Refinaria de Sines. Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Refinaria de Sines. Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente 2013"

Transcrição

1 Refinaria de Sines Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente

2 Refinaria de Sines Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente

3 Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente Mensagem da direção da refinaria Enquadramento Política de Segurança, Saúde e Ambiente Apresentação da refinaria Descrição da atividade Em detalhe Fábrica III, o que mudou? Atividades, ações e projetos Objetivos e metas Custos e investimentos Formação em SSA Em foco processos de gestão para a prevenção de acidentes graves Indicadores de atividade Nível de atividade Produção Desempenho em ambiente Consumo de recursos naturais Emissões atmosféricas Efluentes líquidos Resíduos Projeto 3R 6 Desempenho em Segurança e Saúde Prevenção Sinistralidade Medicina do trabalho Relação com a comunidade voluntariado Glossário Declaração de conformidade

4 01 Mensagem da direção da refinaria refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 5

5 01 MENSAGEM DA DIREÇÃO DA REFINARIA Mais Eficiência, o nosso compromisso A refinação Europeia atravessa um forte desafio de sustentabilidade, num ambiente de consumo cada vez mais restritivo, provocado por uma camisa-de-forças regulatórias e desiguais quando olhamos para o mercado global. Refinaria de Sines estratégia básica Disponibilidade Segurança, ambiente, disponibilidade, eficiência energética e efetivo controlo de custos são vertentes cada vez mais determinantes na nossa atividade. Operamos num segmento de negócio maduro pelo que é natural que a nossa estratégia esteja centrada na eficiência de utilização de recursos. A refinaria de Sines interage nesta envolvente com uma estratégia muito focada no combate ao desperdício as organizações sustentáveis serão apenas aquelas que souberem aproveitar os recursos disponíveis de uma maneira mais eficiente do que a dos seus concorrentes. A fiabilidade das instalações, também impactante na eficiência energética, é condição necessária para viabilizar uma instalação de elevada complexidade, característica inerente ao nosso segmento de negócio. A energia, que representa mais de 60% dos nossos custos de operação, determina por si só a viabilidade de uma instalação como a nossa. A nossa ambição é traduzida pelo nosso compromisso EII (indicador internacional de intensidade energética, quanto mais baixo mais eficiente), partilhado por toda a organização. Aumentar Eficiência Processos Energia EII Energy Intensity Índex, indicador internacional REFINARIA DE SINES ,0-0,6 16 DEZ GALP ENERGIA Q ,9 96,5-2,0-1,4-1,3 91,7-2,0-3,5 86,2 Q3 WE Q2 75 Q1 65 Final Refract. CC-H1 %O2 fornos Cargas quentes Limpeza trem CC -30 ton/h vapor 2014 Fiabilidade I Integração HC/HD Alta eficácia HC-C1-30 ton/h vapor 2015 Fiabilidade II Integração CC Bombas VSD Pré-aquecimento PP-H3 Final 2016 Solomon WE Fiabilidade Com investimento Sem investimento 6 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

6 MENSAGEM DA DIREÇÃO DA REFINARIA 01 A Segurança e o Ambiente, duas vertentes intimamente ligadas entre si e muito condicionadas pela envolvente regulatória Europeia, são uma consequência direta das boas práticas relacionadas quer com a fiabilidade dos equipamentos produtivos quer com todas as outras boas práticas operacionais. A utilização eficiente da energia influencia diretamente o desempenho ambiental. A refinaria de Sines apresenta já um conjunto de indicadores de benchmark europeu que demonstra o percurso já iniciado e que partilhamos convosco nesta brochura. A equipa faz sempre toda a diferença. Os resultados já apresentados são uma prova de que é possível posicionarmo-nos entre os melhores. Em 2014 entraremos no segundo quartil da Europa Ocidental, em 2015 queremos estar entre os primeiros. Martinho Correia, Diretor da refinaria de Sines A nossa Equipa está cada vez mais motivada e vai continuar a sonhar. Parabéns a todos pelo excelente trabalho já entregue. A direção da refinaria de Sines refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 7

7 02 Enquadramento Política de Segurança, Saúde e Ambiente Apresentação da refinaria Descrição da atividade 8 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

8 ENQUADRAMENTO Política de Segurança, Saúde e Ambiente A Galp Energia entende que a proteção do Ambiente, a Segurança e a Saúde dos seus colaboradores, clientes e comunidade em geral, são valores essenciais para a sustentabilidade da Empresa e nessa medida, está consciente da sua responsabilidade na gestão do impacte das suas actividades, produtos e serviços na sociedade em que se insere. Estabelece-se, assim, um compromisso de integrar a Segurança, Saúde e Ambiente (SSA) na estratégia e actividades da Empresa, bem como na melhoria contínua no seu desempenho, fazendo destes pilares da Gestão e contribuindo, dessa forma, para alcançar o desenvolvimento sustentável e a excelência empresarial. A Galp Energia compromete-se a: Consagrar a Segurança, Saúde e Proteção do Ambiente como valores fundamentais da Empresa; Assumir que a gestão da Segurança, Saúde e Ambiente é uma responsabilidade direta dos líderes, e a prevenção de riscos, uma responsabilidade de todos na Organização; Promover a formação de todos os colaboradores nesta matéria, envolvendo parceiros e demais partes interessadas, comprometendo-os com as questões de Segurança, Saúde e Ambiente para que atuem proativamente dentro e fora do Ambiente de trabalho; Aplicar as melhores práticas de gestão e soluções técnicas disponíveis, para além do cumprimento da legislação, nas estratégias de prevenção contínua mediante a identificação, controlo e monitorização de riscos para garantir a Segurança, Saúde e proteção do Ambiente; Criar condições para que a Organização, como um todo, se mantenha permanentemente preparada para responder a emergências; Assegurar a sustentabilidade de projetos, empreendimentos e produtos ao longo do seu ciclo de vida, mediante a utilização de tecnologias, instalações, recursos e práticas que previnem ou minimizam consequências adversas; Estabelecer metas e objetivos desafiadores, medindo e avaliando os resultados obtidos e tomando as acções necessárias à sua prossecução; Assegurar a utilização eficiente da energia e recursos e a incorporação de tecnologias seguras e inovadoras na gestão das suas actividades, minimizando o impacte, de forma a garantir a sustentabilidade da Empresa e a proteção do Ambiente; informar e divulgar a presente Política, de forma responsável e transparente, às partes interessadas, comunicando o desempenho da Empresa a nível de Segurança, Saúde e Ambiente. A Galp Energia assume-se, portanto, como uma Empresa social e ambientalmente responsável, constituída por uma equipa motivada, competente e inovadora, empenhada em proteger o Ambiente, a Segurança e a Saúde dos seus colaboradores, clientes, parceiros e da comunidade, contribuindo activamente para o bem-estar da Sociedade. 2.1 Apresentação da refinaria Dados do operador A refinaria de Sines é um ativo da Petrogal, S.A., empresa do grupo Galp Energia. O quadro seguinte apresenta os elementos relevantes: Refinaria de Sines Refinaria de Sines, Petrogal, S.A. Daldas do Meio, Sines Telefone: Fax: CAE: Fabricação de Produtos Petrolíferos Refinados Data de Constituição: 26 de Março de 1976 Sede social: Rua Tomás da Fonseca, Torre C Lisboa Telefone: Fax: Capital social: Euros Número de Contribuinte: Número de matrícula na CRC de Lisboa: 523 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 9

9 02 ENQUADRAMENTO Resenha histórica Resenha histórica Ano Acontecimento 1978 Início da atividade da refinaria de Sines. 1993/4 Reconfiguração processual da refinaria por introdução dos complexos de cracking e de gasolinas, constituído pelas unidades de destilação de vácuo, cracking catalítico, alquilação, visbreaker e recuperação de enxofre Entrada em laboração das unidades de dessulfuração de gasóleo, stripper de águas ácidas e tratamento por aminas. Construção de pipeline para CLC (Companhia Logística de Combustíveis, sita em Aveiras) Instalação da unidade de recuperação de vapores (VRU) na Estação de enchimento de carros tanque a a Início da construção das unidades de splitter e hidrotratamento de gasolina de cracking, produção e purificação de hidrogénio, e modificação das unidades de dessulfuração do gasóleo (aumento de capacidade/severidade). Alterações da unidade de dessulfuração de gasóleo de vácuo (carga da unidade FCC), para redução de enxofre nas correntes produzidas (nomeadamente gasolina, gasóleo e fuel); arranque da caldeira 4. Revamping do Hydrobon de gasóleo de vácuo, HV; revamping do sistema de pré-tratamento de efluentes. Emissão do Título de emissão dos gases com efeito de estufa n.º Revamping do parque de armazenagem de betumes Emissão da Licença Ambiental n.º 48/2007; Revamping do parque de resíduos (armazenagem temporária de resíduos sólidos da instalação). Entrada em funcionamento do Precipitador eletrostático. Paragem geral da refinaria Processo de avaliação de impacte ambiental do Projeto de reconfiguração da refinaria Projeto classificado como PIN+. Emissão da nova LA n.º210/2008. Início da construção das novas unidades. Início da construção das novas unidades. Entrada em funcionamento a unidade de Cogeração. Certificação da refinaria de Sines em Ambiente e Segurança, pelas ISO14001 e OHSAS Conclusão da 1.ª fase do Projeto de reencaminhamento de purgas em sistema fechado na Fábrica 1. Upgrade do sistema de controlo das emissões atmosféricas SIAC. Instalação de analisadores ambientais de processo nas unidades de destilação atmosférica e FCC. Incorporação de novo aditivo na unidade FCC para redução das emissões gasosas de NO x. Renovação da Certificação do SGAS da refinaria de Sines, pelas normas de referência ISO: e OHSAS: Alcançado o máximo histórico de 2 milhões de horas de trabalho sem acidentes com baixa. Paragem de interligações às novas unidades registando horas trabalhadas sem acidentes com baixa. Renovação da Certificação do SGAS da refinaria de Sines, pelas normas de referência ISO: e OHSAS: Certificação de SGQE, pelas normas de referência ISO: 9001 e ISO: Recertificação do SGAS da refinaria de Sines, pelas normas de referência ISO: e OHSAS: Entrada em serviço da refinaria de conversão: unidades de Produção de Hidrogénio e Hydrocracker. Início da produção das novas unidades (Fábrica III). Licenças e Licenciamentos A refinaria de Sines encontra-se abrangida pelo regime de Proteção e Controlo Integrado da Poluição, possuindo uma Licença Ambiental: a LA n.º210/2008. Este documento sistematiza e reúne todos os requisitos legais em matéria de ambiente a que a instalação se encontra obrigada, refletindo já as condições de cumprimento associadas à laboração das novas unidades do Projeto de conversão da refinaria de Sines. Por se encontrar também abrangida pelo Comércio Europeu de Licenças de Emissão, a refinaria possui um Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa, TEGEE n.º III. No ano de e refinaria de Sines emitiu um total de toneladas de emissões de CO 2. A Central de Cogeração está incluída, tanto na atual LA como no TEGEE, como parte integrante da refinaria de Sines. Flare da fábrica III 10 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

10 ENQUADRAMENTO Descrição da atividade Capacidade A refinaria de Sines tem capacidade instalada de refinação de 10 milhões de toneladas de petróleo bruto por ano, produzindo uma gama diversificada de produtos comerciais refinados, nomeadamente: Atualmente, a capacidade de armazenagem da refinaria ronda os 3 milhões de toneladas, das quais 1,5 milhões são de petróleo bruto, correspondendo a restante capacidade a produtos intermédios e produtos finais. Produção Gás de petróleo liquefeito 2,7% Gasolinas 28,7% Jet/Petróleo 9,6% Gasóleos 41,5% Fuéis 17,2% Enxofre 0,3% Betumes 0,0% Descrição das principais matérias-primas A refinaria de Sines processa dois tipos de crude, designados em virtude do diferente teor de enxofre: Sour e Sweet. Os gráficos seguintes apresentam as proporções de utilização de cada rama, bem como as suas principais caraterísticas: Tipo de Rama SWEET ,27 0,29 0,28 0,29 0,47 Proporção de utilização (%) Enxofre (%m/m) Densidade da carga (º API) Descrição dos processos A refinaria de Sines compreende atualmente 34 unidades processuais, que incluem uma destilação atmosférica (CC) e duas destilações de vácuo (CV e VV) nas quais se faz a separação física inicial do petróleo bruto nas suas frações de gases, nafta, petróleo, gasóleo, fuelóleo, gasóleo de vácuo e resíduo de vácuo complementadas por duas unidades de dessulfuração de gasóleo (HD e HG) ,90 34,34 36,88 36,25 36,34 O aprovisionamento de crude é subordinado a requisitos e fatores comerciais, técnicos e ambientais, tais como: qualidade, disponibilidade no mercado, cotação internacional, planos de produção da refinaria e capacidade de armazenagem. Tipo de Rama SOUR ,19 27 Proporção de utilização (%) Enxofre (%m/m) 1, , , ,31 37,18 37,39 37,38 35,65 1,92 Densidade da carga (º API) Nas unidades de conversão molecular como a unidade de craqueamento catalítico de gasóleo de vácuo (FCC), a unidade de hidrocraqueamento de gasóleo de vácuo (HC) e a unidade de craqueamento térmico de resíduo de vácuo ou visbreaker (VB) produzem-se produtos mais leves e limpos, para o que também contribuem as unidades de dessulfuração de gasóleo de vácuo (HV) e de dessulfuração de gasolina do FCC (HT). Na unidade de conversão molecular de reformação catalítica ou platforming (PP), melhora-se o índice de octano da gasolina (obtida a partir de nafta dessulfurada na unidade HN), com produção simultânea de hidrogénio. Na unidade de alquilação (ALK) é produzida uma gasolina sem aromáticos nem olefinas (a partir de correntes gasosas) e nas duas unidades de reformação por vapor (HI e HR) produz-se hidrogénio a partir de gás natural, sendo este fundamental para as unidades de hidrocraqueamento e de dessulfuração. Como suporte e complemento de todas estas unidades principais de produção, existem na refinaria de Sines diversas unidades de fracionamento, de merox e de tratamento de gases, bem como três unidades de tratamento para remoção de enxofre (SS, SB e SC), que permitem assegurar a minimização dos impactes ambientais e que os produtos cumprem as especificações exigidas pelos mercados a que se destinam. refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 11

11 02 ENQUADRAMENTO A refinaria de Sines desenvolve as seguintes atividades ao abrigo do diploma de Prevenção e Controlo Integrado de Poluição (PCIP): Rubrica PCIP Descrição 1.1 Instalações de combustão com potência calorífica de combustão superior a 50 MW. 1.2 Refinarias de petróleo e fábricas de gás. Diagrama geral de processo da refinaria de Sines Nafta química Gasolina IX Isopentano Platformada Terminal gás natural Fraccionamento b/d Steam Reformer (HI+HR) 256 ton/d Platforming HN/PP b/d H 2 Merox GPL b/d Isomax b/d Merox gasolina b/d Merox pet b/d Merox isop b/d Trat. gas c/ amina 197 t/d Fracc. GPL b/d Recup. enxofre 128 t/d Fuel gás Fuel gás Enxofre Propano Butano Gasolina leve Propileno Butileno Jet fuel Terminal petroleiro Crude Destilação T1/15 atmosférica 15* b/d m 3 HD Hd-dess. go ligeiro b/d HG Ht-dess. go pesado b/d HV Hd-dess. go vácuo b/d FCC b/d Trat. GPL c/ amina b/d Trat. FG c/ amina 388 t/d Fracc. GPL b/d Recup. Enxofre 80 t/d Desisobutanizadora b/d Petróleo Go. atmosférico Go. pes. trat. Dest. vac. I b/d Visbreaker b/d Merox GPL b/d Trat. FG c/amina Recup. enxofre 135 t/d Hydrisom b/d Alquilação b/d Alquilado Terminal petroleiro Gasóleo de vácuo Oxid. asfalto b/d Dest. vac. II b/d Hidrocracker HC b/d HT Ht-dess. gasolina cracking b/d Trat. GPL c/amina Fracc. GPL b/d H 2 Petróleo HC Nafta ligeira HC LCN gasolina cracking ligeira HCN gasolina cracking pesada Fuelóleo Nafta pesada HC Gasóleo HC UCO HC Betume Go. lig. trat 12 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

12 03 Em detalhe Fábrica III, o que mudou? refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 13

13 03 EM DETALHE FÁBRICA III, O QUE MUDOU? O ano de assinala um marco histórico na indústria da refinação de petróleo em Portugal, com a entrada em pleno funcionamento das novas unidades de refinaria de Sines. Inserido no maior investimento industrial jamais realizado no país, orçamentado em 1,4 mil milhões de euros,o novo complexo de hydrocracking da refinaria de Sines produziu a primeira gota de gasóleo a partir de VGO (gasóleo de vácuo pesado) no dia 10 de Janeiro de. As novas unidades incluem: um hydrocracker com uma capacidade de processamento de 43,000 BPD, que converte uma fração pesada do crude (VGO) em produtos refinados, sobretudo destilados intermédios (gasóleo e querosene); um steam methane reformer, que assegura a produção de hidrogénio puro necessário às reações de hidrotratamento e craqueamento catalítico; uma unidade de recuperação de enxofre que processa os gases ácidos, sub-produtos provenientes da unidade de hydrocracking, convertendo-os em enxofre elementar. Para além destas foram ainda construídas uma nova flare, bem como unidades de suporte à operação do hydrocracker, como um stripper de águas ácidas, uma unidade de recuperação de aminas, offsites, e uma nova unidade de pré-tratamento de efluentes. Após um período inicial de comissionamento, que decorreu sem acidentes e dentro do planeamento, as novas unidades da Fábrica III foram gradualmente conduzidas às suas capacidades nominais e estabilizadas no decurso do 1.º trimestre de. O comissionamento e arranque das unidades esteve inteiramente a cargo das equipas da refinaria de Sines, com acompanhamento do Gabinete de Engenharia e Projetos e o apoio técnico dos licenciadores e do empreiteiro geral Técnicas Reunidas. Placa comemorativa da Fábrica III A cerimónia inaugural das novas unidades da refinaria de Sines teve lugar a 5 de Abril de, e contou com a presença de S. Exª o Presidente da República, assinalando o início de um novo ciclo do aparelho refinador da Galp Energia, mais moderno, mais eficiente e orientado para as necessidades atuais e futuras dos nossos mercados. Fábrica III Inauguração da Fábrica III 14 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

14 04 Atividades, ações e projetos Objetivos e metas Custos e investimentos Formação em SSA refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 15

15 04 ATIVIDADES, AÇÕES E PROJETOS 4.1 Objetivos e metas A Galp Energia, de acordo com a sua visão e valores, estabelece objetivos de desempenho de Ambiente, Qualidade e Segurança aos diferentes níveis da Organização. Estes objetivos são definidos em diversos âmbitos, procurando responder aos vários requisitos e standards de gestão assumidos pela Organização, nos quais se incluem os estabelecidos ao nível dos Sistemas de Gestão de Ambiente, Qualidade e Segurança, implementados de acordo com Normas de Referência, internas e externas. Os resultados alcançados em determinados objetivos têm reflexo na avaliação de desempenho dos colaboradores, traduzindo-se assim num compromisso global e transversal de toda a Organização. De acordo com os processos de melhoria contínua estabelecidos, os objetivos são adaptados à natureza das atividades e à relevância do seu impacto em termos de SSA. O quadro de objetivos e metas da refinaria de Sines é um exemplo deste compromisso. Tema Objetivo/Meta Valor Nível de cumprimento Consumo de Água Bruta/Carga Tratada 0,64 0,68 Efluentes Líquidos/Carga Tratada 0,36 0,34 Emissões de NO x /Carga Tratada 0,11 0,07 Emissões de SO 2 /Carga Tratada 1,41 0,59 Emissões de Partículas/Carga Tratada 0,04 0,02 Emissões de CO 2 Não exceder t CO Observações Preventivas de Ambiente e Segurança Realizar horas de OPAS Exercícios simulados Realizar 15 exercícios simulados 15 Índice de frequência de acidentes com baixa (n.º de acidentes com baixa por milhão de horas trabalhadas) 0,00 0, Custos e investimentos No gráfico seguinte apresentam-se os principais custos e investimentos em Ambiente. Custos e investimentos em Ambiente (M ) ,63 3,20 3,35 1,41 1,49 6,75 0,25 0,79 0,56 7,74 0,32 5,50 1,53 0,28 4,56 0,13 0,73 2,47 2,29 1,57 5,27 0,61 1,68 1,71 3,90 Proteção do recurso água Proteção e gestão do Ambiente Gestão de resíduos Proteção do solo e águas subterrâneas Proteção da qualidade do ar e clima Os montantes reportados anualmente como investimentos de Ambiente refletem o ciclo dos projetos. Consequentemente, a sua evolução deve ser vista de modo integrado, acumulado, constituindo etapas sucessivas para a consolidação de planos de investimentos. Nessa perspetiva, oscilações anuais não traduzem diferentes níveis de compromisso na prossecução da melhoria do desempenho ambiental. 16 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

16 ATIVIDADES, AÇÕES E PROJETOS 04 Os investimentos no capítulo de Segurança, no ano de perfizeram um total de 7.4 milhões de euros. Dos montantes apresentados anteriormente, o gráfico seguinte distingue custos de investimentos. Relação entre custos e investimentos em ambiente (M ) 8,28 4, ,83 4,81 4,19 7,82 5,60 4,83 6,67 6,50 Investimentos Custos 4.3 Formação em SSA A política de Formação da Galp Energia visa assegurar o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores, com o objetivo de contribuir para a consolidação da cultura do Grupo, promover o desenvolvimento de competências estratégicas na óptica da criação de valor, sustentando os planos de desenvolvimento individual. Os temas de Segurança, Saúde e Ambiente, sobretudo numa atividade industrial como é a da refinação, são absolutamente estratégicos, e ao longo dos últimos anos o desenvolvimento cultural da Organização tem tornado claro o imperativo da aposta na formação e na qualificação como ferramentas fundamentais na garantia da sustentabilidade da atividade nos seus diversos vectores. A formação desempenha portanto um papel chave e é assumida com enorme seriedade na refinaria e entre os colaboradores e prestadores de serviços. Os gráficos seguintes apresentam, para o período de a, o número de horas de formação; o número de formandos e o número de ações de formação em Segurança, Saúde e Ambiente a que assistiram colaboradores da refinaria de Sines: N.º de formandos em ações de formação em SSA 658 Por sua vez, os gráficos seguintes apresentam os mesmos indicadores para a formação ministrada pela refinaria: N.º de horas de formação ministradas em SSA N.º de ações de formação ministradas em SSA N.º de horas de formação em SSA N.º de formandos em ações de formação ministradas em SSA N.º de ações de formação em SSA Da análise dos gráficos acima é possível concluir que foram dadas mais ações de formação, mas que as mesmas tiveram menos participantes do que no ano anterior. refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 17

17 05 Em foco processos de gestão para a prevenção de acidentes graves 18 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

18 EM FOCO PROCESSOS DE GESTÃO PARA A PREVENÇÃO DE ACIDENTES GRAVES 05 Na refinaria de Sines trabalhamos diariamente na prevenção de incidentes mas estamos preparados para lidar com situações de emergência. Estas situações de emergência são enfrentadas com rapidez e eficácia, visando reduzir ao máximo os seus efeitos a nível humano, material e ambiental, considerando os melhores recursos e tecnologias disponíveis. Os respetivos procedimentos operacionais de emergência estão contemplados no Plano de Emergência Interno da refinaria. Representação de um cenário de jet fire de gasolina com diferentes níveis de radiação térmica, considerando também as condições climatéricas do momento Aos elementos que compõem as equipas de emergência é-lhes ministrada formação específica e periódica de acordo com um plano de treinos. Para que, em situações de emergência, a atuação seja rápida e eficiente são também realizados exercícios de treino e de simulacro para treinar os meios humanos nas funções que lhes estão atribuídas e garantir a operacionalidade e disponibilidade dos meios materiais. A avaliação da eficácia da formação na atuação em caso de emergência, é realizada por cada exercício de treino/simulacro, permitindo a melhoria contínua do processo de gestão da resposta à emergência. Estes treinos e simulacros têm por base cenários de emergência envolvendo substâncias perigosas tipificados no Relatório de Segurança da refinaria de Sines. Para a tipificação dos cenários e a preparação dos exercícios a refinaria de Sines utiliza software específico que permite realizar uma análise das consequências, interpretação de efeito dominó e definição de estratégias de disposição e disponibilidade de meios. Importa realçar que o adequado grau de preparação e prontidão dos colaboradores na resposta à emergência é um importante complemento aos sistemas de regulação e controlo de equipamentos existentes e demais medidas específicas de segurança processual implementadas, de forma a garantir uma redução de acidentes graves envolvendo substâncias perigosas e as respetivas consequências para a saúde humana e meio ambiente. A todos os colaboradores internos é dada a formação e informação, para que cada um tenha conhecimento dos procedimentos e rotinas previstas em caso de emergência, e assim, estar preparado para adotar a conduta adequada. Representação em planta da distribuição de meios no local em intervenção 12 TH STREET P I P E R A C K Nº 13 GASOLINE C.L. 12A TH COMPLEX R A C K Nº 14 Treino de procedimentos de emergência do PEI Local para equipar com fatos D SCB SUBSTAT.24 C.L. L ROAD ,5 150m P IPERACK Nº19 Norte geográfico Direção do vento VECI Viatura do CT VTGC Ambulância Viatura de apoio fatos D refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 19

19 06 Indicadores de atividade Nível de atividade Produção 20 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

20 INDICADORES DE ATIVIDADE Nível de atividade O gráfico seguinte apresenta a carga tratada e o crude tratado na refinaria. A carga tratada inclui, para além do crude, as restantes matérias-primas e componentes, como sejam: carga das unidades de Cracking e Hydrocracking, aromáticos pesados, resíduo atmosférico, fuel gás, gás natural, MTBE (Éter Metil-ter-butílico), biodiesel, gasóleo e fuel. Nível de actividade (10 6 t) ,2 8,1 8,3 9,6 6,9 8,0 7,5 8,6 7,8 11,0 Carga tratada Crude tratado 6.2 Produção No gráfico seguinte apresenta-se a produção da refinaria de Sines, excluindo Consumos e Quebras, bem como a produção de enxofre, por ser consideravelmente inferior aos restantes produtos. Produtos acabados (10 3 t) Betumes Fueis Gasóleos Jet/Pet Gasolinas Gases Expedições O gráfico seguinte apresenta as quantidades de produtos expedidos pelas diversas vias de expedição da refinaria de Sines: Produtos expedidos por via de expedição (10 3 t) Carros tanque Pipeline Vagão tanque Bunkers Navio refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 21

21 06 INDICADORES DE ATIVIDADE Em termos de quantidade de produto expedido, destacam- -se as expedições por navio e pipeline, dado a capacidade caraterística destas vias. O gráfico seguinte apresenta o número de operações de expedição para escoar os produtos: Número de expedições por via de expedição Carros tanque Pipeline Vagão tanque Bunkers Navio 22 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

22 07 Desempenho em Ambiente Consumo de recursos naturais Emissões atmosféricas Efluentes líquidos Resíduos Projeto 3R 6 refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente 23

23 07 DESEMPENHO EM AMBIENTE 7.1 Consumo de recursos naturais Em virtude da significância da sua utilização e relevância ambiental, apresenta-se neste capítulo informação e indicadores relativos ao consumo de água, energia e matérias-primas. Consumo de água A refinaria de Sines adquire a água bruta às Águas de Santo André, proveniente da Barragem de Morgavel. Adicionalmente, e como complemento, capta água de 4 furos subterrâneos. Os gráficos seguintes apresentam o consumo total de água e possível reutilização e a distribuição dos consumos por fonte. A água reutilizada apresentada para corresponde à reutilização de uma corrente de água processual que já era feita nos anos anteriores, mas que não era contabilizada por inexistência de um sistema de monitorização para o efeito. Consumo de água e água reutilizada (10 6 m 3 ) De acordo com os relatórios de progresso mensal que são realizados para acompanhamento da exploração dos furos de captação, verifica-se que os níveis de exploração das águas subterrâneas são estáveis e compatibilizam-se com as utilizações do aquífero, podendo por isso ser mantidos os regimes de exploração estabelecidos para cada um dos furos de captação. O gráfico seguinte apresenta o histórico do consumo de água, por nível de atividade, até. Consumo de água por nível de atividade (m 3 /t) ,590 0,557 0,646 0,639 0, ,05 0,35 4,77 5,32 O aumento do consumo de água em deveu-se ao arranque da Fábrica III. 0,13 Consumo de água Água reutilizada 5,14 5,52 O gráfico abaixo indica, para o total de água consumida pela refinaria, qual a percentagem que corresponde a água das captações subterrâneas, e qual a proveniente da rede de abastecimento local. 7,50 Consumo de energia Relativamente ao descritor energia, são apresentados os seguintes indicadores: o consumo de resíduo processual combustível (RPC), fuel-gás (FG) e gás natural (GN), e o consumo de eletricidade. Os gráficos seguintes apresentam o consumo de combustíveis na refinaria. Note-se que, nos últimos anos, tem havido uma redução muito significativa no consumo de RPC maximizando o consumo de FG e GN, fruto das alterações efetuadas ao nível da Central de utilidades e da Central de cogeração e, nos últimos dois anos, ao início de funcionamento das unidades processuais da Fábrica III. Fonte de água bruta Consumo de RPC (10 3 t) 3% Consumo água das captações subterrâneas Consumo de água da rede (AdSA) 97% Consumo de fuel gás (10 3 t) refinaria de sines data book de Segurança, Saúde e Ambiente

EDP - Gestão da Produção de Energia, S.A. Central Termoelétrica de Sines. Produção de Energia Elétrica e Deposição de resíduos não perigosos em aterro

EDP - Gestão da Produção de Energia, S.A. Central Termoelétrica de Sines. Produção de Energia Elétrica e Deposição de resíduos não perigosos em aterro 2.º ADITAMENTO À LICENÇA AMBIENTAL nº 300/2009 Nos termos da legislação relativa à Prevenção e Controlo Integrados da Poluição (PCIP), é emitido o 2.º Aditamento à Licença Ambiental do operador EDP - Gestão

Leia mais

ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL

ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL ENERGIN AZÓIA Empresa de Cogeração Industrial, S.A. CENTRAL DE COGERAÇÃO A INSTALAR NA SOLVAY PORTUGAL (PÓVOA DE SANTA IRIA, VILA FRANCA DE XIRA) ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL RESUMO NÃO TÉCNICO Maio de

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.197.05 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

rotulagem de energia eléctrica

rotulagem de energia eléctrica rotulagem de energia eléctrica ROTULAGEM DE ENERGIA ELÉCTRICA A produção e a distribuição de energia eléctrica são fundamentais para o desenvolvimento das sociedades. A rotulagem de energia eléctrica pretende

Leia mais

ANEXO 6 MEDIÇÃO DOS COMBUSTÍVEIS CONSUMIDOS NA REFINARIA DE SINES

ANEXO 6 MEDIÇÃO DOS COMBUSTÍVEIS CONSUMIDOS NA REFINARIA DE SINES ANEXO 6 MEDIÇÃO DOS COMBUSTÍVEIS CONSUMIDOS NA REFINARIA DE SINES 1. Introdução A refinaria de Sines utiliza vários tipos de combustíveis nos seus equipamentos de combustão e de segurança, provenientes

Leia mais

Centro de Produção Sines

Centro de Produção Sines Centro de Produção Sines Conferência Pacto para a Saúde e Ambiente Sines, 6 de Junho de 2007 Agenda A Central e as suas características O desempenho técnico e ambiental da Central As exigências legais

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

Nota Técnica sobre Instalação PCIP

Nota Técnica sobre Instalação PCIP Nota Técnica sobre Instalação PCIP De acordo com o previsto no art 2º do Decreto-Lei 173/2008 de 26 de Agosto que estabelece o regime jurídico relativo à prevenção e controlo integrados de poluição (Diploma

Leia mais

ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL

ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL Agosto de 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 ENQUADRAMENTO... 3 O IMPACTE DO SECTOR FINANCEIRO NAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS... 4 PEGADA CARBÓNICA DO SECTOR

Leia mais

NÚMERO: 1. TÍTULO: Os resíduos perigosos domésticos, industriais e os resíduos hospitalares.

NÚMERO: 1. TÍTULO: Os resíduos perigosos domésticos, industriais e os resíduos hospitalares. NÚMERO: 1 TÍTULO: Os resíduos perigosos domésticos, industriais e os resíduos hospitalares. IDEIAS CHAVE: Resíduos corrosivos, tóxicos, inflamáveis, nocivos. Nesta colecção de transparências, pretendem-se

Leia mais

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural Engenharia Florestal Desenvolvimento Rural 2/05/2010 Trabalho realizado por : Ruben Araújo Samuel Reis José Rocha Diogo Silva 1 Índice Introdução 3 Biomassa 4 Neutralidade do carbono da biomassa 8 Biomassa

Leia mais

Anexo III da Resolução n 1 da CIMGC

Anexo III da Resolução n 1 da CIMGC Anexo III da Resolução n 1 da CIMGC Projeto Nobrecel de Troca de Combustível na Caldeira de Licor Negro (Nobrecel fuel switch in black liquor boiler Project) Introdução: O objetivo deste relatório é o

Leia mais

Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização II 1 setembro 2014 31 outubro

Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização II 1 setembro 2014 31 outubro Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização II 1 setembro 2014 31 outubro Indice Enquadramento Principais trabalhos no período Análise de resultados Indicadores de

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE NOVEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE NOVEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento NOVEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE JULHO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE JULHO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento JULHO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de 2006,

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE DEZEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE DEZEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento DEZEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

Dados estatísticos sobre energia eléctrica e gás natural referentes ao 1.º trimestre de 2011

Dados estatísticos sobre energia eléctrica e gás natural referentes ao 1.º trimestre de 2011 Dados estatísticos sobre energia eléctrica e gás natural referentes ao 1.º trimestre de 2011 No primeiro trimestre de 2011, a carga máxima da rede foi de 491,74 MW - diminuiu 5,14% comparativamente ao

Leia mais

Refinaria de Matosinhos. Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente 2013

Refinaria de Matosinhos. Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente 2013 Refinaria de Matosinhos Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente Refinaria de Matosinhos Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente www.galpenergia.com Data Book de Segurança, Saúde e Ambiente 01 02 03 3.1

Leia mais

Projecto de Lei nº /X

Projecto de Lei nº /X Grupo Parlamentar Projecto de Lei nº /X ESTABELECE O REGIME APLICÁVEL À GESTÃO DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS Exposição de motivos: Os óleos alimentares usados são um resíduo não perigoso que carece de legislação

Leia mais

Repsol Polímeros, Lda

Repsol Polímeros, Lda Repsol Polímeros, Lda SSA&Q Junho 2007 Repsol YPF QUIMICA Localização das Unidades Produtivas Altamira DERIVADA... 45 DYNASOL (50%) Coruña BASE. 60 La Coruña Santander DERIVADA... 54 DYNASOL (50%) Bilbao

Leia mais

Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização III 1 novembro 31 dezembro 2014

Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização III 1 novembro 31 dezembro 2014 Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização III 1 novembro 31 dezembro 2014 Índice Enquadramento Principais trabalhos no período Análise de resultados Indicadores

Leia mais

MODELO DE INQUÉRITO PARA EXECUÇÃO DE UMA AUDITORIA ENERGÉTICA

MODELO DE INQUÉRITO PARA EXECUÇÃO DE UMA AUDITORIA ENERGÉTICA PARA EXECUÇÃO DE UMA AUDITORIA ENERGÉTICA A. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: 1.SEDE 1.1 NOME... 1.2 ENDEREÇO.. 1.3 CÓDIGO POSTAL... 1.4 LOCALIDADE... 1.5 CONCELHO. 1.6 DISTRITO... 1.7 TELEFONE.. 1.8 TELEFAX...

Leia mais

Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador

Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador Jorge Mendonça e Costa jmcosta@cogenportugal.com Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador Manual de Apoio ao Cogerador: Motivação Manual de

Leia mais

Fração. Página 2 de 6

Fração. Página 2 de 6 1. (Fgv 2014) De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (AIE), aproximadamente 87% de todo o combustível consumido no mundo são de origem fóssil. Essas substâncias são encontradas em diversas

Leia mais

Errata à Licença Ambiental n.º 19/2006, de 2006.06.23. Instalação Toyota Caetano Portugal, S.A. Divisão Fabril de Ovar Arada, Ovar

Errata à Licença Ambiental n.º 19/2006, de 2006.06.23. Instalação Toyota Caetano Portugal, S.A. Divisão Fabril de Ovar Arada, Ovar Errata à Licença Ambiental n.º 19/2006, de 2006.06.23 Instalação Toyota Caetano Portugal, S.A. Divisão Fabril de Ovar Arada, Ovar (ex. Salvador Caetano Indústrias Metalúrgicas e Veículos de Transporte,

Leia mais

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013 1 9 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 5/2013 (S00537-201301) Nos termos do Artigo 33º. do Decreto-Lei n.º 178/2006, com a redação conferida pelo Decreto- Lei n.º

Leia mais

Gás Natural Veicular alternativa para uma mobilidade mais inteligente. 9º Encontro Transportes em Revista Lisboa, 25 Junho 2015

Gás Natural Veicular alternativa para uma mobilidade mais inteligente. 9º Encontro Transportes em Revista Lisboa, 25 Junho 2015 Gás Natural Veicular alternativa para uma mobilidade mais inteligente 9º Encontro Transportes em Revista Lisboa, 25 Junho 2015 Índice 1. Grupo Dourogás 2. O Gás Natural 3. UE: mobilidade sustentável 4.

Leia mais

Auditoria Energética - Definição

Auditoria Energética - Definição Auditoria Energética - Definição Levantamento e análise crítica das condições de utilização da Energia, com vista à detecção de oportunidades de racionalização energética, através de medidas com uma viabilidade

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.045.03 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer A DIFERENÇA ENTRE GASOLINA E DIESEL HISTÓRICO Gasolina e diesel são produtos do refino de petróleo cru, achado no seu estado natural no subsolo em várias partes do mundo. Já o petróleo cru é um fluído

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.174.02 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

Impostos com relevância ambiental em 2013 representaram 7,7% do total das receitas de impostos e contribuições sociais

Impostos com relevância ambiental em 2013 representaram 7,7% do total das receitas de impostos e contribuições sociais Impostos e taxas com relevância ambiental 2013 31 de outubro de 2014 Impostos com relevância ambiental em 2013 representaram 7,7% do total das receitas de impostos e contribuições sociais O valor dos Impostos

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.023.02 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

CGD. Relatório de Compensação de Emissões de GEE

CGD. Relatório de Compensação de Emissões de GEE CGD 1 RELATÓRIO DE COMPENSAÇÃO DE EMISSÕES DE GEE CGD S.A. 2014 2 CGD Relatório de Compensação de Emissões de GEE - CGD S.A. 2014 1.1 Introdução O Programa de Baixo Carbono, pioneiro no setor da banca

Leia mais

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros SUMÁRIO Produção de seguro directo No terceiro trimestre de, seguindo a tendência evidenciada ao longo do ano, assistiu-se a uma contracção na produção de seguro directo das empresas de seguros sob a supervisão

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) NO PREENCHIMENTO DO INVENTÁRIO SIRAPA Versão de 17/05/2011

PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) NO PREENCHIMENTO DO INVENTÁRIO SIRAPA Versão de 17/05/2011 PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) NO PREENCHIMENTO DO INVENTÁRIO SIRAPA Versão de 17/05/2011 1. Geral/Acesso 1.1 Não consigo visualizar correctamente o inventário. Geralmente a visualização correcta do inventário

Leia mais

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado

Leia mais

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000 1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS

Leia mais

Projeto Heróis da Água Fase III - 2014/2015

Projeto Heróis da Água Fase III - 2014/2015 O projeto O Projeto Heróis da Água é promovido pela EMAS de Beja e pela Câmara Municipal de Beja, enquadra-se na área da sensibilização e educação ambiental. O projeto mantem-se pelo 3.º ano e continua

Leia mais

Capítulo 2. Caracterização dos gases Combustíveis

Capítulo 2. Caracterização dos gases Combustíveis Capítulo 2 Caracterização dos gases Combustíveis 1 Caracterização dos gases combustíveis... 1 2 Principais características dos gases... 2 2.1 Gases da 1ª família gás de cidade... 2 2.2 Gases da 2ª família

Leia mais

LICENÇA AMBIENTAL. Petróleos de Portugal - Petrogal, S.A. Refinaria de Sines

LICENÇA AMBIENTAL. Petróleos de Portugal - Petrogal, S.A. Refinaria de Sines LICENÇA AMBIENTAL Nos termos da legislação relativa à Prevenção e Controlo Integrados da Poluição (PCIP), é concedida a Licença Ambiental ao operador Petróleos de Portugal - Petrogal, S.A com o Número

Leia mais

1.1 Poluentes atmosféricos. 1.2 Principais Poluentes Atmosféricos

1.1 Poluentes atmosféricos. 1.2 Principais Poluentes Atmosféricos 18 1. Introdução Nos últimos anos, o crescimento econômico dos países desenvolvidos provocou o aumento da demanda mundial por energia. Com esta também veio um forte aumento da dependência do petróleo e

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS A Indústria Petrolífera e a Segurança Rodoviária -ASRA A segurança continua a ser uma prioridade da Indústria Petrolífera, o que se constata quando se avaliam

Leia mais

Não é um sector específico (Pequenas e médias empresas em geral) - Go to 3

Não é um sector específico (Pequenas e médias empresas em geral) - Go to 3 INQUÉRITO EUROPEU DAS PME E O MEIO-AMBIENTE Bem-vindo ao inquérito europeu sobre as PMEs e o meio-ambiente. O questionário deve demorar entre 5-10 minutos para ser concluído. Obrigado! Instituto Tecnológico

Leia mais

Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna. Abílio Casaleiro

Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna. Abílio Casaleiro Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna 27.02.2015 Apresentação do Hospital de Cascais Plano de Catástrofe Externa Plano de Emergência Interna Hospital de Cascais - Caracterização

Leia mais

D.R. DO AMBIENTE Despacho n.º 1059/2012 de 25 de Julho de 2012

D.R. DO AMBIENTE Despacho n.º 1059/2012 de 25 de Julho de 2012 D.R. DO AMBIENTE Despacho n.º 1059/2012 de 25 de Julho de 2012 Nos termos e para efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 110.º do Decreto Legislativo Regional n.º 30/2010/A, de 15 de novembro, que estabelece

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO

FUNDAMENTOS DA GESTÃO A Ultrapar realizou em 2011 um programa de comunicação e disseminação do tema sustentabilidade entre seus colaboradores, com uma série de iniciativas voltadas para o engajamento e treinamento das pessoas.

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.281.01 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A.

Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A. Plano de Emergência Externo do Estabelecimento de Armazenagem de Produtos Explosivos da MaxamPor, S.A. CÂMARA MUNICIPAL DE VILA POUCA DE AGUIAR SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL SETEMBRO DE 2010 ÍNDICE

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS Passado, Presente e Futuro da Gestão de Resíduos Hospitalares em Portugal Missão Técnica a Portugal Logística Reversa 20 a 24 de Outubro de 2014 1 AGENDA 1 2 3

Leia mais

Eficiência Energética e sustentabilidade ambiental CTCV Centro Tecnológico da cerâmica e do Vidro 25 de Fevereiro 2014

Eficiência Energética e sustentabilidade ambiental CTCV Centro Tecnológico da cerâmica e do Vidro 25 de Fevereiro 2014 Eficiência Energética e sustentabilidade ambiental CTCV Centro Tecnológico da cerâmica e do Vidro 25 de Fevereiro 2014 Soluções para coberturas Telhas e acessórios cerâmicas Fibrocimento Complementos para

Leia mais

1 Enquadramento Geral do Plano

1 Enquadramento Geral do Plano 1 Enquadramento Geral do Plano 1.1 Introdução Em 1992 foi elaborado um Plano de Externo (PEE) para o Complexo Industrial do Concelho de Matosinhos. A entrada em vigor da Directiva Seveso II, em 2001, originou

Leia mais

Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Fabio Abdala Gerente de Sustentabilidade, ALCOA

Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Fabio Abdala Gerente de Sustentabilidade, ALCOA Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa Fabio Abdala Gerente de Sustentabilidade, ALCOA 2º. DEBATE SOBRE MINERAÇÃO TJ/PA e PUC/SP Tribunal de Justiça do Pará - Belém, 30/09/2011 Gestão Estratégica

Leia mais

RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL ANO GÁS 2009-2010

RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL ANO GÁS 2009-2010 RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL ANO GÁS 2009-2010 Março 2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom

Leia mais

Transportes Sul do Tejo MOBILIDADE SUSTENTÁVEL

Transportes Sul do Tejo MOBILIDADE SUSTENTÁVEL Transportes Sul do Tejo MOBILIDADE SUSTENTÁVEL Graça Calapez Barreiro, 22 de Outubro de 2010 HISTÓRIA A T.S.T. constitui-se a partir de um dos centros da Rodoviária Nacional. Foi privatizada em Janeiro

Leia mais

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Projeto: Geração de eletricidade a partir de fontes

Leia mais

Gestão do Consumo de Energia no Sector Turístico

Gestão do Consumo de Energia no Sector Turístico Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira Gestão do Consumo de Energia no Sector Turístico Funchal, 1999 Índice 1. INTRODUÇÃO... 1 2. METODOLOGIA... 4 2.1. DEFINIÇÃO DO UNIVERSO

Leia mais

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Eu, abaixo-assinado/a, declaro que a organização que represento solicita a sua admissão como Membro do Cluster Ambiental 2Bparks e

Leia mais

Indicadores Ambientais

Indicadores Ambientais Indicadores Ambientais / Desempenho Em, publicámos o nosso primeiro Relatório Ambiental, como forma de divulgar os nossos esforços e resultados na área da protecção ambiental. A presente publicação deve

Leia mais

Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6%

Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6% 09 de janeiro de 2012 Estatísticas do Comércio Internacional Novembro de 2011 Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6% No período de setembro a novembro de 2011, as saídas

Leia mais

Relatório Ambiental 2013 O nosso compromisso com o ambiente

Relatório Ambiental 2013 O nosso compromisso com o ambiente Relatório Ambiental 2013 O nosso compromisso com o ambiente Relatório Ambiental 2013 O nosso compromisso com o ambiente Março de 2014 QEL/SQA Imprensa nacional-casa da moeda, s. A. Avenida de António

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes

Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes Eficiência Energética e Mercados de Carbono Sector dos Transportes Lisboa, 20 de Novembro 2009 Cláudio Casimiro claudio.casimiro@ceeeta.pt tel. +351 213 103 510 fax +351 213 104 411 Rua Dr. António Cândido,

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Óleos Alimentares Usados (OAU) GERAL/ENQUADRAMENTO 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de óleos alimentares usados? 2. Quais as proibições previstas no âmbito da gestão

Leia mais

biomassa florestal calor, aquecimento e água quente www.silvaplus.com

biomassa florestal calor, aquecimento e água quente www.silvaplus.com biomassa florestal calor, aquecimento e água quente www.silvaplus.com A biomassa florestal As florestas portuguesas são constituídas por uma enorme variedade de espécies que apresentam poderes caloríficos

Leia mais

CPAI COMISSÃO PERMANENTE DE APOIO AO INVESTIDOR

CPAI COMISSÃO PERMANENTE DE APOIO AO INVESTIDOR ANEXO V - NOTAS EXPLICATIVAS Este formulário é de preenchimento obrigatório e serve de sustentação à auto-avaliação realizada no Anexo III Os itens I Preenchimento dos requisitos de elegibilidade e II

Leia mais

INFORMAÇÃO A COMUNICAR AO PÚBLICO NO ÂMBITO DA DIRETIVA SEVESO

INFORMAÇÃO A COMUNICAR AO PÚBLICO NO ÂMBITO DA DIRETIVA SEVESO NO ÂMBITO DA DIRETIVA SEVESO DESIGNAÇÃO DO ESTABELECIMENTO: Refinaria de Sines A atualização deste documento apenas é garantida através do SIAQS. Salvo indicação em contrário, qualquer cópia em papel é

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS NA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA. 15-09-2011 Agostinho Figueira

ENERGIAS RENOVÁVEIS NA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA. 15-09-2011 Agostinho Figueira PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA 15-09-2011 Agostinho Figueira TÓPICOS: 1. Política energética 2. Integração de fontes de energia renovável 3. Sistema electroprodutor Fontes renováveis 4. Plano de acção -

Leia mais

NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP. Outubro 2014

NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP. Outubro 2014 NFPA-APSEI Prevenção e Segurança Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho no Grupo EDP Outubro 2014 EDP Valor Direção de Segurança e Saúde Outubro de 2014 Agenda 1. O Grupo EDP 2. O Sistema de Gestão da

Leia mais

SISTEMA ENERGÉTICO PORTUGUÊS

SISTEMA ENERGÉTICO PORTUGUÊS SISTEMA ENERGÉTICO PORTUGUÊS (ELETRICIDADE E GÁS NATURAL) Contexto Regulamentar O enquadramento legal decorre da implementação do designado "Terceiro Pacote Energético", da União Europeia, do qual fazem

Leia mais

Cogeração Motores a Gás e Diesel

Cogeração Motores a Gás e Diesel Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 4º Ano, 2º Semestre Gestão de Energia 2002/2003 Cogeração Motores a Gás e Diesel Afonso Oliveira,

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt 30 27 Evolução do Preço CO2 Jan 06 - Fev 07 Spot Price Powernext Carbon Jan de 2006 a Fev 2007 Spot CO2 (30/01/07) Preço Δ Mensal 2,30-64.50% 2007 2,35-64,4% 2008 15.30-16,16% Futuro Dez 2009 2010 15.85

Leia mais

Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente Política Global Novartis 1 de março de 2014 Versão HSE 001.V1.PT 1. Introdução Na Novartis, nossa meta é ser líder em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (HSE).

Leia mais

Case study. Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA

Case study. Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA Case study 2010 Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA A E.Value S.A. é uma empresa de consultoria e desenvolvimento, com competências nos domínios

Leia mais

Sumário ambiental Central de Ciclo Combinado Tapada do Outeiro 2014

Sumário ambiental Central de Ciclo Combinado Tapada do Outeiro 2014 Sumário ambiental Central de Ciclo Combinado Tapada do Outeiro 2014 Sumário ambiental Central de Ciclo Combinado Tapada do Outeiro 2014 /Sumário ambiental 04 08 09 10 12 14 16 18 20 22 24 26 26 27 28 30

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO Pág. 2 de 16 Se está a receber este documento, isto já significa que é alguém especial para a UEM Unidade de Estruturas Metálicas SA. Convidamo-lo

Leia mais

ISEL. Centrais Termoeléctricas do Carregado e do Ribatejo. Relatório de Visita de Estudo. 30 Novembro 2004. Secção de Sistemas de Energia

ISEL. Centrais Termoeléctricas do Carregado e do Ribatejo. Relatório de Visita de Estudo. 30 Novembro 2004. Secção de Sistemas de Energia ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Centrais Termoeléctricas do Carregado e do Ribatejo Relatório de Visita de Estudo 30 Novembro 2004

Leia mais

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

A Chevron e Angola. Parceiros de Longa Data

A Chevron e Angola. Parceiros de Longa Data A Chevron e Angola Parceiros de Longa Data As oportunidades de crescimento e progresso nunca foram tão vastas nas seis décadas de história da Chevron em Angola. Biliões de dólares estão a ser investidos

Leia mais

Tecnologia e Sustentabilidade

Tecnologia e Sustentabilidade Painel 2 Tecnologia e Sustentabilidade Robério Fernandes Alves de Oliveira 1 Painel 2 Tecnologia e Sustentabilidade As dimensões da sustentabilidade Econômica Social AMBIENTAL 2 Painel 2 Tecnologia e Sustentabilidade

Leia mais

A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas

A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas Luís Costa Leal Director-Geral CELPA, Associação da Indústria Papeleira CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel Nesta

Leia mais

Eficiência Energética e Cuidados Ambientais em Empreendimentos a Carvão - a experiência da UTE CANDIOTA III - 350 MW (Fase C da Usina de Candiota)

Eficiência Energética e Cuidados Ambientais em Empreendimentos a Carvão - a experiência da UTE CANDIOTA III - 350 MW (Fase C da Usina de Candiota) Eficiência Energética e Cuidados Ambientais em Empreendimentos a Carvão - a experiência da UTE CANDIOTA III - 350 MW (Fase C da Usina de Candiota) Apresentação 2 Thermal Energy LatAm Rio de Janeiro, 01/02/2012

Leia mais

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA EDP PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA O Grupo EDP Energias de Portugal centra as suas actividades na produção, distribuição e comercialização de energia eléctrica,

Leia mais

Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização I 16 Junho - 31 Agosto 2014

Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização I 16 Junho - 31 Agosto 2014 Programa de Demostração de Mobilidade Elétrica no MAOTE Relatório de Monitorização I 16 Junho - 31 Agosto 2014 Indice Enquadramento Principais trabalhos no período Análise de resultados Indicadores de

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Síntese O Compromisso ALIANSCE para a Sustentabilidade demonstra o nosso pacto com a ética nos negócios, o desenvolvimento das comunidades do entorno de nossos empreendimentos,

Leia mais

A ISO 26000 e a sua relação com os referenciais certificáveis. Os 7 temas fundamentais da ISO 26000 vertente Ambiente - A experiência da EGEO

A ISO 26000 e a sua relação com os referenciais certificáveis. Os 7 temas fundamentais da ISO 26000 vertente Ambiente - A experiência da EGEO A ISO 26000 e a sua relação com os referenciais certificáveis Os 7 temas fundamentais da ISO 26000 vertente Ambiente - A experiência da EGEO Ana Maria Lopes CONTEÚDO EGEO SIG- nas empresas da EGEO social

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa

Análise de sustentabilidade da empresa Análise de sustentabilidade da empresa Em 2013, a NAV Portugal manteve a prática de integração dos princípios de sustentabilidade nas políticas e processos da sua gestão, como suporte à promoção do seu

Leia mais

Projeto de Conservação e Reuso de Água ELECTROLUX

Projeto de Conservação e Reuso de Água ELECTROLUX Projeto de Conservação e Reuso de Água ELECTROLUX São Carlos, 31 de Janeiro de 2011. PROJETO REUSO DE ÁGUA - ELECTROLUX 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Electrolux do Brasil S/A Unidade: São Carlos

Leia mais

Volkswagen Autoeuropa, Lda. Volkswagen Autoeuropa, Lda.

Volkswagen Autoeuropa, Lda. Volkswagen Autoeuropa, Lda. 5.º Aditamento à LICENÇA AMBIENTAL nº 1/2004 Nos termos da legislação relativa à Prevenção e Controlo Integrados da Poluição (PCIP), é emitido o 5.º Aditamento à Licença Ambiental do operador Volkswagen

Leia mais

Plano de Emergência Externo de Ílhavo

Plano de Emergência Externo de Ílhavo Plano de Emergência Externo de Ílhavo 2012 Conteúdo Parte I Enquadramento Geral do Plano... 12 1. Introdução... 12 2. Âmbito de aplicação... 14 3. Objetivos gerais... 15 4. Enquadramento legal... 16 5.

Leia mais

JUSTIFICATIVAS PROPOSTA de LIMITES DE EMISSÕES FONTES EXISTENTES REFINARIAS

JUSTIFICATIVAS PROPOSTA de LIMITES DE EMISSÕES FONTES EXISTENTES REFINARIAS JUSTIFICATIVAS PROPOSTA de LIMITES DE EMISSÕES FONTES EXISTENTES REFINARIAS 1. Objetivo: Considerando os limites estabelecidos pela CONAMA 382 como referências para as fontes existentes, este documento

Leia mais

Gestão de Instalações Desportivas

Gestão de Instalações Desportivas Gestão de Instalações Desportivas Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Módulo 10 sessão 3 Gestão de Instalações Desportivas 1.3. Sistemas integrados de qualidade, ambiente e segurança Ambiente,

Leia mais

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha. A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores.

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 2/2011 ROTULAGEM DE ENERGIA ELÉTRICA

RECOMENDAÇÃO N.º 2/2011 ROTULAGEM DE ENERGIA ELÉTRICA RECOMENDAÇÃO N.º 2/2011 ROTULAGEM DE ENERGIA ELÉTRICA Dezembro de 2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom Cristóvão da Gama

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD)

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) Recomenda ao Governo que utilize sistemas de teleconferência e videoconferência em substituição de reuniões presenciais I - Exposição de motivos A proposta de

Leia mais

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. "Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009 INFRAQUINTA Afirmação de uma Cultura Ambiental "Modelos de Gestão no Sector do Turismo Albufeira, 22 Abril 2009 AGENDA 1. A INFRAQUINTA Génese Estrutura Accionista Organograma Missão Competências 2. O

Leia mais