Instrução n.º 3/2005 Informação Estatística sobre Operações de Day-Trading (revoga a Instrução da CMVM n.º 7/2000)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instrução n.º 3/2005 Informação Estatística sobre Operações de Day-Trading (revoga a Instrução da CMVM n.º 7/2000)"

Transcrição

1 Instrução n.º 3/2005 Informação Estatística sobre Operações de Day-Trading (revoga a Instrução da CMVM n.º 7/2000) A CMVM, no âmbito das suas atribuições de supervisão, carece que os intermediários financeiros prestem informação, em tempo útil, relativamente às actividades de intermediação financeira para cujo exercício estão legalmente autorizados, visando, designadamente, o exercício da supervisão, o acompanhamento da respectiva actividade, a difusão de informações e demais actuações previstas no artigo 360.º do Código dos Valores Mobiliários. A presente Instrução define a informação que, relativamente às operações vulgarmente designadas de «day-trading», deve ser remetida à CMVM, bem como a sua forma e periodicidade. Esta informação, de grande importância para a supervisão dos mercados portugueses de valores mobiliários, deverá ser prestada pelas entidades que exerçam a actividade de recepção de ordens por conta de outrem, identificando o tipo de investidores (incluindo a carteira do próprio intermediário financeiro) e os canais utilizados na transmissão das ordens. Os valores mobiliários sobre os quais deve ser prestada informação são os que compõem o índice de referência do mercado nacional (PSI 20). A presente Instrução foi sujeita a consulta pública. Nestes termos, a CMVM, ao abrigo do disposto no número 4 do artigo 369.º do Código dos Valores Mobiliários, ouvidas a Associação Portuguesa de Bancos e a Associação Portuguesa de Sociedades Corretoras e Financeiras de Corretagem, determina o seguinte: Norma número 1: Os intermediários financeiros autorizados a prestar em Portugal o serviço de intermediação financeira de recepção e transmissão de ordens por conta de outrem, previsto no artigo 290º, número 1, alínea a), do Código dos Valores Mobiliários, prestam à CMVM, até ao terceiro dia útil do mês seguinte a que respeita, informação sobre: 1.1. A quantidade relativa a transacções intra-diárias correspondentes a operações executadas pelo próprio intermediário financeiro ou por terceiro, em cada mês; 1.2. Para efeitos do número 1.1.: a) Consideram-se transacções intra-diárias, todas as operações de compra e de venda que se realizem, no mesmo dia, em contas do mesmo titular e tenham por objecto o mesmo valor mobiliário; b) Cada operação intra-diária deve ser considerada pela quantidade objecto de compensação entre a compra e a venda; 1

2 c) Não devem ser consideradas as operações com origem em ordens transmitidas por outros intermediários financeiros, sejam residentes ou não, autorizados a prestar o serviço de recepção e transmissão de ordens por conta de outrem A informação referida no número 1.1. é desagregada: a) Pelos seguintes meios através do qual foram transmitidas as ordens pelos investidores: i) Sítio da Internet; ii) Outros meios electrónicos; iii) Outros meios; b) Entre clientes residentes e não residentes; c) Pelas seguintes categorias de investidores: i) Clientes não institucionais; ii) Fundos de pensões, respectivas sociedades gestoras e empresas de seguros; iii) Instituições gestoras de activos; iv) Outros investidores institucionais; v) Carteira própria do intermediário financeiro; d) Pelos valores mobiliários que componham o índice de referência do mercado nacional, actualmente o índice PSI20, no último dia do mês a que se refere a informação. Norma número 2: A informação solicitada na presente Instrução deve ser entregue e processada pelos intermediários financeiros no domínio de extranet da CMVM, tendo por base um ficheiro informático, elaborado em conformidade com as regras de forma e conteúdo constantes do Anexo I, o qual é parte integrante da presente Instrução. Em caso de impossibilidade de envio através do domínio extranet, os ficheiros poderão ser remetidos através de correio electrónico ou em disquete, observando as regras destinadas a salvaguardar a segurança, a integridade e a confidencialidade da informação. O envio da informação através dos meios alternativos referidos deve ser devidamente justificado, não dispensando, logo que tal seja possível, o seu posterior reenvio através do domínio extranet. Norma número 3: O envio da informação através do domínio de extranet fica sujeito à permissão de acesso à base de dados da CMVM, concedido a cada intermediário financeiro através da atribuição de um certificado digital e de uma palavra-chave. A emissão de novo certificado deve ser solicitada, por escrito, pelo intermediário financeiro, devendo ser levantado nas instalações da CMVM, por colaborador autorizado, após recepção da palavra-chave enviada pela CMVM. O envio da informação através de correio electrónico está sujeito à utilização de mecanismos de encriptação dos ficheiros. Norma número 4: Para efeitos do cumprimento do prazo de envio da informação à CMVM, não será reconhecida como válida a informação que não apresente um nível apropriado de qualidade. Considera-se que não apresenta um nível apropriado de qualidade a informação que, nomeadamente, não seja prestada segundo as regras de forma e de conteúdo da presente Instrução, sendo por este motivo rejeitada pelo domínio extranet aquando da sua transmissão, por erros de compatibilidade ou de coerência entre os dados. Norma número 5: Caso se verifiquem alterações na informação já reportada deve o intermediário financeiro efectuar o reenvio integral da informação, nos termos definidos na norma número 3. A informação inicialmente reportada só se considera substituída pela reenviada após aceitação desta última pela CMVM. A CMVM pode rejeitar as alterações à informação inicialmente reportada se o intermediário 2

3 financeiro não prestar, relativamente às alterações efectuadas, todas as informações que eventualmente lhe sejam solicitadas, dentro do prazo estabelecido. Norma número 6: No âmbito da presente Instrução, é interlocutor e responsável perante a CMVM, designadamente no que respeita à qualidade da informação enviada, a pessoa que o intermediário financeiro registou nos termos do disposto no artigo 11.º do Regulamento da CMVM n.º 12/2000. Norma número 7: É revogada a Instrução da CMVM n.º 7/2000. Norma número 8: A presente Instrução entra em vigor no dia 1 de Outubro de Lisboa, 23 de Junho de O Presidente do Conselho Directivo, Fernando Teixeira dos Santos; O Vice-Presidente do Conselho Directivo, Luís Lopes Laranjo 3

4 ANEXO I À INSTRUÇÃO Nº 3/2005 Regras relativas à tabela OIC ordens intra-diárias compensadas 1. A informação referida na norma número 1 da presente Instrução é prestada no formato correspondente à tabela OIC. 2. A tabela OIC é constituída pelos seguintes campos: Ref.ª do campo Nome do campo A B C D E F G N.º de Registo na CMVM Data referência Canal de recepção da ordem Residência dos Investidores Tipo de Investidor Código do Valor Mobiliário Quantidade Formato e Dimensão 3 caracteres numérico 8 caracteres numérico 1 caracter alfabético 1 caracter de tipo alfabético 2 caracteres alfabético 12 caracteres alfanumérico Caracteres de tipo numérico sem casas decimais 3. O conteúdo dos campos que compõem a tabela OIC deve respeitar as seguintes regras: 3.1. Campo A (Número de Registo na CMVM): deve ser preenchido com o número de registo do intermediário financeiro junto da CMVM Campo B (Data de referência): deve ser preenchido com a data correspondente ao último dia de calendário do mês a que respeita a informação. A data deve ser preenchida com o seguinte formato: AAAAMMDD onde AAAA representa o ano, MM o mês e DD o dia Campo C (Canal de recepção da ordem): deve ser preenchido de acordo com os códigos seguintes em função do tipo de canal de recepção da ordem: - I, para ordens recebidas através de sítio da Internet disponibilizado pelo intermediário financeiro; - E, para ordens recebidas por outros meios electrónicos de comunicação à distância; - O, para ordens recebidas através de outros canais, aqui se incluindo, designadamente, as recebidas por telefone, presencialmente nas instalações do intermediário financeiro e por fax Campo D (Residência dos Investidores): Este campo deve ser preenchido com o código R ou N, consoante o investidor seja considerado residente ou não em Portugal. Para efeitos da presente Instrução devem considerar-se investidores residentes os emigrantes Campo E (Tipo de Investidor): deve ser preenchido de acordo com os códigos seguintes em função do investidor que transmitiu a ordem: - NI, para «investidores não institucionais»; - SE, para «sociedades de seguros e fundos de pensões»; - GA, para «instituições gestoras de activos»; - OI, para outros «investidores institucionais» não especificados anteriormente; - CP, operações efectuadas para a carteira do próprio intermediário financeiro e que não tenham sido realizadas no âmbito de contrato de fomento de mercado ou estabilização de preços ( market making ), nos termos dos artigos 348.º e 349.º do Código dos Valores Mobiliários; Para efeitos da presente regra consideram-se: - «sociedades de seguros e fundos de pensões», todas as sociedades incluídas no subsector sociedades de seguros e fundos de pensões 4

5 (S.125) tal como definido no Sistema Europeu de Contas (SEC 95) instituído pelo Regulamento (CE) n.º 2223/96, de 25 de Julho de 1996 (JO n.º L 310 de ). Este subsector inclui, designadamente, as empresas de seguros, os fundos de pensões e as respectivas sociedades gestoras; - «instituições gestoras de activos», (i) os organismos de investimento colectivo, as respectivas sociedades gestoras, as sociedades gestoras de patrimónios e as entidades referidas na alínea f) do n.º 1 do artigo 30.º do Código de Valores Mobiliários; (ii) as ordens que resultem de decisões de investimento no âmbito da gestão de carteiras de terceiros ou de gestão de organismos de investimento colectivo quando efectuada pelo próprio intermediário financeiro; (iii) as ordens transmitidas por outros intermediários financeiros além dos referidos em (i) que resultem de decisões de investimento no âmbito da gestão de carteiras de terceiros ou de gestão de organismos de investimento colectivo, quando o intermediário financeiro tiver essa informação; - «investidores institucionais», as entidades previstas nos números 1 e 2 do artigo 30.º do Código dos Valores Mobiliários, as sociedades comerciais, as fundações, os institutos e os fundos públicos; - «investidores não institucionais», todos os não mencionados anteriormente. Não devem ser consideradas as operações com origem em ordens transmitidas por outros intermediários financeiros, sejam residentes ou não, autorizados a prestar o serviço de recepção e transmissão de ordens por conta de outrem. Quando o tipo de operação for CP (operações efectuadas para a carteira do próprio intermediário financeiro), não deverão ser preenchidos os campos C (Canal de recepção da ordem) e D (Residência dos Investidores) Campo F (Código do Valor Mobiliário): deve ser preenchido com o International Standard Identification Number (ISIN), atribuído nos termos da norma ISO 6166, aos valores mobiliários que componham o índice de referência do mercado nacional, actualmente o índice PSI20, no último dia do mês a que se refere a informação a reportar Campo G (Quantidade): deve indicar-se a quantidade das transacções intra-diárias que foram objecto de compensação entre a venda e a compra, relevando para este efeito, as compras seguidas de vendas e vice-versa, efectuadas no mesmo dia, em contas do mesmo titular, tendo por objecto o mesmo valor mobiliário. Por exemplo, se o cliente A ordenar a compra de 100 acções abc e proceder à venda das 100 acções adquiridas no mesmo dia, o valor a reportar é 100. Se apenas vender 40 das 100 acções adquiridas, o valor a reportar é 40 (quantidade que foi objecto de compensação). Ou seja, o valor a reportar para uma determinada acção é sempre o menor dos valores entre o total adquirido e alienado diariamente pelo cliente. 5

Instrução da CMVM n.º 10/2011 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros

Instrução da CMVM n.º 10/2011 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros Instrução da CMVM n.º 10/2011 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros A CMVM, no âmbito e no exercício da actividade de supervisão, necessita

Leia mais

Instrução da CMVM N.º 3/2008 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros

Instrução da CMVM N.º 3/2008 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros Instrução da CMVM N.º 3/2008 Informação sobre Concessão de Crédito para a Realização de Operações sobre Instrumentos Financeiros A CMVM, no âmbito e no exercício da actividade de supervisão, entende dever

Leia mais

Instrução da CMVM n.º 12/2002 Deveres de Informação dos Emitentes à CMVM

Instrução da CMVM n.º 12/2002 Deveres de Informação dos Emitentes à CMVM Instrução da CMVM n.º 12/2002 Deveres de Informação dos Emitentes à CMVM Os emitentes de valores mobiliários admitidos à negociação em bolsa estão sujeitos ao cumprimento de um conjunto de deveres de informação

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º X/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Especializado (Revoga o regulamento da CMVM n.

Regulamento da CMVM n.º X/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Especializado (Revoga o regulamento da CMVM n. Regulamento da CMVM n.º X/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Especializado (Revoga o regulamento da CMVM n.º 1/2008) [Preâmbulo] Assim, ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo

Leia mais

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2015

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2015 PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2015 INSTRUÇÃO DA CMVM RELATIVA AOS DEVERES DE REPORTE DE INFORMAÇÃO À CMVM PARA EFEITOS DE INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS POTENCIAIS CONSEQUÊNCIAS SISTÉMICAS

Leia mais

BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM

BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS Relatório Final sobre a Consulta Pública n.º 3/2007 relativa à BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM MATÉRIA DE REPORTE ACTUARIAL 1 1. Introdução Entre

Leia mais

As Novas Formas Organizadas de Negociação de Instrumentos Financeiros

As Novas Formas Organizadas de Negociação de Instrumentos Financeiros Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Consulta Pública sobre os Anteprojectos de Transposição da Directiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros (DMIF) As Novas Formas Organizadas de Negociação

Leia mais

Circular 05 de Janeiro de 2009 (última actualização 16 de Fevereiro de 2009)

Circular 05 de Janeiro de 2009 (última actualização 16 de Fevereiro de 2009) Circular 05 de Janeiro de 2009 (última actualização 16 de Fevereiro de 2009) Assunto: s às Perguntas Mais Frequentes sobre a Instrução da CMVM n.º 3/2008 - Informação sobre Concessão de Crédito para a

Leia mais

Portaria nº 913-I/2003, de 30 de Agosto

Portaria nº 913-I/2003, de 30 de Agosto Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto * Na sequência do Decreto-Lei n.º 183/2003, de 19 de Agosto, que alterou o Estatuto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), aprovado pelo Decreto-Lei

Leia mais

Manual de Procedimentos para o Reporte de Estatísticas de Títulos Instrução 31/2005

Manual de Procedimentos para o Reporte de Estatísticas de Títulos Instrução 31/2005 Manual de Procedimentos para o Reporte de Estatísticas de Títulos Instrução 31/2005 ÍNDICE 1. Regras gerais de preenchimento dos registos... 3 2. Descrição dos ficheiros... 3 3. Estrutura dos registos...

Leia mais

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS E A EXPERIÊNCIA DOS INVESTIDORES DETERMINAM O MODO COMO SÃO TRATADOS PELOS INTERMEDIÁRIOS

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

FORO SOBRE INTERNET Y LOS MERCADOS DE CAPITALES. Aspectos Regulatorios en Internet

FORO SOBRE INTERNET Y LOS MERCADOS DE CAPITALES. Aspectos Regulatorios en Internet Fernando Teixeira dos Santos FORO SOBRE INTERNET Y LOS MERCADOS DE CAPITALES Aspectos Regulatorios en Internet Buenos Aires, 21 de Setembro de 2001 Prestação de serviços financeiros (maior rapidez e maior

Leia mais

Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto

Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto (com as alterações introduzidas pela Portaria nº 1018/2004 (2ª Série), de 17 de Setembro e pela

Leia mais

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO PARCIAL E VOLUNTÁRIA SOBRE 12.750.000.001 ACÇÕES CATEGORIA B E 3.750

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO PARCIAL E VOLUNTÁRIA SOBRE 12.750.000.001 ACÇÕES CATEGORIA B E 3.750 METALGEST Sociedade de Gestão, SGPS, S.A. Sede Social: Rua da Torrinha, n.º 32 Funchal Capital Social: 51.603.790 Euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Funchal (ZFM) sob o número único

Leia mais

ANEXO A COMPOSIÇÃO DISCRIMINADA DA CARTEIRA DE APLICAÇÕES

ANEXO A COMPOSIÇÃO DISCRIMINADA DA CARTEIRA DE APLICAÇÕES ANEXO A COMPOSIÇÃO DISCRIMINADA DA CARTEIRA DE APLICAÇÕES RUBRICA DE 1.º NÍVEL: É preenchido com as constantes A, B, C ou D consoante a informação respeite, respectivamente, à carteira de activos, ao valor

Leia mais

Contrato de Intermediação Financeira

Contrato de Intermediação Financeira Contrato de Intermediação Financeira Condições Gerais do Contrato de Intermediação Financeira Entre a Caixa Geral de Depósitos, SA com sede em Lisboa na Av. João XXI n.º 63, com capital social de 5 900

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 2/2014. Papel comercial. (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004)

Regulamento da CMVM n.º 2/2014. Papel comercial. (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004) Regulamento da CMVM n.º 2/2014 Papel comercial (Revogação do Regulamento da CMVM n.º 1/2004) As alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 52/2006, de 15 de março, e pelo Decreto-Lei n.º 29/2014, de

Leia mais

I. ENVIO DE INFORMAÇÃO. 3. No preenchimento dos registos dos ficheiros de transmissão devem ser adoptadas as seguintes regras gerais:

I. ENVIO DE INFORMAÇÃO. 3. No preenchimento dos registos dos ficheiros de transmissão devem ser adoptadas as seguintes regras gerais: Anexo à Instrução nº 43/97 I. ENVIO DE INFORMAÇÃO 1. As especificações referidas neste capítulo deverão ser utilizadas no reporte de toda a informação, à excepção da apresentada no quadro T02 e da relativa

Leia mais

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros.

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros. Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 03/2010-R, DE 18 DE MARÇO DE 2010 Publicidade Pelo Decreto-Lei n.º 8-A/2002, de 11 de Janeiro, foram

Leia mais

Os investidores não institucionais, pequenos investidores ou investidores não institucionais são os que têm mais necessidade de protecção

Os investidores não institucionais, pequenos investidores ou investidores não institucionais são os que têm mais necessidade de protecção 8. I. INVESTIDORES 8. Investidores Investidores são todas as pessoas ou empresas que participam no mercado de capitais com o objectivo de, através do financiamento das empresas, valorizarem as suas poupanças

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 4/2015 Supervisão de Auditoria

Regulamento da CMVM n.º 4/2015 Supervisão de Auditoria Regulamento da CMVM n.º 4/2015 Supervisão de Auditoria Em concretização do Regime Jurídico da Supervisão de Auditoria (RJSA), aprovado pela Lei n.º 148/2015, de 9 de setembro, o presente Regulamento regula

Leia mais

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março O Decreto-Lei nº 172/99, de 20 de Maio, reconheceu no ordenamento nacional os warrants autónomos qualificando-os como valores mobiliários. Em decorrência de normas

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO PELA TEIXEIRA DUARTE, S.A. DE OFERTA PÚBLICA GERAL DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES DA TEIXEIRA DUARTE ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A.

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO PELA TEIXEIRA DUARTE, S.A. DE OFERTA PÚBLICA GERAL DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES DA TEIXEIRA DUARTE ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A. TEIXEIRA DUARTE, S.A. Sede: Lagoas Park, Edifício 2, Porto Salvo, Oeiras Capital social: 287.880.799,00 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Cascais sob o n.º único de matrícula e pessoa

Leia mais

Condições Particulares de Distribuição Atrium Investimentos Sociedade Financeira de Corretagem, S.A.

Condições Particulares de Distribuição Atrium Investimentos Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. Condições Particulares de Distribuição Atrium Investimentos Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. I. Identificação do Distribuidor A Atrium Investimentos Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. (doravante,

Leia mais

Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235

Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235 Regulamento da CMVM 12/2005, de 9 de Dezembro - II Série nº 235 Contabilidade das sociedades e fundos de capital de risco A alteração do Decreto-Lei n.º 319/2002, de 28 de Dezembro, pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

Acção de Formação. Categorização de Clientes e o Dever de Avaliação da Adequação. Oradores: Carla Cabrita e Rafaela Rocha

Acção de Formação. Categorização de Clientes e o Dever de Avaliação da Adequação. Oradores: Carla Cabrita e Rafaela Rocha Acção de Formação Categorização de Clientes e o Dever de Avaliação da Adequação Oradores: Carla Cabrita e Rafaela Rocha Lisboa 15 Junho de 2007 Auditório da CMVM Sequência A categorização de clientes:

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES

RELATÓRIO SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES Capital Social: 115.000.000 Capital Próprio a 30 de Junho de 2009: ( 11.790.198) Sede: Av. General Norton de Matos Estádio do Sport Lisboa e Benfica 1500-313 Lisboa Matriculada na Conservatória do Registo

Leia mais

Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários

Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários RELATÓRIO FINAL DA CONSULTA PÚBLICA DA AGMVM SOBRE A PROPOSTA DE REFORMA DO CÓDIGO DE MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 1. Introdução No presente documento procede-se à análise das respostas recebidas no

Leia mais

Tendo em conta objectivos de sistematização dos relatórios de controlo interno, em base individual e consolidada;

Tendo em conta objectivos de sistematização dos relatórios de controlo interno, em base individual e consolidada; Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 3/2006 Considerando que todas as instituições de crédito e sociedades financeiras, bem como os grupos financeiros, devem possuir um sistema de controlo interno adaptado

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores

Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 6/2000 Auditores A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e apreciação por parte de entidades

Leia mais

ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA

ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei aplica-se aos seguintes valores mobiliários de estrutura derivada:

Leia mais

sobre Instrumentos Financeiros

sobre Instrumentos Financeiros A Informação que deve ser Prestada pelos Intermediários Financeiros sobre Instrumentos Financeiros CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 A Informação que deve ser prestada pelos

Leia mais

RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS

RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS Nos termos da alínea f) do artigo 58.º do Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

400,000,000 6.25 per cent. Notes due 2016

400,000,000 6.25 per cent. Notes due 2016 400,000,000 6.25 per cent. Notes due 2016 emitidas pela PT Portugal, SGPS, S.A. ( PT Portugal ou Emitente ), com garantia da Oi S.A. ( Oi ou Garante ) ao abrigo do Euro Medium Term Note Programme da Portugal

Leia mais

Adesão ao Serviço MB WAY

Adesão ao Serviço MB WAY Adesão ao Serviço MB WAY 1) Objecto Pelo presente contrato, o Banco Santander Totta SA obriga-se a prestar ao Utilizador o Serviço MB WAY, nas condições e termos regulados nas cláusulas seguintes, e o

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS RECOLHA DE CARTEIRA DE TÍTULOS. Estatísticas de Títulos Banco de Portugal

MANUAL DE PROCEDIMENTOS RECOLHA DE CARTEIRA DE TÍTULOS. Estatísticas de Títulos Banco de Portugal MANUAL DE PROCEDIMENTOS RECOLHA DE CARTEIRA DE TÍTULOS Estatísticas de Títulos Banco de Portugal Versão 1.0 27 março 2015 BANCO DE PORTUGAL Recolha de Carteira de Títulos 3 Índice Introdução 5 Aplicação

Leia mais

Ficha Técnica. Colecção Guia de Seguros e Fundos de Pensões. Título Fundos de Pensões. Edição Instituto de Seguros de Portugal

Ficha Técnica. Colecção Guia de Seguros e Fundos de Pensões. Título Fundos de Pensões. Edição Instituto de Seguros de Portugal Ficha Técnica Colecção Guia de Seguros e Fundos de Pensões Título Fundos de Pensões Edição Instituto de Seguros de Portugal Coordenação editorial Direcção de Comunicação e Relações com os Consumidores

Leia mais

INVESTIMENTO EM MOÇAMBIQUE SUMÁRIO

INVESTIMENTO EM MOÇAMBIQUE SUMÁRIO INVESTIMENTO EM MOÇAMBIQUE 1 SUMÁRIO 1. O sistema financeiro em geral 2. O sistema financeiro de Moçambique 2.1 Termo comparativo (Moçambique/Portugal) 3. Os Fundos de Investimento em geral 3.1 Esboço

Leia mais

(em vigor desde Julho de 2003)

(em vigor desde Julho de 2003) CÓDIGO DE CONDUTA DO ANALISTA FINANCEIRO (em vigor desde Julho de 2003) Considerações Iniciais Considerando: 1. O papel determinante do Analista Financeiro no respeito e incremento de um princípio basilar

Leia mais

ANÚNCIO DE OFERTA PÚBLICA DE SUBSCRIÇÃO E DE ADMISSÃO À COTAÇÃO E NEGOCIAÇÃO NA BOLSA DE VALORES DE CABO VERDE

ANÚNCIO DE OFERTA PÚBLICA DE SUBSCRIÇÃO E DE ADMISSÃO À COTAÇÃO E NEGOCIAÇÃO NA BOLSA DE VALORES DE CABO VERDE Caixa Económica de Cabo Verde, S.A Sede: Avenida Cidade de Lisboa, Praia Capital Social: 348.000.000 (trezentos e quarenta e oito milhões) Escudos Matriculada na Conservatória do Registo Comercial da Praia

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 2º, nº 1, a) 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 2º, nº 1, a) 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 2º, nº 1, a) 9º Fundos de investimento imobiliário. Renúncia à isenção nas operações de transmissão e locação de imóveis. Regime de autoliquidação de imposto

Leia mais

NORMA REGULAMENTAR N.º 15/2008-R, de 4 de Dezembro

NORMA REGULAMENTAR N.º 15/2008-R, de 4 de Dezembro Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 15/2008-R, de 4 de Dezembro PLANOS DE POUPANÇA REFORMA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO SOBRE COMISSÕES E RENDIBILIDADE

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Rua 16 Fevereiro, Palácio da Conceição, 9504-509 Ponta Delgada (Oferente)

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Rua 16 Fevereiro, Palácio da Conceição, 9504-509 Ponta Delgada (Oferente) ELECTRICIDADE DOS AÇORES, S.A. Sede: Rua Engenheiro José Cordeiro, n.º 6, em Ponta Delgada Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Ponta Delgada sob o n.º 1.958 Capital Social: 70.000.000,00

Leia mais

PROCEDIMENTO DE REGISTO DAS ORGANIZAÇÕES NO SISTEMA COMUNITÁRIO DE ECOGESTÃO E AUDITORIA (EMAS) Índice. Alterações Não aplicável 1ª Edição

PROCEDIMENTO DE REGISTO DAS ORGANIZAÇÕES NO SISTEMA COMUNITÁRIO DE ECOGESTÃO E AUDITORIA (EMAS) Índice. Alterações Não aplicável 1ª Edição PROCEDIMENTO DE REGISTO DAS ORGANIZAÇÕES NO SISTEMA COMUNITÁRIO DE ECOGESTÃO E AUDITORIA (EMAS) SQ.E.O.01 - Dezembro 2008 Índice Página 1. Objectivo 2 2. Campo de aplicação 2 3. Documentos de referência

Leia mais

Decreto-Lei n.º 221/2000, de 9 de Setembro *

Decreto-Lei n.º 221/2000, de 9 de Setembro * Decreto-Lei n.º 221/2000, de 9 de Setembro * O presente diploma transpõe para a ordem jurídica interna, apenas no que aos sistemas de pagamentos diz respeito, a Directiva n.º 98/26/CE, do Parlamento Europeu

Leia mais

Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos.

Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que

Leia mais

Centro de Gestão da Rede Informática do Governo Data de emissão Entrada em vigor Classificação Elaborado por Aprovação Ver. Página

Centro de Gestão da Rede Informática do Governo Data de emissão Entrada em vigor Classificação Elaborado por Aprovação Ver. Página 2002-02-27 Imediata AT CEGER/FCCN GA 2 1 de 11 Tipo: NORMA Revoga: Versão 1 Distribuição: Sítio do CEGER na Internet. Entidades referidas em IV. Palavras-chave: gov.pt. Registo de sub-domínios de gov.pt.

Leia mais

Lei n 5/97, de 27 de Junho Lei Cambial

Lei n 5/97, de 27 de Junho Lei Cambial Lei n 5/97, de 27 de Junho Lei Cambial PREÂMBULO Considerando que como consequência da reorganização do sistema financeiro, torna-se indispensável actualizar princípios e normas até ao momento vigentes

Leia mais

considera-se estarem reunidos os requisitos para a dispensa de divulgação de prospecto.

considera-se estarem reunidos os requisitos para a dispensa de divulgação de prospecto. ALLIANZ AKTIENGESELLSCHAFT Sede: Koeniginstrasse 28 D 80802 Munique, Alemanha Capital Social: 1.039.462.400,00 euros Matriculada no Registo Comercial B do Tribunal da Comarca de Munique, Alemanha, sob

Leia mais

Comunicado. Lisboa, 29 de Junho 2015. O Emitente

Comunicado. Lisboa, 29 de Junho 2015. O Emitente Comunicado Banif informa sobre segundo período de exercício da faculdade de aquisição de acções ao Estado Português, pelos accionistas a 25 de Janeiro de 2013, no termos do parágrafo 9.º do Despacho n.º

Leia mais

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho Publicado em DR I.ª Série n.º 129 de 9 de Julho AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho ASSUNTO: AQUISIÇÃO OU AUMENTO DE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Havendo a necessidade de se adequar

Leia mais

Informação Complementar aos Clientes

Informação Complementar aos Clientes Informação Complementar aos Clientes 1. Classificação dos Clientes O Banco Finantia, S.A. (de ora em diante o BANCO) procede à classificação de cada cliente, de acordo com critérios definidos na lei. Os

Leia mais

Condições Gerais do Serviço BIC Net Empresas

Condições Gerais do Serviço BIC Net Empresas Entre o Banco BIC Português, S.A., Sociedade Comercial Anónima, com sede na Av. António Augusto de Aguiar, nº132 1050-020 Lisboa, pessoa colectiva nº 507880510, matriculada na Conservatória do Registo

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS CONSULTA PÚBLICA N.º 3/2007 BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM MATÉRIA DE REPORTE ACTUARIAL

CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS CONSULTA PÚBLICA N.º 3/2007 BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM MATÉRIA DE REPORTE ACTUARIAL CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS CONSULTA PÚBLICA N.º 3/2007 BETTER REGULATION DO SECTOR FINANCEIRO EM MATÉRIA DE REPORTE ACTUARIAL 1 I - ENQUADRAMENTO 1. A iniciativa de Better Regulation

Leia mais

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários

Leia mais

REGULAMENTO DA CMVM N.º XX/XXXX EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA CMVM N.º XX/XXXX EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA CMVM N.º XX/XXXX EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA O presente regulamento é dedicado ao registo e ao exercício das actividades de intermediação financeira, substituindo

Leia mais

TOTAL, S.A. Deste modo, considera-se estarem reunidos os requisitos para a dispensa de divulgação de prospecto na presente OFERTA.

TOTAL, S.A. Deste modo, considera-se estarem reunidos os requisitos para a dispensa de divulgação de prospecto na presente OFERTA. TOTAL, S.A. Sede: 2, place de la Coupole, La Défense 6 92400 Courbevoie Capital Social: 5.988.830.242,50 euros Registada no Registre Commerce et Sociétés sob o número: 542 051 180 Documento informativo

Leia mais

DB PLATINUM IV - Condições Particulares do Distribuidor

DB PLATINUM IV - Condições Particulares do Distribuidor CONDIÇÕES PARTICULARES DO DISTRIBUIDOR referente à comercialização em Portugal, pelo Deutsche Bank AG - Sucursal em Portugal de acções da DB PLATINUM IV (a) Data de autorização do Organismo de Investimento

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 10.01.2000 COM(1999) 749 final 2000/0019 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 2223/96 no que

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSMISSÃO E EXECUÇÃO DE ORDENS

POLÍTICA DE TRANSMISSÃO E EXECUÇÃO DE ORDENS POLÍTICA DE TRANSMISSÃO E EXECUÇÃO DE ORDENS Preâmbulo A Crédito Agrícola Gest Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A. (CA Gest), no âmbito do desenvolvimento da sua actividade, realiza

Leia mais

ANEXO. Procedimentos para o exercício das opções de compra

ANEXO. Procedimentos para o exercício das opções de compra ANEXO Procedimentos para o exercício das opções de compra I. Enquadramento 1. Operação O presente documento é relativo aos procedimentos estabelecidos para o segundo período de exercício da faculdade de

Leia mais

Mercado de Capitais BRIEFING NOVIDADES LEGISLATIVAS: DIREITOS DOS ACCIONISTAS E ACÇÕES SEM VALOR NOMINAL MAIO 2010 01

Mercado de Capitais BRIEFING NOVIDADES LEGISLATIVAS: DIREITOS DOS ACCIONISTAS E ACÇÕES SEM VALOR NOMINAL MAIO 2010 01 MAIO 2010 01 NOVIDADES LEGISLATIVAS: DIREITOS DOS ACCIONISTAS E ACÇÕES SEM VALOR NOMINAL Mercado de Capitais Foi publicado o Decreto-Lei n.º 49/2010, de 19 de Maio ( DL n.º 49/2010 ), que entra em vigor

Leia mais

PROJECTO ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA GERAL E OBRIGATÓRIA DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES EMITIDAS PELA FUTEBOL CLUBE DO PORTO FUTEBOL, SAD

PROJECTO ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA GERAL E OBRIGATÓRIA DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES EMITIDAS PELA FUTEBOL CLUBE DO PORTO FUTEBOL, SAD PROJECTO ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA GERAL E OBRIGATÓRIA DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES EMITIDAS PELA FUTEBOL CLUBE DO PORTO FUTEBOL, SAD Na sequência da divulgação do anúncio preliminar em 2 de Outubro

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA. elaborado pela ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS

CÓDIGO DE CONDUTA. elaborado pela ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS CÓDIGO DE CONDUTA elaborado pela ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS (Aprovado pelo conselho directivo da COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS em reunião realizada no dia 30-11-93, e publicado por Aviso

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9, nº 28 Seguros enquadramento da actividade de call center na prestação de serviços a empresas seguradoras e correctoras de seguros - despacho do SDG dos

Leia mais

Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1.º (Objecto)

Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1.º (Objecto) AVISO N.º [XX/2015] CENTRAIS PRIVADAS DE INFORMAÇÃO DE CRÉDITO Em linha com a tendência internacional, a legislação financeira nacional consagrou recentemente o figurino das centrais privadas de informação

Leia mais

Convenção de Mediação. I. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete de identidade n.º: II. Nome:, estado civil:, capacidade:,

Convenção de Mediação. I. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete de identidade n.º: II. Nome:, estado civil:, capacidade:, Convenção de Mediação Entre: I. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete de identidade n.º:, contribuinte fiscal n.º:, residente em: ; II. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete

Leia mais

Condições Gerais para a Prestação de Serviços de Investimento

Condições Gerais para a Prestação de Serviços de Investimento Condições Gerais para a Prestação de Serviços de Investimento Versão: 6.0 Data inicial: 2007/10/31 Última alteração: 2014/09/18 Mod. 853E/2007 Banco Popular Portugal, S.A. 2/14 As presentes Condições Gerais

Leia mais

DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010

DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010 DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010 Assunto: Modelo de Alvará das Farmácias de Dispensa de Medicamentos ao Público nos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde. A entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 241/2009, de

Leia mais

Ministério das Finanças

Ministério das Finanças Ministério das Finanças Lei n 5/97 de 27 de Junho Lei Cambial PREÂMBULO Considerando que como consequência da reorganização do sistema financeiro, torna se indispensável actualizar princípios e normas

Leia mais

CIDADELA SOCIEDADE DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS, S.A.

CIDADELA SOCIEDADE DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS, S.A. CIDADELA SOCIEDADE DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS, S.A. Sede: Avenida 25 de Abril, Cascais Capital Social: 5.250.000 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Cascais sob o número 3.329 Pessoa

Leia mais

SONAE SGPS, S.A. ASSEMBLEIA GERAL ANUAL AVISO CONVOCATÓRIO

SONAE SGPS, S.A. ASSEMBLEIA GERAL ANUAL AVISO CONVOCATÓRIO SONAE SGPS, S.A. Sede: Lugar do Espido, Via Norte, Maia Capital social: 2.000.000.000 Euros Matriculada na C.R.C. da Maia Número único de matrícula e de pessoa colectiva n.º 500 273 170 Sociedade Aberta

Leia mais

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Opções Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las Contraparte: X-Trade Brokers

Leia mais

Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões

Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões O Decreto-Lei n.º 12/2006, de 20 de Janeiro - que estabelece o regime jurídico da constituição

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O PA R T I C U L A R ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico

Leia mais

Programa EDP SOLIDÁRIA

Programa EDP SOLIDÁRIA Programa EDP SOLIDÁRIA REGULAMENTO I. Do Programa EDP SOLIDÁRIA 1. A Fundação EDP, no âmbito das suas actividades nas áreas da solidariedade e inovação social, promove uma iniciativa anual o Programa EDP

Leia mais

Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro

Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro (com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 211-A/2008, de 3 de Novembro) A supervisão

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTAÇÃO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE PENSÕES DE ACIDENTES DE TRABALHO. CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1.

PROJECTO DE REGULAMENTAÇÃO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE PENSÕES DE ACIDENTES DE TRABALHO. CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1. PROJECTO DE REGULAMENTAÇÃO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE PENSÕES DE ACIDENTES DE TRABALHO CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto 1 A presente Norma Regulamentar tem por objecto o estabelecimento de

Leia mais

Avaliação Global da Regulação do Mercado de Capitais e

Avaliação Global da Regulação do Mercado de Capitais e Avaliação Global da Regulação do Mercado de Capitais e Perspectivas Futuras Fernando Teixeira eira dos Santos Presidente do Conselho Directivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Presidente do

Leia mais

Mercados e Investimentos Financeiros. Introdução aos mercados acionistas. DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues

Mercados e Investimentos Financeiros. Introdução aos mercados acionistas. DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues Introdução aos mercados acionistas DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues O Mercado Financeiro O Mercado Monetário Interbancário (MMI) é um mercado organizado, onde as instituições participantes trocam entre

Leia mais

A PRESENTE OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO FOI OBJECTO DE REGISTO PRÉVIO NA COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS (CMVM) SOB O Nº 9.

A PRESENTE OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO FOI OBJECTO DE REGISTO PRÉVIO NA COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS (CMVM) SOB O Nº 9. CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua Alexandre Herculano, 35, em Lisboa Capital Social: 672.000.000 de Euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob

Leia mais

Termos e Condições do Registo do Nome de Domínio.eu

Termos e Condições do Registo do Nome de Domínio.eu Termos e Condições do Registo do Nome de Domínio.eu 1/18 ÍNDICE Índice...2 Definições...3 Objecto e Âmbito...6 Secção 1. Requisitos de Elegibilidade...6 Secção 2. Princípio do Atendimento por Ordem de

Leia mais

VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM. Novas modalidades: EM FUNCIONAMENTO

VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM. Novas modalidades: EM FUNCIONAMENTO VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM EM FUNCIONAMENTO Podem ser atribuídas Autorizações de Residência para Investimento a cidadãos de Estados terceiros i.e., que não pertençam ao Espaço Schengen, que exerçam

Leia mais

Implicações da DMIF no Domínio das Instituições de Crédito

Implicações da DMIF no Domínio das Instituições de Crédito Sessão de Esclarecimento Anteprojectos de Transposição da Directiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros (DMIF) Pedro Duarte Neves 18 de Dezembro de 2006 1 No plano comunitário Directiva 2004/39/CE,

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE ABERTURA DE CONTA FUTUROS CONDIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS À EXECUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE FUTUROS

CONDIÇÕES GERAIS DE ABERTURA DE CONTA FUTUROS CONDIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS À EXECUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE FUTUROS BIG021C/10 CONDIÇÕES GERAIS DE ABERTURA DE CONTA FUTUROS CONDIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS À EXECUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE FUTUROS número de cliente identificação a preencher pelos serviços BIGonline 1. Condições

Leia mais

O comportamento dos Page 0 investidores não residentes e a evolução da Euronext Lisbon

O comportamento dos Page 0 investidores não residentes e a evolução da Euronext Lisbon 212 O comportamento dos Page investidores não residentes e a evolução da Euronext Lisbon Gabinete de Estudos CMVM 8/21/212 Introdução Em 29, a CMVM elaborou um estudo com o objetivo de analisar o comportamento

Leia mais

SISTEMA DE INDEMNIZAÇÃO AOS INVESTIDORES

SISTEMA DE INDEMNIZAÇÃO AOS INVESTIDORES SISTEMA DE INDEMNIZAÇÃO AOS INVESTIDORES CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 O que é o Sistema de Indemnização aos Investidores (SII)? O SII é uma pessoa coletiva de direito

Leia mais

Acção promocional Cuida Bem Do Teu Natal

Acção promocional Cuida Bem Do Teu Natal REGULAMENTO PASSATEMPO: Cuida Bem do Teu Natal Acção promocional Cuida Bem Do Teu Natal 1. DEFINIÇÕES 1.1 Passatempo: Este passatempo visa premiar o primeiro participante a responder corretamente ao desafio

Leia mais

Emitente: CONSELHO DIRECTIVO. Norma Regulamentar n.º 05/2005-R. Data: 18/03/2005

Emitente: CONSELHO DIRECTIVO. Norma Regulamentar n.º 05/2005-R. Data: 18/03/2005 Emitente: CONSELHO DIRECTIVO Norma Regulamentar n.º 05/2005-R Data: 18/03/2005 Assunto: APLICAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE EMPRESAS DE SEGUROS, SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 4748-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 143 25 de Julho de 2008 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Decreto-Lei n.º 143-A/2008 de 25 de Julho As Directivas n. os 2004/17/CE e

Leia mais

Portaria n.º 1254/2009, de 14/10 - Série I, n.º 199

Portaria n.º 1254/2009, de 14/10 - Série I, n.º 199 Regulamenta o envio, por via electrónica, do requerimento de isenção de impostos, emolumentos e outros encargos legais, previsto no n.º 6 do artigo 60.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais, no momento do

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 210 31 de Outubro de 2007 7964-(7) MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Decreto-Lei n.º 357-A/2007 de 31 de Outubro O presente decreto -lei transpõe para

Leia mais