MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-VELHO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

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1 Fl. 43 MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-VELHO ASSEMBLEIA MUNICIPAL ATA Nº 05/13 Data da Sessão: 16 de setembro de 2013 Início da Sessão: horas Fim da Sessão: horas Composição da Mesa: Presidente: Lídio dos Santos Cristo, Dr º Secretário: Manuel Eduardo Magalhães Portelinha º Secretário: Vitor Manuel Monteiro Travassos, Dr

2 Fl Aos 16 dias do mês de setembro do ano de 2013, no Salão Nobre dos Paços do Município, reuniu, em Sessão Ordinária, a Assembleia Municipal de Montemor-o-Velho, com a seguinte ordem de trabalhos: - 1. Período de Antes da Ordem do Dia; Apreciação da informação escrita do Senhor Presidente da Câmara, nos termos da alínea e), nº 1, do artº 53º da Lei nº 169/99, de 18 de setembro, na redacção da Lei nº 5-A/2002, de 11 de janeiro; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a proposta do Regulamento do Programa Hortas Sociais; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a proposta de Regulamento de apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social; Tomada de conhecimento, sob proposta do Executivo Municipal Autorização genérica para dispensa de autorização prévia da Assembleia Municipal para compromissos plurianuais Listagem de compromissos plurianuais assumidos; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a Proposta de alteração do Mapa de Pessoal da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho para 2013; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a Proposta de pedido de autorização e emissão de parecer prévio para recrutamento de recursos humanos Procedeu-se à verificação da existência de quórum, registando-se as seguintes presenças: Mesa: Lídio dos Santos Cristo, Manuel Eduardo Magalhães Portelinha e Vitor Manuel Monteiro Travassos. Membros: Ana Cristina da Silva Jorge, Filipe Manuel Galvão Carraco dos Reis, Maria Albertina Moleiro Ferreira Jorge, Hernâni Óscar Pires Costa Rama, Maria João Batista Sobreiro, Fernando Manuel Dias Monteiro, Rui Manuel da Costa Rodrigues, Ricardo Manuel Pato Sousa Brites, Margarida Maria Querido Monteiro Carvalho, Altino Ferreira Lopes, Lídia Maria Cavaleiro Teixeira Pagaimo, David António Coutinho da Costa e Sousa, Maria Clara dos Santos Oliveira, Nuno Miguel Pinto Loureiro, Maria Elisa Duarte Santos, António Manuel da Silva Pagaimo, Fernando Vitor Ladeira Pereira, José Mendes Simões Monteiro em substituição, respetivamente, de José Manuel Cardoso Buco, de Edmea Tereza Reis Silva, de Nuno Miguel Gonçalves, de Marco Bruno Cardoso Freitas Góis e de José Carlos Malheiro Leite Presidentes de Junta: Abrunheira, Carapinheira, Ereira, Gatões, Liceia, Meãs, Montemor-o-Velho, Pereira, Santo Varão, Seixo, Verride, Vila Nova da Barca e Secretária da JF de Arazede, em substituição do PJF Executivo: Luís Manuel Barbosa Marques Leal, Abel da Silva Oliveira Girão, Alexandra Margarida Góis Ferreira e Elisabete Maria Neto

3 Fl. 44/v Ausências justificadas e com substituições, anteriormente, referidas Nuno Miguel Gonçalves, Marco Bruno Cardoso Freitas Góis, José Manuel Cardoso Buco, Edmea Tereza Reis Silva e José Carlos Malheiro Leite Ausências injustificadas PJF de Tentúgal Décio António Tinoco Matias Ponto 1 - Período de Antes da Ordem do Dia O PMAM, Lídio Cristo, deu início à reunião, quando eram 16 horas e 30 minutos, tendo saudado os presentes e proposto a inclusão de 2 novos pontos na OT, ao abrigo do nº 7º do artigo 31º do RAM, a saber: Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, as condições do envolvimento do município no projeto ITeCons Pólo de Energia para a Sustentabilidade Lote 1 do Parque de Negócios de Montemor-o-Velho e Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, PAEL Alteração aos Quadros VI e VII da candidatura ao PAEL e Reequilíbrio Financeiro A proposta foi colocada à votação e aprovada por unanimidade, passando a OT a ser a seguinte: Período de Antes da Ordem do Dia; Apreciação da informação escrita do Senhor Presidente da Câmara, nos termos da alínea e), nº 1, do artº 53º da Lei nº 169/99, de 18 de setembro, na redacção da Lei nº 5-A/2002, de 11 de janeiro; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a proposta do Regulamento do Programa Hortas Sociais; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a proposta de Regulamento de apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social; Tomada de conhecimento, sob proposta do Executivo Municipal Autorização genérica para dispensa de autorização prévia da Assembleia Municipal para compromissos plurianuais Listagem de compromissos plurianuais assumidos; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a Proposta de alteração do Mapa de Pessoal da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho para 2013; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, a Proposta de pedido de autorização e emissão de parecer prévio para recrutamento de recursos humanos; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, as condições do envolvimento do município no projeto ITeCons Pólo de Energia para a Sustentabilidade Lote 1 do Parque de Negócios de Montemor-o- Velho; Aprovar, sob proposta do Executivo Municipal, PAEL Alteração aos Quadros VI e VII da candidatura ao PAEL e Reequilíbrio Financeiro

4 Fl Seguidamente, o SMAM, Vitor Travassos, informou da diversa correspondência expedida e recebida, para além da que constava no documento, previamente, enviado, tendo salientado: ofício da CMMV enviando os pontos para agendamento; envio de certidão de afixação da JF de Abrunheira; ofício da CMMV a remeter atas do executivo municipal; carta de Maria do Carmo Cachulo, agradecendo o voto de congratulação que lhe foi endereçado pelo livro Brincos de Cereja ; convite do Município de Miranda do Corvo para a inauguração da Casa das Artes; ofício da CMMV solicitando o aditamento à OT de dois pontos; ofício com pedido de justificação de falta do membro da AM, José Manuel Buco; ofício do membro da AM, Nuno Gonçalves, a solicitar a justificação de falta; ofício do membro da AM, Edmea Cardoso, a solicitar a justificação de falta; ofício do Dr. Pedro Machado a solicitar a justificação de falta; ofício do do Dr. Emílio Torrão e da Dr.ª Paula Rama a solicitar a justificação de falta; remetido pelo Hospital Arcebispo João Crisóstomo, de Cantanhede, enviando convite para a celebração do dia do hospital, Jornadas de Saúde do HAJC; ofício do líder do Grupo do Partido Socialista a pedir a substituição dos membros da AM, Marco Góis, Cláudio Dias e Marisa Sardão, por António Pagaimo, Fernando Pereira e José Monteiro Foi colocada à discussão a ata nº 4, de 26 de junho, e que foi aprovada por maioria, com três abstenções, por não participação na reunião a que a mesma se refere Posteriormente, foram dados 5 minutos para que fossem entregues à MAM as Moções, Requerimentos ou outros, que os membros da AM entendessem por convenientes, tendo sido aceites: Moção subscrita pelo membro da AM Altino Lopes (CMS), "Inauguração do Complexo Polidesportivo em Pereira", conforme documento anexo à presente ata, sob o número 01, e que foi aprovada por unanimidade Moção subscrita pelo PJF de Arazede e apresentada por Dora Eulálio (CMS), "Festas anuais da Vila de Arazede", conforme documento anexo à presente ata, sob o número 02, e que foi aprovada por unanimidade Moção subscrita pelo membro da AM, Altino Lopes (CMS), "Exposição da Velha Guarda do CAP", conforme documento anexo à presente ata, sob o número 03, e que foi aprovada por unanimidade Moção subscrita pelo SMAM, Vitor Travassos (CMS), "Congratulações Diversas", conforme documento anexo à presente ata, sob o número 04, e que foi aprovada por unanimidade Moção subscrita pelo membro AM, Filipe Carraco (CMS), "Mundiais de Canoagem 2013", conforme documento anexo à presente ata, sob o número 05, e que foi aprovada por unanimidade

5 Fl. 45/v O membro Filipe Carraco (CMS) pediu a palavra e disse: Gostaria de assinalar o momento referindo-me ao PMAM, porque estamos no final do mandato e como não iremos estar presentes no próximo, dizer-lhe que foi uma honra estar consigo, ao longo deste dois mandatos. Acho que ninguém tem nada a apontar à sua pessoa, relativamente à correção e retidão, mesmo não sendo politicamente correto, em termos de alguns formalismos, a verdade é que em termos pessoais, de postura e da maneira de estar, foi sempre uma pessoa digna do lugar que ocupou. Acho que para o concelho foi um orgulho ter uma pessoa da sua estrutura à frente de um órgão político, desta natureza Queria cumprimentar os vereadores que ousaram vir a esta sessão, os restantes membros da AM, os PJF, a comunicação social e o público presente. Permitam-me uma nota para saudar o regresso da funcionária Anita Oliveira, que esteve ausente na última sessão por motivos de saúde e é com muito agrado que vemos o seu regresso, esperando que corra tudo bem Uma vez que estamos em fim de mandato e se por alguns motivos fomos críticos, quando as coisas não correram tão bem, este é o momento de reconhecer que ao longo deste mandato houve um acompanhamento dos serviços, que melhorou bastante. Assim, agradeço, tanto à Anita Oliveira, como à Cláudia Monteiro, pelo empenho que tiveram, que permitiu que este órgão, pudesse funcionar de uma maneira eficiente, e se no mandato anterior assumi que algumas coisas não estavam a correr bem e tive que o dizer, acho que, quando as coisas correm bem, deve ser feito um público reconhecimento Usou da palavra o PMAM dizendo que: Aproveito de uma forma muito sintética para agradecer as palavras elogiosas do membro Filipe Carraco, mas penso que todos, fizemos o melhor para que pudéssemos desempenhar, com determinação e com êxito, todos os superiores interesses de Montemor. É gratificante ouvi-lo, mas também da minha parte sinto que toda a AM, ao longo destes 12 anos, se portaram muito bem, houve sempre um grande sentido de entrega e de respeito, salvo casos pontuais e isso orgulha-me. Quanto à minha prestação, foi a que pude, obviamente que quando fui convidado, sabia que não tinha tarimba política, mas pelo menos as pessoas puderam contar sempre, com um clima de amizade e de grande camaradagem. De qualquer forma agradeço imenso as palavras O membro Filipe Carraco (CMS) pediu a palavra e disse: A minha intervenção vai ser sucinta e, uma vez que estamos no culminar do mandato politico e considerando que ao longo dos anos se registou uma saudável luta política de debate de ideias, permitam-me que assinale um facto. Provavelmente, e daquilo que todos retemos na memória, o foco de grande discórdia entre o PS e a Coligação Montemor, Sempre, residiu na obra, que cheguei a assumir como um fetiche dos dirigentes socialistas, que seria o ascensor mecânico para o castelo, como um grande desperdício e como o pai de todos os males daquilo

6 Fl. 46 que seria a política concelhia. Assim, quem teve oportunidade de se deslocar às festas concelhias e ver a procura que houve por aquele equipamento e a utilização que ele teve, reconhecerá que foi o potenciar de uma infra-estrutura, para dar outro tipo de finalidade ao castelo de Montemor-o-Velho Aproveito, também, para apresentar um voto de pesar pelo falecimento do Eng.º Carlos Laranjeira, que passo a ler: A Bancada da Coligação Montemor, Sempre PPD/PSD.CDS-PP, na Assembleia Municipal de Montemor-o-Velho, na pessoa do deputado municipal, Filipe Carraco dos Reis, apresenta um Voto de Pesar pelo falecimento, no passado dia , em Cádis (Espanha), o excelentíssimo Eng.º Carlos José Machado Laranjeira Pereira Dedicou sua vida à agricultura e de um modo especial ao cultivo de arroz nos campos do Baixo Mondego Foi, aliás, um dos principais defensores e impulsionadores da conclusão da Obra Hidroagrícola do Baixo Mondego, vestindo essa farda ao longo das últimas décadas, em prol da causa colectiva de todos os agricultores desta região A ele se deve o reconhecimento pela certificação do produto endógeno, Arroz Carolino do Baixo Mondego, imagem de marca da produção agrícola da nossa região Distinguia-o o carácter frontal e interventivo, bem como o empenho abnegado pelas causas que abraçava Foi um destacado dirigente associativo, nomeadamente, na Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), da Associação de Agricultores do Baixo Mondego e da Associação de Beneficiários da Obras Hidroagrícola do Baixo Mondego O seu falecimento representa uma grande perda para a agricultura e para o seu Baixo Mondego Fazemos votos que a conclusão da Obra Hidroagrícola do Baixo Mondego seja finalmente uma realidade, como os recentes desenvolvimentos ocorridos nos levam a crer Que a luta de uma vida não seja em vão! Paz à sua alma! Peço um minuto de silêncio em sua memória O membro Albertina Jorge (PS) pediu a palavra e disse: Não me vou pronunciar nesta altura sobre toda a intervenção do ilustre líder de grupo da CMS, vou-me apenas referir à última parte da intervenção, no que diz respeito ao senhor Eng.º Carlos Laranjeira. Em nome pessoal e em nome do Grupo do PS, que represento e dos socialistas que represento porque votaram em nós e que não estão presentes, porque não têm assento nesta AM, logicamente que nos associamos e sentimos esta perda como grande para o

7 Fl. 46/v concelho e até para a freguesia. Falo agora em nome pessoal, é uma grande perda para a freguesia das Meãs, porque sendo montemorense, penso que sempre se assumiu, e utilizo as palavras dele, como um meanzeiro, porque era assim que falava comigo, A minha conterrânea, a meanzeira, cá da minha terra. Nunca virou as costas às suas origens, às origens da freguesia de onde era oriundo e consequentemente ao concelho e a todos os agricultores a nível nacional. Portanto, foi uma honra ter privado com ele, e para o concelho e todos os munícipes, foi de facto uma grande perda. Por isso unimo-nos sentidamente neste voto de pesar que é feito ao Eng.º Carlos Laranjeira Seguidamente foi cumprido um minuto de silêncio O membro Rui Rodrigues (PS) pediu a palavra e disse: Relativamente a este último mandato, ficaram por ver aqui registadas soluções por parte das entidades competentes para uma resposta, para seis pontos que irei colocar a seguir. Relativamente a estas questões, gostaria que fosse fornecida uma resposta Até esta data e depois de terem passado mais de 4 anos, sem que fossem tratadas ou dadas respostas às questões por mim colocadas nesta AM, penso estar na altura de ser informado em que ponto de situação se encontra, a resolução das mesmas: Por várias vezes, referi em reuniões desta AM, a necessidade de arranjo, na freguesia de Pereira, da estrada do Lagar com acesso à escola, passando pelo Traveiro com ligação a Figueiró e que passaria pelo seu alcatroamento. A estrada que liga a Urbanização à escola encontra-se também em péssimo estado, havendo necessidade de ser colocado novo alcatroamento. Na estrada junto à escola até à descida do Traveiro, foram espalhadas terras, que caso não venham a ser tomadas medidas, antes de começarem as chuvas, não vai ser possível circular com tanta lama. Torna-se necessário o seu arranjo, porque ao fim de semana, e cada vez mais se vêem grupos de ciclistas, pessoas a correr, por aqueles locais. Referir ainda que em redor da escola se torna necessário, também, proceder à da limpeza de toda a zona envolvente, pois encontra-se em terra, cheia de buracos e com muita vegetação em seu redor Por mais que uma vez, chamei também, a atenção para o péssimo estado em que se encontram as estradas da freguesia de Pereira, porque estão todas cheias de buracos, complicando a vida a quem circula nas mesmas, nomeadamente da que dá ligação aos Casais Velhos, pela sua irregularidade Outra situação é a dos contentores do lixo, pela falta de limpeza e pelo seu mau cheiro: inclusivamente, já foi solicitado que chamassem a atenção da empresa que presta aquele serviço, devendo ser efetuada a sua limpeza após retirarem o lixo. Os contentores não devem ser vazados para o camião e deixados sem limpeza, o que origina mau cheiro e bicharada, pondo em risco a saúde das pessoas

8 Fl Até hoje e depois de já ter chamado a atenção várias vezes para as tampas de saneamento, não só da Urbanização da Quinta de São Luiz, em Pereira, que continuam todas soltas, fazendo enorme barulho, quando as viaturas passam por cima delas. Há também a possibilidade de surgirem acidentes, pelo seu mau estado. As zonas que estão por construir, estão com falta de limpeza, estão a ficar com imensa vegetação, devendo por isso ser feita a limpeza das mesmas. Aproveito para chamar a atenção do senhor PJF, para as zonas de relva, junto aos apartamentos, devendo ser tomadas medidas, porque cada vez mais se vêem os habitantes daquela zona, com cães a passear nas zonas de relva, deixando que esses animais sujem aquelas áreas, pelo que devem ser avisados da ilegalidade que estão a cometer, pondo em risco a saúde de quem lá vive Foi, também, por mim reclamado, que se providenciasse, a quem de direito, para a necessidade do arranjo urbanístico e limpeza da vala, localizada junto ao largo da feira, na freguesia de Pereira, conforme se pode verificar pelo seu estado deplorável, o que pode ser constado por quem lá passe. Sendo aquela zona, uma das entradas na vila, não é muito agradável ver aquela miséria em que se encontra aquela vala. Depois do arranjo da ponte, sita neste local, como é possível não ter sido colocado, ainda que provisório, proteção em todo o seu comprimento, pois põe em situação de grande risco pessoas que ali passam, que se podem desequilibrar e cair para dentro da vala Por último, gostaria de ser informado, em que situação se encontra o alargamento da via da Ponte do Paço, pois na reunião que decorreu na Câmara Municipal de Coimbra, onde também estive presente, houve o compromisso de se tomarem medidas no que diz respeito ao alargamento daquela ponte, ainda que provisoriamente Termino, despedindo-me de todos os presentes, pois este é o meu último mandato, tendo de agradecer toda a amizade por vós mostrada perante a minha pessoa, tendo esta experiência de 8 anos, sido muito enriquecedora, tendo imenso gosto em contribuir no que pude, para ajudar o nosso concelho. Um muito obrigado a todos, um grande abraço e até sempre O membro Ana Cristina Jorge (CMS) pediu a palavra e disse: No âmbito do início do ano letivo, o Grupo da CMS, continua a congratular-se e a reconhecer que o executivo camarário tudo fez e a educação continua a ser uma aposta prioritária desta CM, no âmbito de uma estratégia de desenvolvimento, centralizada nas pessoas e naquilo que temos de mais valioso que são as nossas crianças. Por isso, este início de ano letivo, correu bem, de uma forma geral, permitindo que milhares de crianças do concelho, bem como, professores e assistentes operacionais, voltassem à rotina do ano letivo e de um árduo trabalho que os espera. Todos nós nos deparámos com menos meios, do que aqueles a que estávamos

9 Fl. 47/v habituados. Naturalmente que a autarquia tem feito um esforço máximo e tem conseguido rentabilizar de forma a suprir todas as faltas, fazendo uma boa gestão Dizer-vos, ainda, que apesar de tudo isto, continuam a dar resposta às refeições escolares, aos transportes, aos subsídios, ao Banco de Manuais Escolares, à manutenção dos edifícios, à limpeza, aos subsídios de expediente e à atividade físico-motora para todas as crianças do pré-escolar. As assistentes operacionais foram colocadas de forma a dar resposta à Componente de Apoio à Família, o que foi visto e entendido através de parcerias com IPS S e com os senhores PJF. De facto houve uma boa solução e estamos neste início de ano letivo quase a cem por cento em todas as áreas a trabalhar e a dar resposta às nossas famílias Da parte da autarquia, posso dizer que, tudo tem sido articulado com a escola da melhor forma possível, que a mesma continua a apostar na educação, porque sabe que é apostar no desenvolvimento integral das crianças e dos jovens e no desenvolvimento da comunidade e do território. Apostar nisto, é apostar num concelho mais desenvolvido, mais inteligente, mais solidário e mais inovador. Portanto, o que é uma verdade, tem que ser dito. Efectivamente, tudo o que diz respeito ao município, em relação à educação, a sua resposta está dada, estando tudo a decorrer normalmente Apesar de já ter sido referido por parte deste Grupo, tem que se reconhecer o empenhamento, o trabalho e a dedicação por parte das funcionárias que acompanharam os trabalhos desta AM. Também da parte da mesa se registou um trabalho forte, empenhado, de qualidade e dedicação Ao PMAM de Montemor-o-Velho não posso deixar passar o dia de hoje, sem lhe dizer e dirigir umas palavras sinceras. Muitas vezes tenho dito que, ao longo destes anos, o senhor fez um percurso de excelência, relativamente à forma como dirigiu os trabalhos desta AM. Pelo seu espírito democrático, pelo saber ouvir as pessoas, pelo facto de não estar agarrado a um Regimento, de dar palavra e dar espaço às pessoas para exporem as suas questões, por isso o senhor soube ouvir, trabalhar em prol deste concelho, e de todas estas pessoas que lhe trazem os verdadeiros problemas concelho. Por isso, o nosso muito obrigado e reconhecimento As minhas últimas palavras, vão para o PCM e também para todo o seu executivo. Permita-me que lhe deixe uma palavra de reconhecimento pelo excelente trabalho que realizou ao longo destes 12 anos. Os destinos de Montemor-o-Velho foram marcados pelo trabalho com o Dr. Luís Leal à frente deste Município. Depositámos em si a maior confiança, não nos arrependemos, pois deu resposta às necessidades das suas gentes, preocupando-se sempre em corresponder às expectativas e ambições desta terra. Irá terminar o seu mandato, mas destacou-se pela obra que irá deixar feita e pelo desenvolvimento

10 Fl. 48 que conseguiu imprimir no seu concelho e também fora dele. Esse mérito e reconhecimento são feitos pelas pessoas com quem tenho falado. Ficará na memória dos seus munícipes com o desenvolvimento que o concelho conheceu nos últimos anos, sobretudo no exemplo de bem servir a comunidade, de forma abnegada, vestindo a camisola das coletividades, das causas locais, procurando sempre a construção de um Montemor melhor. O senhor governou num momento especial da conjuntura económica e social, sendo evidentes os constrangimentos com que diariamente se deparou, na prossecução das suas atividades do interesse público local. Tal não significou que deixasse de fazer o necessário para o bem-estar das pessoas, cooperando institucionalmente de modo a garantir a qualidade da vida de todos os munícipes, investindo sobretudo nesta fase difícil que o nosso país atravessa nas áreas sociais às quais é bastante sensível. Eu também sou daqui, vivi aqui e sinto aquilo que o senhor sente, os problemas desta população diariamente. Não vimos aqui trabalhar, estamos aqui todos os dias, estou aqui há 45 anos, apenas me ausentando para estudar e sinto-me como Montemorense de gema, sinto que esteve sempre atento, esse mérito nós temos que lho dar e reconhecer Termino deixando uma palavra a todos os eleitos locais, sobretudo aos PJF, pelo trabalho desenvolvido ao longo destes anos, em prol das suas freguesias e das suas gentes. Fizeram da causa pública, como na sua vida, tudo com rigor, determinação, coragem, ambição e vendo nas pessoas o seu maior património e para isso contaram com o Presidente que sempre os tratou de igual forma, porque cada um de vós, era o rosto de cada munícipe deste concelho. Ficará na memória deste povo, este trato democrático e de muita honestidade política, que o PCM teve para com todos vós Tenho, também, que tirar o chapéu pela forma como o ascensor mecânico foi tratado nesta AM e pela forma como conseguiu demonstrar, através da sua visão e sua estratégia, que o mesmo é um sucesso. Este ano as festas foram no castelo, apesar das muitas críticas, porque a relva ficou destruída, mas o castelo é, efetivamente, das pessoas e o senhor levou-as pessoas lá. Era bom ouvir o que as pessoas iam dizendo, à medida que iam subindo as escadas, referindo que eram uma maravilha, com excelente vista e paisagem. Finalmente podiam ir ao castelo, e ver dali, como é fantástica a paisagem Bem-haja por ter aceitado o desafio de aderir à construção do ascensor mecânico, porque foi uma mais-valia para o castelo, para Montemor e este só tem a ganhar com todo o investimento que foi feito ao longo destes anos. Este foi assim o culminar e os concertos no castelo foram uma aposta ganha Usou da palavra o PMAM dizendo que: Antes de dar continuidade aos trabalhos, obviamente, tenho que voltar a agradecer. Sinto-me orgulhoso pelas palavras que me endereçou, mas não posso de maneira alguma esquecer os meus colaboradores, o próprio executivo municipal, na pessoa do PCM,

11 Fl. 48/v vereadores que sempre souberam simplificar o nosso trabalho, essencialmente o trabalho de todos vós. Não posso esquecer a parte administrativa e quero agradecer a todos a maneira como souberam estar e como nos souberam ajudar a resolver os maiores problemas que nos foram postos, defendendo sempre os superiores interesses da vida municipal O membro Albertina Jorge (PS) pediu a palavra e disse: Queria começar esta intervenção na senda das que me antecederam, pois é a última deste mandato e a última antes de começar o período oficial da campanha eleitoral. Logicamente, começo por dar as congratulações à Mesa na pessoa do PMAM, dos secretários, das funcionárias que a apoiam, pela maneira como foram conduzindo os trabalhos. Logicamente que há falhas, existem sempre pois é impossível não haver, mas da parte do PMAM, tudo fez para que as coisas corressem de uma maneira civilizada, para que os trabalhos funcionassem bem, assim como da parte de toda a Mesa, mais por parte do segundo secretário, até no aligeirar, muitas vezes dos pedidos de substituições e de todas estas questões formais que eram necessárias e em nome do Grupo do PS, o nosso obrigado, reconhecendo o prazer que foi trabalhar nesta AM ao longo destes anos Por outro lado, tive o prazer de trabalhar com a AM, enquanto vereadora, enquanto membro e, depois, líder de Grupo, sempre com o mesmo reconhecimento neste mandato e também nos anteriores. Não podia deixar de endereçar uma palavra ao executivo e ao PCM, apesar de sabermos do seu carácter temperamental e acho que qualquer coisa que foi dita, às vezes com algum exagero e menos correcção, foi por superiores interesses do concelho, por as pessoas gostarem do seu concelho, por acreditarem naquilo que estão a fazer, mesmo que às vezes discordem. Seja de um Grupo ou de outro quando as posições são contraditórias, estamos a defender aquilo que consideramos que é o melhor para o nosso concelho. Às vezes isso pode provocar um choque, mas demonstra que há interesse. Se tivéssemos reuniões mornas, em que não houvesse discussão, que não houvesse divergência, digamos luta, se calhar seria sinónimo de não nos interessarmos pelo concelho, pelos superiores interesses dos munícipes e isso foi de facto o mote que nos levou, muitas vezes, até a algumas situações não muito agradáveis. Pessoalmente lamento, mas também relevo, acho que é a única justificação e estou convicta daquilo que digo. É acreditarmos naquilo que estamos a fazer e que estamos a lutar pelo melhor. Conhecendo já as listas, quando olho para a o meu Grupo, vejo que somos muito poucos os que vamos ficar. É preciso vir uma catacumba para cá não estar no próximo mandato, mas o mesmo não acontece com os meus colegas, a maior parte deles, sejam PJF, sejam eleitos municipais diretos mas foi um prazer trabalhar com eles. Depois ser líder deste Grupo, de pessoas com opinião, pessoas interventivas e pessoas que acreditaram em mim, em alturas que era preciso liderar, que me deram força e apoio, portanto o meu muito obrigado

12 Fl Relativamente ao período eleitoral, espero que os superiores interesses do concelho façam com que a campanha decorra de maneira civilizada, que seja pela positiva e não pela negativa. Nós temos a concorrer à CM e AM cinco forças partidárias, logicamente, tem de haver posições divergentes ou então seria uma única lista. Mas quando acabar se possa dizer, glória aos vencedores, honra aos vencidos, em qualquer altura da campanha que este seja o mote, o sentido do respeito mútuo, do respeito pela diferença de opinião. Que cada partido faça apologia das suas ideias e projetos, daquilo que acha que é melhor para o concelho, sem denegrir o outro e, fundamentalmente, não traga para o domínio público questões da vida particular de candidatos, até com mentiras, maledicências e uma série de coisas que de facto acontecem em quase todas as campanhas. Faço votos para que isso não aconteça, estamos aqui porque todos temos um bichinho pela política e, mesmo nos bastidores, muitas vezes indiretamente, estamos cá e fazemos política quando falamos com os outros e quando falamos com algum dos munícipes, no sentido de alertar para o voto, acho que isso é fundamental que as pessoas vão votar, que cada um de nós dê a sua participação para que haja o voto, mas sempre com a maior civilidade. Assim, como já referi ao PCM, espero que terminemos os trabalhos nesta AM, com divergências vamos ter de certeza, mas com o mesmo respeito, que se possa dizer sim e não, mas com correção e civilidade. Neste mandato, acho que foi o que pretendemos e que seja sempre por Montemor e a favor dos Montemorenses O membro David Coutinho (PS) pediu a palavra e disse: Sinceramente não sabia que o meu colega de Grupo, Rui Rodrigues iria fazer uma retrospetiva dos 4 anos e daquilo que propôs e não foi feito. Também tinha essa intenção, resultando de uma conversa que tive com o membro Altino Lopes e que me dizia que na AM só falava dos cavalos, mas como gosto de ser teimoso e como acho que a vida, como tudo, é feita de pequenos nadas, do pouco se faz muito Em primeiro lugar, pela palavra fetiche, aplicada pelos membros Filipe Carraco e Cristina Jorge, que vêm dizer quais os focos de discórdia. Digo que, efetivamente, o ano tem 365 dias e as Festas da Vila têm 3 dias e, em termos de custo/benefício, não se justificam aquelas escadas. Além disso, mesmo nos dias das festas, as escadas rolantes não funcionaram a 100%, havendo umas que funcionavam, outras que não, acumulando-se ali muita gente. Ainda ontem, não pude ver os autocolantes, porque estavam avariadas. Quanto aos autocolantes, obviamente, que isso responsabiliza quem os colocou e não sei de que partidos são, mas é condenável para qualquer partido, como devem compreender Assim, aproveito para dizer que as Festas da Vila, na nossa perspetiva, não têm de ser feitas no castelo. Compreende-se que seja feito um ou outro evento musical, porque o castelo tem condições acústicas fabulosas, mas o relvado não tem de ser pisado, ficando tudo seco e estragado. Não nos

13 Fl. 49/v podemos esquecer que há pessoas que, desde essa altura até agora, requereram o castelo para celebrar casamentos e batizados e gostavam de tirar fotografias naquele relvado e não o puderam fazer, o que é condenável. As Festas têm de ser junto à Vila como há alguns anos em que havia exposições diversas, mas tudo morreu. Este executivo nestes conseguiu acabar com isso tudo Muita gente do concelho só se encontrava nas Festas da Vila, na Feira do Ano; havia exposições das associações do concelho, havia as tasquinhas, que deixaram de existir; é evidente que a ASAE exige muito, mas em Cantanhede mantêm-se, e por isso em Montemor também se poderiam manter Dizer ao membro Filipe Carraco, que os focos de discórdia não acontecem só pelo fetiche ou por termos opiniões divergentes, mas pela falta de respeito que existe pelas nossas propostas. Isso é que é o foco de discórdia. Apresentei aqui propostas tão simples que já poderiam estar resolvidas. Para isso vou dar um exemplo: continua a ser uma vergonha a rotunda da Barca, onde já vi vários estrangeiros, com roulottes a quererem ir para a zona do parque de merendas e circulavam a rotunda várias vezes, porque não percebem as indicações. A rotunda tem que ter uma placa a indicar a Cooperativa, mas tem um sinal de sentido proibido, com um placa a indicar excepto em dias de feira e outra excepto a 300 metros eu fico baralhado e sei ler português, agora imaginem uma pessoa que tenha alguma dificuldade. Aquela placa deve sair dali o mais rapidamente possível e foi isso que eu disse aqui nesta AM. Chega-se ao dia da feira quinzenal, cerca das 3 ou 4 horas da manhã, vai um funcionário da CM colocar a placa, porque é uma vergonha, as pessoas andam ali à volta da rotunda e vão-se embora Referir ainda, que a minha primeira intervenção nesta AM, durante estes 4 anos, foi sobre o Europaradise. Nessa altura visitei aquele parque e o proprietário queixou-se que a CM não tinha dado apoio nenhum. Na altura o Vice-Presidente da Câmara, Dr. Pedro Machado, respondeu-me, que parecia impossível um jurista não saber o que é público e o que é privado. Ora, este executivo fartou-se de dar apoios e muito bem, aos pasteleiros de Tentúgal, e estes também são todos privados, e aquilo que possa trazer gente ao concelho, penso que é da CM apoiar. É evidente que a CM, não pode pagar um subsídio a um particular, mas há muita forma de ajudar. Por exemplo, vê-se na rotunda que dá acesso à A14, publicidade relativa a um zoológico de animais exótico e selvagens, em Miranda do Corvo. E não me choca nada que a CM de Montemor-o-Velho, permitisse, gratuitamente, que o proprietário do Europaradise, pudesse colocar nas principais rotundas de acesso ao concelho de Montemor, uma coisa semelhante O reparo seguinte é direcionado para o PJF de Montemor-o-Velho - em relação ao Intermaché, que já está ali instalado há vários anos, já passou por vários executivos e nunca ninguém o obrigou a pintar o muro que está em cimento, sendo um convite a que as pessoas ali colem cartazes de eventos diversos.

14 Fl. 50 Quem vai colocar um cartaz rasga o que está, porque já passou o evento e ali fica no chão durante meses, o que é uma imundice. A CM tem a preocupação, de 4 em 4 anos, curiosamente na véspera das eleições, de pintar de branco os passeios e de verde os separadores, a fingir que é relva, etc., mas esquece-se deste pormenor. Aliás, a EN 111, é uma vergonha, que se podia resolver, tais como muros caídos, canaviais, e colocar ali outro tipo de plantas, que desse outro aspecto, mas até agora ninguém o fez Já votámos nesta AM, por unanimidade, a aprovação por interesse público municipal de um terreno para construção de um campo de futebol para o Atlético Clube Montemorense. Depois disso, já ouvi o PCM, dizer numa AM, que o campo poderia ser instalado no espaço entre a pista de atletismo, que se localiza na antiga feira. Fico baralhado, porque afinal de contas, onde é que o campo vai ser colocado? Foi aqui feita uma justa homenagem ao Eng.º Carlos Laranjeira. Privei particularmente com ele, e tinha muita estima e consideração por ele. Como não vou ser candidato pelo PS e não vou estar na próxima AM, peço a quem cá ficar, que ao campo de futebol ou a qualquer parque desportivo, ligado ao desporto/atletismo, seja colocado o nome Alves Barbosa que é uma figura incontornável de Montemor, embora não tivesse cá nascido, não tem um topónimo no concelho. Por isso peço, a quem for eleito que apresente uma proposta destas e obviamente ao Eng.º Carlos Laranjeira, que foi também uma figura incontornável do nosso concelho, conhecido a nível nacional Ao PMAM, apesar da Albertina Jorge, em nome do PS, já lhe ter feitos os elogios que merece e com os quais concordo, digo que foi um prazer trabalhar consigo, com a afabilidade e a amabilidade, enfim, até pelo seu feitio de cariz de conciliação. Agradecer, também, ao Vitor Travassos, que foi inexcedível e ao Manuel Portelinha O membro Fernando Ladeira (PS) pediu a palavra e disse: Começo por expressar um reconhecimento, que já foi aqui feito por muitos, mas nunca é demais, ao PMAM, aos seus secretários e, também, ao executivo municipal, porque mesmo na luta, e houve algumas situações menos agradáveis, mas estamos aqui para sermos amigos lá fora, mesmo quando existiram situações menos boas. Por isso, deixo uma palavra de conforto para todos e uma despedida, porque também não vou fazer parte da lista do PS em Montemor, mas não deixarei de ser militante, primeiro que tudo, defendendo os reais interesses dos cidadãos, que me elegeram. Saio daqui com sentido de dever cumprido e com uma grande honra de ter servido os cidadãos e, particularmente, o PS Deixo ainda uma pergunta sobre a concessão da exploração dos bares nas Festas da Vila. Quais foram os critérios de escolha para adjudicação direta e qual foi o outro critério imposto?

15 Fl. 50/v O membro da AM, Ricardo Brites (CDU) pediu a palavra e disse: Em primeiro lugar, dirigir algumas palavras aos PMAM, ao PCM e vereadores, aos restantes membros da mesa, aos funcionários da autarquia e aos restantes membros da AM. Fica uma palavra de agradecimento, pela maneira como as nossas sessões foram decorrendo Quero deixar uma nota em relação à maneira como são convocados os membros da AM e como chega a documentação respeitante às sessões da AM. Já muitos referiram as partes boas, mas também tenho de referir as menos boas. Penso que as convocatórias para estas sessões devem ser enviadas, por via electrónica, porque não custa nada e é uma maneira fácil de comunicar. Mais uma vez, apenas na 5.ª feira, tive conhecimento da data desta AM. Relembro que não tenho residência no concelho e, por acaso, fui a casa dos meus pais e estava lá o envelope com um CD com a documentação e a convocatória, não tendo sido entregue em formato de papel, pelo menos aos líderes de Grupo, como tinha ficado assente. Já referi por várias vezes que não me importo de receber todos os documentos por , quando seja tecnicamente possível, o que era o caso. Tenho pena que assim aconteça, porque é fácil e não incomoda enviarem os documentos por Referir que estou de acordo com algumas palavras que foram aqui ditas pelo membro David Coutinho, nomeadamente, com a organização e o evento que foram as festas concelhias deste ano. Obviamente, que em relação ao ascensor mecânico, esse ponto para nós foi sempre muito claro, por isso não me revejo nas palavras aqui indicadas. Espero também, que à última da hora, não vão fazer algumas das indicações, porque não vamos ter tempo para mais inaugurações, por mais tempo que tenham sido concretizadas algumas dessas obras Deixar, também, uma palavra relativamente a alguns aspetos que marcaram estes últimos anos. Tenho de afirmar novamente que, de facto o concelho também perdeu muita coisa e não posso deixar de referir que, embora eu tenha ouvido algumas vezes, os principais partidos que aqui estão representados, contra essas medidas ou propostas e muitas delas foram impostas pelos serviços centrais ou pelo Governo, e depois em termos de fazer aquilo que devíamos ter feito todos em conjunto e marcar as nossas posições de defesa daqueles que já aqui ouvi dizer, daqueles que os elegeram e que nada tivessem feito em defesa deles. Estou a referir-me aos serviços públicos de saúde, às escolas que foram encerradas, porque tanto encerraram as que tinham 3 alunos como as que tinham 10, 15 ou 20 alunos, aos serviços de correios e a mais recente, a agregação de algumas freguesias do concelho. Obviamente, que ninguém se referiu a isso, e nesta altura em pré-campanha eleitoral, há outras coisas mais importantes e que de facto são essas que interessam numa altura destas, invocar e colocar como as principais bandeiras

16 Fl Da nossa parte, desejamos que corra tudo pela melhor maneira e que, de facto, sejam duas semanas de verdadeira democracia em que as cinco forças políticas que concorrem aos órgãos autárquicos, se respeitem O PJF de Montemor-o-Velho, António Pardal (CMS) pediu a palavra e disse: Em relação à sua pessoa, senhor PMAM, estou de acordo com todos os adjetivos que lhe foram colocados, porque de facto é um PMAM, que por aqui passou ao longo de 12 anos e espero que o próximo, seja de igual forma Em relação a alguns dos reparos feitos pelo membro David Coutinho, tenho de lhe dar alguma razão nalguns pontos, nomeadamente na questão do Europaradise. De facto também gostaria de ver uma placa a assinalar o Europaradise e o que tem para mostrar, que é um local bonito de se ver. Mas relativamente aos placards, nunca foi pedido à JF qualquer ajuda nesse sentido, não sei se à CM foi feito, mas julgo que o PCM, teria todo o gosto em que esse placard fizesse parte das nossas rotundas Em relação aos muros do Intermaché, também estou de acordo e não gosto nada de ver aqueles cartazes lá colados, mas a pintura não ficaria ali muito bem, porque seria um espelho muito grande de branco ou de uma outra cor qualquer. Agora, temos que sensibilizar os partidos políticos, as comissões das festas que há no concelho e fora do concelho, para não fazerem isso. É importante que os próprios partidos e as comissões de festas, que depois de os colocarem os devem retirar Relativamente ao ascensor mecânico dizer que nós, montemorenses, temos que gostar dele, porque de certeza absoluta que vai trazer pessoas a Montemor, por curiosidade e para fazer gastos. Mas para isso tem de haver onde comprar o que quer que seja e aí têm de ser os particulares a investir e sei que há algumas pessoas interessadas nesse sentido, instalando pequenas lojinhas, para vender artesanato da nossa terra. O ascensor mecânico, não se resume às escadas - é toda a obra envolvente ao mesmo. O ascensor é também o espaço envolvente, a beleza que tem e a utilidade que tem para os montemorenses. Deixemos as críticas para as outras pessoas, mas nós montemorenses, devemos defender o ascensor. Efetivamente, o ascensor mecânico teve um financiamento muito alto e isso também é importante de se saber, cerca de 80%, se não fosse aqui aplicado, evidentemente que não poderia ir para outro local, então prefiro que a CM desse estes 20% e ter aquela obra bonita de verdade Ainda em relação aos muros caídos, não estou a ver quais poderão ser, mas provavelmente são de algum particular e a responsabilidade de os repor é do proprietário, não é da JF nem da CM Relativamente ao campo de futebol, parece-me que tem andado distraído, porque o contrato foi agora assinado com o empreiteiro para dar início à obra, quando o Atlético Clube Montemorense fez 75 anos. A sua localização mantêm-se no mesmo sítio e é aí que vai ser construído o sintético de Montemor.

17 Fl. 51/v O membro David Coutinho (PS) pediu a palavra e disse: O Intermaché é uma entidade privada, ainda agora fizeram obras e os lixos das obras continuam espalhados na envolvente do mesmo, o que é lastimável. Há muitos anos, que os detritos das lavagens dos carros, vão para a estrada principal e aquilo é o convite ao desleixo. É aliás um desleixo completo, vêm-se paletes para um lado, bocados de cimento do outro, é uma balbúrdia. Ainda mais grave, se forem à zona de armazém e do stock exterior é uma lixeira. Cheguei a ver lá, em pleno mês de agosto, o sol a bater em garrafas de água de 1,5l e todos sabem, porque dizem os entendidos, a água engarrafada exposta ao sol se deteriora e podem criar substâncias maléficas para a saúde Relativamente ao ascensor mecânico, dizer que quando falo no custo/benefício, mesmo que a obra pudesse ter sido comparticipada a 100%, me refiro aos custos de manutenção para o futuro Em relação aos muros da EN 111, devem verificar que caíram as árvores da escola profissional que, de imediato, colocou uma vedação, mas aquele declive entre a vedação e a estrada principal é uma vergonha e é a isso que me refiro Apreciação da informação escrita do Senhor Presidente da Câmara, nos termos da alínea e), nº 1, do artº 53º da lei nº 169/99, de 18 de setembro, na redação da lei nº 5-A/2002, de 11 de janeiro - o membro da AM, Filipe Carraco (CMS) pediu a palavra e disse: Este é um ponto que por norma nas AM, não é discutido, mas pedi a palavra porque julgo que é neste ponto que deve ser feita a análise política, de um ciclo que agora terminamos. Esta análise vai muito mais além das simpatias ou reconhecimentos de afabilidade ou de postura, que tivemos oportunidade de ter no ponto anterior. Aquilo que julgo que importa reter é o balanço da prestação deste executivo e que aqui deveria ser agrupado à apreciação do que foram os três executivos liderados pelo Dr. Luís Leal. Ficam os números, os resultados e aquilo que é uma herança para o nosso povo, para as nossas gentes. Muito mais do que uma maneira de estar que não, unanimemente, todos o conseguem reconhecer, de uma maneira diferente de fazer política, de uma entrega a 100%, de uma abnegação, de um olhar a todos sem fazer a distinção, pela bandeira partidária, ressaltam os números. Quando se trata de balanço, esta herança que não diria política, mas daquilo que ficou para a população, do que é uma década sem precedentes e que, dificilmente, nos próximos tempos será igualável. Daí, querer ressalvar o que foi o montante em termos de investimentos pagos pelos últimos executivos que se cifram em euros, que foram divididos da seguinte maneira: primeiro mandato 32,418 milhões de euros; no segundo mandato 22,949 milhões de euros e no terceiro mandato 34,095 milhões de euros. Vejamos como foram divididos: 21,500 milhões euros em vias de comunicação e transportes; 28,471 milhões euros em desporto, cultura e associativismo; 17,900 milhões

18 Fl. 52 euros em saneamento, água e meio ambiente; 5,656 milhões euros em educação, acção social e saúde; 8,646 milhões euros em ordenamento do território e habitação; 1, 557 milhões euros em administração geral / protecção civil e 6,669 milhões euros em indústria, energia e mercados e feiras Refiro que antes de 2001 não era assim e este é um capital que fica para o futuro, em que associo as transferências para as JF, que cifraram neste conjunto dos 3 mandatos, euros ou as transferências para o associativismo, numa bitola em tudo semelhante em euros Julgo que nesta altura, pré-eleitoral em que se está, facilmente, há a tentação de se cair em demagogia, no argumento fácil, no levantar algumas bandeiras de oportunismo claro, para tentar vincar alguns argumentos e assim conseguir mais meia dúzia de votos, para um objectivo. Ter uma análise clara, realista, baseada em números, em dados concretos, daquilo que foi a obra, deixada por estes últimos executivos, deve ser aqui assinalada de um modo muito claro. Quem puser a mão na consciência e conseguir fazer a retrospetiva do que era antes de 2001 e daquilo que é hoje a realidade das nossas populações, das nossas vilas, das nossas aldeias, em termos de infra-estruturas, de requalificação urbana, nos melhoramentos da qualidade de vida, à custa de melhoramentos ao nível do saneamento básico e outros. Não esquecemos as condições em termos da educação, a reabilitação urbana, como é o caso, o centro de Formoselha, Santo Varão, Pereira, Carapinheira, Montemor e outros, como se fez, por exemplo, recentemente a inauguração do Meco. Vê-se, claramente, que esta aposta numa visão integrada de futuro, teve grandes resultados e foi um ganho para todas as populações. Se forem verificar os dados estatísticos daquilo que é o desempenho do município de Montemor-o-Velho conseguem ver que em termos de uso de fundos comunitários, somos um município exemplar. Por outro lado, somos também um dos municípios que tem encargos com pessoal mais baixos, relativamente àquilo que é a sua atividade. Para tudo isto houve muita gente empenhada, houve uma liderança forte e capaz e podemos dizer que o passado recente nada nos envergonha, em tudo nos orgulha e que se for por isso que tivermos de ser julgados, dormimos todos de consciência tranquila Usou da palavra o PCM e disse que: Em relação a estes pontos, começaria por dar resposta a algumas questões que aqui foram colocados, nomeadamente, pelos membros Rui Rodrigues, Albertina Jorge, David Coutinho, Fernando Pereira e Ricardo Brites. Globalmente, vou fazer uma resposta às questões que me pareceram mais pertinentes. Em primeiro, abordar a questão da estrada do Traveiro e a ligação a Figueiró como deve saber, até porque esta questão já muito debatida, caducou o estudo de Impacto Ambiental, da variante à EM 341, que ligaria pela Anobra, a ligação de Alfarelos Taveiro. Essa situação, do meu ponto de vista e penso que é comungada pela maioria das forças, para não dizer de todas

19 Fl. 52/v ainda bem, porque como sabemos o traçado que estava em causa, penalizava, extraordinariamente, o nosso concelho e num momento em que tanto se critica determinados encargos com obras estruturais do ponto de vista público, não se coadunava devido aos encargos com a volta que ia dar para ir ter ao mesmo sítio. Isto, porque o que estava previsto, e que está em cima da mesa, e que deve ser discutido num futuro próximo, com muita acuidade e assiduidade, é precisamente o repor deste projeto e defender intransigentemente, por quem tenha responsabilidades municipais, de entrelaçar o mesmo ponto de vista com os nossos vizinhos de Coimbra e de Soure. Ou seja, fazer passar essa variante, precisamente pelo traçado que mais poderia unir a ligação do concelho de Soure (Figueiró) a Montemor, nessa passagem e nessa ligação, vindo passar muito próximo da Ponte do Paço Para além disto devemos repensar uma circunstância idêntica para a margem esquerda/sul do concelho, no que diz respeito à ligação à A17, no que poderia vir a consubstanciar, quer para as freguesias que acabei de citar, quer para as freguesias vizinhas do concelho de Soure e da Figueira da Foz. Em súmula, a estrada do Traveiro, não seria um bom investimento, neste momento, se não tivermos definido qual a sua sequência de ligação Em relação à questão da Ponte do Paço, neste momento estão ultrapassados, por parte do município de Coimbra, todos os entraves levantados, postos pela APA Associação Portuguesa do Ambiente, quanto à tipologia de colocação da estrutura. E acredito mesmo, que já não será no meu mandato, mas que até ao final do corrente ano é adjudicada a obra, garantindo a ponte atual e criando uma ao lado, o que foi discutido naquela reunião e foi assumido e partilhado por todos Quanto aos outros aspetos, quero recordar, em relação à Quinta de S. Luís que nem tudo está entregue, existem circunstâncias em que o loteador não cumpriu e por isso não se rececionou, porque não estão de acordo com o estipulado e nisso ainda muito recentemente chamei a atenção dos serviços, que se deslocaram ao local para verificarem algumas circunstâncias que não estão a ser cumpridas Relativamente, a valas e outros aspetos, quero dizer que há sempre uma linha de fronteira muito delicada entre as competências que nos estão atribuídas e aquelas que não são da nossa atribuição e muitas vezes quando interferimos, por pressão e satisfação das necessidades das nossas populações, isto cria hábitos, no sentido contrário, de não mais voltarem a fazer. Disso há um exemplo claro, da estrada que liga a Ponte de Formoselha à Ponte de Alfarelos, enquanto interviemos, as coisas mantiveram-se e a partir do momento em que o deixámos de fazer, o próprio INAG abandonou-a, completamente, e veja-se o estado degradado em que essa estrada se mantém

20 Fl Em relação às intervenções do membro David Coutinho, gostava de chamar a atenção de duas coisas: é evidente que o discurso e a intervenção política fica bem, mas depois há coisas que não se pode argumentar e como é jurista sabe, melhor do que eu, o desconhecimento para ter tido uma palavra e não saber da outra. Quem é que pagou de entradas ao Europaradise, neste ano para sustentar aquela instituição e dar alimentação aos animais? Quem é que o fez pondo em causa até, as chamadas de atenção que tínhamos dos inspectores de IGAL, que fizeram inspeção nesta Câmara? Foi o município, portanto, damos muito. Outra coisa que é bom que tenha em atenção, porque se calhar não sabe é que toda a circular, junto à Quinta do Rosmaninhal, é gestão da BRISA - o que lá está paga taxas e nós também as pagamos, por toda a publicidade que temos no concelho. Se isentar um cidadão em detrimento dos outros, que equidade temos? Para isso não é preciso ir ao Tribunal Constitucional, porque este claramente me dava razão. Por isso, vamos ter que fundamentar melhor as coisas, porque damos muito e, em alguns, casos atravessei-me. E onde é que estava a Lei dos Compromissos para os elementos do PS saírem da sala nessa altura? Onde estavam? Há que ter atenção e é aqui que se vê, quem é que tem coragem e como é que se defende. Quem teve a coragem para dar a bicicleta ao vosso 5.º candidato de Pereira, para poder correr nos Mundiais. Fui eu que fui posto em causa e que está referido na auditoria da inspeção porque para mim, todos os cidadãos são iguais e todas as oportunidades se cimentam e todas as soluções, se forem possíveis, se fazem Em relação ao campo de futebol e para isso peço a vossa memória, as gravações e as atas, de que eu próprio aqui disse muitas vezes que um dos meus desígnios maiores, enquanto dirigente autárquico, era de fazer duas coisas: acabar com o favorecimento, ou pseudo-favorecimento que existia, em relação ao Clube da minha terra, dizendo que eles tinham os mesmos direitos, mas tinham também de ter os mesmos deveres. Dessa circunstância, os responsáveis do Atlético Clube Montemorense, têm hoje o usufruto de um espaço e passam a pagar, água, electricidade, todos os encargos, como paga qualquer um dos outros clubes do concelho. É aí que começa o sentido da igualdade e depois dar em sentido de direito o que dei aos outros que foi um campo relvado sintético, localizado num espaço, que esta AM viabilizou no mandato anterior, que fica por força de lei nas deliberações aqui tomadas e foi dito naquela altura que aquele campo, que tinha uma orçamentação de venda em 2007/2008, entre 1,2 a 1,5 milhões de euros. A questão foi cimentar o protocolo de cedência daquele espaço, com a salvaguarda de que no momento futuro, de projeção económica do nosso país e da nossa região mais adequado, que possa vir a trazer uma decisão de CM ou da AM de alienar aquele espaço, que ele o seja feito, porque a contrariedade da sustentabilidade deste município, que atinge neste mês se calhar disponibilidades financeiras adequadas e já garantidas,

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