Anexo I Roteiro Descritivo da Proposta

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo I Roteiro Descritivo da Proposta"

Transcrição

1 CHAMADA PÚBLICA Nº 18/ PROGRAMA DE APOIO A CAPACITAÇÃO DOCENTE DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO SUPERIOR DO PARANÁ DOUTORADO (ACORDO CAPES/FA) Anexo I Roteiro Descritivo da Proposta 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1.1 Nome do Bolsista: Sidgley Camargo de Andrade 1.2 Vínculo institucional: Universidade Tecnológica Federal do Paraná / Campus Toledo 1.3 Curso/Programa: Ciências de Computação e Matemática Computacional 1.4 Nível: Doutorado 1.5 Contato: (16) , (16) Área do conhecimento: Ciência da Computação / Sistemas de Informação 1.7 Linha Temática: Sistema de Informação Geográfica e Desastres Naturais 1.8 Projeto de pesquisa: 1.9 Orientador: A Geospatial Open collaborative Architecture for Building Resilience against Disasters and Extreme Events (AGORA) João Porto de Albuquerque, +44 (0) ) 1 2. PRODUÇÃO CIENTÍFICA (Descrever as produções correspondentes aos itens e o Qualis quando houver). 2.1 Artigos Científicos (A1, A2, B1, B2, B3) Castanhari, R. E. S.; Rorcha, R. S.; Andrade, S. C.; Albuquerque, J. P. (2016). A Software Architecture to Integrate Sensor and Volunteered Geographic Information for Flood Risk Management. In: 13th International Conference on Information Systems for Crisis Response and Management (ISCRAM). Rio de Janeiro, Brazil. (Qualis B5) Andrade, S. C.; Tait, Tania, F. C. ; Huzita, E. H. M. ; Bruzarosco, Donizete Carlos ; Carmizini, M. A. (2013). An Approach to Support the Software Project Management for Mobile Devices. In: XXXIX Latin American Computing Conference (CLEI), 2013, Naiguatá. XXXIX Latin American Computing Conference. (Qualis B4) 2.2 Livros (internacional ou nacional) Andrade, S. C., Cordeiro, M. S., Freitas, C. R., Kolling, S. Currículo do Ensino Médio: uma reflexão sobre as contribuições do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e do PIBIC- EM In: Seminário Nacional Interdisciplinar em Experiências Educativas, 2015, Francisco Beltrão/PR

2 2.3 Capítulos de livro (internacional ou nacional) 2.4 Material didático instrucional (Registro ISBN/ ISSN) Outros (Especificar) PROJETO DE PESQUISA 3.1 Título: Fusão de informação geográfica voluntária e sensores aplicada ao monitoramento e alerta de inundação 3.2 Justificativa: No Brasil, entre os anos de 1900 e pessoas foram vítimas fatais e outras foram afetadas por catástrofes decorrentes de eventos meteorológicos e hidrológicos como as inundações e os deslizamentos de terra causados por chuva (Aragón-Durand, 2014). Esses desastres são comuns e recorrentes em muitas regiões brasileiras, principalmente nas regiões Sul e Sudeste do país. Esse tipo de desastre causa impactos socioeconômicos acentuados nas grandes cidades onde a densidade populacional é maior como perdas materiais e humanas, interrupção do ciclo econômico, contaminação da água por doenças de veiculação hídrica e materiais tóxicos, e problemas socais como a falta de energia elétrica e transporte. Volunteered Geographic Information Informação Geográfica Voluntária (VGI) emergiu nos últimos anos como uma fonte de dados espacial na Web 2.0 e tem sido cada vez mais reconhecida pelos pesquisadores como um importante recurso para apoiar a gestão de desastres (Poser e Dransch, 2010). Essa informação é produzida e disponibilizada por cidadãos comuns através de diferentes atividades de colaboração, tais como, troca de informação por meio de redes sociais (e.g. Twitter, Instagram e Facebook), mapeamento colaborativo (e.g. OpenStreetMap), e sensoriamento participativo por meio de plataformas crowdsourcing (e.g. Ushahidi) sendo as informações oriundas das redes sociais o foco desse projeto de pesquisa. No contexto de inundação, VGI é considerada uma fonte de dados complementar ou alternativa em diferentes cenários de desastres. Degrossi et al. (2014) propuseram uma plataforma baseada em crowdsourcing para coletar informações sobre o nível de água para o contexto de gestão de risco de inundação. Castanhari et al. (2016) utilizaram os dados da plataforma de Degrossi et al. e descreveram uma arquitetura orientada a serviços que possibilita a integração de observações dos níveis de água de sensores e relatos de voluntários por meio de métodos espaciais variados. Através de uma prova de conceito eles realizaram a interpolação dos dados para identificar possíveis áreas de risco de inundação no rio Monjolinho em São Carlos, São Paulo, Brasil. Albuquerque et al. (2015) identificaram padrões espaciais na ocorrência de tweets relacionados à inundação e que estavam associados com a proximidade e severidade de eventos de inundação do rio Elbe em 2013, na Alemanha. Spinsanti e Ostermann (2013) e Schade et al. (2013) mostraram através de um sistema de prova de conceito que a combinação das mídias sociais (Twitter e Instagram) e dados oficiais pode atuar em conjunto como canal de comunicação para os cidadãos que foram afetados por um desastre. Assis et al. (2015) desenvolveram uma abordagem online que filtra e prioriza tweets a partir de informações oficiais sobre o nível de água de sub-bacias hidrográficas do Estado de São Paulo, Brasil. Outros estudos consideraram imagens e mapas colaborativos como uma fonte de dados para a gestão de riscos de inundação. Neste sentido, VIG pode variar tanto na estrutura quanto no conteúdo, bem como na confiabilidade e objetividade da informação. Isso pode dificultar o seu uso como fonte de informação para a gestão de desastres, portanto, o principal desafio relacionado a esse tipo de fonte de informação é como integrá-la com outros conjuntos de dados para uma abordagem mais efetiva, em vez de considerá-la uma fonte paralela de informação (Albuquerque et al. 2015; Poser e Dransch 2010). Ademais, diversos trabalhos exploraram a relação do VGI com os eventos de desastre e/ou dados oficiais (Sakaki et al., 2010; Spinsanti e Ostermann, 2013; Albuquerque et al., 2015). Entretanto, o uso significativo e eficiente dessa relação ainda é pouco explorado, principalmente quando envolve ações efetivas de mitigação de desastres em áreas urbanas em tempo real. As ações de mitigação vão desde o mapeamento das áreas de risco à infraestrutura de monitoramento e alerta de desastres naturais, sendo a atividade de monitoramento em áreas urbanas o foco desse projeto de pesquisa. No Brasil, a ação de monitoramento e alerta de inundação está relacionada à fase de mitigação da Gestão de Riscos (GR) e envolve, entre outras agências públicas e privadas, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de 2

3 Desastres Naturais (Cemaden) 1 e o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) 2, ligados, respectivamente, aos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Integração Nacional (MI). Em síntese, o papel do Cemaden é operacional e estrito ao desenvolvimento e à implementação de sistemas de monitoramento, previsão e alerta de desastres, enquanto o Cenad comunica e mobiliza os atores envolvidos com o plano de contingência e resposta (e.g. Defesa Civil). O Cemaden é o principal ator desse projeto de pesquisa pelos seguintes motivos: (a) seu centro de monitoramento e alerta é sediado na cidade de São Paulo, (b) possui colaboração com projetos de pesquisa envolvendo programas de mestrado e doutorado da Universidade de São Paulo, e (c) é uma fonte de dados oficial para o propósito desse projeto de pesquisa. O projeto A Geospatial Open collaborative Approach for Building Resilience against Flooding (AGORA) 3, em conjunto com o projeto Alerta CEPED USP 4, busca desenvolver conceitos e tecnologias que envolvem VGI. Além disso, visa contribuir para a consolidação do Cemaden e aprimorar as atividades de monitoramento e alerta, de maneira a reduzir os impactos causados pelos desastres naturais no país com ênfase em inundações. Um dos componentes de pesquisa do AGORA, cujo escopo é o presente projeto de pesquisa, se refere à Gestão e Fusão de Informação (Figura 1). O objetivo desse componente é a concepção e o desenvolvimento de conceitos e métodos que integram VGI a dados oficiais, portanto, pertinente para colaborar com o objetivo do Cemaden (e de outras agências de monitoramento e alerta), bem como contribuir com o estado da arte a partir da intersecção entre os campos de pesquisa VGI, Fusão da Informação e Gestão de Desastres. 3 Figura 1. Arquitetural Conceitual do projeto AGORA com destaque ao componente Gerenciamento e Fusão de Informação (escopo do projeto). 3.3 Caraterização do problema: Comumente, a atividade de monitoramento de áreas de risco de inundação é realizada através da coleta de informações provenientes de fontes de dados heterogêneas como as estações hidrológicas, os radares meteorológicos e os satélites, e da análise paralela dessas informações. As estações hidrológicas são compostas por sensores in-situ (pluviômetros, nível de água, etc.) e fornecem dados locais quasi-online (normalmente a cada 10 min) e precisos (considerando aspectos de calibragem e normalidade dos sensores), enquanto os radares e satélites possuem informações de natureza estocástica (previsão e detecção de chuvas, tempestades e tornados), off-line (devido à latência e ao pré-processamento) e sujeitos a interpretação por especialistas do domínio. Um dos principais problemas do uso dessas fontes de dados é o alto custo de implantação e manutenção dos equipamentos e, por isso, algumas áreas não possuem ou carecem de monitoramento adequado, principalmente sub-bacias hidrográficas que permeiam áreas urbanas. Além disso, esses equipamentos também são suscetíveis a ruídos e falhas que podem resultar em leituras incorretas e na interrupção dos dados. Em contraste com a falta de cobertura de monitoramente e possíveis ruídos e falhas dos equipamentos, uma Concessão nº 2012/ FAPESP, 4 Concessão nº / do programa Pró-Alertas Capes

4 abordagem que faz uso de VGI como fonte complementar ou alternativa é interessante para apoiar as áreas cuja informação oficial é insuficiente (ou ausente) e melhorar o conhecimento situacional das sub-bacias hidrográficas situadas em áreas urbanas. Desta forma, a integração entre VGI e dados oficiais pode melhorar o monitoramento de áreas urbanas através de um conjunto atualizado e completo de informações. Essas informações são de grande valor tanto para os centros de monitoramento e alerta como também para a população, que fica a mercê de enchentes repentinas. Em geral, as pesquisas fazem uso do VGI para buscar uma relação mais estreita entre a ocorrência do fenômeno e sua previsibilidade. Embora tenha havido estudos substanciais sobre o uso de diferentes tipos de informação no contexto da gestão de desastres, cada cenário de estudo traz vários desafios, entre eles: 1. Como integrar VGI a conjuntos de dados oficiais em vez de considerá-lo como uma fonte paralela de informações (Albuquerque, Herfort, Brenning e Zipf, 2015)? 2. Como uma abordagem que integre VGI a conjuntos de dados oficiais pode ser avaliada e validada? Para responder a primeira questão é necessário distinguir entre as entradas, os métodos utilizados e as saídas do processo de integração. Sendo assim, faz-se necessário estabelecer um workflow de integração de informações que no escopo do projeto é denominado de workflow de fusão de informação. Além disso, as etapas do workflow devem considerar desde a seleção à medição das relações das fontes de dados, i.e, mensurar a relação ou correlação entre as fontes de dados e a forma como elas podem ser combinadas (e.g. composição por justaposição ou aglutinação). A segunda questão é um desafio ainda maior e incluí a avaliação da abordagem de fusão de informação sob três dimensões: das relações entre as fontes de dados, do processo de fusão de informação, e da previsão a partir de um cenário real ou controrado. 3.4 Objetivos: O objetivo desse projeto de pesquisa é expresso através da seguinte hipótese de pesquisa: 4 A integração entre VGI e dados oficiais na atividade de monitoramento em áreas urbanas reduz a incerteza da previsão de inundações. Para aceitar ou refutar a hipótese será elaborado um workflow de fusão de informação que considera VGI, provenientes das redes sociais, e dados oficiais de sensores hidrológicos na atividade de monitoramento e previsão de inundação para o contexto das cidades brasileiras (OP). Para isso têm-se os seguintes objetivos especifico: 1. (OE1) Determinar a relação entre VGI e dados oficiais. 2. (OE2) Estabelecer como essa relação pode ser utilizada de forma significativa e eficiente nas atividades de monitoramento e previsão de inundação. 3. (OE3) Determinar a sensibilidade da incerteza da previsão de inundação ao considerar a integração de VGI e dados oficiais. 4. (OE4) Realizar uma prova de conceito a partir da concepção de um processo de integração de dados para o monitoramento e previsão de inundação. 5. (OE5) Avaliar o workflow de fusão de informação no monitoramento e previsão de inundação em real-time ou quasi real-time. 3.5 Metodologia: Diferentes métodos serão empregados para aceitar ou refutar a hipótese de pesquisa e alcançar os objetivos propostos. Inicialmente será realizada uma revisão sistemática sobre os temas VGI e fusão de dados. O objetivo da revisão sistemática é esclarecer na literatura os conceitos que envolvem o processo de fusão de dados por exemplo, se existe diferença entre os conceitos de combinação, integração, agregação, junção e fusão de informação e identificar as técnicas e ferramentas utilizadas para determinar a relação entre dados de fontes distintas e/ou heterogêneos, bem como

5 os workflows de fusão de informação utilizados em cada estudo. A string de busca será derivada da estrutura PICO (Population, Intervention, Comparison, Outcome). As bases de dados de referência para a revisão sistemática são: ISI Web of Science, Scopus, Compendex, ScienceDirect, SpringerLink e ACM Digital Library. Essas bases foram selecionadas por retornarem um número viável e consistente de resultados a partir de palavras-chave, quando comparadas a outros repositórios (e.g. Google Scholar e ACM) isso foi obtido através de experiências empíricas. Também serão considerados artigos publicados nos seguintes eventos: International Conference on Information Systems for Crisis Response and Management (ISCRAM), Americas Conference on Information Systems (AMCIS), Brazilian Symposium on Geoinformatics (GEOINFO) e International Symposium Information Fusion and Intelligent Geographical Information Systems. Posteriormente, um experimento será realizado com dados de VGI (Twitter) e sensores hidrológicos (pluviômetros) a fim de determinar a relação entre essas fontes de dados (OE1). Para isso, serão identificados eventos de inundação entre Março de 2015 e Março de 2016 ocorridos na cidade de São Paulo, Brasil. A cidade de São Paulo foi escolhida pela freqüência de alagamentos e enchentes que afetam a população, ocasionando eventos de inundações. Outro fator determinando para a escolha da cidade foi à conveniência de coletar dados de redes sociais e pluviométricos, bem como a continuidade de trabalhos anteriores realizados pelo grupo de pesquisa AGORA. Conjunto de dados do Twitter: tweets coletados via API do Twitter e armazenados em um banco de dados nãorelacional. Os tweets precisam ser selecionados, enriquecidos e harmonizados para o experimento e processo de fusão. Conjundo de dados do Cemaden: dados pluviométricos coletados via API Cemaden e armazenados em um banco de dados geográfico. Alguns dados do Cemaden foram importados a partir de arquivos comma-separated values (csv). Esses dados precisam ser selecionados e harmonizados para o experimento e processo de fusão. Com o resultado do experimento buscar-se-á identificar modelos matemáticos que possam descrever funcionalmente e justiçar a relação entre os tweets e dados pluviométricos. É provável que o modelo seja não-linear e, portanto, será necessário aplicar algum algoritmo de correção/calibragem (OE3) bem como mediar a sensibilidade do modelo. Por exemplo, Sakaki, Okazaki e Matsuo (2010) fazem uso de métodos da família Monte Carlo (filtro de Kalman e filtro de Partículas) para estimar a localização e corrigir a escala temporal de terremotos a partir de tweets. A partir do modelo será possível usar as fontes de dados de forma significativa e eficiente no monitoramento e na previsão de inundação por modelos hidrológicos (OE2). Como modelo hidrológico de referência será utilizado o Probability-Distributed Model (PDM) devido à simplicidade e, sobretudo, ser um dos modelos adotados pelo Cemaden. Os modelos hidrológicos não fazem parte do escopo desse projeto de pesquisa, contudo, são desenvolvidos, adaptados e avaliados por parceiros de pesquisa da engenharia hidráulica e saneamento da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos/SP, que também estão inseridos no projeto Alerta CEPED USP. Como processo de integração será adotado (OE4) o workflow de fusão de dados espaciais apresentado por Wiemann e Bernard (2015), conforme ilustrado na Figura 2. Ao passo que a revisão sistemática evolui e obstáculos de pesquisa apareçam, o workflow poderá sofrer alterações para se adequar a essas características/obstáculos naturais da pesquisa cientifica. 5 Figura 2. Abordagem de um fluxo de trabalho para fusão de dados espaciais (Wiemann e Bernard, 2015). Busca e recuperação: visa à identificação e coleta de dados para o processo de integração. Esse processo compreende em determinar as fontes de dados, a escala espacial e temporal, e os critérios de seleção e exclusão das instâncias das fontes de dados. Esse processo é executado individualmente para cada fonte de dados.

6 Enriquecimento: envolve atividades de pré-processamento para a extração enriquecimento de características dos dados. Esse processo compreende na limpeza e detecção e remoção de outliers. Pode envolver a atividade de classificação supervisionada, não-supervisionada ou semi-supervisonada. Esse processo é executado individualmente para cada fonte de dados. Harmonização: busca minimizar as desigualdades entre as instâncias das fontes de dados para garantir um processamento sintático e semântico comum. A harmonização inclui atividades de normalização, sincronização e conversão de dados e coordenadas geográficas. Esse processo é executado individualmente para cada fonte de dados. Medição da relação: envolve a investigação e quantificação das relações entre fontes de dados. A medição pode ser realizada em função do nível de representação conceitual, estrutural ou outra medida de similaridade. Esse processo é executado com pares ou conjuntos de fontes de dados. Mapeamento de recursos: explora as medições das relações para determinar o tipo de relação entre os atributos, em nível de representação, sintático e semântico. Esse processo é executado com pares ou conjuntos de atributos de fontes de dados distintas. Resolução: visa eliminar inconsistências nos resultados preliminares. Esse processo conclui as relações de agrupamento, comparação, atualização ou enriquecimento dos dados. Disponibilidade: envolve a codificação, o armazenamento e a divulgação dos resultados para a visualização ou analise dos resultados. Por fim, para a avaliação do workflow de fusão de informação (OE5) serão realizados dois experimentos a partir de eventos de inundação da cidade de São Paulo, Brasil: um controlado e outro semi-controlado. O experimento controlado será piloto para o experimento semi-controlado, portanto, espera-se identificar a maior parte dos problemas no experimento controlado. Os elementos que compõem os experimentos (i.e. protocolo, etc.) ainda estão em análise e desenvolvimento, portanto, não são apresentados nesse projeto de pesquisa Fase em que se encontra o projeto: O projeto encontra-se na fase inicial e nenhum dos objetivos propostos (OE1 a OE5) foram alcançados. Entretanto, estudos preliminares e atividades de cooperação com outro projeto correlato permitiram alcançar resultados interessantes que foram publicados no artigo intitulado A Software Architecture to Integrate Sensor and Volunteered Geographic Information for Flood Risk Management em uma das conferências estratégicas do grupo de pesquisa AGORA International Conference on Information Systems for Crisis Response and Management (ISCRAM 2016). Esse resultado preliminar esclareceu conceitos até então não apropriados sobre gestão de desastres e informações geográficas voluntárias (VGI), e também orientaram discussões para as questões e objetivos de pesquisa do presente projeto. 3.7 Resultados esperados: VGI pode ser considerada uma informação valiosa para o monitoramento online ou quasi-online de desastres naturais. Essa premissa é apresentada e defendida por diversos estudos que fazem uso da informação geográfica voluntária no contexto de desastres naturais. Portanto, espera-se como resultado: Concretizar o workflow de fusão de informação através de um protótipo de monitoramento online ou quasi-online que incorpore VGI e dados de sensores, visando reduzir os impactos das inundações em comunidades vulneráveis. Esse protótipo será um medidor de chuva virtual Virtual Rainfall Gauge (OP). Demonstrar que o uso de VGI na atividade de monitoramento e alerta de inundação em áreas com urbanas pode ser de grande valor para os centros de monitoramento e população (OE4 - OE5). Contribuir com o campo de pesquisa VGI Sensing (Schade et al, 2013) a partir das lições obtidas das relações entre VGI e fonte de dados oficiais (OE1 - OE3). 3.8 Aspectos éticos e de biossegurança: (quando aplicável)

7 Não aplicável 3.9 Referências Bibliográficas: (listar as principais referências de acordo com as normas da ABNT- máximo 10) 1. Albuquerque, J. P., Herfort, B., Brenning, A. and Zipf, A. (2015) A Geographic Approach for Combining Social Media and Authoritative Data towards Identifying Useful Information for Disaster Management. International Journal of Geographical Information Science, 29(4): Assis, L. F. F. G., Herfort, B., Steiger, E., Horita, F. E. A., Albuquerque, J. P. (2015). Geographical prioritization of social network messages in near real-time using sensor data streams: an application to floods. XVI Brazilian Symposium on Geoinformatics (GEOINFO), pp Campos do Jordão, SP, Brazil. 3. Aragón-Durand, F. Inundaciones en zonas urbanas de cuencas en América Latina. Lima: Soluciones Prácticas; Degrossi, L.C., Albuquerque, J. P., Fava, M.C., Mediondo, E.M. (2014). Flood Citizen Observatory: a crowdsourcingbased approach for flood risk management in Brazil. In 26th International Conference on Software Engineering and Knowledge Engineering, Vancouver, Canada. 5. Spinsanti, L., & Ostermann, F. (2013). Automated geographic context analysis for volunteered information. Applied Geography, 43, Poser, K. and Dransch, D. (2010). Volunteered geographic information for disaster management with application to rapid flood damage estimation.geomatica, 64(1): Castanhari, R. E. S.; Rocha, R. S.; Andrade, S. C.; Albuquerque, J. P. (2016). A Software Architecture to Integrate Sensor and Volunteered Geographic Information for Flood Risk Management. In: 13th International Conference on Information Systems for Crisis Response and Management (ISCRAM) Sakaki, T., Okazaki, M., & Matsuo, Y. (2010). Earthquake shakes Twitter users: real-time event detection by social sensors. In Proceedings of the 19th international conference on World wide web (WWW '10). ACM, New York, NY, USA, Schade, S., Díaz, L., Ostermann, F., Spinsanti, L., Luraschi, G., Cox, S., Nuñez, M., & Longueville, B. (2013). Citizenbased sensing of crisis events: sensor web enablement for volunteered geographic information. Applied Geomatics, 5(1), Wiemann, S., & Bernard, L. (2016). Spatial data fusion in Spatial Data Infrastructures using Linked Data. International Journal of Geographical Information Science, 30(4), PLANO DE TRABALHO Descrever a(s) meta(s), elementos que compõem o projeto, contemplando a descrição, unidade de medida e quantidade, além das etapas, ações em que se pode dividir a execução de uma meta, do período de realização e valor previsto para a mesma. Não existe nenhuma limitação para a quantidade de metas e etapas: META Descrição da Meta: Concepção de um workflow de fusão de informação entre VGI e conjuntos de dados oficiais para o contexto de monitoramento e previsão de inundação de áreas urbanas Unidade de medida: meses Quantidade: - ETAPA nº 01 Descrição da Etapa: determinar a relação entre VGI provenientes das redes sociais Twitter e Instagram e dados de sensores hidrológicos fornecidos pelo Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) Período de realização: Outubro/2016 a Janeiro/2016 Valor Previsto: - ETAPA nº 02 Descrição da Etapa: estabelecer como a relação entre VGI (provenientes das redes sociais Twitter e Instagram) e dados oficiais (Cemaden) pode ser utilizada de forma significativa e eficiente nas atividades de monitoramento e previsão em inundação.

8 META META Período de realização: Janeiro/2017 a Abril/2017 Valor Previsto: - ETAPA nº 03 Descrição da Etapa: determinar a sensibilidade da incerteza da previsão de inundação ao considerar a integração de VGI (provenientes das redes sociais Twitter e Instagram) e dados oficiais (Cemaden). Período de realização: Maio/2017 a Julho/2017 Valor Previsto: - ETAPA nº 04 Descrição da Etapa: elaborar um workflow de fusão de informação entre VGI (provenientes das redes sociais Twitter e Instagram) e dados oficiais (Cemaden) para o contexto de monitoramento e previsão de inundação de áreas urbanas. Período de realização: Agosto/2017 a Setembro/2017 Valor Previsto: - Descrição da Meta: Realizar uma prova de conceito a partir da concepção de um protótipo que implemente o workflow de fusão de informação entre VGI e conjuntos de dados oficiais para o contexto de monitoramento e previsão de inundação em áreas urbanas Unidade de medida: meses Quantidade: - ETAPA nº 01 Descrição da Etapa: desenvolvimento do protótipo funcional correspondente ao workflow de fusão de informação entre VGI (provenientes das redes sociais Twitter e Instagram) e conjuntos de dados oficiais (Cemaden) Período de realização: Outubro/2017 a Novembro/2017 Valor Previsto: - ETAPA nº 02 Descrição da Etapa: realizar uma prova de conceito a partir da concepção de um processo de integração de dados para o monitoramento e previsão de inundação. Período de realização: Dezembro/2016 a Janeiro/2018 Valor Previsto: - Descrição da Meta: Avaliar o workflow de fusão de informação entre VGI (provenientes das redes sociais Twitter e Instagram) e dados oficiais (Cemaden) no monitoramento e previsão de inundação em real-time ou quasi real-time Unidade de medida: meses Quantidade: - ETAPA nº 01 Descrição da Etapa: planejamento de um experimento controlado como piloto para avaliação do workflow de fusão de informação Período de realização: Novembro/2018 a Janeiro/2019 Valor Previsto: - ETAPA nº 02 Descrição da Etapa: planejamento de um experimento semi-controlado workflow de fusão de informação Período de realização: Fevereiro/2019 a Abril/2019 Valor Previsto: CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Atividades Obtenção dos 44 créditos exigidos no regulamento do programa de doutorado Exame de proficiência em língua inglesa Revisão sistemática de literatura Artigo derivado do relatório da revisão sistemática (submissão para periódico ou conferência a ser avaliado) Escrita e apresentação do documento de qualificação Período Agosto/2015 a Junho/2016 Março/2016 Abril/2016 a Julho/2016 Agosto/2016 Setembro/2016 a Outubro/2016

9 Defesa da qualificação (OE1) Determinar a relação entre VGI (Twitter e Instagram) e dados de sensores hidrológicos (pluviômetros) (OE2) Estabelecer como essa relação alcançada no (OE1) pode ser utilizada de forma significativa e eficiente em modelos hidrológicos de monitoramento e previsão de inundação (OE3) Determinar a sensibilidade da incerteza da previsão ao considerar o resultado da integração de VGI e dados oficial Artigo derivado dos objetivos (OE2) e (OE3) (submissão para periódico ou conferência a ser avaliado) (OE4) Realizar uma prova de conceito a partir da concepção de um processo de integração de dados para o monitoramento e previsão de inundação online e quaseonline Artigo derivado do objetivo (OE4) (submissão para periódico a ser avaliado) Workflow de fusão de informação considerando VGI e dados oficiais off-line e online (OP) Artigo derivado do objetivo (OE4) (submissão para periódico a ser avaliado) Avaliar o workflow de fusão de informação no monitoramento e previsão de inundação em real-time ou quasi real-time (OE5) Artigo base para a tese confirmar ou refutar a hipótese (submissão para periódico a ser avaliado) Escrita da tese de doutorado Defesa da tese de doutorado Novembro/2016 Outubro/2016 a Janeiro/2017 Janeiro/2017 a Abril/2017 Maio/2017 a Julho/2017 Agosto/2017 a Setembro/2017 Outubro/2017 a Janeiro/2018 Fevereiro/2018 a Março/2018 Abril/2018 a Agosto/2018 Setembro/2018 a Outubro/2018 Novembro/2018 a Abril/2019 Abril/2019 a Maio/2019 Junho/2019 a Julho/2019 Agosto/ TERMO DE COMPROMISSO Declaro expressamente conhecer e concordar, para todos os efeitos legais, com as normas gerais para concessão de auxilio pela FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA. Declaro que a presente proposta está de acordo com os objetivos científicos e tecnológicos desta Instituição. Nome e assinatura do Orientador (Nome e assinatura do Bolsista) Responsável pela instituição ou representante da IES de vínculo do Proponente (Nome, assinatura e carimbo) São Carlos, 30 de Março de 2016.

Análise geográfica entre mensagens georreferenciadas de redes sociais e dados oficiais para suporte à tomada de

Análise geográfica entre mensagens georreferenciadas de redes sociais e dados oficiais para suporte à tomada de Análise geográfica entre mensagens georreferenciadas de redes sociais e dados oficiais para suporte à tomada de decisões de agências de emergência Thiago H. Poiani 1, Flávio E. A. Horita 1,João Porto de

Leia mais

Sistemas Colaborativos: uma aplicação no contexto de gestão de risco de inundação

Sistemas Colaborativos: uma aplicação no contexto de gestão de risco de inundação Sistemas Colaborativos: uma aplicação no contexto de gestão de risco de inundação Lívia Castro Degrossi degrossi@icmc.usp.br Abril/2014 1 Contextualização 07/04/2014 Lívia Castro Degrossi 2 2 Contextualização

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1)

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1) Prezado(a) Professor(a), Visando orientar e otimizar as informações que deverão constar no projeto, elencamos, abaixo, os itens imprescindíveis para compreensão e apresentação da sua proposta ao Prêmio

Leia mais

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná Ministério da Saúde/ Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional - DSNVS Apresentaçã ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012 Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília - IFB. Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação - PRPI Coordenação de Pesquisa - CDPQ

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília - IFB. Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação - PRPI Coordenação de Pesquisa - CDPQ CNPq Chamada CNPq N º 12/2013 Cooperação MCTI-CNPq/DBT (Índia) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília - IFB Ag. Edital Inscrições Objetivo Áreas de interesse 22/04/2013 a Apoiar

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO INTEGRADA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - PMIMF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA ATORES DA REDE DE INOVAÇÃO 2 O MODELO CONTEMPLA: Premissas e diretrizes de implementação Modelo

Leia mais

Concurso da Prefeitura São Paulo. Curso Gestão de Processos, Projetos e Tecnologia da Informação. Tema: Gestão de Projetos - Conceitos Básicos

Concurso da Prefeitura São Paulo. Curso Gestão de Processos, Projetos e Tecnologia da Informação. Tema: Gestão de Projetos - Conceitos Básicos Contatos: E-mail: profanadeinformatica@yahoo.com.br Blog: http://profanadeinformatica.blogspot.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/anapinf Concurso da Prefeitura São Paulo Curso Gestão de Processos,

Leia mais

SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST

SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST Humberto Alves Barbosa 1 1 Introdução Desastres ocasionados por extremos de tempo e

Leia mais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais ITIL Conteúdo 1. Introdução 2. Suporte de Serviços 3. Entrega de Serviços 4. CobIT X ITIL 5. Considerações Finais Introdução Introdução Information Technology Infrastructure Library O ITIL foi desenvolvido,

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Análise Quantitativa de Riscos. Análise Quantitativa de Riscos. Análise Quantitativa de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Análise Quantitativa de Riscos. Análise Quantitativa de Riscos. Análise Quantitativa de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 5 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Análise de Qualitativa Quantitativa Medidas

Leia mais

PODER EXECUTIVO DECRETO N 44.771 DE 05 DE MAIO DE 2014

PODER EXECUTIVO DECRETO N 44.771 DE 05 DE MAIO DE 2014 1 PODER EXECUTIVO DECRETO N 44.771 DE 05 DE MAIO DE 2014 APROVA A METODOLOGIA DE INFORMATIZAÇÃO DE PROCESSO ADMINISTRATIVO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO ESTADUAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROJETO BÁSICO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM PRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDO NA EAD CURSO PARA DOCENTES DA UFOP

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROJETO BÁSICO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM PRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDO NA EAD CURSO PARA DOCENTES DA UFOP UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO CENTRO DE EDUCAÇÃO ABERTA E A DISTANCIA PROJETO BÁSICO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM PRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDO NA EAD CURSO PARA DOCENTES DA UFOP 2007 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Edital de Concorrência Pública Nacional (SQC) nº 40.10756/2006

Edital de Concorrência Pública Nacional (SQC) nº 40.10756/2006 Edital de Concorrência Pública Nacional (SQC) nº 40.10756/2006 Serviços de Consultoria Pessoa Jurídica para a elaboração de metodologia que permita mensurar, verificar e avaliar os resultados decorrentes

Leia mais

Curso: Engenharia de Software com Ênfase em Padrões de Software (UECE Universidade Estadual do Ceará) RUP

Curso: Engenharia de Software com Ênfase em Padrões de Software (UECE Universidade Estadual do Ceará) RUP Conceitos RUP RUP, abreviação de Rational Unified Process (ou Processo Unificado da Rational), é um processo de Engenharia de software criado pela Rational Software Corporation(a qual foi incorporada pela

Leia mais

Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos de Desastres Naturais

Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos de Desastres Naturais SECRETARIA NACIONAL DE ACESSIBILIDADE E PROGRAMAS URBANOS Departamento de Políticas de Acessibilidade e Planejamento Urbano Cooperação Técnica Internacional BRASIL-JAPÃO Fortalecimento da Estratégia Nacional

Leia mais

Preparação de um trabalho de pesquisa 1

Preparação de um trabalho de pesquisa 1 Preparação de um trabalho de pesquisa 1 Lucia Catabriga luciac@inf.ufes.br September 22, 2015 1 Notas de Aula Prof. Ricardo Falbo (http://www.inf.ufes.br/ falbo/files/mp3-definicao Tema Revisao Bibliografica.pdf)

Leia mais

REDE SOCIAL DE MAPEAMENTO COLABORATIVO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS E URBANOS NAS CIDADES Resultados preliminares

REDE SOCIAL DE MAPEAMENTO COLABORATIVO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS E URBANOS NAS CIDADES Resultados preliminares REDE SOCIAL DE MAPEAMENTO COLABORATIVO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS E URBANOS NAS CIDADES Resultados preliminares Sergio Henrique Silva 1 ; Angelo Frozza 2 ; Reginaldo Rubens da Silva 3 RESUMO Este trabalho

Leia mais

1. Serviços SAP Business Transformation and Plan Os serviços SAP Business Transformation and Plan atualmente incluem:

1. Serviços SAP Business Transformation and Plan Os serviços SAP Business Transformation and Plan atualmente incluem: Descrição de Serviços Serviços Business Transformation and Plan O SAP Business Transformation and Plan é um serviço de consultoria e prototipagem para promover a inovação e transformação da Licenciada

Leia mais

Anexo 2 8 Padrão de Sistema de Envio do Banco de Dados Brutos via SGP e Consulta ao Geoexplo - R00

Anexo 2 8 Padrão de Sistema de Envio do Banco de Dados Brutos via SGP e Consulta ao Geoexplo - R00 6 RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 2 8 Padrão de Sistema de Envio do Banco de Dados Brutos via SGP e Consulta

Leia mais

Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede

Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede PESQUISA: PROJEÇÕES MULTIRREGIONAIS DA MÃO DE OBRA QUALIFICADA NO BRASIL TERMO DE REFERÊNCIA (versão 13/04/2012) 1. Título da Pesquisa/Projeto: Projeções multirregionais

Leia mais

S G O R T A FRAMEWORK TO SUPPORT SMART GRID SOLUTIONS WITH UBIQUITOUS AND AUTONOMIC FEATURES ECDU. INF 621 - Seminários Científicos II

S G O R T A FRAMEWORK TO SUPPORT SMART GRID SOLUTIONS WITH UBIQUITOUS AND AUTONOMIC FEATURES ECDU. INF 621 - Seminários Científicos II A FRAMEWORK TO SUPPORT SMART GRID SOLUTIONS WITH UBIQUITOUS AND AUTONOMIC FEATURES Aluno: Me. Flávio Galvão Calhau Orientador: Dr. Romildo Bezerra S G O R T ECDU INF 621 - Seminários Científicos II Um

Leia mais

APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT

APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT Junho - 2015 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Ações do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (PAINT) Gestão de riscos: um

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais

Gestão de Riscos no Brasil

Gestão de Riscos no Brasil Gestão de Riscos no Brasil Eduardo Soares de Macedo Géologo PROCESSOS CAUSADORES DE RISCOS NATURAIS Classificação COBRADE SEDEC-MI CATEGORIA GRUPO SUBGRUPO 1. Terremoto 1. GEOLÓGICO 2. Emanação vulcânica

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Qualidade de Software Projeto e Desenvolvimento de Sistemas Dr. Fábio Levy Siqueira levy.siqueira@gmail.com Aula 2: Garantia da Qualidade e Padrões Qualidade de software Quais são as atividades de Gestão

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ICA 7-26 PROCESSO DE GESTÃO DE RISCOS DE SEGURANÇA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO 2013 MINISTÉRIO

Leia mais

RELATÓRIO 3 CONJUNTO DE METADADOS DO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA ENAP

RELATÓRIO 3 CONJUNTO DE METADADOS DO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA ENAP RELATÓRIO 3 CONJUNTO DE METADADOS DO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA ENAP Projeto básico sobre Repositório Digital: Definição da Arquitetura Informacional / Definição do Conjunto de Metadados / Definição

Leia mais

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 1 O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 100-TC-B5 05/2005 Daniela Karine Ramos Ilog Tecnologia, dadaniela@gmail.com B - Conteúdos

Leia mais

Atualização de um Simulador de Cenários Sísmicos em ambiente WebSIG

Atualização de um Simulador de Cenários Sísmicos em ambiente WebSIG Atualização de um Simulador de Cenários Sísmicos em ambiente WebSIG Nuno AFONSO 1, Alexandra CARVALHO 1 1 Laboratório Nacional de Engenharia Civil (nuno.fnvs.afonso@gmail.com; xana.carvalho@lnec.pt) Palavras-chave:

Leia mais

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Ricardo Terra 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus da Pampulha 31.270-010

Leia mais

Projeto mgov2 Redes Sociais e Dispositivos Móveis. Projeto mgov2 Redes Sociais e Dispositivos Móveis

Projeto mgov2 Redes Sociais e Dispositivos Móveis. Projeto mgov2 Redes Sociais e Dispositivos Móveis Projeto mgov2 1. Breve Histórico O instituto i3g é um centro privado de pesquisas na área de governo eletrônico, tendo iniciado suas atividades em 9/9/99. Sua missão é o fortalecimento da cidadania através

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos

Leia mais

Potencialidades de utilização de Informação Geográfica Voluntária

Potencialidades de utilização de Informação Geográfica Voluntária FCTUC Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC INESCC Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores em Coimbra Potencialidades de utilização de Informação Geográfica Voluntária Cidália C. Fonte Faculdade

Leia mais

ALTERNATIVA PARA SIMPLIFICAÇÃO NA ESTRUTURA DE EXECUÇÃO DE PROJETOS SEIS-SIGMA

ALTERNATIVA PARA SIMPLIFICAÇÃO NA ESTRUTURA DE EXECUÇÃO DE PROJETOS SEIS-SIGMA Blucher Engineering Proceedings Agosto de 2014, Número 2, Volume 1 ALTERNATIVA PARA SIMPLIFICAÇÃO NA ESTRUTURA DE EXECUÇÃO DE PROJETOS SEIS-SIGMA Cristiano Marques de Oliveira 1 1 Delphi Automotive Systems

Leia mais

Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab

Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab Projeto elaborado por Lorenzo Seguini lorenzo_seguini@yahoo.it Projeto Diálogos Setoriais União Europeia - Brasil 1 Sumário 1. Introdução...3

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. 1 PreSal (definição do site da empresa Petrobras consultado em 28/08/2010): O termo pré-sal

1. INTRODUÇÃO. 1 PreSal (definição do site da empresa Petrobras consultado em 28/08/2010): O termo pré-sal 23 1. INTRODUÇÃO A produção de grandes quantidades de produtos inutilizáveis, os resíduos como conhecemos atualmente, foi o primeiro indício real de que a Revolução Industrial implicaria na produção de

Leia mais

Recursos Hídricos. Clima e Recursos Hídricos. Anexo III-e. Prospecção Tecnológica. Síntese de Painel de Especialistas

Recursos Hídricos. Clima e Recursos Hídricos. Anexo III-e. Prospecção Tecnológica. Síntese de Painel de Especialistas Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Anexo III-e Recursos Hídricos Clima e Recursos Hídricos Síntese de Painel de Especialistas 1 Contexto Os sistemas hídricos brasileiros

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO AMBIENTAL: APLICAÇÃO NA FACULDADE DE HORIZONTINA - FAHOR

PROPOSIÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO AMBIENTAL: APLICAÇÃO NA FACULDADE DE HORIZONTINA - FAHOR PROPOSIÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO AMBIENTAL: APLICAÇÃO NA FACULDADE DE HORIZONTINA - FAHOR Joel Tauchen (1); Luciana Londero Brandli (2); Marcos Antonio Leite Frandoloso (3) Felipe de Brito Rodrigues (4)

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO REPRESENTAÇÃO NO BRASIL SOLICITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE

Leia mais

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu. "Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE." Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 REVISTA TELECOMUNICAÇÕES, VOL. 15, Nº01, JUNHO DE 2013 1 Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 Valdeci Otacilio dos Santos

Leia mais

Gestão da Qualidade em Projetos

Gestão da Qualidade em Projetos Gestão da Qualidade em Projetos Definição do Escopo Escopo O escopo do projeto define o que precisa ser feito. Isso se refere a todo o trabalho que deve ser realizado com a finalidade de produzir todas

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

Regulamento da 1ª Edição do StartupGov: o Desafio do Serviço Público

Regulamento da 1ª Edição do StartupGov: o Desafio do Serviço Público Regulamento da 1ª Edição do StartupGov: o Desafio do Serviço Público 1. SOBRE O STARTUPGOV: O StartupGov: O Desafio do Serviço Público é um espaço para debate com o objetivo de aproximar o governo de especialistas

Leia mais

Um Mapeamento Sistemático da Pesquisa sobre a Influência da Personalidade na Engenharia de Software

Um Mapeamento Sistemático da Pesquisa sobre a Influência da Personalidade na Engenharia de Software 1 1 2 Um Mapeamento Sistemático da Pesquisa sobre a Influência da Personalidade na Engenharia de Software Shirley Jacinto (ssj@cin.ufpe.br) Orientador: Fabio Q. B. da Silva (fabio@cin.ufpe.br) Questões

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO UNIFICADO: FORMAÇÕES SIG. Identificação

PROJETO PEDAGÓGICO UNIFICADO: FORMAÇÕES SIG. Identificação MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PROJETO PEDAGÓGICO UNIFICADO: FORMAÇÕES SIG Campus: Reitoria

Leia mais

REQUEST FOR INFORMATION ESCLARECIMENTOS. Permitir identificar o potencial efetivo de negócios dos clientes, a partir de dados de suas interações.

REQUEST FOR INFORMATION ESCLARECIMENTOS. Permitir identificar o potencial efetivo de negócios dos clientes, a partir de dados de suas interações. Esclarecimento II REQUEST FOR INFORMATION ESCLARECIMENTOS PERGUNTA 1: Permitir identificar o potencial efetivo de negócios dos clientes, a partir de dados de suas interações. Isto significa utilizar algoritmos

Leia mais

Estrutura do PDI 2014-2018

Estrutura do PDI 2014-2018 APRESENTAÇÃO O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) além de constituir um requisito legal, tal como previsto no Artigo

Leia mais

Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Engenharia de Software e Gerência de Projetos Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Cronograma das Aulas. Hoje você está na aula Semana

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília - IFB. Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação - PRPI Coordenação de Pesquisa - CDPQ

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília - IFB. Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação - PRPI Coordenação de Pesquisa - CDPQ CNPq/ CHAMADA MCTI/CNPq/UNESCO/HIDROEX Nº 10/2013 PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS (CsF) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília - IFB Ag. Edital Inscrições Objetivo Áreas de interesse

Leia mais

17 a 20 de agosto de 2010, Rio de Janeiro. Projeto Web Grupo Águas do Brasil Flavia Garcia

17 a 20 de agosto de 2010, Rio de Janeiro. Projeto Web Grupo Águas do Brasil Flavia Garcia 17 a 20 de agosto de 2010, Rio de Janeiro Projeto Web Grupo Águas do Brasil Flavia Garcia Sites Corporativos São a vitrine da sua empresa. É a imagem do seu negócio para o mundo; Clientes e parceiros examinam

Leia mais

Considerando a necessidade da observação e análise permanente da situação de saúde da população:

Considerando a necessidade da observação e análise permanente da situação de saúde da população: REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIMIRIM GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 901 de 04 de Agosto de 2011. ESTRUTURA E ATRIBUI O DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares André Assis Lôbo de Oliveira Francisco Guerra Fernandes Júnior Faculdades Alves Faria, 74445190, Brasil andrelobin@hotmail.com,

Leia mais

Edital para Seleção de Trabalhos para o II Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação

Edital para Seleção de Trabalhos para o II Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE Edital para Seleção de Trabalhos para o II Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação 1. APRESENTAÇÃO

Leia mais

Capítulo 2. Processos de Software. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1

Capítulo 2. Processos de Software. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1 Capítulo 2 Processos de Software slide 1 Tópicos apresentados Modelos de processo de software. Atividades de processo. Lidando com mudanças. Rational Unified Process (RUP). Um exemplo de um processo de

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África O documento de apoio da Declaração de Gaborone para a sustentabilidade na África é um paradigma transformador na busca pelo

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento.

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento. PROGRAMA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS FUNDEP REGULAMENTO PARA CADASTRAMENTO DE PROJETOS UFMG A Fundep//Gerência de Articulação de Parcerias convida a comunidade acadêmica da UFMG a cadastrar propostas de acordo

Leia mais

EDITAL FAPEPI N 008/2012 ACORDO CAPES/FAPEPI BOLSAS DE DOUTORADO E AUXÍLIO PARA DOCENTES DE INSTIUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO SUPERIOR

EDITAL FAPEPI N 008/2012 ACORDO CAPES/FAPEPI BOLSAS DE DOUTORADO E AUXÍLIO PARA DOCENTES DE INSTIUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO SUPERIOR EDITAL FAPEPI N 008/2012 ACORDO CAPES/FAPEPI BOLSAS DE DOUTORADO E AUXÍLIO PARA DOCENTES DE INSTIUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO SUPERIOR A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí - FAPEPI, em conformidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA

AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA BRITO 1, Antônio Cavalcanti CARVALHO 2, Fabricio Braga Soares MARINHO

Leia mais

FU N D A Ç Ã O HEMO M IN A S

FU N D A Ç Ã O HEMO M IN A S DESENVOLVIMENTO DE PESQUIS NA FUNDAÇÃO HEMOMINAS VERSÃO 05 DEZEMBRO / 2014 Cópia controlada. Nenhuma parte deste Manual pode ser reproduzida, por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia,

Leia mais

Gerenciamento de custos do projeto

Gerenciamento de custos do projeto PMBOK Visão Geral O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia do Conjunto de Conhecimentos em de Projetos, o qual inclui práticas comprovadas que são amplamente aplicadas na gestão de s, além

Leia mais

METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Versão 1 MDS Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas 1 Presidente INCRA Rolf Hackbart Diretor de Gestão Estratégica DE - INCRA Roberto Kiel Coordenador Geral

Leia mais

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projeto /Turma 140 Data: Agosto/2014 GERENCIAMENTO DE PROJETOS AMBIENTAIS

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projeto /Turma 140 Data: Agosto/2014 GERENCIAMENTO DE PROJETOS AMBIENTAIS Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projeto /Turma 140 Data: Agosto/2014 GERENCIAMENTO DE PROJETOS AMBIENTAIS Eduardo Christófaro de Andrade Eng. Agrônomo Juliana Maria Mota

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais PÁG. 1/8 1. OBJETIVO Definir a sistemática para identificação e avaliação contínua dos aspectos ambientais das atividades, produtos, serviços e instalações a fim de determinar quais desses tenham ou possam

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 0 2014 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FUNDAÇÃO EDUCACIONAL CLAUDINO FRANCIO FACULDADE CENTRO MATO-GROSSENSE SORRISO/MT Portaria Nº 004/2015 Dispõe sobre Relatório Apresentado pela Comissão Própria

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA Nº 15/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA O PROJETO REGISTRO DE IDENTIDADE CIVIL REPLANEJAMENTO E NOVO PROJETO PILOTO

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA Nº 15/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA O PROJETO REGISTRO DE IDENTIDADE CIVIL REPLANEJAMENTO E NOVO PROJETO PILOTO CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA Nº 15/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA O PROJETO REGISTRO DE IDENTIDADE CIVIL REPLANEJAMENTO E NOVO PROJETO PILOTO 1. PROJETO SELECIONA PROFISSIONAIS PARA DIVERSOS PERFIS

Leia mais

Novidades do Guia PMBOK 5ª edição

Novidades do Guia PMBOK 5ª edição Novidades do Guia PMBOK 5ª edição Mauro Sotille, PMP O Guia PMBOK 5 a edição (A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK Guide) Fifth Edition), em Inglês, foi lançado oficialmente pelo

Leia mais

Introdução ao Modelo de Referência para melhoria do processo de software (MR mps) Projeto: mps Br melhoria de processo do software Brasileiro

Introdução ao Modelo de Referência para melhoria do processo de software (MR mps) Projeto: mps Br melhoria de processo do software Brasileiro Introdução ao Modelo de Referência para melhoria do processo de software (MR mps) Realidade das Empresas Brasileiras ISO/IEC 12207 ISO/IEC 15504 CMMI Softex Governo Universidades Modelo de Referência para

Leia mais

Questionário de avaliação de Práticas X Resultados de projetos - Carlos Magno Xavier (magno@beware.com.br)

Questionário de avaliação de Práticas X Resultados de projetos - Carlos Magno Xavier (magno@beware.com.br) Obrigado por acessar esta pesquisa. Sei como é escasso o seu tempo, mas tenha a certeza que você estará contribuindo não somente para uma tese de doutorado, mas também para a melhoria das práticas da Comunidade

Leia mais

Gestão de Riscos em Projetos de Software

Gestão de Riscos em Projetos de Software Gestão de Riscos em Projetos de Software Júlio Venâncio jvmj@cin.ufpe.br 2 Roteiro Conceitos Iniciais Abordagens de Gestão de Riscos PMBOK CMMI RUP 3 Risco - Definição Evento ou condição incerta que, se

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DO IFSUL

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DO IFSUL POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DO IFSUL 1 OBJETIVO A Política de Segurança da Informação do Instituto Federal Sul-rio-grandense estabelece as diretrizes para a segurança da informação, visando preservar

Leia mais

ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA

ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA O estudo a ser entregue deverá avaliar a viabilidade do projeto de PPP proposto segundo a ótica de todos os fornecedores de capital

Leia mais

Em 2050 a população mundial provavelmente

Em 2050 a população mundial provavelmente Declaração mundial Armazenamento de Água para o Desenvolvimento Sustentável Em 2050 a população mundial provavelmente ultrapassará nove bilhões de habitantes O aumento da população mundial, tanto rural

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA STI Nº 01/2011 Versão: 01 Publicação: DJE nº de / /2011 Unidade Responsável: Coordenadoria de Tecnologia da Informação - CTI I FINALIDADE Instituir a Metodologia

Leia mais

2. QUANTIDADES E DURAÇÃO DAS BOLSAS Serão concedidas 02 (duas) bolsas, com duração prevista de 12 (doze) meses, podendo ser renovadas.

2. QUANTIDADES E DURAÇÃO DAS BOLSAS Serão concedidas 02 (duas) bolsas, com duração prevista de 12 (doze) meses, podendo ser renovadas. CHAMADA PÚBLICA IPEA/PNPD Nº 027/2016 SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA CONCESSÃO DE BOLSAS O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), fundação pública vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Projeto SIAC 2.0: Uma aplicação do framework Demoiselle para o desenvolvimento de Sistema de Informações Acadêmicas da UFBA (SIAC)

Projeto SIAC 2.0: Uma aplicação do framework Demoiselle para o desenvolvimento de Sistema de Informações Acadêmicas da UFBA (SIAC) Projeto SIAC 2.0: Uma aplicação do framework Demoiselle para o desenvolvimento de Sistema de Informações Acadêmicas da UFBA (SIAC) André Luís Monteiro P. dos Santos 1, Fernando Cezar Borges 1, Leandro

Leia mais

Soma. Paulo Roberto Guimarães Junior

Soma. Paulo Roberto Guimarães Junior Soma Paulo Roberto Guimarães Junior Observatório Nacional de Segurança Viária. Rua 9 de Julho, 1953 - Vila Georgina - Cep: 13.333-070 - Indaiatuba SP Telefone: (19) 3801.4500 E-mail: onsv@onsv.org.br SÍNTESE

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

MODELAGEM DE PROCESSOS USANDO BPMN (BUSINESS PROCESS MODEL AND NOTATION) E IOT (INTERNET DAS COISAS)

MODELAGEM DE PROCESSOS USANDO BPMN (BUSINESS PROCESS MODEL AND NOTATION) E IOT (INTERNET DAS COISAS) WHITE PAPPER Rafael Fazzi Bortolini Diretor, Cryo Technologies Orquestra BPMS rafael@cryo.com.br Internet das Coisas e Gerenciamento de Processos de Negócio (BPM) são duas disciplinas ou tendências à primeira

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS 1. OBJETIVO A gestão de risco para a NexFuel é uma ferramenta pela qual são analisados e monitorados os riscos estratégicos, operacionais e financeiros bem como aqueles atrelados

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro Campus São Gonçalo CoEX - Coordenação de Extensão EDITAL INTERNO

Leia mais

GT de Economia Criativa

GT de Economia Criativa GT de Economia Criativa Santa Maria, 02 de outubro de 2012 Pauta da reunião 1) Ações após a 1ª reunião do GT 2) Apresentação do Projeto de Mapeamento Georreferenciado da Economia Criativa 3) Apresentação

Leia mais

Ficha de Avaliação do Programa

Ficha de Avaliação do Programa Ficha de Ficha de do Programa Período de : 2007 a 2009 Etapa: Trienal 2010 Área de : 2 - CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO IES: 24001015 - UFPB/J.P. - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA/JOÃO PESSOA Programa: 24001015047P4

Leia mais

Projeto USP-ICMC. Ecossistema de software como abordagem colaborativa para a gestão de riscos de inundação e resposta a desastres

Projeto USP-ICMC. Ecossistema de software como abordagem colaborativa para a gestão de riscos de inundação e resposta a desastres Universidade Estadual de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Programa de Ciências de Computação e Matemática Computacional Projeto USP-ICMC Ecossistema de software como abordagem

Leia mais

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Objetivos da disciplina Descrever o processo de Gerenciamento e Engenharia de Requisitos para projetos Treinar alunos no Gerenciamento de Requisitos Apresentar estudos de caso

Leia mais

PROJETO INTEGRADOR II Alunos do Final do Módulo Organizacional

PROJETO INTEGRADOR II Alunos do Final do Módulo Organizacional PROJETO INTEGRADOR II Alunos do Final do Módulo Organizacional Cartilha de Orientação SUMÁRIO 1. Apresentação 2. Informações 2.1. Requisitos Específicos do Projeto Integrador II 2.2. Roteiro para elaboração

Leia mais

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD 1 A QUALIDADE DOS CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA: CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS E BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UAB Belém PA, Maio 2012 Categoria: Pesquisa e Avaliação

Leia mais

PROTOCOLO DE COMPROMISSO

PROTOCOLO DE COMPROMISSO PROTOCOLO DE COMPROMISSO PROTOCOLO DE COMPROMISSO QUE A FACULDADE CASA DO ESTUDANTE - FACE, MANTIDA PELA SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR DE ARACRUZ LTDA E REPRESENTADA PELO DIRETOR ANTÔNIO EUGÊNIO CUNHA APRESENTA

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 016/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: ALTO IMPACTO O Projeto BRA/06/032 comunica que

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais