FACULDADE METROPOLITANA SÃO CARLOS

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1 FACULDADE METROPOLITANA SÃO CARLOS DIREITO CHEYENNE BERNARDES CLÁUDIO GUALANDE JALLON NOGUEIRA KARINA CAVICHINI MARCELO NUNES DE JESUS MARCO ANTÔNIO TEIXEIRA MAYRA RAMOS PAULO RODRIGO MARTINS PEDRO LEMGRUBER RICARDO TEIXEIRA ROSELI BOTELHO DOS CRIMES CONTRA A HONRA INJÚRIA - ART. 140 DO CP BOM JESUS DO ITABAPOANA - RJ SETEMBRO/2012

2 CHEYENNE BERNARDES CLÁUDIO GUALANDE JALLON NOGUEIRA KARINA CAVICHINI MARCELO NUNES DE JESUS MARCO ANTÔNIO TEIXEIRA MAYRA RAMOS PAULO RODRIGO MARTINS PEDRO LEMGRUBER RICARDO TEIXEIRA ROSELI BOTELHO DOS CRIMES CONTRA A HONRA INJÚRIA - ART. 140 DO CP Trabalho apresentado como requisito de avaliação parcial da disciplina Direito Penal do curso de Direito da Faculdade Metropolitana São Carlos FAMESC. PROFESSORA: INESSA TROCILO RODRIGUES BOM JESUS DO ITABAPOANA - RJ SETEMBRO/2012

3 CÓDIGO PENAL - Decreto Lei nº de 07 de Dezembro de 1940 ART. 140 do CP - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa. 1º - O juiz pode deixar de aplicar a pena: I - quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria; II - no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria. 2º - Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência. 3o Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: (Redação dada pela Lei nº , de 2003) Pena - reclusão de um a três anos e multa. (Incluído pela Lei nº 9.459, de 1997) ANÁLISE DO NÚCLEO DO TIPO Injuriar significa ofender ou insultar (vulgarmente, xingar). No caso presente, isso não basta. É preciso que a ofensa atinja a dignidade (respeitabilidade ou amor-próprio) ou o decoro (correção moral ou compostura) de alguém. Portanto, é um insulto que macula a honra subjetiva, arranhando o conceito que a vítima faz de si mesma. SUJEITO ATIVO E PASSIVO Sujeito ativo: qualquer pessoa natural (humana).

4 Sujeito passivo: somente a pessoa natural (humana), não cabendo à pessoa jurídica pelo fato da mesma não possuir amor-próprio para ser atingida, apesar de gozar de reputação no meio social. INIMPUTÁVEIS E MORTOS No tocante as inimputáveis (doentes mentais e menores) necessitam-se analisar o caso concreto, vez que uma criança em tenra idade não tem noção do que seja dignidade ou decoro. Um adolescente tem essa noção de dignidade e pode figurar no polo passivo da injúria, apesar de ser inimputável penalmente. Nos casos dos doentes mentais, é preciso saber o grau de sua debilidade para saber se ele tem a noção de dignidade e decoro, se possuir consciência será vítima de injúria, caso contrário não. Os mortos não podem ser injuriados porque o CP assim não o definiu. ELEMENTO SUBJETIVO DO TIPO Quando o agente agiu dolosamente, é punível, pois, não há a forma culposa. Majoritariamente (doutrina e jurisprudência) exigem que haja a vontade explícita de magoar, ofender, macular a honra alheia, para configurar o elemento subjetivo do tipo específico. Uma crítica feita a alguém que cometeu um erro, feita de forma que a pessoa se sentiu ofendida, é injúria, apesar da vontade do agente ser tão somente reprimir uma atitude e não ofendê-la. Neste caso haverá a existência do dolo (presente no tipo), mas não a vontade de ofender a pessoa (dolo específico). INJÚRIA PROFERIDA NO CALOR DA DISCUSSÃO Não há crime quando durante uma discussão há trocas de injúrias entre os agentes, devido a momento (no calor da discussão) porque não existe a vontade específica em ofender o outro, dolo específico, apenas naquele momento o fazem e se arrependem após a discussão. Assim se manifestou o TJSP inocorre o crime de injúria quando as ofensas verbais são proferidas no calor da discussão, pois nelas não se faz presente o elemento subjetivo do tipo, ou seja, o dolo indispensável à configuração do delito, á que a conduta do agente não se reveste, em tal hipótese, da necessária seriedade. (Ap /8-SP, 2º C., rel. Osni de Souza,09.12.;1999, v.u.), como também: TJRJ: Itaborai, HC 2,656,6ª C. rel. Maria Helena Salcedo Magalhães, , v.u.

5 OBJETO MATERIAL E JURÍDICO Tanto materialmente e juridicamente, o objeto do crime a honra e a imagem da pessoa que recebeu a conduta criminosa. CLASSIFICAÇÃO 1 - Crime comum - (cometido por qualquer pessoa); 2- Formal - (pode ter resultado naturalístico); 3 Forma livre - (pode ser cometido de vária formas escolhidas pelo agente); 4 Comissivo - (injuriar implica em ação, excepcionalmente, omissivo impróprio, conforme art. 13, 2º do CP); 5 Instantâneo - (não se prolonga no tempo); 6 Unissubjetivo - (pose ser praticado por um ou mais agentes); 7 Unissubsistente ou prurissubsistente ( pode ser praticado por um ou mais atos integrando a conduta de injuriar); 8 Tentativa - (admite-se se for prurissubsistente). CONSUMAÇÃO No momento em que o agente toma conhecimento do fato. EXCESSÃO DA VERDADE Na injúria não se admite. RETRATAÇÃO Não se admite. A mágoa gerada pela vítima subjetivamente é impossível de ser desmentida judicialmente. Uma pessoa que chama outra de imbecil, nunca terá como provar

6 judicialmente que tal afirmativa é verdadeira para sair do crime de injúria. Ninguém tem o direito de emitir opiniões negativas acerca de outras desde que tais opiniões incidam em injúria. PERDÃO JUDICIAL Quando a vítima, de modo reprovável, a provocou diretamente, ou quando houve retorsão imediata, consiste em outra injúria. O perdão judicial é causa de extinção de punibilidade. JURISPRUDÊNCIA LEI 9099/95 A ação penal por crimes contra a honra também está sob a incidência dos Juizados Especiais Criminais, devendo o juiz aplicá-la antes de receber a queixa (TACrSP, RT 786/669). INTENÇÕES DIFERENTES Não há injúria se a manifestação do agente representa, de algum modo, o exercício regular de direito ou o cumprimento de dever jurídico, como a intenção de defender-se, corrigir, disciplinar ou consultar ( TACrSP, RT 540/320). INTENÇÕES DO AGENTE - Se as palavras são, por si sós, injuriosas, compete ao agente demonstrar a eventual falta de elemento subjetivo do injusto, e não à vítima provar que ele agiu com intenção de ofender (TACrSP, RT 624/334). O crime de injúria exige a intenção de humilhar, de ofender, e não apenas de expressar determinada opinião (TJMG, RT 791/696). Deve-se considerar o contexto em que as expressões estão integradas, e não isoladamente (STJ, HC 177, DJU , p. 2749). As assertivas feitas por apresentador de televisão sobre a masculinidade de conhecido ator, ainda que o nome do ofendido tenha sido omitido, configura, em tese, o delito de injúria (previsto na Lei de Imprensa), pois tal crime pode ser cometido também de forma velada, por meio de gestos, símbolos, caricaturas, etc. (TACrSP, RT 788/612). DISPOSIÇÕES COMUNS NOS CRIMES CONTRA A HONRA ART. 141 do CP As penas cominadas neste Capítulo aumentam-se de um terço, se qualquer dos crimes é cometido:

7 I contra o Presidente da República, ou contra chefe de governo estrangeiro; II contra funcionário público, em razão de suas funções; III na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, de difamação ou da injúria; IV contra pessoa maior de sessenta anos ou portadora de deficiência, exceto no caso de injúria. Parágrafo Único. Se o crime é cometido mediante paga, ou promessa de recompensa, aplica-se a pena em dobro. EXCLUSÃO DO CRIME ART. 142 do CP Não constituem injúria ou difamação punível: I. A ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador; II. A opinião desfavorável da crítica literária, artística ou científica, salvo quando inequívoca a intenção de injuriar ou difamar; III. O conceito desfavorável emitido por funcionário público, em apreciação ou informação que preste no cumprimento de dever de ofício. ART. 143 do CP O referido artigo não se aplica ao crime de injúria, objeto do presente estudo. ART. 144 do CP Se, de referências, alusões ou frases, se infere calúnia, difamação ou injúria, quem se julga ofendido pode pedir explicações em juízo. Aquele que se recusa a dá-las ou, a critério do juiz, nãos as dá satisfatoriamente, responde pela ofensa. ART. 145 do CP Nos crimes previstos neste Capítulo, somente se procede mediante queixa, salvo quando, no caso do art. 140, 2º, da violência resulta lesão corporal. Parágrafo único. Procede-se mediante requisição do Ministro da Justiça, no caso do nº I do artigo 141, e mediante representação do ofendido, no caso do nº II do mesmo artigo.

8 CONCLUSÃO A nossa Carta Magna, em seu art. 5º, inciso V, reza que: é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem. Já no inciso X, informa que: são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. O nosso Código Civil também não foi silente ao assunto. Em seu Capítulo II, no art. 12, imprime o seguinte: pode-se exigir que cesse a ameaça, ou a lesão, a direito da personalidade, e reclamar perdas e danos, sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. Ainda mais, em seu TÍTULO III, dos Atos Ilícitos, no Art. 186, é afirmado que: aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Logo, percebe-se que a proteção à honra tem previsão legal em nossa Carta Maior e também no Código Civil, além é claro, do Código Penal. Na esfera criminal, esse crime é mais comum do que se possa imaginar, mormente se levado em conta os estresses da vida em sociedade o que não justifica tal prática, mas que acabam por concorrer nessa modalidade de crime. O mais interessante é que a grande maioria das pessoas envolvidas no crime de injúria ou foram amigas, ou mantinham algum tipo de relação, o que reafirma nosso entendimento se trata de um crime entre conhecidos - ainda que também ocorra entre desconhecidos. Essa é a conclusão.

9 BIBLIOGRAFIA CAPEZ, Fernando. Curso de direito penal: parte especial, vol. 2 11ª edição: Rio de Janeiro:Saraiva, 2011 DELMANTO, Celso et al. 7ª Ed. At e ampl. Rio de Janeiro: Renovar, 2007 NUCCI, Guilherme de Souza. Código Penal comentado. 11ª Ed. Ver. Atual. E ampl. São Paulo: editora Revista dos Tribunais, 2012

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