobre o nosso funcionamento. A leitura deste material é muito importante.

Leia mais

Aparelho Respiratório

Aparelho Respiratório Função Permite que o oxigénio do ar entre para o sangue nos pulmões; Permite a passagem do dióxido de carbono do sangue para o ar. Associação Trabalha em conjunto com o Sistema Cardiovascular Fornecer

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 16/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 30/03/2012)

PARECER CREMEB Nº 16/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 30/03/2012) PARECER CREMEB Nº 16/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 30/03/2012) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 214.470/11 ASSUNTOS: - Critérios para indicação e manutenção de ventilação pulmonar mecânica não invasiva (CPAP)

Leia mais

Introdução. Light Amplification by Stimulated Emission of Radition. Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação.

Introdução. Light Amplification by Stimulated Emission of Radition. Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação. L.A.S.E.R. Introdução Light Amplification by Stimulated Emission of Radition. Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação. Introdução Em 1900 o físico alemão Max Planck apresentou uma explanação

Leia mais

TÉCNICAS BÁSICAS EM OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA VÍDEOS E ARTIGOS DISPONÍVEIS NO SITE: WWW. VETWEB. COM. BR

TÉCNICAS BÁSICAS EM OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA VÍDEOS E ARTIGOS DISPONÍVEIS NO SITE: WWW. VETWEB. COM. BR TÉCNICAS BÁSICAS EM OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA MINISTRADAS PELO DR. JOÃO ALFREDO KLEINER MV, MSc DURANTE AULAS PRÁTICAS NOS CURSOS DE OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA. VÍDEOS E ARTIGOS DISPONÍVEIS NO SITE: WWW.

Leia mais

MÁSCARA LARÍNGEA. Descrição:

MÁSCARA LARÍNGEA. Descrição: MÁSCARA LARÍNGEA ** Este dispositivo deve ser utilizado unicamente por pessoas devidamente treinadas e que estejam familiarizadas com suas restrições e cuidados ** A Sonda Laríngea, modelo: Máscara Laríngea

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

4 APLICAÇÃO DE LASERS NA MEDICINA

4 APLICAÇÃO DE LASERS NA MEDICINA 4 APLICAÇÃO DE LASERS NA MEDICINA 4.1. PRINCÍPIOS FÍSICOS DO FUNCIONAMENTO DOS LASERS Como se sabe, a sigla LASER é composta das iniciais de Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation e que

Leia mais

CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE

CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE 1 de 6 335547222 5 RESULTADO ESPERADO: 335547222 Ajudar a garantir que as equipes cirúrgicas sigam de forma consistente algumas medidas de segurança críticas. Espera-se que dessa forma os riscos mais comuns

Leia mais

Definir os locais de risco conforme artigos 10º e 11ºdo RJ-SCIE (Classificação dos locais de risco e Restrições do uso em locais de risco).

Definir os locais de risco conforme artigos 10º e 11ºdo RJ-SCIE (Classificação dos locais de risco e Restrições do uso em locais de risco). OBJETIVO Definir os locais de risco conforme artigos 10º e 11ºdo RJ-SCIE (Classificação dos locais de risco e Restrições do uso em locais de risco). Listar todos os locais de risco indicados não só no

Leia mais

Dra Tatiana Caloi Cirurgiã Plástica CREMEPE 15002 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO

Dra Tatiana Caloi Cirurgiã Plástica CREMEPE 15002 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO . TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO 1- EU,, portador (a) do CPF nº, por determinação explícita de minha vontade, reconheço DRA TATIANA MARTINS CALOI, médica inscrita no CREMEPE sob o nº 15002, como profissional

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE OTIMIZAÇÃO DA SALA CIRÚRGICA. Adriana Lario Coordenadora de Enfermagem Centro Cirúrgico Ambulatorial Hospital Albert Einstein

ESTRATÉGIAS DE OTIMIZAÇÃO DA SALA CIRÚRGICA. Adriana Lario Coordenadora de Enfermagem Centro Cirúrgico Ambulatorial Hospital Albert Einstein ESTRATÉGIAS DE OTIMIZAÇÃO DA SALA CIRÚRGICA Adriana Lario Coordenadora de Enfermagem Centro Cirúrgico Ambulatorial Hospital Albert Einstein ESTRATÉGIA Arte de aplicar com eficácia os recursos de que se

Leia mais