POLINIZACÃO DE ACIANTHERA APHTOSA (LINDL.) PRIDGEON & M. W. CHASE (ORCHIDACEAE) POR OTITIDAE (DIPTERA)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POLINIZACÃO DE ACIANTHERA APHTOSA (LINDL.) PRIDGEON & M. W. CHASE (ORCHIDACEAE) POR OTITIDAE (DIPTERA)"

Transcrição

1 POLINIZACÃO DE ACIANTHERA APHTOSA (LINDL.) PRIDGEON & M. W. CHASE (ORCHIDACEAE) POR OTITIDAE (DIPTERA) POLLINATION OF ACIANTHERA APHTOSA (LINDL.) PRIDGEON & M. W. CHASE (ORCHIDACEAE) BY OTITIDAE (DIPTERA) Márcio Friedrich Ribeiro 1, Andreas Köhler 2, Carlos Renato Boelter 3 RESUMO O estudo da polinização de Acianthera aphtosa (Lindl.) Pridgeon & M. W. Chase (Orchidaceae) teve como objetivo identificar os insetos visitantes das flores desta orquídea. Foram realizadas periodicamente observações e coletas dos insetos visitantes das flores desta espécie durante os meses de Agosto e Setembro de 2003, em diferentes locais dentro do Cinturão Verde do Município de Santa Cruz do Sul, RS, Brasil, (29 43 S e W). As coletas se deram principalmente das 10 às 16 horas, em dias com temperaturas acima dos 20 C e sem ventos. Todos os insetos visitantes das flores foram coletados com o auxílio de redes entomológicas, depositados em recipientes contendo acetato de Etila e levados ao Laboratório de Entomologia da Universidade de Santa Cruz do Sul para posterior identificação até o nível de gênero. Também foram feitas exsicatas do material vegetal para posterior identificação. Foi coletado um número total de 32 insetos; destes 31 são pertencentes à ordem Diptera e 1 à ordem Hymenoptera; dos dípteros 5 pertencem à família Muscidae e 26 à família Otitidae, gênero Idana. Palavras-chave: Cinturão Verde, orquídea, moscas, Idana. ABSTRACT The study of pollination of Acianthera aphthosa (Lindl.) Pridgeon & M. W. Chase (Orchidaceae) aimed to record these orchid flower-visiting insects. During August and September 2003, frequent observations and collections of flower-visiting insects of this species were carry out in different localities in the Cinturão Verde of Santa Cruz do Sul, RS, Brazil (29 43 S e W). The main collecting period of flower-visitors was from 10:00 1 Acadêmico do Curso de Ciências Biológicas da Universidade de Santa Cruz do Sul. 2 Professor do Curso de Ciências Biológicas da Universidade de Santa Cruz do Sul. 3 Acadêmico do Curso de Ciências Biológicas da Universidade de Santa Cruz do Sul.

2 Ribeiro, M.F. et al. 86 AM to 16:00 PM, on days with temperatures above 20 C and without wind. The flowervisiting insects were collected by netting, deposited in recipients with Acetato of Etila and taken to the Laboratory of Entomology of Universidade de Santa Cruz do Sul for identification to genus level. Also, samples of the vegetative material were collected for identification. Thirty-two insects were collected; 31 belonged to the order Diptera and 1 to Hymenoptera; 5 flies belonged to the family Muscidae and 26 to Otitidae, especially to the genus Idana. Key words: Cinturão Verde, orchid, flies, Idana. INTRODUÇÃO A família Orchidaceae é uma das maiores e mais diversas famílias de plantas com flores; incluindo entre 1/10 a 1/14 de todas as plantas com flores do mundo e possuindo mais de espécies (DRESSLER, 1981). As orquídeas são um grupo bastante evoluído e com adaptações altamente especializadas para atrair, enganar e manipular insetos a fim de realizar a polinização cruzada. Segundo VAN DER PIJL & DODSON (1996), esta família apresenta alguns dentre os mais complexos e intrigantes mecanismos de polinização conhecidos, podendo ter suas flores polinizadas por diversos grupos de insetos (Hymenoptera, Diptera, Lepidoptera e Coleoptera) ou aves. Dentre algumas das adaptações desenvolvidas pelas orquídeas podemos citar os nectários, elaiofóros e osmofóros os quais servem de alimento ou atrativo para seus polinizadores. Segundo RUSCHI (1986); as glândulas osmóforas que são produtoras de perfumes especiais, por vezes imperceptíveis ao olfato humano, estão localizadas em áreas especiais, surgindo nas pétalas ou partes do labelo, podendo ser verificadas em muitas Pleurothallidaes. A espécie em questão exala um odor fétido característico, fazendo com que muitas moscas sejam atraídas. Segundo LARSON et. al., (2001) os Diptera são a segunda mais importante ordem, entre os visitantes de flores (antófilos) e polinizadores de flores de todo o mundo. A maioria das Pleurothallidinae é polinizada por pequenas moscas que se parecem com Drosophilas; e ainda se sabe muito pouco pobre sua especificidade ou comportamento (DRESSLER, 1981). Este trabalho teve por objetivo identificar os polinizadores de Acianthera aphtosa no Cinturão Verde do Município de Santa Cruz do Sul. Segundo PABST (1975) a orquídea estudada, Acianthera aphthosa (Lindl.) Pridgeon & M. W. Chase, antiga Pleurothallis aphtosa (Lindley); caracteriza-se por ser uma espécie de hábito epifítico que no Brasil pode ser encontrada

3 87 Polinização de Acianthera... em ambientes quentes e úmidos de florestas perenes nos estados RS, SC, PR, SP, RJ e MG em altitudes que variam entre 250 e m. Os exemplares desta espécie mostram um ramicaule canaliculado com duas pontas tubulares basais e uma simples, a folha é apical oblanceolada, curtamente decurrente, obtusamente bilobada ou retusa e grosso-coriácea. Floresce no inverno e primavera. A inflorescência é fasciculada com 2 a 6 flores, em um ápice curto, as flores possuem duas polínias, labelo articulado com o pé da coluna, coluna esguia e alta prolongada em pé e sépala dorsal não concrescida com as laterais; as flores ficam presas na base da folha e exalam um característico odor fétido. No Cinturão Verde de Santa Cruz do Sul tal espécie pode ser encontrada vegetando sobre árvores a uma altura do solo que varia entre 1 e 4 m e geralmente em locais de pouca incidência direta do sol. O odor exalado por suas flores é facilmente perceptível e provavelmente o fator chave para atrair seus polinizadores, como já foi descrito para diversas espécies florais, principalmente orquídeas (DRESSLER, 1981, NILSSON, 1981). As flores são relativamente pequenas, de cor escura, não se destacando visualmente do restante da planta ou vegetação em geral. MATERIAL E MÉTODOS O presente trabalho foi realizado no Cinturão Verde do Município de Sant Cruz do Sul. De acordo com ALVES & COLISCHONN (2001) este local trata-se de uma área de preservação permanente com cerca de 465 ha, composta por mata do tipo secundária, de coordenadas S e W. O estudo da polinização de Acianthera aphthosa foi realizado durante os meses de Agosto e Setembro de 2003, nos únicos 4 locais onde foi registrada a ocorrência da espécie dentro deste Cinturão Verde. Em cada localidade foram observadas na média 18 (±2) inflorescências com em média 3 (±1) flores abertas por inflorescência. Os insetos visitantes desta orquídea foram coletados com auxílio de redes entomológicas e acondicionados em recipientes separados contendo Acetato de Etila, sendo posteriormente levados ao Laboratório de Entomologia da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) onde foram preparados, identificados e depositados na Coleção Entomológica. Também foram feitas exsicatas do material vegetal que posteriormente foram depositadas no Herbário da UNISC. RESULTADOS E DISCUSSÕES Os insetos visitavam as flores preferencialmente em dias com

4 Ribeiro, M.F. et al. 88 temperaturas acima dos 23 C e sem vento, entre as 10:00 e às 16:00. Foram coletados no total, 32 insetos visitando as flores de Acianthera aphthosa. Destes 31 eram pertencem a ordem Diptera e apenas um indivíduo a ordem Hymenoptera, espécie Plebeia saiqui, uma abelha sem ferrão. Mostrando a importância das moscas como visitantes florais e possíveis agentes polinizadores em várias espécies de orquídeas (THIEN, 1969; SINGER, 2001). Dos dípteros encontrados 26 pertenciam à família Otitidae e 5 à família Muscidae. Durante a visita os dípteros da família Otitidae, pousam na folha onde permanecem por vários segundos até que se dirigem às flores, aonde provavelmente entram em busca de substâncias nutritivas. Em vários casos foi observada a adesão da polínia na parte dorsal do tórax dos Diptera, contudo somente foi possível capturar um exemplar com a polínia ainda fixa. O respectivo inseto foi coletado após sair da flor e posteriormente identificado. Todos os indivíduos da família Otitidae pertencem ao gênero Idana, reconhecido como visitante floral não pelo hábito de polinizador; mas sim na busca de possíveis presas (WILLEMSTEIN, 1987, LARSON et al, 2001). Com este trabalho pela primeira vez representantes da família Otitidae foram verificados como visitantes e possíveis polinizadores em orquídeas. CONCLUSÃO Neste estudo pôde-se concluir que o único agente polinizador de Acianhtera aphthosa encontrado nesta pesquisa foi o díptero da família Otitidae, gênero Idana. As outras espécies da família Muscidae podem ser classificadas como polinizadores potenciais, porém sem o relato sobre a presença de uma polínia aderida ao corpo do inseto, não podem ser classificados como agentes polinizadores; o único Hymenoptera encontrado foi apenas um visitante ocasional. AGRADECIMENTOS Agradecemos a Elisete Maria de Freitas pelo auxílio na determinação da orquídea estudada. REFERÊNCIAS ALVES, E.L.; COLISCHONN, E. Cinturão Verde: da preservação a especulação uma análise ambiental. Laboratório de Geoprocessamento, UNISC DRESSLER, R.L. The Orchids: natural history and classification. Harvard University Press, Cambridge p LARSON, B.M.H; KEVAN, P.G.; INOUYE, D.W. Flies and flowers: taxonomic diversity of anthophiles and

5 89 Polinização de Acianthera... pollinators. The Canadian Entomologist : NILSSON, L.A. Pollination ecology and evolutionary process in six species of orchids Acta Universitatis Upsaliensis. Abstracts of Uppsala Dissertations from the Facultyof Science p PABST, G.F.J. & DUNGS, F. Orchidaceae Brasiliensis Volume 1 e 2. Brüche-Verlag Kurt Schmersow, Hildesheim p. RUSCHI, A. Orquídeas do Estado do Espirito Santo. Rio de Janeiro, Expressão e Cultura p. SINGER, R.B. Pollination Biology of Habenaria parviflora (Orchidaceae: Habenariinae) in Southeastern Brazil. Darwiniana (3-4): THIEN, L.B. Mosquito pollination of Habenaria obtusata (Orchidaceae). Amer. J. Bot : VAN DER PIJL, L. & DODSON, C.H. Orchid flowers: their pollination and evolution. University of Miami Press, Coral Gables WILLEMSTEIN, S.C. An evolutionary basis for pollination ecology. Leiden: E.J. Brill Leiden University Press. 1987

Ecologia da Polinização

Ecologia da Polinização Universidade Federal da Bahia Instituto de Biologia Programa de Pós- Graduação em Ecologia e Biomonitoramento Patrícia Ferreira Salvador Setembro/Outubro 2007 Fenologia Fases Reprodutivas Fase Vegetativa

Leia mais

Galhas de Insetos da Restinga de Arraial do Cabo, RJ, Brasil. S. P. Carvalho-Fernandes 1 * & V. C. Maia 1

Galhas de Insetos da Restinga de Arraial do Cabo, RJ, Brasil. S. P. Carvalho-Fernandes 1 * & V. C. Maia 1 III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 277 Galhas de Insetos da Restinga de Arraial do Cabo, RJ, Brasil S. P. Carvalho-Fernandes 1 * & V. C. Maia 1 1 Departamento de Entomologia, Museu

Leia mais

Biologia reprodutiva e polinização em orquídeas: com ênfase em espécies brasileiras e da região amazônica uma revisão de literatura

Biologia reprodutiva e polinização em orquídeas: com ênfase em espécies brasileiras e da região amazônica uma revisão de literatura Copyright mai-jun 2015 do(s) autor(es). Publicado pela ESFA [on line] http://www.naturezaonline.com.br Krahl, AH, Krahl DRP, Valsko JJ, Holanda ASS, Etringer-Júnior, H, Nascimento JW (2015) Polinização

Leia mais

ABELHAS EUGLOSSINI EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA EM BURARAMA - ES

ABELHAS EUGLOSSINI EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA EM BURARAMA - ES ABELHAS EUGLOSSINI EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA EM BURARAMA - ES Gava, M. (1) ; Souza, L. (2) mayla.gava@gmail.com (1) Graduanda de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória

Leia mais

Microhimenópteros do gênero Spalangia (Hymenoptera: Pteromalidae: Spalanginae) coletados em vários substratos no Sul do Estado de Goiás, Brasil

Microhimenópteros do gênero Spalangia (Hymenoptera: Pteromalidae: Spalanginae) coletados em vários substratos no Sul do Estado de Goiás, Brasil Comunicação breve Microhimenópteros do gênero Spalangia (Hymenoptera: Pteromalidae: Spalanginae) coletados em vários substratos no Sul do Estado de Goiás, Brasil Resumo Carlos H. Marchiori* Otacílio M.

Leia mais

182 MACHADO & SOARES: COMUNIDADE MUSCOIDEA

182 MACHADO & SOARES: COMUNIDADE MUSCOIDEA III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 181 Comunidade Muscoidea (Diptera, Insecta): Estudo do efeito de borda e bioindicadores na Reserva Natural Vale D. F. Machado¹* & E.D.G. Soares

Leia mais

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com BIOMAS É um conjunto de vários ecossistemas, que possuem certo nível de homogeneidade. Composto pelo fatores bióticos

Leia mais

DESENHO: CIÊNCIA E REPRESENTAÇÃO NO ESTUDO DE ABELHAS Euglossas NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FERIA DE SANTANA

DESENHO: CIÊNCIA E REPRESENTAÇÃO NO ESTUDO DE ABELHAS Euglossas NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FERIA DE SANTANA DESENHO: CIÊNCIA E REPRESENTAÇÃO NO ESTUDO DE ABELHAS Euglossas NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FERIA DE SANTANA Wesley Bento Santana Bolsista de Iniciação Científica Projeto Desenho e Ciência: contribuições,

Leia mais

FENOLOGIA REPRODUTIVA DE SCHINUS TEREBINTHIFOLIUS RADDI EM ÁREA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

FENOLOGIA REPRODUTIVA DE SCHINUS TEREBINTHIFOLIUS RADDI EM ÁREA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL FENOLOGIA REPRODUTIVA DE SCHINUS TEREBINTHIFOLIUS RADDI EM ÁREA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL Azevedo, Cláudia P.M.F.; Ferreira, Paulo C.; Pasin, Liliana A.A.P. UNIVAP/Ciências Biológicas, claumariotto@hotmail.com

Leia mais

BIOLOGIA FLORAL E POLINIZAÇÃO DE TRÊS ESPÉCIES DE PASSIFLORA L. (PASSIFLORACEAE) EM UBERLÂNDIA, MG, BRASIL.

BIOLOGIA FLORAL E POLINIZAÇÃO DE TRÊS ESPÉCIES DE PASSIFLORA L. (PASSIFLORACEAE) EM UBERLÂNDIA, MG, BRASIL. PIBIC-UFU, CNPq & FAPEMIG Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação DIRETORIA DE PESQUISA BIOLOGIA FLORAL E POLINIZAÇÃO DE TRÊS ESPÉCIES DE PASSIFLORA L. (PASSIFLORACEAE)

Leia mais

FENOLOGIA REPRODUTIVA E REQUERIMENTOS DE POLINIZAÇÃO DO PINHÃO MANSO - Jatropha curcas L.

FENOLOGIA REPRODUTIVA E REQUERIMENTOS DE POLINIZAÇÃO DO PINHÃO MANSO - Jatropha curcas L. FENOLOGIA REPRODUTIVA E REQUERIMENTOS DE POLINIZAÇÃO DO PINHÃO MANSO - Jatropha curcas L. Ismael de Oliveira Pinto 1 ; Paulo Henrique Tschoeke 2 1 Aluno do Curso de Agronomia; Campus de Gurupi; e-mail:

Leia mais

ESTUDANDO A MORFOLOGIA EXTERNA DOS INSETOS NAS AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO DE ZOOLOGIA II

ESTUDANDO A MORFOLOGIA EXTERNA DOS INSETOS NAS AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO DE ZOOLOGIA II ESTUDANDO A MORFOLOGIA EXTERNA DOS INSETOS NAS AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO DE ZOOLOGIA II Autor(a): Maria Inêz da Silva Coautor(es): Rayssa Batista, Alex Maciel, Ingridry Silva, Andiara Bandeira Email:

Leia mais

Cecília Oliveira de Azevedo * & Lucas Cardoso Marinho

Cecília Oliveira de Azevedo * & Lucas Cardoso Marinho C. O. Azevedo & L. C. Marinho Novos registros de Orchidaceae para o Nordeste 339 Novos registros de Orchidaceae para o Nordeste brasileiro: Acianthera tricarinata e Cyclopogon variegatus Cecília Oliveira

Leia mais

MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, CRISTIANE CIDÁLIA CORDEIRO E SUELLEN ARAÚJO. Introdução

MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, CRISTIANE CIDÁLIA CORDEIRO E SUELLEN ARAÚJO. Introdução 1 TRABALHANDO AS BORBOLETAS E AS ABELHAS COMO INSETOS POLINIZADORES NAS AULAS PRÁTICAS DE DUCAÇÃO AMBIENTAL E ZOOLOGIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES,

Leia mais

Informe de Progreso Técnico y Financiero. Donaciones para la Digitalización de Datos Red Temática de Polinizadores. Preparado por:

Informe de Progreso Técnico y Financiero. Donaciones para la Digitalización de Datos Red Temática de Polinizadores. Preparado por: Informe de Progreso Técnico y Financiero Donaciones para la Digitalización de Datos Red Temática de Polinizadores Preparado por: PATRÍCIA MAIA CORREIA DE ALBUQUERQUE 30/04/2010 1 POLLINATOR/VISITORS PLANT

Leia mais

Biodiversidade e Manejo dos Recursos Tropicais : Raridade e Reprodução de Espécies

Biodiversidade e Manejo dos Recursos Tropicais : Raridade e Reprodução de Espécies Biodiversidade e Manejo dos Recursos Tropicais : Raridade e Reprodução de Espécies Paulo Kageyama. ESALQ/USP Ciências Biológicas Manejo de Recursos Naturais Piracicaba, 11 março 2011 Conteúdo da Aula Diversidade

Leia mais

BAN 160 Entomologia Geral Desenvolvimento de Insetos. Sam Elliot

BAN 160 Entomologia Geral Desenvolvimento de Insetos. Sam Elliot BAN 160 Entomologia Geral Desenvolvimento de Insetos Sam Elliot DIPTERA (Fonte: UNICAMP) O que está acontecendo? DESENVOLVIMENTO: Crescimento Padrões de Desenvolvimento Controle Hormonal Importância Evolutiva

Leia mais

Morcegos Polinizadores

Morcegos Polinizadores Morcegos Polinizadores Clóvis de Andrade Rocha 1 Este artigo tem como objetivo principal, passar informações claras e objetivas entre o relacionamento morcegos e plantas, sendo seu papel como polinizador

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia APORTE DE MATERIAL VEGETAL SOBRE O SOLO EM UMA FLORESTA SEMIDECIDUA AO NORTE DO ESTADO DE MATO GROSSO Ândrea Carla

Leia mais

DIVERSIDADE DE CLIMAS = DIVERSIDADE DE VEGETAÇÕES

DIVERSIDADE DE CLIMAS = DIVERSIDADE DE VEGETAÇÕES FORMAÇÕES VEGETAIS - Os elementos da natureza mantém estreita relação entre si. - A essa relação, entendida como a combinação e coexistência de seres vivos (bióticos) e não vivos (abióticos) dá-se o nome

Leia mais

Fruit flies in a commercial mango orchard, in the coast of Rio Grande do Norte

Fruit flies in a commercial mango orchard, in the coast of Rio Grande do Norte V. 9, n. 1, p. 01-06, jan - mar, 2013. UFCG - Universidade Federal de Campina Grande. Centro de Saúde e Tecnologia Rural CSTR. Campus de Patos PB. www.cstr.ufcg.edu.br Revista ACSA: http://www.cstr.ufcg.edu.br/acsa/

Leia mais

CONCEPÇÕES DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO, UNIDADE ESCOLAR MONSENHOR LINDOLFO UCHÔA, FLORIANO, PI, SOBRE OS INSETOS (RESULTADOS PRELIMINARES).

CONCEPÇÕES DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO, UNIDADE ESCOLAR MONSENHOR LINDOLFO UCHÔA, FLORIANO, PI, SOBRE OS INSETOS (RESULTADOS PRELIMINARES). CONCEPÇÕES DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO, UNIDADE ESCOLAR MONSENHOR LINDOLFO UCHÔA, FLORIANO, PI, SOBRE OS INSETOS (RESULTADOS PRELIMINARES). Camila Ferreira da Silva(Autor ), Laisa Pereira Santos (Co-autor),

Leia mais

PRODUÇÃO DE MUDAS PRÉ BROTADAS (MPB) DE CANA-DE-AÇUCAR EM DIFERENTE ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO

PRODUÇÃO DE MUDAS PRÉ BROTADAS (MPB) DE CANA-DE-AÇUCAR EM DIFERENTE ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO PRODUÇÃO DE MUDAS PRÉ BROTADAS (MPB) DE CANA-DE-AÇUCAR EM DIFERENTE ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO L. G. Silva 1 ; E. F. Fraga Júnior 2 ; R. A. Santos 3 RESUMO: O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar,

Leia mais

Eficiência da Terra de Diatomácea no Controle do Caruncho do Feijão Acanthoscelides obtectus e o Efeito na Germinação do Feijão

Eficiência da Terra de Diatomácea no Controle do Caruncho do Feijão Acanthoscelides obtectus e o Efeito na Germinação do Feijão Eficiência da Terra de Diatomácea no Controle do Caruncho do Feijão Acanthoscelides obtectus e o Efeito na Germinação do Feijão The Efficiency of Diatomaceous Earth in Control of Bean Weevil Acanthoscelides

Leia mais

Germinação das Sementes de Soja Contaminadas com Ferrugem Asiática e sem Contaminação

Germinação das Sementes de Soja Contaminadas com Ferrugem Asiática e sem Contaminação das Sementes de Soja Contaminadas com Ferrugem Asiática e sem Contaminação Colli, A. M. T 1 1 Faculdades Integradas Fafibe Bebedouro SP aureacolli@linkway.com.br Basso, L. P. 2 2 Graduação - Faculdades

Leia mais

Introdução. Material & métodos

Introdução. Material & métodos Abelhas Euglossinae (Hymenoptera, Apidae) respondem a estímulos visuais para coleta de fragrância em flores? Ana Catarina Jakovac, Janaina Costa, Roberto Munin & Taís Nazareth Introdução Atributos florais

Leia mais

LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DAS ESPÉCIES ORNAMENTAIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ (CESUMAR), MARINGÁ, PARANÁ

LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DAS ESPÉCIES ORNAMENTAIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ (CESUMAR), MARINGÁ, PARANÁ Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DAS ESPÉCIES ORNAMENTAIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ (CESUMAR), MARINGÁ, PARANÁ Margarete

Leia mais

Micro-ambientes marítimos: método para sua definição. Marítime microenvironment: method for its definition

Micro-ambientes marítimos: método para sua definição. Marítime microenvironment: method for its definition Teoria e Prática na Engenharia Civil, n.12, p.93-99, Outubro, 2008 Micro-ambientes marítimos: método para sua definição Marítime microenvironment: method for its definition Sônia S. F. Bretanha 1 & André

Leia mais

COMUNICAÇÃO. (Communication) Dípteros muscóides de importância médica e veterinária e seus parasitóides em Goiás

COMUNICAÇÃO. (Communication) Dípteros muscóides de importância médica e veterinária e seus parasitóides em Goiás Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia On-line version ISSN 1678-4162 Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.52 n.4 Belo Horizonte Aug. 2000 http://dx.doi.org/10.1590/s0102-09352000000400010

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. CONSTITUIÇÃO DA COLÔNIA. A constituição de uma colônia é a seguinte: 60000 a 80000 abelhas operárias; 1 rainha e 0 a 400 zangões.

1. INTRODUÇÃO 2. CONSTITUIÇÃO DA COLÔNIA. A constituição de uma colônia é a seguinte: 60000 a 80000 abelhas operárias; 1 rainha e 0 a 400 zangões. Obtenção do Mel Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO Abelhas

Leia mais

Ficha de Divulgação n.º 15 /2013. ENSAIO DE PRODUÇÃO DE Sterlitzia reginae PARA FLOR DE CORTE AO AR LIVRE NO ALGARVE

Ficha de Divulgação n.º 15 /2013. ENSAIO DE PRODUÇÃO DE Sterlitzia reginae PARA FLOR DE CORTE AO AR LIVRE NO ALGARVE Ficha de Divulgação n.º /0 ENSAIO DE PRODUÇÃO DE Sterlitzia reginae PARA FLOR DE CORTE AO AR LIVRE NO ALGARVE Divisão de Sanidade Isabel Monteiro Estrelícia ou Ave do paraíso Sterlitzia reginae A Sterlitzia

Leia mais

EXTINÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA. Djenicer Alves Guilherme 1, Douglas Luiz 2

EXTINÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA. Djenicer Alves Guilherme 1, Douglas Luiz 2 37 EXTINÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA Djenicer Alves Guilherme 1, Douglas Luiz 2 Resumo: Com a urbanização, o tráfico nacional e internacional de espécies e exploração dos recursos naturais de maneira mal planejada

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA ESTUDO DOS COMPONENTES LENHOSOS NA COBERTURA VEGETAL DA ENCOSTA DA FACULDADE MACHADO SOBRINHO, JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL

PROJETO DE PESQUISA ESTUDO DOS COMPONENTES LENHOSOS NA COBERTURA VEGETAL DA ENCOSTA DA FACULDADE MACHADO SOBRINHO, JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL PROJETO DE PESQUISA Professor Flávio José Soares Júnior Biólogo graduado pela Universidade Federal de Juiz de Fora; Mestre em Biologia Vegetal pela Universidade Federal de Viçosa; Doutorando em Botânica

Leia mais

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR CLIMAS DO BRASIL São determinados pelo movimento das massas de ar que atuam no nosso território. É do encontro dessas massas de ar que vai se formando toda a climatologia brasileira. Por possuir 92% do

Leia mais

Como preparar uma apresentação. Felipe W. Amorim Programa de Pós Graduação em Biologia Vegetal

Como preparar uma apresentação. Felipe W. Amorim Programa de Pós Graduação em Biologia Vegetal Disciplina de Introdução à Ecologia BE180 Como preparar uma apresentação oral? Felipe W. Amorim Programa de Pós Graduação em Biologia Vegetal UNICAMP Tenho que fazer uma apresentação oral!!!! Preparando

Leia mais

AVIFAUNA. Componente Biótico. Luiz dos Anjos, Márcio Rodrigo Gimenes, Luciana Baza Mendonça. Introdução

AVIFAUNA. Componente Biótico. Luiz dos Anjos, Márcio Rodrigo Gimenes, Luciana Baza Mendonça. Introdução AVIFAUNA Luiz dos Anjos, Márcio Rodrigo Gimenes, Luciana Baza Mendonça Introdução Os estudos ornitológicos iniciais do PELD tiveram como objetivo comparar a riqueza e composição de espécies de aves sobre

Leia mais

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS EM TRECHOS DO ARROIO CANDÓI, LARANJEIRAS DO SUL, REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS EM TRECHOS DO ARROIO CANDÓI, LARANJEIRAS DO SUL, REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS EM TRECHOS DO ARROIO CANDÓI, LARANJEIRAS DO SUL, REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ Aline da Silva Rodrigues de Oliveira Graduanda em Geografia Licenciatura e Bolsista Voluntária

Leia mais

Quais foram as evidências anatômicas presentes que permitiram reconhecer a estrutura como:

Quais foram as evidências anatômicas presentes que permitiram reconhecer a estrutura como: 1)Analisando-se ao microscópio óptico uma lâmina contendo um corte transversal de uma estrutura vegetal, chegou-se a conclusão de que se tratava de um caule de Monocotiledônea típico. Quais foram as evidências

Leia mais

FENOLOGIA REPRODUTIVA DE MURTA NO JARDIM BOTÂNICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM, SANTA MARIA-RS

FENOLOGIA REPRODUTIVA DE MURTA NO JARDIM BOTÂNICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM, SANTA MARIA-RS FENOLOGIA REPRODUTIVA DE MURTA NO JARDIM BOTÂNICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM, SANTA MARIA-RS FERRERA, Tiago Silveira 1 ; BURIOL, Galileo Adeli 2 ; EISINGER Sônia Maria 3 Palavras-Chave:

Leia mais

ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA. CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4

ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA. CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4 ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4 Questão 1) Abaixo representa uma experiência com crisântemo, em que a planta foi iluminada, conforme mostra o esquema. Com base no esquema e seus conhecimentos,

Leia mais

O SERVIÇO DE POLINIZADORES E A EFICÁCIA REPRODUTIVA DAS PLANTAS EM FRAGMENTOS VEGETAIS DE CERRADO NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS, GOIÁS

O SERVIÇO DE POLINIZADORES E A EFICÁCIA REPRODUTIVA DAS PLANTAS EM FRAGMENTOS VEGETAIS DE CERRADO NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS, GOIÁS O SERVIÇO DE POLINIZADORES E A EFICÁCIA REPRODUTIVA DAS PLANTAS EM FRAGMENTOS VEGETAIS DE CERRADO NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS, GOIÁS Giselle Lopes Moreira 1,2, Juliana Cristina de Sousa 1,3 e Mirley Luciene

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia FENOLOGIA DE UMA COMUNIDADE ARBÓREA NA AMAZÔNIA CENTRAL COMO FERRAMENTA PARA CONSERVAÇÃO Suiane Claro Saraiva;

Leia mais

DURAÇÃO EM SEMANAS: 4 semanas (no caso do curso ser condensado) ou 60 horas/aula.

DURAÇÃO EM SEMANAS: 4 semanas (no caso do curso ser condensado) ou 60 horas/aula. NOME DA DISCIPLINA: Biologia da Polinização PROGRAMA/ÁREA: Pós-Graduação em Entomologia Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): Segundo semestre de 2011 Nº DE CRÉDITOS: 4 créditos (15 horas semanais)

Leia mais

OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO. Profº Júlio César Arrué dos Santos

OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO. Profº Júlio César Arrué dos Santos OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO Profº Júlio César Arrué dos Santos Ciclo da Água Fonte: http://www.aguasdevalongo.net/veolia/infantil/default.asp O ciclo da água que está apresentado

Leia mais

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração A UU L AL A Respiração A poluição do ar é um dos problemas ambientais que mais preocupam os governos de vários países e a população em geral. A queima intensiva de combustíveis gasolina, óleo e carvão,

Leia mais

A interdependência entre os elementos na BIOSFERA.

A interdependência entre os elementos na BIOSFERA. A interdependência entre os elementos na BIOSFERA. A biosfera contém inúmeros ecossistemas (conjunto formado pelos animais e vegetais em harmonia com os outros elementos naturais). Biomas: conjuntos dinâmicos

Leia mais

Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes.

Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes. Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes. Claudinéia Brazil Saldanha Rita de Cássia Marques Alves Centro Estadual de Pesquisas

Leia mais

Ensino Fundamental II

Ensino Fundamental II Ensino Fundamental II Valor da prova: 2.0 Nota: Data: / /2015 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 9º 3º bimestre Trabalho de Recuperação de Geografia Orientações: - Leia atentamente

Leia mais

ORCHIDACEAE DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DE CALDAS NOVAS, GOIÁS, BRASIL

ORCHIDACEAE DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DE CALDAS NOVAS, GOIÁS, BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E EVOLUÇÃO Climbiê Ferreira Hall ORCHIDACEAE DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DE CALDAS NOVAS, GOIÁS, BRASIL

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MILENA DO CARMO SANTOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MILENA DO CARMO SANTOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MILENA DO CARMO SANTOS ANATHALLIS BARB.RODR. s.str. (ORCHIDACEAE: PLEUROTHALLIDINAE) PARA O ESTADO DO PARANÁ E ESTUDOS FLORAIS NO GÊNERO CURITIBA 2015 RESUMO O gênero Anathallis

Leia mais

Biomassa Microbiana em Cultivo de Alface sob Diferentes Adubações Orgânicas e Manejo da Adubação Verde

Biomassa Microbiana em Cultivo de Alface sob Diferentes Adubações Orgânicas e Manejo da Adubação Verde Biomassa Microbiana em Cultivo de Alface sob Diferentes Adubações Orgânicas e Manejo da Adubação Verde Microbial Biomass In Lettuce Culture Under Different Organic Fertilizers And Management Of Green Manure

Leia mais

ANÁLISE TERMOPLUVIOMÉTRICA E BALANÇO HÍDRICO CLIMATOLÓGICO DOS DADOS DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO PEIXE TO

ANÁLISE TERMOPLUVIOMÉTRICA E BALANÇO HÍDRICO CLIMATOLÓGICO DOS DADOS DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO PEIXE TO ANÁLISE TERMOPLUVIOMÉTRICA E BALANÇO HÍDRICO CLIMATOLÓGICO DOS DADOS DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO PEIXE TO TATIANA DINIZ PRUDENTE 1 ALINE DE FREITAS ROLDÃO 2 ROBERTO ROSA 3 Resumo: O presente trabalho tem

Leia mais

VESPAS VISITANTES FLORAIS DE DUAS ESPÉCIES DE Eryngium (APIACEAE) NO BIOMA PAMPA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL

VESPAS VISITANTES FLORAIS DE DUAS ESPÉCIES DE Eryngium (APIACEAE) NO BIOMA PAMPA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL REVISTA DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS - RCA (ISSN 1981-8858) http://www.revistas.unilasalle.edu.br/index.php/rbca Canoas, vol. 8, n. 1, 2014 VESPAS VISITANTES FLORAIS DE DUAS ESPÉCIES DE Eryngium (APIACEAE) NO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO COMPUTACIONAL PARA O CONTROLE DO MANEJO DA IRRIGAÇÃO 1

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO COMPUTACIONAL PARA O CONTROLE DO MANEJO DA IRRIGAÇÃO 1 DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO COMPUTACIONAL PARA O CONTROLE DO MANEJO DA IRRIGAÇÃO 1 M. G. Silva 2 ; F. D. D. Arraes 3 ; E. R. F. Ledo 4 ; D. H. Nogueira 5 RESUMO: O presente trabalho teve por objetivo

Leia mais

Se você fosse um bicho, qual deles você seria?

Se você fosse um bicho, qual deles você seria? Se você fosse um bicho, qual deles você seria? PREGUIÇA DE COLEIRA BEIJA-FLOR-DE-TOPETE ONÇA-PINTADA MANDAGUARI-AMARELO SAPO-DE-CHIFRE JEQUITIRANABOIA TUCANO-DE-BICO-VERDE JACARÉ-DE-PAPO-AMARELO MURIQUI

Leia mais

! "# ALUNO: ANDRÉ SOLLER ORIENTADOR: PROFº. DR. RENATO GOLDENBERG CO-ORIENTADORAS: PROFª. DRA. PATRICIA SOFFIATTI PROF a. DRA.

! # ALUNO: ANDRÉ SOLLER ORIENTADOR: PROFº. DR. RENATO GOLDENBERG CO-ORIENTADORAS: PROFª. DRA. PATRICIA SOFFIATTI PROF a. DRA. ! "# $%& "' ALUNO: ANDRÉ SOLLER ORIENTADOR: PROFº. DR. RENATO GOLDENBERG CO-ORIENTADORAS: PROFª. DRA. PATRICIA SOFFIATTI PROF a. DRA. ALICE CALVENTE $ A família Cactaceae A. L. de Jussieu - Aprox. 1500

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS VETORES DE CHAGAS EM SERGIPE

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS VETORES DE CHAGAS EM SERGIPE 50 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS VETORES DE CHAGAS EM SERGIPE DIAS, Douglas de Matos 1 DANTAS, Lucineide Nascimento Almeida 2 DANTAS, José Oliveira 3 Resumo: Cerca de sete espécies de Triatominae são de

Leia mais

PRAGAS FLORESTAIS. Gorgulho-do-eucalipto. Formação. 18 de junho e 11 dezembro. Dina Ribeiro. http://www.forestry.gov.uk/forestry/ INFD-672LGH

PRAGAS FLORESTAIS. Gorgulho-do-eucalipto. Formação. 18 de junho e 11 dezembro. Dina Ribeiro. http://www.forestry.gov.uk/forestry/ INFD-672LGH PRAGAS FLORESTAIS Gorgulho-do-eucalipto http://www.forestry.gov.uk/forestry/ INFD-672LGH http://en.wikipedia.org/wiki/fusarium_circinatum Dina Ribeiro Formação 18 de junho e 11 dezembro 2014 1 O Inseto

Leia mais

01. (FUVEST) Dentre os vários aspectos que justificam a diversidade biológica da Mata Atlântica, encontram-se:

01. (FUVEST) Dentre os vários aspectos que justificam a diversidade biológica da Mata Atlântica, encontram-se: 01. (FUVEST) Dentre os vários aspectos que justificam a diversidade biológica da Mata Atlântica, encontram-se: I. Concentração nas baixas latitudes, associadas a elevadas precipitações. II. Distribuição

Leia mais

Manejo dos Polinizadores e Polinização de flores do Maracujazeiro

Manejo dos Polinizadores e Polinização de flores do Maracujazeiro Manejo dos Polinizadores e Polinização de flores do Maracujazeiro cláudia inês da silva paola marchi kátia paula aleixo bruno nunes-silva breno magalhães freitas carlos alberto garófalo vera lucia imperatriz-fonseca

Leia mais

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA FREQUÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO EM DIFERENTES INTERVALOS DE CLASSES PARA RIO DO SUL/SC

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA FREQUÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO EM DIFERENTES INTERVALOS DE CLASSES PARA RIO DO SUL/SC ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA FREQUÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO EM DIFERENTES INTERVALOS DE CLASSES PARA RIO DO SUL/SC Katiani Eli 1, Joabe Weber Pitz 1, Leonardo de Oliveira Neves 2, Roberto Haveroth 3,Evandro

Leia mais

FLOR X POLINIZADOR: UM GOSTINHO DE QUERO MAIS

FLOR X POLINIZADOR: UM GOSTINHO DE QUERO MAIS FLOR X POLINIZADOR: UM GOSTINHO DE QUERO MAIS Leandro dos Santos Silva, Mariângela Fernandes Abreu, Nícholas Camargo, Sergio Gomes da Silva & Tassiana Reis Rodrigues dos Santos Orientador: Hélder Consolaro

Leia mais

Amazonas (UFAM) Av. André Araujo, 2936, Aleixo, Manaus, Amazonas, CEP 69.060-001

Amazonas (UFAM) Av. André Araujo, 2936, Aleixo, Manaus, Amazonas, CEP 69.060-001 Maria Lúcia Absy 1 ; Isabella Dessaune Rodrigues 2 luciabsy@inpa.gov.br 1 Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA); 2 Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Av. André Araujo, 2936, Aleixo, Manaus,

Leia mais

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE TEMPERATURA MÍNIMA DO BRASIL

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE TEMPERATURA MÍNIMA DO BRASIL ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE TEMPERATURA MÍNIMA DO BRASIL RENATA RIBEIRO DO VALLE GONÇALVES 1 e EDUARDO DELGADO ASSAD 2 1 Engenheira Cartógrafa, doutoranda da Faculdade de Engenharia Agrícola Feagri /Unicamp,

Leia mais

VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP

VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP Maria Cecilia Manoel Universidade de São Paulo maria.manoel@usp.br Emerson

Leia mais

1Caracterização de frutos de diferentes genótipos de maracujazeiro. 2Flávio Flôres Britto 1 ; Cláudio Lúcio Fernandes Amaral 1

1Caracterização de frutos de diferentes genótipos de maracujazeiro. 2Flávio Flôres Britto 1 ; Cláudio Lúcio Fernandes Amaral 1 1Britto, F.F., Amaral, C.L.F. 2015. Caracterização de frutos de diferentes genótipos de maracujazeiro. In: 2 Congresso Brasileiro de Processamento mínimo e Pós-colheita de frutas, flores e hortaliças,

Leia mais

Resumo. Submetido em 28/10/2004 Aceito para publicação em 21/03/2005

Resumo. Submetido em 28/10/2004 Aceito para publicação em 21/03/2005 Parasitóides (Insecta: Hymenoptera) de dípteros (Insecta: Diptera) coletados em diferentes altitudes e substratos no Parque da Serra de Caldas Novas, Goiás, Brasil Resumo Carlos H. Marchiori * Otacílio

Leia mais

Cíntia Graciele da Silva 1 Simone Santos de Oliveira 2 Universidade Estadual de Mato Grosso Tangará da Serra MT, junho 2009

Cíntia Graciele da Silva 1 Simone Santos de Oliveira 2 Universidade Estadual de Mato Grosso Tangará da Serra MT, junho 2009 LEVANTAMENTO DA ARTROPODOFAUNA DE UM FRAGMENTO DE MATA E DE UMA PASTAGEM, LOCALIZADOS PRÓXIMO AO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO, TANGARÁ DA SERRA MT Cíntia Graciele da Silva 1 Simone Santos

Leia mais

ANALISE DE PERDA DE SOLO EM DIFERENTES RELEVOS NO SEMIÁRIDO CEARENSE

ANALISE DE PERDA DE SOLO EM DIFERENTES RELEVOS NO SEMIÁRIDO CEARENSE ANALISE DE PERDA DE SOLO EM DIFERENTES RELEVOS NO SEMIÁRIDO CEARENSE Sebastião Cavalcante de Sousa (1); Rafaela Alves de Melo (1); Francisco Ramon da Cunha Alcantara (2) (Universidade Federal do Cariri,

Leia mais

ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE AZALÉIA Rhododendron indicum: CULTIVAR TERRA NOVA TRATADAS COM ÁCIDO INDOL- BUTÍRICO, COM O USO OU NÃO DE FIXADOR

ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE AZALÉIA Rhododendron indicum: CULTIVAR TERRA NOVA TRATADAS COM ÁCIDO INDOL- BUTÍRICO, COM O USO OU NÃO DE FIXADOR ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE AZALÉIA Rhododendron indicum: CULTIVAR TERRA NOVA TRATADAS COM ÁCIDO INDOL- BUTÍRICO, COM O USO OU NÃO DE FIXADOR Elisabete Domingues Salvador 1 Sidney Osmar Jadoski 1 Juliano

Leia mais

A Biosfera importância do clima e do relevo para os seres vivos

A Biosfera importância do clima e do relevo para os seres vivos A Biosfera importância do clima e do relevo para os seres vivos Qual o Objetivo da Biogeografia? Estudar a distribuição dos seres vivos e os fatores intervenientes nesta distribuição de forma integrada.

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina BVE230 Organografia e Sistemática das Espermatófitas

Programa Analítico de Disciplina BVE230 Organografia e Sistemática das Espermatófitas 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Biologia Vegetal - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: 5 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal

Leia mais

Manual de procedimentos de conservação, armazenamento e montagem de insetos*

Manual de procedimentos de conservação, armazenamento e montagem de insetos* Manual de procedimentos de conservação, armazenamento e montagem de insetos* Alessandra Carneiro - alecarneiro-bio@uol.com.br Carlos Eduardo Beserra Nobre cebnobre@gmail.com Rafael Vieira Nunes rafavnunes@gmail.com

Leia mais

ARTIGO Levantamento florístico das Orchidaceae ocorrentes na Fazenda São Maximiano, Município de Guaíba, Rio Grande do Sul

ARTIGO Levantamento florístico das Orchidaceae ocorrentes na Fazenda São Maximiano, Município de Guaíba, Rio Grande do Sul ARTIGO Levantamento florístico das Orchidaceae ocorrentes na Fazenda São Maximiano, Município de Guaíba, Rio Grande do Sul Cristiano Roberto Buzatto 1 *, Elisete Maria Freitas 1, Ana Paula Moreira da Silva

Leia mais

Pigmentos de flores como indicadores de ph. Introdução A Química hoje é uma ciência de extrema. Resumo

Pigmentos de flores como indicadores de ph. Introdução A Química hoje é uma ciência de extrema. Resumo Pigmentos de flores como indicadores de ph Introdução A Química hoje é uma ciência de extrema importância, pois está presente no cotidiano das pessoas de diferentes formas (medicamentos, alimentos, utensílios

Leia mais

OCORRÊNCIA DA ORQUIDÁCEA SOPHRONITIS CAULESCENS (LINDLEY) NA TRILHA DA ÁREA DE CANGA DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO ROLA MOÇA MG

OCORRÊNCIA DA ORQUIDÁCEA SOPHRONITIS CAULESCENS (LINDLEY) NA TRILHA DA ÁREA DE CANGA DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO ROLA MOÇA MG 56 OCORRÊNCIA DA ORQUIDÁCEA SOPHRONITIS CAULESCENS (LINDLEY) NA TRILHA DA ÁREA DE CANGA DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO ROLA MOÇA MG Camila Sales Nascimento (mila_alesnasc@hotmail.com) 1 Juciléia Aparecida

Leia mais

Não ficam longe da água. Respiram também pela pele. Ajudam a controlar a população de moscas e mosquitos. primeiras vítimas do desequilíbrio.

Não ficam longe da água. Respiram também pela pele. Ajudam a controlar a população de moscas e mosquitos. primeiras vítimas do desequilíbrio. Não ficam longe da água. Respiram também pela pele. Ajudam a controlar a população de moscas e mosquitos. primeiras vítimas do desequilíbrio. Brasil: 776 espécies no total. O Rio Grande do Sul: 95 espécies

Leia mais

VII WORKSHOP GTACC (Bebedouro/SP) Eng.Agr. MSc. MÁRCIO AUGUSTO SOARES NOVA AMÉRICA S/A CITRUS marcio.soares@novamerica.com.

VII WORKSHOP GTACC (Bebedouro/SP) Eng.Agr. MSc. MÁRCIO AUGUSTO SOARES NOVA AMÉRICA S/A CITRUS marcio.soares@novamerica.com. VII WORKSHOP GTACC (Bebedouro/SP) Eng.Agr. MSc. MÁRCIO AUGUSTO SOARES NOVA AMÉRICA S/A CITRUS marcio.soares@novamerica.com.br (14) 3332-3388 Localização NOVA AMÉRICA S/A CITRUS (Fazenda Guacho) Nº plantas:

Leia mais

Dormência em sementes de pata-de-vaca (Bauhinia angulata vell).

Dormência em sementes de pata-de-vaca (Bauhinia angulata vell). Dormência em sementes de pata-de-vaca (Bauhinia angulata vell). Oscar José Smiderle 1 ; Moises Mourão Jr 1 ; Francisco Joaci de Freitas Luz 1. 1 Pesquisador Embrapa Roraima CP 133 CEP 691-97 Boa Vista

Leia mais

Nome: Nº: Turma: Geografia. 1º ano Biomas Sílvia fev/08 INTRODUÇÃO

Nome: Nº: Turma: Geografia. 1º ano Biomas Sílvia fev/08 INTRODUÇÃO Nome: Nº: Turma: Geografia 1º ano Biomas Sílvia fev/08 INTRODUÇÃO São conjuntos de ecossistemas terrestres com vegetação característica e fisionomia típica em que predomina certo tipo de clima. São comunidades

Leia mais

Lista de Exercícios de Recuperação do 3 Bimestre

Lista de Exercícios de Recuperação do 3 Bimestre Instruções gerais: Lista de Exercícios de Recuperação do 3 Bimestre Resolver os exercícios à caneta e em folha de papel almaço ou monobloco (folha de fichário). Copiar os enunciados das questões. Entregar

Leia mais

Pré-processamento de Sinais Sonoros de Aves Noturnas

Pré-processamento de Sinais Sonoros de Aves Noturnas Pré-processamento de Sinais Sonoros de Aves Noturnas Raphael Santomé Leâo REIS ª, Paulo César Miranda MACHADOª ªEscola de Engenharia Elétrica e de Computação, UFG, Goiânia-GO 74001970 Email: raphael_leao@hotmail.com,

Leia mais

RELAÇÕES INTERNACIONAIS NA FILOSOFIA POLÍTICA MODERNA (SÉCULOS XVI-XVIII)

RELAÇÕES INTERNACIONAIS NA FILOSOFIA POLÍTICA MODERNA (SÉCULOS XVI-XVIII) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA POLÍTICA Rafael Salatini de Almeida RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Leia mais

ENT 115 - MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS FLORESTAIS AULAS PRÁTICAS PRÁTICA 4: TÓRAX E SEUS APÊNDICES - TIPOS DE PERNAS E ASAS

ENT 115 - MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS FLORESTAIS AULAS PRÁTICAS PRÁTICA 4: TÓRAX E SEUS APÊNDICES - TIPOS DE PERNAS E ASAS ENT 115 - MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS FLORESTAIS AULAS PRÁTICAS Prof. Alessandra de Carvalho Silva PRÁTICA 4: TÓRAX E SEUS APÊNDICES - TIPOS DE PERNAS E ASAS 1. OBJETIVO E IMPORTÂNCIA Esta aula visa fornecer

Leia mais

Efeitos da fragmentação de habitats em populações vegetais SANDRO MUNIZ DO NASCIMENTO

Efeitos da fragmentação de habitats em populações vegetais SANDRO MUNIZ DO NASCIMENTO Efeitos da fragmentação de habitats em populações vegetais SANDRO MUNIZ DO NASCIMENTO Programa de Pós-Graduação em Ecologia, Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas,

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL UFRGS FISIOLOGIA VEGETAL 1. (Ufrgs 2015) A coluna à esquerda, abaixo, lista dois hormônios vegetais; a coluna à direita, funções que desempenham. Associe adequadamente a coluna direita com a esquerda.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO APRENDER CIDADANIA COM A DISCIPINA DE HISTÓRIA: 3 PERCURSOS NO CONCELHO DE ODEMIRA Rita Santos Agudo do Amaral Rêgo MESTRADO EM EDUCAÇÃO

Leia mais

Prova de seleção de candidatos a Mestrado e Doutorado para PG Entomologia-UFV

Prova de seleção de candidatos a Mestrado e Doutorado para PG Entomologia-UFV Prova de seleção de candidatos a Mestrado e Doutorado para PG Entomologia-UFV 1 Contexto A seleção de candidatos consistirá de prova escrita eliminatória, análise de Curriculum Vitae (CV) e, para o caso

Leia mais

COMPORTAMENTO GERMINATIVO DE DIFERENTES CULTIVARES DE GIRASSOL SUBMETIDAS NO REGIME DE SEQUEIRO

COMPORTAMENTO GERMINATIVO DE DIFERENTES CULTIVARES DE GIRASSOL SUBMETIDAS NO REGIME DE SEQUEIRO COMPORTAMENTO GERMINATIVO DE DIFERENTES CULTIVARES DE GIRASSOL SUBMETIDAS NO REGIME DE SEQUEIRO Autor 1 Renata Fernandes de Matos Autor 2 Edilza Maria Felipe Vásquez Autor 3 Leonardo Lenin Marquez de Brito

Leia mais

Elementos e Fatores de Diferenciação

Elementos e Fatores de Diferenciação VEGETAÇÃO Elementos e Fatores de Diferenciação VEGETAÇÃO E ZONEAMENTO CLIMÁTICO A interferência climática sobre a cobertura vegetal é um dos principais fatores que possibilitam uma pluralidade paisagística.

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1

QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1 QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1 Jéssica Smaniotto 2, Osorio Antônio Lucchese 3, Cleusa Adriane Menegassi Bianchi 4, Rafael Pettenon

Leia mais

Lista de Exercícios BOTÂNICA. Profº Fernando Teixeira Fernando@biovestiba.net

Lista de Exercícios BOTÂNICA. Profº Fernando Teixeira Fernando@biovestiba.net Lista de Exercícios BOTÂNICA Profº Fernando Teixeira Fernando@biovestiba.net 01 - (Fac. Santa Marcelina SP/2013) O esquema representa uma árvore filogenética com os principais grupos de plantas. As letras

Leia mais

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia Bioma Conjunto de vida, vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação, condições

Leia mais

ÍNDICE. 12.2.2 - Programa de Coleta de Germoplasma e Resgate de Epífitas... 1/10. 2619-00-EIA-RL-0001-00 Outubro de 2013 Rev.

ÍNDICE. 12.2.2 - Programa de Coleta de Germoplasma e Resgate de Epífitas... 1/10. 2619-00-EIA-RL-0001-00 Outubro de 2013 Rev. 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS ÍNDICE... 1/10 Índice 1/1 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS O Programa de Coleta

Leia mais

COMPORTAMENTO DE BUSCA DO PREDADOR PHYTOSEIULUS MACROPILIS

COMPORTAMENTO DE BUSCA DO PREDADOR PHYTOSEIULUS MACROPILIS COMPORTAMENTO DE BUSCA DO PREDADOR PHYTOSEIULUS MACROPILIS (ACARI: PHYTOSEIDAE) POR TETRANYCHUS URTICAE (ACARI: TETRANYCHIDAE) EM PLANTAS DE MORANGUEIRO SOB CONDIÇÕES SIMULADAS DE CAMPO Amanda Fialho (1),

Leia mais

MECANISMOS FÍSICOS EM MÊS EXTREMO CHUVOSO NA CIDADE DE PETROLINA. PARTE 3: CARACTERÍSTICAS TERMODINÂMICAS E DO VENTO

MECANISMOS FÍSICOS EM MÊS EXTREMO CHUVOSO NA CIDADE DE PETROLINA. PARTE 3: CARACTERÍSTICAS TERMODINÂMICAS E DO VENTO MECANISMOS FÍSICOS EM MÊS EXTREMO CHUVOSO NA CIDADE DE PETROLINA. PARTE 3: CARACTERÍSTICAS TERMODINÂMICAS E DO VENTO Roberta Everllyn Pereira Ribeiro 1, Maria Regina da Silva Aragão 2, Jaqueline Núbia

Leia mais

Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira

Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira Metzger é um biólogo que adora o Código Florestal e constrói hipóteses apenas para provar aquilo que ele quer que seja provado

Leia mais

O USO DA ONICOABRASÃO COMO MÉTODO DE AUXÍLIO NA OBTENÇÃO DE AMOSTRAS PARA O DIAGNÓSTICO DA ONICOMICOSE

O USO DA ONICOABRASÃO COMO MÉTODO DE AUXÍLIO NA OBTENÇÃO DE AMOSTRAS PARA O DIAGNÓSTICO DA ONICOMICOSE HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL DE SÃO PAULO O USO DA ONICOABRASÃO COMO MÉTODO DE AUXÍLIO NA OBTENÇÃO DE AMOSTRAS PARA O DIAGNÓSTICO DA ONICOMICOSE ANA FLÁVIA NOGUEIRA SALIBA São Paulo 2012 ANA

Leia mais

GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL

GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL 1. Posição e situação geográfica. O Rio Grande do Sul é o estado mais meridional do Brasil, localiza-se no extremo sul do país. Tem um território de 282.062 km 2, ou seja,

Leia mais