CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA. CMS - Sintra Viva 2013 FÓRUM DE PROJETOS DO CONCELHO DE SINTRA. Normas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA. CMS - Sintra Viva 2013 FÓRUM DE PROJETOS DO CONCELHO DE SINTRA. Normas"

Transcrição

1 APRESENTAÇÃO CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA SintraViva 2013 FÓRUM DE PROJETOS DO CONCELHO DE SINTRA Normas O SintraViva 2013, Fórum de Projetos do Concelho de Sintra, pretende refletir e divulgar o trabalho desenvolvido ao longo do ano pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas Secundárias da rede pública, Movimento Associativo de Pais, Associações de Estudantes, Associações Desportivas e Juvenis, Instituições Particulares de Solidariedade Social, Cooperativas Sociais, Associações de Cultura e Recreio (amadoras e profissionais) e outros parceiros da Comunidade, que têm contribuído decisivamente para o desenvolvimento educativo, cultural, desportivo, juvenil e social do Concelho de Sintra, constituindo igualmente um momento privilegiado de partilha de experiências. O SintraViva 2013 terá lugar de 29 de maio a 5 de junho, incluindo o fim de semana, no Regimento de Artilharia Antiaérea nº1 de Queluz. Esta iniciativa procura envolver toda a comunidade, sendo os dias de semana destinados à Comunidade Educativa e Associativa do Concelho de Sintra, de acordo com as normas abaixo indicadas e o fim de semana destinado à população em geral. ORGANIZAÇÃO A Organização do SintraViva 2013 é da responsabilidade conjunta dos Pelouros da Educação, Juventude e Desporto, Saúde e Ação Social e Cultura da Autarquia. Cada entidade que vise participar no SintraViva, terá de nomear um Coordenador que fará a articulação direta com a organização do evento. Os contactos diretos desse coordenador, incluindo o endereço eletrónico e o número de telemóvel, devem ser disponibilizados à organização, via , (Departamento de Educação), (Departamento de Ação Social, Saúde e Habitação/Divisão de Saúde e Ação Social), (Divisão de Juventude e Desporto) e (Divisão de Animação Cultural) ou excecionalmente via fax, para as instituições que não disponham deste meio, ao cuidado da organização, até ao dia 22 de março de ESTRUTURA Relativamente à sua estrutura, o SintraViva 2013 será composto por diversas atividades de carácter lúdico e pedagógico, organizadas ao longo da semana por espaços temáticos, distribuídos por seis grandes áreas: - Exposição; - Espetáculos/Animações; - Atividades Desportivas; - Ateliês; - Feira de Artesanato e Doçaria - Espaço de Gastronomia

2 De acordo com o público-alvo a que se destina cada conjunto de atividades o SintraViva será distribuído da seguinte forma: - Mostra de Projetos Educativos, Sociais, Culturais, Recreativos, Juvenis e Desportivos (29 de maio a 5 de junho): Agrupamentos de Escolas (AE) e Escolas Secundárias (ES); Movimento Associativo de Pais; Associações de Estudantes; Associações de Cultura e Recreio, Desportivas e Juvenis; Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras Entidades Sem Fins Lucrativos. - XVII Mostra de Arte dos Professores e Educadores do Concelho de Sintra (29 de maio a 5 de junho). - Feira de Artesanato e Doçaria (31 de maio a 2 de junho): GAVE Grupo de Artistas de Vale de Eureka, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras Entidades Sem Fins Lucrativos; Agrupamentos de Escolas (AE) e Escolas Secundárias (ES); Movimento Associativo de Pais. - Espaço de Gastronomia (31 de maio a 2 de junho): Empresários da área da restauração. HORÁRIOS 29 Maio 30 Maio 31 Maio 1 Junho 2 Junho 3 Junho 4 Junho 5 Junho Quartafeira Quintafeira Sextafeira Sábado Domingo Segundafeira Terçafeira Quartafeira Manhã 8h30 às 12h h30 às 12h30 Tarde Noite - 13h30 às 17h30 18h30 às 23h30 14h30 às 23h30 14h30 às 19h30 13h30 às 17h Dias da semana: grupos organizados com inscrição prévia, com exceção do dia 31 de maio (sexta-feira) a partir das 18h30, horário pelo qual o espaço abre à comunidade em geral. Fim de semana: comunidade em geral.

3 1. CANDIDATURA À PARTICIPAÇÃO NO SINTRAVIVA 1.1 AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS, ESCOLAS SECUNDÁRIAS E MOVIMENTO ASSOCIATIVO DE PAIS As candidaturas só serão aceites se realizadas através da plataforma moodle, nos prazos e nas fichas constantes na mesma As candidaturas dos Agrupamentos de Escolas e Escolas Secundárias deverão ser formalizadas através do preenchimento, na íntegra, da ficha n.º 1A (plataforma moodle) As candidaturas do Movimento Associativo de Pais deverão ser formalizadas através do preenchimento, na íntegra, da ficha nº 2A/C (plataforma moodle). 1.2 ASSOCIAÇÕES DESPORTIVAS E ASSOCIAÇÕES JUVENIS As candidaturas só serão aceites se realizadas através do site separador desporto e juventude atividades desportivas, através do formulário de inscrição próprio (ficha n.º 3A) dentro dos prazos estipulados; 1.3 INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E OUTRAS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVAS As candidaturas só serão aceites se realizadas através do nos prazos e nas fichas constantes no site ou excecionalmente via fax ou correio para aquelas que não disponham deste meio. As candidaturas para participação no SintraViva obedecem ao preenchimento, na íntegra, da ficha n.º 4A. 1.4 ASSOCIAÇÕES CULTURAIS E RECREATIVAS As candidaturas só serão aceites se realizadas através do nos prazos e nas fichas constantes no site As candidaturas para participação no SintraViva obedecem ao preenchimento, na íntegra, da ficha n.º 5A. 1.5 CONDIÇÕES GERAIS Só serão aceites inscrições até às 23 horas do dia 4 de abril Só serão aceites inscrições das entidades participantes se estiverem preenchidos todos os campos constantes na ficha respetiva Só serão aceites inscrições de estabelecimentos de ensino, associações de cultura e recreio, desportivas, juvenis, instituições particulares de solidariedade social e outras entidades sem fins lucrativos, que exerçam a sua atividade no Concelho de Sintra, e entidades que não tendo sede no concelho desenvolvam atividades relevantes neste território.

4 2. MODALIDADES DE PARTICIPAÇÃO 2.1 AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS E ESCOLAS SECUNDÁRIAS DA REDE PÚBLICA Os AE ou ES, de acordo com as Normas do Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (Capítulo VI Divulgação, ponto 2 da Medida 1, Linha de Apoio 1), deverão participar no SintraViva nas modalidades de Animação e Feira de Artesanato e Doçaria valorizando ativamente a componente de Mostra de Projetos. 2.2 MOVIMENTO ASSOCIATIVO DE PAIS O Movimento Associativo de Pais, de acordo com as Normas do Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (Capítulo VI Divulgação, ponto 2 da Medida 1, Linha de Apoio 2), deverá participar no SintraViva na modalidade de Animação e Feira de Artesanato e Doçaria, valorizando ativamente a componente de Mostra de Projetos. 2.3 ASSOCIAÇÕES DESPORTIVAS E ASSOCIAÇÕES JUVENIS Os Clubes e as Associações Desportivas poderão participar na modalidade de Animação/Experimentação valorizando ativamente a componente prática da atividade desportiva, através da criação de espaços onde seja possível a experimentação, por parte dos visitantes do SintraViva, de uma atividade desportiva que faça parte da oferta do clube/associação. Também poderão os Clubes / Associações participar com demonstração, nas áreas dos Desportos de Combate, Atividades Gímnicas, Patinagem ou Dança As Associações Juvenis deverão participar na modalidade animação, valorizando a componente de mostra de projetos. 2.4 INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E OUTRAS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS As IPSS deverão participar na modalidade de Animação e Feira de Artesanato e Doçaria, valorizando ativamente a componente de Mostra de Projetos. 2.5 ASSOCIAÇÕES CULTURAIS E RECREATIVAS As Associações de Cultura e Recreio deverão participar na modalidade de Animação/ Experimentação/ Demonstração, valorizando ativamente a componente cultural das suas atividades.

5 3. EXPOSIÇÃO 3.1. A exposição ficará a cargo da organização do SintraViva em articulação com as diversas entidades. 4. ANIMAÇÃO 4.1 As animações a realizar pelas entidades deverão ser formalizadas através do preenchimento, na íntegra, da Ficha nº1 A (Agrupamentos de Escolas e Escola Secundária) Ficha nº2 A/C (Movimento Associativo de Pais) Ficha nº3 A (Associações Desportivas e Associações Juvenis) Ficha nº4 A (IPSS e Outras Entidades Sem Fins Lucrativos) e Ficha nº5 A (Associações Culturais e Recreativas), até ao dia 4 de abril; 4.2 As animações das diferentes entidades participantes poderão decorrer nas zonas constantes no quadro seguinte: ZONAS DIMENSÕES EQUIPAMENTOS Espetáculos/Animações Exterior (parada) Interior (cantinho das cenas) 8mx8m (2 palcos) 6mx3m (palco interior em sala escurecida) Equipamento de som e luz Equipamento de som e luz Desportiva Interior - parque auto e Ginásio Exterior (rinque e campo de jogos) 14mx10m Praticável Ginástica / Tapetes de Judo 10X10 _ Equipamento de som e luz, praticável de ginástica, mini-trampolim, tapetes, colchões de queda, arcos e pista de tumbling, tapetes de Judo. Bicicletas, Patins e Equipamento de Som Ateliês Interior (parque auto) _ Mesas e cadeiras de Apoio à atividade 4.3 As datas e locais para animação serão escolhidos pelas entidades participantes, mas estarão sujeitos à avaliação e confirmação por parte da organização do evento. 4.4 Cada grupo poderá realizar mais do que uma animação distinta. Não serão permitidas repetições da mesma animação, com exceção dos ateliês permanentes. 4.5 No caso dos ateliês, estes poderão ser permanentes ao longo do período da manhã ou da tarde, deverão ter capacidade para envolver 25 participantes e não poderão exceder os 30 minutos de duração por cada grupo destinatário. 4.6 No caso dos espetáculos a realizar na sala escurecida, estes não deverão exceder os 45 minutos de duração e 15 minutos de preparação/montagem. 4.7 No caso das atuações a realizar no palco exterior, estas não deverão exceder os 20 minutos de duração.

6 4.8 Relativamente à Animação dos AE, quando se tratar de espetáculos de palco (música, ginástica, dança, canto, poesia) deverão ser privilegiadas apresentações que envolvam mais do que uma turma/grupo, devidamente articuladas, tendo em conta a componente espetáculo. 4.9 Para a realização das animações das entidades participantes (espetáculos, ateliês ou atividades desportivas) a organização poderá disponibilizar, dentro das suas possibilidades, alguns recursos necessários à sua dinamização, como sejam, equipamento de som, cadeiras e mesas e, eventualmente, algum material desportivo No caso do Movimento Associativo de Pais, a animação deverá realizar-se no mesmo dia da do estabelecimento de ensino correspondente, excetuando-se as animações ao fim de semana As animações/espetáculos propostos pelas associações de cultura e recreio não se inserem no âmbito dos Regulamentos PAMACS e PAEPS/Protocolos estabelecidos com o Município A organização não se responsabiliza pela utilização de CD não originais, por parte das entidades participantes na animação. 5. FEIRA DE ARTESANATO E DOÇARIA 5.1 Este espaço é dedicado à comercialização de produtos artesanais e / ou perecíveis (compotas, bolachas, bolos, doces, etc.) desde que devidamente embalados. No caso dos produtos artesanais, os mesmos deverão ser alusivos às crianças. 5.2 As candidaturas deverão ser formalizadas através do preenchimento, na íntegra, da Ficha nº1b (Agrupamentos de Escolas e Escola Secundária) Ficha nº2b (Movimento Associativo de Pais) e Ficha nº3b (IPSS e Outras Entidades Sem Fins Lucrativos). 5.3 A venda de produtos perecíveis (compotas, bolachas, bolos, doces, etc.) obedece às seguintes regras: - Os produtos terão de ser confecionados em cozinhas com HCCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo). Deve por isso haver no local cópia do comprovativo do HCCP; - Os preços devem estar afixados e visíveis; - Os alimentos têm de ser embalados em película / prata ou embalagens próprias descartáveis para produtos alimentares; - A rotulagem é obrigatória e deve indicar: - Designação do produto nome; ingredientes; peso; local de produção, data de produção e data de validade (se possível); - Os produtos vendidos à fatia ou à unidade devem estar guardados em recipientes próprios e cobertos, serem manipulados apenas por uma pessoa e retirados com uma pinça. 5.4 Não é permitida a venda de rifas e a realização de quermesses. 5.5 A Organização disponibiliza a cada entidade participante uma banca de 1mX0,50cm e uma cadeira. 5.6 A participação obriga à permanência diária no evento desde o seu início até ao encerramento (dia 31 de maio das 18h30 às 23h30, dia 1 de junho das 14h30 às 23h30 e no dia 2 de Junho das 14h30 às 19h30).

7 5.7 A montagem da banca ocorrerá impreterivelmente no dia 31 de maio (sexta-feira), das 17h30 às 18h30 e a desmontagem ocorrerá no dia 2 de junho após o terminus do evento. 5.8 A decisão sobre a localização / espaço a atribuir a cada entidade será da responsabilidade da organização. 5.9 As inscrições para venda estão limitadas a 40 entidades, distribuídas equitativamente por escolas/associações de pais; IPSS e artesãos do Concelho. 6. VISITA AO SINTRAVIVA 6.1 Os dias de visita serão atribuídos a cada entidade, consoante a disponibilidade existente e de forma a conseguir a máxima rentabilização dos transportes. 6.2 Nos dias de semana, por período da manhã ou da tarde, poderão visitar o SintraViva, no máximo, 1200 crianças/jovens/adultos. 6.3 A visita ao SintraViva é gratuita e o transporte das crianças/jovens/adultos é da responsabilidade da organização, de acordo com os critérios estabelecidos no ponto 7 (critérios de seleção para a ida ao SintraViva). 6.4 Nenhuma entidade poderá visitar o SintraViva, nos dias de semana, sem a autorização /confirmação prévia da organização. 6.5 Durante os dias de semana, na receção do SintraViva será distribuído, a cada grupo visitante, um Passaporte (cartão de controle) que garantirá que todas as crianças/jovens/adultos realizem, pelo menos, uma atividade em cada uma das áreas (espetáculos/animações, ateliês, atividades desportivas/radicais). 7. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA A IDA AO SINTRAVIVA 7.1 No caso das inscrições para visitar o SintraViva excederem o número previsto de 1200 crianças / jovens/ adultos por turno de manhã / tarde, por parte das entidades participantes é necessário recorrer aos seguintes critérios de seleção: 1º Têm prioridade as entidades que assegurem momentos de animação/demonstração no SintraViva; 2º Caso não sejam preenchidas todas as vagas de acordo com o ponto anterior, estas serão redistribuídas, equitativamente. Obs.: É arredondado o número de visitantes, tendo em consideração a lotação do autocarro. 7.2 No dia 31 de maio após as 18h30 e no fim de semana 1 e 2 de junho a entrada no SintraViva é livre e aberta a toda a comunidade, no entanto os clubes e associações que realizem animações/ demonstrações terão direito a transporte cedido pela autarquia;

8 8. TRANSPORTE De participantes/visitantes: 8.1 Para o transporte dos participantes ao SintraViva deverá ser preenchida, na íntegra, a ficha respetiva, que se encontra disponível no site A mesma deverá ser enviada, via , até ao dia 26 de abril. - Ficha nº1 C para os Agrupamentos de Escolas e Escola Secundária; - Ficha nº2 A/C para o Movimento Associativo de Pais; - Ficha nº3 C para as Associações Desportivas e Associações Juvenis; - Ficha nº4 C para as Instituições Particulares de Solidariedade Social e Outras Entidades sem Fins Lucrativos; - Ficha nº5 C para as Associações de Cultura e Recreio 8.2 O transporte durante os dias de semana destina-se apenas às Escolas, Associações de Pais e Encarregados de Educação e às IPSS de Infância. Durante o fim de semana e dia 31 de maio à noite aos restantes grupos. 8.3 A Autarquia apenas garante o transporte dos participantes de acordo com os critérios de seleção para visita ao SintraViva. 8.4 A Autarquia apenas garante, por grupo participante / visitante, o transporte para um dia de SintraViva, à exceção dos clubes desportivos que tenham atuações ou animações nos dois dias do fim de semana. 8.5 No caso das animações dos grupos se prolongarem ao longo do dia poderão permanecer no espaço para piquenique, o qual é da responsabilidade dos próprios. Estes grupos só serão transportados neste dia. 8.6 No dia 31 de maio a partir das 18h30 e durante o fim de semana, a Autarquia só garante o transporte das entidades que assegurem atividades de Animação/Demonstração/Experimentação. 8.7 É expressamente proibido proceder a qualquer alteração dos percursos e horários de transporte. 8.8 Depois da confirmação feita pela organização do SintraViva, do número de participantes selecionados para a visita, as entidades ficam comprometidas em levar esse número, evitando a exclusão de outras crianças/jovens/adultos interessados em participar, bem como o aluguer desnecessário de autocarros. 8.9 As entidades que não cumpram o estabelecido nos pontos anteriores (8.7 e 8.8), salvo situações extraordinárias devidamente justificadas, serão penalizadas no ano seguinte, ficando o aluguer de autocarros da sua responsabilidade. De materiais e equipamentos: 8.10 O transporte dos materiais e equipamentos para a animação são da exclusiva responsabilidade das entidades participantes, podendo o mesmo ser efetuado na bagageira dos autocarros no dia da respetiva animação.

9 9. CRONOGRAMA Ações/ Prazos Março Abril Maio Junho Divulgação das 12 Indicação do Coordenador 22 Inscrição para participação 4 Marcação de transporte para visita 26 Elaboração do programa Definição do dia de participação e visita Disponibilização do programa on-line Montagens 20 Desmontagens 6 Organização Entidades Participantes 10. Não é permitida a venda de qualquer produto alimentar ou outro no recinto sem autorização prévia da organização. 11. Os casos ou situações omissas nas presentes normas serão resolvidos pela entidade organizadora. 12. Todos os pedidos de esclarecimento e informações deverão ser dirigidos à organização através de: CORREIO ELETRÓNICO e / ou TELEFONE: Departamento de Educação: /31 Departamento de Ação Social, Saúde e Habitação Divisão de Saúde e Ação Social: /18/43 Divisão de Juventude e Desporto Divisão de Animação Cultural /03/05/07 Março de 2013.

TASQUINHAS. Critérios de Atribuição ÂMBITO OBJECTIVOS LOCAL E HORÁRIO

TASQUINHAS. Critérios de Atribuição ÂMBITO OBJECTIVOS LOCAL E HORÁRIO TASQUINHAS Critérios de Atribuição ÂMBITO 1. A Câmara Municipal de Moura em colaboração com diversas entidades locais, pretende realizar a XI Feira Empresarial de Moura / IV Fórum das Energias Renováveis

Leia mais

Natal na desportiva NORMAS DE PARTICIPAÇÃO

Natal na desportiva NORMAS DE PARTICIPAÇÃO Natal na desportiva 2015 NORMAS DE PARTICIPAÇÃO CML/DRIC/2015 Alvará 694 I. Apresentação e objetivos 1. Entidade Promotora e Organizadora - Município de Loures 1 a) O Programa de Ocupação de Tempos Livres

Leia mais

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE)

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) 1. Título alusivo à iniciativa Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE). 2. Entidades parceiras Identificação das organizações (Organismo público,

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO AOS PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS

REGULAMENTO DE APOIO AOS PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS REGULAMENTO DE APOIO AOS PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Objeto O presente regulamento tem como objetivo a definição dos tipos de apoio e res- petivas condições de acesso

Leia mais

Normas de participação

Normas de participação Verão com desafios 2015 Normas de participação I. Apresentação e objetivos 1. Entidade promotora e organizadora - Município de Loures 1 a) O programa de Ocupação de Tempos Livres Verão com Desafios é promovido

Leia mais

I Prémio Jovens Talentos. Regulamento

I Prémio Jovens Talentos. Regulamento 1 I Prémio Jovens Talentos Regulamento 1. Introdução O presente concurso tem como objectivo estimular o aparecimento e divulgação de novos talentos, no domínio cultural e artístico, dos jovens Bracarenses

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014. Série. Número 27

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014. Série. Número 27 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Portaria n.º 16/2014 Aprova o Regulamento do Programa Jovem

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA OLIVAIS EM FÉRIAS ANO 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA OLIVAIS EM FÉRIAS ANO 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA OLIVAIS EM FÉRIAS ANO 2015 Contactos da Junta de Freguesia Morada: Rua General Silva Freire, Lote C 1849-029 Lisboa Telefone: 21 854 06 90 Fax: 21 852 06 87 / 21 248 79 25 E-mail:

Leia mais

PROGRAMA NORMAS DE PARTICIPAÇÃO 2015

PROGRAMA NORMAS DE PARTICIPAÇÃO 2015 PROGRAMA NORMAS DE PARTICIPAÇÃO 2015 I DESTINATÁRIOS O Programa de Ocupação de Jovens, promovido pela Câmara Municipal de Cascais, através da Divisão de Promoção de Emprego (DPRE), destina-se a jovens

Leia mais

REGULAMENTO INTRODUÇÃO OBJETIVOS PÚBLICO-ALVO

REGULAMENTO INTRODUÇÃO OBJETIVOS PÚBLICO-ALVO REGULAMENTO INTRODUÇÃO O DNS.PT e a DECO promovem a 3ª edição do Concurso Sitestar.pt, uma iniciativa nacional que convida a comunidade educativa a desenvolver sites em português e sob domínio.pt durante

Leia mais

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA - 2013/14. FUNCIONAMENTO: refeições, prolongamento horário, férias em movimento

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA - 2013/14. FUNCIONAMENTO: refeições, prolongamento horário, férias em movimento COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA - 2013/14 FUNCIONAMENTO: refeições, prolongamento horário, férias em movimento Objeto e âmbito de aplicação O presente documento visa regular o funcionamento da Componente

Leia mais

Ficha de Proposta de Exposição

Ficha de Proposta de Exposição Ficha de Proposta de Exposição (Sff. preencher com letra legível ou datilografar) 1. PROPOSTA DE EXPOSIÇÃO (* O preenchimento de todos os campos é obrigatório, exceto quando informado no próprio campo

Leia mais

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA/ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E DE APOIO À FAMILIA - 2015/16

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA/ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E DE APOIO À FAMILIA - 2015/16 COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA/ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E DE APOIO À FAMILIA - 2015/16 FUNCIONAMENTO: refeições, prolongamento horário, férias divertidas Objeto e âmbito de aplicação O presente documento

Leia mais

NORMAS PARA A ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DAS ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

NORMAS PARA A ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DAS ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR NORMAS PARA A ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DAS ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Aprovação em Conselho Municipal de Educação 10 de março de 2015 Aprovação em Reunião de Câmara 25

Leia mais

Programa Olivais em Férias

Programa Olivais em Férias Capítulo 90 Programa Olivais em Férias Ano 2015 MR.003.01.Vers.1.0.a Página 1 de 8 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Planeamento e Organização... 3 3. Inscrição... 3 3.1. Valor a pagar... 3 3.2. Fichas de

Leia mais

Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima

Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima O projeto Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima tem como propósito fomentar a partilha de manuais escolares, mediante

Leia mais

BANCO DE MANUAIS ESCOLARES USADOS DE SÃO PEDRO DO SUL

BANCO DE MANUAIS ESCOLARES USADOS DE SÃO PEDRO DO SUL BANCO DE MANUAIS ESCOLARES USADOS DE SÃO PEDRO DO SUL A União de Freguesias de São Pedro do Sul, Várzea e Baiões, em parceria com a Câmara Municipal de São Pedro do Sul e a Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

REGULAMENTO. Fundação Porto Social. 12ª FEIRA DO MUNDO RURAL Na Quinta de Bonjóia. 5, 6 e 7 de junho de 2015

REGULAMENTO. Fundação Porto Social. 12ª FEIRA DO MUNDO RURAL Na Quinta de Bonjóia. 5, 6 e 7 de junho de 2015 REGULAMENTO 5, 6 e 7 de junho de 2015 12ª FEIRA DO MUNDO RURAL Na Fundação Porto Social Índice Capitulo I DISPOSIÇÕES GERAIS 1. OBJETO... 3 2. ORGANIZAÇÃO... 3 3. LOCALIZAÇÃO... 3 4. FUNCIONAMENTO... 3

Leia mais

Despacho nº 9265-B/2013

Despacho nº 9265-B/2013 Regulamento Interno da Componente de Apoio à Família (CAF) dos Jardim-deinfância e das Escola Básica 1 (EB1) da União de Freguesias de Nogueiró e Tenões 444 Ano Letivo 2014/15 Enquadramento...Quando as

Leia mais

Jovens residentes ou estudantes no Município de Cascais e com idade compreendida entre os 15 e os 25 anos (à data de início do projeto).

Jovens residentes ou estudantes no Município de Cascais e com idade compreendida entre os 15 e os 25 anos (à data de início do projeto). 1. OBJECTIVOS Promover a ocupação saudável do tempo livre dos jovens no período de Verão, fomentando o seu desenvolvimento pessoal, pela aproximação com as realidades locais, o contato com o mundo do trabalho

Leia mais

EDITAL/SEE/CEL Nº 01/2015

EDITAL/SEE/CEL Nº 01/2015 EDITAL/SEE/CEL Nº 01/2015 O Centro de Estudo de Línguas - CEL, referência no ensino gratuito de idiomas para alunos da rede pública, representado pela Coordenadora Geral Nagila Maria Dourado de Carvalho,

Leia mais

Componente de Apoio à Família

Componente de Apoio à Família Capítulo 056 Componente de Apoio à Família MR.003.01.Vers.1.0.a Página 1 de 11 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Planeamento e organização... 3 3. Funcionamento... 4 3.1. Períodos da CAF... 4 3.2. Horários

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR FÉRIAS DA LIPOR 1. Considerações Gerais A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com sede em Baguim do Monte, concelho de Gondomar, realiza atividades de promoção e organização

Leia mais

ÂMBITO Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2005-2014 e a Década da Biodiversidade 2011-2020.

ÂMBITO Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2005-2014 e a Década da Biodiversidade 2011-2020. CONCURSO 1 ESCOLAR REGULAMENTO 2011/2012 Como melhorar a qualidade ambiental da minha escola? TEMA Como Melhorar a Qualidade Ambiental da Minha Escola? ÂMBITO Década das Nações Unidas da Educação para

Leia mais

REGULAMENTO - VOLUNTÁRIOS

REGULAMENTO - VOLUNTÁRIOS REGULAMENTO - VOLUNTÁRIOS 1. Os voluntários oriundos de fora de S. Félix da Marinha e do Concelho de Espinho, terão direito a Alojamento, numa Escola escolhida pela Organização e a indicar na data de chegada

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Vagos 161070 REGIMENTO DOS PRÉMIOS DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO

Agrupamento de Escolas de Vagos 161070 REGIMENTO DOS PRÉMIOS DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO Agrupamento de Escolas de Vagos 161070 REGIMENTO DOS PRÉMIOS DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO maiol2014 Índice Página Preâmbulo... 2 Artigo 1.º - Objetivo e Âmbito... 2 Artigo 2.º - Composição...

Leia mais

BIBLIOTECA ESCOLAR REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO DA SILVA CORREIA

BIBLIOTECA ESCOLAR REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO DA SILVA CORREIA BIBLIOTECA ESCOLAR REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO DA SILVA CORREIA ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO... 3 1. A EQUIPA EDUCATIVA... 3 2. COMPETÊNCIAS

Leia mais

REGULAMENTO DA II CREDIART FEIRA INTEGRADA DE CRÉDITO E ARTESANATO

REGULAMENTO DA II CREDIART FEIRA INTEGRADA DE CRÉDITO E ARTESANATO REGULAMENTO DA II CREDIART FEIRA INTEGRADA DE CRÉDITO E ARTESANATO A Superintendência de Fundos, Investimentos e Incorporações (SFI), no uso de suas atribuições conferidas pelo Regimento Interno, bem como

Leia mais

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal 1 Preâmbulo O Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, adiante designado por NNIES, é um equipamento municipal criado

Leia mais

Regulamento do Concurso de Ideias

Regulamento do Concurso de Ideias Regulamento do Concurso de Ideias 1. Apresentação O Concurso de Ideias e a Conferência Internacional sobre Prevenção e Controlo do Tabagismo, que vai ter lugar em Lisboa, de 14 a 15 de novembro de 2013,

Leia mais

Regime jurídico de acesso e exercício de atividades de comércio, serviços e restauração

Regime jurídico de acesso e exercício de atividades de comércio, serviços e restauração A Tipo de movimento Comunicação de exploração / acesso a atividade Alteração significativa das condições de acesso às atividades Alteração do ramo de atividade * Alteração da área de venda Preencher se

Leia mais

MUNICIPIO DE ALPIARÇA ALPIAGRA 2014 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA NORMAS

MUNICIPIO DE ALPIARÇA ALPIAGRA 2014 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA NORMAS MUNICIPIO DE ALPIARÇA ALPIAGRA 2014 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA NORMAS A Alpiagra Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça é uma organização da Câmara Municipal de Alpiarça. Artigo 1º (Condições

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO DE EMPRÉSTIMO DE MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO DO BANCO DE EMPRÉSTIMO DE MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO DO BANCO DE EMPRÉSTIMO DE MANUAIS ESCOLARES 1 PREÂMBULO Sendo a aposta na educação uma estratégia fundamental para o desenvolvimento do concelho de Vendas Novas, é lançado o Banco de Empréstimo

Leia mais

MANUAL: Transportes escolares

MANUAL: Transportes escolares MUNICÍPIO DE OEIRAS DECPC Divisão de Educação MANUAL: Transportes escolares Conforme o Plano de Atribuição de Auxílios Económicos no Âmbito da Ação Social Escolar, aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

Regulamento para inscrição na 10ª Semana da Música de Ouro Branco

Regulamento para inscrição na 10ª Semana da Música de Ouro Branco Regulamento para inscrição na 10ª Semana da Música de Ouro Branco 1. Inscrições e seleção 1.1 Para efetuar a inscrições para a 10ª Semana da Música de Ouro Branco, o candidato deverá acessar o site www.semanadamusica.com;

Leia mais

Regulamento do Concurso «Criação de um logótipo para a Linha da Criança»

Regulamento do Concurso «Criação de um logótipo para a Linha da Criança» Regulamento do Concurso «Criação de um logótipo para a Linha da Criança» 1. APRESENTAÇÃO O concurso «Criação de um logótipo para a Linha da Criança» (adiante, concurso) visa divulgar a existência da Linha

Leia mais

Câmara Municipal da Figueira da Foz Divisão de Cultura NORMAS DE PARTICIPAÇÃO

Câmara Municipal da Figueira da Foz Divisão de Cultura NORMAS DE PARTICIPAÇÃO Câmara Municipal da Figueira da Foz Divisão de Cultura NORMAS DE PARTICIPAÇÃO 1 Câmara Municipal da Figueira da Foz Divisão de Cultura Normas de Participação 1.Objetivo 1.1.O CRIATIVA - Encontro de Criadores

Leia mais

ANJO DE NATAL - REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO

ANJO DE NATAL - REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO ANJO DE NATAL - REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO TEMA No âmbito do Programa de Educação Ambiental 2010/11, a Câmara Municipal de Oeiras, através do Departamento de Ambiente e Equipamento promove o concurso

Leia mais

I CONCURSO CULTURA REGISTRANDO O PASSADO

I CONCURSO CULTURA REGISTRANDO O PASSADO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE NOVA PRATA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 2009/2012 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MUSEU MUNICIPAL DOMINGOS BATTISTEL I CONCURSO CULTURA REGISTRANDO O PASSADO

Leia mais

Feira de Atividades Económicas e Produtos Locais. Normas de funcionamento 2015

Feira de Atividades Económicas e Produtos Locais. Normas de funcionamento 2015 Feira de Atividades Económicas e Produtos Locais Normas de funcionamento 2015 Feira Atividades Económicas e Produtos Locais Normas de funcionamento - 07 08 09 10 Agosto 2015 DISPOSIÇÕES GERAIS Objetivo

Leia mais

C O L É G I O D O A M O R D E D E U S

C O L É G I O D O A M O R D E D E U S C O L É G I O D O A M O R D E D E U S N.ª Ref.ª: 311/3 * 20.08.2015 Assunto: Informações diversas: Ano Escolar 2015/2016 A todos os Pais e Encarregados de Educação Exmo/a Senhor/a Encarregado/a Educação,

Leia mais

PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO DE CASCAIS

PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO DE CASCAIS PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO DE CASCAIS Ano letivo 2012/2013 TEMA VAMOS ADOTAR UMA RIBEIRA. ÂMBITO Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2005-2014 e a Década da Biodiversidade

Leia mais

Projecto. Normas de Participação

Projecto. Normas de Participação Projecto Normas de Participação PREÂMBULO Num momento em que o mundo global está cada vez mais presente na vida das crianças e jovens, consideraram os Municípios da Comunidade Intermunicipal da Lezíria

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS 1. APRESENTAÇÃO PRINCÍPIOS E VALORES Acreditamos pela força dos factos que o desenvolvimento desportivo de um Concelho ou de uma Freguesia, entendido na sua vertente quantitativa e qualitativa, exige uma

Leia mais

Enquadramento e critérios de Candidatura

Enquadramento e critérios de Candidatura Enquadramento e critérios de Candidatura A cidadania ativa constitui um elemento chave do reforço da coesão social. O Conselho da União Europeia instituiu o ano de 2011, como Ano Europeu do Voluntariado

Leia mais

Normas DE. Atividades de Animação e Apoio à Família e Componente de Apoio à Família. Estabelecimentos de Educação e Ensino da Freguesia de Benfica

Normas DE. Atividades de Animação e Apoio à Família e Componente de Apoio à Família. Estabelecimentos de Educação e Ensino da Freguesia de Benfica Normas DE FuNcioNamENto Atividades de Animação e Apoio à Família e Componente de Apoio à Família Estabelecimentos de Educação e Ensino da Freguesia de Benfica O presente documento apresenta-se como um

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS Nota Justificativa A organização de campos de férias destinados a crianças e jovens é uma das actividades centrais da política do município da Moita na área da juventude

Leia mais

NORMAS REGULADORAS DO PROCESSO SELETIVO Edital Nº 17/2014-SEDIS

NORMAS REGULADORAS DO PROCESSO SELETIVO Edital Nº 17/2014-SEDIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTOS DOS CONSELHOS ESCOLARES PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Leia mais

Câmara Municipal de Resende REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO

Câmara Municipal de Resende REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO Câmara Municipal de Resende REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO A Lei n.º 159/99, de 14 de setembro estabelece no seu artigo 19º, nº 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar

Leia mais

REGULAMENTO FJC PORTO DE EMPREGO 2016

REGULAMENTO FJC PORTO DE EMPREGO 2016 1 2 REGULAMENTO FJC PORTO DE EMPREGO 2016 1 Data, Local e Horário O FJC Porto de Emprego realiza-se nos dias 1, 2 e 3 de março de 2016, na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, localizada no

Leia mais

É para estes jovens, atentos à sua sociedade, que se destina o concurso de ideias Projeto Voluntariado Jovem.

É para estes jovens, atentos à sua sociedade, que se destina o concurso de ideias Projeto Voluntariado Jovem. 1. APRESENTAÇÃO A juventude, período intermédio entre a infância e a idade adulta, é indubitavelmente uma fase determinante na afirmação do eu, perante si mesmo e perante os outros. Nesta fase, a consciência

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA ANUAL DE SÃO JOÃO 2016

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA ANUAL DE SÃO JOÃO 2016 NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA ANUAL DE SÃO JOÃO 2016 I DISPOSIÇÕES GERAIS 1.º Data e Eventos Entre os dias 22 e 26 de junho de 2016, realizar-se-á no Parque Municipal de Exposições da Lousã e ruas envolventes,

Leia mais

O que é o Voluntariado? O que é ser Voluntário? Quais são os meus direitos como voluntário? Quais são os meus deveres enquanto voluntário?

O que é o Voluntariado? O que é ser Voluntário? Quais são os meus direitos como voluntário? Quais são os meus deveres enquanto voluntário? Perguntas frequentes sobre o voluntariado e sobre todos os pontos importantes sobre o Festival, de forma a ficares esclarecido com todas as tuas dúvidas. O que é o Voluntariado? Voluntariado é um conjunto

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO JOVEM EQUIPA DE VIGILÂNCIA FLORESTAL 2015. Artigo 1º Âmbito e definição

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO JOVEM EQUIPA DE VIGILÂNCIA FLORESTAL 2015. Artigo 1º Âmbito e definição PROGRAMA DE VOLUNTARIADO JOVEM EQUIPA DE VIGILÂNCIA FLORESTAL 2015 Artigo 1º Âmbito e definição 1. As presentes normas instituem e regulam o Programa de Voluntariado Jovem para operacionalização da Equipa

Leia mais

Figuras de Natal Ecológicas REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO

Figuras de Natal Ecológicas REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO Organização A Câmara Municipal do Barreiro (CMB), através do Centro de Educação Ambiental da Mata da Machada e Sapal do Rio Coina, vai realizar um concurso subordinado ao tema:

Leia mais

PROGRAMA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES EDUCATIVAS - 2ºCICLO

PROGRAMA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES EDUCATIVAS - 2ºCICLO REGULAMENTO INTERNO PROGRAMA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES EDUCATIVAS - 2ºCICLO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. FILIPA DE LENCASTRE Artigo 1º Finalidade O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as

Leia mais

AVISO Código da Publicitação do Procedimento - B/2015

AVISO Código da Publicitação do Procedimento - B/2015 AVISO Código da Publicitação do Procedimento - B/2015 Procedimento de Seleção para recrutamento de Técnicos no âmbito do Programa de Atividades de Enriquecimento Curricular do 1.º Ciclo de Ensino Básico

Leia mais

EDITAL PARA A MOSTRA DE FOTOGRAFIA HISTÓRIA E MEMÓRIA EM SAÚDE DOS TERRITÓRIOS DE VIDA

EDITAL PARA A MOSTRA DE FOTOGRAFIA HISTÓRIA E MEMÓRIA EM SAÚDE DOS TERRITÓRIOS DE VIDA EDITAL PARA A MOSTRA DE FOTOGRAFIA HISTÓRIA E MEMÓRIA EM SAÚDE DOS TERRITÓRIOS DE VIDA A Rede Unida Norte vem por meio deste, tornar público o presente Edital da Mostra de Fotografia História e Memória

Leia mais

Metodologia de Atuação da Rede de Mentores

Metodologia de Atuação da Rede de Mentores Metodologia de Atuação da Rede de Mentores (Projeto Mentor - Rede de Apoio ao Empreendedorismo) 1. Processo de Constituição da Rede de Mentores O Conselho Empresarial do Centro CEC/CCIC e a AIMinho, na

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PROGRAMA CAIXA DE APOIO AO ARTESANATO BRASILEIRO PATROCÍNIO 2013 REGULAMENTO

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PROGRAMA CAIXA DE APOIO AO ARTESANATO BRASILEIRO PATROCÍNIO 2013 REGULAMENTO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PROGRAMA CAIXA DE APOIO AO ARTESANATO BRASILEIRO PATROCÍNIO 2013 REGULAMENTO 1. OBJETO 1.1 O presente regulamento tem por objeto a seleção para patrocínio de projetos a serem realizados

Leia mais

PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO. Regulamento do Programa de Bolsas de Educação. Introdução

PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO. Regulamento do Programa de Bolsas de Educação. Introdução PROGRAMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EDUCAÇÃO Regulamento do Programa de Bolsas de Educação Introdução Considerando a importância e oportunidade do Programa de Responsabilidade Social do Comité Olímpico de

Leia mais

APRESENTAÇÃO CINANIMA JÚNIOR. Programas: Crianças, Adolescentes e Jovens

APRESENTAÇÃO CINANIMA JÚNIOR. Programas: Crianças, Adolescentes e Jovens APRESENTAÇÃO CINANIMA JÚNIOR Programas: Crianças, Adolescentes e Jovens O CINANIMA JÚNIOR é uma iniciativa que decorre anualmente na sequência do Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho

Leia mais

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: - Conselho Municipal de Educação de Vila Real - Proposta de Regulamento ---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

REGULAMENTO CAMPOS DE FÉRIAS 2015 OBJETIVO

REGULAMENTO CAMPOS DE FÉRIAS 2015 OBJETIVO REGULAMENTO CAMPOS DE FÉRIAS 2015 OBJETIVO É objetivo dos Campos de Férias do Pony Club do Porto proporcionar iniciativas exclusivamente destinadas a crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 12

Leia mais

Banco Local de Voluntariado de Gondomar

Banco Local de Voluntariado de Gondomar Regulamento Interno do Banco Local de Voluntariado de Gondomar (Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Fevereiro e Assembleia Municipal de 18 de Fevereiro de 2009) Preâmbulo Entende-se por voluntariado

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.)

REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.) REGIMENTO DO PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (A.E.C.) A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E B E N A V E N T E INTRODUÇÃO Tendo por base os normativos legais

Leia mais

EDITAL N9 15/2015 PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO N~ 4/2011 REGULAMENTO DO SALÃO DE ARTESANATO

EDITAL N9 15/2015 PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO N~ 4/2011 REGULAMENTO DO SALÃO DE ARTESANATO EDITAL N9 15/2015 PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO N~ 4/2011 REGULAMENTO DO SALÃO DE ARTESANATO ALBERTO SIMÕES MAIA MESQUITA, PRESIDENTE DA CÃMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA FAZ SABER, em cumprimento

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015 EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015 1. DO OBJETO 1.1. O presente edital tem por objeto realizar uma chamada pública nacional para seleção de projetos que contribuam para o empoderamento das mulheres

Leia mais

Regulamento Ser Cientista

Regulamento Ser Cientista 1 Regulamento Ser Cientista 1- Objetivos 1.1 - "Ser Cientista" é um programa que tem por objetivo proporcionar aos alunos do ensino secundário uma aproximação à realidade da investigação científica pela

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA A ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA ESPOCC TURMAS 2014 O Observatório de Favelas torna pública, por meio desta chamada, as normas do processo de seleção de alunos para

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PROGRAMA CAIXA DE APOIO AO ARTESANATO BRASILEIRO PATROCÍNIO 2012 REGULAMENTO

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PROGRAMA CAIXA DE APOIO AO ARTESANATO BRASILEIRO PATROCÍNIO 2012 REGULAMENTO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PROGRAMA CAIXA DE APOIO AO ARTESANATO BRASILEIRO PATROCÍNIO 2012 REGULAMENTO 1. OBJETO 1.1. A CAIXA receberá, de 16 de maio a 17 de junho de 2011 projetos a serem realizados ao

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA SOCIAL ESCOLAR ESCOLA EM VIAGEM

REGULAMENTO PROGRAMA SOCIAL ESCOLAR ESCOLA EM VIAGEM REGULAMENTO PROGRAMA SOCIAL ESCOLAR ESCOLA EM VIAGEM Movijovem, mobilidade juvenil, CIPRL 2015/2016 PREÂMBULO Considerando: Que o desenvolvimento e a concretização eficaz da política nacional de juventude

Leia mais

- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL

- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL - REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL Artigo 1.º Objetivos O programa Voluntariado Juvenil visa promover a participação cívica dos jovens em ações de voluntariado de interesse social e comunitário,

Leia mais

PROJETO ARTE NOS HOSPITAIS CANTO CIDADÃO EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE GRUPOS TEATRAIS

PROJETO ARTE NOS HOSPITAIS CANTO CIDADÃO EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE GRUPOS TEATRAIS 1. APRESENTAÇÃO PROJETO ARTE NOS HOSPITAIS CANTO CIDADÃO EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE GRUPOS TEATRAIS O Canto Cidadão, por meio deste Edital de Contratação de Grupos Teatrais, oferece à sociedade brasileira

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR 1 1. Considerações Gerais A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com sede em Baguim do Monte, concelho de Gondomar,

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL PREÂMBULO REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DO CONCELHO DE VALENÇA Com a emergência de novos processos de exclusão social e a persistência de fortes desigualdades sociais, subjacentes à problemática da pobreza

Leia mais

ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DO DOCUMENTO TÉCNICO DO PROJETO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO DO CONVÊNIO

ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DO DOCUMENTO TÉCNICO DO PROJETO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO DO CONVÊNIO Ministério do Esporte Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social Departamento de Formulação de Política e Estratégias Coordenação-Geral de Esporte e Lazer ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DO

Leia mais

Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE)

Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE) Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE) O Decreto-Lei n.º 299/84, de 5 de setembro, alterado pelo Decreto-lei n.º 7/2003, de 15 de janeiro, pela Lei n.º13/2006, de 17 de abril,

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO DE LIVROS ESCOLARES DE MIRANDELA

REGULAMENTO DO BANCO DE LIVROS ESCOLARES DE MIRANDELA REGULAMENTO DO BANCO DE LIVROS ESCOLARES DE MIRANDELA Nota Justificativa: O Banco de Livros Escolares de Mirandela tem como propósito o fomento da partilha de livros escolares, maximizando a recuperação

Leia mais

CONCURSO PARA CONCEPÇÃO DA IDENTIDADE GRÁFICA DA MARCA Silvares Terra da Música e do Folclore

CONCURSO PARA CONCEPÇÃO DA IDENTIDADE GRÁFICA DA MARCA Silvares Terra da Música e do Folclore CONCURSO PARA CONCEPÇÃO DA IDENTIDADE GRÁFICA DA MARCA Silvares Terra da Música e do Folclore A Junta de Freguesia de Silvares em parceria com a Comissão Representativa do Movimento Associativo da Freguesia

Leia mais

REGULAMENTO DE PRÉMIO Linka-te aos Outros

REGULAMENTO DE PRÉMIO Linka-te aos Outros REGULAMENTO DE PRÉMIO Linka-te aos Outros 1. Apresentação O presente concurso é uma iniciativa promovida pela, no âmbito do Ano Europeu das Atividades Voluntárias que promovam uma Cidadania Ativa proclamado

Leia mais

Considerando ainda que as associações têm no desenvolvimento da freguesia um papel fundamental que a Junta de Freguesia fomenta e apoia;

Considerando ainda que as associações têm no desenvolvimento da freguesia um papel fundamental que a Junta de Freguesia fomenta e apoia; Considerando o quadro legal de atribuições e competências das autarquias locais consagrado na Lei 75/2013, de 12 de Setembro que em geral incumbe às autarquias a prossecução de interesses próprios, comuns

Leia mais

EDITAL Nº 01/FCCE/2015 (6ª Oferta UFRRJ)

EDITAL Nº 01/FCCE/2015 (6ª Oferta UFRRJ) Curso de Extensão a Distância Formação Continuada em Conselhos Escolares EDITAL Nº 01/FCCE/2015 (6ª Oferta UFRRJ) Seleção para 240 vagas do Curso de Extensão a Distância Formação Continuada em Conselhos

Leia mais

Fase Final Regional de Atividades rítmicas Expressivas Documento Orientador

Fase Final Regional de Atividades rítmicas Expressivas Documento Orientador 1 Índice 1 - Organização 3 2 Normas de participação 3 3 Alojamento 3 4 Receção das comitivas/acreditação 3 5 Alimentação 4 6 Transportes 4 7 Local da competição 4 8 Programa geral da competição 5 9 Regulamento

Leia mais

Regulamento. Foremor

Regulamento. Foremor Regulamento Foremor Preâmbulo O presente projeto decorre de uma candidatura realizada pela MARCA ADL ao programa ERASMUS+, no âmbito da KA1 Learning Mobility for Individuals e está integrada numa iniciativa

Leia mais

PREÂMBULO. Artigo 1.º - Enquadramento

PREÂMBULO. Artigo 1.º - Enquadramento 2014 [REGULAMENTO] PREÂMBULO Considerando a conjuntura nacional em que se vive, torna-se vital incentivar e apoiar a economia local. Num período em que a oferta de emprego é muito baixa, o autoemprego

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Estas normas são complementadas com a leitura do Regulamento de Filiação de Agentes Desportivos da FPA e do Regulamento Geral de Competições da FPA. Escalões FILIAÇÕES DE ATLETAS Escalão Anos de Nascimento

Leia mais

União das Freguesias de Macieira da Lixa e Caramos Município de Felgueiras. Regulamento Do Programa De Voluntariado Social

União das Freguesias de Macieira da Lixa e Caramos Município de Felgueiras. Regulamento Do Programa De Voluntariado Social Regulamento Do Programa De Voluntariado Social Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento define o conjunto de normas a que deve obedecer o Programa Voluntariado Social e Jovem para a Freguesia de Macieira

Leia mais

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO.

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO. CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO O emprego tem uma enorme importância tanto para os indivíduos como para a sociedade Para além de ser uma fonte de rendimento, uma forma de ocupação e

Leia mais

Banco de Livros Escolares de Azambuja

Banco de Livros Escolares de Azambuja Banco de Livros Escolares de Azambuja Associações de Pais e Encarregados de Educação Município de Azambuja 1 PREÂMBULO O Banco de Livros Escolares de Azambuja, tem como propósito o fomento da partilha

Leia mais

Artigo 2º Cedência de instalações

Artigo 2º Cedência de instalações MANUAL INTERNO UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Artigo 1º Disposições gerais 1. As Instalações Desportivas da escola EB André Soares têm como finalidade, para além da atividade letiva, a prestação

Leia mais

Regulamento de Atribuição de Subsídios e Apoios às Coletividades e Associações sem fins lucrativos da Freguesia de Vendas Novas

Regulamento de Atribuição de Subsídios e Apoios às Coletividades e Associações sem fins lucrativos da Freguesia de Vendas Novas Regulamento de Atribuição de Subsídios e Apoios às Coletividades e Associações sem fins lucrativos da Freguesia de Vendas Novas Preâmbulo De acordo com a atual legislação, nomeadamente, a alínea f), do

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CEDEI EDITAL PPPG Nº 29/2015

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CEDEI EDITAL PPPG Nº 29/2015 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CEDEI (Aprovado pela Resolução Nº 1235, de 22 de dezembro de 2014 CONSEPE) EDITAL PPPG Nº 29/2015 A PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DA

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1 - Objetivo

REGULAMENTO. Artigo 1 - Objetivo A CASA museu do objeto brasileiro organiza a 4 a edição do Prêmio Objeto Brasileiro, que vai destacar e premiar o melhor da produção artesanal contemporânea no Brasil. Mais do que um abrangente concurso

Leia mais

Concurso. Regulamento

Concurso. Regulamento Concurso Regulamento Depois do sucesso da 1ª edição, o Concurso SITESTAR.PT está de regresso para lançar um novo desafio. A DECO e a DNS juntam-se para distinguir os jovens que desenvolvam websites originais

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

PROGRAMA ESCOLA + Voluntária

PROGRAMA ESCOLA + Voluntária PROGRAMA ESCOLA + Voluntária 1. Apresentação O voluntariado é considerado como uma atividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de

Leia mais

Normas de participação

Normas de participação Natal na desportiva Programa de ocupação de tempos livres Normas de participação I. Apresentação e objetivos 1. Entidade promotora e organizadora - município de Loures 1 a) O Programa de ocupação de tempos

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À FAMÍLIA DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DE S. JOÃO DA MADEIRA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À FAMÍLIA DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À FAMÍLIA DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DE S. JOÃO DA MADEIRA Nota justificativa Foram ouvidas as entidades interessadas, nos termos do artigo 117.º do Código do Procedimento

Leia mais

CAMPEONATO NACIONAL TRIAL BIKE 2015

CAMPEONATO NACIONAL TRIAL BIKE 2015 CAMPEONATO NACIONAL TRIAL BIKE 2015 Atualizado a 09/09/2015 1- INTRODUÇÃO 1.1- O Campeonato Nacional de Trial Bike é propriedade exclusiva da UVP/Federação Portuguesa de Ciclismo e consta de uma prova

Leia mais