LIGAÇÕES DE APOIO DE PILARES EM PERFIL TUBULAR

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1 CONSTRUMETAL 00 CONGRESSO LATINO-AMERICANO DA CONSTRUÇÃO METÁLICA São Pauo Brasi 3 de agosto a de setemro 00 LIGAÇÕES DE APOIO DE PILARES EM PERFIL TUBULAR Roerva José Pimenta Codeme Engenharia S.A. Afonso Henrique Masarenhas de Araújo aoure & Mannesmann do Brasi Arene Maria Sarmanho Freitas Universidade Federa de Ouro Preto Eduardo de Miranda Batista Universidade Federa do Rio de Janeiro João Aerto enegas Ruena Universidade de Campinas Riardo Haa Fakur Universidade Federa de Minas Gerais Resumo O aumento do uso de seções tuuares em estruturas metáias tem destaado a neessidade de métodos que raionaizem as igações de arras tuuares, inusive a igação de piares de aço e piares mistos de aço e onreto à fundação de onreto armado, sumetida a ações estátias. De maneira gera, essa igação está sujeita a força aia, de ompressão ou tração, a momento fetor e força ortante que podem induzir os seguintes estados-imites útimos: formação de harneira pástia na paa de ase, ruptura por tração do humador, arranamento do humador, esmagamento do onreto ou da argamassa epansiva de assentamento na região de ontato om a paa de ase e desizamento da igação, aém da ruptura da soda de igação do piar à paa de ase. Neste traaho foram desenvovidos estudos reativos ao dimensionamento de igações de paas de ase iruares e retanguares de piares em perfi tuuar iruar e retanguar. Esses estudos, aseados em avaiações teórias apresentadas em normas e iteratura internaionais, onduziram ao omportamento e distriuição simpifiada de esforços soiitantes na igação, onforme apresentado no teto-ase, onsiderando o uiírio nos asos de soiitação aia a ompressão e tração, separadamente. O aso C orrespondente à situação em que não há momento fetor apiado e a pressão de ontato distriui-se uniformemente so a paa de ase; o aso C, à situação de puena eentriidade, onde o uiírio é possíve sem a introdução de forças de tração nos humadores; o aso C3, à situação de grande eentriidade, onde é neessário onsiderar forças de tração nos humadores, para se manter o uiírio. Simiarmente, para soiitação aia de tração tem-se: o aso T orrespondente à situação em que não há momento fetor apiado e a força aia de tração distriuise uniformemente entre os humadores; o aso T, à situação de puena eentriidade, onde o uiírio é possíve sem que haja pressão de ontato do onreto so a paa de ase; o aso T3, à situação de grande eentriidade, onde é neessário onsiderar a eistênia de pressão de ontato, para que o uiírio seja mantido. Para ada aso, são apresentadas epressões para a determinação dos esforços resistentes de áuo orrespondentes a ada estado-imite útimo pertinente. São apresentadas ainda as disposições onstrutivas reativas aos humadores e ao oo de apoio de onreto armado, neessárias para que sejam váidas as hipóteses e presrições adotadas. Finamente são apresentados eempos de utiização e uma omparação entre ensaios eperimentais reaizados na Universidade Federa de Ouro Preto e os otidos om a metodoogia apresentada. Mostra-se que o método adotado onduz a resutados sufiientemente onservadores para serem utiizados em projeto. Paavras-have: estruturas de aço e mistas de aço e onreto, estruturas tuuares, igações, paa de ase

2 Introdução O aumento do uso de perfis tuuares nas estruturas de aço no Brasi tem eigido a neessidade de desenvovimento de métodos que possiiitem o áuo e o projeto das igações desses perfis, em espeia, a igação de piares tuuares, mistos ou não, à fundação de onreto armado. Tradiionamente, a metodoogia de áuo das igações é forneida em iteratura ténia e manuais de projeto, sendo forneidos, nas normas, somente prinípios e diretrizes gerais a serem seguidos. Peree-se, porém, uma tendênia de as normas modernas forneerem indiações e métodos mais espeífios para serem usados no projeto das igações. Seguindo essa tendênia, o teto-ase da futura norma rasieira de projeto de estruturas de aço e mistas de aço e onreto om perfis tuuares (que será, por faiidade, refereniado aqui omo TB-NBT:00) apresenta epressões para o áuo dos esforços resistentes da igação de piares tuuares à fundação de onreto armado, em omo as disposições onstrutivas neessárias para que sejam váidas as hipóteses e presrições adotadas. Este traaho tem omo ojetivo apresentar e detahar as epressões desenvovidas para o dimensionamento de igações de paas de ase iruares e retanguares de piares em perfi tuuar iruar e retanguar soiitados a força aia, momento fetor e força ortante, sumetidos a ações estátias, onforme trata o TB-NBT:00. Para iustrar o proedimento, são apresentados aguns eempos de utiização para asos omuns enontrados na prátia. No fina, a títuo de iustração e vaidação do método, são mostradas omparações entre as epressões utiizadas e os resutados eperimentais de aguns ensaios reaizados na Universidade Federa de Ouro Preto [Possato e Freitas (004)], demonstrando que o proedimento adotado onduz a resutados sufiientemente onservadores para serem utiizados em projeto. Bases do dimensionamento A igação de piares de aço e piares mistos de aço e onreto à fundação de onreto armado é onstituída de uma paa de ase retanguar ou iruar sodada ao perfi de aço e parafusada no oo de fundação por meio de arras redondas rosqueadas (humadores), onforme mostrado na Fig.. A igação tipo refere-se ao aso de paas e perfis retanguares, ao passo que o tipo refere-se ao aso de paas retanguares e perfis iruares. Já para o tipo 3, tanto a paa quanto o perfi devem ser iruares. No aso de piares de aço, a maior dimensão da seção transversa não pode ser superior a 50 mm. Para faiitar a montagem e o niveamento da estrutura, deve-se ooar argamassa epansiva de assentamento entre a fae inferior da paa de ase e a superfíie de onreto, onforme se pode ver no orte esquemátio, apresentado na Fig.. De maneira gera, a igação de piares à fundação de onreto armado está sujeita a força aia, de ompressão ou tração, a momento fetor e força ortante, que podem induzir os seguintes estadosimites útimos: formação de harneira pástia na paa de ase, ruptura por tração do humador, arranamento do humador, esmagamento do onreto ou da argamassa epansiva de assentamento na região de ontato om a paa de ase e desizamento da igação, assim omo a ruptura da soda de igação do piar om a paa de ase. Os eementos omponentes da igação devem ser dimensionados de forma que os esforços resistentes de áuo a ada um desses estados-imites útimos seja igua ou superior aos esforços soiitantes de áuo, determinados pea anáise da estrutura, sujeita às ominações de áuo das ações, onforme determina a norma rasieira ABNT NBR 8800:008. Considera-se, no teto-ase, que a soda de igação do piar à paa de ase tenha sido devidamente dimensionada onforme os ritérios do teto-ase ou da ABNT NBR 8800:008, onde apiáveis. Assim sendo, não será aqui onsiderado o estado-imite útimo reativo à ruptura dessa soda.

3 Figura Tipos de igação Simpifiadamente, om ase em avaiações teórias apresentadas em normas e iteratura internaionais [SCI-07 (995), EN (005), Fisher e Koier (006)], o omportamento e a distriuição de esforços na igação podem ser onsiderados onforme se apresenta na Fig., se a força aia for de ompressão, e na Fig.3, se for de tração. O aso C orresponde à situação em que não há momento fetor apiado e a pressão de ontato distriui-se uniformemente so a paa de ase; o aso C, à situação de puena eentriidade, onde o uiírio é possíve sem a introdução de forças de tração nos humadores; o aso C3, à situação de grande eentriidade, onde é neessário onsiderar forças de tração nos humadores, para se manter o uiírio. Simiarmente, o aso T orresponde à situação em que não há momento fetor apiado e a força aia de tração distriui-se uniformemente entre os humadores; o aso T, à situação de puena eentriidade, onde o uiírio é possíve sem que haja pressão de ontato do onreto so a paa de ase; o aso T3, à situação de grande eentriidade, onde é neessário onsiderar a eistênia de pressão de ontato, para se manter o uiírio.

4 Caso C Caso C Caso C3 Figura Distriuição de esforços para força aia de ompressão Caso T Caso T Caso T3 Figura 3 Distriuição de esforços para força aia de tração Considera-se que os estados-imites útimos, menionados anteriormente, não tenham sido vioados se forem oedeidas as seguintes eigênias: a) p t p, min t, onde t p é a espessura da paa de ase e t p,min deve ser otido das epressões adiante; ) nos asos onde oorre tração nos humadores (asos C3 e T a T3), d d, min, onde d é o diâmetro eterno de um humador e d,min deve ser otido das epressões adiante; ) os humadores forem onstituídos de arras redondas rosqueadas de aço ASTM A-36 ou uivaente om resistênia ao esoamento f igua a 50 MPa e, juntamente om a paa de ase, forem eeutados onforme as eigênias e disposições onstrutivas dadas na Ta.; d) a resistênia araterístia à ompressão da argamassa epansiva de assentamento for peo menos 50% superior à do onreto do oo de fundação e, nos asos onde oorre pressão de ontato do onreto so a paa de ase, σ, onde σ, é a tensão soiitante de áuo do onreto σ,, e σ, é a tensão resistente de áuo do onreto e deve ser otido da ABNT NBR 8800:008; e), onde é a força ortante soiitante de áuo e deve ser otido das epressões adiante.

5 Taea Disposições Construtivas Dimensões Armadura mínima Arrueas d d a a a3 h h r r df en fk,min. N,min. S φ Espessura Dimensões (poegadas.) mm mm mm mm mm mm mm mm mm mm MPa mm mm mm mm mm mm 3/4" , /8" , " ,5 /4" , ,5 /" , /4" , " () As disposições onstrutivas são váidas somente para humadores em aço ASTM A-36, arrueas de aço om f 345 MPa e para um número mínimo de quatro e um número máimo de oito humadores; () f k, min. é o menor vaor de f k para não oorrer esmagamento do onreto na região da pora de anoragem dos humadores. (3) A resistênia araterístia à ompressão da argamassa de assentamento deve ser peo menos 50% superior à resistênia araterístia do onreto do oo. (4) O diâmetro do furo das arrueas devem ser igua a d +,5 mm. (5) As arrueas não preisam ser sodadas à paa de ase, eeto quando neessário para transmitir a força ortante aos humadores. (6) O oo deve ser devidamente dimensionado onforme os ritérios da ABNT NBR 68:007, porém respeitandose as seguintes dimensões mínimas: N maior vaor entre N,min., + e e + ( a 3 a ) n B maior vaor entre + e e + ( a 3 a ) n A maior vaor entre h + 00mm e N Nas epressões aima, para igação tipo 3, sustituir e por D (7) A armadura do oo deverá ser devidamente dimensionada onforme os ritérios da ABNT NBR 68:007, porém respeitando-se os vaores mínimos apresentados nesta taea. (8) Para a igação tipo 3, a dimensão a deve ser entendida omo a distânia mínima eigida entre dois humadores onseutivos.

6 Ressata-se que a primeira eigênia apresentada refere-se ao estado-imite de formação de harneira pástia na paa de ase e a segunda, ao estado-imite de ruptura por tração dos humadores. A tereira eigênia tem por ojetivo, entre outros, evitar o arranamento do humador do oo de onreto armado. A quarta e a quinta referem-se, respetivamente, aos estados-imites de esmagamento do onreto (ou da argamassa de assentamento) e o desizamento (desoamento horizonta) da igação. Dimensionamento da igação Oedeidas as disposições onstrutivas, onforme se apresentam na Ta.., auam-se, iniiamente, as seguintes grandezas: M e N Para igação om paa de ase retanguar, h + 4a d + 4a ( 0,5n ) a a + para tuo retanguar para tuo iruar m 0,95h 0,80d para tuo retanguar para tuo iruar n p 0,95 0,80d ( m ) para tuo retanguar para tuo iruar, ( d + m a ) n m m n n, Para igação om paa de ase iruar, d d + 4a

7 0, 90 d 0,90 d 0,80d m n p ( m ) ( d + m a ) 0, d 90 m, n d 0,80d [ + ( ) ] n, k α π k os( ) n,0 α d + a d + 3a 0,5 para para a > a onde é o omprimento do treho da paa sujeito à pressão de ontato do onreto, auado peas epressões adiante, n é o número de humadores da igação (4 n 8), a é a distânia da inha de humadores (ou do íruo formado peos humadores, no aso de paa iruar) à inha de entro da paa (ou seja, é o raio do íruo formado peos humadores, no aso de paa iruar, igua a d/ + a ) e as demais grandezas estão definidas nas Figuras a 3 e na Taea. Ressata-se que, para os asos T e T, 0 A partir dessas grandezas, os vaores de t p,min, d,min e devem ser auados por meio das seguintes epressões: a) Para o aso C, ou seja, e 0: t p, min onde µσ ma σ, a, 0, f k ma deve ser tomado omo o maior vaor entre m e n ; σ, N µ é o oefiiente de atrito entre a paa de ase e a fundação, podendo ser tomado igua a 0,55.

8 ) Para o aso C, ou seja, 0 < e N σ, : t p, min ma σ, a µσ, 0, f k onde ma deve ser tomado igua a: se se m < m,, o maior vaor entre o maior vaor entre m e n p e n e σ, N ) Para o aso C3, ou seja, e > N σ, t p,min deve ser tomado omo o maior vaor entre t p,min e t p,min ; : d, min π 4F t, u a onde t t p, min µσ p, min, 0, ma n f σ,, F t,, a k ( m a ) a ma deve ser tomado igua a: se se m, < m, ( e + a) N + a + a, se σ aterar a igação;, o maior vaor entre m e n o maior vaor entre p e n, ( e + a) N + a ; aso ontrário, deve-se σ

9 F t, ( σ N ), n, d) Para o aso T, ou seja, e 0: t p, min n F t,, ( m a ) a d, min π 4F t, u a onde N F t, n Para a determinação de, ver as epressões adiante. e) Para o aso T, ou seja, 0 < e a : t p,min e d,min devem ser auados onforme a aínea d), porém om: F N t, Fte, + n M a n, Para a determinação de, ver as epressões adiante. f) Para o aso T3, ou seja, e > a : t p,min deve ser tomado omo o maior vaor entre t p,min e t p,min d, min π 4F t, u a µσ, 0, f k onde t t p, min p, min ma n σ,, F t,, a ( m a ) a

10 ma deve ser tomado igua a: se se m, < m, ( e a) N + a + a, se σ aterar a igação; F t, ( σ N ), + n,, o maior vaor entre m e n o maior vaor entre p e n, ( e a) N + a ; aso ontrário, deve-se σ Para os asos T e T e nas demais situações em que supera, auado peas epressões aima, torna-se neessária a adoção de dispositivos espeiais para a transmissão da força ortante soiitante de áuo à fundação. Neste traaho, são apresentados dois dispositivos: paa de isahamento [Fisher e Koier (006)] e arrueas espeiais om furos-padrão sodadas à paa de ase. As epressões para o áuo da força ortante resistente são dadas a seguir. A determinação da força ortante resistente de áuo,, referente a paa de isahamento (Figura 4), deve ser feita de aordo om a seguinte epressão: σ, ( v e n ) h onde v e h estão definidas na Figura 4 e σ, deve ser otido da ABNT NBR 8800:008, onsiderando-se A /A igua a 4. A espessura da paa de isahamento, t pv, deve ser maior ou igua a t pv, min dada por: t pv,min h ( + e ) v a n Entretanto, a espessura da paa de isahamento não pode ser superior à da paa de ase. Caso isso seja neessário pea epressão aima, deve-se aumentar a espessura da paa de ase. A menos que seja utiizada soda de penetração tota, a soda da paa de isahamento om a paa de ase deve ser apaz de resistir à ação onjunta da força ortante resistente de áuo,, om o momento fetor soiitante de áuo dado por: M σ, h ( e ) v n Para o aso de arrueas sodadas à paa de ase, a força ortante resistente de áuo,, deve ser determinada de aordo om a seguinte epressão: [ i (,4Ft, i, ) ] n i, 0 5n d σ,

11 onde F t,i, é a força de tração soiitante de áuo em um humador,,,i é a força ortante resistente de áuo de um humador, dada por:, i d 0,4π 4 γ f u a σ, deve ser otido da ABNT NBR 8800:008, onsiderando-se A /A igua a 4. A soda da arruea om a paa de ase deve ser apaz de resistir à força,,i. Figura 4 Paa de isahamento Eempos de apiação Eempo Considere-se uma igação do tipo, para um piar tuuar de seção retanguar (h 400 mm e 00 mm) sujeita aos seguintes esforços soiitantes de áuo: N 300 kn (ompressão) M 9500 knm 80 kn Dimensionar a igação de aordo om o proedimento apresentado; onsiderar f 350 MPa para o aço das paas. Soução: Considere-se iniiamente f k 0 MPa, A /A e 6 humadores de ¼ (d 3 mm, f 50 MPa). erifia-se que 400 mm < 50 mm ok! mm

12 ( 0,5 6 ) mm , m 40 mm 390 0,95 00 n 00mm ( ) 64 mm mm, 6 > 390 m m n n σ, 0,4,4, 0,, 390 mm > ,3, 0, 390 Trata-se, portanto, de um aso C3, onde: ( + 65) , mm < 40mm 0, 390 ( 40 30,) 39,7 mm 39, mm p 30, ma 7 t.0, 39,7 35, 4 mm p ( 350 /, ), min ( 30, ) 0, t, 7645 N 7, 65kN 6 F ( 65) ( 350 /, ) t , 0 mm p, min 390 t p 35, 4 mm, min Adotar hapa de 37,5 mm d, min 7,7 mm < 3 mm ok! π ( 400 /,35 ) 0,55 0, 30, N 0, N N ok! >

13 Eempo Considere-se uma igação do tipo 3, para um piar tuuar de seção iruar (d 350 mm) sujeita aos seguintes esforços soiitantes de áuo: N 00 kn (ompressão) M 6000 knm 300 kn Dimensionar a igação de aordo om o proedimento apresentado; onsiderar f 350 MPa para o aço das paas. Soução: Considere-se iniiamente f k 0 MPa, A /A e 8 humadores de (d 5 mm, f 50 MPa). d mm 0, mm 0, , m n 07, 5mm ( ,5 50) 660 mm 0,9. mm, 8 > ,8 350 m 35 mm 495mm > ,7, 0, 495 Trata-se, portanto, de um aso C3, onde:, ( + 5) ,6 mm < 07, 5mm 0, 495 ( 07,5 95,6) 06,9 mm 07, mm p 95,6 ma 5 95,6 mm < a 00 mm α,0 π k os( ) 0,464 8 [ + ( 0,464 ) ] 4, 9 n, t 0, 07,5 7, mm p ( 350 /, ), min ( 95, ) 0, t, 546 N 5, 5kN 4,9 F

14 ( 50) ( 350 /, ) t 4, , 7 mm p, min 495 t p 7, mm, min Adotar paa de 3,5 mm d, min,5 mm < 5mm ok! π ( 400 /,35 ) 0,55 0, 95, N 0, N N não ok! < Adotar paa de isahamento, dimensionada omo se segue. Considere-se v 50 mm e h 300 mm (e n 60 mm) ( + 60) ( 350 /, ) t , 3mm pv, min 300 Adotar paa de 37,5 mm. Como t pv > t p, aumentar a espessura da paa de ase para 37,5 mm. 0 4 σ, 0,4 σ, 0 MPa,4,4 0(50 60) N ok! > ( 60 ) Nmm knm M Adotar soda de penetração tota entre a paa de isahamento e a paa de ase. Comparação om resutados eperimentais Foram reaizados quatro ensaios eperimentais na Esoa de Minas da Universidade Federa de Ouro Preto [Possato e Freitas (004), ver Figura 5], ujos resutados podem ser resumidos na Taea. Foi utiizado apenas um tipo de tuo, de seção iruar e diâmetro de 68,3 mm. Utiizaram-se duas espessuras da paa de ase,,5 mm e 6,0 mm (nominais), e apenas um tipo de humador, de diâmetro igua a ¾ (9 mm). A resistênia ao esoamento medida das paas e a resistênia araterístia do onreto do oo são mostrados tamém na Taea. São mostrados ainda dois vaores de arga, a arga útima atingida nos ensaios (P u ) e a arga que provoou o iníio do esoamento da paa de ase (P e ). Ressata-se que a eentriidade da arga foi sempre a mesma, igua ao diâmetro eterno do tuo, 68,3 mm. Para maiores informações, veja-se Possato e Freitas (004). Com ase no método apresentado no TB-NTB:00, utiizando os vaores medidos, auaramse as argas máimas que poderiam ser apiadas nos modeos (P t ), apresentadas na Taea 3, juntamente om as argas útima e de iníio de esoamento de ada modeo. ae menionar que todos

15 os ensaios orrespondem ao aso C3. Como se pode pereer, os vaores das argas auadas são astante inferiores aos das argas eperimentais, em torno de 30% para os ensaios e e de 43% para os ensaios 3 e 4, reativamente à arga de iníio de esoamento. Com reação à arga útima, as reações são ainda menores, respetivamente, 6% e 33%. Figura 5 Foto de um dos ensaios eperimentais [Possato e Freitas (004)] Taea Resumo dos resutados eperimentais Ensaio d (mm) t p (mm) f (MPa) f k (MPa) P u (kn) P e (kn) 68,3,3 308,3 34, 30,3 58,7 68,3,3 308,3 34, 306,0 63,3 3 68,3 6,5 435,6 34, 378,5 87,9 4 68,3 6,5 435,6 34, 44,7 30,5

16 Taea 3 Comparação entre os resutados eperimentais e teórios Ensaio P t (kn) P ma (kn) P u (kn) t pu (mm) P e (kn) t pe (mm) 48, 97,9 30,3 8, 58,7,6 48, 97,9 306,0 8,3 63,3,9 3 8,5 37, 378,5 5,6 87,9 3,3 4 8,5 37, 44,7 6,3 30,5 3,9 Os aios vaores enontrados podem ser epiados peo modeo de áuo utiizado, que pressupõe paa de ase de grande rigidez, para que a distriuição da pressão do onreto possa ser onsiderada aproimadamente uniforme, a partir da fae eterna da paa (vejam-se as Figuras e 3). Esse modeo onduz a uma soução om grande espessura de paa, espeiamente quando a eentriidade é eevada, omo é o aso dos modeos (aso C3). Em termos de projeto, essa situação é desejáve, haja vista que ases desse tipo são onsideradas rígidas na anáise estrutura. A títuo de iustração, na Taea 3, são apresentados os vaores de espessura auados para as argas P u (t pu ) e P e (t pe ). Entretanto, todos os modeos ensaiados foram produzidos om paa de puena espessura, quando se ompara om as dimensões em panta, o que evou a argas menores que as esperadas, em espeia os modeos om espessura nomina de,5 mm, menos rígida. Isso fia evidente pea omparação dos vaores auados teoriamente om os eperimentais, onde as reações para os protótipos om espessura nomina de paa de ase de,5 mm (30% e 6%) são inferiores às dos protótipos om espessura nomina de 6,0 mm (43% e 33%). Segundo Murra e Shoemaker (00), os modeos de igações om hapa de topo (a igação de paa de ase é esseniamente uma igação om hapa de topo) podem ser assifiados omo rígido, feíve e intermediário, dependendo da espessura da paa em reação às dimensões em panta, ao diâmetro e espaçamento dos parafusos e do níve do arregamento. Por oservação, onui-se que as ases dos modeos ensaiados não podem ser assifiadas omo rígidas. Considerando a paa omo feíve e, onsüentemente, a distriuição da pressão a partir do eio da parede do tuo (~0,95d) [EN (005), Steenhuis e Bijaard (999)], podem-se auar os vaores de arga para essa situação, apresentados na Taea 3 omo P ma. Como se pode pereer, esses vaores situam-se entre P e e P u, isto é, orrespondem a vaores intermediários entre a arga de iníio do esoamento e a arga útima, que pressupõe redistriuição de tensão na paa. Peo eposto, pode-se onuir, a partir dos resutados otidos e das anáises efetuadas, que o modeo de áuo apresentado é aduado e onduz a paas de ase rígidas e a resutados sufiientemente onservadores para serem utiizados em projeto. Agradeimentos Os autores agradeem à MB (aoure & Mannesmann do Brasi) e ao CNPq (Conseho Naiona de Pesquisa), que tornaram possíve a eaoração e a apresentação deste traaho. Biiografia ABNT NBR 68 (007) Projeto de Estruturas de Conreto-Proedimento Assoiação Brasieira de Normas Ténias (ABNT), 007, Rio de Janeiro, Brasi.

17 ABNT NBR 8800 (008) Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e Conreto de Edifíios Assoiação Brasieira de Normas Ténias (ABNT), 008, Rio de Janeiro, Brasi. EN (005) Euroode 3: Design of Stee Strutures Part -8: Design of Joints European Committee for Standardization, 005, Brueas, Bégia. Fisher e Koier (006) Fisher, J.M., Koier, L.A., Base Pate and Anhor Rod Design AISC Design Guide, ª Ed., 006, Chiago, Iinois, Estados Unidos da Améria. Murra e Shoemaker (00) Murra, T.M., Shoemaker, W.L., Fush and Etended Mutipe-Row Moment End-Pate Connetions AISC Design Guide 6, ª Ed., 00, Chiago, Iinois, Estados Unidos da Améria. Possato e Freitas (004) Possato, G.S.N., Freitas,A.M.S., Paas de Base de Couna Métáias Tuuares Dissertação de Mestrado de Gisee da Siva Novo Possato, 004, PPGEC, Departamento de Engenharia Civi, UFOP, Ouro Preto, Brasi. SCI 07 (997) The Stee Constrution Institute, Joints in Stee Constrution: Moment Connetions P-07, 997, Asot, Reino Unido. TB-NBT:00 Teto-Base da Futura Norma Brasieira de Projeto de Estruturas de Aço e Mistas de Aço e Conreto om Perfis Tuuares em preparação. Steenhuis e Bijaard (999) Steenhuis,M., Bijaard, F., Tests on Coumn Bases in Compression Commemorative Puiation for Prof. Dr. F. Tshemmernegg, ed. G. Huer, (999), Institute for Stee, Timer and Mied Buiding Tehnoog, Innsruk, Áustria.

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