Metodologia Prática de Aplicação do Curso Complementar de NR10.

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1 Metodologia Prática de Aplicação do Curso Complementar de NR1. Autores Eustáquio do Nascimento Amorim Oldair Rezende do Prado Renato Claro Martins Vanderlei Toledo CEMIG DISTRIBUIÇÃO S/A

2 RESUMO Em 27, após aplicação do Curso Básico - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, a Superintendência de Recursos Humanos - RH da Companhia Energética de Minas Gerais CEMIG, determinou as diretrizes necessárias para aplicação do Curso Complementar Segurança no Sistema Elétrico de Potência (SEP) e em suas Proximidades (Anexo II da NR 1). Visando integrar a aplicação deste curso a outras situações existentes à época no Colegiado Sul (região de Varginha e Pouso Alegre MG), como: a melhoria do ISPP Índice de Segurança Praticado pelo Pessoal Próprio; necessidade de melhor envolvimento dos treinandos com a cultura de segurança da empresa; a integração de todo pessoal envolvido para efetivo cumprimento da citada cultura e melhor adequação da relação custo x benefício na aplicação de treinamentos, em 27 e 28 foi desenvolvido e aplicado no Colegiado Sul a Metodologia Prática do Curso Complementar de NR 1, treinando 466 empregados, com homens horas de treinamento HHTr, a custo reduzido em função da prática (execução de serviços com conseqüente produção de U.S Unidade de Serviço), além da melhoria da segurança praticada.

3 INTRODUÇÃO Os principais motivos que levaram ao desenvolvimento do presente projeto foram: Atingir a meta de 8% do Índice de Segurança Praticado por Pessoal Próprio ISPP nas gerências operacionais do Colegiado Sul; Materializar de forma sustentável no Colegiado Sul a cultura de segurança da CEMIG DISTRIBUIÇÃO S/A, nivelando o conhecimento de todos envolvidos quanto às instruções técnicas da NR1 e da empresa; Melhorar a integração entre Agentes de Inspeção do ISPP, os Técnicos de Segurança do Trabalho e os inspecionados; Aplicar uma metodologia cuja parte prática reproduzisse de forma fiel a realidade vivida pelo profissional no seu dia a dia; Disseminar a prática do Comportamento Seguro pelo executante em suas atividades, com foco na disciplina e atendimento à Legislação; Melhoria na qualidade da Gestão da Segurança; Em que pese não existir como diretriz a redução de custos para atender as necessidades relacionadas ao Curso Complementar de NR 1, a aplicação da metodologia proposta, não poderia elevar o custo médio para treinamentos adotados na empresa. DESENVOLVIMENTO A Cemig Distribuição S/A adota para verificação de sua segurança praticada o Controle de Segurança Global CONSEG. Onde as inspeções são realizadas por empregados previamente treinados (Técnicos em Segurança do Trabalho, Técnicos de Operação e Engenheiros), que acompanham os serviços em campo, verificando o cumprimento dos procedimentos de trabalho, condições das ferramentas e equipamentos, veículos, instalações (linhas e redes) e ambientes de trabalho, o que

4 possibilita a aplicação de ações, como atitude de antecipação ao acidente, corrigindo desvios. O ISPP contempla Ações Erradas Gravíssimas (AEGV), Graves (AEG) e Leves (AEL), sendo as gravíssimas em sua grande maioria as relativas a choque elétrico e queda de nível. Tal metodologia garante confiabilidade de 95% quanto à prática de segurança pelas equipes. O Colegiado Sul abrange 3 Gerências Operacionais: Gerência de Relacionamento Comercial e Serviços de Varginha DL/VR; Gerência de Relacionamento Comercial e Serviços de Pouso Alegre DL/PA; Gerência de Operação e Manutenção Sul DL/MS. O resultado obtido pelo Colegiado Sul no ano de 26 quanto ao Índice de Segurança Praticada por Pessoal Próprio ISPP foi o seguinte: INSPEÇÃO INTEGRADA PESSOAL PRÓPRIO 26 COLEGIADO SUL Itens DL/VR DL/PA DL/MS Nº de eletricistas da gerência Nº de eletricistas inspecionados Abrangência de inspeções 54% 51% 42% Nº de inspeções realizadas Hora Homem inspecionado GV - Gravíssima G - Grave L - Leve ISPP 1,3 5,5 39,7

5 Diante do resultado acima, bem como da necessidade de aplicação do Curso Complementar de NR 1, os 4 Técnicos em Segurança do Trabalho do Colegiado Sul desenvolveram o presente projeto. Preliminarmente foi elaborado pelos 4 Técnicos de Segurança do Colegiado Sul o projeto Prática X Teoria, buscando dimensionar o tamanho do problema a ser solucionado, possibilitando uma convergência na integração das soluções de segurança e execução dos serviços. De posse das informações colhidas no projeto Prática X Teoria e feita a avaliação, foi desenvolvido o Treinamento Metodologia Prática do Curso Complementar de NR 1. DA ESTRUTURAÇÃO DO CURSO Os cursos foram aplicados nas Cidades-Pólos do Colegiado, com a participação de 25 treinandos por turma e foram treinadas 18 turmas. As vagas foram distribuídas de acordo com a especificidade das atividades dos treinandos. Na Cidade-Pólo onde o curso foi aplicado, preferencialmente, foi disponibilizado o maior número de vagas, atendidos os demais critérios, reduzindo assim o impacto da ausência de mão de obra nas equipes ao nível de 1%, o que foi compensado com execução dos serviços nas atividades práticas. Cada grupo de 3 treinandos utilizou-se de um veículo operacional para aplicação da prática. Obrigatoriamente, do total de 25 treinandos, 4 eram de nível Técnico para contribuição na aplicação da parte prática.

6 Os cursos foram programados de forma a atender as necessidades de todo Colegiado Sul, com calendário de realização previamente enviado, requisitando a logística necessária, com meta de atendimento de 5% da demanda em 27 (setembro a dezembro) e 5% em 28 (janeiro a abril). Atendendo todo conteúdo programático determinado no anexo II da NR 1, o curso foi divido em dois módulos: Teoria e Prática. DA TEORIA: A teoria foi aplicada pelos TST do Colegiado, previamente treinados e autorizados e teve carga horária de 24 horas, com atenção para ao Comportamento Seguro e foco na disciplina. DA PRÁTICA A prática deste treinamento não foi simulada em campo, mas sim aplicada através de efetiva execução de serviços de rotina no campo, reproduzindo de forma fiel a realidade vivida pelo profissional no seu dia a dia.

7 A prática do treinamento, com carga horária de 16 horas, foi aplicada da seguinte forma: Anteriormente à saída das equipes para execução da parte prática, todos os veículos, ferramentas e equipamentos foram inspecionados de forma a regularizar qualquer não-conformidade. Em seguida cada equipe recebeu as ordens de serviços a serem executadas. As equipes, de acordo com a capacidade dos veículos, foram compostas por 2 ou 3 treinandos eletricistas e um Técnico ou Técnico de Segurança. O Técnico ou Técnico de Segurança foram responsáveis pelo monitoramento e supervisão das atividades práticas desenvolvidas pela equipe de eletricistas. As equipes que nas primeiras 8 horas foram monitoradas pelo Técnico, no próximo dia o foram pelo Técnico de Segurança. Esta rotatividade permitiu que cada equipe fosse monitorada em no mínimo 8 horas da prática pelo Técnico de Segurança. Toda atividade prática foi precedida de Análise e Controle de Riscos e Análise Pós-Tarefa, bem como o foi, obrigatoriamente, a leitura e discussão dos procedimentos e instruções relativos à atividade em execução. A prática gerou relatório próprio sob a responsabilidade do monitor, constando os questionamentos e sugestões que no 5 dia, durante 3 horas, foi apresentado a todo grupo para uniformização das informações e posterior encaminhamento das sugestões de melhoria, inclusive para abrangência.

8 Em cada treinamento foi produzido em média 5 U.S Unidade de Serviço (valor de referência utilizado pela CEMIG para mensurar economicamente determinada atividade). DOS RESULTADOS Atendido 5% da demanda do treinamento em 27, o Índice de Segurança Praticado por Pessoal Próprio ISPP do Colegiado apresentou melhoria em média de 337% em relação a 26, conforme quadro abaixo: INSPEÇÃO INTEGRADA PESSOAL PRÓPRIO 27 COLEGIADO SUL Itens DL/VR DL/PA DL/MS Nº de eletricistas da gerência Nº de eletricistas inspecionados Abrangência de inspeções 54% 5% 4% Nº de inspeções realizadas Hora Homem Inspecionado GV Gravíssima 6 8 G Grave 2 L Leve 26 4 ISPP 47,5 32,4 1 MELHORIA SEGURANÇA PRATICADA 26/27 (%) +361% +498% +151%

9 Após 1% da demanda do treinamento atendida, no ano de 28, o Índice de Segurança Praticado por Pessoal Próprio ISPP do Colegiado apresentou melhoria em média de 13% em relação a 27, possibilitando ainda que o Colegiado atingisse e superasse a meta de 8% do ISPP conforme abaixo: INSPEÇÃO INTEGRADA PESSOAL PRÓPRIO 28 COLEGIADO SUL Itens DL/VR DL/PA DL/MS Nº de eletricistas da gerência Nº de eletricistas inspecionados Abrangência de inspeções 47% 45% 42% Nº de inspeções realizadas Hora Homem Inspecionado GV Gravíssima G Grave L Leve ISPP 98,3 97,8 99 MELHORIA SEGURANÇA PRATICADA 27/28 (%) +17% +22% -1% Em 26, foram apontadas aos eletricistas do Colegiado: 12 Ações Erradas Gravíssimas AEGV; 26 Ações Erradas Graves AEG e;

10 129 Ações Erradas Leves AEL. Em 27 foram apontadas aos eletricistas do Colegiado: 14 Ações Erradas Gravíssimas AEGV; 2 Ações Erradas Graves AEG e; 66 Ações Erradas Leves AEL. Em 28 foram apontadas aos eletricistas do Colegiado: Ação Errada Gravíssima AEGV; Ação Errada Grave AEG e; 1 Ações Erradas Leves AEL. RELAÇÃO CUSTO BENEFÍCIO: O Curso Complementar Segurança no Sistema Elétrico de Potência (SEP) e em suas Proximidades (Anexo II da NR 1) aplicado no Centro de Treinamento Centralizado da CEMIG em Sete Lagoas MG, para os treinandos do Colegiado Sul, apresenta um custo médio de R$1.8, (um mil e oitocentos reais) por treinando e neste caso, a prática é feita de forma simulada em campo de treinamento, sem produção de U.S. Nº TREINANDOS VALOR UNITÁRIO (R$) CUSTO TOTAL (R$) , 838.8, Aplicando neste curso a atual Metodologia Prática do Curso Complementar de NR 1, o custo médio por treinando é de R$ 81, (oitocentos e dez reais).

11 Nº TREINANDOS VALOR UNITÁRIO (R$) CUSTO TOTAL (R$) , , Nesta metodologia, a prática do curso sob constante supervisão, os treinandos executaram serviços de rotina, obtendo ganho direto na produção, justificando a redução direta no custo, além do ganho em escala na reprodução fiel da realidade vivida pelo profissional no seu dia a dia. A viabilidade econômica da metodologia proposta resta comprovada, dado a redução dos custos em aproximadamente 55%. DA AVALIAÇÃO DO CURSO PELOS TREINANDOS Em formulário próprio, ao final de cada curso, os treinandos avaliaram o treinamento em notas na escala de 1 a 1, que após tabuladas resultaram em nota média de 9 pontos, sendo ainda a metodologia aplicada totalmente aprovada pelos participantes e elogiada inclusive pelo Sindicato representante da classe. CONCLUSÕES A metodologia proposta demonstrou-se viável em todos os seus termos, pois alcançou amplamente os objetivos, sem comprometimento de qualquer requisito legal, materializando nos treinandos a Segurança como valor cultural, integrando em função da metodologia aplicada todos os responsáveis pela prática da Segurança, bem como a cultura para o comportamento seguro, produzindo ganho em escala dos índices e da Gestão da Segurança, permitindo que por conseqüência, as metas fossem atingidas e ultrapassadas, prevenindo de forma direta e irrefutável a ocorrência de acidentes com choque elétrico ou queda, garantindo a preservação da vida.

12 Em que pese não ser o foco principal, mas não menos importante, cumpre destacar que a viabilidade econômica também esteve garantida em função da redução dos custos na presente metodologia, na ordem de aproximadamente 55%, o que garante a Segurança Econômica da Empresa e a aplicação eficiente de seus recursos.

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