PLANO DE EMERGÊNCIA DÁRIO AFONSO LUISA FERREIRA MARIA SANTOS ANA CARINA ANA RITA [ ]

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1 2010 PLANO DE EMERGÊNCIA DÁRIO AFONSO LUISA FERREIRA MARIA SANTOS ANA CARINA ANA RITA [ ]

2 ÍNDICE Introdução pág. 3 Plano de Emergência nos dias de hoje pág. 4 Definição do Plano de Emergência pág. 5 Para que é um Plano de Emergência? pág. 5 e 6 Como se pode proteger a si e a todas as pessoas? pág. 6 O que é um Plano de acções de Emergência? pág. 7 O que é que o Plano de Emergência deve incluir? pág. 8 Como alertar todas as pessoas para uma Emergência? pág. 9 Como levar a cabo uma política de procedimentos de evacuação? pág. 10 Em que condições deve ser feita uma evacuação? pág.10 e 11 Qual o papel do coordenador e dos responsáveis durante uma evacuação? pág. 11 e 12 Como estabelecer caminhos de fuga? pág. 12 Como fazer a contabilização do pessoal após uma evacuação? pág. 13 Como deve ser planeada as operações de salvamento? pág. 13 e 14 Que assistência médica deve ser providenciada durante a emergência? pág. 14 Qual o papel que os empregados podem ter numa acção de emergência? pág. 15 Que informação deve conter o plano para os seus empregados? pág. 15 Que tipo de treino devem ter os empregados? pág. 16 e 17 Com que frequência devem ser treinados os colaboradores? pág. 17 O que é o plano deve incluir sobre matérias perigosas? pág. 17 Que tipo de equipamento especial deve conter em caso de emergência? pág. 18 e 19 Como deve escolher as máscaras e outros equipamentos mais adequados? pág. 19 Por quem é que deve ser elaborado o plano de emergência? pág. 20 Conclusão pág. 21 Bibliografia pág. 22 ANEXO I Exemplo de um Plano de Emergência Interno (Escola E/B 2 e 3, Vila das Aves) pág P á g i n a

3 Introdução No âmbito do curso TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho, a decorrer em Silves, ministrado pela entidade MegaExpansão, desenvolvemos um Projecto Integrador com apresentação em seminário, intitulado Como minimizar os riscos no trabalho, levado a cabo por todos os formandos, divididos por subgrupos organizados por subtemas. O nosso grupo é constituído por cinco formandos (Ana Carina, Ana Rita, Dário Afonso, Luísa Lobito e Maria Santos) e o subtema do nosso projecto é Plano de Emergência (PE), tem a finalidade de se dar a conhecer todos os conteúdos inseridos num PE. Pretendemos neste trabalho apresentar a definição de um PE, explicar o que é, ou seja, qual é a sua finalidade, bem como as diversas questões que o envolve. Da mesma forma pretendemos explicar e dar a conhecer todos os procedimentos para a sua elaboração e para a sua concretização correcta e plena. 3 P á g i n a

4 Plano de Emergência nos dias de hoje No início do 3º milénio, o mundo encontra-se confrontado com todas as suas forças, fraquezas, com o seu mercado, as suas tradições e os seus valores, num estado em que o quadro de desafios e ameaças resulta de uma sociedade em progressiva globalização. As empresas, os parceiros sociais, os governos, as organizações nacionais e as organizações mundiais foram forçadas a agir em resposta às tenções resultantes da modernização do trabalho, actuando sobre a organização do trabalho. Deste modo, todas as questões relacionadas com o homem e o seu bem-estar passaram a ter um peso mais relevante nos dias que correm. Os acidentes de trabalho e doenças profissionais representam um custo humano e social inaceitável e também um fardo excessivo para as entidades patronais. Daí que cada vez mais tenha um peso maior na sociedade que ocorre. As más condições de saúde e de segurança no trabalho reduz o potencial dos trabalhadores e enfraquece a competitividade da economia europeia, com consequência de uma enorme carga sobre o sistema de segurança social e fiscal, nos custos de produção mais elevados e da redução da qualidade ao nível da empresa. Surge assim a necessidade de se falar no conceito de emergência com o intuito de prevenção e protecção dos activos envolvidos (pessoas e bens). O objectivo geral de um Plano de Emergência consiste em definir a estrutura organizativa dos meios humanos e materiais estabelecer os procedimentos adequados para actuação em caso de emergência, de um modo a garantir a protecção dos inseridos na empresa, a defesa do seu património e a protecção do ambiente. Em Portugal, actualmente, está em vigor legislação que prevê a existência de um Plano de Emergência (Lei n.º 102/2009, Artigo n.º 75), no âmbito do Dec. Lei 254/2007 Art.º n.º 17, 18 e 19, em suma, é obrigatório a existência de um PEI para estabelecimentos com uma área superior a 50m 2. 4 P á g i n a

5 Definição de Plano de Emergência Um plano de emergência é um conjunto de normas e regras de procedimento, destinadas a minimizar os efeitos das catástrofes que se prevê que possam a vir ocorrer em determinadas áreas, servindo de forma optimizada os recursos disponíveis. Para que é um Plano de Emergência Um Plano de Emergência é destinado a minimizar riscos provenientes de situações causadas pelo homem, por descuido ou intencional, e situações de catástrofes naturais, podem ocorrer em locais isolados ou mesmo em grande escala regional, nacional ou envolvendo vários países. Contudo é muito importante que todos os elementos humanos inseridos nestes locais, se habituem a respeitar as regras de segurança. Uma situação de emergência é uma situação de que ninguém está à espera e que, na maior parte das vezes, tem resultados ameaçadores e até catastróficos para a comunidade e para todo o meio envolvente. Os riscos serão mais elevados se não forem tomadas as medidas necessárias para a prevenção das consequências mais prováveis. Com frequência as situações de emergências provêm de causas naturais ou de causas humanas e, podem ter repercussões graves quer em termos físicos, quer em termos ambientais, já para não falar em termos económicos. Algumas situações de emergência esperadas podem ser: Cheias; Ventos fortes; Incêndios; Libertação de gases tóxicos; Sismos; Derrames químicos; 5 P á g i n a

6 Explosões; Distúrbios civis; Violência no local de trabalho. Muitas das situações anteriores dão lugar aos conhecidos Acidentes Ambientais que podem ser definidos como sendo eventos inesperados que afectam, directa ou indirectamente a segurança e a saúde de todos os elementos evolvidos. Os Acidentes Ambientais são situações de emergência e que podem ser também caracterizadas de duas formas: Acidentes naturais; Acidentes tecnológicos. Como se pode proteger a si e a todas as pessoas A melhor forma que existe, para actuar numa situação de crise, é prevenção e o conhecimento de medidas adequadas a tomar nos casos de emergências mais frequentes ou previsíveis. Poucas pessoas conseguem pensar de forma clara e lógica em momentos de crise, por isso é muito importante fazê-lo antecipadamente, como tal é necessário que se proceda à formação e à simulação, desta forma tudo o que for investido antecipadamente resultará em benefício numa situação inesperada. 6 P á g i n a

7 É necessário trabalhar em cenários de possíveis acontecimentos, com os piores casos. Pergunte a si próprio o que faria se acontecer o pior. Se acontecer um incêndio numa caldeira? Se no caso de vento forte o telhado voar? Se transportar um veículo de mercadorias perigosas? Se tiver um acidente na estrada com o derrame dessas mercadorias? Depois de identificar as potenciais emergências, considere a forma como elas o podem afectar a si e às pessoas envolventes e de que forma poderá actuar. O que é um Plano de Acções de Emergência Um Plano de Acções de Emergência deve considerar quais as pessoas com formação e informação designadas para agir em situações necessárias, de forma a assegurar a segurança das pessoas de qualquer acidente que venha a acontecer. Não é necessário que todos as pessoas sejam responsáveis em adquirir conhecimentos de equipas de primeira intervenção. No entanto se alguém for solicitado para a sua colaboração, tem que se certificar que conhece bem o Plano de Emergência, para assim poder agir de forma a proteger a comunidade e a si próprio. Estabelecer em conjunto um Plano de Acções de Emergência que detalhe com rigor todos os tipos de riscos específicos e gerais, associados a uma actividade, não é assim tão difícil. Pode mesmo ser um benefício incluir todas as pessoas na sua elaboração. A explicitação dos objectivos e das medidas de protecção, podem conduzir à salvaguarda de vidas e bens no caso de uma emergência e pode constituir o primeiro passo para uma inventariação dos perigos inerentes. 7 P á g i n a

8 O que é que o Plano de Emergência deve incluir Deve tratar e abordar todas as potenciais situações que poderão ocorrer no local. Deve ser moldado a cada edifício seja ele de grandes ou pequenas dimensões e deve incluir toda a informação sobre todas as potenciais fontes eventuais causadoras de acidentes. O desenvolvimento de um Plano de Acção, permite fazer uma abordagem rigorosa para determinar se existem riscos químicos ou físicos, que possam originar uma situação de emergência. Se uma empresa estiver distribuída por mais de um local de trabalho ou instalação, deverá existir um Plano de Emergência para cada um desses locais. No mínimo um Plano de Emergência, deverá incluir o seguinte: Um método para comunicar casos de incêndio ou outras emergências; Uma política de procedimentos em caso de evacuações; Os procedimentos de fuga e os caminhos de fuga assinalados, no chão, com mapas da instalação e áreas de segurança ou refúgios de segurança assinalados; Um local de ponto de encontro para as pessoas e, procedimentos estabelecidos para a contagem dos empregados após a evacuação; Listagem com nomes e em caso de uma empresa, os cargos, departamentos e números de telefone individuais dos funcionários, quer os presentes na empresa quer os ausentes, para contacto com informação e explicação dos deveres e responsabilidades durante o accionamento do Plano de Emergência; No caso de uma fábrica, os empregados encarregues por encerrar operações críticas que estejam a decorrer, bem como os que estão encarregues de operar com os extintores de incêndio ou executar outros serviços essenciais devem colocar-se a postos assim que possível; Devem estar sempre presentes os meios técnicos e humanos para a prestação de cuidados médicos e de salvamento. 8 P á g i n a

9 Deverá existir uma localização alternativa de um centro de comunicações, para ser usado em caso de incêndio ou explosão; Tem de ser providenciado um local seguro, dentro ou fora do local do sinistro, onde guardar documentos importantes, bem como a lista dos contactos dos empregados. Como alertar todas as pessoas para uma emergência O Plano de Emergência deve conter uma forma ou método para alertar o pessoal, incluindo os trabalhadores que não estão ao serviço. Entre algumas dessas acções, devem ser levadas em conta as seguintes questões: Se existe um alarme que é reconhecido por todos os elementos, como sinal de evacuação da área ou para a realização de acções de integração; Se os alarmes para além de serem audíveis são também visíveis ou percepcionados de qualquer outra forma, por todos no local, deve também existir uma fonte de alimentação alternativa, para o caso de a electricidade ter de ser desligada; Se o sistema de comunicações alternativo e ligado ao sistema público de comunicações, rádios portáteis ou telemóveis para notificar o pessoal, está operacional; Utilização de dispositivos tácticos para alertar as pessoas que podem não reconhecer de outra forma os sinais audíveis ou os alarmes visuais. 9 P á g i n a

10 Como levar a cabo uma política de procedimentos de evacuação Uma evacuação desorganizada pode dar lugar a confusão, ferimentos ou até à morte de pessoas. Desta forma é importante: Definir as condições de uma evacuação; Definir quais as pessoas responsáveis por autorizar uma evacuação. Essas pessoas poderão também delegar tarefas e designar alguém que fique responsável na contagem do pessoal; Devem ser elaborados procedimentos de evacuação, que incluam os caminhos a seguir e as saídas de emergência disponíveis. Estes procedimentos devem estar visíveis e acessíveis a todas as pessoas; Existência de instruções para auxiliar pessoas de diferentes línguas ou pessoas com deficiência. Em que condições deve ser feita uma evacuação Num caso de emergência, as autoridades oficiais podem elas próprias ordenar a evacuação. Em alguns casos, podem dar instruções para que sejam fechados a água, o gás e a electricidade. Noutros casos, deve existir sempre uma pessoa que seja responsável para tomar decisões sobre as questões de encerramento e paragem das empresas. A protecção da saúde e a segurança dos trabalhadores da empresa deve ser a primeira prioridade. Em caso de incêndio, a evacuação imediata para uma área pré-determinada, longe da empresa, é a melhor forma de protecção para os trabalhadores. O tipo de edifício e de construção podem ser factores importantes para a decisão. A maior parte dos edifícios são muito vulneráveis aos efeitos de desastres como ventos fortes, 10 P á g i n a

11 tremores de terra, cheias ou explosões. A extensão dos danos depende do tipo de emergência e do tipo de construção do edifício. As empresas e os escritórios mais modernos, por exemplo, são feitos com recurso a estruturas metálicas e, por isso são estruturalmente mais resistentes do que a construção tradicional, mas no caso de um acidente como um tremor de terra ou explosão, quase toda a estrutura sairá afectada. Alguns desses edifícios cairão e outros ficarão muito enfraquecidos. Qual o papel do coordenador e dos responsáveis durante uma evacuação Quando se elabora um plano de actividades de evacuação em caso de emergência, deve designar-se um responsável pela direcção e chefia do respectivo plano. É importante que os empregados saibam quem é o coordenador e, que compreendam que essa pessoa tem autoridade para tomar todas as decisões durante a emergência. O chefe deve ser a pessoa responsável pelo seguinte: Gerir a situação e determinar quando é que é necessário implementar os procedimentos adoptados; Supervisionar os esforços na área, incluindo a evacuação do pessoal; Coordenar os serviços externos de emergência, tais como a ajuda médica ou o serviço de bombeiros e, assegurar-se de que estes são notificados sempre que necessário; Conduzir o processo de encerramento da empresa quando tal for necessário. Pode ser também vantajoso, recorrer a outro pessoal da unidade, para auxiliar e partilhar tarefas sobretudo quando se trata de pessoal experiente e conhecedor da empresa e/ou das secções desta. 11 P á g i n a

12 O coordenador pode designar também ajudantes que colaborem no processo de evacuação, auxiliando o pessoal a sair das zonas de perigo para zonas onde fiquem a salvo, durante as operações de emergência. Geralmente recomenda-se um auxiliar para 20 pessoas, sendo no entanto o seu número em função do número de colaboradores no activo em cada momento ou período de trabalho. Os trabalhadores designados para ajudar em caso de procedimento de evacuação de emergência, devem ser treinados, em cenário real de trabalho e, devem ser testadas as várias saídas de emergência existentes. Todos os empregados incluindo aqueles que são designados para auxiliar nas operações de emergência, devem ter em atenção os colegas com necessidades especiais que poderão precisar de cuidados extra, indicando-lhes formas de evitar as áreas perigosas ou com materiais perigosos, durante a evacuação. Como estabelecer caminhos de fuga Quando se elabora um plano de emergência, devem ser designados os caminhos de fuga principais e secundários. Para que, de acordo com as diferentes condições, nos possamos assegurar de que as saídas de emergência funcionarão, deverão cumprir-se as seguintes condições: Estas saídas devem estar devidamente marcadas e assinaladas; Devem ter uma dimensão adequada ao eventual número de pessoas a evacuar; Devem estar sempre desobstruídas e limpas; Devem estar previstas de forma que os colaboradores não fiquem expostos a zona. 12 P á g i n a

13 Como fazer a contabilização do pessoal após uma evacuação A contabilização do pessoal após uma evacuação é uma operação crítica. A confusão nas áreas de encontro pode dar origem a atrasos no salvamento de alguém que tenha eventualmente faltado por ter ficado preso no edifício ou, poderá dar origem a buscas de salvamento perigosas e desnecessárias. Para nos assegurarmos de que tudo decorre com a rapidez necessária, a contabilização mais segura dos funcionários deverá levar em conta no plano de emergências os seguintes passos: A indicação da sala de reunião, onde os empregados possam chegar facilmente em caso de evacuação; Deve fazer-se uma contagem de cabeças após a evacuação. Identificando os nomes e a última localização conhecida de quem não está presente e a informação deve ser passada ao responsável no comando; Deve estabelecer-se um método de contagem para os funcionários externos, fornecedores ou clientes; Deve estabelecer-se procedimentos para o caso de uma maior evacuação ou para o caso da expansão do acidente. Isto pode implicar o envio dos funcionários para casa, pelos seus meios normais ou providenciando-lhes um transporte. Como devem ser planeadas as operações de salvamento É preciso um pouco mais do que dar as mãos para salvar vidas. A falta de treino, pode dar origem a perigos quer para quem socorre, quer para quem é socorrido. Por essa razão, é importante deixar as operações de salvamento para quem é praticado, equipado e certificado para conduzir essas operações. Se o empregado estiver a trabalhar em espaços limitados, então o plano de acções de emergência deve incluir procedimentos especificamente dirigidos para cada um desses espaços. 13 P á g i n a

14 Relativamente a esses espaços, o empregador deve cumprir a legislação específica em vigor para estes espaços, no caso de esta existir. Que assistência médica deve ser providenciada durante a emergência As operações de salvamento devem ser deixadas para quem é treinado, pois tem o equipamento certo e é certificado para tal; Não ser treinado para salvar vidas pode dar origem a perigos quer para quem socorre como para quem é socorrido; Se estiver a trabalhar num sítio fechado, deverá haver um plano de emergência com procedimentos específicos a cada um desses espaços; Se na empresa não existir um médico, deverá haver um acordo com serviços de primeiros socorros externos ou com serviços médicos que fiquem perto das instalações, para que estejam disponíveis em caso de emergência; Deverá fornecer aos seus funcionários um documento onde esteja escrito todos os procedimentos médicos, para em caso de emergência minimizar a confusão; Incentive alguns dos seus colaboradores a tirar um curso de primeiros socorros, assim no caso de não existir perto hospitais, clínicas ou enfermarias eles irão ser capazes de assistir quem necessitar; Bombeiros, Cruz Vermelha e Seguros são locais onde poderão obter formação e treino; Equipe o seu estabelecimento com meios de socorro obrigatórios necessários para usar em caso de emergência; No caso de problemas de saúde ou de acidentes, deverá ser estabelecido um relacionamento (contacto prévio para troca de informação e aconselhamento, criando mecanismos rápidos em futura intervenção), com os bombeiros locais que podem transportar assim segura e rapidamente o paciente para o hospital. 14 P á g i n a

15 Qual é o papel que os empregados podem ter numa acção de emergência Os melhores planos de acção são aqueles em que existe a participação dos funcionários, especialmente aqueles que especifiquem as acções dos mesmos. Estes funcionários recebem treinos apropriados, elaboram cenários sobre acidentes, dão sugestões e ajudam a escolher melhor as respostas em caso de emergência. Para um papel efectivo dos empregados numa acção de emergência deve: Rever o plano com os seus funcionários depois de este estar desenvolvido; Rever os procedimentos periodicamente; Manter uma cópia do plano onde os trabalhadores tenham acesso ou forneça uma cópia a cada um. Que informação deve conter o plano para os seus empregados É importante em caso de emergência, ter acesso a toda a informação sobre todas as pessoas, como o telefone de casa, nomes completos, telefones de parentes mais próximos e informação médica. Essa informação deverá ser armazenada de maneira a ter um fácil acesso mas de forma a manter a confidencialidade dos dados. 15 P á g i n a

16 Que tipo de treino devem ter os empregados Antes de mais deve ser fornecida informação aos funcionários sobre todos os tipos de emergência que possam acontecer e treine-os para poderem intervir rapidamente em qualquer situação. Para isso: Deve-se assegurar de que os funcionários compreendam bem as suas funções; Que saibam quais os elementos do plano de acção, as potenciais emergências, procedimentos de comunicação, sistemas de alarme, planos de evacuação e procedimentos de encerramento de urgência; Discuta aspectos perigosos relacionados com o local, como produtos inflamáveis existentes, químicos, tóxicos, fontes de radioactividade ou outras substancias que reajam com a água. O treino dos seus funcionários deverá ter em conta o seguinte: Qual o papel individual de cada um, bem como as suas responsabilidades; Que ameaças, perigos e acções de protecção devem ter; O tipo de notificação, aviso e procedimentos de comunicação; Quais as formas de localização de membros da sua família em caso emergência; Os Procedimentos de resposta a emergências; Evacuação, abrigos e procedimentos de contabilização; A localização e uso de equipamentos comuns de emergência; Quais os Procedimentos de encerramento de emergência. 16 P á g i n a

17 Uma vez revisto o plano de acções com os seus funcionários, e depois de todos terem um treino apropriado, seria muito bom praticarem através de um exercício, que irá manter os seus funcionários preparados, pelo menos uma vez por ano. Inclua os bombeiros e serviços externos de primeiros socorros nos exercícios. Depois dos exercícios reúna os colaboradores para analisar e avaliar e identifique as fraquezas e os pontos fortes do plano. Com que frequência devem ser treinados os colaboradores Reveja o plano e o treino anual. Aproveite outras oportunidades para levar a cabo treinos, nomeadamente quando: Está a montar a unidade ou uma nova fábrica; Quando introduzir novos equipamentos, materiais ou processos na fábrica; Quando contratar novos funcionários; Quando mudar o lay-out ou conceber um novo design para a unidade; Quando rever ou actualizar os procedimentos de emergência. O que é que o plano deve incluir sobre matérias perigosas Não interessa o tipo de negócio, pode-se ver potencialmente envolvido numa emergência que tenha materiais perigosos tais como: inflamáveis, explosivos, tóxicos, corrosivos, biológicos ou outros. A fonte de substâncias perigosas pode ser externa, como por exemplo, uma fábrica química que é apanhada num incêndio provocado por um acidente de camião que ocorre junto à fábrica. A fonte poderá ser fisicamente oriunda da fábrica. Independentemente da sua fonte, estes acontecimentos podem ter um impacto directo sobre os empregados e sobre o negócio e pode ser minimizado por um bom plano de acções. 17 P á g i n a

18 Se armazena matérias perigosas na fábrica, então enfrenta um risco acrescido, numa emergência envolvendo matérias perigosas. Os acidentes que envolvem matérias perigosas devem ser objecto de comunicação às autoridades com os detalhes sobre as matérias envolvidas e com as suas fichas técnicas. Por essa razão é importante que o fornecedor dessas matérias lhe dê toda a informação sobre os produtos com vista a fazer face a uma ocorrência de emergência e para dar conhecimento aos trabalhadores de todos os meios e informação para a sua movimentação e uso, tais como etiquetagem, fichas de segurança, lista de precauções, bem como instruções sobre o que podem ou não podem fazer para se protegerem. Por lei é obrigado a fornecer toda a informação aos trabalhadores, sobre as consequências na saúde no mau uso desses produtos. Que tipo de equipamento especial deve conter em caso de emergência Os empregados, devem ter acesso a equipamento de protecção adequado, para serem evacuados e para se protegerem em caso de emergência. O equipamento de protecção pessoal (EPI s), deve ser eleito com base nos potenciais riscos, apresentados pelos produtos armazenados no local de trabalho. Deve ser feito o levantamento sobre quais os potenciais perigos, para determinar quais os equipamentos que deve disponibilizar aos funcionários. O equipamento de protecção deve incluir alguns itens tais como: Óculos de segurança ou outras protecções para os olhos e máscaras para respiração; Casacos resistentes ou de protecção química, sapatos de biqueira de aço e capacetes de segurança; Luvas, manguitos e aventais de protecção do corpo; Roupa própria para protecção à exposição de temperaturas elevadas; 18 P á g i n a

19 Qualquer outro tipo de equipamento ou dispositivos de aviso e alarme, para assinalar os perigos destes produtos. Deve ainda ter chuveiros de lavagem de olhos, e chuveiros rápidos para o corpo, para o caso de um funcionários ficar exposto a esses perigos. Como deve escolher as máscaras e outros equipamentos mais adequados Aconselhe-se com os especialistas de segurança e higiene antes de comprar equipamento de segurança. O equipamento seleccionado deve cumprir as obrigações legais, de preferência ser certificado e ser recomendado para o seu caso. As máscaras para respiração, podem ser necessárias se os funcionários tiverem que passar através de atmosferas tóxicas ou com pó, névoas, gases ou vapores, atmosferas sem oxigénio, durante a evacuação. Existem vários tipos de máscaras, seleccione as melhores e as mais adequadas a cada caso. Antes de utilizar equipamento de protecção das vias respiratórias assegure-se que: Os funcionários são fisicamente capazes de as usar, com base em avaliação médica; Tenha procedimentos escritos para um uso adequado, cuidados a ter na manutenção, do equipamento distribuído e assegure-se de que os empregados têm treino na sua utilização; Faça testes para se certificar do uso correcto desses equipamentos pelos funcionários; O equipamento deve estar acessível aos funcionários em caso de acidente e quando ocorrerem emergências. 19 P á g i n a

20 Por quem é que deve ser elaborado o plano de emergência Deverá ser da responsabilidade de um Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho, de nível superior (nível 5). Apesar de não ser obrigatório ou especificamente exigido, poderá considerar útil elaborar o Plano de Emergência com a colaboração de alguém como: bombeiros, consultores de segurança ou qualquer outra entidade que tenha a ver com a área, de forma a melhorar os esforços na contenção de uma qualquer crise na sua empresa. Se confiar na assistência das autoridades locais, bombeiros, polícia ou outros poderá ter interesse e distribuir o plano a essas entidades, fazendo com que estes tenham um maior conhecimento sobre a sua unidade e os eventuais perigos que ela encerra e poderá fornecerlhe alguma tranquilidade relativamente a uma melhor resposta em caso de acidente. 20 P á g i n a

21 Conclusão Hoje em dia todos nós vivemos em constante mudança seja pessoal, profissional e o mundo que nos rodeia é muitas vezes envolvido por situações inesperadas, como emergências de acidentes, catástrofes naturais ou catástrofes provenientes da mão do homem, por exemplo os incêndios e ultimamente o terrorismo. No entanto, a verdade é que as emergências e os acidentes podem acontecer a todos, a qualquer momento e em qualquer lugar e à necessidade vital de evacuar o local. O Plano de Emergência Interno (PEI) tem como objectivo primário prevenir e evitar danos maiores em situações de risco, possíveis de ocorrer durante a actividade da instituição, informando toda a população envolvida de como agir em situações de emergência. O nosso trabalho tem o intuito de informar o público de como elaborar um Plano de Emergência e sensibilizar para a sua importância. 21 P á g i n a

22 BIBLIOGRAFIA Alves, Carlos Alberto T., Como Elaborar um Plano de Emergência e Evacuação 22 P á g i n a

23 Exemplo de um Plano de Emergência Interno A seguir é demonstrado um exemplo de um PEI, da Escola E.B. 2/3 Vila das Aves. É um exemplar de fácil compreensão, visibilidade e consulta. 23 P á g i n a

24 Morada: Rua Cruz de Portugal, Edifício Avenida, Loja C Silves Tel: Correio electrónico: Curso Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho Módulo - Projecto Integrador Elaborado por (formandos): DÁRIO AFONSO LUISA FERREIRA MARIA SANTOS ANA CARINA ANA RITA

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