- LICENCIAMENTO AMBIENTAL SIMPLIFICADO, AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL E DISPENSA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL ESTADUAL

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1 CURSO LICENCIAMENTO AMBIENTAL MÓDULO 3 : LICENCIAMENTO AMBIENTAL PROPRIAMENTE DITO Instrutora: Engª Florestal Josmari Müller Curitiba - PR 2011

2 1 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - LICENCIAMENTO AMBIENTAL SIMPLIFICADO, AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL E DISPENSA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL ESTADUAL - ATIVIDADES SUJEITAS AO LICENCIAMENTO - REGULARIZAÇÃO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL - DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O REQUERIMENTO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL - CRITÉRIOS PARA SOLICITAÇÃO E OBTENÇÃO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL - A QUEM COMPETE LICENCIAR - ESTUDOS AMBIENTAIS APLICÁVEIS AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

3 2 1. INTRODUÇÃO Com o objetivo de compatibilizar as atividades humanas com a proteção ambiental, todos os empreendimentos, atividades ou obras, sejam da atividade pública ou privada, que provoquem impactos ambientais, estão sujeitas ao licenciamento. O Licenciamento ambiental é uma exigência legal e uma ferramenta do poder público para o controle ambiental e, em muitos casos, apresenta-se como um desafio para o setor empresarial. É obrigação do empreendedor, prevista em lei, buscar o licenciamento ambiental junto ao órgão competente, desde as etapas iniciais de seu planejamento e instalação até a sua efetiva operação. O licenciamento ambiental é um instrumento fundamental na busca do desenvolvimento sustentável. Seu objetivo é encontrar o convívio equilibrado entre a ação econômica do homem e o meio onde se insere. Busca-se a compatibilidade do desenvolvimento econômico e da livre iniciativa com o meio ambiente, prevenindo os impactos ambientais provocados por atividades e empreendimentos que utilizam recursos naturais ou que sejam considerados efetiva ou potencialmente poluidores, podendo causar degradação ambiental e inconvenientes ao bem-estar público. Buscar o desenvolvimento sustentável, aliando o crescimento econômico aos novos desafios da conformidade ambiental é hoje, além de uma exigência legal, uma grande estratégia competitiva que assegura o cumprimento de atuação responsável.

4 3 2. PRINCÍPIOS GERAIS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Constituição Federal previu, em seu art. 225, que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Com isso, o meio ambiente tornou-se direito fundamental do cidadão, cabendo tanto ao governo quanto a cada indivíduo o dever de resguardá-lo. A defesa do meio ambiente apresenta-se também como princípio norteador e inseparável da atividade econômica na Constituição Federal. Desse modo, não são admissíveis atividades da iniciativa privada e pública que violem a proteção do meio ambiente. O licenciamento é também um dos instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), cujo objetivo é agir preventivamente sobre a proteção do bem comum do povo o meio ambiente e compatibilizar sua preservação com o desenvolvimento econômico-social. Ambos, essenciais para a sociedade, são direitos constitucionais. A meta é cuidar para que o exercício de um direito não comprometa outro igualmente importante. A previsão do licenciamento na legislação ordinária surgiu com a edição da Lei 6.938/81, que em seu art. 10 estabelece: A construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, considerados efetiva ou potencialmente poluidores, bem como os capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental, dependerão de prévio licenciamento por órgão estadual competente, integrante do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, em caráter supletivo, sem prejuízo de outras licenças exigíveis. A Resolução CONAMA 237/97 traz o seguinte conceito de licenciamento ambiental: Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras; ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar

5 4 degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso. Por procedimento entende-se um encadeamento de atos que visam a um fim a concessão da licença ambiental. Esse procedimento é conduzido no âmbito do Poder Executivo, na figura de seus órgãos ambientais nas várias esferas, e advém do regular exercício de seu poder de polícia administrativa. A licença ambiental é uma autorização emitida pelo órgão público competente, a qual é concedida ao empreendedor para que exerça seu direito à livre iniciativa, desde que atendidas as precauções requeridas, a fim de resguardar o direito coletivo ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Importante notar que, devido à natureza autorizativa da licença ambiental, essa possui caráter precário. Exemplo disso é a possibilidade legal de a licença ser cassada caso as condições estabelecidas pelo órgão ambiental não sejam cumpridas. 3. LICENCIAMENTO AMBIENTAL SIMPLIFICADO, AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL E DISPENSA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL ESTADUAL A Resolução CONAMA 237/97 estabelece que o processo de licenciamento ambiental é constituído de três tipos de licenças, sendo cada uma exigida em uma etapa específica do licenciamento. Assim, temos: Licença Prévia (LP) Licença de Instalação (LI) Licença de Operação (LO) O órgão ambiental, poderá no entanto, definir licenças ambientais específicas, observadas a natureza, características e peculiaridades da atividade ou empreendimento e, ainda, a compatibilização do processo de licenciamento com as etapas de planejamento, implantação e operação. Assim sendo, no Estado do Paraná foram estabelecidas, além do procedimento normal de licenciamento, as seguintes modalidades de licenciamento ambiental: - Licença Ambiental Simplificada LAS A Licença Ambiental Simplificada consiste em um ato administrativo único, o qual aprova a localização e a concepção do empreendimento, atividade ou obra de

6 5 pequeno porte e/ou que possua baixo potencial poluidor/degradador, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos bem como autoriza sua instalação e operação de acordo com as especificações constantes dos requerimentos, planos, programas e/ou projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes determinadas pelo IAP. Ficam passíveis de licenciamento ambiental simplificado os empreendimentos com as características constantes na tabela abaixo (Artigo 5 da Resolução 0070/ CEMA). EMPREENDIMENTO/ATIVIDADE VOLUME DE TRANSFORMAÇÃO OU PRODUÇÃO (LIMITE MÁXIMO) OU NUMERO MAXIMO DE FUNCIONÁRIOS Abatedouro de aves 3000 aves/mês Abatedouro de suínos 60 cabeças/mês Abatedouro de bovinos 30 cabeças/mês Abatedouro de ovinos 60 cabeças/mês Unidade de processamento de peixes, 200 Kg de carne processada/dia moluscos, anfíbios e crustáceos Unidade de classificação de ovos 300 dúzias/dia Fabrica de embutidos e defumados 1000 Kg de carne processada/dia Laticínios (resfriamento e envase) 1250 l de leite/dia Laticínios (queijo e manteiga) 800 l de leite/dia Laticínios (doce de leite) 800 l de leite/dia Fabrica de conservas salgadas 250 Kg de matéria prima/dia Fabrica de geléias conservas doces 250 Kg de matéria prima/dia Açúcar mascavo e rapadura 3000 Kg de cana moída/dia Indústria de doces, chocolates, balas 200 Kg de produto/dia Industria de processamento de frutas 500 l de suco/dia Industria de biscoitos e bolachas 300 Kg de produto/dia Industria de beneficiamento de madeira 10 funcionários Industria de farinha de mandioca 500 Kg de mandioca/dia Transbordo e armazenamento de 500 t (capacidade de estocagem) cereais em áreas rurais Ervateira 10 funcionários Industria cerâmica 10 funcionários Industria de farinha de milho 100 Kg de milho/dia Produção de vinho 2000 Kg de uva processada/dia Produção de vinagre 300 l/dia Produção de sucos 600 l/dia Destilaria de álcool e cachaça 1000 Kg de cana moída/dia Torrefação e empacotamento de chá 50 Kg de chá/dia Torrefação e empacotamento de café 120 Kg de materia/dia Tratamento de superfície Até 10 m³/dia (1) Unidade de processamento de mel Kg de mel/ano Fornos para produção de carvão Empreendimentos até 5 (cinco) fornos de carvão, com capacidade máxima de processamento de 20 m³/mês de lenha/forno (2) (1) Vazão de efluentes líquidos gerados no processo (2) Limite máximo/ano (3) Não serão permitidas instalações de fornos para produção de carvão em área urbana

7 6 - Autorização Ambiental AA Ato administrativo único, pelo qual o órgão ambiental aprova a localização e autoriza a instalação, operação e/ou implementação de atividade que possa acarretar alterações ao meio ambiente, por curto e certo espaço de tempo, de caráter temporário ou a execução de obras que não caracterizem instalações permanentes, de acordo com as especificações constantes dos requerimentos, cadastros, planos, programas e/ou projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambientais e demais condicionantes determinadas pelo IAP. A validade é de no máximo 1 (um) ano. Exemplos: terraplanagem, transporte e disposição final de resíduos (importação/exportação) testes de queima, testes de co-processamento, tudo o que for teste de unidade piloto, modificação de sistema de tratamento (sem ampliação do processo produtivo); - Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental Estadual (DLAE): Concedida para os empreendimentos cujo licenciamento ambiental não compete ao órgão ambiental estadual, conforme os critérios estabelecidos em resoluções específicas. Conforme Resolução SEMA 051/2010 os empreendimentos listados nos parágrafos a seguir, ficam passíveis de Dispensa de Licenciamento Ambiental Estadual - DLAE, sem prejuízo ao Licenciamento Ambiental Municipal, em função de seu reduzido potencial poluidor/degradador. - Os empreendimentos de avicultura, com área construída em confinamento de no máximo m 2 em área rural, de acordo com o estabelecido na Resolução SEMA nº 024/ Os empreendimentos de piscicultura, com área de até m 2, de uso não comercial, incluindo lazer ou paisagismo. - Os empreendimentos de suinocultura com até 10 animais em terminação ou até 03 matrizes, com sistema de criação de confinamento ou mistos. - Os empreendimentos de saneamento abaixo listados, de acordo com estabelecido na Resolução SEMA nº021/2009: I. Estações de Tratamento de Água com vazão inferior a 30 l/s; II. Captações superficiais (rios e minas) e subterrâneas, como também perfuração e operação de poços, sendo apenas necessário outorga ou a dispensa de outorga pela SUDERHSA; III. Unidades de tratamento simplificado (apenas cloração + fluoretação) das águas de captações superficiais e subterrâneas;

8 7 IV. Rede de distribuição, adutoras, reservatórios e elevatórias de sistemas de abastecimento de água; V. Coletores tronco e rede coletora de esgoto; VI. Poços tubulares rasos. - Os empreendimentos industriais e/ou artesanais, cuja atividade atenda todos os critérios abaixo: I. Possuir até 10 funcionários; II. Não gerar efluentes líquidos industriais, ou com efluentes gerados cuja vazão não ultrapasse 1 m 3 /dia, nas atividades de processamento de vegetais para alimentos, laticínios e embutidos; III. Não gerar Resíduos Sólidos Classe I Perigosos, conforme normas técnicas vigentes, no processo industrial; IV. Não gerar emissões atmosféricas, ou emissões atmosféricas geradas em equipamentos, para a geração de calor ou energia, com as seguintes características TIPO DE COMBUSTÍVEL Combustível gasoso Óleo combustível e assemelhados Carvão, xisto sólido, coque e outros combustíveis assemelhados POTÊNCIA TÉRMICA NOMINAL MÁXIMA Até 10 MW Até 10 MW Até 10 MW Derivados de madeira Bagaço de cana-de-açúcar Turbinas de gás Até 10 MW Até 10 MW Até 10 MW - As micro e pequenas empresas destinadas a: I. Confecção de artigos do vestuário, cama, mesa e banho e acessórios complementares; II. Fabricação de peças, brinquedos e jogos recreativos artesanais, por pessoas físicas e/ou micro-empresas; III. Fabricação de artefatos de cimento e concreto; IV. Fabricação de artefatos de madeira, palha, cortiça, vime e material trançado não especificados anteriormente, inclusive móveis em geral. - Os empreendimentos comerciais e de serviços abaixo listados: I. Estabelecimentos para comercialização, manutenção e reparo de veículos automotores, oficinas mecânicas e lavadores de veículos para automóveis de passeio e utilitários de pequeno porte; II. Bares, panificadoras, açougues, restaurantes e casas noturnas; III. Supermercados com área coberta de até m 2 ; IV. Shopping centers com área coberta de até m 2 ; V. Hotéis e motéis com até 100 leitos; VI. Transporte Rodoviário Urbana e Interurbano de passageiros; VII. Transporte de cargas em geral, desde que não perigosas; VIII. Estacionamento de veículos;

9 8 IX. Comércio de peças e acessórios para veículos automotores; X. Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios, à exceção de hipermercados e supermercados com área coberta superior a m 2 ; XI. Comércio varejista de produtos alimentícios, bebidas e fumo; XII. Comércio varejista de material de construção, desde que com área coberta inferior a m 2 ; XIII. Comércio varejista de equipamentos de informática e comunicação; equipamentos e artigos de uso doméstico; XIV. Comércio varejista de artigos culturais, recreativos e esportivos; XV. Comércio varejista de produtos de perfumaria e cosméticos e artigos médicos, ópticos e ortopédicos; XVI. Limpa-fossa; XVII. Tratamento de dados, hospedagem na internet, cabos telefônicos inclusive fibra óptica, medidores de energia elétrica, e outras atividades relacionadas, bem como outras atividades de prestação de serviços de informação; XVIII. Empresas prestadoras de serviços de segurança, manutenção e limpeza; XIX. Atividades de organizações associativas patronais, empresariais, profissionais e recreativas; XX. Estabelecimento de Ensino Públicos e Privados, exceto campus universitário; XXI. Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo (GLP); XXII. Comércio ambulante e outros tipos de comércio varejista. - Os Empreendimentos de Serviços de Saúde com volume de geração de resíduos até 30 L/semana, exceto os que produzem resíduos quimioterápicos, de acordo com o estabelecido na Resolução CONAMA Nº 358/05 e na Resolução Conjunta n.º 002/ SEMA/SESA. - Os cortes isolados de espécies nativas em área urbana (até 5 exemplares) desde que não constantes da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção e localizadas fora de áreas de preservação permanente. - As atividades e operações de conservação, manutenção, restauração e melhorias permanentes das Rodovias Estaduais e vias Municipais pavimentadas já existentes, bem como as instalações de apoio nas rodovias, tais como praças de pedágio, serviços de apoio ao usuário, garagem de ambulância, torres de transmissão de rádio, dentre outras. I. Para os fins previstos neste inciso, e de acordo com a Portaria Interministerial nº 273, de novembro de 2004, entende-se por: a. Conservação de rodovias pavimentadas: serviços de reparos nos defeitos ocasionados na obra de arte corrente ou pavimento, sendo de caráter corretivo e não preventivo, incluindo-se, entre outros, a limpeza dos dispositivos de drenagem da rodovia e faixa de domínio, tais como:

10 9 b. "tapa buraco", reparo no meio fio, limpeza da sarjeta, desobstrução de bueiros, roçada do entorno de obra de arte especial, roçada de placas, roçada da vegetação da faixa de domínio da rodovia, limpeza do acostamento, reparos na sinalização vertical e horizontal. c. Manutenção de rodovias pavimentadas: serviços de reparo dos defeitos ocasionados pelo desgaste natural, face ao uso ou à exposição às intempéries, onde se procura reabilitar as funções de trafegabilidade, em caráter preventivo, com intervenções singelas, de baixo custo, tais como a sinalização horizontal e a recuperação asfáltica. d. Restauração de rodovias pavimentadas: serviços de reparos dos defeitos, reabilitação estrutural da rodovia, com aplicação de camadas de reforços ou revitalização da base, reabilitação de trechos em elevado estado de deterioração física dos pavimentos e das condições dos elementos situados dentro da faixa de domínio do corpo estradal. - Pavimentação, recapamento asfáltico e drenagem de águas pluviais bem como suas ampliações, em vias urbanas tais como definidas em lei. - As linhas de distribuição de energia com fins de eletrificação rural, em que não ocorra corte/supressão de arvores e vegetação, nem transposição de áreas de preservação permanente, bem como, medidores de energia elétrica, posteamento urbano para instalação de redes de distribuição de energia elétrica e de distribuição de sinal de TV a cabo. - As Estações Comerciais Emissoras de Campos Eletromagnéticos que se enquadram nas seguintes situações: I. Radiocomunicadores instalados em veículos terrestres, aquáticos ou aéreos; II. Estações itinerantes para serviços de telecomunicações; III. Estações de telecomunicações, tipo indoor, localizadas no interior de edificações de uso exclusivo para melhoria de sinal nesses locais; IV. Estações instaladas em empreendimentos que já possuem licença ambiental para sua atividade fim específica, diversa da atividade de prestação do serviço de telecomunicações e que utilizam desta tecnologia para fins não comerciais; - Os projetos de irrigação de até 10 hectares. - Qualquer construção, reforma ou ampliação de edificações para fins comerciais, de moradia, lazer, práticas esportivas, e de utilidade pública, tais como, escolas, quadras de esportes, praças, campos de futebol, centros de eventos, igrejas, templos religiosos, creches, centros de inclusão digital, dentre outras localizados em área urbana já servidos de toda infra-estrutura, em especial rede de esgoto e coleta de resíduos sólidos urbanos. - Benfeitorias rurais onde não haja transformação de produtos.

11 10 - Desmembramento de um lote urbano, quando comprovado que mesmo sendo parcelamento do solo trata-se de terreno consolidado no perímetro urbano e já dotado de infra-estrutura. - Apicultura em geral. - Terraplanagem até 100 m 3, desde que não situada em área de preservação permanente e Reserva Legal. - Aparelhamento (polimento, lixação, alisamento) de pedras e fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos. A expedição da DLAE somente será efetuada quando houver interesse por parte do proprietário do empreendimento para alguma finalidade particular do empreendedor, como por exemplo, a liberação de um financiamento em banco ou outra qualquer, e para este caso deverá ser solicitada a Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental Estadual junto ao IAP. Quando o empreendimento for considerado de baixo impacto ambiental, pequeno porte e não estiver na lista desta Resolução SEMA 51/2009 e o interessado entender que poderia ser dispensado, aí sim a análise por parte do IAP deverá ser feita com base na apresentação da Relação de Documentos para o deferimento ou indeferimento da DLAE. No caso da expedição do indeferimento o requerente deverá ser orientado para requerer a LAS, AA ou LP e demais, conforme for o tipo da atividade. A DLAE não isenta o empreendimento de atender a legislação ambiental vigente, em relação ao atendimento aos parâmetros de lançamento de efluentes líquidos, emissões atmosféricas, resíduos sólidos, dentre outros que possam ser gerados pela atividade. 4. REGULARIZAÇÃO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL Atividades ou empreendimentos já existentes e com início de funcionamento comprovadamente anterior a 1.998, que estejam regularizando seu licenciamento ambiental, poderão solicitar diretamente a Licença de Operação (LO de Rgularização) ou a Licença Ambiental Simplificada (LAS de Regularização). Para tanto, serão apresentados num único procedimento administrativo, todos os documentos e estudos exigidos por ocasião das três modalidades de licenciamento. As ampliações ou alterações definitivas nos processos de produção e/ou nos volumes produzidos pelas indústrias requerem licenciamento simplificado ou

12 11 licenciamento prévio, de instalação e de operação para a parte ampliada ou alterada, adotados os mesmos critérios do licenciamento. Não necessitam de licenciamento ambiental as obras e/ou reformas com a finalidade de melhoria da aparência dos empreendimentos e aumento da capacidade de armazenamento de matérias primas e produtos, com exceção de matérias primas e produtos perigosos. 5. ATIVIDADES SUJEITAS AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL As licenças não são exigidas para todo e qualquer empreendimento. A Lei 6.938/81 determina a necessidade de licenciamento para as atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva e potencialmente poluidoras, bem como as capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental. A Resolução CONAMA 237/97 traz, em seu Anexo I, um rol de atividades sujeitas ao licenciamento ambiental. Para as atividades lá listadas, o licenciamento é essencial. Essa relação é exemplificativa e não pretende esgotar todas as possibilidades, o que seria impossível, mas funciona como norteador para os empreendedores. A tabela a seguir apresenta uma lista de atividades ou empreendimentos sujeitas ao licenciamento ambiental de acordo com a Resolução Conama 237/97. GRUPO / ATIVIDADES Extração e tratamento de minerais pesquisa mineral com guia de utilização lavra a céu aberto, inclusive de aluvião, com ou sem beneficiamento lavra subterrânea com ou sem beneficiamento lavra garimpeira perfuração de poços e produção de petróleo e gás natural Indústria de produtos minerais não-metálicos beneficiamento de minerais não-metálicos, não associados à extração fabricação e elaboração de produtos minerais não-metálicos, tais como: produção de material cerâmico, cimento, gesso, amianto e vidro, entre outros Indústria metalúrgica fabricação de aço e de produtos siderúrgicos produção de fundidos de ferro e aço, forjados, arames, relaminados com ou sem tratamento de superfície, inclusive galvanoplastia metalurgia dos metais não-ferrosos, em formas primárias e secundárias,

13 12 inclusive ouro produção de laminados, ligas, artefatos de metais não-ferrosos com ou sem tratamento de superfície, inclusive galvanoplastia relaminação de metais não-ferrosos, inclusive ligas produção de soldas e anodos metalurgia de metais preciosos metalurgia do pó, inclusive peças moldadas fabricação de estruturas metálicas com ou sem tratamento de superfície, inclusive galvanoplastia Indústria metalúrgica (continuação) fabricação de artefatos de ferro, aço e de metais não-ferrosos com ou sem tratamento de superfície, inclusive galvanoplastia têmpera e cementação de aço, recozimento de arames, tratamento de superfície Indústria mecânica fabricação de máquinas, aparelhos, peças, utensílios e acessórios com e sem tratamento térmico e/ou de superfície Indústria de material elétrico, eletrônico e de comunicações fabricação de pilhas, baterias e outros acumuladores fabricação de material elétrico, eletrônico e de equipamentos para telecomunicação e informática fabricação de aparelhos elétricos e eletrodomésticos Indústria de material de transporte fabricação e montagem de veículos rodoviários e ferroviários, peças e acessórios fabricação e montagem de aeronaves fabricação e reparo de embarcações e estruturas flutuantes Indústria de madeira serraria e desdobramento de madeira preservação de madeira fabricação de chapas, placas de madeira aglomerada, prensada e compensada fabricação de estruturas de madeira e de móveis Indústria de papel e celulose fabricação de celulose e pasta mecânica fabricação de papel e papelão fabricação de artefatos de papel, papelão, cartolina, cartão e fibra prensada Indústria de fumo fabricação de cigarros, charutos, cigarrilhas e outras atividades de beneficiamento do fumo Indústria de borracha beneficiamento de borracha natural

14 13 fabricação de câmara de ar e fabricação e recondicionamento de pneumáticos fabricação de laminados e fios de borracha fabricação de espuma de borracha e de artefatos de espuma de borracha, inclusive látex Indústria de couros e peles secagem e salga de couros e peles curtimento e outras preparações de couros e peles fabricação de artefatos diversos de couros e peles fabricação de cola animal Indústria química produção de substâncias e fabricação de produtos químicos fabricação de produtos derivados do processamento de petróleo, de rochas betuminosas e da madeira fabricação de combustíveis não derivados de petróleo produção de óleos, gorduras, ceras vegetais-animais, óleos essenciais vegetais e outros produtos da destilação da madeira fabricação de resinas e de fibras e fios artificiais e sintéticos e de borracha e látex sintéticos fabricação de pólvora, explosivos, detonantes, munição para caçadesporto, fósforo de segurança e artigos pirotécnicos recuperação e refino de solventes, óleos minerais, vegetais e animais fabricação de concentrados aromáticos naturais, artificiais e sintéticos fabricação de preparados para limpeza e polimento, desinfetantes, inseticidas, germicidas e fungicidas fabricação de tintas, esmaltes, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes e secantes fabricação de fertilizantes e agroquímicos fabricação de produtos farmacêuticos e veterinários fabricação de sabões, detergentes e velas fabricação de perfumarias e cosméticos produção de álcool etílico, metanol e similares Indústria de produtos de matéria plástica fabricação de laminados plásticos fabricação de artefatos de material plástico Indústria têxtil, de vestuário, calçados e artefatos de tecidos beneficiamento de fibras têxteis, vegetais, de origem animal e sintéticos fabricação e acabamento de fios e tecidos tingimento, estamparia e outros acabamentos em peças do vestuário e artigos diversos de tecidos fabricação de calçados e componentes para calçados Indústria de produtos alimentares e bebidas beneficiamento, moagem, torrefação e fabricação de produtos alimentares matadouros, abatedouros, frigoríficos, charqueadas e derivados de

15 14 origem animal fabricação de conservas preparação de pescados e fabricação de conservas de pescados preparação, beneficiamento e industrialização de leite e derivados fabricação e refinação de açúcar refino e preparação de óleo e gorduras vegetais produção de manteiga, cacau, gorduras de origem animal para alimentação fabricação de fermentos e leveduras fabricação de rações balanceadas e de alimentos preparados para animais fabricação de vinhos e vinagre fabricação de cervejas, chopes e maltes fabricação de bebidas não alcoólicas, bem como engarrafamento e gaseificação de águas minerais fabricação de bebidas alcoólicas Turismo complexos turísticos e de lazer, inclusive parques temáticos e autódromos Indústrias diversas usinas de produção de concreto usinas de asfalto serviços de galvanoplastia Obras civis rodovias, ferrovias, hidrovias, metropolitanos barragens e diques canais para drenagem retificação de curso de água abertura de barras, embocaduras e canais transposição de bacias hidrográficas outras obras de arte Serviços de utilidade produção de energia termoelétrica transmissão de energia elétrica estações de tratamento de água interceptores, emissários, estação elevatória e tratamento de esgoto sanitário tratamento e destinação de resíduos industriais (líquidos e sólidos) tratamento e disposição de resíduos especiais, tais como de agroquímicos e suas embalagens usadas e de serviço de saúde, entre outros tratamento e destinação de resíduos sólidos urbanos, inclusive aqueles provenientes de fossas dragagem e derrocamentos em corpos d água recuperação de áreas contaminadas ou degradadas

16 15 Atividades diversas parcelamento do solo distrito e pólo industrial Transporte, terminais e depósitos transporte de cargas perigosas transporte por dutos marinas, portos e aeroportos terminais de minério, petróleo e derivados e produtos químicos depósitos de produtos químicos e produtos perigosos Atividades agropecuárias projeto agrícola criação de animais projetos de assentamentos e de colonização Uso de recursos naturais silvicultura exploração econômica da madeira ou lenha e subprodutos florestais atividade de manejo de fauna exótica e criadouro de fauna silvestre utilização do patrimônio genético natural manejo de recursos aquáticos vivos introdução de espécies exóticas e/ou geneticamente modificadas uso da diversidade biológica pela biotecnologia 6. CRITÉRIOS PARA SOLICITAÇÃO E OBTENÇÃO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL A obtenção de uma licença ambiental é um processo complexo, longo e custoso, onde uma falha nos documentos e/ou estudos exigidos pelas entidades reguladoras pode acarretar na interrupção ou até a invalidação do pedido de licenciamento. É nesse cenário que estabelecer estratégias para o licenciamento ambiental visando controle dos pontos críticos, agilidade nos processos e a redução de riscos se torna essencial para a aprovação da licença. Assim alguns passos devem ser atendidos para o requerimento e obtenção do licenciamento ambiental: 1º) Definição do enquadramento de licenciamento de acordo com as características do empreendimento. O esquema a seguir demonstra os passos a serem seguidos para definir a modalidade do licenciamento a ser solicitado.

17 16 2º) Uma vez definida a modalidade de licenciamento a ser solicitada, deverão ser consultados os documentos, projetos e estudos ambientais, necessários ao início do procedimento administrativo correspondente à modalidade a ser requerida, conforme previsto nas normas específicas para a atividade; 3º) Apresentação de requerimento de licenciamento ou autorização ambiental RLA pelo empreendedor, acompanhado dos documentos, projetos e estudos ambientais pertinentes, definidos pelo órgão ambiental; 4º) Análise pelo IAP dos documentos, projetos e estudos ambientais apresentados; 5º) Realização de vistorias técnicas quando necessárias; 6º) Solicitação pelo IAP de esclarecimentos e complementações em decorrência da análise dos documentos, com prazo para apresentação de até 60 dias, prorrogáveis por mais 30 dias mediante justificativa; 7º) Realização de audiência pública e/ou reunião pública, quando couber, de acordo com a regulamentação pertinente; 8º) Solicitação pelo IAP de esclarecimentos e complementações decorrentes de audiências públicas, uma única vez, com prazo para apresentação de até 60 (sessenta) dias, prorrogáveis por mais 30 (trinta) dias para atendimento; 9º) Emissão de parecer técnico conclusivo e, quando couber, parecer jurídico; 10º) Deferimento ou indeferimento do licenciamento ambiental. Quando do indeferimento do licenciamento ambiental, o órgão ambiental emitirá formulário de indeferimento, contendo as justificativas técnicas e/ou legais pertinentes ao caso. O requerente poderá recorrer da decisão administrativa de indeferimento à autoridade competente, observando-se o prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados a partir da ciência.

18 17 11º) Quando da expedição da licença em qualquer de suas modalidades o empreendedor deverá publicá-la em até 30 (trinta) dias, em jornal de circulação regional e no Diário oficial do Estado, conforme modelo estabelecido pela Resolução CONAMA nº 006/ DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O REQUERIMENTO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL O Licenciamento Ambiental deverá ser solicitado ao IAP, através de requerimento a ser protocolado em qualquer um dos Escritórios Regionais do IAP, instruído de acordo com o tipo de licença a ser requerida e as características do empreendimento e/ou atividade a ser licenciada. A relação dos documentos necessários para o requerimento do licenciamento ambiental será objeto de estudo do próximo módulo. 8. CADASTROS/FORMULÁRIOS AMBIENTAIS Para cada atividade distinta, é necessário o preenchimento de formulários específicos, o qual conterá as informações gerais do empreendimento, bem como, resumidamente as características do mesmo. Os formulários estão disponíveis no site do IAP e nos Escritórios Regionais. 9. A QUEM COMPETE LICENCIAR De acordo com o Art. 10 da LEI 6.938/81: A construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, considerados efetiva e potencialmente poluidores... dependerão de prévio licenciamento de órgão estadual competente, integrante do sistema nacional do meio ambiente SISNAMA e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA, em caráter supletivo, sem prejuízo de outras licenças exigíveis Em 1997 o Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA, regulamentou o licenciamento ambiental através da Resolução nº 237, definindo nos artigos 4º, 5º e

19 18 6º quais os empreendimentos e atividades com significativo impacto ambiental devem ser licenciandos a nível federal, estadual ou municipal. Compete ao IBAMA, o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades com significativo impacto ambiental de âmbito nacional ou regional, a saber: I - localizadas ou desenvolvidas conjuntamente no Brasil e em País Limítrofe, no mar territorial, na plataforma continental, na zona econômica exclusiva; em terras indígenas ou em unidades de conservação do domínio da União; II - localizadas ou desenvolvidas em dois ou mais Estados; III - cujos impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais do País ou de um ou mais Estados; IV - destinados a pesquisar, lavrar, produzir, beneficiar, transportar, armazenar e dispor material radioativo, em qualquer estágio, ou que utilizem energia nuclear em qualquer de suas formas e aplicações, mediante parecer da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN; V - bases ou empreendimentos militares, quando couber, observada a legislação específica. Compete ao órgão ambiental estadual ou do Distrito Federal o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades: I - localizados ou desenvolvidos em mais de um Município ou em unidades de conservação de domínio estadual ou do Distrito Federal; II - cujos impactos ambientais diretor ultrapassem os limites territoriais de um ou mais Municípios; III - delegados pela União aos Estados ou ao Distrito Federal, por instrumento legal ou convênio. Compete ao órgão ambiental municipal*, ouvidos os órgãos competentes da União, dos Estados e do Distrito Federal, quando couber, o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades de impacto ambiental local e daquelas que lhe forem delegadas pelo Estado por instrumento legal ou convênio. * Desde que o Município conte com um Conselho de Meio Ambiente, tenha legislação ambiental específica em vigor e possua em seus quadros ou à sua disposição profissionais habilitados.

20 ESTUDOS AMBIENTAIS APLICÁVEIS AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL Quando da solicitação do licenciamento ambiental, o órgão ambiental especifica os estudos ambientais que devem ser apresentados como condição para a concessão de licença. Por estudos ambientais entende-se aqueles que avaliam os aspectos ambientais relacionados a localização, instalação, operação e ampliação de uma atividade ou empreendimento, apresentado como subsídio para a análise da licença requerida. A análise e apresentação de Estudos Ambientais Específicos, conforme conceito estabelecido em Resolução emitida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a serem apresentados ao Órgão Ambiental Estadual em qualquer fase do licenciamento ambiental ou em outras situações quando exigido pelo Órgão Ambiental Estadual, deverão atender os critérios abaixo: a. Os estudos ambientais específicos, exigidos pelo Órgão Ambiental Estadual, deverão ser apresentados de acordo com as diretrizes específicas para cada empreendimento ou atividade de acordo com Instruções Normativas próprias (empreendimentos industriais, agropecuários, esgoto sanitário, etc.). b. Os estudos ambientais específicos deverão ser elaborados por profissionais devidamente habilitados nas áreas a que se referem, conforme estabelecem os conselhos de classe. c. Antes do encaminhamento dos estudos ambientais específicos para análise técnica, são verificados os seguintes itens: Se o estudo esta sendo apresentado de acordo com as diretrizes específicas deste Órgão Ambiental Estadual; Se ART do responsável técnico é específica para o estudo apresentado, na qual deve estar descrito e detalhado o serviço executado, como por exemplo, a elaboração de projeto de sistema de controle de poluição ambiental, tratamento de efluentes líquidos, de resíduos sólidos, de emissões atmosféricas, de controle de ruídos e outros pertinentes; Em se tratando de readequação de projeto de unidades já implantadas, deverá ser encaminhado projeto anterior e um relatório com a situação atual da unidade; No caso de apresentação de complementações em atendimento à solicitações do Órgão Ambiental Estadual, encaminhar o projeto anterior.

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