ANAIS ELETRÔNICOS - 1ª JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO DO IFTO

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1 ANÁLISE DOS DISCURSOS DOS PROFESSORES QUE NÃO UTILIZAM ATIVIDADE EXPERIMENTAL DE BAIXO CUSTO DE FÍSICA Hipollyto Kapristano Amorim S. de OLIVEIRA (1); Weimar Silva CASTILHO (2). (1) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins Campos Palmas, (2) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins Campos Palmas; RESUMO Neste trabalho se analisa a perspectiva dos professores em relação aos experimentos de Física com materiais de baixo custo, examinando documentos de orientações educacionais e a realidade dos professores que não utilizam estes materiais. Temos vários documentos que descreve como uma das metodologias que possibilitam a melhoria no ensino de Física, mais por que e qual o ponto de vista dos professores que não utilizam estes materiais?. Seguindo este pensamento procuramos estudar documentos importantes, que tem o objetivo de orientar os professores que são: os Parâmetros Curriculares Nacionais e Proposta Curricular do Ensino Médio do Tocantins. E foi feita uma pesquisa qualitativa com os professores da Escola Estadual Santa Rita de Cássia, sobre a realidade e opinião por estes materiais. O intuito é analisar as propostas de ensino com a realidade dos professores. Palavras-chave: Experimentos de Física, Propostas educacionais, professores que não as utilizam. INTRODUÇÃO A educação é uma das principais preocupações da sociedade, onde existem varias pesquisas, estudos e trabalhos publicados, documentos de orientações educacionais para nortear e melhorar o ensino tanto da parte nacional quanto estadual em diversos meios especializados. E neste trabalho iremos revisar bibliografias especializadas a respeito de experimentos de Física de baixo custo para a melhoria do ensino. Alem de realizar entrevistas com professores atuantes na disciplina de Física. A prática docente de Física se apresenta de um caráter instrumental bastante forte, mas a uma boa parte dos docentes que não a promove. E se faz necessário uma parte instrumental do ensino de Física, e, sem dúvida, é uma necessidade que as proposta educacionais colocam, as pesquisas e os estudos as fortalecem. O objetivo deste trabalho é examinar por que vários professores de Física não utilizam experimentos de Física como metodologias para suas aulas, qual sua perspectiva, quais estratégias adotadas por ele para criar e sustentar o interesse, engajamento e participação dos estudantes na formação de respostas a um problema sem a mediação de arranjo experimental de modelos. Tal analise será feito por meio das interações discursivas no contexto das propostas educacionais e entrevistas com professores de Física do ensino médio. Mesmo com orientações para a melhoria do ensino, quais seriam as dificuldades e divergências entre propostas educacionais e professores, quais as perspectiva dos professores nas mudanças coletivas na prática docente, quais as metodologias didáticas seria mais eficiente para a melhoria do ensino e por que são poucos que trabalham com experimentos de Física de baixo custo. Antes da entrevista com os professores foi realizado um estudo com propostas educacionais que foram os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio, Proposta Curricular do Ensino Médio do Tocantins, artigos e grandes nomes da educação. A entrevista com os professores do ensino médio de Física foi realizada com um questionário semi-estruturado, com justificativas de suas respostas e questionamentos delas com base nas propostas educacionais que eles possuem como orientação e dentro de cada entrevista ocorreram novas perguntas e indagações. Este trabalho pode ser definido como uma pesquisa qualitativa, pois estabelece grande quantidade de dados do núcleo de pesquisar, baseados na relação entre o pesquisador e o objeto da pesquisa, no caso o grupo de professores. A pesquisa qualitativa mostrou-se como uma estratégia pertinente para nosso estudo, na medida em que valorizam totalmente os aspectos do professor em um questionário flexivo e

2 justificativo de forma dialogada, onde as respostas se apresentaram muito parecidas e de forma linear, pois demonstram presentes nas relações de sala de aula. 1. CONTEÚDO 1.1 Propostas educacionais do ensino de Física. A educação é um dos pilares da sociedade mais importante, onde existe uma reflexão bem forte sobre novas metodologias para melhorar o ensino e aprendizagem, em todas as áreas do conhecimento do ensino básico, no caso do ensino de Física segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (2002), Os estudantes consigam construí uma cultura cientifica efetiva, que permita ao indivíduo a interpretação dos fatos, fenômenos e processos naturais através de suas teorias e formulas. Os Parâmetros Curriculares Nacionais afirma que para que isto aconteça temos que mudar e acrescentar novos recursos para supri e deixa de ser caracterizado o ensino de Física, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (2002), O ensino de Física tem-se realizado freqüentemente mediante a apresentação de conceitos, leis e fórmulas, de forma desarticulada, distanciados do mundo vivido pelos alunos e professores e não só, mas também por isso, vazios de significado. O PCEM-TO, ver que hoje há um desenvolvimento tão rápido de nossos alunos pelo fato do fácil aceso tecnológicos, que provocou um acumulo de informações, mas não houve uma organização e nem o conhecimento teórico para este funcionamento. Analisando isto temos que estar direcionando estas informações e trabalhando com elas no sentido de aplicarmos este conhecimento em sua vida, seu lar e em suas profissões. Dentro do contexto vivenciado pelos alunos, em uma nova sociedade devemos então educar com uma reflexão desta sociedade conforme Gleiser (2000), educar também é um processo de auto-descoberta, em que a mensagem e seu significado refletem a visão de mundo do educador. Possuímos alunos que usufruem de um conhecimento tecnológico, que tem uma bagagem de informação cientifica e popular, e de acordo com Ministério da Educação (2006)... o professor mais do que nunca tem a necessidade de esta atualizado neste mundo para atingir os resultados desejados. E depois da chegada os PCN, com a proposta de direcionar e melhorar o ensino, os professores têm que estar se reciclando para continuar dentro deste novo universo contemporâneo, e está atualizado com novas ferramentas de ensino, algo que aparece de forma significante na Proposta Curricular do Ensino Médio do Tocantins e em artigos, destaca os experimentos com materiais simples do cotidiano dos alunos, para dar mais significado as teorias. Devido ao fato da Física ser a explicação da própria realidade, torna-se necessária a utilização de experimentos no decorrer das aulas, mesmo que de caráter ilustrativo, cujo objetivo é favorecer ainda mais a interpretação de fenômenos, como fatos e processos naturais, pelos educados. (PCEM, p. 92). O PCN não cita muito, mas de forma significante o experimento de Física é citado como Mas habilidades e competência concretizam-se em ações, objetos, assuntos, experiências que envolvem um determinado olhar sobre a realidade, ao qual denominamos Física... (PCN 2002, p 231). Analisando as imagens, que também são uma forma de linguagem, no capitulo de Física, são apenas duas imagens, todas mostram o ensino de Física em atividades experimentais. Já o PCEM-TO, é muito enfatizado e valorizado os experimentos de Física, materiais alternativos do cotidiano dos alunos, como: Não existe nada mais fascinante no aprendizado da ciência do que vê-la em ação, utilizando, por exemplo, uma bicicleta, usa se um carrinho de mão ou outro instrumento disponível. O ponto mais importante é levar os alunos a observar o mundo como cientistas aprendizes e para isso deve-se utilizamos materiais alternativos, possibilitando a transposição dos limites impostos pelos recursos didáticos tradicionais da sala de aula. (PCEM, p. 83).

3 Nas sugestões didáticas do PCEM-TO, só referem-se à importância do experimento de Física, como: Devido ao fato da Física ser a explicação da própria realidade, torna-se necessária a utilização de experimentos no decorrer das aulas, mesmo que de caráter ilustrativo, cujo objetivo é favorecer ainda mais a interpretação de fenômenos, como fatos e processos naturais, pelos educados. (PCEM, p. 92). Ate nas sugestões bibliográficas do PCEM-TO, também se referem os livros que envolvam experimentos de Física de baixo custo, e afirma sugere-se uma bibliografia que pode colaborar positivamente para o preparo das aulas. (PCEM-TO, 2009, pág. 93). Gaspar, Alberto: Experiência de Ciências para o Ensino Fundamental. São Paulo SP, Editora Ática, (PCEM, p. 93). Nunes, L A. de Oliveira & Arantes, Alessandra R.; Física em casa. São Carlos, Instituto de Física de São Carlos (IFSC) Universidade de São Paulo (USP), (PCEM, p. 93). Valadares, Eduardo de Campos; Física mais que divertida, inventos eletrizantes baseados em material reciclado e de baixo custo. Belo Horizonte editora UFMG, (PCEM, p. 93). Com tantos pontos positivos, sobre os experimentos de Física, mas as orientações curriculares citam as dificuldades no ensino de Física que é Um problema apontado principalmente pelos professores é a carga horária insuficiente para sua disciplina. Atualmente, o número de horas/aulas de Física varia entre duas e três horas/aulas semanais. Também é citado por esta mesma proposta que Muitas tentativas de mudança nas praticas educacionais esbarram na falta de materiais didáticos. Piaget descreve as etapas de desenvolvimento, que para ele seriam quatro etapas principais que são maturação, experiência, transmissão social e equilíbrio. Chamando a atenção da segunda etapa que é citada por Piaget (1974), o papel da Experiência adquirida no meio físico sobre as estruturas da inteligência. Quanto à experiência física, que está relacionada a conteúdos assimilando suas teorias com o meio. Assim, a experiência de Física não é uma simples dinâmica, mas a integração com o universo, pois esta inteligência é a aprendizagem que o aluno construiu. Esta visão deve ser um ponto chave, pois Paulo Freire afirmar que O ser humano apenas consegue amar aquilo de que se sente parte, e todos os alunos conhecem bicicleta, já brincou com carrinho, tem TV e etc. Então estes objetos são de conhecimento popular, faltam que os alunos vejam a Física neles. Vygotsky também concorda que na aprendizagem e necessário objetos para assimilar o conhecimento com o ambiente, destaca que deis de criança há uma melhor aprendizagem quando ele faz relação. O aprendizado tal como ocorre na idade pré-escolar difere nitidamente do aprendizado escolar, o qual está voltado para a assimilação de fundamentos do conhecimento científico. No entanto, já no período de suas primeiras perguntas, quando a criança assimila nomes de objetos em seu ambiente, ela está aprendendo... de fato, aprendizado e desenvolvimento estão inter-relacionados desde o primeiro dia de vida da criança. (Vygotsky, p. 95) Este conceito é fundamental para o nosso trabalho, pois o entendimento das relações entre objetos do cotidiano dos alunos melhora o desenvolvimento e o aprendizado, e no caso de Física os experimentos com materiais de seu meio. E através desta citação, que o processo de ensino de Física, implica em reconhecermos que é necessário utilizar experimentos de baixo custo, que sejam do dia-a-dia dos alunos para que assim possam assimilar melhor. 1.2 Entrevista com os professores. Todos os professores entrevistados foram da escola CEM Santa Rita de Cássia, sendo todo atuante na disciplina de Física, nenhum com licenciatura na área, apenas um com curso de complementação. E todos os entrevistados não utilizam experimentos nas aulas de Física.

4 Quando perguntados qual a razão de não utilizar experimentos sendo uma das metodologias do ensino de Física, que é apontado pelo PCN e PCEM-TO como a principal abordagem para melhorar o ensino, as respostas foram semelhantes, citando: Faltam materiais, tempo de aula curto tempo pessoal curto, falta especialização pós ate tem alguns materiais para experiência, mas falta um técnico para apoiá-los ou um curso para da subsidio para o uso deste material é afirmou que alguns experimentos nem funcionam, pois como não tem um técnico de laboratório para organiza estes materiais ficam sem limpeza e manutenção. (Professor B).... falta de conhecimento, de materiais, por desconhecer como adaptar... (professora A.) Quando questionados se eles acreditavam que este experimento com materiais de baixo custa podia chamar mais atenção e melhorar a compreensão das formulas e teorias e também questionei a questão se haviam série que desenvolveriam melhor ou igual, todos afirmaram que: Sim, deis de bem elaborado e apresentado. Afirmaram que as séries finais com tem uma bagagem maio tem a tendência de desenvolver melhor. (Professor D). Falei que os PCEM-TO citam que Não existe nada mais fascinante no aprendizado da ciência do que vela em ação (PCEM-TO, 2009), e um dos seus exemplos é a bicicleta e suas sugestões didáticas são apenas sobre experimento com materiais de baixo custo, então perguntei se já haviam sido oferecido ou feito particular um curso de capacitação teórico ou oficinas sobre este tema, todos os professores disseram que: Nunca foi oferecido e faz partícula não e possível por outros fatores. Sendo o professor mais antigo da escola tem seis anos. Eu já fiz complementação em Física, mas durante a minha formação não teve contato com atividades experimentais com materiais de baixo custo. Os experimentos que ainda foram realizados com equipamentos sofisticados (para a realidade das nossas escolas) os quais ele não pode ter na escola. (professor B). A última questão foi sobre ações com estes materiais de baixo custo, falaram que: Não tem, pois pelo fato da parceria de alunos no curso de Física introduzindo estes experimentos para o segundo simetria e também a compra deste material é difícil pelo fato da escola não poder compra pela internet e não acha materiais no mercado comum. (Professor A). Mesmo com orientações para a melhoria do ensino, quais seriam as dificuldades e divergências entre propostas educacionais e professores, quais as perspectiva dos professores nas mudanças coletivas na prática docente. CONSIDERAÇÕES FINAIS As propostas são ótimas, mas falta mais ação nossa, e ações para capacitação de profissionais para melhoria de metodologias e aplicabilidade, a montagem de um simples laboratório, que saber monta um núcleo tecnológico para que as escolas possam trabalhar alguns experimentos ou a montagem de um laboratório de baixo custo em cada escola. (Professor B). Neste trabalho é possível notar como o PCEM-TO focaliza bem mais do que o PCN, pois existe uma diferença de dez anos de um para o outro, mas são documentos de grande importância para a educação proposta, e tem enfatizado e potencializados as atividades experimentais no ensino de Física. Contudo os próprios documentos não mudaram a caracterização de como ocorre o ensino de Física que continuam sendo as mesmas com um ensino sem significado, apresentações de teoremas e formulas com problemas repetitivos. E as entrevistas compõem o trabalho com as perspectivas dos professores e sua realidade. A metodologia utilizada mostrou-se satisfatórios para cumprir nosso objetivo, dando-nos indicações de concepções dos professores e possibilitando uma análise simples e ao mesmo tempo eficiente e abrangente do trabalho realizado. A coleta de dados através das entrevistas com professores serviu aos

5 nossos propósitos. Os ressaltar de nossas conclusões foram baseadas principalmente das entrevistas dos professores. E uma parte importante, é a entrevista dos professores que não utilizam os experimentos. Mostrou-nos que eles conhecem as propostas, conhecem esta metodologia de experimentos principalmente de materiais de baixo custo e acreditam na importância dela para o ensino de Física e como são importantes para a compreensão do ensino. Todos os professores entrevistados defendem que o ensino da Física precisa ser significativo, como já é dito pelos PCN e PCEM-TO, e reconhecem que os experimentos de Física ajudam bastante às aulas e o ensino dos alunos. Não discordam de como os PCN citam o ensino de Física e suas competências e habilidades e nem o papel do professor de Física. No entanto, apontam falhas como: a grande quantidade de conteúdo, carga horária reduzida em sala de aula e falta de subsídios, ate aqui o PCEM-TO, relatam. Os professores entrevistados afirmam que nunca tiveram uma formação continuada, que focalizasse este tema para um aperfeiçoamento. Estes resultados consistem, em apontar para qual a razão de professores não utilizarem os experimentos e o que mais se destacam é que nenhum dos professores entrevistados é da área de Física, a escola tem alguns recursos que poderia ser invertido, mas os professores sem tempo para elaboração e montagem, sem apoio para a organização e capacitação da disciplina, eles citam que temos bastantes documentos para orientar, mas não temos ações que capacitam estes profissionais, assim introduzimos novas metodologias para transformações do ensino de Física. É possível perceber que o professor de Física atuante precisa de um complemento. Um curso de capacitação para poderem reelaborar, suas aulas e criações de ações escolares para a montagem de atividades experimentais promovendo um ensino significativo para si e para os alunos. Lembrando que apenas um tem um curso de complementação na área dos professores entrevistados, mas mesmo assim faltavam conhecimentos sobre experimentos de baixo custo, pois sua formação não possuiu nenhuma disciplina instrumental e nunca utilizaram experimentos simples de Física neste curso. Para ensinar Física é preciso conhecê-la, compreender e saber aplicar no simples cotidiano em profundidade para distanciar-se da compreensão do senso comum. Esta construção depende de parceria para fortalecer o ensino e também de medidas educacionais, pois as propostas educacionais são ótimas em papel, pois faltam ações para modelar o ensino. REFERÊNCIAS BRASIL. MEC. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: MEC-SEMTEC, COLE, Michael Vygotsky e a Educação Instrução e Implicações na Psicologia Sócio-Histórico (1990 Ed. MOOL) traduzido. COUTO, F. PAZZINI DO. Sustentando o Interesse e Engajamento dos Estudantes: Analise do Discurso em Atividade Demonstrativa de Física. Faculdade de Educação. Faculdade Federal de Minas Gerais FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Ed Paz e Terra, Rio de Janeiro, FREITAS, L. A moral na obra de Jean Piaget: um projeto inacabado. São Paulo: Cortez, GREISER, Marcelo in: Revista Física na escola, v1, nº 1, ano LIBÂNEO, José C.. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico social do conteúdo. 20ª ed. São Paulo: Loyola, MOREIRA, M. A. Aprendizagem significativa crítica = Aprendizage significativo critico. 47p. Texto em português e espanhol em direções opostas. CIP-Brasil, OLIVEIRA, Daisy L. de. Ciências nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, PIAGET, J. Aprendizagem e Conhecimento. In: PIAGET, J.; GRÉCO, P. Aprendizagem e Conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974.

6 TOCANTINS. SECRETARUA DE EDUCAÇÃO E CULTURA. Proposta Curricular do Ensino Médio. Palmas: SEDUC VIGOTSKI, L.S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

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