PESQUISA INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Minas Gerais. Ano 6. Nº 1. Março 2016

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1 PESQUISA INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Minas Gerais Ano 6. Nº 1. Março 2016

2 Recessão econômica impacta os investimentos O ano de 2015 foi marcado por incertezas econômicas e crise política que contribuíram fortemente para o ambiente desfavorável aos investimentos. Diante desse cenário, 2015 apresentou o menor percentual de empresas que investiram desde o início da pesquisa, sendo que a grande maioria dos investimentos foram dedicados à continuação de projetos anteriores. A incerteza econômica e a ociosidade elevada foram os principais fatores que levaram ao cancelamento ou adiamento de investimentos. A necessidade de aumento da competitividade, através de investimentos na melhoria do processo produtivo, foi o principal motivo dos investimentos realizados em 2015, e em 2016 não deve ser diferente, em virtude da necessidade de aumentar as vendas em um ambiente de demanda pouco dinâmico. O ano de 2016 ainda será difícil para a indústria. Parcela ainda menor das empresas pretende investir, sendo que, dentre os investidores, a maioria deve continuar projetos anteriores. A ociosidade elevada superou a incerteza econômica quando o assunto é entraves aos investimentos, e as perspectivas de compras de máquinas e equipamentos são mais modestas que em anos anteriores. O caminho para a retomada da atividade e do crescimento sustentável está diretamente ligado à elevação da taxa de investimento da economia e deve apoiar-se na participação do setor privado. No entanto, para que isso ocorra é necessária a construção de um ambiente institucional que combine Estado eficiente e credibilidade da política econômica.

3 1 INVESTIMENTOS REALIZADOS EM INVESTIMENTOS EM MÁQUINAS 3 PLANOS DE INVESTIMENTO PARA 2016

4 1 INVESTIMENTOS REALIZADOS EM 2015 No ano de 2015 apenas 66% das indústrias de Minas Gerais realizaram investimentos. Esse é o menor percentual para o indicador desde o início da pesquisa, em Dentre as empresas que investiram 76,3% deram continuação a projetos já existentes e somente 23,7% realizaram novos projetos. O percentual de investimentos das indústrias do estado vem mostrando queda expressiva. O desempenho negativo da indústria é reflexo da deterioração do cenário político e econômico nacional que dificulta a retomada da confiança dos agentes (consumidores e empresários), fator essencial para o retorno dos investimentos no setor. 87,5 EMPRESAS QUE INVESTIRAM NO ANO (%) REALIZAÇÃO DE PLANOS DE INVESTIMENTOS ,7 72,6 76,1 67,1 66,0 Continuação de projetos anteriores 76,3% Novos projetos 23,7%

5 1 INVESTIMENTOS REALIZADOS EM 2015 REALIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS EM 2015 Das empresas que haviam planejado investir em 2015, apenas 26% executaram os investimentos conforme o previsto e 45% realizaram parcialmente os projetos, enquanto 22% das indústrias mineiras adiaram para os próximos anos ou cancelaram. Frente às incertezas nos âmbitos político e econômico as empresas do setor reduziram, congelaram ou postergaram seus planos de expansão. O aumento nos custos de produção associado à redução na demanda e na atividade impactou a retração nos investimentos. 14% 8% 26% 6% 45% Realizados parcialmente Realizados como planejados Adiados para depois do próximo ano ou cancelados Adiados para o próximo ano Sem resposta

6 1 INVESTIMENTOS REALIZADOS EM 2015 RAZÕES PARA REALIZAÇÕES PARCIAIS OU CANCELAMENTO DOS PLANOS DE INVESTIMENTO (%) Incerteza econômica Reavaliação da demanda / ociosidade elevada Custo do crédito / financiamento Aumento inesperado no custo previsto do investimento Dificuldade de obtenção de crédito / financiamento Dificuldade de obtenção de mão de obra Dificuldades com burocracia Deficiência da infraestrutura Dificuldades tecnológicas Restrições relacionadas ao meio ambiente Dificuldade de obtenção de matéria-prima 0,0% 0,0% 7,1% 5,3% 3,5% 1,8% 10,7% 7,1% 1,8% 1,8% 8,8% 14,3% 14,3% 22,8% 25,0% 19,3% 25,0% 38,6% 53,6% 63,2% 78,6% 84,2% Pelo quinto ano consecutivo a incerteza econômica (84,2%) foi o principal motivo para a realização parcial ou não realização de investimentos pelas empresas em O cenário econômico desfavorável motivou a escolha das empresas, que também apontaram a ociosidade elevada (63,2%) e o custo do crédito (38,6%) como responsáveis pela realização parcial ou cancelamento dos investimentos.

7 1 INVESTIMENTOS REALIZADOS EM 2015 OBJETIVO DO INVESTIMENTO FONTES DE FINANCIAMENTO (%) Melhoria do processo produtivo atual Manutenção da capacidade produtiva Aumento da capacidade da linha atual Introdução de novos produtos Introdução de novos processos produtivos Outros 9,5% 4,8% 6,4% 4,8% 6,4% 19,0% 14,3% 17,0% 23,4% 19,1% 27,7% 47,6% Recursos próprios Bancos oficiais de desenvolvimento Bancos comerciais privados Bancos comerciais públicos Financiamento externo A melhoria do processo produtivo (47,6%) foi apontada como o principal objetivo dos investimentos em As empresas também optaram pela manutenção da capacidade produtiva (19,0%) e pelo aumento da capacidade atual (14,3%). O financiamento dos investimentos realizados em 2015 ocorreu, em sua maioria, via recursos próprios (79,7%). Já as fontes de financiamento advindas de bancos oficiais de desenvolvimento permaneceram em segundo lugar, com média de 11,8%, apesar de terem reduzido quando comparadas com 2014 (15,8%). 5,2% 5,5% 0,1% 1,4% 15,8% 11,2% 3,2% 11,8% 66,1% 79,7%

8 2 INVESTIMENTOS EM MÁQUINAS INVESTIMENTOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS EM 2015 No ano de 2015 a maior parte das empresas investiu em máquinas e equipamentos. No entanto, os investimentos foram realizados no intuito de melhorar os processos produtivos ou de manutenção da capacidade produtiva, o que demonstra que as empresas em geral não aumentaram a capacidade de produção, diante do baixo crescimento da economia. 1,6% 11,1% 11,1% 12,7% 41,3% A maioria dos empresários investiu em máquinas de origem nacional (41%) ou ao menos priorizou a compra de máquinas e equipamentos nacionais (22%). Um percentual pequeno de entrevistados importou todo o maquinário (2%) ou comprou especialmente máquinas e equipamentos importados. 22,2% Somente máquinas e equipamentos nacionais Principalmente máquinas e equipamentos nacionais Igualmente máquinas e equipamentos nacionais e importados Não comprou máquinas e equipamentos em 2015 Principalmente máquinas e equipamentos importados Somente máquinas e equipamentos importados

9 2 INVESTIMENTOS EM MÁQUINAS O ambiente econômico desfavorável influenciou os planos de investimentos das empresas. A maioria delas pretende manter inalterados, reduzir ou até mesmo não investir em máquinas e equipamentos em 2016, com 68,3% das respostas somadas. Contudo, apenas 26% das empresas esperam aumentar a participação dos importados nas compras de máquinas e equipamentos. PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA 2016 PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTOS EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS IMPORTADOS PARA 2016 Aumentar 32,6% Aumentar ou aumentar muito 25,0% Manter-se inalteradas 28,3% Manter-se inalteradas 25,0% Reduzir-se ou Reduzir muito 26,1% Reduzir-se ou reduzir-se muito 15,0% Não planeja comprar máquinas e equipamentos no próximo ano 13,0% Não planeja comprar máquinas e equipamentos IMPORTADOS no próximo ano 35,0%

10 3- PLANOS DE INVESTIMENTOS PARA 2016 INTENÇÃO DE INVESTIMENTO NO PRÓXIMO ANO ADEQUAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA PARA ATENDER A DEMANDA PREVISTA 88% 83% 76% 67% 64% 57% 4,1% 5,1% 52,0% 19,4% 19,4% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Muito pouco adequada Adequada Muito mais do que adequada Pouco adequada Mais do que adequada Apesar da maior parte dos empresários possuir planos de investimento para 2016 (57%), o percentual vem reduzindo gradativamente desde o início da série histórica da pesquisa, em Entre as empresas que pretendem investir os investimentos serão voltados, em sua maioria, para a continuação de projetos anteriores (61,7%), e apenas 38,3% dos entrevistados deverão investir em novos projetos. A capacidade produtiva está adequada para atender à demanda prevista de acordo com 90,8% das respostas. Esse resultado expressivo corrobora a menor propensão a investir das empresas entrevistadas, na medida em que demonstra que elas estão preparadas para atender a uma maior procura por seus produtos no curto prazo.

11 3- PLANOS DE INVESTIMENTO PARA 2016 PRINCIPAL OBJETIVO DO INVESTIMENTO PREVISTO Melhoria do processo produtivo atual Manutenção da capacidade produtiva Aumento da capacidade da linha atual Introdução de novos produtos Outros Introdução de novos processos produtivos 4% 2% 2% 0% 18% 19% 14% 22% 21% 23% 35% 39% PÚBLICO CONSUMIDOR QUE OS INVESTIMENTOS PRETENDEM ATENDER Principalmente o mercado interno Igualmente os mercados interno e externo Somente o mercado interno Somente o mercado externo Principalmente o mercado externo 7% 7% 31% 45% 76% Em 2016 as empresas pretendem continuar investindo menos na introdução de novos produtos, focando mais nos investimentos em melhorias de processos e na manutenção da capacidade produtiva. O objetivo dos investimentos serão mais voltados ao atendimento do mercado consumidor nacional. A intenção de atender ao mercado consumidor externo é baixa, tendo em vista a baixa competitividade do produto nacional.

12 3- PLANOS DE INVESTIMENTO PARA 2016 PRINCIPAIS MOTIVOS DE NÃO INVESTIMENTO EM 2016 Reavaliação da demanda / ociosidade elevada 91% Incerteza econômica 35% Dificuldades tecnológicas Custo do crédito / financiamento Restrições relacionadas ao meio ambiente Dificuldade de obtenção de crédito / financiamento Aumento inesperado no custo previsto do investimento Deficiência da infraestrutura Dificuldade de obtenção de matéria-prima Dificuldade de obtenção de mão de obra 7% 7% 5% 5% 5% 5% 16% 16% A ociosidade elevada e as incertezas do cenário econômico são os principais motivos apontados pelas empresas que não pretendem investir em De acordo com a Sondagem Industrial, mesmo com os ajustes na produção à menor demanda, as empresas estão acumulando estoques indesejados. A falta de confiança vem batendo recordes negativos, dificultado a retomada de investimentos no cenário de incertezas que estamos vivendo.

13 P E R F I L D A A M O S T R A : E M P R E S A S. P E R Í O D O D E C O L E T A D A S I N F O R M A Ç Õ E S : d e 0 9 d e n o v e m b r o a 1 4 d e d e z e m b r o d e N O T A M E T O D O L Ó G I C A A P e s q u i s a I n v e s t i m e n t o s n a I n d ú s t r i a é e l a b o r a d a p e l a A s s e s s o r i a E c o n ô m i c a d a F e d e r a ç ã o d a s I n d ú s t r i a s d o E s t a d o d e M i n a s G e r a i s ( F I E M G ) e m c o n j u n t o c o m a C o n f e d e r a ç ã o N a c i o n a l d a I n d ú s t r i a ( C N I ). O o b j e t i v o é a v a l i a r o s i n v e s t i m e n t o s r e a l i z a d o s n o a n o e o s p r e v i s t o s p a r a o a n o s e g u i n t e. A s e m p r e s a s s ã o s o l i c i t a d a s a i n f o r m a r o i n v e s t i m e n t o n o a n o, c o m r e l a ç ã o : à e f e t i v a ç ã o d o s i n v e s t i m e n t o s, à s p r i n c i p a i s c a u s a s p a r a o a d i a m e n t o / c a n c e l a m e n t o d o s i n v e s t i m e n t o s ; a o s p r i n c i p a i s o b j e t i v o s d o s i n v e s t i m e n t o s ; à s p r i n c i p a i s f o n t e s d e r e c u r s o s u t i l i z a d a s ; à i n t e n ç ã o e m i n v e s t i r e m a t i v o s f i x o s ( m á q u i n a s e e q u i p a m e n t o s ) ; a o s o b j e t i v o s d o s i n v e s t i m e n t o s s e g u n d o o m e r c a d o c o n s u m i d o r ; a o s p r i n c i p a i s g a r g a l o s p a r a o s i n v e s t i m e n t o s b e m c o m o a d e m a n d a e s p e r a d a p a r a o ano s e g u i n t e. O â m b i t o da p e s q u i s a I n v e s t i m e n t o s na I n d ú s t r i a s ã o a s e m p r e s a s c o m s e d e e m M i n a s G e r a i s, c l a s s i f i c a d a s c o m o i n d ú s t r i a s d e t r a n s f o r m a ç ã o o u e x t r a t i v a d e a c o r d o c o m a c l a s s i f i c a ç ã o n a c i o n a l d e a t i v i d a d e s e c o n ô m i c a s, ( C N A E 2. 0, q u e p o s s u e m n o m í n i m o 3 5 e m p r e g a d o s e q u e c o n s t a m n o c a d a s t r o d e e s t a b e l e c i m e n t o s e m p r e g a d o r e s do M i n i s t é r i o do T r a b a l h o e E m p r e g o ( C E E / M T E ) c o m p e t ê n c i a C o o r d e n a ç ã o : A S S E S S O R I A E C O N Ô M I C A D A F E D E R A Ç Ã O D A S I N D Ú S T R I A S D O E S T A D O D E M I N A S G E R A I S - F I E M G A v. d o C o n t o r n o, º a n d a r - B a i r r o F u n c i o n á r i o s - B e l o H o r i z o n t e / M G - C E P : T e l. : ( 3 1 ) e - m a i l : g e f i e m g. c o m. b r - W W W. F I E M G. C O M. B R A S S E S S O R I A D E C O M U N I C A Ç Ã O I N S T I T U C I O N A L S I S T E M A F I E M G

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