Fabiana Pina - Universidade Estadual Paulista Acordo MEC-USAID: ações e reações ( )

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1 Fabiana Pina - Universidade Estadual Paulista Acordo MEC-USAID: ações e reações ( ) A década de 60 foi marcada, entre outras coisas, por acordos assinados entre o Brasil e a USAID (Agency for International Development). Criado no período da guerra fria, este órgão norte-americano tinha como objetivo assessorar países subdesenvolvidos. Essa assessoria ocorreu em várias áreas, como por exemplo, na agricultura com o acordo CONTAP-USAID assinado em 1966 para o treinamento de técnicos rurais. Também se previa o assessoramento na área da educação, em especial, no ensino superior. Também nesse setor, a guerra fria constituía o elemento que dirigia as ações do acordo. Segundo Santos (2005, p. 117), O pano de fundo da contribuição técnica para o ensino superior se transformar em prioridade da USAID foi o conflito EUA versus URSS, pois a chave para que o Brasil permanecesse uma sociedade livre e um país amigo próximo dos EUA estava no ensino superior. De acordo com Fausto, no início da ditadura militar, o Brasil estava em péssimas condições econômicas e, por isso, recebia apoio dos EUA, que não queriam que o país, a exemplo de Cuba, se tornasse comunista. Para Solange, o auxilio dos EUA para países subdesenvolvidos se deu devido à falta de dinheiro que estes tinham para conseguir consumir os produtos norteamericanos. A mesma autora definiu a USAID como Agência norte-americana para o desenvolvimento internacional, agência bilateral responsável pelas reações estabelecidas entre os EUA e os países periféricos, que contribuiu decisivamente na ordenação, regulação e concretização de parte da retórica da aliança para o progresso, construindo as decisões quanto às doações e empréstimos em favor dos países periféricos e realizando um novo ajuste entre os países capitalistas. (2005, p.40) Assim, o acordo MEC-USAID, e, principalmente a atuação da USAID, não somente no Brasil, mas em todos os países periféricos, podem ser compreendidos como uma ação dos EUA para garantir a vigência do sistema capitalista nestes países e transferir para estes as concepções e a organização social, política e econômica que prevalecia nos Estados Unidos.

2 Limitaremos o nosso trabalho ao estudo dos acordos referentes à educação superior no Brasil que ocorreu especificamente em 10 de junho de 1966, intitulado: Acordo MEC-USAID de Assessoria para a Modernização da Administração Universitária. Foi revisto dez meses depois e substituído por outro título: Acordo MEC-USAID de Assessoria do Planejamento do Ensino Superior. O contexto nacional no qual o acordo foi assinado pode ser considerado um momento significativo dos problemas referentes à universidade. Problemas de ordem quantitativa, já que a procura pelas vagas na universidade era maior do que esta oferecia (assim como hoje) e qualitativos. Para Romanelli (1986, p. 209), A crise servia de justificativa de intervenção (MEC-USAID), mas não passava de um pretexto para assegurar ao setor externo oportunidade para propor uma organização de ensino capaz de antecipar-se refletindoa na fase posterior do desenvolvimento econômico. O ensino, de acordo com o discurso do presidente Castelo Branco, no V Fórum Universitário, deveria preparar cidadãos de alto nível cultural que teriam a missão de impulsionar o desenvolvimento do país. O estudante deveria, antes de desejar um simples diploma, alcançar amplos conhecimentos que lhe permitiriam ser elemento útil ao progresso e à prosperidade da sociedade. Em contrapartida, na Universidade não se poderia permitir o fortalecimento das ideologias. Era necessário um aperfeiçoamento da comunidade universitária. Desse modo, da perspectiva do governo, este acordo era a solução possível e mais apropriada para uma ação de melhoria do ensino no período. A modernização da sociedade era um dos principais objetivos do governo e, para alcançá-la, o sistema educacional deveria caminhar neste sentido. Os Estados Unidos eram o exemplo máximo do sucesso alcançado através desta modernização. Por isto, para os governantes, não haveria nada mais coerente que seguir o modelo adotado por ele. De acordo com Cunha, A modernização da universidade objetivava nessa perspectiva (re)produzir aqui a ciência internacional (EUA), a ser ensinada segundo padrões de idêntica categoria, sem veleidades autonomistas. Na revista Educação e Sociedade Veiga escreveu que, no período, os Estados Unidos, crescentemente, tornavam-se fonte de inspiração de paradigmas educacionais fruto do estreitamento das relações diplomático-militares e econômicas entre o gigante

3 desenvolvimento do norte e o subdesenvolvimento do sul (Apud ROMANELLI, 1982, p.38). Em síntese, a justificativa do governo estava pautada na idéia de que para alcançarmos à modernização e o desenvolvimento deveríamos inclusive seguir os modelos educacionais dos EUA. Em 1965 o professor norte-americano Rudolph Atcon realizou um estudo sistematizado da situação das universidades brasileiras a pedido do então diretor do ensino superior do ministério da educação e cultura, Raymundo Monis de Aragão, que teve o seguinte nome: Rumo à reformulação estrutural da universidade brasileira. De acordo com Cunha, citando o próprio Atcon (...) para que a reformulação ocorresse a universidade deveria se libertar de todas as malhas do estado, ter autonomia plena para se desenvolver enquanto empresa privada (Apud, CUNHA, 1988, p.139). Atcon defendia o planejamento do sistema educacional voltado às necessidades do mercado. Para tatno a universidade teria que seguir os seguinte objetivos: primeiramente educação e treinamento profissional, pesquisa científica e cursos de especialização, extensão universitária e educação superior geral. O convênio assinado em 1966 apresenta uma síntese da situação educacional do período, na qual o relatório citado a cima foi de extrema importância já que o acordo pautou-se várias de suas considerações neste relatório. Com base nestes estudos sobre a situação da universidade brasileira, o acordo chama a atenção para a necessidade de uma reformulação do ensino que seria feita através de uma reforma bem organizada e com bases amplas no setor da administração universitária. A assistência proposta pelo órgão incluía consultoria técnica, uma série de seminários a fim de estimular outras instituições interessadas a considerar a execução de programas semelhantes e cursos de curta duração nos EUA, para treinamento e especialização de pessoal brasileiro necessário à avaliação, adaptação e instituição de novos processos e técnicas administrativas essenciais. A assistência a princípio não seria para todas as universidades, mas somente para aquelas que estavam interessadas e preparadas, que já tivessem atingido seu grau de amadurecimento para reforma administrativa da universidade. O objetivo era estimular e prestar assistência a um máximo de 18 universidades brasileiras, públicas e particulares, nos seus esforços para executar e institucionalizar reformas administrativas que resultariam em maior economia e eficiência operacional. Para isto, seriam enviados consultores norte-

4 americanos que teriam como trabalho visitar as instituições determinadas, a fim de estabelecer o interesse especifico e as necessidades de reforma. Proporcionariam serviços de consultoria àquelas instituições e realizariam seminários no Brasil sobre problema, tais como controle de custos, administrativo-financeira, planejamento físico de cidades universitárias e distribuição de cursos de acordo com os interesses e as necessidades das diferentes universidades. No segundo convênio, citado no início deste trabalho, foi dada uma ênfase maior à ação dos brasileiros no programa. A todo instante o convênio afirma que as últimas e definitivas decisões em relação às mudanças seriam de competência das autoridades brasileiras. Assim, a esta caberia ainda aprovar ou não os planos que seriam elaborados para a reformulação da universidade. Mais, ainda, o convênio prevê que os planos, serão colocados em execução pelas autoridades brasileiras. Desta forma não bastavam propostas dos assessores norte-americanos. Estas propostas deveriam ser aprovadas pelos brasileiros responsáveis e postas em prática por eles. No entanto algumas questões devem ser feitas: em que consistiam as propostas do acordo? Elas abriam caminho para uma nova concepção de funcionamento da universidade? Os cursos oferecidos aos brasileiros nos EUA consistiam em que? Qual era a concepção de universidade defendia por este americanos? Quem eram os brasileiros envolvidos no convênio? O fato é que somente através do estudo minucioso das concepções norte-americanas referentes à universidade, dos seus objetivos para com a Universidade Brasileira e a análise das propostas que foram efetivadas poderemos compreender melhor o que significou este acordo para o ensino superior brasileiro. Temos como objetivos neste trabalho mostrar as premissas do acordo MEC-USAID, que podem ser resumidas nas propostas do professor Atcon. Pretendemos analisar o acordo no interior das lutas políticas da década de 1960, com o objetivo de mostrar como, para o governo, a efetivação deste acordo era uma maneira de conter e, se possível, acabar com as constantes manifestações dos estudantes que estavam insatisfeitos com as condições universitárias da época. Por último, complementando o nosso trabalho, pretendemos analisar o modo como a sociedade brasileira encarou o acordo, examinando tanto suas críticas como a opinião dos que o defendiam.

5 As críticas feitas ao acordo foram muitas. Pelegrini, em seu livro A UNE nos anos 60: utopias e práticas políticas no Brasil, analisa a reação da UNE diante do acordo. As críticas feitas pelos intelectuais estão em artigos publicados em revistas como Revista Civilização Brasileira. Também temos as críticas feitas por José Nilo Tavares (1980) e Ted Goertzel (1967). Existem também as publicações daqueles que defenderam direta ou indiretamente as propostas do acordo, como as de Anísio Teixeira e de Newton Sucupira, ambos publicados na Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. De acordo com Ted Goertzel, o livro base dos planejadores americanos de desenvolvimento educacional foi um estudo chamado Educação, Forçahumana e Progresso Econômico de Frederico Harbison e Chalés Muers. Para eles, a educação superior era parte e parcela do processo de desenvolvimento econômico e nela estava a força necessária e capaz para o aumento das indústrias. A concepção geral de progresso defendida por eles era o empresarialismo, que dava especial importância às ciências naturais, como engenharia, medicina e treinamento empresarial. A maior crítica que o autor apresenta a esta concepção está relacionada à negação que ela apresenta entre a Universidade e o resto da comunidade. Quando os empresários recomendam, com empenho, que as universidades sirvam à sociedade, querem dizer servir aos grupos dirigentes da sociedade (GOERTZEL, 1967, p.126). Tinham como objetivo o treinamento para carreiras específicas em vez do desenvolvimento das forças intelectuais gerais. Mas, para os que defendiam o acordo, o desenvolvimento econômico era mais lento em alguns países devido à falta de força humana tecnicamente treinada, por isso os países subdesenvolvidos deveriam investir nas ciências que contribuiriam para este lado, como as já citadas. Para o autor, o acordo MEC-USAID pretendia formar técnicos que atuariam em setores da sociedade e não na sociedade. No entanto, o autor lembra que, diferentemente do que o governo e o órgão norte-americano pareciam acreditar a formação de técnicos não era o único e nem o fator essencial para a industrialização. A conclusão do autor é a seguinte: Não é meu propósito, contudo, resolver aqui os problemas educacionais do Brasil. No entanto, uma conclusão é certa. Estes problemas são, fora de dúvida, muito complexos e sutis, e, fora de dúvida, importantes demais para que possam ser entregues a uma comissão de cinco

6 planejadores de desenvolvimento americanos (GOERTZEL, 1967, p.137). Na mesma linha de raciocínio de Goertzel, podemos colocar a União Nacional dos Estudantes, que também se posicionou contra os acordos MEC- USAID. Desde abril de 1964, a UNE passou a atuar na clandestinidade até 1968 (FAUSTO/GORENDER) e nos Fóruns realizados por ela é que encontramos parte de suas concepções. No XXVIII Fórum, os estudantes afirmaram que o governo militar propõe para a universidade, uma universidade e um universitário inteiramente distantes e alienados dos problemas do seu país e do seu povo. Quando comparamos as propostas do governo (pautadas no acordo) e a da União Nacional dos Estudantes, a diferença entre elas é clara e são praticamente opostas. A reforma proposta pela União Nacional dos Estudantes seria a proposta revolucionária, como caracterizada por Goertzel, em contraposição à proposta empresarialista do governo juntamente com a USAID. Para a UNE os acordos MEC-USAID representavam um plano de infiltração imperialista do ponto de vista de uma filosofia política que se assimilada, viria a proporcionar a manutenção do sistema capitalista. Em decorrência disto, eles lutavam contra o acordo de garantia de investimentos estrangeiros e combatiam a integração do Brasil ao mercado armamentista americano e negavam a intervenção da Amazônia (PELEGRINE, 1998, p.101). De acordo com Cunha, para os estudantes, os objetivos dos convênios MEC-USAID levariam a universidade a uma estrutura arcaica e empresarial. No entanto os estudantes queriam uma universidade crítica, autônoma, queriam a democratização do ensino, a gratuidade de todos os níveis, vestibulares de habilitação e não de seleção e a expansão dos cursos noturnos. Em 1968, Carlos Marighella escreveu o Chamamento ao povo brasileiro, no qual fez uma pequena citação ao acordo MEC-USAID: O acordo MEC-USAID vem sendo posto em prática pela ditadura, com o propósito de aplicar em nosso país o sistema norte-americano de ensino e de transformar nossa Universidade em uma instituição de capital privado, onde somente os ricos posam estudar (1968).

7 Ele também se colocava contra o acordo e poderia encaixar-se nos setores da sociedade que acreditavam que este acordo levaria à privatização do ensino no Brasil (História geral da civilização brasileira). José Nilo Tavares escreveu um artigo que contou com a colaboração de Darcy Ribeiro, no qual eles caracterizaram o acordo como uma forma de recolonização cultural. Para eles o acordo fortaleceu a ideologia democrática entre as novas gerações, aprofundou as bases para o futuro beneficiamento dos interesses econômicos e financeiros americanos no país, criou entre os brasileiros a imagem do amigo americano. Além destes fatores, para os EUA o Brasil seria um vasto mercado de consumo de obras didáticas, pedagógicas, científicas, propagandísticas e a assistência à educação em longo prazo seriam altamente rendosas. Podemos ver que a divulgação do acordo provocou reações contrárias por parte de diferentes setores da sociedade. No entanto, houve também aqueles que direta ou indiretamente defendiam a intervenção norte-americana no ensino. Ao analisarmos o artigo escrito por Paul Riouer, Reforma e Revolução na Universidade, as propostas que ele apresenta como necessárias para a reestruturação da universidade condizem com aquelas defendidas por Atcon e pelos assessores norte-americanos; entretanto não há um aprofundamento teórico nestas propostas como fazem a UNE e Goertzel. O que ele nos apresenta são medidas relacionadas à estrutura da universidade. Outro artigo publicado na mesma revista é o de Newton Sucupira A reestruturação das universidades, o qual apresenta a justificativa da reestruturação das universidades com medidas apresentadas tanto nas concepções norte-americanos quanto nas apresentadas por Paul Ricour. São destas críticas e destas propostas que nasce parte da Reforma Universitária de Portanto o que temos nesta reforma são resultados de propostas anteriores inclusive aquelas dos assessores norteamericanos. Assim, não poderemos falar realmente que o acordo é assiduamente citado por estes autores e está explícito na Reforma de 1968, mas podemos nos questionar sobre as propostas desta Reforma e as defendidas por estes autores que estão enraizadas nos fundamentos dos acordos MEC-USAID. Parte da nossa estrutura universitária é fruto destas análises apresentadas ao longo do trabalho, como por exemplo, a adoção de professores com exclusividade e tempo integral, o sistema de créditos e as matérias optativas. Cabe questionarmos se seria possível considerarmos a nossa universidade como

8 empresarialista ou revolucionária, ou talvez, ainda a resposta a esta pergunta nos diria que não há como enquadrá-la em nenhum destes rótulos. O tema é de extrema importância para quem quer compreender a estrutura universitária brasileira atual, já que apresenta projeções que chegam até nossos dias e questões referentes à universidade que ainda hoje estão sem suas devidas respostas e conseqüentemente sem a sua necessária solução. Como exemplo, podemos citar as considerações feita por Atcon, ao afirmar que a Universidade Brasileira era/é uma universidade elitista e que não foi encontrado o ponto de equilíbrio entre uma administração pública e uma administração privada. Apesar de todos os problemas até aqui arrolados é preciso pensar também que a Universidade Brasileira é hoje uma universidade relativamente bem sucedida e que assim como parte dos quesitos problemáticos são resultados do processo histórico social no qual nos propusemos estudar os fatores positivos também o são. Referências bibliográficas: ALVES, Márcio Moreira. O beabá dos MEC-USAID. Rio de janeiro: Edições Gernasa, ARAPIRACA, José Oliveira. A USAID e a educação brasileira: um estudo a partir de uma abordagem crítica do capital humano. São Paulo: Cortez, ATCON, Rudolph. Rumos a reformulação estrutural da universidade brasileira. Rio de Janeiro: MEC, BRASIL-MEC. Discurso do Senhor Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, ao encerrar o V Fórum Universitário, em 10 de outubro de 1964, Rio de Janeiro: MEC/DESU, BURK, Peter. A escola dos Annales A revolução Francesa da historiografia. 2 ed. São Paulo: Ed. Universidade Estadual Paulista, CUNHA, Luiz Antônio. A universidade crítica. Rio Janeiro: Francisco Alves, 1989.

9 A universidade reformanda. Rio de janeiro: Francisco Alves, CUNHA, Luiz e GÓES, Moacyr de. O golpe na educação. 10º ed., Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, (Brasil, os anos de autoritarismo). FÁVARO, Maria de Lourdes de A. A universidade brasileira em busca de sua identidade. Petrópolis-RJ: Vozes, FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Educação no Brasil, anos 60. Rio de Janeiro: Edições Loyola, (Coleção Educação). FERNANDES, Florestan. Universidade Brasileira: reforma ou revolução? São Paulo: Alfa- Omega, GERMANO, José W. Estado militar e educação no Brasil ( ). São Paulo: Cortez, Campinas: EDUNICAMPI, GORENDER, Jacob. Combate nas trevas. A esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. GOERTZEL, Ted. MEC-USAID: Ideologia de desenvolvimento americano aplicado à educação superior brasileira. IN: Revista Civilização brasileira, Rio de Janeiro, VIII, n. 14, p , jul LEGOFF, Jacques e NORA, Pierre. História: novas abordagens. 4º ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, NOGUEIRA, Francis Mary G. Ajuda externa para a educação brasileira: da USAID ao Banco Mundial. Cascavel: EDUNIOESTE, RÉMOND, René (org.). Por uma História Política. Rio de Janeiro: UFRJ, ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da educação no Brasil ( ). Petrópolis: Vozes, SANTO, Éder Fernando. O ensino superior no Brasil e os Acordos MEC-USAID: o intervencionismo norte-americano na educação brasileira. Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 2005.

10 SUCUPIRA, Newton. A reestruturação das Universidades Federais. IN: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Rio de Janeiro, VL, n. 111 e 112, p.21-83, jul/set 1968 TAVARES, José Nilo. Educação e imperialismo no Brasil. IN: Revista Educação e Sociedade, São Paulo, VII, n. 7, p. 5-53, setembro TEXEIRA, Anísio. Uma perspectiva da educação superior no Brasil. IN: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Rio de Janeiro, VL, n. 111 e 112, p , jul/set 1968.

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