Novas Estratégias Políticas na Globo? O Jornal Nacional Antes e Depois da Saída de Cid Moreira 1

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1 Novas Estratégias Políticas na Globo? O Jornal Nacional Antes e Depois da Saída de Cid Moreira 1 Mauro P. Porto 2 Bolsista de Doutorado da CAPES Department of Communication University of California, San Diego Professor Assistente (licenciado) da Universidade de Brasília Pesquisador do Núcleo de Estudos Sobre Mídia e Política (NEMP) URL: No dia 1 de abril de 1996 uma importante mudança teve lugar na televisão brasileira. Depois de apresentar o noticiário Jornal Nacional durante os seus primeiros 27 anos de existência, Cid Moreira não estava na tela como apresentador naquela noite. Ele apareceu por alguns segundos, mas desta vez apenas para ler o editorial, uma das inovações do período. Nos dias seguintes, este seria o único papel daquele que durante décadas apresentou o noticiário mais importante e popular da televisão brasileira. Cid Moreira foi uma presença constante nas residências dos brasileiros durante um período de profundas mudanças na sociedade e na política brasileiras. Como conseqüência, sua imagem estava profundamente vinculada à imagem da Rede Globo. Quais foram as conseqüências desta mudança para o conteúdo do telejornal, particularmente no que se refere à cobertura de temas políticos, econômicos e sociais? Por que a Rede Globo substituiu Moreira e seu parceiro principal, Sergio Chapelin, como apresentadores do Jornal Nacional? Qual a relação entre estas mudanças e a estratégia política da emissora? Estas são algumas das questões a serem discutidas neste artigo. Através de uma análise de conteúdo do telejornal, será demonstrado que a mudança teve um impacto na forma como a Globo representa o mundo da política, levando a um papel mais ativo e interpretativo dos apresentadores. O artigo discute as principais explicações existentes com

2 2 relação a estas mudanças e sugere que elas podem ser melhor entendidas se contextualizadas em termos da nova estratégia política da emissora. O texto está organizado da seguinte forma: primeiro, apresento as mudanças ocorridas no Jornal Nacional em 1996, incluindo a substituição de Cid Moreira. Em seguida apresento a hipótese principal da pesquisa e a metodologia utilizada para a análise de conteúdo, bem como os resultados da análise de 24 edições do telejornal entre julho de 1995 e agosto de Nas conclusões discuto os resultados da análise e as implicações das mudanças no Jornal Nacional para a política e a democracia brasileiras. O Velho e o Novo Jornal Nacional Inaugurado no dia 1 de setembro de 1969, o Jornal Nacional teve um papel ativo e importante na vida política nacional. Vários autores ressaltaram o papel político do telejornal da Globo, destacando em particular sua cobertura noticiosa parcial e governista. Um breve estudo sobre os seus primeiros 10 anos de existência sugeriu que o noticiário se caracterizava pela manipulação das notícias e pela desinformação, refletindo a ideologia conservadora da emissora (Carvalho, 1980). Obviamente, este tipo de cobertura jornalística era resultado, em grande medida, da censura e do controle que a ditadura militar exercia sobre os meios de comunicação. Entretanto, mesmo após a abolição oficial da censura aos meios de comunicação em 1980, o jornalismo da Globo continuou a revelar sua aliança com o regime autoritário. A emissora deliberadamente distorceu informações com objetivos políticos durante os últimos anos da ditadura. Particularmente importante foi a cobertura da campanha Diretas-Já, em 1984, por eleições diretas para presidente. O Jornal Nacional se recusou inicialmente a cobrir a campanha e só nas vésperas da votação pelo Congresso da emenda Dante de Oliveira é que o noticiário mudou a sua atitude, apresentado uma cobertura mais completa e menos parcial da mobilização de massa que tomava conta das ruas (Lima, 1988; Tosi, 1995). Quando ficou evidente que o regime militar estava em seus últimos dias, a Rede Globo se juntou ano novo bloco de poder que estava se formando em torno da candidatura de Tancredo Neves, apoiando sua eleição indireta pelo colégio eleitoral (Amaral e Guimarães, 1988). Com o retorno da democracia em 1985, a Rede Globo continuou a desempenhar um papel político importante. Segundo alguns autores, a ascensão de Collor em 1989 nas

3 3 primeiras eleições diretas para presidente foi favorecida pelo cenário construído pelos meios de comunicação (Rubim, 1989; Lima, 1993). No caso do Jornal Nacional, estudos indicaram uma cobertura disproporcional e favorável ao candidato Collor de Mello (Lima, 1993, pp ). Quando denúncias revelaram um esquema de corrupção no governo Collor, um novo movimento de massas ganhou as ruas exigindo o seu impeachment e uma CPI foi formada pelo Congresso. Como no caso da campanha das Diretas-Já, a cobertura inicial dos comícios pelo Jornal Nacional foi caracterizada por uma forte presença de fontes e versões do governo, evitando-se referências aos vínculos entre Paulo César Farias e o presidente (Porto, 1994, pp ). Mas em outubro de 1992, quando o relatório da CPI foi divulgado considerando o presidente culpado e iniciando o processo de impeachment, a Rede Globo ampliou a cobertura do escândalo e apresentou uma cobertura mais isenta (ibid.). A emissora passou então a apoiar o afastamento do Presidente que havia ajudado a eleger em Nas eleições presidenciais de 1994, a cobertura jornalística da Globo foi novamente objeto de discussão e investigação. Nos primeiros meses da campanha, a cobertura do Jornal Nacional concedeu mais tempo e enquadrou mais favoravelmente a candidatura do exministro da economia, Fernando Henrique (Albuquerque, 1994). Posteriormente, talvez em razão de uma legislação que exigia imparcialidade no tratamento das candidaturas, o telejornal apresentou uma cobertura mais equilibrada. Todavia, a ênfase no Plano Real contribuiu para estabelecer um cenário favorável ao candidato oficial do governo (Maciel e Fabrício, 1995). Estes breves exemplos sobre o papel político do Jornal Nacional ilustram uma tendência conhecida: o desenvolvimento de uma cobertura parcial que tende a favorecer as fontes e posicionamentos do governo federal. Durante este período histórico de profundas transformações, Jornal Nacional foi apresentado por Cid Moreira. Mas no dia 1 de abril de 1996, Moreira e seu parceiro principal, Sergio Chapelin, foram substituídos como apresentadores. Para ocupar suas posições, a Rede Globo escolheu dois de seus jornalistas, William Bonner e Lilliam Witte Fibe. A mudança de apresentadores não foi, todavia, repentina. Cid Moreira já estava apresentando as notícias em companhia de diferentes profissionais, principalmente Fibe, nos meses que antecederam sua saída. Mas a partir de abril de 1996 o perfil da televisão brasileira se transformou. Cid Moreira estava ausente das

4 4 telas dos aparelhos de TV dos brasileiros quando o noticiário mais importante do país foi ao ar. Esta inovação foi importante porque, entre outros motivos, significou a substituição de profissionais que se limitavam a ler as notícias por jornalistas que também atuavam como editores. Depois da mudança, Bonner passou a atuar como editor do noticiário nacional e Fibe do noticiário econômico, aproximando-os do estilo dos âncoras do telejornalismo norteamericano. A saída de Cid Moreira refletiu um processo de mudança no telejornalismo da Rede Globo que já havia começado há algum tempo. Em julho de 1995 o diretor de jornalismo da emissora, Alberico de Sousa Cruz, foi substituído por Evandro Carlos de Andrade, então diretor de redação do jornal O Globo. A mudança foi importante por substituir um profissional vinculado ao tipo de cobertura política praticado pelo Jornal Nacional no passado por um profissional oriundo da imprensa escrita, menos relacionado ao passado do Jornal Nacional. Alberico de Sousa Cruz esteve envolvido em um dos episódios mais polêmicos da história da TV brasileira: a edição pelo Jornal Nacional do segundo debate entre Collor e Lula em Vários analistas interpretaram a edição do debate como uma flagrante manipulação do processo político em favor do candidato Collor de Melo e pesquisas de opinião revelaram que o debate e sua edição tiveram um importante impacto nos resultados eleitorais. 3 As razões para a saída de Moreira foram bem diferentes daquelas que levaram Globo a escolhê-lo em 1969 para apresentar seu principal programa de notícias. De acordo com José Bonifácio de Oliveira, o Boni, então Vice-Presidente da emissora, Moreira havia sido escolhido por causa de sua boa aparência e voz suave. O objetivo era o de atrair a audiência feminina das telenovelas que eram transmitidas antes e depois do Jornal Nacional (Mello e Souza, 1984, p. 226). Em 1996, a Rede Globo escolheu jornalistas com o objetivo de mudar a imagem da emissora em um período de declínio crescente dos seus índices de audiência. Depois da mudança de apresentadores, Cid Moreira ficou responsável durante algumas semanas pela leitura dos editoriais do Jornal Nacional e Sergio Chapelin passou a apresentar o programa Globo Repórter. Outra novidade foi a introdução de um comentarista, o cineasta Arnaldo Jabor, que passou a tratar com humor e ironia diversos temas, principalmente com relação ao processo político. Jabor passou a ser criticado por sua atitude simpática ao Presidente Fernando Henrique e se envolveu em episódios polêmicos. No dia 29

5 5 de maio de 1996, Jabor utilizou o seu comentário no Jornal Nacional para acusar o Congresso de estar dominado por práticas de corrupção. A reação do poder legislativo foi imediata, incluindo a tentativa por parte de alguns parlamentares de incluir punições mais severas na lei de imprensa que estava sendo discutida pela instituição. 4 As Razões da Saída de Cid Moreira a) Uma resposta aos desejos da audiência? Tendo considerado o papel histórico do Jornal Nacional e as mudanças que tiveram lugar em 1996, passo agora às possíveis explicações da decisão da Globo de substituir o principal apresentador do telejornal mais popular do país. Uma primeira possibilidade é a de que a emissora apenas respondeu aos desejos de sua audiência. Após 27 anos na tela, Cid Moreira poderia ter alcançado uma exposição excessiva e os brasileiros poderiam estar cansados da sua imagem. Mas esta hipótese não explica as mudanças. Uma pesquisa do instituto Data-Folha na cidade de São Paulo nos dias 4 e 5 de maio de 1995 revelou que 88% dos espectadores eram favoráveis à permanência de Cid Moreira como apresentador do Jornal Nacional. 5 Logo após a substituição de Moreira como o apresentador principal do telejornal, a revista Imprensa solicitou ao Instituto Gallup uma pesquisa para avaliar a reação da população com relação à saída de Cid Moreira. 6 Antes de tudo, é importante ressaltar que a audiência notou a mudança. Dos 541 indivíduos (86% da amostra) que afirmaram assistir ao Jornal Nacional, 77.8% perceberam a substituição dos apresentadores. Além disso, a grande maioria do público preferia o par Moreira-Chapelin em relação aos novos apresentadores, Bonner-Fibe, em todos os itens de comparação. Quando se solicitou aos que possuíam o hábito de assistir o Jornal Nacional que dessem notas individuais para cada apresentador, variando de 0 a 10, Cid Moreira recebeu uma média de 9.2, Sergio Chapelin 8.8, William Bonner 8.0 e Lilliam Witte Fibe 7.2. Quando perguntados sobre qual par transmitia mais credibilidade, 69.7% escolheram Moreira-Chapelin e 20,1% o par Bonner- Fibe. Quando perguntados sobre quem era melhor na transmissão das notícias, 71.2% mencionaram Moreira-Chapelin e apenas 18.7% Bonner-Fibe. Em todos os aspectos, o público preferia o par Moreira-Chapelin. Portanto, a hipótese baseada nos desejos da audiência não explica as mudanças. Além disso, os dados colocam uma série de questões importantes: como explicar que a Rede Globo tomou uma decisão contrária aos desejos e

6 6 expectativas de sua audiência? Como veremos adiante, fatores de natureza política são fundamentais para entender as mudanças. Mas antes é preciso considerar outras possíveis explicações. b) A influência do jornalismo norte-americano Na literatura existente sobre o jornalismo brasileiro, um dos argumentos mais comuns utilizados para explicar mudanças em práticas jornalísticas se refere à influência do modelo norte-americano. Tem sido argumentado, por exemplo, que este modelo teve o maior impacto no jornalismo praticado no Brasil, apesar de outras influências (Melo, 1985, p. 132). Para alguns, o desenvolvimento de uma imprensa comercial e moderna no Brasil tem lugar quando a elite urbana passa a exigir a partir da década de 1970 que os meios de comunicação tenham padrões de qualidade comparáveis aos da sociedade norte-americana (Silva, 1991). No caso dos telejornais, a transição para apresentadores mais próximos do estilo dos âncoras norte-americanos também tem sido explicada em termos da influência do jornalismo daquele país. Um estudo dedicado a um dos primeiros e mais importantes âncoras do telejornalismo brasileiro, Bóris Casoy do SBT, a conclusão é a de que o modelo adotado pelo jornalismo da televisão brasileira é o norte-americano (Squirra, 1993, p. 171). Estes argumentos sugerem outra possível explicação para a saída de Cid Moreira: a introdução de apresentadores mais próximos ao estilo dos âncoras norte-americanos pode ser interpretada como outro exemplo da influência do jornalismo praticado nos Estados Unidos. Portanto, é possível explicar as mudanças no Jornal Nacional como resultado de um processo de modernização, a adoção de práticas jornalísticas comuns nos Estados Unidos. Este tipo de argumento tem sido fortemente influenciado pela teoria normativa da imprensa tal como desenvolvida por Fred Siebert, Theodore Paterson e Wilbur Schramm em um manual que se tornaria um dos clássicos no estudo do jornalismo, o livro Four Theories of the Press (Siebert, Paterson e Schramm, 1956). De acordo com os autores, seria possível classificar as diferentes formas que a imprensa assume em diversos países em quatro categorias principais: a teoria libertária, que tem no jornalismo praticado nos Estados Unidos sua melhor expressão; a teoria da responsabilidade social, praticada nos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial e a teoria dominante na maiorias dos países da Europa ocidental; a teoria autoritária, comum em países do terceiro mundo; e, finalmente, a

7 7 teoria comunista-soviética, adotada pela União Soviética e demais países do bloco comunista. Os autores que apresentam argumentos baseados na influência do modelo norteamericano no jornalismo praticado no Brasil estão geralmente baseados neste esquema de análise. Lins da Silva (1991), por exemplo, argumenta que o jornalismo brasileiro se guia pelos princípios da escola libertária (p. 58). O autor afirma que apesar de ser um esquema precário, a classificação proposta por Siebert, Peterson e Schramm reflete as divisões essenciais entre as diferentes formas de se conceber e praticar jornalismo em diferentes sociedades (p. 57). Entretanto, vários autores têm levantado dúvidas sobre a utilidade de uma teoria normativa da imprensa tal como desenvolvida no livro Four Theories. Para alguns, o libro demonstra como a pesquisa comparativa nos Estados Unidos tem sido determinada pelo papel do país na política internacional durante o período da Guerra Fria (Hardt, 1988, p. 129). Para outros, o enfoque normativo é um obstáculo à compreensão de como o jornalismo funciona na realidade porque, entre outros motivos, desconsidera a necessidade de se levar em conta que jornalismo e sociedade interagem e se afetam mutualmente (Mancini, n.d). Em uma publicação dedicada à revisão do livro de Siebert, Peterson e Schramm, os autores criticam várias de seus argumentos e pressupostos, sugerindo a necessidade de um esquema mais adequado para a análise de práticas jornalísticas (Nerone, 1995). Apesar de sua posição dominante nos estudos de comunicação, um criticismo crescente com relação ao modelo das quatro teorias da imprensa tem indicado a necessidade de desenvolvimento de novos enfoques teóricos para o estudo das diversas práticas jornalísticas no mundo. Este estudo parte do pressuposto de que teorias normativas oferecem esquemas simplistas e lineares poucos úteis para a explicação das mudanças no jornalismo brasileiro. Como pretendo demonstrar nas próximas sessões, é preciso desenvolver novos modelos teóricos que levem em consideração as formas como práticas jornalísticas se transformam devido às suas relações com processos e instituições políticas. c) A pressão da competição Finalmente, é preciso considerar outra importante possível explicação para as mudanças no Jornal Nacional: a pressão exercida por outras redes de televisão e demais competidores no mercado de comunicação. Apesar de sua posição de virtual monopólio,

8 8 dominando cerca de 80% da audiência nacional (Amaral e Guimarães, 1994), a Rede Globo tem sido confrontada no campo do telejornalismo pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), seu principal competidor no mercado de televisão. Em 1988, o SBT contratou Boris Casoy, jornalista da Folha de São Paulo, para a ser o âncora do seu noticiário do horário nobre, o TJ Brasil. Casoy se tornou o primeiro âncora da televisão brasileira, pois recebeu não só a tarefa de apresentar as notícias, mas também de atuar como editor-geral do noticiário. O apresentador também desenvolveu um novo estilo, dando sua opinião sobre temas polêmicos, separando-se da forma mais fria e objetiva através da qual os apresentadores da Globo apareciam na tela. 7 Em um relatório interno elaborado pelo seu departamento de jornalismo em 1991, o SBT definiu as características do projeto do novo telejornal. A combinação dos índices de audiência com credibilidade é apresentada como o objetivo central da estratégia da emissora. O documento desenvolve uma comparação interessante entre o departamento de jornalismo do SBT e o Jornal Nacional da Globo: queremos ter um jornal que seja tão bom quanto o Jornal Nacional, com ritmo, beleza plástica, grandes reportagens... Enfim, show e emoção. Só que queremos ter isso e mais a isenção (ver Squirra, 1993, p. 141). Portanto, o SBT construiu uma estratégia baseada na falta de neutralidade do Jornal Nacional, identificando uma das principais debilidades do seu principal competidor: a imagem de uma rede de televisão governista. O SBT desafiou o jornalismo da Globo não apenas através do TJ Brasil e Boris Casoy, mas também através do programa Aqui Agora. O programa começou em maio de 1991 e passou a se destacar pelo seu estilo sensacionalista e pela cobertura de crimes e violência urbana. O Aqui Agora levou para a televisão um popular jornalista do rádio, Gil Gomes, conhecido pelo seu programa que apresentava casos de violência na cidade de São Paulo. Gomes se tornou uma das principais atrações do Aqui Agora, relatando crimes com seu estilo dramático característico. O programa também inovou ao desenvolver um estilo realista de apresentação das notícias. Um certo senso de naturalismo foi construído através de uma produção precária e da baixa qualidade das imagens, com a câmara balançando enquanto o repórter corre ao lado dos policiais ao perseguir suspeitos e criminosos pelas ruas de São Paulo (Bucci, 1993, p. 104). O programa provou ser popular principalmente na cidade de São Paulo, onde os 10% iniciais da audiência cresceram para 20% em outubro de

9 9 Portanto, uma das possíveis explicações para a substituição de Cid Moreira pela Globo seria uma reação ao jornalismo praticado por seu principal oponente, o SBT. Para evitar a perda dos seus índices de audiência, a Globo seria obrigada a adotar um novo estilo jornalístico, mais imparcial. Para tal, seria importante substituir Cid Moreira, já que sua imagem estava profundamente associada ao tipo de jornalismo historicamente praticado pela emissora. Algumas evidências sugerem que esta interpretação é correta. De fato, o Jornal Nacional tem enfrentado um declínio crescente dos seus índices de audiência. Se na década de 1980 a audiência média do programa estava nos 60% dos domicílios com TV, entre 1993 e 1994 estes índices baixaram para 50%. 9 De acordo com a revista Imprensa, este declínio teve lugar quando o SBT criou uma segunda edição do programa Aqui Agora às 20 horas, o horário do Jornal Nacional. 10 Todavia, o Jornal Nacional mantém sua posição como o principal telejornal do país, com uma audiência diária estimada em 41 milhões de pessoas. 11 A estratégia do SBT de ganhar audiência teve um sucesso apenas parcial: os seus programas de notícia (TJ Brasil e Aqui Agora) não alcançaram mais de 20% da audiência, em comparação dos mais de 40% do Jornal Nacional. Mas se a tentativa do SBT de conquistar audiência teve um sucesso limitado, a principal competidora da Rede Globo obteve melhores resultados na área da credibilidade. A revista Imprensa encomendou outra pesquisa ao Instituto Gallup com o objetivo de verificar como os brasileiros avaliavam o desempenho dos telejornais. 12 A Tabela 1 apresenta alguns dos resultados. Os dados da pesquisa são contraditórios. Como explicar que as mesmas pessoas que afirmaram que a Globo apresenta os fatos como realmente acontecem e informa mais corretamente o público também afirmaram que a emissora é a que mais distorce os fatos? Esta contradição indica que o tema da credibilidade dos telejornais é bastante complexo. No caso do Jornal Nacional, a evidência sugere um baixo nível de credibilidade relacionado à sua vinculação ao governo e outros interesses. Como mostra a Tabela 1, o Jornal Nacional é visto como o noticiário que mais defende interesses econômicos. Ao mesmo tempo, como vimos anteriormente, Cid Moreira desfrutava de altos níveis de credibilidade quando foi substituído pela emissora. Esta aparente contradição pode ser explicada se considerarmos a possibilidade de que o público pode confiar na forma do noticiário enquanto fonte neutra de informação e no apresentador enquanto personalidade, ao mesmo tempo em que permanece crítico com relação à imagem da emissora e ao seu papel

10 10 político, tendo assim menos confiança no conteúdo do telejornal. 13 Em outras palavras, o gênero noticiário e a personalidade do apresentador podem desfrutar altos níveis de credibilidade ao mesmo tempo em que a imagem da emissora permanece negativa. (TABELA 1 AQUI) Alguns autores sugerem que a emergência das novas tecnologias é a causa do declínio dos índices de audiência do Jornal Nacional. Squirra (1995), por exemplo, interpreta a implantação da TV a cabo como um desafio ao jornalismo praticado pelas redes de televisão, prevendo um declínio crescente dos seus índices de audiência. Todavia, apesar de alcançarem 1,7 milhões de assinantes, as TVs pagas (a cabo e por satélite) não oferecem um desafio real às redes de televisão no caso brasileiro (ver Porto, 1998). De acordo com uma pesquisa do Instituto IBOPE realizada em março de 1997, as redes de televisão têm 75% da audiência no horário nobre (20 horas), quando o Jornal Nacional é transmitido, contra apenas 1% das TVs pagas. 14 d) Uma explicação alternativa: o papel de fatores políticos Competição é um elemento importante para explicar as mudanças que tiveram lugar no Jornal Nacional. Todavia, como sugere o relatório interno do SBT, fatores de natureza política são fundamentais para explicar estas mudanças. Em particular, existem evidências de que a imagem de emissora governista foi uma das causas principais do declínio nos índices de audiência da Globo em geral e do Jornal Nacional em particular. Para compreendermos a crescente instabilidade na relação entre a Rede Globo e sua audiência é preciso ressaltar a sua imagem negativa que resultou do seu papel político nas últimas décadas da política brasileira. Neste sentido, proponho uma explicação alternativa com relação às mudanças no Jornal Nacional: a substituição de Cid Moreira seria parte de uma nova estratégia política da Globo que teria como objetivo o desenvolvimento de um jornalismo mais ativo e independente, buscando assim construir uma nova imagem para a emissora. Desta forma, a Rede Globo poderia evitar um conflito ainda maior com sua audiência e o perigo de perdê-la para os seus principais competidores.

11 11 A comprovação desta tese sobre a nova estratégia política da Globo está, todavia, além dos limites deste trabalho. A seguir, procurarei demonstrar como a saída de Cid Moreira teve importantes conseqüências para o conteúdo do Jornal Nacional. A investigação das razões destas mudanças exigiria, todavia, não só uma análise de conteúdo do telejornal, mas também o acesso aos seus produtores e aos diretores da emissora para a realização de entrevistas. Neste trabalho, a hipótese sobre a nova estratégia da Globo tem por objetivo contextualizar as mudanças do Jornal Nacional e contribuir para o desenvolvimento de novos marcos teóricos para o estudo de práticas jornalísticas, em lugar de oferecer hipóteses que podem ser devidamente testadas. 15 Hipótese e Metodologia Este artigo apresenta a proposição de que as mudanças no principal telejornal da Rede Globo não afetaram apenas a forma do noticiário, mas também, e de forma importante, o seu conteúdo. A hipótese principal da pesquisa é a seguinte: A substituição dos apresentadores do Jornal Nacional teve um impacto na forma como o telejornal representa o mundo da política, levando a um papel mais ativo dos apresentadores e a uma cobertura jornalística mais plural e menos baseada em fontes governamentais. De acordo com esta hipótese, a cobertura jornalística continuará a favorecer as versões do governo e de outros grupos poderosos, mas as fontes governamentais passarão a ter uma presença menos freqüente no noticiário. Esta hipótese será testada através de uma análise de conteúdo do Jornal Nacional que se baseia numa comparação de longo prazo das edições do telejornal. O objetivo é o de identificar como a mudança de apresentadores afetou o conteúdo do noticiário. A amostra das edições do Jornal Nacional analisadas inclui quatro séries com seis edições completas do telejornal cada, totalizando 24 edições. O principal critério para a escolha das séries foi a substituição do par Cid Moreira-Sergio Chapelin pelo par William Bonner-Lilliam Witte Fibe no dia 1 de abril de A amostra inclui duas fases. A primeira fase, composta pelas duas primeiras séries, inclui as edições do Jornal Nacional que foram ao ar antes da mudança de apresentadores. A segunda fase, compostas pelas duas últimas séries, inclui edições transmitidas depois da saída de Cid Moreira. A Tabela 2 apresenta a composição da amostra.

12 12 (TABELA 2 AQUI) Qual o critério utilizado para a seleção das séries? No caso da terceira série, o critério foi simples: esta foi a primeira semana do Jornal Nacional após a substituição de Cid Moreira. 16 Três outras séries foram incluídas, separadas por um intervalo de seis semanas, com o objetivo de permitir uma comparação de longo prazo. Considerando o fato de que uma análise que somente incluísse edições durante a mudança de apresentadores não permitiria verificar se seus efeitos no conteúdo do Jornal Nacional seriam momentâneos ou mais permanentes, optou-se por analisar o noticiário durante um período de mais de um ano (julho de 1995 a agosto de 1996). O método utilizado para a análise do Jornal Nacional foi a análise de conteúdo de suas edições, incluindo tanto variáveis de caráter quantitativo como qualitativo. O objetivo era o de verificar como a mudança de apresentadores influenciou a forma de representação, as convenções narrativas utilizadas pelo telejornal na cobertura de temas políticos, econômicos e sociais. 17 A análise baseada em aspectos quantitativos incluiu a codificação das notícias de acordo com seu tema e a medição do tempo ocupado por cada locutor. Os aspectos qualitativos incluíram a classificação da fala de cada locutor de acordo com sua função e das notícias de acordo com sua forma. Duas unidades de análise principais foram utilizadas: notícias e expressões. Em um primeiro momento, todas as notícias foram analisadas individualmente. Posteriormente, as notícias sobre temas políticos, econômicos e sociais foram sub-divididas em expressões. A principal característica que define uma expressão (utterance) é a clara demarcação do seu início e do seu fim, a partir da mudança da pessoa que está falando (Bakhtin, 1986, p. 71). Em outras palavras, uma expressão inclui todo o conteúdo da fala contínua de um dos locutores que aparecem no noticiário. No caso da presente análise do Jornal Nacional, os possíveis locutores foram codificados como apresentador, repórter, comentador, ou pessoa que aparece em uma sonora. 18 Após cada expressão ter sido codificada e seu locutor identificado, uma análise qualitativa de sua função foi desenvolvida. As seguintes três possíveis funções foram identificadas: 1. Informativa: o locutor relata um fato/evento/ação ou introduz um tema; 2. Interpretativa: o locutor apresenta um interpretação do fato/evento/ação ou tema;

13 13 3. Interpretação Indireta: o locutor relata a posição/fala de outra pessoa que interpreta o fato/evento/ação ou tema. A partir desta classificação da função de cada locutor, cada notícia foi classificada de acordo com sua forma. Quatro possíveis formas foram identificadas: Restrita: quando apenas uma interpretação do fato/evento/ação ou tema é apresentada; 2. Plural-Fechada: quando mais de uma interpretação do fato/evento/ação ou tema são apresentadas, mas são organizadas em uma hierarquia de forma a que uma das interpretações é preferida sobre as demais e apresentada como superior ou mais correta; 3. Plural-Aberta: quando mais de uma interpretação do fato/evento/ação ou tema são apresentadas, mas são tratadas de forma mais indeterminada de forma a que nenhuma interpretação é apresentada como superior ou mais correta; 4. Episódica: quando nenhuma intepretação é apresentada na notícia que se limita a relatar algum fato/evento/ação ou tema. Estes procedimentos metodológicos têm como objetivo testar a hipótese principal deste estudo: A substituição dos apresentadores do Jornal Nacional teve um impacto na forma como o telejornal representa o mundo da política, levando a um papel mais ativo dos apresentadores e a uma cobertura jornalística mais plural e menos baseada em fontes governamentais. Esta hipótese foi operacionalizada da seguinte forma: a) o papel mais ativo dos apresentadores: a pesquisa verificará se os apresentadores adotaram uma função mais interpretativa e se apareceram mais freqüentemente e por mais tempo depois da mudança; b) cobertura mais plural: a pesquisa verificará se as notícias adotaram formas mais plurais e menos restritas depois da mudança; c) cobertura menos baseada em fontes governamentais: a pesquisa verificará se o número de sonoras de representantes do governo federal diminuirá depois da mudança. A próxima sessão apresenta os resultados da análise. A Análise de Conteúdo

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