TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET. Disciplina: NEGÓCIOS NA INTERNET

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1 TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Disciplina: NEGÓCIOS NA INTERNET

2 Avaliação Trabalho (T1): Trabalhos ao longo do semestre Peso: 5 Trabalho Final (TF): Grupo: 3 pessoas Peso: 5 Nota final: T1 + TF

3 Internet A Internet surgiu nos anos 60, na época da Guerra Fria, nos Estados Unidos, pela ARPA (Advanced Research and Projects Agency). O departamento de defesa americano pretendia criar uma rede de comunicação de computadores em pontos estratégicos. A intenção era descentralizar informações valiosas (proteger dados sigilosos dos militares). Em 1982, foi implementado o TCP/IP, protocolo padrão da rede Em 1985, surgiram os primeiros domínios (.edu,.org e.gov) 1991, desenvolvem o serviço WWW No Brasil, em 1991, a comunidade acadêmica brasileira conseguiu, através do Ministério da Ciência e Tecnologia, acesso a redes de pesquisas internacionais. Em maio de 1995, a rede foi aberta para fins comerciais, ficando a cargo da iniciativa privada a exploração dos serviço

4 Internet Começou com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos Permitiu-se o acesso aos cientistas que, mais tarde, cederam a rede para as universidades as quais, sucessivamente, passaram-na para as universidades de outros países, permitindo que pesquisadores domésticos a acessarem, até que mais de 5 milhões de pessoas já estavam conectadas com a rede e, tornando-se a imensa rede da comunicação mundial.

5 Internet No Brasil, em 1991, a comunidade acadêmica brasileira conseguiu, através do Ministério da Ciência e Tecnologia, acesso a redes de pesquisas internacionais. Em 1992, ocorreu a implantação de uma rede que cobria grande parte do país. Em maio de 1995, a rede foi aberta para fins comerciais, ficando a cargo da iniciativa privada a exploração dos serviço

6 Internet No início as empresas usaram a internet como uma forma de divulgar o que faziam, estabelecendo uma imagem e uma presença na web. Na fase seguinte, começam a descrever melhor os seus produtos, com mais detalhes, abrangendo, catálogo dos produtos, serviços, cursos, agências, filiais, etc Já na terceira fase as instituições começam a permitir a realização de transações pela rede, interatividade, construção de conhecimento

7 Web 1.0 internet básica Web 1.0 implantação e popularização da rede em si

8 Web 2.0 rede social Web centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Facebook. A Web 2.0, que representa a habilidade de ligar suavemente aplicações (como processamento de texto) e serviços (como compartilhamento de fotos) pela Internet.

9 Web 2.0 rede social

10 Web 3.0 rede semântica Exemplo: mash-up (combinação) ligação de um site de aluguel de imóveis ao Google Maps para a criação de um serviço novo, mais útil, que mostra automaticamente a localização de cada imóvel para alugar listado

11 Web 3.0 rede semântica

12 Web 3.0

13 Web 4.0 rede móvel

14 Web 4.0 rede móvel

15 Web 4.0 rede móvel

16 Web 4.0 rede móvel Armazenamento de dados mais Inteligente Big Data Fast date Gestão do conhecimento Tomada de decisão

17 Web 4.0 rede móvel Essa nova era funciona como um enorme sistema operacional dinâmico e inteligente, capaz de utilizar e interpretar as informações e os dados disponíveis para suportar a tomada de decisões.

18 Benefícios da internet Conectividade global Custo de comunicação reduzido Flexibilidade, personalização Potencial de acesso a novos mercados Constitui um instrumento de pré-venda, muitos usuários realizam pesquisa sobre produto e preço e fecham negócio diretamente nas lojas Disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana

19 Internet Hoje, a Internet é uma poderosa forma de integração da sociedade, extremamente útil e econômica, que abre novos horizontes para negócios, pesquisas e mesmo para tarefas cotidianas, como acesso a bancos, lojas, programação, de lazer etc Fonte: ALVES (2001)

20 O que mudou? WEB 4.0

21 Case Netshoes

22 Economia Tradicional A era agrícola A era industrial Quando você depende de uma linha de montagem, que é a idéia da indústria, a pontualidade é muito importante. O mundo industrial inventou o relógio de pulso. Todos precisavam estar sincronizados. No campo, se o sujeito chega às 7 horas para plantar, ou se chega às 8 horas, faz pouca diferença. Na linha de montagem, em que um aperta o parafuso que o anterior encaixou, precisam todos estar ao mesmo tempo no mesmo local. A era do conhecimento O conhecimento passa a ser o principal ativo de muitas organizações. Atividades intensiva em conhecimento Gestão do Conhecimento

23 Economia Tradicional O fluxo de informações era físico: Dinheiro, cheque, notas fiscais, documentos tributários, relatórios, distribuição de produtos,...

24 Economia baseada em Conhecimento Uma economia que se move da indústria de transformação para uma economia baseada no conhecimento, em parte devido aos novos desenvolvimentos em tecnologia e em parte à globalização econômica.

25 Economia baseada em Conhecimento A era da informação e do conhecimento Informação torna-se digital, traduzida em bits armazenados em computadores sendo disseminada através das redes As pessoas são o principal fator para impulsionar a nova economia Globalização Mercado fragmentado Integração interna e externas das empresas Seus clientes e concorrentes podem estar em qualquer lugar do mundo "Hoje, mais que o horário de 9 às 5, o importante é a produtividade

26 "Há uma nova riqueza se criando e ela não se conta em dinheiro. Quando riqueza se contava em terra, ela era limitada. Só dá para plantar uma coisa por vez. Na era da informação, todos podemos usar o mesmo conhecimento ao mesmo tempo. Os economistas ainda não descobriram como contar estes valores produzidos de graça. Mas é o que está mudando tudo." Fonte: Estado de S. Paulo

27 Nova economia Modelo de negócios, utilizando-se a tecnologia da Internet nas facilidades de comunicação e transferência de informações. Conjunto de regras que definem o novo conceito de fazer negócios na era digital. A moeda corrente da Nova Economia é a informação Baseada no conceito de tempo real da Internet, em que distâncias não existem. É fundamental lembrar que seu concorrente está a apenas 1 clique distante

28 Princípios da nova economia Importância: Valor hoje é informação, serviço e qualidade Espaço: as distâncias desapareceram Tempo: interatividade instantânea, atitudes e decisões não podem esperar. Questões exigem respostas imediatas. Crescimento: instantâneo, esteja preparado. Clientes: elementos mais importantes, e eles sabem disto. Trata-lo como ele espera e ir além. Manter o cliente é mais difícil que conseguir.

29 Princípios da nova economia Valor: cresce exponencialmente. Não mais é medido por unidade, mas por vantagens e serviços agregados. Valor não é mais o produto, mas o que o acompanha. Eficiência: significa sobrevivência. Na era em que os concorrentes estão a apenas 1 clique adiante, não há espaço para o menos eficiente. Mercado: fator determinante do sucesso. Procurar oferecer sempre algo além. Fazer o cliente saber que seu produto agrega valor e lhe traz vantagem.

30 Princípios da nova economia Informação: é um jogo de um-para-um. Descobrir cada elemento de informação de seu cliente, para retornar como serviços e oportunidades. Conhecer o cliente é mais importante que ter o cliente. Impulso: Todo produto está disponível em todos os lugares. O espaço entre querer e comprar está fechado. A estratégia está em convencer o cliente a apertar o botão compre.

31 Loja tradicional x Loja virtual Na loja tradicional: Tem um vendedor para te atender Negocia-se preço, forma de pagamento, prazo Avalia-se a mercadoria Na loja virtual o cliente: Compra o produto pelo preço estabelecido, sem a possibilidade de negociar Faz uma pesquisa custo x benefício em outros locais para poder escolher a melhor opção Compra sem ajuda quando não souber qual o produto que precisa Cadastra-se em todas as lojas que fizer uma compra

32 As inovações introduzidas pelo CE nas tradicionais formas de comercialização Seu concorrente não é mais o que está geograficamente perto. Seus clientes podem estar em qualquer lugar do mundo. Você não sai de casa, não vê o vendedor, não vê o dinheiro, não vê o produto, mesmo assim fica satisfeito com a compra.

33 "a economia na era da inteligência em rede é uma economia digital". Fonte: Tapscott (1997)

34 O que está levando as pessoas mudar o comportamento em relação a compras nas lojas tradicionais? Computadores a preços mais acessíveis Crescimento do acesso a internet Aumento da familiaridade com a tecnologia (redes sociais, músicas,...) Facilidades de pagamento Conveniência das compras on-line Facilidade de pesquisa de preço, opinião, produto...

35 O que está levando as pessoas mudar o comportamento em relação a compras nas lojas tradicionais? Prática de preços mais baixos do que aos aplicados as lojas tradicionais devido a Economia de recurso e ganho de escala

36 Confiança do consumidor Aumento da percepção de confiança pelo consumidor Atendimento personalizado Boas experiências vivenciadas por consumidores on-line Aumento da probabilidade de que o consumidor volte a comprar na loja

37 Comércio Eletrônico

38 Dados do comércio eletrônico 3,8 bilhões de reais (no 1º semestre de 2008), crescimento de 45% comparado aos meses de janeiro a junho de 2007 Número de consumidores cresceu 42% (de janeiro de 2007 a junho de 2008) 3,5 milhões de novos compradores, totalizando 11,5 milhões de compradores (até junho de 2008) 63% dos consumidores gastam cerca de R$ 324,00 Aumento das vendas em 31% no dia das mães (25/04 à 10/05), em relação ao mesmo período de 2007 Dados: 1º semestre de 2008 Brasil Fonte:Web Sshoppers 18º edição

39 Dados do comércio eletrônico O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 28,8 bilhões em 2013 Crescimento nominal de 28% em relação a A previsão inicial era de 25% O número de pedidos feitos via internet, em 2013, chegou a 88,3 milhões (32% > 2012). Fonte: Webshoppers (2014)

40 Dados do comércio eletrônico A categoria mais vendida foi Moda & Acessórios, mas Cosméticos e Perfumaria / Cuidados Pessoais / Saúde e Eletrodomésticos também se mantiveram no topo em 2013 No decorrer do ano, 9,1 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra online, com isso, o número de consumidores únicos, ou seja, quem já fez ao menos uma compra pela internet, chegou a 51,3 milhões. Fonte: Webshoppers (2014)

41 Dados do comércio eletrônico Em janeiro de 2013, as transações concluídas por dispositivos móveis correspondiam a 2,5% de todas as vendas online. Em dezembro, esse número já era praticamente o dobro: 4,8%. Para 2014, a estimativa crescimento do setor (20% em relação a 2013), faturando R$ 34,6 bilhões. Fonte: Webshoppers (2014)

42 Troca e devolução De acordo com pesquisa da E-bit, 40% dos entrevistados já pensaram em fazer uma troca e 36% já quiseram devolver a compra. Os processos de troca e devolução de produtos no Brasil precisam avançar 3 em cada 10 conseguiram fazer a troca, sem dificuldade. Esse número é ainda menor em relação à devolução. 2 (10) conseguiram devolver sem enfrentar problemas. A dificuldade para trocar ou devolver um produto, fez com que metade dos entrevistados deixasse de comprar em determinada loja e passasse, também, a comprar menos pela internet. Fonte: Webshoppers (2014)

43 Troca e devolução Fonte: Pesquisa E-bit (Período dez-jan/2014, respostas)

44 Troca e devolução Fonte: Pesquisa E-bit (Período dez-jan/2014, respostas)

45 Troca e devolução Fonte: Pesquisa E-bit (Período dez-jan/2014, respostas)

46 Troca e devolução Fonte: Pesquisa E-bit (Período dez-jan/2014, respostas)

47 Troca e devolução Fonte: Pesquisa E-bit (Período dez-jan/2014, respostas)

48 Troca e devolução Fonte: Pesquisa E-bit (Período dez-jan/2014, respostas)

49 Queda nos preços Grupos de produtos analisados pelo Índice FIPE/Buscapé durante 2013, dos 10 grupos 5 com a maior queda: Moda & Acessórios (-7,70%) Telefonia (-7,32%), Fotografia (-6,12%), Eletrônicos (-5,43%), Informática (-0,70%) Fonte: Webshoppers (2014)

50 Comparativo Fonte: Webshoppers (2014)

51 Produtos mais vendidos Fonte: Webshoppers (2014)

52 Veja os dados de 2008?

53 Produtos mais vendidos em 2008 Em volume de pedidos Livros 17% Informática 12% Saúde e beleza 10% Eletrônicos 7% Eletrodomésticos 6% Fonte: e-bit informações (www.ebitempresa.com.br), 2008

54 Evolução de e-consumidores Milhões Consumidores que já fizeram pelo menos uma compra online Fonte: Webshoppers (2014)

55 Mobile commerce Segmento em crescimento consolidação nos próximos anos Atualmente, são poucas as lojas online preparadas para as peculiaridades da navegação através de tablets e smartphones. Em 2014, isso deve começar a mudar. Tendência é que muitos varejistas passem a direcionar esforços para se adaptar à mobilidade. Fonte: Webshoppers (2014)

56 Frete Tendência 2014 continue a queda no frete grátis busca das empresas por rentabilidade (causa) Mais opções de entrega Quanto menor o tempo para receber a compra, mais caro será o preço do frete. Fonte: Webshoppers (2014)

57 Net Promoter Score NPS - indicador que mensura a satisfação e a fidelização dos clientes NPS geral do e-commerce brasileiro - 45,94% à 59,29%, queda em dezembro (46,93%). Causa: foram registrados alguns problemas de atraso na entrega das compras feitas durante a Black Friday Fonte: Webshoppers (2014)

58 Net Promoter Score Fonte: Webshoppers (2014)

59 Expectativas para 2014 O comércio eletrônico brasileiro deve continuar em ascensão em 2014 Estimativa é de que o setor cresça 20%, em relação a 2013, faturando R$ 34,6 bilhões. Fatores que devem influenciar: a quantidade de feriados prolongados é maior Copa do Mundo Fonte: Webshoppers (2014)

60 Expectativas para 2014 Crescimento Fonte: Webshoppers (2014)

61 Expectativas para 2014 Cenário Econômico 2014, o desemprego deve continuar em baixa houve alta para outros produtos, como os da categoria Móveis & Decoração, que vem se destacando no e- commerce parcelamento elástico e o frete grátis, dois dos principais atrativos do varejo digital, devem reduzir gradualmente. todos esses fatores devem contribuir para que o consumidor fique mais cauteloso na hora da compra. Fonte: Webshoppers (2014)

62 Expectativas para 2014 Tendências Mobilidade é uma das tendências mais fortes para 2014, colaborando não só para o mobile commerce, mas para o crescimento de um fenômeno chamado showrooming. Mesmo estando dentro de uma loja física, o consumidor tem a possibilidade de pesquisar preços e informações em outros estabelecimentos, através do dispositivo móvel. Com isso, a decisão de compra fica por conta do fator conveniência. A loja em si, acaba funcionando como um showroom, em que o cliente pode ter contato com o produto antes da aquisição. Fonte: Webshoppers (2014)

63 Expectativas para 2014 Consumidores Até o final do ano, mais 9 milhões de pessoas devem começar a comprar através da internet - total de consumidores únicos para 60 milhões. O crescimento da banda larga móvel deve contribuir para esse resultado. Fonte: Webshoppers (2014)

64 Expectativas para 2014 Mais números expectativa é que o número de pedidos feitos pela internet cresça 26%, em relação a 2013, chegando a 111,54 milhões. O tíquete médio deve ficar em R$ 310,00, o que representa uma queda de -5%, se comparado ao ano anterior. Fonte: Webshoppers (2014)

65 Introdução ao Comércio Eletrônico (CE) Na década de 90 com surgimento da internet para fins comerciais surge um novo conceito de negócio, as empresas pontocom Surgiram as empresas privadas chamadas provedoras de acesso

66 Introdução ao Comércio Eletrônico (CE) O comércio eletrônico tornou-se popular com o surgimento da internet, mas o conceito já descende de décadas atrás Amazon.com foi pioneira no comércio eletrônico de livros

67 Introdução ao Comércio Eletrônico (CE) No Brasil inicialmente o CE se difundiu nas transações financeiras Mercado livre O Submarino (um dos pioneiros no Brasil ) Grupo Pão de Açúcar Americanas Bancos (Bradesco, Itaú, BB, Unibanco )

68 Visão do CE Gerenciamento da Informação Comunidades Virtuais IC, BI e KM Fornecedores Organização Clientes IC, BI e KM Parceiros Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente (CRM) Gerenciamento da Cadeia de Fornecedores (SCM) Fonte: Menezes, 2003

69 Aspectos importantes sobre CE Fatores positivos a serem considerados Aumento da freqüência de compras por parte das pessoas que estão habituadas às compras via internet Prática de preços mais baixos Financiamento facilitado (algumas lojas até 12x s/ juros) Frete grátis

70 Outros aspectos sobre CE Surgimento de novos consumidores Adequar os produtos às novas formas de divulgação, venda e distribuição Necessidade de novas estratégias por parte das empresas para alcançar novas oportunidades Mecanismos que proporcionem a segurança e privacidade das partes envolvidas nas transações Suporte a sistemas eletrônicos de pagamento Nova forma de realizar negócio e organizar processos Alinhamento da tecnologia externa com a tecnologia da organização Fonte: Albertin (2010)

71 Desafios para o comércio eletrônico Atrair os clientes Efetivar a compra Fidelizar o cliente Integração Gerar valor Satisfação do cliente

72 Órgãos do CE O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147, de 31 de maio de 1995 e alterada pelo Decreto Presidencial nº 4.829, de 3 de setembro de 2003, para coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Composto por membros do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da comunidade acadêmica, o CGI.br representa um modelo de governança na Internet pioneiro, com base nos princípios de multilateralidade, transparência e democracia. Fonte: cgi.br

73 Órgãos do CE O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (http://nic.br) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que desde dezembro de 2005 implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil

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79 Órgãos do CE Registro.br é o executor de algumas das atribuições do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Registro de nomes de domínio Administração e a publicação do DNS para o domínio <.br>. Realiza serviços de distribuição e manutenção de endereços internet.

80 Órgãos do CE A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, fundada em 07 de maio de 2001, é a principal entidade multi-setorial da Economia Digital no Brasil e América Latina, voltada ao comércio eletrônico como fator estratégico de desenvolvimento econômico na era do conhecimento

81 Domínios Ao registrar um domínio para sua empresa: Relacione com a marca Simples Fácil de digitar Registre variações (ex.:repecon.com.br, repecom.com.br) Assegurar a marca

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83 Negócios inovadores que surgem na internet Rede Record - Marcelo Ostia participa de matéria da série Dinheiro Suado YouTu Coroa de flores pela internet Eduardo Gouveia vende coroa de flores pela internet (Paulo Regis) Camisetas da hora PEGN - Microfranquias, Trabalhe sem sair de casa! - YouTube

84 E-business e E-commerce E-business (negócio eletrônico): qualquer atividade de cunho comercial desenvolvida e oferecida por meios eletrônicos E-commerce (comércio eletrônico): processo de comprar e vender eletronicamente produtos e informação Fonte: Turban et all (1999)

85 E-business e E-commerce E-business (negócio eletrônico): aplicações on-line que oferecem suporte ao negócio, mas que não necessariamente conclui uma venda. Ex.: negociação entre fornecedores e empresas, sites institucionais disponibilizando alguns serviços. E-commerce (comércio eletrônico): é um componente do e- business, utiliza mecanismos eletrônicos para a condução de transações comerciais entre empresa, governo e consumidor. Negócio eletrônico CE

86 Fonte: Azevedo (2002) Comércio eletrônico

87 Conceito O conceito de negócios eletrônicos, ou e- business, refere-se ao uso de tecnologia digital e da internet para executar os principais processos de negócio em uma empresa, isso inclui também o e-commerce. Fonte: Laudon e Laudon (2011)

88 Conceito E-business: uma estratégia de inserção de uma empresa no mundo virtual, onde se objetiva a automatização da maioria de suas atividades em diversas áreas. Negócios eletrônico - a movimentação da informação de uma empresa centralizada de forma digital, seja ela de gerenciamento, coordenação, compra ou venda. Fonte: Costa (2005)

89 Conceito Toda a cadeia de valor dos processos de negócio num ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias da comunicação e de informação, atendendo os objetivos do negócio. Fonte: Albertin (2010) Comércio eletrônico é um conceito emergente que descreve o processo de comprar, vender ou trocar produtos, serviços e informação através do computador. Fonte: Turban (2004)

90 Conceito Comércio eletrônico trouxe as organizações grande potencial de expansão e novas capacidades de gerar valor. Essa nova capacidade de criação exige novas estratégias para permitir a constante criação de inovação e vantagem competitiva.

91 Conceito Comércio eletrônico é a realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócio num ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação (TIC), atendendo aos objetivos de negócio. Os processos podem ser realizados de forma completa ou parcial, numa infra-estrutura predominantemente pública, de fácil e livre acesso, baixo custo como a internet. Fonte: Albertin (2010)

92 Exercício Pesquise diferentes tipos de negócio na internet

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