PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM TDAH TRANSTORNO DÉFICT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

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1 44 PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM TDAH TRANSTORNO DÉFICT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE Omaita Silva dos Santos Elaine Cristina Navarro RESUMO Este trabalho apresenta questões sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que, por um ângulo diferente buscou-se entender o TDAH como ele de fato é, validando, em muitas situações a teoria, e buscando desmistificar a visão popular desse transtorno. Apesar de muito falado e especulado, essa situação ainda confunde muitas pessoas, principalmente no ambiente escolar, onde crianças portadoras de Distúrbios de Aprendizagem geralmente são vistas como portadoras de TDAH. Diante desses fatores nota-se a importância de estudá-lo na prática clínica, onde será diagnosticado corretamente. PALAVRAS-CHAVE: TDAH; Hiperatividade; Desatenção. ABSTRAT This work presents questions about Attention Deficit Disorder and Hyperactivity Disorder (ADHD), which, from a different angle we sought to understand ADHD as it really is, validating, in many situations the theory, and seeking to demystify the popular view that disorder. Although much talked about and speculated, this situation still confuses many people, especially in the school environment where children with learning disorders are seen as having ADHD. Given these factors it is noted the importance of studying it in clinical practice, where it will be correctly diagnosed. KEY WORDS: ADHD; Hyperactivity; Inattention. Pedagoga, aluna do curso de Pós - graduação Lato Sensu em Psicopedagogia oferecido pelas Faculdades Unidas do Vale do Araguaia UNIVAR. Orientadora, Docente Universitária nas Faculdades Unidas do Vale do Araguaia- UNIVAR. Graduada em Letras/ Literaturas e Pedagogia. Especialista em Docência Multidisciplinar na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Mestranda em Educação. 1. INTRODUÇÃO O presente artigo foi pesquisado com o intuito de alertar os educadores para as dificuldades de aprendizagem. O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um dos transtornos mentais mais comuns na infância e na adolescência. É caracterizado por desatenção, atividade motora excessiva e impulsividade, inadequados à etapa do desenvolvimento. Sendo assim é necessário métodos para o desenvolvimento de um (TDAH),para que sua aprendizagem ao longo da vida escolar não seja comprometida. O essencial em ambos os casos é o reconhecimento da doença e a busca de soluções. Atualmente muitas pesquisas estão sendo elaboradas visando uma melhoria de vida para os portadores de TDAH e a tendência é cada vez mais se avançar nesta área, ultrapassando barreiras, tornando a vida dessas pessoas e familiares mais agradáveis e ter a certeza de que todos têm direito à felicidade e ao amor. 2. O DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE E SUAS CARACTERÍSTICAS O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) tem como principais características a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade. Para melhor compreensão é necessário saber um pouco de sua história. Em 1902, crianças que apresentavam comportamento agressivo, desafiante, indisciplinado, cruel, com dificuldades na atenção e com pouco controle foram descritas pelo médico inglês George Frederick Still como tendo um Defeito no Controle Moral. O médico sugeriu que essas crianças tinham uma dificuldade na inibição de respostas aos estímulos e identificou algum tipo de influência hereditária. Posteriormente, Meyer (1904) e, ainda, Goldstein (1936) observaram comportamento similar ao descrito por Still em crianças que haviam sofrido lesões cerebrais traumáticas e sugeriram os termos Distúrbio Orgânico do Comportamento e Lesionado Cerebral. Passaram a utilizar o rótulo de Lesão Cerebral Mínima (LCM). Em 1937, Bradley observou que a administração de anfetamina, droga estimulante do sistema nervoso central, produzia, nestas crianças muito agitadas, um efeito calmante com melhora do quadro, e esta resposta foi interpretada como uma reação paradoxal, pois era oposta ao que seria de se esperar. Esta reação paradoxal foi considerada por muitos profissionais como uma verdadeira prova terapêutica, pois afirmavam que a criança ou adulto que demonstrasse um efeito calmante após receber

2 45 anfetamina seria um Lesionado Cerebral, enquanto que os sujeitos normais deveriam demonstrar um efeito estimulante. O termo Hiperatividade, para se referir a estas crianças, foi introduzido por Laufer e Denhoff, em 1957, e por Stella Chess, em A denominação de LCM foi abandonada posteriormente, após a realização de um encontro em Oxford (Inglaterra), durante o qual se optou pela utilização do termo Disfunção Cerebral Mínima (DCM). Em 1980 o distúrbio de déficit de atenção foi incluído no Disfunção Cerebral Mínima DSM-III (Associação Americana de Psiquiatria, 1980). A terminologia foi modificada desde então, e a nomenclatura de diagnóstico atualmente em uso é Distúrbio de Déficit de Atenção com Hiperatividade (Associação Americana de Psiquiatria, 1994). Atualmente o TDA, com ou sem Hiperatividade, é considerado um dos problemas comportamentais crônicos da infância mais comuns. Sua identificação aumentou exponencialmente nos últimos anos, e o número de crianças que recebem medicação estimulante por conta deste diagnóstico é crescente e preocupante. Ou estamos diante de uma situação em que o problema é mais diagnosticado porque estamos mais conscientes dos sinais e sintomas que o caracterizam, ou o conceito do TDAH é entendido por alguns de modo tão abrangente que acaba sendo aplicado a muitos indivíduos que, na verdade, não apresentam esta condição. (SCHWARTZMAN, 2001) O TDAH pode ser caracterizado como um transtorno neurobiológico diagnosticado em crianças, na maioria dos casos, durante a primeira infância e que dura por toda a vida. Disfunção Cerebral Mínima DSM-IV que se divide em quatro subtipos, apresentando uma série de critérios diagnósticos para diferenciá-los, são eles: Tipo predominantemente desatento: seus sintomas são aqueles vistos dentro do que se pode colocar como desatenção, onde o indivíduo não presta atenção aos detalhes, não participa de atividades onde lhe são cobrados grande esforço mental, parece não ouvir quando falam com ele, tem dificuldade de organizar tarefas, entre outras características. Tipo predominantemente hiperativo/impulsivo: neste tipo são vistos concomitantemente os sintomas da hiperatividade e da impulsividade, vistos em pessoas extremamente agitadas, aceleradas, que não conseguem ficar paradas, têm necessidade de estar se movimentando todo o tempo, não esperam sua vez em filas, não param de falar, não concluem tarefas, respondem antes de ouvir a pergunta, enfim, pessoas inquietas. Tipo combinado: indivíduos que apresentam todos os sintomas dos critérios diagnósticos ao mesmo tempo. Tipo não específico: assim chamado por não haver sintomas suficientes para diagnosticar o transtorno, porém há prejuízos no dia a dia. Segundo a Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), a frequência com que ocorre o transtorno é cerca de 3 a 10% da população infantil, não havendo grandes diferenças entre meninos e meninas, porém, nas clínicas e consultórios médicos vêem-se mais meninos com esta queixa, uma possível razão para isso é o fato de que os meninos com sintomas de TDAH incomodarem muito mais os adultos do que as meninas, dessa forma, a procura por ajuda profissional se torna maior quanto se trata de meninos. Crianças portadoras de TDAH apresentam os sintomas em diversos ambientes, porém encontram suas maiores dificuldades na escola, pois a desatenção e a impulsividade atrapalham muito a aprendizagem, inclusive há pessoas que vêem o TDAH como um tipo específico de problema de aprendizagem. Há escolas ainda que enxerguem o aluno com TDAH como o aluno problema, preguiçoso e mal educado, tratandoo dessa forma sem buscar conhecer as verdadeiras causas que levam a esse tipo de comportamento. Devido a isso, se faz necessário que os pais, conscientes da situação de seu filho, procurem uma escola que busque desenvolver o potencial específico de cada aluno, em vez de uma que vise determinado tipo de sucesso. (GOTAH, 2001) Esse cuidado deve continuar na adolescência, nessa fase o indivíduo começa a sair do domínio de seus pais e passa a ter uma vida própria, dessa forma é importante que ele tenha a escola, seus pais e familiares, como auxiliares nessa nova fase de novas experiências, incluindo a entrada no mercado de trabalho, onde ele poderá vir a ter sérios problemas se não ajudado. O diagnóstico e tratamento corretos, e em tempo adequado, podem prevenir uma série de problemas futuros, pois, caso contrário, a criança se tornará um adolescente desmotivado, com baixa autoestima, que apresenta problemas de comportamento, com relações sociais e afetivas altamente prejudicadas, depressivo e pode até passar a fazer uso de substâncias químicas. Para tratar este transtorno é necessário haver um enorme trabalho em conjunto: psicólogos, pedagogos, médicos, uma equipe multidisciplinar que atenda essas necessidades e contar ainda com o total apoio dos familiares, da escola e de todos aqueles que cercam a criança de alguma forma Conhecendo Melhor o Déficit de Atenção/Hiperatividade Primeiramente, é importante lembrar que o termo déficit traz consigo somente a ideia pejorativa de uma deficiência absoluta e imutável. Não devemos tratar os indivíduos portadores de TDAH como quem tem um defeito ou disfunção cerebral, mas apenas um funcionamento peculiar que

3 46 acarreta um comportamento típico, esse comportamento pode ter consequências tanto positivas como negativas. (SILVA, 2003, p. 86) Segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) o TDAH é um transtorno neurobiológico de origem genética que tem início na infância e que perdura por toda a vida da pessoa. As três maiores características são: hiperatividade, impulsividade e desatenção, esses sintomas isolados podem não ser o TDAH, é necessário fazer uma contextualização. Além disso, pode ser que ele afete ou não várias áreas da vida da criança e se manifeste de variadas formas, tudo isso deve ser observado para diagnosticá-lo corretamente. As pesquisas sugerem que a hiperatividade pode ser o problema mais persistente e comum na infância. (GOLDSTEIN & GOLDSTEIN, 2001, p. 32). A criança portadora de TDAH apresenta características comuns a todas as crianças, porém de forma bem mais excessiva, ela simplesmente não para, está sempre distraída e agitada, tem dificuldades em controlar seus impulsos e em concentrar-se. Tem baixa tolerância à frustração, não aceita ser contrariada, tem uma percepção negativa de si mesma, devido às repetidas frustrações vividas, sua auto-estima geralmente é baixa (BENCZIK, 2002). Uma criança com TDAH é perceptível até para leigos, pois a linguagem corporal é distinta, o nível de atividade é diferente e o comportamento social da criança é inadequado. (BEE, 2003, p.24) Muitas vezes é mal vista pelos pais e professores, rotulada como desobediente e preguiçosa, é tratada dessa forma, o que pode piorar o quadro clínico trazendo a criança outros problemas além do TDAH Sintomas: O DSM-IV (1995) coloca que os primeiros sintomas devem ter estado presentes antes dos sete anos, mas muitos indivíduos são diagnosticados posteriormente. Na maioria dos casos, os sintomas realmente aparecem na primeira infância e tornam-se mais graves a partir do início da vida escolar. A hiperatividade resulta de quatro tipos de deficiências: atenção, impulsividade, excitação e frustração ou motivação. Podemos descrevê-la como atividade motora excessiva, onde a criança agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira, abandona sua cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado, corre ou escala em demasia, em situações nas quais isto é inapropriado, tem dificuldade em brincar ou envolver-se silenciosamente em atividades de lazer, está a mil ou muitas vezes age como se estivesse a todo o vapor, e fala em demasia. (GOLDSTEIN & GOLDSTEIN, 2001, p. 25) Olhando para essas características pode-se observar que as mesmas estão presentes em qualquer criança com desenvolvimento normal e saudável, porém, no portador de TDAH, elas são frequentes, de forma desorganizada e sem objetivo, são crianças desastradas, geralmente sem boa coordenação motora. Em um ambiente onde lhe são apresentados muitos estímulos, como na escola, a criança simplesmente não consegue inibir suas reações a todos os sons e imagens que a cercam (BEE, 2003). É extremamente comum ver essas crianças participando de brincadeiras que lhe trazem riscos de se machucar, como subir em árvores, pular muro, correr desastradamente. Impulsividade é a deficiência no controle dos impulsos. Podemos entender impulso como a resposta automática e imediata a um estímulo (ABDA), a criança dentro de um desenvolvimento normal apresenta a impulsividade e conforme vai crescendo aprende a controlá-la, já o portador de TDAH não consegue controlar, não importa a idade, fala e age sem pensar, é imediatista. Na maioria das vezes, ele entende e conhece as regras, mas a necessidade de agir rapidamente sobrepuja sua reduzida capacidade de autocontrole (GOLDSTEIN & GOLDSTEIN, 2001, 54). A desatenção pode ser vista em indivíduos que parecem estar no mundo da lua, desligados, avoados, esquecidos, parecem ter dificuldades em memorização. Não conseguem manter a atenção naquilo que estão fazendo, qualquer estímulo externo, por menor que seja, lhes desvia o olhar. Não se concentram ao ler, jogar, conversar, brincar, assistir TV, etc. Na escola, apresentam trabalhos confusos e desorganizados, os materiais para a realização da tarefa ficam espalhados, são manuseados com descuido, se perdem e se danificam (BENCZIK, 2002). Frequentemente perdem ou esquecem objetos e depois o reencontram em lugares estranhos, pois foram colocados ali em momentos de distração (ABDA). Uma situação muito comum é o indivíduo ir buscar algo na geladeira, por exemplo, e quando vê está abrindo a porta do guarda-roupa. É importante salientar que os sintomas praticamente somem ou diminuem muito quando a criança está em um ambiente desconhecido, está participando de uma atividade que lhe agrada, está em uma situação a dois ou quando é recompensada, de alguma forma, pelo seu bom comportamento. 2.3.CAUSAS: Como já visto, este é um transtorno de origem genética, hereditária, que pode se complicar (ou não) de acordo com o ambiente em que a criança vive. Vale ressaltar que os pais e toda a dinâmica familiar não têm

4 47 culpa na existência do transtorno, mas a forma com que tratam o portador de TDAH ditará a qualidade de vida deste. Se for bem compreendido, tenderá a ter uma vida normal dentro das possibilidades, caso contrário, além do TDAH pode surgir uma série de outros problemas que a criança carregará por toda a vida. Alguns estudos responsabilizam a região frontal orbital pela inibição comportamental, pela capacidade de prestar atenção, autocontrole e planejamento para o futuro. Pacientes com TDAH tem a atividade cerebral reduzida nessa área, o funcionamento dos neurotransmissores (noradrenalina e dopamina) também está alterado nessa região (BENCZIK, 2002). Através de observações feitas em imagens por ressonância magnética, outros estudos sugerem que a maioria das crianças com TDAH possui o hemisfério direito maior que o hemisfério esquerdo, enquanto que crianças sem o transtorno apresentam o contrário (BEE, 2003). Goldstein & Goldstein (2001) colocam que fatores ambientais como lesões cerebrais, epilepsia, alguns medicamentos, regime alimentar e intoxicação por chumbo, podem causar alguns dos sintomas do TDAH, no entanto para caracterizá-lo é necessário, como já dito antes, contextualizar todos esses fatores, há estudos que apontam para a necessidade de uma predisposição ao transtorno, ou seja, o TDAH não surge apenas através desses fatores. Benczik (2002) acrescenta a estes as substâncias ingeridas na gravidez (nicotina e álcool), sofrimento fetal e os problemas familiares Diagnóstico: Para ser diagnosticado o TDAH, os prejuízos causados pelos sintomas devem ser observados por pelo menos seis meses e devem estar presentes em pelo menos dois contextos (ex: casa e na escola), segundo o DSM-IV (1995) é raro o indivíduo apresentar os mesmos comportamentos em todos os ambientes que vive ou no mesmo ambiente em todos os momentos. Além disso, para um diagnóstico seguro deve-se atentar para a intensidade e a persistência dos sintomas. É comum ver situações em que a criança que apresenta todos os sintomas em casa, na escola e outros ambientes, é levada ao consultório para uma avaliação e ali, nesse ambiente desconhecido, ela não se mostra agitada nem desatenta, tampouco impulsiva. Isso dificulta muito o diagnóstico, pois o profissional não tem como observá-la em outros locais, daí também a importância da participação intensa dos pais, professores e todos aqueles que cercam a criança no processo diagnóstico. Segundo Goldstein & Goldstein (2001, p.87): [...] um diagnóstico minucioso deve incluir a coleta e observação de oito tipos de informação: histórico da família e do desenvolvimento da criança; inteligência da criança a fim de verificar se os sintomas não 2.4. Incidência: estão sendo causada devido a inteligência abaixo da média, causando frustração a criança; personalidade e desempenho emocional que mostram como ela se sente em relação a si mesma e ao seu problema; desempenho escolar indicando as habilidades escolares da criança, se ela está atrasada ou não com relação aos outros alunos; amigos que ela possui, quanto ela é bem relacionada socialmente; disciplina e comportamento em casa revelam dados importantes para afirmar o diagnóstico, deve ser trazido pelos pais; comportamento na sala de aula que é um outro ambiente em que a criança interage e pode demonstrar os sintomas do TDAH, deve-se atentar para a percepção do professor; consulta médica em que outros especialistas poderão falar a respeito da criança. Além da coleta desses dados há a aplicação de questionários, escalas, entrevistas semiestruturadas com pais, professores e a própria criança, testes, dentre outros métodos avaliativos. Devido à dificuldade de diagnóstico, sem comprovação mais objetiva como exames ou testes confiáveis, é difícil estimar a freqüência com que ocorre. As frequências encontradas na literatura variam de 0,5% a 20% da população escolar. De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria, a frequência seria de 2% a 4%. Estes números são de estatísticas realizadas nos EUA e não refletem necessariamente nossa realidade. Na população adulta varia de 2% a 7%. Em 25% dos casos encontramos algum parente próximo igualmente afetado. O sexo masculino é o mais afetado na proporção de três meninos para cada menina. (SCHWARTZMAN, 2001). Embora a hiperatividade se apresente de forma semelhante em ambos os sexos, devemos destacar que o componente agressivo é a característica que se evidencia mais no sexo masculino. (TOPCZEWSKI, 1999) 2.5. Tratamento: O tratamento deve contar com a participação da equipe multidisciplinar, incluindo psicoterapia, orientação aos pais, participação da escola e medicação, se necessário. Os medicamentos usados são os psicoestimulantes, pois os medicamentos calmantes têm efeito contrário, pioram a agitação, devido ao desequilíbrio bioquímico que existe no sistema nervoso central. Os psicoestimulantes aumentam o nível de atenção e concentração e melhoram a hiperatividade, proporcionando resultados positivos na aprendizagem. Com a mudança de comportamento a criança é mais

5 48 aceita pelos colegas e professores e também no ambiente familiar. O metilfenidato (Ritalina) é a droga mais utilizada no tratamento do TDAH. De acordo com Schwartzman (2001), se não houver prejuízo no ajustamento escolar e social da criança, não deve ser indicada a medicação psicoestimulante, principalmente em crianças em idade pré-escolar. Não se tem conhecimento a respeito dos efeitos a médio e longo prazo destes medicamentos sobre o sistema nervoso central imaturo destas crianças. A família e a escola devem ser orientadas sobre como trabalhar melhor com estas crianças, classes com número reduzido de alunos são as mais indicadas, o local de estudo da criança ou de trabalho do adulto deve conter o menor número possível de estímulos. A psicoterapia poderá auxiliar crianças que apresentam problemas comportamentais importantes, dificuldades de socialização e que não conseguem conviver com as dificuldades decorrentes dos transtornos de atenção. O paciente não tratado apresenta maiores dificuldades no rendimento escolar, no relacionamento familiar e social, fatos que podem ser os desencadeantes de distúrbios comportamentais importantes. Estes transtornos podem determinar o abandono escolar, acentuar o desinteresse por atividades mais intelectualizadas e a mudança nos seus hábitos de vida e dos seus valores. Estes pacientes apresentam um sofrimento psíquico importante, com consequente sequela psicológica. O número de indivíduos que se inclina para a delinquência e que apresenta transtornos psicopatológicos é cerca de três vezes maior que nos pacientes tratados. (TOPCZEWSKI, 1999, p 53). sua dinâmica alterada. Para que haja bons resultados no tratamento, o portador deve sentir-se acolhido, aceito e compreendido em suas dificuldades, principalmente nos momentos de impulsividade, para tanto, além da família, é necessário trabalhar junto da escola como um todo. Deve-se também desenvolver técnicas e maneiras específicas de lidar com a criança, pois ela é uma pessoa com particularidades e individualidades e isso deve ser respeitado no momento de tratá-la, procurando sempre a melhor forma de atendê-la. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. 9ª ed, Porto Alegre: Artmed, BENCZIK, Edyleine Bellini Peroni. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade: atualização diagnóstica e terapêutica: um guia de orientação pra profissionais. 2ª ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, DSM-IV. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, GOLDSTEIN, S., Goldstein, M. Hiperatividade: como desenvolver a capacidade de atenção da criança. 7ª ed. Campinas, SP: Papirus, Grupo de orientação para o déficit de atenção/hiperatividade GOTAH. TDAH: um transtorno quase desconhecido. São Paulo, SCHWARTZMAN, J. S. Transtorno de déficit de atenção. São Paulo: Mackenzie, 2001 Silva, A. B. B. Mentes Inquietas: Entendendo melhor o mundo das pessoas distraídas, impulsivas e hiperativas. 15 ed. São Paulo: Editora Gente, TOPCZEWSKI, A. Hiperatividade: Como lidar? São Paulo: Casa do Psicólogo, CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante de tudo o que foi pesquisado, estudado e apresentado, percebe-se de forma evidente que os portadores de TDAH, em muitas situações, são vítimas de preconceito, vistos como um problema sem solução, mal educados e desobedientes, muitas vezes até pelos próprios pais. Daí a importância do esclarecimento do transtorno a toda população, mostrando que o TDAH tem tratamento e que o portador pode levar uma vida normal. Mas antes de qualquer coisa faz-se necessário realizar um diagnóstico criterioso para que não se rotule indiscriminadamente as crianças como portadoras de TDAH. O número de crianças pequenas que estão medicadas com psicofármacos é demasiado, e crescente, além dos efeitos não estudados em longo prazo, corre-se o risco de sabotar as mentes criativas e personalidades peculiares que estão por trás dos rótulos de TDAH. Depois de diagnosticado é importante, também, tratar a família que sofre da mesma maneira, trabalhando suas angústias, medos, ansiedades e frustrações, pois é afetada de forma direta e tem toda

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