Leandro Daré Lorenzoni Uso de CMS na Intranet do DI: Implementação de dois módulos

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1 60 Leandro Daré Lorenzoni Uso de CMS na Intranet do DI: Implementação de dois módulos Vitória ES, Brasil 21 de agosto de 2006

2 61 Leandro Daré Lorenzoni Uso de CMS na Intranet do DI: Implementação de dois módulos Monografia apresentada para obtenção do Grau de Bacharel em Ciência da Computação. Orientador: Sergio Antônio Andrade de Freitas UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Vitória ES, Brasil 21 de agosto de 2006

3 62 Monografia de Projeto Final de Graduação sob o título Uso de CMS na Intranet do DI: Implementação de dois módulos, defendida por Leandro Daré Lorenzoni em 21 de agosto de 2006, em Vitória, Estado do Espírito Santo, examinada pela banca formada pelos professores: Prof. DSc. Sergio A. A. de Freitas Prof. Hilário Seibel Júnior Profª. Mariella Berger

4 63 Agradecimentos Agradeço primeiramente à minha família: minha base, minha força. Em todos os momentos do curso, principalmente nas tribulações, pude sentir o amor de Deus refletido em cada um. Aos meus amigos conquistados na UFES, cuja convivência já faz muita falta. Especialmente, quero agradecer ao Alexandre, Márcio Gomes, Márcio Pimentel, Mariella, Hilário (para estes dois últimos, com o perdão do trocadilho: o destino, às vezes, é hilário!), Jociel, Daniel, Carlos Eduardo, Helvys e tantos outros, pelos inesquecíveis momentos que passamos. Vai ser impossível lembrar da UFES sem lembrar deles. Aos meus mais que amigos que, principalmente nestes últimos meses, tanto intercederam por mim e me deram todo apoio possível. Obrigado por me levantarem em minhas quedas, por me ouvirem quando o mundo não me compreendia. Agradeço especialmente ao professor Sergio, meu orientador neste projeto. Por toda paciência, cobrança, dedicação e, principalmente, por todos os conselhos que recebi dele e que levarei como lição para o resto da vida. Finalmente, o mais importante agradecimento: a Deus. Se não fosse por Ele, por Sua força, Seu amor, eu não chegaria até aqui. Nestes últimos dois anos a presença d Ele em minha vida foi intensa e fundamental. Na falta de palavras adequadas, uso estes versos: Graças, Pai! Vim aqui Te louvar e prostrar-me aos Teus pés somente para agradecer, Somente para dar-te graças, pois não tenho outras palavras em meu ser. Graças, Pai, tenho Te feito chorar: por ser um mal agradecido, por não ter Te obedecido. Mesmo assim me tens amado, mesmo assim me tens chamado, Tens me dito: Filho amado, quero te abraçar. Graças, Pai, por amar-me numa cruz com amor incomparável em Teu Filho Jesus. Graças, Pai, quanto amor e bondade, quanta força e amizade, Tu és um Pai real, tão real! Graças, Pai, pelos pequenos e belos detalhes Por cada coisa que me dás, por cada coisa que me negas. Mais que isso, Graças, Pai, por Ti mesmo e o que és, por Ti mesmo e como és, Venho Te louvar: Graças, Pai, pelas dores e alegrias, Porque estás ao meu lado sempre com Teu grande amor, Senhor! Graças, Pai!, Martín Valverde

5 64 Dedicatória Dedico este trabalho aos meus pais. A educação e os princípios que recebi deles foram primordiais em minha vida. Minha mãe, com toda a sua dedicação, carinho, preocupação, toda sua simplicidade interiorana, reflete o amor de Maria em minha vida. Meu pai (in memorian), que tanto se orgulhava de ver os filhos podendo estudar, oportunidade que ele não teve. Seu sorriso e suas lágrimas em cada formatura foram provas marcantes do seu amor por meus irmãos e por mim. São dez anos de saudade. Mais uma vez, deixo a poesia falar por mim. Hoje eu pensei tanto em você Deu vontade de mais uma vez Poder te abraçar e sentir a alegria de te ter perto de mim Como dói ver alguém que tanto se ama ir pra não mais voltar Tantas palavras pra lhe dizer, Tantas coisas queria ainda poder fazer ao seu lado Sinto saudades do seu sorriso, do seu jeitinho todo especial de ser Nas mãos de Deus entrego minha saudade Pedindo ao céu que te acolha com amor E, junto d Ele, rogues por mim Pra que eu aprenda com a dor a amar intensamente Todos que ao meu lado Ele mesmo colocou. Saudade, Roberta Castro

6 65 Resumo O uso de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (CMS) vem crescendo rapidamente. Estes sistemas oferecem facilidades na manutenção de sites que conquistaram os desenvolvedores, visto que seu trabalho diminuiu consideravelmente. Em um site estruturado com um CMS, qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico de desenvolvimento em ambiente Web, pode criar páginas, adicionar informações a esta página, entre outras possibilidades. Tendo em vista as limitações da Intranet do Departamento de Informática (DI), a qual não oferece nenhum tipo de interação entre alunos e professores, este trabalho tem como objetivo mostrar como o uso de um CMS pode ajudar a criar funcionalidades de maneira fácil e padronizada. Para isto, são desenvolvidas duas funcionalidades úteis à Intranet do DI: o gerenciamento de monografias e o gerenciamento de avaliações. É também proposto um modelo para a criação de novas funcionalidades, que poderão ser desenvolvidas futuramente e incorporadas facilmente ao CMS.

7 66 Lista de figuras Figura 1 - Diagrama de Casos de Uso do subsistema Monografia Figura 2 - Diagrama de Casos de Uso do subsistema Avaliação Figura 3 - Modelo ER para o subsistema Monografia Figura 4 - Modelo ER para o subsistema Avaliação Figura 5 - Modelo Relacional do subsistema Gerenciamento de Cursos Figura 6 - Modelo Relacional do subsistema Monografia Figura 7 - Modelo Relacional do subsistema Avaliação Figura 8 Nome do arquivo e o resultado obtido no Drupal Figura 9 - Exemplo da função help Figura 10 - Resultado da descrição do módulo na função help Figura 11 - Exemplo da função perm Figura 12 - Resultado obtido no Drupal com a função perm Figura 13 - Exemplo da função access Figura 14 - Exemplo da função menu Figura 15 - Resultado obtido com a função menu Figura 16 - Ativação de módulos no Drupal Figura 17 - Criação de um papel no Drupal Figura 18 - Configurando o controle de acesso no Drupal Figura 19 - Criação de uma conta de usuário no Drupal Figura 20 - Associação de um usuário a um papel no Drupal Figura 21 - Monografia - Gerenciar Orientandos Figura 22 - Monografia Ambiente de interação na visão do professor Figura 23 - Monografia Ambiente de interação na visão do orientando Figura 24 - Marcação de defesa Figura 25 - Marcação de trabalhos Figura 26 - Emissão de resultado de avaliações Figura 27 - Exibição de uma avaliação marcada... 44

8 67 Lista de tabelas Tabela 1 - Comparação entre CMS... 12

9 68 Sumário 1 INTRODUÇÃO Objetivo Estrutura da monografia SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO Sites estáticos e sites dinâmicos Componentes de um CMS Administração do conteúdo Gerenciamento do workflow Acesso ao conteúdo e segurança Customização e integração com sistemas legados Exemplos de CMS Calandra KBX Drupal Joomla Plone Escolhendo o CMS ANÁLISE DO SISTEMA Ferramentas de Modelagem Subsistemas Monografia Avaliação Gerenciamento de Cursos Casos de Uso Monografia Avaliação Modelo de Entidades e Relacionamentos Monografia Avaliação Modelo Relacional Gerenciamento de turmas Monografia Avaliação IMPLEMENTAÇÃO Servidor Web Linguagem de programação Banco de Dados... 28

10 Construção de um módulo para o Drupal Nome do módulo Função help Função perm Função access Função menu Funções de desenvolvimento Adequando o Drupal aos módulos construídos Apresentação dos módulos desenvolvidos Módulo Monografia Módulo Avaliação CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...47 APÊNDICE A CASOS DE USO DO SUBSISTEMA MONOGRAFIA...49 APÊNDICE B CASOS DE USO DO SUBSISTEMA AVALIAÇÃO...55

11 1 1 INTRODUÇÃO A Intranet do Departamento de Informática (DI) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) é um ambiente pouco explorado atualmente. Não existe nela nenhum sistema que permita a alunos e professores algum tipo de interatividade. Este é um fato que contraria a lógica, pois grande parte da interatividade entre eles é feita através da Internet, utilizando e- mail e páginas pessoais de professores. Se um dos objetivos da Intranet é justamente possibilitar a troca rápida e precisa de informações entre usuários de uma mesma instituição, nada mais natural do que o desenvolvimento de aplicações web visando esta interatividade na Intranet do DI. A utilização de um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo é um caminho fácil para atender às necessidades de uma aplicação que vise esta interatividade. Como o sistema ficaria responsável por gerenciar todo conteúdo postado por alunos e professores, a única dificuldade seria criar aplicações que se adequassem a ele. 1.1 OBJETIVO O objetivo deste trabalho é mostrar como o uso de um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo torna fácil o acoplamento de funcionalidades à Intranet. Com as facilidades oferecidas por este tipo de sistema, alunos e professores podem publicar qualquer tipo de conteúdo, seja ele informativo ou até mesmo a divulgação ou entrega de documentos, de maneira simples e ágil. As funcionalidades oferecidas para a criação destes conteúdos são implementadas em módulos. Para criar novas funcionalidades, basta criar novos módulos. Neste trabalho será apresentada uma maneira de normalizar a criação de módulos em um CMS. Esta normalização, feita através do estudo dos módulos do CMS escolhido, facilitará a construção de aplicações futuras, tornando a Intranet cada vez mais ampla no atendimento a professores e alunos. Utilizando este estudo, foram implementados dois módulos necessários à Intranet do DI, o gerenciamento de monografias e o gerenciamento de avaliações, para expor as facilidades descritas.

12 2 1.2 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA No capítulo 2 é apresentado o conceito de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo, seus componentes e as vantagens de sua utilização. Também são apresentados alguns sistemas disponíveis e suas características e, baseada nestas características, é feita a escolha do sistema que melhor se adapta às necessidades do projeto a ser implementado. No capítulo 3 é feita uma análise dos subsistemas a serem construídos, que na verdade se tratam dos módulos a serem incorporados no Sistema de Gerenciamento. São apresentadas as ferramentas utilizadas na análise e alguns modelos gerados nesta fase, os quais serviram de base para a implementação dos subsistemas. O capítulo 4 apresenta as ferramentas utilizadas na implementação. Além disso, é apresentado um modelo para normalizar a construção de módulos e as configurações para que estes módulos sejam acrescentados ao Sistema de Gerenciamento. Ao final do capítulo são mostrados os resultados obtidos com a implementação dos módulos. No capítulo 5 estão as conclusões do trabalho, algumas dificuldades encontradas durante a elaboração do sistema e os trabalhos futuros que podem contribuir para a evolução do mesmo.

13 3 2 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO Existe a necessidade da criação de aplicações web que sejam capazes de acompanhar o rápido crescimento que a Internet vem tendo. Gerenciar o conteúdo na Internet é hoje um grande desafio. Isto se deve ao crescente volume de informações que estão sendo disponibilizadas para os visitantes de sites em todo o mundo. Acompanhando esse rápido crescimento, ferramentas e técnicas para desenvolvimento e manutenção de sites também cresceram. Inicialmente, tomando como exemplo as empresas, seus sites eram usados simplesmente para apresentar a empresa e seus objetivos básicos. Hoje, estas empresas usam os sites para apresentar diferentes tipos de conteúdo para diferentes tipos de usuários, como funcionários e clientes. Uma solução para este desafio dos que necessitam publicar suas informações na Internet de forma rápida e eficiente é a adoção de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo na Web, os chamados CMS - Content Management Systems. Dentre os diversos benefícios oferecidos por estes sistemas, pode-se citar a rápida atualização de conteúdo e a eliminação de gargalos na geração e manutenção de sites. A rápida atualização de conteúdo é obtida a partir do momento em que um site, gerenciado por um CMS, pode ser atualizado de forma simples e completa por usuários sem conhecimento técnico de desenvolvimento em ambiente Web[1]. O emprego deste tipo de usuário no processo de geração e manutenção de conteúdo, que antes era realizado apenas pelos com conhecimento técnico, permite a melhor distribuição das atividades, eliminando a sobrecarga de trabalho dos usuários técnicos. 2.1 SITES ESTÁTICOS E SITES DINÂMICOS Antes de serem apresentados os benefícios e conceitos do gerenciamento de conteúdo na Web, será abordada a diferença entre a criação e manutenção de dois tipos de sites: aqueles com conteúdo estático, chamados de sites estáticos, e aqueles com conteúdo gerado dinamicamente, chamados sites dinâmicos. Os sites desenvolvidos inicialmente eram basicamente formados por código HTML estático e documentos de texto. Um documento estático é simplesmente qualquer página que seja salva num servidor e exibida em um navegador sem sofrer quaisquer mudanças.

14 4 Em um site estático, todo o conteúdo das páginas é colocado manualmente por desenvolvedores Web profissionais. Esse processo é conhecido como construção da página em tempo de projeto, porque as páginas são totalmente construídas enquanto o site está sendo desenvolvido. Sites desse tipo são desenvolvidos e mantidos por profissionais experientes. Em geral, seu custo inicial é menor, porém todas as futuras mudanças têm que ser realizadas por profissionais Web. Portanto, um site estático pode ser mais caro para manter, especialmente quando são necessárias alterações freqüentes nas páginas [2]. Por outro lado, um site dinâmico é construído no momento em que o mesmo é requisitado por um navegador. Sites dinâmicos, embora também sejam desenvolvidos por profissionais, podem ser mantidos diretamente pelo usuário-cliente. Pode-se dizer que uma página Web dinâmica é qualquer página que tenha seu conteúdo alterado por um programa ou script no momento em que a mesma é requisitada. Entre as linguagens de programação que possibilitam essa criação podem ser citados o PHP, o ASP e o JSP. Alguns sites são ditos inteiramente dinâmicos, pois todo o seu conteúdo é armazenado em um banco de dados e montado em uma página Web no momento em que a página é requisitada. Tipicamente, sites desse tipo visam reduzir o trabalho de manutenção das páginas, com usuários que não conhecem a linguagem HTML guardando o conteúdo em banco de dados via uma interface amigável. Quando o conteúdo é recuperado ele é misturado com um modelo que fornece elementos comuns ao site como um todo e recebe adicionalmente componentes que controlam o estilo de apresentação da página[3]. Um site pode incluir uma combinação de conteúdo estático e dinâmico. A informação que não muda freqüentemente é mais bem manipulada estaticamente, enquanto a informação que sofre alterações freqüentes é mais bem manipulada dinamicamente. Essa abordagem mista permite que os webmasters concentrem a maior parte de seu tempo em adicionar conteúdo e menos tempo em manutenção. De uma forma geral, os usuários terão uma experiência mais agradável e interativa em um site que contenha algum conteúdo dinâmico. Tal fato deve-se a possibilidade que o usuário tem de solicitar informações específicas para os seus interesses. Um site criado e gerenciado por um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo na Web é caracterizado como um site dinâmico, absorvendo, portanto, as suas características.

15 5 2.2 COMPONENTES DE UM CMS Os componentes do gerenciamento de conteúdo são a administração do conteúdo, gerenciamento do workflow (fluxo de conteúdo), acesso e segurança, bem como a customização e integração com sistemas legados[4]. A seguir apresenta-se uma breve descrição de cada um destes componentes, delimitando assim sua importância no gerenciamento do conteúdo Administração do conteúdo Consiste de todas as ferramentas necessárias para adicionar, modificar e remover o conteúdo do site de uma organização. Historicamente, administrar o conteúdo era uma tarefa desgastante e intensiva, envolvendo na maioria das vezes páginas estáticas e, na melhor das hipóteses, ferramentas que automatizavam parte das tarefas. A diferença do passado e de hoje são as sofisticadas ferramentas de gerenciamento do conteúdo que utilizam bancos de dados. Hoje em dia, o conteúdo é armazenado em um banco de dados junto com outras informações relacionadas, como seu autor, editor, aprovador, data inicial e final de publicação, histórico de revisões e usuários que podem visualizá-las. A informação é inserida e atualizada intuitivamente, através de interfaces baseadas em formulários. O especialista em conteúdo de uma organização pode, rápida e facilmente, atualizar conteúdos sem precisar aprender programação ou técnicas de desenvolvimento da Web. A administração do conteúdo utilizando banco de dados auxilia ainda mais os especialistas a aumentar a qualidade e diminuir o custo da publicação da informação. Outro grande benefício da utilização de bancos de dados na administração do conteúdo é que o conteúdo é armazenado separado do seu formato de publicação. Como resultado, o conteúdo pode ser publicado em diferentes páginas, ou até mesmo diferentes sites, utilizando modelos de formatos para cada diferente publicação. A administração de conteúdo utilizando banco de dados automatiza o processo de publicação enquanto garante consistência e uma aparência profissional para todo conteúdo. Mudanças no conteúdo são realizadas uma única vez e se refletem automaticamente em todas as publicações em que aquele assunto aparece. Assim, um site pode manter-se recente através de alterações periódicas nos seus modelos de exibição, ao invés de modificar o conteúdo. A utilização de modelos pode ser consistente com os padrões de comunicação da organização (ou identidade visual). Muitas organizações melhoram sua imagem e aumentam o reconhecimento de suas marcas aderindo a padrões específicos de formato e estilo nas suas

16 6 comunicações externas. Isto inclui regras para a utilização do logotipo da organização, estilos e tamanho de fontes, leiautes de páginas, esquemas de cores e regras editoriais. A utilização de banco de dados na administração de conteúdo é essencial para tornar consistente o conteúdo de uma organização e garantir uma aparência profissional ao seu site. A administração do conteúdo distribui o trabalho de criação para os maiores conhecedores do conteúdo dentro da organização, diminuindo assim a sobrecarga de trabalho do técnico especializado Gerenciamento do workflow Normalmente, as organizações possuem políticas específicas sobre quem pode criar, editar e aprovar conteúdo para publicação. Infelizmente, muitas delas precisam lidar com estas funções através de discussões cara-a-cara, s, conversas telefônicas, memorandos e outros processos ineficientes e sujeitos a erros. Devido ao tempo que estes processos tomam, revisar e aprovar conteúdo muitas vezes ocorre paralelamente à publicação destas informações, ou até mesmo depois que o público já viu o conteúdo que não seria aprovado. Além disso, é virtualmente impossível rastrear o andamento destes processos em um certo momento. O bom gerenciamento de conteúdo permite a automação dos processos de trabalho de uma organização. Tipicamente, processos como revisar editoriais, aprovar, entregar e publicar o conteúdo são beneficiados com a automação. A automatização do workflow facilita a interação entre criadores de conteúdo, editores, revisores e as aplicações da organização. Processos de workflow podem ser iniciados pelos usuários para eventos específicos, ou outros critérios. É possível, por exemplo, uma aplicação automatizada gerar conteúdo e alimentar o processo de workflow adequado. O workflow também pode integrar clientes, vendedores e outros parceiros em seus processos. Gerenciamento automatizado de workflow reduz o tempo total gasto desde o conceito até a publicação do conteúdo, acelerando o processo de revisão e aprovação. Ao mesmo tempo, aumenta a qualidade do conteúdo (e da imagem da organização) assegurando que o mesmo não foi publicado sem antes ter sido revisado e aprovado.

17 Acesso ao conteúdo e segurança O gerenciamento de conteúdo ajuda a manter a segurança da informação de uma organização pelo controle no acesso a publicação (para criar, editar e aprovar conteúdo) e acesso de leitura (para o público interno e externo). Segurança no acesso ao conteúdo aprimora, mas não substitui, os mecanismos básicos de segurança de um site. O controle de acesso na publicação especifica quem, na organização, tem acesso a diferentes categorias de informação e qual o seu nível de acesso. Com um esquema de controle de acesso na publicação, uma organização pode assegurar que as pessoas tenham acesso eficiente à informação desejada. O controle de acesso à leitura define as pessoas que, dentro ou fora da organização, terão permissão a acessar diferentes categorias de conteúdos. Permissões de acesso devem ser especificadas individualmente, por departamentos ou grupos, ou de acordo com as necessidades de segurança da organização. O controle e segurança no acesso garantem, tanto para direitos de acesso a publicação ou leitura, que as pessoas tenham acesso ao conteúdo apropriado. Trabalham conjuntamente com o gerenciamento do workflow para garantir o acesso no ciclo de vida do conteúdo (criação, edição, revisão, aprovação, publicação, leitura, remoção e arquivamento). De maneira geral os CMS podem ser decompostos em três módulos: criação, armazenamento e apresentação de conteúdo Customização e integração com sistemas legados Cada organização, seja qual for o seu ramo, possui procedimentos, objetivos e estruturas diferentes. Elas possuem seus ambientes computacionais, geralmente chamados sistemas legados, que também são diferentes. Um sólido gerenciamento de conteúdo precisa ser customizável para atender às necessidades específicas de uma organização e coexistir com os sistemas legados. Especificamente, um sistema de gerenciamento de conteúdo precisa se integrar totalmente com a infra-estrutura de informação existente os usuários devem poder utilizar o sistema de gerenciamento de conteúdo e seus sistemas legados como se fossem um único e grande sistema adaptado para suas necessidades.

18 8 2.3 EXEMPLOS DE CMS A seguir serão apresentadas algumas ferramentas de gestão de conteúdo disponíveis no mercado, destacando o seu funcionamento e as suas características Calandra KBX O Calandra KBX[5] é um exemplo de CMS nacional. Foi desenvolvido pela Calandra Soluções. Através de sua interface baseada em browser, o Calandra KBX possibilita programar e relacionar documentos, usar recursos multimídia, pesquisar opinião, gerenciar correspondências, criar e gerenciar diversas mídias (banners), trabalhar com plantão, interagir com banco de dados, segregar acesso a conteúdos, personalizar os mesmos em diversos níveis, realizar busca simples ou estendida, além de outras ações em um ambiente de colaboração e produtividade operado diretamente pelos produtores de conteúdo. Suas principais funcionalidades são: Edição de Conteúdo: módulo que corresponde à base do produto, onde estão compreendidas as etapas de redação, gerenciamento e publicação. Neste módulo, os diversos conteúdos são classificados com o objetivo de facilitar o acesso aos documentos criados e definidos. Administração: o Calandra KBX oferece, para melhor administração da ferramenta, inúmeros serviços, como gerador de relatórios, controle de mídias, segurança, que é realizada através do controle de direito de acesso de leitura, e edição de conteúdo aos usuários. Controle de Mensagens - responsável pela administração das mensagens enviadas à empresa, quer sejam internas ou externas. Possui gerador de relatórios próprio e disponibiliza periodicamente relatórios customizáveis pelo usuário, com informações das mensagens enviadas, recebidas, respondidas e o tempo médio de resposta. Realização de buscas e possibilidade de criação de fóruns, pesquisas de opinião, questionários, enquetes, entre outros. Personalização - possibilita condicionar conteúdos para públicos específicos e permite ao público definir a apresentação de seus conteúdos de interesse.

19 Drupal O Drupal[6] é um CMS escrito em PHP e criado em 2000 por Dries Buytaert, na época um estudante universitário, e hoje já se tornou um dos CMS mais populares no mundo. Trata-se de uma plataforma para criação de sites dinâmicos, que permite que usuários individuais ou comunidades publiquem, gerenciem e organizem uma variedade de conteúdos. Habilitando e configurando módulos distintos, um administrador pode desenvolver um site único, que pode ser usado para uma combinação de gestão de conhecimento, publicação na web ou interação de comunidades. Essas são algumas das características do Drupal: Código livre o código do Drupal é aberto sob os termos da GNU (GPL). Personalização possui um ambiente de personalização robusto, no qual o conteúdo e a apresentação podem ser individualizados de acordo com o usuário. Permissões do sistema baseado em papéis Para o gerenciamento de privilégios, o Drupal faz uso dos papéis. O administrador do site cria papéis e associa os usuários a esses papéis. Cada usuário pode ser associado a um ou mais papéis, herdando os privilégios de cada um deles. Criados os papéis, o administrador define que papel terá acesso às funções de cada módulo ativo no Drupal. Gerenciamento de conteúdo Através de uma simples interface baseada no seu navegador, membros podem publicar vários tipos de conteúdo: estórias, blogs, enquetes, imagens, fóruns, entre outros. Administradores podem escolher entre múltiplos temas ou criar o seu próprio para dar ao site uma aparência única. Criação de módulos Os módulos são os subsistemas que permitem todas as funcionalidades do Drupal. Cada módulo é responsável por alguma função como, por exemplo, criar uma enquete, um fórum, gerenciar o menu, entre outros. Para agregar novas funcionalidades ao site, podem ser desenvolvidos módulos que implementem essas funcionalidades, e estes são incorporados ao Drupal pelo administrador. Autenticação usuários são cadastrados e devem passar por autenticação para ter acesso aos privilégios. O Drupal permite integração com servidores LDAP para uso de Intranet.

20 Joomla Dentre os vários CMS disponíveis na web, o Joomla[7], criado em 2005 (a partir de outro CMS popular, o Mambo[8]) está se tornando um dos mais populares, com uma comunidade atuante e crescente. Algumas características importantes do Joomla: Joomla é decididamente software livre e não há perspectiva de mudança com relação a isso; Já existem vários módulos e componentes disponíveis, criados a partir da base herdada do Mambo; A popularidade do Joomla está crescendo rapidamente; logo, a sua comunidade também; A equipe por trás do Joomla, composta por membros criadores do Mambo, está fortemente comprometida com o projeto e está disposta a modernizar o software continuamente; É um dos CMS com mais recursos disponíveis e de fácil utilização; Foi escrito em PHP e MySQL, dois dos softwares open source mais populares da Internet; Plone O projeto Plone[9] surgiu em 1999, com Alan Runyan, Alexander Limi e Vidar Andersen. Em 2004 surgiu a Fundação Plone, para proteger e promover seu uso. É desenvolvido em código aberto, adotado por milhares de desenvolvedores no mundo todo. O Plone é baseado em Zope, que é um CMF (Framework de Gerenciamento de Conteúdo - Content Management Framework), aplicação que facilita a construção de CMS. O Plone é um CMS, baseado em CMF, que roda no Zope, mas com seu próprio conjunto de tipos de arquivos. O Zope apresenta algumas vantagens, dentre elas: O Zope é orientado a objetos, sendo que tudo o que aparecer em um site Zope (páginas web, imagens, links, arquivos) é um objeto e está contido em um banco de dados orientado a objetos. A base de dados é hierárquica, não relacional, e é particularmente apropriada para estruturas de arquivos hierárquicos. A base de dados do Zope contém todas as versões antigas de um objeto: isto é particularmente útil para desfazer alterações, para o controle de versões de documentos colaborativos, e para itens que precisem de revisão. O Zope contém várias ferramentas que são adequadas a empresas grandes e trabalhos colaborativos, como por exemplo: buscas pré-definidas ao banco,

21 11 baseadas em um flexível critério de busca, que mostra automaticamente todos os objetos satisfazendo certas condições especificadas pelo usuário. O Zope pode ser usado em todas as plataformas: Unix, Linux, Mac OS, e em todas as versões de Windows (98, 2000, XP, NT). Esta não é a realidade da maioria dos outros CMS, de código aberto e proprietário. Concluindo, o Zope foi criado para uso em grandes empresas, com as seguintes características: possibilidade de trabalho com vários contribuidores em projetos colaborativos, estando os mesmos localizados em diferentes lugares e usando diferentes plataformas; exigências organizacionais fortes para flexibilidade e segurança, para definir papéis locais com diferentes permissões para visualização, escrita, edição e aprovação de diferentes partes de projetos grandes; escalabilidade para vários objetos e servidores. O Plone acrescenta ao Zope duas características muito úteis: Um bom e estruturado framework para navegação e visualização de seu conteúdo, baseado em pastas, ao invés de links em documentos HTML. Uma ferramenta simples para a criação de documentos com estrutura complexa tais como formulários PIQ e UPC, com diferentes partes de cada documento visível para diferentes espectadores e um atalho de customização para aprovação. A primeira característica faz do site baseado em Plone ser fácil e rápido de usar; a segunda faz ele ser útil para administração, ao contrário da maioria dos CMS que são concebidos primeiramente para publicação ao invés de processamento de conteúdo. 2.4 ESCOLHENDO O CMS Com o crescimento do número de usuários e dos variados tipos de CMS, foi criado um site que permite comparar as funcionalidades de vários CMS, o CMS Matrix The Content Managment Comparison Toll[10]. A tabela 1 apresenta parte do resultado da comparação entre o Drupal, o Joomla e o Plone. São apresentados apenas alguns itens que interessam diretamente às necessidades do sistema a ser desenvolvido. O site disponibiliza uma lista de dezenas de CMS que podem ser comparados, para que o usuário possa escolher o que melhor se adapta às suas necessidades.

22 12 Requerimentos do Sistema Drupal Joomla Plone Sistema Operacional Qualquer Qualquer Qualquer Linguagem de Programação PHP PHP Python Servidor Web Apache, IIS Apache Apache, IIS, Zope Banco de Dados MySQL, PostgreSQL MySQL Zope Gerenciamento de sessões Sim Sim Adicionável Histórico de Login Sim Sim Adicionável Autenticação LDAP Adicionável Adicionável Adicionável Documentação ou manuais Sim Sim Sim Ajuda Online Sim Sim Não Recuperação de conteúdo Não Sim Adicionável Gerenciamento de privilégios Sim Não Sim Fórum Sim Adicionável Sim Calendário de eventos Adicionável Adicionável Sim Sistema de busca Sim Sim Sim Gerenciamento de FAQ Sim Sim Adicionável Download/upload arquivos Adicionável Adicionável Sim Tabela 1 - Comparação entre CMS Analisando os dados apresentados na tabela 1, nota-se que os três CMS são portáveis, o que é característica importante para qualquer sistema. O Drupal e o Joomla são escritos em PHP, enquanto o Plone foi desenvolvido em Python. Os três podem ter como servidor o Apache, que é um dos servidores mais utilizados no mundo. Quanto ao sistema de banco de dados, Drupal e Joomla apresentam a vantagem de usarem sistemas amplamente difundidos, como o PostgreSQL, para o Drupal, e o MySQL para ambos. Levando-se em consideração que em breve o DI vai ter o processo de configuração de seu LDAP concluído, os três CMS apresentam a vantagem da autenticação de usuários poder ser feita via LDAP. Todos os CMS analisados apresentam a possibilidade do gerenciamento de sessões e criação de um histórico de login, que são funcionalidades importantes para qualquer CMS. Outra característica em comum entre eles é a existência de documentação e manuais na Internet, embora o Plone não possua a facilidade da ajuda on-line.

23 13 O Drupal apresenta a desvantagem de não possuir a possibilidade de recuperação de conteúdos, que existe nos outros dois. Já o Joomla não possui a funcionalidade de gerenciar privilégios, o que é essencial para os subsistemas que serão desenvolvidos neste projeto. Quanto aos conteúdos que já são incorporados nos CMS, os três apresentam a possibilidade da criação de fóruns, calendários de eventos e o download e upload de arquivos, que também serão necessários no sistema. Além disso, os três apresentam a possibilidade de gerenciamento de FAQ e busca no site, que são características importantes para futuras funcionalidades a serem incorporadas ao sistema. Após esta análise entre os CMS apresentados, e levando em conta as necessidades do sistema em desenvolvimento, foi escolhido como CMS do projeto o Drupal. Os motivos para esta escolha foram: Gerenciamento de privilégios: principal motivo para a escolha do Drupal, pois alunos e professores terão acessos diferentes às funcionalidades dos módulos. Isto é facilmente feito no Drupal, poupando um grande trabalho se esse gerenciamento fosse feito no próprio sistema. Autenticação LDAP: com a configuração do LDAP do Departamento de Informática (DI) da UFES, que está em andamento, o controle de usuários seria ainda mais fácil. Ferramentas adicionais: a possibilidade de poder escolher um servidor web e um sistema de banco de dados que sejam gratuitos e altamente difundidos em todo o mundo. Criação de fóruns e calendários de eventos: fóruns para a discussão de trabalhos ou monografias entre professores e alunos, e calendário para todos os eventos, como reuniões, datas de provas, entregas de trabalho, defesas de tese, entre outros, que hoje são basicamente feitos de forma verbal ou por , seriam facilmente manipulados no Drupal. Download/upload de arquivos: seria usado para a submissão de trabalhos, monografias ou arquivos para pesquisa. Esta é outra atividade que hoje é feita por , e ficaria centralizada no sistema. Outras ferramentas necessárias para o desenvolvimento do sistema foram feitas a partir das necessidades do Drupal. Estas escolhas serão descritas no Capítulo 4, que trata da implementação.

24 14 3 ANÁLISE DO SISTEMA Este capítulo descreve o sistema a ser desenvolvido e as funcionalidades requeridas. Para esta fase, foi feita a divisão em três subsistemas, que se referem aos módulos que irão adicionar funcionalidades ao Drupal. Primeiramente, serão apresentadas as ferramentas utilizadas para a modelagem do sistema. 3.1 FERRAMENTAS DE MODELAGEM A escolha de uma boa ferramenta de modelagem é essencial para se obter um sistema de qualidade, afinal, é a partir da documentação gerada por esta modelagem que a construção do sistema é direcionada. Entre as ferramentas pesquisadas, foram escolhidas: Umbrello[13] para a criação dos diagramas de caso de uso. BrModelo[11] para criar o modelo de entidades e relacionamentos. Mogwai ER-Disagner[12] para a modelagem do banco de dados. Estes softwares, além de serem livres, atendem às necessidades da fase de análise do sistema. 3.2 SUBSISTEMAS O sistema foi dividido em três subsistemas: monografia, avaliação e gerenciamento de cursos. A descrição apresentada será usada para a modelagem do sistema Monografia Atualmente, não há nenhum acompanhamento da evolução de uma monografia durante sua execução. Professores e seus orientandos definem o tema da monografia, as etapas da implementação e da escrita da monografia e, a partir daí, marcam reuniões para discutir o andamento das etapas definidas. Documentos utilizados na pesquisa são trocados geralmente por , assim como as versões iniciais da monografia. A marcação de reuniões é feita verbalmente ou por . Com a conclusão do projeto e da escrita da monografia, são escolhidos os membros da banca examinadora e é marcada a defesa. Justamente na defesa acontece o único registro que é guardado sobre o projeto, que são as observações feitas pela banca e o resultado obtido pelo aluno, além da própria monografia. O objetivo deste subsistema é criar um ambiente em que professores e orientandos interajam de uma maneira simples e centralizada, e possa haver um histórico do progresso do projeto. Neste subsistema, os professores poderiam cadastrar os alunos que estão orientando e,

25 15 a partir daí, criar um ambiente ao qual somente ele e o aluno teriam acesso. Neste ambiente seriam cadastrados os dados da monografia, como o título e um resumo sobre o que vai ser desenvolvido. Além disso, haveria outras funcionalidades, a saber: Professores e orientandos poderiam submeter arquivos, sejam eles fonte de pesquisa ou versões da monografia. Estes arquivos ficariam disponíveis para download. Reuniões poderiam ser marcadas no próprio ambiente, sendo então adicionadas ao calendário de eventos de ambos. Adiamentos ou cancelamentos de reuniões seriam feitas de maneira mais fácil, pois o calendário de eventos seria atualizado automaticamente. A marcação da defesa seria feita no próprio sistema, relacionando os professores que fariam parte da banca examinadora. A data da defesa também seria registrada no calendário de eventos destes professores, que passariam a ter acesso aos dados do projeto e à versão final da monografia. A avaliação da banca, assim como as observações feitas pela mesma, seriam cadastradas na monografia. No caso de aprovação do orientando, sua monografia faria parte do acervo de pesquisa para outros alunos e professores. Concluindo, este subsistema traria facilidades para alunos e professores durante todo o andamento da monografia e ainda faria com que ela não se perdesse após ser concluída, podendo ser pesquisada por demais alunos e professores que tenham interesse no assunto abordado Avaliação A relação entre alunos e professores em sala de aula também tem algumas limitações. As datas de avaliações escritas ou trabalhos computacionais são ditas em sala e a submissão destes trabalhos é, na maioria das vezes, feita por , sem uma confirmação para o aluno de que o professor recebeu realmente os arquivos submetidos. Já os professores têm que formular meios práticos para receber estes trabalhos, informando aos alunos como deve ser feita esta submissão, com maneiras de preencher o assunto do ou o corpo da mensagem. Algum erro do aluno no preenchimento destes requisitos pode fazer com que seu trabalho se perca. O próprio professor tem que fazer uma lista dos alunos que submeteram os trabalhos para que possa divulgar as notas ao final da correção. Além disso, não existe um histórico com os trabalhos desenvolvidos pelos alunos durante sua vida acadêmica.

26 16 O objetivo deste subsistema é possibilitar que os professores possam criar um ambiente para cada disciplina que lecionam no corrente período, de modo que somente ele e os alunos matriculados na turma desta disciplina tenham acesso a este ambiente. A partir deste ambiente, alunos e professores teriam os seguintes recursos: Poderia ser criado um fórum para cada turma, onde os alunos trocariam informações e tirariam dúvidas com o professor ou entre eles mesmos. Isso facilitaria a comunicação entre professor e aluno. A cada avaliação marcada pelo professor, seja ela prova ou trabalho, o aluno seria notificado em seu calendário de eventos. O professor faria uma descrição desta avaliação, dizendo o conteúdo, se fosse uma prova escrita, ou, caso se tratasse de um trabalho, a descrição deste e se será desenvolvido individualmente ou em grupo, indicando o número de integrantes. Esta descrição ficaria acessível aos alunos. Adiamento ou cancelamento de trabalhos seriam notificados aos alunos através do calendário de eventos. No caso de trabalhos em grupo, os alunos indicariam quais são os integrantes do grupo, que poderia variar de um trabalho para outro. A submissão de trabalhos seria feita no próprio site e os alunos poderiam submeter várias versões até o prazo final de submissão. Cada integrante poderia submeter em nome do grupo, e teria um relatório de quantas versões já foram enviadas até o momento. Um grupo não teria acesso aos arquivos submetidos por outros. Após a data de entrega, a submissão dos trabalhos seria suspensa no site, cabendo ao professor tomar as atitudes que julgar necessárias. O professor receberia uma listagem dos alunos que submeteram o trabalho para emitir as notas, para o grupo ou individualmente, sendo estas automaticamente repassadas aos alunos. Concluindo, este subsistema traria facilidades para alunos e professores durante todo o período e ainda geraria um histórico de trabalhos submetidos pelos alunos em cada disciplina cursada durante sua vida acadêmica.

27 Gerenciamento de Cursos Sobre este gerenciamento não será feita uma análise completa, já que ele faz parte do Projeto Pedagógico de Cursos (PPC), desenvolvido anteriormente. O PPC possui um ambiente para cadastro de disciplinas e seus respectivos conteúdos, cadastro de períodos, criação e manutenção da grade curricular de todos os cursos oferecidos pelo DI e cadastro de usuários seus perfis como, por exemplo, aluno do curso de Ciência da Computação ou professor do curso de Engenharia da Computação. No modelo original, cada perfil tinha seus privilégios no sistema. Adaptando para o sistema em desenvolvimento, estes privilégios não são mais necessários, já que o próprio Drupal faz esse gerenciamento. Os subsistemas avaliação e monografia irão utilizar os dados já contidos no banco de dados deste projeto. 3.3 CASOS DE USO A partir da especificação do sistema, é possível montar cenários que ajudam a compreender melhor as exigências do sistema. Esses cenários são modelados com a ajuda dos diagramas de caso de uso. Os diagramas de caso de uso fornecem um modo de descrever o funcionamento do sistema e como ele interage com o mundo externo, em uma visão de alto nível. No momento da elaboração dos diagramas de caso de uso, não é necessário saber como o sistema implementa o caso de uso, mas apenas que ele vai responder a uma requisição de usuário[14]. Para cada subsistema descrito, com exceção ao Gerenciamento de Cursos, serão apresentados os casos de uso referentes.

28 Monografia A figura 1 mostra o diagrama de casos de uso referente ao subsistema Monografia. Figura 1 - Diagrama de Casos de Uso do subsistema Monografia O único ator a atuar neste subsistema é o Ator Usuário, que representa os usuários cadastrados no Drupal. O Administrador irá definir o papel de cada usuário, limitando o acesso deste a cada caso de uso. Portanto, este usuário pode ser um professor ou um aluno, mas isso só será definido no Drupal. Os casos de uso identificados na figura 1 são: Cadastrar Orientando: permite ao professor cadastrar um aluno à sua lista de orientandos. Cadastrar Monografia: permite ao professor criar um ambiente ao qual somente ele e o orientando terão acesso, onde serão armazenadas informações sobre a monografia. Manipular Arquivo: responsável pelo download e upload de arquivos relacionados à monografia. Cadastrar Evento: um evento pode ser uma reunião ou a própria data da defesa da monografia. Neste caso de uso será gerenciada a marcação destes eventos. Marcar Defesa: definir os dados da defesa, como data da defesa e formação da banca. Cadastrar Banca: responsável por compor a banda examinadora da monografia. A descrição detalhada destes casos de uso se encontra no apêndice A deste trabalho.

29 Avaliação A figura 2 mostra o diagrama de casos de uso referente ao subsistema Avaliação. Figura 2 - Diagrama de Casos de Uso do subsistema Avaliação O único ator a atuar neste subsistema é o Ator Usuário, que representa os usuários cadastrados no Drupal. O Administrador irá definir o papel de cada usuário, limitando o acesso deste a cada caso de uso. Os casos de uso identificados na figura 2 são: Gerenciar Turma: permite adicionar alunos que não estejam na lista inicial da turma, que será formada após a primeira etapa de matrícula. Cadastrar Avaliação: marcar uma prova escrita ou um trabalho, incluindo sua descrição, data de execução ou entrega, entre outros. Cadastrar Evento: a cada avaliação cadastrada, será adicionado ao calendário de eventos de cada aluno a avaliação registrada. Cadastrar grupo: para trabalhos feitos em grupo, os alunos devem informar quais são os integrantes de cada grupo. Submeter Trabalho: referente à submissão de trabalhos dos grupos para as avaliações correspondentes. Emitir resultado: após a correção das provas ou trabalhos, o professor lança as notas obtidas pelos alunos e estes são informados do resultado obtido. A descrição detalhada destes casos de uso se encontra no apêndice B deste trabalho.

30 MODELO DE ENTIDADES E RELACIONAMENTOS A construção do modelo de entidades e relacionamentos (modelo ER) é o primeiro passo para a modelagem de dados de um sistema. O modelo ER é uma técnica top-down de modelagem conceitual, utilizada para representar os dados a serem armazenados em um sistema, tendo sido desenvolvida originalmente para dar suporte ao projeto de bancos de dados[15]. A seguir são apresentados os modelos ER para os dois subsistemas descritos Monografia A figura 3 apresenta o modelo ER para o subsistema Monografia. Figura 3 - Modelo ER para o subsistema Monografia

31 21 Neste modelo são apresentadas as relações existentes no subsistema Monografia. Alunos cursam um determinado curso do DI. Inicialmente não possuem nenhum orientador. Ao iniciar seu projeto final, podem ser orientados por mais de um professor para a elaboração de seu projeto e, conseqüentemente, sua monografia. Esta monografia pode gerar vários arquivos, entre documentos a serem pesquisados ou mesmo versões escritas da monografia. Quando a monografia for concluída, ela será submetida a uma defesa. Esta defesa possui uma banca examinadora formada por professores, sendo que pelo menos um dos orientadores do aluno deve fazer parte dela. Caso não seja aprovada, a monografia poderá ser submetida à outra defesa após serem feitas as alterações recomendadas pela banca Avaliação A figura 4 apresenta o modelo ER para o subsistema Avaliação. Figura 4 - Modelo ER para o subsistema Avaliação

32 22 Segundo o modelo da figura 4, uma turma pode ter um ou mais professores, cada um responsável por cumprir uma carga horária. Turmas possuem uma lista de alunos composta por alunos matriculados na disciplina no semestre em andamento. As turmas possuem avaliações, que podem ser provas ou trabalhos. Se a avaliação for em grupo, os alunos da turma formam grupos para realiza-las. Estes grupos submetem arquivos referentes a esta avaliação. Após serem corrigidas, as avaliações geram notas para os alunos que as fizeram. 3.5 MODELO RELACIONAL O Modelo Relacional é um modelo de dados, adequado a ser o modelo subjacente de um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB), que se baseia no princípio em que todos os dados estão guardados em tabelas. Foi introduzido por Codd (1970) e tornou-se um padrão para aplicações comerciais, devido a sua simplicidade e performance. Os modelos relacionais apresentados a seguir são baseados nos modelos ER apresentados na seção anterior Gerenciamento de turmas A figura 5 mostra o modelo relacional do PPC, que faz parte do sistema PPC e foi aproveitado, com algumas alterações, neste sistema.

33 Figura 5 - Modelo Relacional do subsistema Gerenciamento de Cursos 23

34 24 Os relacionamentos descritos no modelo apresentado na figura 5 serão utilizados na implementação do banco de dados do sistema. Cada usuário possui um ou mais perfis, indicados pela tabela usuario_perfil. Cada perfil está ligado a um curso. Um curso possui um nível e uma grade curricular que identifica as disciplinas relacionadas a ele. Disciplinas estão ligadas ao departamento que as oferecem. Como este modelo faz parte de outro projeto, não será feita uma descrição detalhada de seus relacionamentos. A forma como este modelo foi reaproveitado é descrita nos modelos relacionais dos subsistemas Monografia e Avaliação Monografia A figura 6 mostra o modelo relacional do subsistema Monografia. Figura 6 - Modelo Relacional do subsistema Monografia

35 25 O modelo relacional apresentado na figura 6 foi feito através do modelo ER correspondente ao subsistema Monografia. Os alunos e professores identificados no modelo da figura 3 aqui são representados pela tabela usuario_perfil. Esta tabela possui as chaves estrangeiras (FK) idusuario e idcurso, que a ligam, respectivamente, com o usuário e o curso correspondente a este perfil. As tabelas curso e usuario, aqui omitidas, além da tabela usuario_perfil, foram aproveitadas do modelo do PPC, apresentado na figura 5. A tabela aluno_orientador possui as FK idaluno e idprofessor, que referenciam, através da tabela usuario_perfil, os professores e seus respectivos orientandos. Além disso, é identificado o papel (orientador ou coorientador) do professor neste relacionamento através da FK idpapel da tabela papel. O autor da monografia é indicado pela FK idaluno, que corresponde a um aluno na tabela usuario_perfil. Sendo marcada a defesa da monografia, é criada a sua associação com a tabela defesa através da FK idmonografia. Para desta defesa, é formada a banca examinadora, relacionando a defesa e os professores na tabela banca, utilizando seus respectivos identificadores, iddefesa e idmembro. Os arquivos gerados pela monografia estão referenciados na tabela repositorio, através da chave estrangeira idmonografia.

36 Avaliação A figura 7 mostra o modelo relacional do subsistema Avaliação. Figura 7 - Modelo Relacional do subsistema Avaliação O modelo relacional apresentado na figura 7 foi feito tendo por base o modelo ER do subsistema Avaliação. As tabelas disciplina, turma e usuario_perfil foram reaproveitadas do subsistema PPC. Os relacionamentos destas tabelas foram aqui omitidos para simplificar o modelo. Uma turma é identificada pela disciplina e o período a que ela pertence, através das FK iddisciplina e idperiodo, respectivamente. Possui associada a ela uma lista de alunos, através da FK idturma em lista_alunos. Esta tabela informa os alunos que fazem parte desta turma, através do idaluno, que identifica os alunos em usuario_perfil. As turmas possuem um ou mais professores, identificados na tabela professor_turma por suas respectivas chaves, idturma e idprofessor. Turmas possuem avaliações ligadas a elas através da FK idturma em avaliacao. Avaliações podem ter arquivos relacionados a ela, identificados pela FK idavaliacao em repositorio. Os alunos possuem resultados para as avaliações, tendo seu identificador ligado à avaliação na tabela resultado.

37 27 Cada avaliação pode ter grupos formados para sua resolução. Esta relação é mostrada pela FK idavaliacao na tabela grupo. Grupos são formados por alunos, associados na tabela aluno_grupo pelas FK idaluno e idgrupo. Os arquivos submetidos pelos grupos são referenciados na tabela repositorio através da FK idgrupo. 4 IMPLEMENTAÇÃO Este capítulo mostra como foi feita a implementação dos módulos. Inicialmente, é abordada a escolha das ferramentas utilizadas na implementação, de acordo com as necessidades do Drupal[17]. Depois, são apresentados os requisitos básicos para a criação de um módulo para o Drupal, e também algumas configurações a serem feitas no Drupal para o bom funcionamento dos módulos desenvolvidos. 4.1 SERVIDOR WEB O Drupal depende de um servidor web que seja capaz de executar scripts em PHP. O servidor recomendado pelos desenvolvedores do Drupal é o Apache HTTP Web Server. O Apache é um projeto de desenvolvimento colaborativo com objetivo de desenvolver um servidor Web robusto com características importantes como adaptabilidade, ser multiplataforma, gratuidade, código fonte aberto e completo, ótima documentação e licença irrestrita[18]. 4.2 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO O Drupal foi desenvolvido em PHP[19]. Como o projeto consiste em desenvolver novos módulos que se incorporem ao Drupal, naturalmente a linguagem escolhida foi o PHP. Somase a este fato as facilidades que o PHP apresenta para o desenvolvimento de aplicações Web e o suporte para acesso ao banco de dados. O código PHP é embutido no HTML, ou seja, ele pode ser escrito no meio de uma página HTML que será interpretada pelo servidor. O PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas HTML puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente[20]. Estas características atendem às necessidades de um site dinâmico, que é o propósito do sistema.

38 BANCO DE DADOS A escolha do Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGDB) foi feita levando em conta os requisitos do Drupal, que necessita de um SGDB com suporte a PHP. Os indicados pelos desenvolvedores são o MySQL[21] e o PostgreSQL[22]. Ambos são ótimas escolhas para o desenvolvimento de um sistema, pois implementam instruções SQL padrões e bons recursos de segurança. Como o modelo do banco de dados cedido estava implementado no PostgreSQL, foi feita a opção de prosseguir com esse SGBD, adaptando o modelo às necessidades dos módulos em desenvolvimento. A implementação do banco de dados foi feita de acordo com os modelos relacionais propostos na seção CONSTRUÇÃO DE UM MÓDULO PARA O DRUPAL Os módulos, para serem reconhecidos, incorporados e usados corretamente pelo Drupal, precisam atender a alguns requisitos na estrutura de seu script. Nesta seção será feita a apresentação destes requisitos, que na verdade são funções que compõem o módulo. Os dois módulos que compõem o sistema foram feitos seguindo estes requisitos. Será usada a implementação do módulo Monografia como exemplo Nome do módulo Para que um módulo seja identificado pelo Drupal, ele deve ser colocado na pasta modules ou em algum subdiretório desta pasta. O módulo deve ser nomeado como nome.module. O Drupal irá procurar por todos os arquivos que possuem a extensão.module, listando-os para serem ativados. A figura 8 mostra um exemplo. Figura 8 Nome do arquivo e o resultado obtido no Drupal

39 29 Nesta figura nota-se que com a criação do arquivo monografia.module, localizado na pasta modules/intranet o Drupal listou o módulo monografia, juntamente como os módulos node e page. A ativação de um módulo no Drupal será discutida na seção Função help A função help será responsável pela ajuda a ser exibida pelo Drupal em cada link gerado pelo módulo. Na figura 9, observamos dois casos de ajuda que serão apresentados. Figura 9 - Exemplo da função help Na figura 9 vemos a função help do módulo monografia. Note que o nome da função começa com o nome do módulo, o que é uma necessidade para que o Drupal identifique a função e a associe ao módulo. Na função, temos o caso intranet/monografia/pesquisar. Este é um endereço definido na implementação do módulo, na função menu, que será descrita na seção Toda vez que o usuário acessar a página referente a este endereço, a ajuda correspondente será exibida no cabeçalho da página. Pode ser redigida uma ajuda para cada endereço definido na implementação. Já o caso admin/modules#descripition é responsável pela descrição que acompanhará o nome do módulo na fase de ativação dos módulos. O resultado obtido é mostrado na figura 10, que apresenta os módulos monografia e menu, com suas respectivas descrições feitas no admin/modules#descripition. Figura 10 - Resultado da descrição do módulo na função help

40 Função perm A função perm descreve as permissões do módulo para que o administrador possa associálas a cada papel existente no Drupal. As permissões listadas nesta função aparecerão na definição do controle de acesso dos papéis aos módulos. Figura 11 - Exemplo da função perm A figura 11 mostra as permissões oferecidas pelo módulo monografia. A função retorna um array contendo as permissões gerenciar monografias, editar monografias e excluir arquivos. A figura 12 mostra o resultado obtido no Drupal com a função apresentada na figura 11. As três permissões aparecem no controle de acesso, para que o administrador possa identificar que papel terá acesso a cada uma delas. Note que o papel aluno tem permissão apenas para editar monografia e o papel professor não tem acesso à excluir arquivos, que é uma permissão exclusiva para o papel administrador. Figura 12 - Resultado obtido no Drupal com a função perm

41 Função access A função access é uma função auxiliar para ser utilizada no desenvolvimento do módulo. Nela são definidas operações e, utilizando a função user_access do módulo user.module, é verificado se o usuário que está tentando acessar uma operação tem permissão para tal, através do que foi definido no controle de acesso do Drupal. A figura 13 mostra um exemplo da função access. Figura 13 - Exemplo da função access Como se pode observar na figura 13, esta função oferece um controle de segurança ao Drupal. Revendo as permissões definidas na figura 12, se um usuário que possui o papel aluno tentar acessar uma funcionalidade que dependa da permissão gerenciar monografias, o módulo irá testar a permissão chamando: monografia_access( gerenciar,null). Neste caso, a função access vai chamar a função user_access com o parâmetro gerenciar monografias. A função user_access, do módulo user.module, irá verificar nas configurações do controle de acesso do Drupal que o papel aluno não possui acesso à funcionalidade gerenciar monografias, retornando FALSE e impedindo o acesso.

42 Função menu Esta função permite ao desenvolvedor definir o menu que dará acesso às funcionalidades oferecidas pelo módulo. A figura 14 mostra um exemplo de implementação da função menu. Figura 14 - Exemplo da função menu No array definido na função, temos os seguintes campos: path: este campo define o link que será acessado quando esse item do menu for selecionado. Para cada link declarado aqui pode ser criada a ajuda citada na função help. title: define o nome que aparecerá no menu. callback: este campo é opcional e define, quando necessário, a função do módulo que será chamada quando o item for selecionado. access: este item de menu só será exibido para usuários que possuam a permissão verificada neste campo.

43 33 type: identifica a maneira como o item será mostrado no menu. É possível separar cada item, agrupa-los num item superior, entre outras opções. weight: este parâmetro é usado para definir a ordem em que os itens de menu do mesmo tipo serão exibidos. Os que possuem menor valor são listados primeiro, seguidos pelos de valor zero (default) e pelos de valor positivo. A figura 15 apresenta o resultado obtido no Drupal do código apresentado na figura 14. O tipo do menu com título Monografia era MENU_NORMAL_ITEM, o que quer dizer que este título passa a ser um item do menu principal, como mostra a figura. Já os outros três itens eram definidos como TESK, o que gerou três abas com seus respectivos títulos. O de título Monografias foi definido como MENU_DEFAULT_TESK, fazendo com esta seja a aba exibida quando o item do menu principal foi acionado. Além disso, nota-se que ela é a primeira aba da lista, já que o valor do parâmetro weight era o menor entre todos (-10). A aba Gerenciar orientandos possui weight menor que a aba Monografias em andamento, sendo por este motivo a segunda aba da lista. Figura 15 - Resultado obtido com a função menu Funções de desenvolvimento Para completar o módulo, devem ser implementadas as funções que definem as funcionalidades do módulo. Essa parte é dependente de cada módulo, ficando a cargo do desenvolvedor. 4.5 ADEQUANDO O DRUPAL AOS MÓDULOS CONSTRUÍDOS Nesta seção serão apresentadas as configurações a serem feitas no Drupal para que os módulos implementados funcionem corretamente. Esta tarefa é feita pelo administrador, que tem privilégios para gerenciar o Drupal.

44 34 O primeiro passo é ativar os módulos criados, monografia e avaliação. O administrador deve acessar o item administrar no menu e então escolher a opção módulos. A figura 16 mostra a lista de alguns módulos apresentados pelo Drupal, com o módulo monografia ativado e o módulo avaliação desativado. Após ativar ou desativar os módulos que deseja, deve-se salvar as configurações feitas. Figura 16 - Ativação de módulos no Drupal O próximo passo é criar os papéis que serão associados aos usuários. Para isso, o administrador deve acessar a opção controle de acesso do menu administrar, e então escolher a aba papéis. Nesta tela ele define o nome do papel e o adiciona. A figura 17 mostra o exemplo da criação do papel aluno. Os papéis professor e Administrador já estão criados, além dos dois papéis default do Drupal, usuários anônimos e autenticados.

45 35 Figura 17 - Criação de um papel no Drupal Continuando o gerenciamento, o administrador deve associar os papéis às funcionalidades as quais ele terá acesso em cada módulo. Para isso, deve voltar a aba permissões do controle de acesso. Após configurar as permissões, o administrador salva as configurações feitas.a figura 18 mostra as configurações recomendadas para os módulos criados. Figura 18 - Configurando o controle de acesso no Drupal

46 36 Como mostra a figura 18, professores têm acesso a editar monografia e gerenciar monografias no módulo monografia e gerenciar avaliações no módulo avaliação. Alunos podem editar monografia, consultar avaliações e submeter trabalhos. A exclusão de arquivos é permitida somente para o administrador. O último passo é criar os usuários e definir seus papéis. Para isso, o administrador deve escolher a opção usuários no menu administrar. É escolhida então a aba adicionar usuário, e são informados os dados do usuário, conforme mostra a figura 19. Após digitar o nome do usuário, o endereço de e a senha, como mostra a figura, o administrador clica em Create account para confirmar a criação do usuário. Figura 19 - Criação de uma conta de usuário no Drupal Para definir o papel ao qual esse usuário será associado, basta voltar a aba listar e indicar que deseja editar o usuário criado. Na página de edição, além de alterar dados do usuário, é feita a associação a um ou mais papéis. Na figura 20, um usuário está sendo associado ao papel aluno.

47 37 Figura 20 - Associação de um usuário a um papel no Drupal Seguindo essas configurações, os usuários poderão utilizar os módulos adicionados de maneira correta. 4.6 APRESENTAÇÃO DOS MÓDULOS DESENVOLVIDOS Nesta seção serão apresentados os módulos desenvolvidos, monografia e avaliação. Através da interface, será possível verificar o resultado obtido na implementação de ambos. Serão apresentadas as principais funcionalidades de cada módulo.

48 Módulo Monografia Uma das funcionalidades importantes deste módulo é o controle de orientandos feito pelo professor. Na interface, foram utilizados os termos orientandos com monografia em andamento e orientandos sem monografia criada. O primeiro termo se refere aos orientandos que já possuem o ambiente de interação entre professor e aluno criado. Já o segundo se refere aos que não possuem este ambiente. A partir do momento que o ambiente de interação é criado o orientando não pode mais ser excluído. Na figura 21 vemos como este controle é feito. Na aba Gerenciar orientandos são apresentados os orientandos do professor. Os que já possuem monografia em andamento são exibidos na forma de um link que acessa os dados da monografia. Os que não possuem podem ser selecionados e excluídos. Para adicionar um orientando o professor faz a busca pelo nome ou número de matrícula do aluno. Neste exemplo, foi feita a pesquisa para o nome joao e o aluno encontrado foi listado para poder ser adicionado. Figura 21 - Monografia - Gerenciar Orientandos

49 39 A aba Monografias em andamento lista os orientandos que já possuem monografia criada. Para o aluno selecionado, são apresentados os dados da monografia e os recursos disponíveis para o professor. A figura 22 apresenta um exemplo de exibição dos dados de uma monografia. Figura 22 - Monografia Ambiente de interação na visão do professor Nesta figura vemos todos os dados relativos à monografia escolhida. São listados os orientadores (no caso, só há um) e o papel de cada um (orientador ou coorientador). Sobre o aluno, são mostrados seu nome, seu número de matrícula e seu curso. Além disso, são apresentados o título e o resumo da monografia e os arquivos e URL postados pelo professor ou pelo aluno. Cada arquivo ou URL possui uma descrição. O professor possui os recursos de editar o título e o resumo da monografia, adicionar um outro arquivo ou URL, agendar uma reunião com o aluno e marcar a defesa da monografia.

50 40 Caso o orientando queira acessar os dados de sua monografia, a interface de apresentação será bem parecida. A figura 23 apresenta a visualização feita pelo orientando. Observe que as abas de navegação são diferentes das apresentadas na figura 22, visto que alunos e professores possuem permissões diferentes. Quanto aos recursos oferecidos, o aluno só pode adicionar arquivos ou editar o título e o resumo da monografia. Figura 23 - Monografia Ambiente de interação na visão do orientando

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