Política de financiamento. da FINEP para empresas

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1 Política de financiamento da FINEP para empresas SMR, 15/09/2003

2 FINEP Marcos históricos 1967 FINEP substitui o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas (José Pelúcio Ferreira) 1969 Criado o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) FINEP foi o principal responsável pela implantação da infra-estrutura de C&T do País

3 FINEP tem contribuído para viabilizar os principais resultados econômicos de C&T FINEP financiou o desenvolvimento da Embrapa e diversos projetos na área do agronegócio EMBRAPA / UFRRJ Economia de fertilizantes na cultura da soja Economia na importação de fertilizantes superior a US$ 1 bilhão / ano Agronegócio: maior item da pauta de exportações do Brasil

4 Agronegócio Brasileiro na Atualidade Principais produtos agrícolas do Brasil e sua colocação no mundo Açúcar Suco de laranja Café Soja Carne bovina Frango Milho Frutas 1 o 1 o 1 o 2 o 2 o 2 o 3 o 3 o Fontes: CONAB e IBGE

5 Agronegócio Brasileiro na Atualidade 120 Safra Brasileira de Grãos ,4 32,9 59,5 79,4 39,4 37,7 96,6 40,1 116,3 42, Área colhida milhões ha Produção milhões t.

6 Missão da FINEP Promover e financiar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica em empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa e outras instituições públicas ou privadas, mobilizando recursos financeiros e integrando instrumentos para o desenvolvimento econômico e social do País.

7 Objetivos Gerais Expandir e aperfeiçoar o Sistema Nacional de C,T&I. Induzir e estimular atividades de P&D&I no setor empresarial Colaborar para o sucesso das metas das políticas públicas do Governo Federal

8 Objetivos operacionais da atual Gestão FNDCT (Fundos Setoriais) Participar pró-ativamente da definição das políticas dos Comitês Gestores Mobilizar comunidades para identificar e discutir oportunidades Financiar toda a cadeia do conhecimento Aumentar transparência e eficiência operacional Atuar em articulação com o CNPq

9 Objetivos operacionais da atual Gestão Financiamento de empresas Aumentar agilidade e eficiência operacional Articular política industrial com MIDIC/BNDES e ministérios Melhorar análise de risco e de projetos Aumentar substancialmente os recursos para crédito

10 Instrumentos financeiros da FINEP Financiamento não-reembolsável de C,T&I: Recursos do FNDCT, fundos setoriais Crédito Reembolsável: FND, FAT, recursos próprios Novos: Capital de risco, fundos de aval, etc

11 Grandes desafios do Sistema de C,T&I Universidades e Instituições de Pesquisa Formar recursos humanos em maior número e com maior qualificação em todas as áreas. É preciso atenção especial às carreiras voltadas para tecnologia Melhorar a produção científica e competir na fronteira do conhecimento Nanociência e nano tecnologia, biologia molecular, etc

12 Financiamentos não-reembolsáveis Instituições sem fins lucrativos Universidades Instituições de ensino e pesquisa Institutos e Centros de Pesquisa Tecnológica Outras instituições públicas ou privadas

13 FUNDOS SETORIAIS DE C&T Instrumentos de financiamento de projetos de P,D&I, formados por recursos oriundos de contribuições incidentes sobre exploração de recursos naturais pertencentes à União ou sobre impostos/faturamentos /CIDE de empresas de setores específicos. 14 Fundos Setoriais: 13 são alocados ao FNDCT e Funttel gerido pelo Minicom

14 Fundos Setoriais CTPETRO Lei 9478 CTENERG Lei 9991 CTHIDRO Lei 9993 CTTRANSPO Lei 9992 CTMINERAL Lei 9993 CTESPACIAL Lei 9994 FUNTTEL Lei CTINFO Lei Fundo Verde-amarelo Leis e CTINFRA Lei AGRO; BIOTEC; SAÚDE; AERONÁUT Lei Royalties petróleo e gás Concessionárias 0,75% a 1% 4% C.F. geradoras hidroelétricas 10% arrecad. DNER fibra óptica 2% da CFEM Parcela receita de Alcântara Sobre receita das concessões Empresas de informática 10% da remessa de royalties, assistência e serviços técnicos + IPI 20% dos demais fundos 10% da remessa de royalties, assistência e servs. técnics.

15 Fundos Setoriais Orçamento e Programação 2003 Fundos Setoriais Orçamento 2003 Posição apurada em: 19/03/2003Valores em R$ Mil Limite de Empenho até dezembro CT BIOTECNOLOGIA CT AGRONEGÓCIO CT HIDRO CT AERONÁUTICO CT INFRA CT SAÚDE CT PETRO CT VERDE AMARELO CT ENERG CT MINERAL CT TRANSPORTE CT INFO CT ESPACIAL 0 0 TOTAL

16 Empresas privadas que tiveram financiamento da FINEP para P&D&I Oxiteno AMBEV Natura Marcopolo Romi Sadia Perdigão + outras cerca de 1000

17 Grandes desafios do Sistema de C,T&I Médias e Grandes Empresas: Desenvolver cultura interna de P,D&I para melhorar produtos e processos e criar novos produtos Micro e Pequenas Empresas: Desenvolver parcerias com universidades e institutos tecnológicos para melhorar seus produtos e processos Empresas de Base Tecnológica: Capitalizar, sobreviver, ganhar mercado e criar nova geração de empresários empreendedores de tecnologia!

18 Instituições elegíveis para créditos Pequenas, médias e grandes empresas, e outras organizações com capacidade de pagamento e garantias reais

19 Formas de Operação Financiamento reembolsável: fluxo contínuo Padrão: TJLP (11%) + spread (4 6 %) Financiamento com participação nos resultados Financiamento com equalização de juros Participação no capital (para empresas de base tecnológica)

20 Condições para obter crédito com equalização de juros 1- Projeto deve ser ter como foco atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) tecnológico 2- Empresa deve criar ou expandir equipe de P&D 3- Projeto deve satisfazer um ou mais critérios de Aumento de exportação ou substituição de importações Parceria com universidades ou instituições de pesquisa Relevância regional ou inserido em arranjo produtivo local Adensamento tecnológico e dinamização de cadeia produtiva Projeto de empresa de base tecnológica

21 A FINEP deverá importante papel na nova política tecnológica e industrial do País FINEP induz e financia P&D&I nas empresas; BNDES financia ativos fixos; Governo assegura compras em setores estratégicos.

22 Programas da FINEP de apoio à micro e pequenas empresas Arranjos Produtivos Locais Apoio Direto à Inovação na Pequena Empresa PROGEX INOVAR Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas- PAPPE

23 Arranjos Produtivos Locais

24 Apoio à empresas de base tecnológica Formação de Fundos de Capital de Risco Empresas Investidores

25 Grande desafio do País Formar nova geração de empresários empreendedores em tecnologia Programas e ações da FINEP Parceria Universidade Empresa Financiamento de projetos de P&D em universidades e centros de pesquisa em áreas, produtos e processos de interesse comercial de empresas estabelecidas Editais específicos dos Fundos Setoriais Rede Brasil de Tecnologia

26 Programas e ações da FINEP Apoio à incubadoras e parques tecnológicos Apoio a mecanismos de interação entre universidades e empresas Falta programa para estimular os pesquisadores a transformar suas idéias em novos produtos e processos, a exemplo do PIPE da Fapesp

27 Programa de Apoio à Pesquisa nas Micro e Pequenas Empresas-PAPPE Objetivo Geral Convênios com Fundações Estaduais de Apoio à Pesquisa Recursos dos Fundos Setoriais Apoiar pesquisador em micro e pequenas empresas de base tecnológica para transformar idéias em protótipos ou produtos comerciais

28 Programa de Apoio à Pesquisa nas Micro e Pequenas Empresas-PAPPE Idéia MPE MPE Protótipo Apresentação a investidores PAPPE INOVAR Capital de risco

29 Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas-PAPPE Objetivo Geral Apoiar atividades de P&D de produtos e processos inovadores em fases que antecedem a comercialização, empreendidas por pesquisadores atuando diretamente ou em cooperação com empresas de base tecnológica

30 COMO ATUA Convênios com Secretarias de C&T e Fundações Estaduais de Apoio à Pesquisa PORQUE a parceria com os Estados? FINEP não pode financiar empresas com recursos não reembolsáveis

31 FINEP não financia pesquisadores (pessoa física) Descentralização é essencial para que o programa tenha capilaridade em todo território nacional Contrapartida dos estados dobra os recursos do programa R$ 174 milhões em 2 anos Melhoria da distribuição geográfica de C&T&I

32 O sucesso do PAPPE depende muito de uma construção coletiva, com grande articulação entre as FAPs e com a FINEP Seminário com os Diretores Científicos, gestores dos programas nas FAPs e com empresas de BT bem sucedidas em 18/11

33 VISITE NOSSA PÁGINA E ENTRE EM CONTATO CONOSCO SEAC:

34 Para encerrar, uma boa notícia! Em 2002 o desembolso total do FNDCT foi R$ 316,5 milhões Em 2003 a FINEP está autorizada a desembolsar R$ 505 milhões No período fevereiro outubro / 2003 a FINEP empenhou R$ 408 milhões, para mais de 750 projetos de mais de 250 instituições. Por hoje é só. Muito Obrigado

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