Conferência de Imprensa OE - SE - SIPE - SERAM - SEP. 17 de Fevereiro 15H30. SANA Lisboa Hotel. Comunicado conjunto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conferência de Imprensa OE - SE - SIPE - SERAM - SEP. 17 de Fevereiro 15H30. SANA Lisboa Hotel. Comunicado conjunto"

Transcrição

1 Conferência de Imprensa OE - SE - SIPE - SERAM - SEP 17 de Fevereiro 15H30 SANA Lisboa Hotel Comunicado conjunto Senhores jornalistas, Em primeiro lugar queremos agradecer a vossa presença. Ao convocar esta conferência de imprensa, a Ordem dos Enfermeiros (OE) e os quatro Sindicatos de Enfermagem - Sindicatos dos Enfermeiros (SE), o Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem (SIPE), Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM) e o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) visam esclarecer, junto da comunicação social, diversos aspectos relacionados com o exercício da Enfermagem. As cinco organizações desenvolveram, em conjunto, cinco debates regionais onde debateram com os enfermeiros as implicações para o desenvolvimento do exercício profissional decorrente do protelamento, pelo Governo, da aprovação da alteração ao Estatuto da Ordem e, pelo Ministério da Saúde, da revisão da Carreira de Enfermagem. Nos debates que realizámos ao longo dos últimos dias com enfermeiros em Lisboa, Funchal, Coimbra, Porto e Ponta Delgada, ficou visível o clima de insatisfação existente que assenta nos seguintes factores: Após um longo trabalho conjunto entre a Ordem dos Enfermeiros e o Ministério da Saúde, foi possível estabelecer compromissos que conduzem a um Modelo de Desenvolvimento Profissional (MDP) assente em novas formas de certificação de competências, criador de dinâmicas de mais e maior responsabilização dos enfermeiros na prestação de cuidados e das organizações de saúde. Pretende-se, pois, reforçar as condições de reforço da regulação profissional. Esta perspectiva implica a alteração do Estatuto da Ordem dos Enfermeiros, com que a Ministra da Saúde concordou e se comprometeu. Contudo, desde Dezembro que processo se encontra parado na etapa legislativa da responsabilidade do Governo.

2 A negociação da revisão da Carreira de Enfermagem entre os Sindicatos e o Ministério da Saúde está bloqueada pelos sucessivos adiamentos das negociações por parte do Ministério, não apresentando o mesmo as respectivas propostas com que se comprometeu em 29 de Dezembro. Recorda-se que os Sindicatos recusaram a contraproposta entregue no final de 2008 pelo Ministério, tendo a mesma sido encarada como inaceitável enquanto perspectiva para a necessária expectativa de desenvolvimento das relações laborais que a carreira deve contemplar. Acresce a estes dois factores fundamentais de insatisfação - pelo desrespeito pela profissão que ambos significam -, a instabilidade existente no emprego, nomeadamente no que se refere aos jovens profissionais, quando nos serviços existem efectivas carências para a cobertura das necessidades em cuidados de Enfermagem. Para a OE, SE, SIPE, SERAM e SEP, as apreensões expressas por uma vasta maioria dos colegas que participaram nos debates têm razão de ser. Questões como a existência de diversos diplomas para regular a carreira - tendo em conta as várias hipóteses de vínculos laborais; a proposta de duas categorias profissionais para a área da prestação de cuidados Enfermeiro e Enfermeiro Sénior, em que o acesso a esta última é feito através de concurso; a total arbitrariedade e discricionariedade no acesso e exercício de funções na área da gestão que o Ministério pretende atribuir aos Conselhos de Administração; e a «descategorização» associada à não garantia da manutenção do exercício de funções dos actuais Enfermeiros Chefes e Enfermeiros Supervisores estão a ser fortemente contestados por todos os Sindicatos e pela totalidade dos colegas que connosco estiveram nos últimos dias. Também para a Ordem dos Enfermeiros e para os Sindicatos, não faz sentido debater a Carreira de Enfermagem sem ter em conta os princípios contidos no Modelo de Desenvolvimento Profissional proposto pela Ordem dos Enfermeiros. Este modelo implica a criação de um período de exercício tutelado para os recém-licenciados em Enfermagem (vulgo internato) e a criação de condições que favoreçam a crescente especialização de enfermeiros em diversas áreas de intervenção (ou seja, em diversas especialidades). Tem, por isso, implicações na definição da carreira. Para que as medidas atrás referidas possam ser aplicadas, a alteração do Estatuto da Ordem dos Enfermeiros - que integra as regras de acesso à profissão e a atribuição dos títulos de enfermeiro e de enfermeiro especialista - terá de ser aprovada pela Assembleia da República. Tratando-se de questões que envolvem directamente o Ministério da Saúde e o funcionamento das unidades de saúde, a Ordem dos Enfermeiros decidiu iniciar o processo junto da equipa ministerial, tendo-se realizado várias reuniões para o efeito. Mas entre Junho de 2007 e Setembro de 2008, o processo não registou avanços significativos. Na reunião com a Dr. Ana Jorge de 18 de Setembro, o Ministério assumiu o seu apoio à proposta e a intenção de, até ao final de 2008, a mesma ser aprovada em Conselho de Ministros. Depois de vários adiamentos, fomos informados de que a proposta de Decreto-lei com a alteração estatutária iria a Conselho de Ministros de 12 de Fevereiro, mas tal não aconteceu. Assim sendo, a Ordem dos

3 Enfermeiros não pode deixar de manifestar o seu mais veemente descontentamento por, mais uma vez, se ter protelado uma decisão. O constante adiamento desta aprovação em sede de Conselho de Ministros e, consequentemente, o adiamento do processo ao nível da Assembleia da República, implica um atraso na criação de novas condições para que os títulos profissionais dos enfermeiros sejam atribuídos com base na certificação de competências gerais e especializadas. Contribui-se, assim, para a manutenção de meros processos administrativos, seja para os recém-licenciados, seja para a prática profissional especializada. Tanto para a Ordem dos Enfermeiros como para os Sindicatos, o Modelo de Desenvolvimento Profissional - sendo um instrumento estruturante para a profissão - e a revisão da Carreira de Enfermagem são elementos inseparáveis para o desenvolvimento da Enfermagem e, consequentemente, para a melhoria na segurança dos cuidados que se oferecem aos cidadãos. Ambos os processos estão a sofrer atrasos intoleráveis que suportam as necessárias reacções por parte dos enfermeiros e das organizações que os representam no âmbito das suas atribuições específicas. Os quatro Sindicatos convocaram uma greve conjunta para o próximo dia 20 de Fevereiro. A Ordem fez hoje entrega de uma carta ao Senhor Primeiro-Ministro a solicitar uma audiência urgente, no sentido de serem tomadas as medidas necessárias para que seja rapidamente aprovada a alteração estatutária. Entendem as organizações aqui presentes que o não desenvolvimento positivo destas duas vertentes será progressivamente factor de crescente instabilidade nos serviços de saúde, com consequências nefastas para a qualidade e segurança dos cuidados. Por essa mesma razão, não abdicam da sua exigência. Está em causa o quadro regulador do sistema profissional como um factor importante da necessária regulação do Sistema de Saúde, onde um dos pilares essenciais é suportado pelos enfermeiros. Se juntarmos a estas duas vertentes a questão tão falada na Comunicação Social da falta ou excesso de enfermeiros em Portugal gostaríamos de aproveitar esta oportunidade para esclarecer o seguinte: A Ordem dos Enfermeiros não pode deixar de lamentar e repudiar as afirmações proferidas na semana passada pelo Prof. Correia de Campos e pela Dr. Isabel do Carmo relativamente à empregabilidade de enfermeiros e ao número excedentário dos mesmos. Numa altura em que muitos dos jovens enfermeiros estão a ter dificuldades acrescidas na obtenção de emprego e que o fenómeno do recrutamento por entidades estrangeiras é cada vez mais visível, não nos parecem acertadas nem fundadas em dados verídicos as afirmações proferidas por pessoas que, de algum modo, são nomes de referência da Saúde em Portugal.

4 Não se pode confundir duas coisas distintas: o crescente acréscimo de enfermeiros e o número de enfermeiros existentes nos serviços. Como se pode facilmente constatar nas estatísticas divulgadas no site da Ordem dos Enfermeiros, o número de enfermeiros inscritos passou de em 2000 para em Neste período, o número de enfermeiros inscritos tem vindo a aumentar em média cerca de por ano. Este facto deve-se essencialmente a aumento da oferta formativa ao nível das Escolas que leccionam licenciaturas em Enfermagem (ver informação em anexo). Contudo, apesar de o desemprego ter vindo a aumentar e existir um número crescente de enfermeiros inscritos na OE, isso não significa que haja excesso de enfermeiros, pois os mesmos não estão a ser «absorvidos» pelo mercado de trabalho. E não estão a ser admitidos nas instituições de saúde devido à enorme pressão existente para conter custos. Não entendemos, portanto, como é que um ex-ministro da Saúde vem afirmar em público que os enfermeiros são uma classe privilegiada em termos de empregabilidade no sector da Saúde. Os números do próprio Ministério não deixam marcas para dúvidas. No relatório do «Sistema de Classificação de Doentes baseado em Níveis de Dependência em Cuidados de Enfermagem» - dados de 2006 da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) -, revela-se a existência, no total dos hospitais do país, de ,6 horas de cuidados de Enfermagem necessários e que estão a ser prestadas apenas ,4 horas de cuidados. Isto significa que ,2 horas de cuidados NÃO ESTÃO A SER EFECTIVAMENTE PRESTADAS aos doentes que acorrem aos hospitais. Ora, apesar de o mesmo documento avançar com a falta de enfermeiros - face à diferença entre cuidados necessários e prestados - aqui fica uma reflexão. O documento da Direcção Geral da Saúde «Centros de Saúde e Hospitais - Recursos e Produção do SNS 2006 refere que nos hospitais portugueses existiam àquela data enfermeiros ao serviço. Se considerarmos que esse número assegura os cuidados prestados, deveriam existir enfermeiros para que os 10 milhões de horas de cuidados fossem garantidas, ou seja, cerca de 15 mil enfermeiros a mais só nos hospitais - e não tendo aqui em consideração que muitos destes profissionais estão já a trabalhar a 200%. Mais: considerando o rácio de enfermeiros por 1000 habitantes e tendo em conta o número de inscritos na OE no final de 2008, o valor é de 5,6. Acontece que o valor médio dos países da OCDE para este mesmo rácio é de 9,7 1. E portanto, só para atingir a média da OCDE, Portugal deveria ter mais cerca de 40 mil enfermeiros... A título meramente exemplificativo, o Luxemburgo tem um rácio de 16 de enfermeiros por mil habitantes. Mas o actual rácio de 5,6 pode estar «agravado», ou digamos, «inflacionado» pelo facto de nem todos os profissionais estarem a exercer funções de prestação de cuidados à 1 OECD Health Data 2008.

5 população. Temos enfermeiros na docência, na investigação, na gestão e na assessoria. Isso é facilmente comprovado no relatório de 2007 da Direcção Geral da Saúde sobre «Centros de Saúde e Hospitais - Recursos e Produção do SNS» (dados mais recentes disponíveis pela DGS). Nesse ano, foram contabilizados enfermeiros ao serviço no SNS, algo que corresponde a um rácio de 3,8 por 1000 habitantes. Ainda relativamente às declarações do Prof. Correia de Campos, também não percebemos como é que se pode comparar realidades e intervenções distintas. Não querendo menosprezar o precioso contributo dos psicólogos e outros profissionais de saúde em equipas multidisciplinares, não podemos esquecer que, nos hospitais, nas unidades de Cuidados Continuados e, esperamos, futuramente nos domicílios, no suporte a pessoas com situações de doenças crónicas e em fase terminal, os enfermeiros estão presentes 24 horas sobre 24 horas. Para garantir esta cobertura, com qualidade e segurança, é fundamental que as dotações sejam adequadas. As hipóteses de intervenção dos enfermeiros são, de facto, muitas. A questão é que o Ministério da Saúde tem adoptado uma política de contenção de recursos. No caso concreto da Rede de Cuidados Continuados e Integrados - referida pelo Prof. Correia de Campos - a Ordem dos Enfermeiros sabe que a média dos enfermeiros nas Unidades de Convalescença ronda os 14,8 ou 15,6 em tempo parcial, correspondendo a oito enfermeiros a tempo inteiro, número manifestamente insuficiente para elaborar e assegurar uma escala permanente. Nas unidades de Média e Longa Duração, o tempo verificado corresponde a quatro enfermeiros a tempo inteiro, o que revela uma situação ainda mais dramática. Ora, numa rede que pretende ter como finalidade última garantir e potenciar ao máximo a reabilitação das pessoas e o desenvolvimento das suas potencialidades para poder regressar o mais rápido possível aos seus contextos de vida, em breve teremos situações concretas que irão traduzir as implicações de uma desadequada afectação de recursos humanos de Enfermagem. Para terminar, gostaríamos de referir que a OE está a aguardar, da parte do Ministério da Saúde, um documento sobre a dotação de recursos. Este é também mais um aspecto que tem estado a sofrer adiamentos desde Junho de A última data avançada pelo Ministério para a entrega deste documento para apreciação da Ordem foi 15 de Fevereiro Por isso, a Ordem e os Sindicatos voltam a reiterar a importância indiscutível de dotações seguras nos serviços de saúde. Um número inadequado de profissionais não pode garantir a segurança e a qualidade dos cuidados prestados à população, conduzindo à insatisfação profissional que em nada favorece aquele objectivo. Simultaneamente, dificulta o gozo de direitos básicos legalmente consagrados. Porque os enfermeiros têm presente as implicações para os cuidados a que os cidadãos têm direito, continuarão a pugnar para que haja mais e melhores condições para o desenvolvimento das suas competências profissionais e os seus direitos como trabalhadores. Lisboa, 17 de Fevereiro de 2009

NOTA INTRODUTÓRIA. Urgência/Emergência pág. 1 de 6

NOTA INTRODUTÓRIA. Urgência/Emergência pág. 1 de 6 NOTA INTRODUTÓRIA A Ordem dos Enfermeiros (OE) foi convidada a pronunciar-se, durante o período de discussão pública, sobre a Proposta de Rede de Serviços de Urgência elaborada pela Comissão Técnica de

Leia mais

REFLEXÃO SOBRE A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE. (De acordo com o Decreto Regulamentar nº2/2008, de 10 de Janeiro)

REFLEXÃO SOBRE A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE. (De acordo com o Decreto Regulamentar nº2/2008, de 10 de Janeiro) REFLEXÃO SOBRE A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE (De acordo com o Decreto Regulamentar nº2/2008, de 10 de Janeiro) Ao iniciar esta reflexão convém referir, caso subsista ainda alguma dúvida,

Leia mais

PLANEAMENTO INTEGRADO DA FORMAÇÃO MÉDICA EM PORTUGAL

PLANEAMENTO INTEGRADO DA FORMAÇÃO MÉDICA EM PORTUGAL PLANEAMENTO INTEGRADO DA FORMAÇÃO MÉDICA EM PORTUGAL Portugal vivenciou, ao longo dos últimos 20 anos, um aumento desproporcionado do número de ingressos nos seus cursos de Medicina. Este número, além

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

A Apreciação Geral. Sem esta abordagem torna se incontornável um impasse no desenvolvimento do processo negocial.

A Apreciação Geral. Sem esta abordagem torna se incontornável um impasse no desenvolvimento do processo negocial. A Apreciação Geral Relativamente às anteriores propostas negociais enviadas a 20/2/2009 e objecto de discussão na reunião realizada a 3/3/2009, verificamos a evolução para a apresentação de um único documento

Leia mais

SINDICATO DOS ENFERMEIROS DA RAM

SINDICATO DOS ENFERMEIROS DA RAM SINDICATO DOS ENFERMEIROS DA RAM Rua de Santa Maria n.º 90 Telef: 291224942 291225115 9060 291 Funchal www.seram.pt SUPLEMENTO INFORMATIVO Relembramos o capítulo VI, artigos 54, 55 e 56 do decreto-lei

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 o previsto para os docentes da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, continua aplicar -se o disposto no seu artigo 18.º

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior 1. O anteprojecto de decreto-lei apresentado pelo governo regulamenta a recente alteração da Lei de Bases (Lei 49/2005,

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos Comissão Parlamentar de Saúde Audição da Ordem dos Farmacêuticos Sessão de 17 de Janeiro de 2012 Intervenção inicial do Bastonário Carlos Maurício Barbosa Senhora Presidente da Comissão Parlamentar de

Leia mais

Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 201.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: CAPÍTULO I Campo de aplicação

Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 201.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: CAPÍTULO I Campo de aplicação A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 14/90, de 8 de Janeiro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 14/90 de 8 de Janeiro

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

O novo regime jurídico de habilitação para a docência: Uma crítica

O novo regime jurídico de habilitação para a docência: Uma crítica O novo regime jurídico de habilitação para a docência: Uma crítica Ramiro Marques O novo regime jurídico da habilitação para a docência (Decreto Lei nº 43/2007 de 2/2), ao espartilhar o plano de estudos

Leia mais

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Parte I: Assunto * 1. A Associação Novo Macau apresentou, em 11 de Setembro de 2012, uma queixa ao Comissariado contra a Corrupção

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PLANO NACIONAL DE AÇÃO PARA OS DIREITOS DA CRIANÇA As crianças são encaradas como sujeitos de direitos, a partir do momento em que o seu bem-estar é concebido como uma consequência

Leia mais

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Recursos Humanos Financiamento Condições Legais: Lei de Investigação Clínica Fundo para a Investigação em

Leia mais

Avaliação do Pessoal docente

Avaliação do Pessoal docente Avaliação do Pessoal docente Decreto Regulamentar nº 10/2000 de 4 de Setembro BO nº 27, I série Página 1 de 9 Decreto Regulamentar nº 10/2000 de 4 de Setembro BO nº 27, I série A revisão do sistema de

Leia mais

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA PLANO CURRICULAR A análise referente ao Programa de Ensino e, em particular ao conteúdo do actual Plano de Estudos (ponto 3.3. do Relatório), merece-nos os seguintes comentários:

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19 REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA Pág.1/19 Índice DISPOSIÇÕES GERAIS 3 1. Localização 3 2. Âmbito 3 3. Política e Estratégia de Actuação 3 4. Inscrições

Leia mais

I Fórum Crédito e Educação Financeira

I Fórum Crédito e Educação Financeira 25 de Janeiro de 2012 Pedro Duarte Neves A Importância Estratégica da Formação Financeira 2 A LITERACIA FINANCEIRA É UM PILAR ESTRATÉGICO DA ACTUAÇÃO DO BANCO DE PORTUGAL O Banco de Portugal tem dedicado

Leia mais

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade P o r M a r g a r i d a S a r a i v a, J o r g e C a s a s N o v a s, J o s é R o b e r t o e E l i z a b e t h R e i s Um ano lectivo após o arranque

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas As alterações normativas recentes, quer a nível interno, quer a nível

Leia mais

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO República de Angola MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA, DR. PAULINO BAPTISTA, SECRETÁRIO DE ESTADO PARA A HOTELARIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA, DURANTE A VIII REUNIÃO DE MINISTROS

Leia mais

Newsletter do Sindicato Nacional do Ensino Superior. Número 72 Janeiro de 2008 1ª Quinzena

Newsletter do Sindicato Nacional do Ensino Superior. Número 72 Janeiro de 2008 1ª Quinzena Newsletter do Sindicato Nacional do Ensino Superior InfoSNESup Número 72 Janeiro de 2008 1ª Quinzena SUMÁRIO ARRUMAR AS CARREIRAS DEBATES SOBRE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO: PUBLICAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng.º Mário Lino por ocasião da Sessão REDES DE NOVA GERAÇÃO 2009 Fundação das Comunicações, 7 Janeiro 2009 (Vale

Leia mais

GRUPO PARLAMENTAR. É neste contexto mundial e europeu, que se deve abordar, localmente, a problemática da Luta Contra as Dependências.

GRUPO PARLAMENTAR. É neste contexto mundial e europeu, que se deve abordar, localmente, a problemática da Luta Contra as Dependências. O assunto que hoje trago a este Parlamento Luta Contra as Toxicodependências - não é de fácil abordagem, mas é de interesse relevante para a Região. No mundo em que vivemos existem problemas de ordem vária

Leia mais

Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1

Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1 Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1 PORQUE RAZÃO A BANCA PRETENDE TRANSFERIR OS FUNDOS DE PENSÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL E OS RISCOS PARA

Leia mais

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2016 Água e Emprego DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março foi instituído em 1992 pela Organização

Leia mais

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002 Aprovado em 20 de Maio de 2002 www.faad.online.pt 1/1 CAPÍTULO I NATUREZA, FINS E DEFINIÇÃO ARTIGO 1º 1. A Fundação de Aurélio Amaro Diniz é uma Instituição Particular de Solidariedade Social registada

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09 INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão

Leia mais

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas Prefácio Quando a Declaração de Lima, das directivas sobre os princípios do controlo, foi adoptada por unanimidade pelos delegados

Leia mais

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro Conselho Nacional de Supervisores Financeiros Better regulation do sector financeiro Relatório da Consulta Pública do CNSF n.º 1/2007 1 CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS RELATÓRIO DA CONSULTA

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

I ENCONTRO NACIONAL DAS EMPRESAS DO SECTOR DA CONSTRUÇÃO E IMOBILIÁRIO Lisboa, 5 de Junho de 2012

I ENCONTRO NACIONAL DAS EMPRESAS DO SECTOR DA CONSTRUÇÃO E IMOBILIÁRIO Lisboa, 5 de Junho de 2012 I ENCONTRO NACIONAL DAS EMPRESAS DO SECTOR DA CONSTRUÇÃO E IMOBILIÁRIO Lisboa, 5 de Junho de 2012 Intervenção do Presidente da Direcção da APEGAC Associação Portuguesa da Empresas de Gestão e Administração

Leia mais

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES Eng.ª Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de Encerramento do Colóquio PORTO DE AVEIRO: ESTRATÉGIA E FUTURO, Ílhavo Museu Marítimo

Leia mais

Assunto: Apreciação dos projetos de diplomas legais de criação de novas carreiras de saúde em apreciação pública.

Assunto: Apreciação dos projetos de diplomas legais de criação de novas carreiras de saúde em apreciação pública. A SUAS EXCELÊNCIAS O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DR. MANUEL TEIXEIRA O SECRETÁRIO DE ESTADO DO EMPREGO DR. OTÁVIO OLIVEIRA Lisboa, 27 de agosto de 2015 Com conhecimento de Suas Excelências, O Ministro

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA CAPÍTULO I Objecto e conceitos Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento estabelece as normas aplicáveis

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de 2014. Série. Número 99

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de 2014. Série. Número 99 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 2 de julho de 2014 Série Sumário ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DAMADEIRA Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira

Leia mais

Tomada de posse do Novo Presidente do Instituto de Seguros de Portugal. Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças. - 2 de Outubro de 2006 -

Tomada de posse do Novo Presidente do Instituto de Seguros de Portugal. Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças. - 2 de Outubro de 2006 - Tomada de posse do Novo Presidente do Instituto de Seguros de Portugal Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças - 2 de Outubro de 2006 - Senhores Secretários de Estado, Senhor Presidente do Instituto

Leia mais

MUNICÍPIO DE MONCHIQUE CÂMARA MUNICIPAL. Acta n.º 1

MUNICÍPIO DE MONCHIQUE CÂMARA MUNICIPAL. Acta n.º 1 Acta n.º 1 PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÕES JURÍDICAS DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO TENDO EM VISTA O PREENCHIMENTO DE POSTOS DE TRABALHO NA CARREIRA DE ASSISTENTE

Leia mais

Esclarecimento a alunos e profissionais das Terapêuticas Não Convencionais.

Esclarecimento a alunos e profissionais das Terapêuticas Não Convencionais. Esclarecimento a alunos e profissionais das Terapêuticas Não Convencionais. Os recentes desenvolvimentos em matéria de regulamentação das terapêuticas não convencionais (TNC) têm propiciado o surgimento

Leia mais

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores O Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, recentemente aprovado,

Leia mais

Os Recursos Humanos na Distribuição

Os Recursos Humanos na Distribuição Os Recursos Humanos na Distribuição Tudo assenta nas pessoas. Também o sangue vital da Distribuição assenta nas pessoas, empregados ou consumidores, na medida em que uns vendem os produtos e os outros

Leia mais

Tomada de posição do STAL sobre a ADSE

Tomada de posição do STAL sobre a ADSE Tomada de posição do STAL sobre a ADSE 1. A ADSE A ADSE foi criada em 1963 com a designação Assistência na Doença aos Servidores Civis do Estado tendo em 1980 mudado o nome para Direção-Geral de Proteção

Leia mais

Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e senhores Deputados Senhoras e senhores membros do Governo

Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e senhores Deputados Senhoras e senhores membros do Governo Intervenção proferida pelo Deputado Regional Rui Ramos na sessão Plenária de Fevereiro de 2009. Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e senhores Deputados Senhoras e senhores membros do Governo Todos

Leia mais

Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13

Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Adoção (32 V4.08) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social,

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS PONTO 6 DA ORDEM DE TRABALHOS (Deliberar sobre a declaração

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Altera os programas de estágios profissionais ESTAGIAR Os programas Estagiar têm-se revelado uma ferramenta útil para a empregabilidade e valorização profissional

Leia mais

Assunto Audição do Conselho Nacional das Ordens Profissionais (CNOP) na 10ª Comissão de Segurança Social e Trabalho

Assunto Audição do Conselho Nacional das Ordens Profissionais (CNOP) na 10ª Comissão de Segurança Social e Trabalho Assunto: Audição do Conselho Nacional das Ordens Profissionais (CNOP) na 10ª Comissão de Segurança Social e Trabalho Parecer no âmbito do circuito legislativo das dezasseis (16) Propostas de Lei que adaptam

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL

POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL O crescimento económico e a redução do desemprego são hoje os grandes desafios que a Europa enfrenta. Em Portugal, a situação económica e social é hoje

Leia mais

GABINETE DA MINISTRA DA REFORMA DO ESTADO E DA DEFESA NACIONAL DECRETO-LEI QUE APROVA O REGIME DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS (ANTE-PROJECTO)

GABINETE DA MINISTRA DA REFORMA DO ESTADO E DA DEFESA NACIONAL DECRETO-LEI QUE APROVA O REGIME DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS (ANTE-PROJECTO) GABINETE DA MINISTRA DA REFORMA DO ESTADO E DA DEFESA NACIONAL DECRETO-LEI QUE APROVA O REGIME DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS (ANTE-PROJECTO) PRAIA, 17 DE ABRIL DE 2009 NOTA JUSTIFICATIVA Sendo globalmente

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância

Leia mais

PARECER CE N.º 256 / 2010

PARECER CE N.º 256 / 2010 PARECER CE N.º 256 / 2010 ASSUNTO: Formação de Supervisores Clínicos em Prática Tutelada em Enfermagem O CE ADOPTA NA ÍNTEGRA O PARECER Nº 79 / 2010 / COMISSÃO DE FORMAÇÃO 1. Enquadramento O Modelo de

Leia mais

REGULAMENTO DE SÓCIOS (Artigo 4º dos Estatutos) ADMISSÃO DE SÓCIO EFECTIVO

REGULAMENTO DE SÓCIOS (Artigo 4º dos Estatutos) ADMISSÃO DE SÓCIO EFECTIVO REGULAMENTO DE SÓCIOS (Artigo 4º dos Estatutos) ADMISSÃO DE SÓCIO EFECTIVO Artigo 1º (Disposições estatutárias) 1. Poderão filiar-se na Associação como sócios efectivos quaisquer empresas, singulares ou

Leia mais

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

PARECER N.º 1O/CITE/91. Assunto: Anúncios de Emprego e outras formas de publicidade - Discriminação em função do sexo

PARECER N.º 1O/CITE/91. Assunto: Anúncios de Emprego e outras formas de publicidade - Discriminação em função do sexo PARECER N.º 1O/CITE/91 Assunto: Anúncios de Emprego e outras formas de publicidade - Discriminação em função do sexo I - Justificação - A discriminação no acesso ao emprego está ainda patente nos anúncios

Leia mais

d76b4e955c8b4e7ebe94655f1bd635d4

d76b4e955c8b4e7ebe94655f1bd635d4 DL 255/2014 2014.06.27 Ministério d A difícil conjuntura económica e financeira que o País tem vindo a atravessar, com a consequente diminuição do número e volume financeiro de contratos públicos, em especial

Leia mais

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração:

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração: EngIQ Programa de Doutoramento em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química Uma colaboração: Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação (AIPQR) Universidade de Aveiro Universidade

Leia mais

Processo de Bolonha. Regime de transição na FCTUC

Processo de Bolonha. Regime de transição na FCTUC Processo de Bolonha Regime de transição na FCTUC Aprovado na Comissão Coordenadora do Conselho Pedagógico a 20 de Setembro de 2006, na Comissão Coordenadora do Conselho Científico a 22 de Setembro de 2006,

Leia mais

Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente, Senhora e Senhores Membros do Governo

Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente, Senhora e Senhores Membros do Governo Intervenção proferida pelo Deputado Regional Luís Henrique Silva, na Sessão Plenária de Maio de 2006 Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente, Senhora e Senhores

Leia mais

O princípio da afirmação da sociedade civil.

O princípio da afirmação da sociedade civil. Dois dos Valores do PSD O Princípio do Estado de Direito, respeitante da eminente dignidade da pessoa humana - fundamento de toda a ordem jurídica baseado na nossa convicção de que o Estado deve estar

Leia mais

Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1

Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1 Sistemas de gestão em confronto no SNS Pág. 1 OS QUATRO SISTEMAS DE GESTÃO ACTUALMENTE EM CONFRONTO NO ÂMBITO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) E O PROGRAMA DO PS PARA A SAÚDE RESUMO DESTE ESTUDO Neste momento

Leia mais

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, DR. RUI MARIA DE ARAÚJO, POR OCASIÃO DA ATRIBUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL DA CPLP A

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 1259/2010 DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 2010 que cria uma cooperação reforçada no domínio da lei aplicável em matéria de divórcio

Leia mais

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS CAD 8 27/9/7 14:28 Page 6 A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS LUÍS PISCO COORDENADOR DA MISSÃO PARA OS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS. O Programa do XVII Governo Constitucional (1), na área da saúde,

Leia mais

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas Patrocinador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde Índice 1. O que é a estratégia

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA, IOLANDA CINTURA SEUANE, MINISTRA DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL DE MOÇAMBIQUE SOBRE O TEMA DESAFIOS DA PROTECÇÃO SOCIAL PARA ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE Discurso de S.E o Presidente da Assembleia Nacional na cerimónia de abertura da I Conferência Internacional Uma Criança, Um Cidadão. Senhora Ministra da Educação

Leia mais

PARECER N.º 149/CITE/2011

PARECER N.º 149/CITE/2011 PARECER N.º 149/CITE/2011 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadoras grávidas, puérperas ou lactantes, nos termos do n.º 1 e da alínea b) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE)

RELATÓRIO INTERCALAR (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) (nº 3, do artigo 23º, da Decisão 2004/904/CE) Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça, da Liberdade e da Segurança Unidade B/4 Fundo Europeu para os Refugiados B-1049 Bruxelas Estado-Membro: PORTUGAL

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 252/XI/1.ª

PROJECTO DE LEI N.º 252/XI/1.ª Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 252/XI/1.ª PRORROGA A NÃO INCLUSÃO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE PARA EFEITOS DE GRADUAÇÃO DOS CANDIDATOS AOS CONCURSOS PARA SELECÇÃO E RECRUTAMENTO

Leia mais

Versão Pública. Ccent. 76/2005 GRUPO CTT / NOVA EAD. Decisão de Não Oposição Da Autoridade da Concorrência

Versão Pública. Ccent. 76/2005 GRUPO CTT / NOVA EAD. Decisão de Não Oposição Da Autoridade da Concorrência Versão Pública Ccent. 76/2005 GRUPO CTT / NOVA EAD Decisão de Não Oposição Da Autoridade da Concorrência 18/01/2006 Versão Pública DECISÃO DE NÃO OPOSIÇÃO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA AC I Ccent. N.º

Leia mais

Apreciação do Anteprojecto de Decreto-Lei sobre o Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência

Apreciação do Anteprojecto de Decreto-Lei sobre o Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência Apreciação do Anteprojecto de Decreto-Lei sobre o Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência Documento elaborado no âmbito das 1ª, 2ª e 3ª Comissões Permanentes e aprovado na reunião destas

Leia mais

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009 2009 BIAC Business Roundtable Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation 21 de Maio de 2009 Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças Fernando

Leia mais

Projecto de Lei n.º 54/X

Projecto de Lei n.º 54/X Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos

Leia mais

III Forum ERS A Nova Lei-Quadro e os Prestadores de Saúde Fundação Eng. António de Almeida, Porto 27 Setembro, 16 horas

III Forum ERS A Nova Lei-Quadro e os Prestadores de Saúde Fundação Eng. António de Almeida, Porto 27 Setembro, 16 horas III Forum ERS A Nova Lei-Quadro e os Prestadores de Saúde Fundação Eng. António de Almeida, Porto 27 Setembro, 16 horas Começo por cumprimentar os membros deste painel, Professor João Carvalho das Neves,

Leia mais

Miguel Poiares Maduro. Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional. Discurso na Tomada de Posse do Presidente da Comissão de

Miguel Poiares Maduro. Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional. Discurso na Tomada de Posse do Presidente da Comissão de Miguel Poiares Maduro Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional Discurso na Tomada de Posse do Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte CCDR Norte Lisboa, 09 de agosto

Leia mais

Estudo sobre situação profissional dos. jovens enfermeiros em Portugal

Estudo sobre situação profissional dos. jovens enfermeiros em Portugal Ordem dos Enfermeiros Rede de Jovens Enfermeiros Estudo sobre situação profissional dos jovens enfermeiros em Portugal Autores: Raul Fernandes (Coordenador) Beto Martins, Bruno Maurício, Daniela Matos,

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Nota Técnica Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Tal como sucedeu com a maior parte dos regimes de proteção social da Europa, também o sistema português evoluiu de um regime de seguros

Leia mais

Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia - CPLEESMO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS

Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia - CPLEESMO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia - CPLEESMO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS BRAGA, MARÇO DE 2007 ÍNDICE

Leia mais

Governo sofre. do "síndroma da. negação" na Saúde? Observatório dos Sistemas de Saúde diz que a crise está. a ter impacto na saúde

Governo sofre. do síndroma da. negação na Saúde? Observatório dos Sistemas de Saúde diz que a crise está. a ter impacto na saúde Governo sofre do "síndroma da negação" na Saúde? Observatório dos Sistemas de Saúde diz que a crise está a ter impacto na saúde "Por que será que se quer silenciar efeito da crise na saúde?" Desigualdades

Leia mais

MOÇÃO Solidariedade com os trabalhadores da Gestnave/Ereta

MOÇÃO Solidariedade com os trabalhadores da Gestnave/Ereta Deliberações de 1 de Fevereiro de 2008 1 de Fevereiro de 2008 Auditoria externa das Contas Aprovada a contratação da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Sebastião & Santos, para prestação de serviços

Leia mais

Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março

Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março A consagração legislativa de boas práticas bancárias, bem como a uniformização de procedimentos por todas as instituições de crédito, constitui um desiderato considerado

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

Implementação do Processo de Bolonha a nível nacional. Grupos por Área de Conhecimento CIÊNCIAS SOCIAIS

Implementação do Processo de Bolonha a nível nacional. Grupos por Área de Conhecimento CIÊNCIAS SOCIAIS Implementação do Processo de Bolonha a nível nacional Grupos por Área de Conhecimento CIÊNCIAS SOCIAIS Coordenador: Prof. Doutor Manuel Braga da Cruz Dezembro de 2004 1/10 AREA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS PARECER

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 17 de março de 2016. Série. Número 49

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 17 de março de 2016. Série. Número 49 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quinta-feira, 17 de março de 2016 Série Suplemento Sumário DIREÇÃO REGIONAL DA ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA Transcreve a Lei n.º 7/2016, de 17 de março da Assembleia

Leia mais

As E.P.E. S do Sector da Saúde:

As E.P.E. S do Sector da Saúde: As E.P.E. S do Sector da Saúde: A) O que são. B) A função que desempenham. C) O Sector Público de que não fazem parte. D) Onde estão integradas. E) Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas. F) Síntese.

Leia mais

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC O Código Cooperativo Lei n.º 51/96 de 7 de Setembro Algumas notas sobre o Capítulo I Disposições Gerais Artigo 2º Noção 1. As cooperativas são pessoas

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 154/IX INTEGRAÇÃO DA MEDICINA DENTÁRIA NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 154/IX INTEGRAÇÃO DA MEDICINA DENTÁRIA NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 154/IX INTEGRAÇÃO DA MEDICINA DENTÁRIA NO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE Exposição de motivos A situação da saúde oral em Portugal é alarmante. Portugal está, em todos os dados sobre saúde

Leia mais

Carreiras e Quadros de Pessoal dos Serviços da Assembleia da República

Carreiras e Quadros de Pessoal dos Serviços da Assembleia da República Carreiras e Quadros de Pessoal dos Serviços da Assembleia da República Resolução da Assembleia da República n.º 8/98, de 18 de Março 1, (Declaração de Rectificação n.º 11/98, de 8 de Junho) com as alterações

Leia mais

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Diploma consolidado Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Perante a actual conjuntura económica e o respectivo reflexo no mercado do emprego, revela-se ser de toda a conveniência a flexibilização das

Leia mais

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu Os Tribunais de Contas e os desafios do futuro Vítor Caldeira Presidente do Tribunal de Contas Europeu Sessão solene comemorativa dos 160 anos do Tribunal de Contas Lisboa, 13 de Julho de 2009 ECA/09/46

Leia mais