CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL"

Transcrição

1 DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO ANO LECTIVO CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL MÉTODOS OPTICOS ESPECTROFOTOMETRIA MOLECULAR (UV VIS) Chama se espectrofotometria a qualquer procedimento que utiliza a luz (radiação eletromagnética) para medir a concentração química de qualquer espécie. A espectrofotometria visível e ultravioleta é um dos métodos analíticos mais usados nas determinações analíticas em diversas áreas. É aplicada para determinações de compostos orgânicos e inorgânicos, como, por exemplo, na identificação do princípio ativo de fármacos. A espectroscopia de absorção molecular é valiosa para a identificação dos grupos funcionais na molécula. Mais importante, entretanto, são as aplicações da espectroscopia de absorção visível/ ultravioleta para a determinação quantitativa de compostos contendo grupos absorventes. Algumas moléculas têm a capacidade de absorver partes do espectro eletromagnético na região do ultravioleta e/ou do visível e de transmitir as restantes partes. Os métodos espectroscópicos baseiam se na absorção e/ou emissão de radiação eletromagnética por essas moléculas, levando a que os seus eletrões se movimentam entre níveis de energia diferentes. A espectrofotometria baseia se na absorção da radiação de comprimentos de onda na região do ultravioleta e do infravermelho do espectro eletromagnético. As cores das soluções resultam da combinação das partes que não foram absorvidas Muito sucintamente, esta absorção de radiação/cor resulta da presença de cromóforos que podem ser: Moléculas, em geral orgânicas, cujas estruturas têm componentes com capacidade de absorver partes da radiação visível. Iões complexos de determinados metais de transição, cuja estrutura eletrónica permite que se dêem, por exemplo, as transições d d, que de um modo geral, correspondem a absorção na região visível. Página 1 de 7

2 A absorção molecular compreende três tipos de energia: rotacional (E r ), vibracional (E v ) e eletrônica (E e ) Et Er Ev Ee E r associada a rotação da molécula em torno do seu núcleo de gravidade ocorrem em regiões de baixa energia (microondas e I.V.). A energia não é suficiente para provocar outros tipos de transição E v associada a vibração dos átomos na molécula, ocorrem na região do I.V. e são sempre acompanhadas de transições rotacionais E e associada a distribuição dos eletrões em torno do núcleo do átomo ocorrem nas regiões entre 110 e 750 nm. São sempre acompanhadas das outras transições Sempre que uma solução for corada o da radiação absorvida estará entre 380 e 780 nm. Um espectrofotómetro é um aparelho que faz passar um feixe de luz monocromática através de uma solução, e mede a quantidade de luz que foi absorvida por essa solução. Usando um prisma o aparelho separa a luz em feixes com diferentes comprimentos de onda. Podese assim fazer passar através da amostra um feixe de luz monocromática (de um único comprimento de onda, ou quase). O espectrofotómetro permite nos saber que quantidade de luz é absorvida a cada comprimento de onda. Página 2 de 7

3 Espectrofotômetros são instrumentos capazes de registrar dados de absorvância ou transmitância em função do comprimento de onda. Este registro é chamado de espectro de absorção ou de espectro de transmissão, segundo o dado registrado for de absorvância ou transmitância, respetivamente. O espectro de absorção é característico para cada espécie química, sendo possível a identificação de uma espécie química por seu espectro de absorção. FONTES DE RADIAÇÃO As fontes de radiação mais comuns baseiam se na incandescência e são muito práticas no infravermelho e no visível, mas devem atuar a temperaturas elevadas na faixa do ultravioleta. As fontes de radiação são constituídas por filamentos de materiais que são excitados por descargas elétricas com elevada voltagem ou aquecimento elétrico. Para que uma fonte de radiação seja considerada de boa qualidade deve: gerar radiação continua, ou seja, emitir todos os comprimentos de onda, dentro da região espectral utilizada; ter intensidade de potência radiante suficiente para permitir a sua deteção pelo sistema detetor da máquina; ser estável, isto é, a potência radiante deve ser constante. Além disso, deve ter vida longa e preço baixo. TIPOS DE FONTES DE RADIAÇÃO Lâmpada de filamento de tungstênio: incandescente, produz emissão continua na faixa e 320 a 2500nm. O invólucro de vidro absorve toda radiação abaixo de 320nm, limitando o uso da lâmpada para o visível e infravermelho. Lâmpada de quartzo iodo: incandescente, o invólucro de quartzo emite radiação de 200 a 3000nm. Sua vantagem é que pode atuar na região do ultravioleta. Lâmpada de descarga de hidrogênio ou de deutério: é a mais usada para emissão de radiação ultravioleta. Consiste em um par de elétrodos fechados em um tubo de quartzo ou vidro, com janela de quartzo, preenchido com gás hidrogênio ou deutério. Aplicando alta voltagem, produz se uma descarga de eletrões que excitam outros eletrões gasosos a altos níveis energéticos. Quando os eletrões voltam a seus estados fundamentais, emitem radiação contínua de 180 a 370nm. Lâmpada de cátodo oco: tipo especial de fonte de linha. É preenchida com um gás nobre, a fim de manter uma descarga de arco. O cátodo tem a forma de um cilindro oco, fechado em uma extremidade, revestido com o metal cujas linhas espectrais se desejam obter. O ânodo é um fio reto ao lado do cátodo. A energia do arco causa ejeção dos átomos metálicos do revestimento do cátodo os quais, excitados, emitem os seus espectros característicos. Laser: pelo processo de emissão estimulada, os lasers produzem uma enxurrada de feixes muito estreitos e intensos de radiação. Todas as ondas procedentes ao material emissor estão em fase entre si, e, por isso, praticamente não apresenta dispersão quando se propaga. Isso permite uma concentração de energia num ponto muito pequeno, mesmo que esteja numa distância considerável. Página 3 de 7

4 A característica mais importante dos espectrofotômetros é a seleção de radiações monocromáticas, o que possibilita inúmeras determinações quantitativas regidas pela Lei de Beer. Quando a região espectral usada é a ultravioleta/visível, são necessários componentes óticos de quartzo e detetores altamente sensíveis capazes de detetar radiações nessa extensa faixa espectral em que atua o instrumento. Os espectrofotômetros, em geral, contêm cinco componentes principais: fontes de radiação, monocromador, recipientes para conter as soluções, detetores e indicadores de sinal. Uma vez que diferentes substâncias têm diferentes padrões de absorção, a espectrofotometria permite nos, por exemplo, identificar substâncias com base no seu espectro. Permite também quantificá las, uma vez que a quantidade de luz absorvida está relacionada com a concentração da substância, o A figura ao lado mostra um feixe de luz monocromática, de intensidade P, dirigido para a amostra em solução. Se houver absorção o feixe deixa a amostra com uma intensidade P (os processos de reflexão e de dispersão também contribuem para diminuir a intensidade da luz emergente P ). A quantidade de radiação absorvida pode medir se de vários modos: 0 P Transmitância : T %Transmitância : %T 100T P 0 P Absorvância : A log A log log log 10%T P T %T A equação A2 log 10%Tpermite calcular a absorvância a partir da transmitância. O diagrama a seguir ilustra a relação entre a absorvância e a transmitância. Se a radiação atravessa a solução sem haver absorção, então a absorvância desta é 0 e a percentagem de transmitância é de 100 %. Se toda a radiação é absorvida, a % de transmitância é 0 e a absorção é infinita. LEI DE BEER LAMBERT A relação entre a intensidade da cor de uma solução e a concentração dessa solução ( isto é, a concentração da espécie absorvente) é dada pela expressão: A Absorvância (sem unidades); Aεlc ε coeficiente de absortividade molar (cm 1 mol 1 dm 3 ); l percurso optico (espessura da célula em que está contida a amostra (cm)); c concentração do composto em solução (mol/dm 3 ) Página 4 de 7

5 A linearidade entre a absorção e a concentração, equacionada na Lei de Beer Lambert, é limitada por fatores químicos e instrumentais. Algumas das causas da não linearidade são: Desvios nos coeficientes de absortividade molar para concentrações elevadas (>0,01 M), devidos a interações eletrostáticas entre moléculas muito próximas ; Dispersão da radiação devido à presença de partículas na solução (turbidez); Fluorescência ou fosforescência da amostra; Alterações do índice de refração para concentrações elevadas de espécies absorvente; Alterações do equilíbrio em função da concentração das diferentes espécies em solução; Radiação não monocromática; estes desvios podem ser minimizados usando absorção nos máximos de absorção das bandas dos espectros; A COR E A COMPOSIÇÃO QUANTITATIVA DE SOLUÇÕES O BRANCO Em aplicações analíticas, na maioria das vezes, o que se pretende é medir a concentração de uma amostra (um analito), independentemente de efeitos de reflexão ou de outro tipo de interferência, sem a preocupação com a absorção do próprio solvente. Na 1ª parte da figura, considera se apenas o solvente (a intensidade da radiação após atravessar o solvente e a célula contentora) e na 2ª parte já se considera também a amostra nesse solvente (a intensidade da radiação medida após atravessar a amostra dissolvida no solvente, o solvente e a célula contentora). O método de ter em conta os dados referentes à 1ª leitura depende do tipo de equipamento, mas esses dados terão sempre de ser considerados, para que a intensidade da radiação transmitida que se mede possa ser atribuída apenas ao analito. Isto é, tem sempre que se considerar um branco, ou seja a absorção de tudo o que não é o analito A RETA DE CALIBRAÇÃO (OU CURVA) A concentração desconhecida de um analito pode ser determinada medindo a quantidade de radiação que a amostra absorve aplicando a Lei de Beer Lambert. E se o coeficiente de absortividade não for conhecido, aquela concentração desconhecida pode ser determinada usando uma reta (também chamada curva) de calibração, isto é uma reta construída a partir das absorvâncias, a um dado comprimento de onda, de várias soluções padrão, que contenham o analito absorvente, que represente a relação linear entre a absorvância e a concentração. NOTA Na reta de calibração tem de se verificar a linearidade da Lei de Beer Lambert. Se os valores de concentração se situarem fora da zona de linearidade, haverá que diluir as soluções. Página 5 de 7

6 AS CUVETES Existem vários tipos de cuvetes feitas de material diferentes (quartzo, vidro e plástico), utilizadas na medição da absorvância ou da transmitância. Estas cuvetes apresentam diferentes transparência a diferentes comprimentos de onda o que lhes confere diferentes aplicabilidades. São usados como recipientes cubas ou cuvetes retangulares de vidro ou quartzo. As cuvetes de vidro são usadas quando se trabalha na região do visível. Para a região do ultravioleta, devem se usar as cuvetes de quartzo, que são transparentes à radiação ultravioleta, pois o vidro absorve a mesma. Uma cuvete ideal deve ser de 1 cm, para simplificar os cálculos da expressão da Lei de Beer. As cuvetes também podem ter dimensões diferentes, e esse dado deve ser considerado na hora do cálculo. Para aplicações industriais, como, por exemplo, no controle de qualidade de lotes de produção, utiliza se um sistema automatizado em que as amostras circulam em série em cuvetes adequadas. Esse sistema é chamado de análise por injeção de fluxo ou FIA (do inglês Flow Injection Analysis) Assim: Material Transparência (nm) Aplicabilidade Quartzo UV, visível Vidro Visível Plástico Visível 1 cm TIPOS DE ESPECTROFOTÔMETROS PARA REGIÃO VISÍVEL E ULTRAVIOLETA Os espectrofotômetros variam em sua complexidade e desempenho. Existem modelos simples e mais sofisticados, equipados com softwares especiais de acordo com a necessidade industrial. Os componentes dos espectrofotômetros estão relacionados com a faixa do comprimento de onda, a exatidão e a precisão requeridos para as análises. Podem ser de dois tipos: espectrofotômetros mono feixe; espectrofotômetros duplo feixe. Página 6 de 7

7 Espectrofotômetros mono feixe: ajusta se a transmitância em 0%, fechando o obturador entre a fonte de radiação e o detetor. Após ocorre o ajuste de transmitância em 100%. Coloca se o solvente (branco) no caminho ótico, abre se o obturador e varia se a intensidade da radiação até que o sinal seja de 100% de transmitância. Então substitui se o recipiente com solvente pelo recipiente com a amostra e o percentual de transmitância da mesma é lido no indicador de sinal. Espectrofotômetros de duplo feixe: dois feixes de radiação são formados no espaço. Um feixe passa pela solução de referência (branco) até o transdutor e o segundo feixe, ao mesmo tempo, passa através da amostra até o segundo transdutor. Nos espectrofotômetros deste tipo o ajuste do 0% é feito com a interrupção de radiação nos dois feixes e o 100% de transmitância é ajustado com o solvente (branco) colocado no caminho ótico dos dois feixes. PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS EM ESPECTROFOTOMETRIA VISÍVEL E ULTRAVIOLETA Análise qualitativa: pela analise da absorvância é possível determinar qual espécie química que esta presente na amostra. Também é possível detetar contaminações ou processos de decomposição de matérias primas pela comparação dos espectros de absorção da matéria e do padrão da mesma. Análise quantitativa: a condição essencial para qualquer determinação por espectrofotometria no visível e ultravioleta é a observação da lei de Beer. Outras condições como ph, técnicas de extração por solventes, ajuste do estado de oxidação, remoção prévia dos interferentes, controle da força iônica do meio, e as variações das temperaturas também são observadas. O Professor: Henrique Manuel Dias Gonçalves Página 7 de 7

ESPECTROSCOPIA VISÍVEL E ULTRAVIOLETA

ESPECTROSCOPIA VISÍVEL E ULTRAVIOLETA ESPECTROSCOPIA VISÍVEL E ULTRAVIOLETA Princípios básicos A espectrofotometria visível e ultravioleta é um dos métodos analíticos mais usados nas determinações analíticas em diversas áreas. É aplicada para

Leia mais

Espectrofotometria Molecular UV-VIS

Espectrofotometria Molecular UV-VIS Controlo Controlo da Qualidade Qualidade e Segurança e Segurança Química Alimentar dos Alimentos II Espectrofotometria Molecular UV-VIS 1 Controlo Controlo da Qualidade Qualidade e Segurança e Segurança

Leia mais

Espectrofotometria Pro r fe f ssor H elber Barc r ellos

Espectrofotometria Pro r fe f ssor H elber Barc r ellos Espectrofotometria Professor Helber Barcellos Espectrofotometria A Espectrofotometria é um processo de medida que emprega as propriedades dos átomos e moléculas de absorver e/ou emitir energia eletromagnética

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA DE UMA REAÇÃO EM ESPECTROFOTOMETRÍA

CINÉTICA QUÍMICA DE UMA REAÇÃO EM ESPECTROFOTOMETRÍA CINÉTICA QUÍMICA DE UMA REAÇÃO EM ESPECTROFOTOMETRÍA INTRODUÇÃO Espectrofotometria É a medida da quantidade de energia radiante absorbida pelas moléculas a longitudes de ondas específicas. A espectrofotometria

Leia mais

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Instrumentação para Espectroscopia Óptica CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti INTRODUÇÃO Os componentes básicos dos instrumentos analíticos para a espectroscopia

Leia mais

Aula 2 ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR NA REGIÃO DO UV VIS. Elisangela de Andrade Passos

Aula 2 ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR NA REGIÃO DO UV VIS. Elisangela de Andrade Passos Aula 2 ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR NA REGIÃO DO UV VIS META Apresentar a natureza da energia radiante e as regiões espectrais; apresentar as medidas de transmitância e absorbância; apresentar

Leia mais

NÁLISE FRMCOPÊIC ENSIOS DE POTÊNCI MÉTODOS INSTRUMENTIS Profa. Ms. Priscila Torres Métodos Quantitativos Instrumentais - São mais sensíveis; - Requerem quantidades menores de amostras; - São mais seletivos

Leia mais

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO FOTOQUÍMICA 3ª Parte A INSTRUMENTAÇÃO 07/10/2013 Mauricio X. Coutrim ESPECTRO DE ABSORÇÃO A energia absorvida por um fóton é igual à diferença entre as energias do estado

Leia mais

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ESPECTROFOTÔMETRO - EQUIPAMENTO 6 Ed. Cap. 13 Pg.351-380 6 Ed. Cap. 1 Pg.1-28 6 Ed. Cap. 25 Pg.703-725 09/04/2015 2 1 Componentes dos instrumentos (1) uma fonte estável de

Leia mais

Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA / VISÍVEL MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE

Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA / VISÍVEL MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA / VISÍVEL Prof. Dr. Leonardo Lucchetti Mestre e Doutor em Ciências Química de Produtos Naturais NPPN/UFRJ Depto. de Química de Produtos Naturais

Leia mais

ABSORÇÃO ATÓMICA E FOTOMETRIA DE CHAMA SÃO DOIS MÉTODOS QUANTITATIVOS DE ANÁLISE ELMENTAR, QUE PODEM SER USADOS PARA QUANTIFICAR APROXIMADAMNETE 70 ELEMENTOS. AS APLICAÇÕES SÃO NUMEROSAS, E AS CONCENTRAÇÕES

Leia mais

Introdução aos métodos espectrométricos. Propriedades da radiação eletromagnética

Introdução aos métodos espectrométricos. Propriedades da radiação eletromagnética Introdução aos métodos espectrométricos A espectrometria compreende um grupo de métodos analíticos baseados nas propriedades dos átomos e moléculas de absorver ou emitir energia eletromagnética em uma

Leia mais

3. Técnicas Experimentais

3. Técnicas Experimentais 3. Técnicas Experimentais Muito do nosso atual conhecimento acerca da estrutura da matéria é baseado em investigações espectroscópicas. Informações sobre a estrutura molecular e sobre a interação de moléculas

Leia mais

ANALÍTICA V 1S 2013 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa. Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

ANALÍTICA V 1S 2013 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa. Notas de aula: www.ufjf.br/baccan ANALÍTICA V 1S 2013 Aula 5: 04-06-13 ESPECTROSCOPIA Espectrofotometria no UV-Vis Vis - Parte II Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

Leia mais

FARMACOPEIA MERCOSUL: ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA E VISIVEL

FARMACOPEIA MERCOSUL: ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA E VISIVEL MERCOSUL/XLIII SGT Nº 11/P.RES. Nº FARMACOPEIA MERCOSUL: ESPECTROFOTOMETRIA ULTRAVIOLETA E VISIVEL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/11 e 22/14 do Grupo

Leia mais

Astroquímica. Aula 2 - Astronomia atômica e molecular. Prof. Dr. Sergio Pilling. Alunos: Víctor de Souza Bonfim. 1. Introdução

Astroquímica. Aula 2 - Astronomia atômica e molecular. Prof. Dr. Sergio Pilling. Alunos: Víctor de Souza Bonfim. 1. Introdução Astroquímica Mestrado e Doutorado em Física e Astronomia Prof. Dr. Sergio Pilling Alunos: Víctor de Souza Bonfim Aula 2 - Astronomia atômica e molecular. 1. Introdução Nossas discussões desta aula procuram

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDIOC.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDIOC.COM.BR UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO UFES RELATÓRIOS Matheus Fadini da Silva 2009102663 Rayan Soares Carretta - 200910 São Mateus Outubro de 2009 Experimento publicado em: http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&ver=2.29605&seo=1

Leia mais

ANALISADORES APLICADOS AO CONTROLE AMBIENTAL

ANALISADORES APLICADOS AO CONTROLE AMBIENTAL ANALISADORES APLICADOS AO CONTROLE AMBIENTAL CLASSIFICAÇÃO DA INSTRUMENTAÇÃO ANALÍTICA Instrumentação Analítica Instrumentação Analítica de Laboratório Instrumentação Analítica de Processo SISTEMA ANALÍTICO

Leia mais

CENTRAL ANALÍTICA ESPECTROSCOPIA ATÔMICA

CENTRAL ANALÍTICA ESPECTROSCOPIA ATÔMICA CENTRAL ANALÍTICA ESPECTROSCOPIA ATÔMICA Com a descoberta que o átomo possui estrutura; isto é, é composta de partículas menores tais como elétrons os quais são ordenados de acordo a critérios quânticos

Leia mais

O que é LUZ? SENAI - Laranjeiras. Espectro Eletromagnético. Fontes de luz 14/01/2013. Luminotécnica 40h

O que é LUZ? SENAI - Laranjeiras. Espectro Eletromagnético. Fontes de luz 14/01/2013. Luminotécnica 40h SENAI - Laranjeiras Luminotécnica 40h O que é LUZ? A luz, como conhecemos, faz parte de um comprimento de onda sensível ao olho humano, de uma radiação eletromagnética pulsante ou num sentido mais geral,

Leia mais

DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012

DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012 INTERAÇÃO LASER-TECIDO DISCIPLINA EFEITOS BIOLÓGICOS DA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 1º. QUADRIMESTRE DE 2012 1 INTERAÇÃO LUZ-TECIDOS Reflexão Espalhamento Transmissão Refração Absorção Ar Tecido Absorção

Leia mais

Centro Universitário Padre Anchieta

Centro Universitário Padre Anchieta Absorbância Centro Universitário Padre Anchieta 1) O berílio(ii) forma um complexo com a acetilacetona (166,2 g/mol). Calcular a absortividade molar do complexo, dado que uma solução 1,34 ppm apresenta

Leia mais

ANALÍTICA AVANÇADA 2S 2011. Prof. Rafael Sousa. Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

ANALÍTICA AVANÇADA 2S 2011. Prof. Rafael Sousa. Notas de aula: www.ufjf.br/baccan ANALÍTICA AVANÇADA 2S 2011 Aulas 5 e 6 Espectrofotometria no UV-VisVis Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf.br/baccan ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO

Leia mais

~1900 Max Planck e Albert Einstein E fóton = hυ h = constante de Planck = 6,63 x 10-34 Js. Comprimento de Onda (nm)

~1900 Max Planck e Albert Einstein E fóton = hυ h = constante de Planck = 6,63 x 10-34 Js. Comprimento de Onda (nm) Ultravioleta e Visível ~1900 Max Planck e Albert Einstein E fóton = hυ h = constante de Planck = 6,63 x 10-34 Js Se, c = λ υ, então: E fóton = h c λ Espectro Contínuo microwave Luz Visível Comprimento

Leia mais

Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA NO INFRAVERMELHO MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE

Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA NO INFRAVERMELHO MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE MÉTODOS FÍSICOS DE ANÁLISE Métodos Físicos de Análise - ESPECTROFOTOMETRIA NO INFRAVERMELHO Prof. Dr. Leonardo Lucchetti Mestre e Doutor em Ciências Química de Produtos Naturais NPPN/UFRJ Depto. de Química de Produtos Naturais Farmanguinhos

Leia mais

C O L O R I M E T R I A

C O L O R I M E T R I A C O L O R I M E T R I A FUNDAMENTOS DA COLORIMETRIA Coleta da amostra Preparação da amostra Procedimento de teste O teste Amostra na cubeta Reagentes adicionados Período de espera Branco da amostra Leitura

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PE-LB-TX-001 ESPECTROFOTÔMETRO DE ABSORÇÃO ATÔMICA FORNO DE GRAFITE 26/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PE-LB-TX-001 ESPECTROFOTÔMETRO DE ABSORÇÃO ATÔMICA FORNO DE GRAFITE 26/10/2015 1/6 1. INTRODUÇÃO A determinação de metais em material biológico é realizada por espectrofotometria de absorção atômica com forno de grafite. A espectrofotometria é o método de análise óptico mais usado

Leia mais

ANALÍTICA V 1S 2013. Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa

ANALÍTICA V 1S 2013. Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa ANALÍTICA V 1S 2013 Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA Espectrometria de Absorção Atômica - Parte I Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO CÁLCIO NUMA ÁGUA POR ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATÓMICA

DETERMINAÇÃO DO CÁLCIO NUMA ÁGUA POR ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATÓMICA DETERMINAÇÃO DO CÁLCIO NUMA ÁGUA POR ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATÓMICA Eng.ª Maria Fátima Sá barroso Métodos Instrumentais de Análise I Engenharia Química Elaborado por: Vera Pereira nº990542 Turma:

Leia mais

QUÍMICA ANALÍTICA JOSÉ CARLOS MARQUES

QUÍMICA ANALÍTICA JOSÉ CARLOS MARQUES QUÍMICA ANALÍTICA JOSÉ CARLOS MARQUES http:// 2 Introdução Histórico / aspectos gerais Análise qualitativa / análise quantitativa Análise clássica / análise instrumental Análise espectrofotométrica Introdução

Leia mais

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um Existem vários instrumentos de medição de nível que se baseiam na tendência que um determinado material tem de reflectir ou absorver radiação. Para medições de nível contínuas, os tipos mais comuns de

Leia mais

MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA E MICROANÁLISE QUÍMICA PMT-5858

MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA E MICROANÁLISE QUÍMICA PMT-5858 MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA E MICROANÁLISE QUÍMICA PMT-5858 1ª AULA Introdução Óptica Eletrônica Prof. Dr. André Paulo Tschiptschin (PMT-EPUSP) PMT-5858 - TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE

Leia mais

ESPECTROMETRIA ATÔMICA. Prof. Marcelo da Rosa Alexandre

ESPECTROMETRIA ATÔMICA. Prof. Marcelo da Rosa Alexandre ESPECTROMETRIA ATÔMICA Prof. Marcelo da Rosa Alexandre Métodos para atomização de amostras para análises espectroscópicas Origen dos Espectros Óticos Para os átomos e íons na fase gasosa somente as transições

Leia mais

INDICE. Calibração 19. Validação de Métodos 22. Comparação de Métodos 23. Bibliografia 24

INDICE. Calibração 19. Validação de Métodos 22. Comparação de Métodos 23. Bibliografia 24 1 INDICE Fotometria 03 Componentes Básicos da Fotometria 04 Fonte de energia Elétrica 04 Fonte de Energia radiante 04 Monocromador 04 Filtros de Vidro 04 Filtros de Interferência 05 Prismas 05 Grades de

Leia mais

QUI 070 Química Analítica V Análise Instrumental. Aula 4 Espectrometria Molecular UV-VIS

QUI 070 Química Analítica V Análise Instrumental. Aula 4 Espectrometria Molecular UV-VIS Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 070 Química Analítica V Análise Instrumental Aula 4 Espectrometria Molecular UV-VIS Julio C. J. Silva Juiz

Leia mais

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Armando Cristóvão Adaptado de "The Tools of Biochemistry" de Terrance G. Cooper Como funciona um espectrofotómetro O espectrofotómetro é um aparelho

Leia mais

Espectrofotometria. centrifugação. electroforese. cromatografia. Métodos (p.ex:) radioisótopos. espectroscopia (espectrofotometria)

Espectrofotometria. centrifugação. electroforese. cromatografia. Métodos (p.ex:) radioisótopos. espectroscopia (espectrofotometria) Espectrofotometria Estudos de metabolismo Métodos de separação, purificação e análise Métodos de separação e análise: - procura de métodos que permitam distinguir o composto que nos interessa de outros

Leia mais

ANALÍTICA V 2S 2012. Aula 4: 10-12-12 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa. Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

ANALÍTICA V 2S 2012. Aula 4: 10-12-12 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa. Notas de aula: www.ufjf.br/baccan ANALÍTICA V 2S 2012 Aula 4: 10-12-12 ESPECTROSCOPIA Espectrofotometria no UV-Vis Vis - Parte I Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Laboratório de Física Moderna I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Laboratório de Física Moderna I UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Laboratório de Física Moderna I Espectro Atômico do Hidrogênio Série de Balmer Determinação da Constante de Rydberg Objetivo

Leia mais

5 Equipamentos e materiais utilizados

5 Equipamentos e materiais utilizados Equipamentos e materiais utilizados 5 Equipamentos e materiais utilizados O presente capítulo descreve objetivamente os principais equipamentos e materiais utilizados bem como as suas características técnicas

Leia mais

MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS

MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS: MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS Aula 8 Cromatografia Liquida de Alta Eficiência CLAE (Continuação) Profa. Daniele Adão - Solvente grau HPLC (alta pureza): impurezas presentes na FM

Leia mais

Medição de Nível. Profa. Michelle Mendes Santos

Medição de Nível. Profa. Michelle Mendes Santos Medição de Nível Profa. Michelle Mendes Santos Introdução Medir a variável nível em processos industriais é quantificar referenciais por meio da monitoração contínua ou discreta com o objetivo de avaliar

Leia mais

FÍSICA. Professor Felippe Maciel Grupo ALUB

FÍSICA. Professor Felippe Maciel Grupo ALUB Revisão para o PSC (UFAM) 2ª Etapa Nas questões em que for necessário, adote a conversão: 1 cal = 4,2 J Questão 1 Noções de Ondulatória. (PSC 2011) Ondas ultra-sônicas são usadas para vários propósitos

Leia mais

TIPO-A FÍSICA. x v média. t t. x x

TIPO-A FÍSICA. x v média. t t. x x 12 FÍSICA Aceleração da gravidade, g = 10 m/s 2 Constante gravitacional, G = 7 x 10-11 N.m 2 /kg 2 Massa da Terra, M = 6 x 10 24 kg Velocidade da luz no vácuo, c = 300.000 km/s 01. Em 2013, os experimentos

Leia mais

2.1. Efeito de Doppler e efeito de pressão 2.2. Efeito da temperatura 2.3. Instrumentação 2.4. Tipos de interferências

2.1. Efeito de Doppler e efeito de pressão 2.2. Efeito da temperatura 2.3. Instrumentação 2.4. Tipos de interferências ANÁLISE INSTRUMENTAL MESTRADO BIOQUÍMICA 1.ºANO Capítulo 2 2. Espectroscopia de emissão e absorção atómica 2.1. Efeito de Doppler e efeito de pressão 2.2. Efeito da temperatura 2.3. Instrumentação 2.4.

Leia mais

Reações fotoquímicas. Tatiana Dillenburg Sain t Pierre. Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons.

Reações fotoquímicas. Tatiana Dillenburg Sain t Pierre. Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons. Reações fotoquímicas Tatiana Dillenburg Sain t Pierre Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons. http://creativecommons.org.br http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/legalcode

Leia mais

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO 1. Introdução A melhor tecnologia para o monitoramento de baixas concentrações de ozônio (O 3 ) no ar ambiente é a da absorção de luz na faixa do Ultra Violeta

Leia mais

Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti

Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Classificação dos métodos de análises quantitativas Determinação direta

Leia mais

Prof a. Jennifer Lowe

Prof a. Jennifer Lowe Prof a. Jennifer Lowe A espectrofotometria - método de análises óptico mais usado nas investigações biológicas e fisico-químicas. O espectrofotômetro - instrumento que permite comparar a radiação absorvida

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE CROMO URINÁRIO POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA EM FORNO DE GRAFITE (GFAAS) 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO

DETERMINAÇÃO DE CROMO URINÁRIO POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA EM FORNO DE GRAFITE (GFAAS) 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO PT-LB-TX-0 1/8 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O crômio é um metal de transição, duro, frágil, de coloração cinza semelhante ao aço. É muito resistente à corrosão. A forma oxidada hexavalente é natural

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA

CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA TRABALHO PRÁTICO CALIBRAÇÃO DE UM ESPECTROSCÓPIO DE PRISMA Objectivo: Neste trabalho prático pretende-se: na 1ª parte, determinar o índice de refracção de um poliedro de vidro; na 2ª parte, proceder à

Leia mais

6 Determinação de HPAs em peixes

6 Determinação de HPAs em peixes 6 Determinação de HPAs em peixes Várias técnicas analíticas têm sido usadas para determinar os níveis de HPAs e seus metabólitos em peixes. As técnicas mais comumente usadas incluem a cromatografia gasosa

Leia mais

76. A resultante das forças que atuam nesse automóvel, enquanto ele se move no trecho plano e reto da estrada, é nula.

76. A resultante das forças que atuam nesse automóvel, enquanto ele se move no trecho plano e reto da estrada, é nula. PROVA DE FÍSICA Um automóvel move-se em uma estrada plana e reta, com velocidade constante. Ele entra em uma curva, também plana, que tem a forma de um arco de um círculo. Nessa curva, o módulo da velocidade

Leia mais

O ESSENCIAL DO CONHECIMENTO

O ESSENCIAL DO CONHECIMENTO VOLUME 1 Ana de Moura Pessoa O ESSENCIAL DO CONHECIMENTO FÍSICA E QUÍMICA A EXAMES NACIONAIS, 11.º ANO GRUPO VI Em grandes cidades são contruídas torres altas que suportam um conjunto de antenas parabólicas,

Leia mais

DISCIPLINA: FÍSICA E QUÍMICA (Componente de Formação Científica) ANO LECTIVO: 2008/2009 2º ano (11º ano) Nº AULAS ESTRATÉGIAS RECURSOS AVALIAÇÃO

DISCIPLINA: FÍSICA E QUÍMICA (Componente de Formação Científica) ANO LECTIVO: 2008/2009 2º ano (11º ano) Nº AULAS ESTRATÉGIAS RECURSOS AVALIAÇÃO Módulo Q2 - SOLUÇÕES 1. Dispersões 1.1. Disperso e dispersante. 1.2. Dispersão sólida, líquida e gasosa. 1.3. Critérios para a classificação de dispersões em soluções, colóides e suspensões. 2. Soluções

Leia mais

2. Fundamentos Físicos: Laser e Luz Intensa Pulsada

2. Fundamentos Físicos: Laser e Luz Intensa Pulsada 2. Fundamentos Físicos: Laser e Luz Intensa Pulsada A luz está presente em praticamente todos os momentos de nossas vidas e tem fundamental importância para a sobrevivência da vida no planeta. Atualmente,

Leia mais

Análise Estrutural. José Carlos Marques Departamento de Química Universidade da Madeira

Análise Estrutural. José Carlos Marques Departamento de Química Universidade da Madeira Análise Estrutural José Carlos Marques Departamento de Química Universidade da Madeira Objectivos Usar a espectroscopia na identificação de substâncias puras ou compostos orgânicos compreender a interacção

Leia mais

3) A figura representa o comprimento de uma barra metálica em função de sua temperatura.

3) A figura representa o comprimento de uma barra metálica em função de sua temperatura. LISTA 04 ONDAS E CALOR 1) A 10 C, 100 gotas idênticas de um líquido ocupam um volume de 1,0cm 3. A 60 C, o volume ocupado pelo líquido é de 1,01cm 3. Calcule: (Adote: calor específico da água: 1 cal/g.

Leia mais

ABSORÇÃO ATÔMICA. Ademário Iris da Silva Junior Antônio Marcos Fonseca Bidart Ricardo Jorgenssen Casella

ABSORÇÃO ATÔMICA. Ademário Iris da Silva Junior Antônio Marcos Fonseca Bidart Ricardo Jorgenssen Casella ABSORÇÃO ATÔMICA Ademário Iris da Silva Junior Antônio Marcos Fonseca Bidart Ricardo Jorgenssen Casella 1 PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS E CORPUSCULARES DA LUZ Atualmente matéria e energia não são consideradas

Leia mais

3. Materiais e Métodos

3. Materiais e Métodos 59 3. Materiais e Métodos Os experimentos foram realizados nos Laboratórios de Metalurgia e Meio Ambiente do DEMa da Puc-Rio. 3.1. Equipamentos de medição 3.1.1. Carbono orgânico total (COT) Os métodos

Leia mais

Aula 3 ORIGEM DA TEORIA QUÂNTICA. Eliana Midori Sussuchi Samísia Maria Fernandes Machado Valéria Regina de Souza Moraes

Aula 3 ORIGEM DA TEORIA QUÂNTICA. Eliana Midori Sussuchi Samísia Maria Fernandes Machado Valéria Regina de Souza Moraes Aula 3 ORIGEM DA TEORIA QUÂNTICA META Apresentar a origem da mecânica quântica e suas conseqüências. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: a. a hipótese quântica de Max Planck e sua aplicação

Leia mais

f = Polícia Federal - Papiloscopista Física Prof. Rodrigo Luis Rocha ONDULATÓRIA duas cristas consecutivas, ou dois pontos equivalentes.

f = Polícia Federal - Papiloscopista Física Prof. Rodrigo Luis Rocha ONDULATÓRIA duas cristas consecutivas, ou dois pontos equivalentes. ONDULATÓRIA O conceito de onda na diz que onda é uma propagação de energia sem transporte de matéria. As ondas podem ser classificadas quanto à natureza e quanto ao tipo de propagação. Classificação em

Leia mais

3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos

3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos 3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos A espectroscopia estuda a interação da radiação eletromagnética com a matéria, sendo um dos seus principais objetivos o estudo dos níveis de energia

Leia mais

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas.

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas. ÓPTICA Conceito A óptica é um ramo da Física que estuda os fenomenos relacionados a luz ou, mais amplamente, a radiação eletromagnética, visível ou não. A óptica explica os fenômenos de reflexão, refração

Leia mais

ANÁLISE QUÍMICA. Análise Instrumental

ANÁLISE QUÍMICA. Análise Instrumental ANÁLISE QUÍMICA Análise Instrumental Prof. Juarez Denadai 2011 APRESENTAÇÃO A Química Analítica compreende o conjunto de técnicas e métodos que visam caracterizar a natureza e determinar a composição de

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Ano Letivo 2014/15 Planificação Grupo 510 8º Ano e 7º( subdomínios em falta) Ciências Físico-Químicas Gestão Temporal 8º

Leia mais

PROVA ESCRITA NACIONAL SELEÇÃO PARA A TURMA 2014

PROVA ESCRITA NACIONAL SELEÇÃO PARA A TURMA 2014 PROVA ESCRITA NACIONAL SELEÇÃO PARA A TURMA 2014 Caro professor, cara professora Esta prova é composta por 25 questões de escolha múltipla, com quatro alternativas, e resposta única. Cada questão respondida

Leia mais

CEFET Química-RJ ANÁLISE INSTRUMENTAL ESPECTROFOTOMETRIA

CEFET Química-RJ ANÁLISE INSTRUMENTAL ESPECTROFOTOMETRIA CEFET Química-RJ ANÁLISE INSTRUMENTAL ESPECTROFOTOMETRIA SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS E CORPUSCULARES DA LUZ 3. A INTERAÇÃO DA LUZ COM A MATÉRIA 4. COMO E PARA QUE MEDIR A ABSORÇÃO

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS TÊXTEIS

PROCESSOS QUÍMICOS TÊXTEIS PROCESSOS QUÍMICOS TÊXTEIS VOLUME II Ciência da Cor Por Prof. Dr. Rasiah Ladchumananandasivam, M.Sc, PhD, CText FTI. Professor Adjunto IV, Centro de Tecnologia, UFRN, Natal-RN, Brasil. UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA ÓPTICO PARA ESPECTROSCOPIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA ÓPTICO PARA ESPECTROSCOPIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA ÓPTICO PARA ESPECTROSCOPIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR ADRIANO JOTADIEMEL MASI Belo Horizonte,

Leia mais

Distância de acionamento. Distância sensora nominal (Sn) Distância sensora efetiva (Su) Distância sensora real (Sr) 15/03/2015

Distância de acionamento. Distância sensora nominal (Sn) Distância sensora efetiva (Su) Distância sensora real (Sr) 15/03/2015 Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Sensores São dispositivos que

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Módulo 5 - Radiações Não-Ionizantes

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Módulo 5 - Radiações Não-Ionizantes Curso Técnico Segurança do Trabalho Identificação e Análise de Riscos Identificação e Análise de Riscos Módulo 5 - Radiações Não-Ionizantes Segundo a NR15 Anexo 7: Radiações não-ionizantes são as microondas,

Leia mais

Folhas de exercícios de Termodinâmica

Folhas de exercícios de Termodinâmica DEF-FEUP Física MIEC - 2012/2013 Termodinâmica - 1 Folhas de exercícios de Termodinâmica Temperatura; lei dos gases perfeitos; calorimetria; 1 a lei da termodinâmica Admita os valores seguintes para a

Leia mais

Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede

Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede Fig. 1: Arranjo do experimento P2510502 O que você vai necessitar: Fotocélula sem caixa 06779.00 1 Rede de difração, 600 linhas/mm 08546.00 1 Filtro

Leia mais

PIRÔMETROS RESUMO. Palavras-chaves: pirometria, temperatura, pirômetro, radiação eletromagnética.

PIRÔMETROS RESUMO. Palavras-chaves: pirometria, temperatura, pirômetro, radiação eletromagnética. PIRÔMETROS ISABELLE PEREIRA GOMES 1 RAPHAEL RIBEIRO PEREIRA² KATHLEEN VASCONCELLOS³ PROFESSOR ORIENTADOR: LEONARDO VIDAL RESUMO Este artigo trata sobre a medição de temperatura pelo processo de pirometria,

Leia mais

17-11-2011. Marília Peres Adaptado de (Corrêa 2007)

17-11-2011. Marília Peres Adaptado de (Corrêa 2007) FQA 10º Ano Unidade 1 Química Espectro de Absorção Fonte: http://www.brasilescola.com/quimica/espectroseletromagneticos-estrutura-atomo.htm Adaptado de (Corrêa 2007) 1 Carlos Corrêa Fernando Basto Noémia

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Marcelly da Silva Sampaio RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 01 UFMG

PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 01 UFMG QUESTÃO 01 Em uma corrida de Fórmula 1, o piloto Miguel Sapateiro passa, com seu carro, pela linha de chegada e avança em linha reta, mantendo velocidade constante Antes do fim da reta, porém, acaba a

Leia mais

...uma vez que no espectro de emissão se observam duas riscas brilhantes, na zona do amarelo.

...uma vez que no espectro de emissão se observam duas riscas brilhantes, na zona do amarelo. 1. 1.1. Opção D. Ocorre emissão de radiação quando os electrões transitam de níveis energéticos superiores para níveis energéticos inferiores. A energia dessa radiação está quantificada, sendo igual à

Leia mais

TD DE FÍSICA/DATA: 10/05/2014

TD DE FÍSICA/DATA: 10/05/2014 Fundação Universidade Estadual do Ceará - FUNECE Curso Pré-Vestibular - UECEVest Fones: 3101.9658 / E-mail: uecevest_itaperi@yahoo.com.br Av. Doutor Silas Munguba, 1700 Campus do Itaperi 60714-903 Fone:

Leia mais

DESEMPENHO DE ESPECTROFOTÔMETROS UV/VIS/IVP: EMPREGO DOS MATERIAIS DE REFERÊNCIA

DESEMPENHO DE ESPECTROFOTÔMETROS UV/VIS/IVP: EMPREGO DOS MATERIAIS DE REFERÊNCIA ENQUALAB-08 Congresso da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo - REMESP 09 a 12 de junho de 08, São Paulo, Brasil DESEMPENHO DE ESPECTROFOTÔMETROS UV/VIS/IVP: EMPREGO DOS MATERIAIS

Leia mais

Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo. Espectros de emissão e de absorção

Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo. Espectros de emissão e de absorção Espectros de radiação descontínuos e a composição do Universo Espectros de emissão e de absorção O Espetro Eletromagnético 2 Auguste Comte A propósito dos astros, no séc. XIX afirma Poderemos determinar

Leia mais

FCVA/ UNESP JABOTICABAL ESPECTROSCOPIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA. Prof a. Dr a. Luciana Maria Saran

FCVA/ UNESP JABOTICABAL ESPECTROSCOPIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA. Prof a. Dr a. Luciana Maria Saran FCVA/ UNESP JABOTICABAL ESPECTROSCOPIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA Prof a. Dr a. Luciana Maria Saran 1. INTRODUÇÃO Átomos ou Íons: têm estados de energia característicos, nos quais os elétrons podem permanecer.

Leia mais

FÍSICA-2011. Questão 01. Questão 02

FÍSICA-2011. Questão 01. Questão 02 Questão 01-2011 UFBA -- 2ª 2ª FASE 2011 A maioria dos morcegos possui ecolocalização um sistema de orientação e localização que os humanos não possuem. Para detectar a presença de presas ou de obstáculos,

Leia mais

LISTA 1 NÍVEL 1. Material Extra

LISTA 1 NÍVEL 1. Material Extra LISTA 1 NÍVEL 1 01. (UEMA) Das três fases de uma substância, a que possui menor energia cinética é a fase, cuja característica é apresentar. Os termos que preenchem corretamente as lacunas são: a) Sólida

Leia mais

Validação e estimativa da incerteza do método de determinação de fósforo por

Validação e estimativa da incerteza do método de determinação de fósforo por Artigo Validação e estimativa da incerteza do método de determinação de fósforo por ESPECTROFOTOMETRIA UV-VIS Re s u m o A determinação do fósforo em polissacarídeos por espectrofotometria baseia-se na

Leia mais

Pádua, Itália. Prova teórica

Pádua, Itália. Prova teórica 30ª Olimpíada Internacional de Física Pádua, Itália Prova teórica Quinta-Feira, 22 de Julho de 1999 Leia isto primeiro: 1. O tempo disponível é de 5 horas para 3 problemas. 2. Usar apenas a caneta fornecida.

Leia mais

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2015 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Uma mola comprimida por uma deformação x está em contato com um corpo de massa m, que se encontra

Leia mais

Prova Experimental. Quinta-feira, 7 de Julho de 2005. Ler o texto completamente antes de iniciar a montagem da experiência!

Prova Experimental. Quinta-feira, 7 de Julho de 2005. Ler o texto completamente antes de iniciar a montagem da experiência! 36 a Olimpíada Internacional de Física. Salamanca (Espanha) 005 Prova Experimental Quinta-feira, 7 de Julho de 005 Ler o texto completamente antes de iniciar a montagem da experiência! Por favor, ler estas

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 8

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 8 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 8 Permite o uso noturno das edificações e da cidade. Um bom projeto de iluminação deve garantir a possibilidade de executar uma tarefa visual

Leia mais

PEA - Eletrotécnica Geral 1 LÂMPADAS ELÉTRICAS ( FONTES LUMINOSAS )

PEA - Eletrotécnica Geral 1 LÂMPADAS ELÉTRICAS ( FONTES LUMINOSAS ) PEA - Eletrotécnica Geral 1 LÂMPADAS ELÉTRICAS ( FONTES LUMINOSAS ) PEA - Eletrotécnica Geral 2 - OBJETIVOS: 1) CONCEITOS BÁSICOS DE FOTOMETRIA E DA AÇÃO DA LUZ SOBRE O OLHO 2) TIPOS DE LÂMPADAS 2.1) LÂMPADAS

Leia mais

Determinação de Material Orgânica no Solo por Espectrometria no Visível

Determinação de Material Orgânica no Solo por Espectrometria no Visível REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE AGRONOMIA PERIODICIDADE SEMESTRAL ANO I EDIÇÃO NÚMERO 2 DEZEMBRO DE 2002 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano - SP)

Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano - SP) Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano - SP) 188 Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano

Leia mais

Aula4 MICROSCOPIA ELETRÔNICA. Fabiana Silva Vieira. META Explicar as técnicas de microscopia eletrônica de transmissão e de varredura.

Aula4 MICROSCOPIA ELETRÔNICA. Fabiana Silva Vieira. META Explicar as técnicas de microscopia eletrônica de transmissão e de varredura. Aula4 MICROSCOPIA ELETRÔNICA META Explicar as técnicas de microscopia eletrônica de transmissão e de varredura. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno deverá: entender o funcionamento do microscópio eletrônico.

Leia mais

Físico-Química Experimental II Bacharelado em Química Engenharia Química

Físico-Química Experimental II Bacharelado em Química Engenharia Química Físico-Química Experimental II Bacharelado em Química Engenharia Química Prof. Dr. Sergio Pilling Prática 10 Introdução à espectrofotometria e Lei de Lambert-Beer 1) Objetivos da aula Aprender o os princípios

Leia mais

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer FONTES DE LUZ ARTIFICIAL HISTÓRICO Antes da invenção da lâmpada fogo, velas, lampiões a gás; Primeira lâmpada elétrica Thomas Edson, em 1879;

Leia mais

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos Volume 8 óptica Vídeo 49.1 Vídeo 49.2 Vídeo 49.3 Vídeo 49.4 Vídeo 49.5 Vídeo 49.6 Vídeo 49.7 Vídeo 49.8 Vídeo 49.9 Capítulo 49 Espelhos Planos Um feixe de micro-ondas refletido por uma placa metálica plana

Leia mais

Soluções Químicas são misturas homogêneas de duas ou mais substâncias, onde o solvente aparece em maior quantidade e o soluto em menor quantidade. O estado de agregação do solvente é que determina o estado

Leia mais

Mestrado em Ensino de Física 13 de outubro de 2009 PHYSICS EDUCATION - 2009

Mestrado em Ensino de Física 13 de outubro de 2009 PHYSICS EDUCATION - 2009 Espectroscopia p de Massa: Um Tópico de Física Contemporânea Com Enfoque para o Ensino Médio Mestrado em Ensino de Física 13 de outubro de 2009 Wilma Machado Soares Santos PHYSICS EDUCATION - 2009 Trazer

Leia mais

Ciências E Programa de Saúde

Ciências E Programa de Saúde Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Educação Ciências E Programa de Saúde 19 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE SP Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de

Leia mais