QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA *

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA *"

Transcrição

1 QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA * Estélio H. M. Dantas * INTRODUÇÃO Graças à democratização e à abertura que ocorreu na Rússia com o fim do socialismo, os conhecimentos sobre periodização, desenvolvidos neste país, passaram a estar disponíveis à comunidade científica mundial. Enquanto isso, novos desafios surgiram: - Como aplicar ao atleta de alto rendimento de esportes aquáticos, nos dias de hoje, a periodização em blocos, do macrociclo, tal como proposta para os russos? - Seria possível, para o atleta de alto rendimento, reduzir grandemente ou até inclusive suprimir a Fase Básica do Período Preparatório? - Que procedimento adotar com o atleta que, devido às peculiaridades do calendário de sua modalidade esportiva, precisava participar de competências e meetings (com compromisso de vitória!) durante quatro a oito meses por ano? - Como montar a periodização de um atleta que só tem a possibilidade de treinar três ou quatro vezes por semana? Os conhecimentos disponíveis, apesar de estar perfeitamente adequados à realidade esportiva da antiga União Soviética, não seriam aplicáveis a atletas sem um percorrido esportivo de 10 a 12 anos e no que treinem de 10 a 18 sessões por semana. Apoiando-se na experiência acumulada ao longo de 20 anos de atuação no esporte de alto rendimento, buscou-se uma alternativa que permitisse a prescrição da carga de preparação física de atletas de alto rendimento, sem utilizar pranchas importadas ou recorrer ao método corrente da estimativa. O passo inicial para o trabalho é, conforme as características do esporte e da época na qual se está no Plano de Expectativa, definir qual é o tipo do Macrociclo que será utilizado, entre os apresentados no Quadro 1. * Artigo publicado na revista do II CONGRESO INTERNACIONAL DE ACTIVIDADES ACUÁTICAS, disponível on line via: * Professor Titular do PROCIMH (UCB-RJ).

2 Quadro 1: Tipos do Macrociclo Existentes Variante Macrociclo Periodização Utilizado para: I Quadrimestral Simples Atletas adolescentes e iniciantes Tripla Necessidade de 3 peaks acentuados II Semestral Simples Realizar dois peaks prolongados Dupla O futebol e a maioria dos esportes II Anual Tradicional Os anos de Olimpíadas e os campeonatos Meeting Os outros anos (performance) Continuando, o macrociclo selecionado se divide em períodos e fases. Esta subdivisão se apóia na lógica do Calendário Esportivo. Eventualmente, devido à falta de preparo técnico dos dirigentes ou dificuldades de harmonizar o calendário com a vida do atleta, nem sempre é possível atender a todas as competências de forma adequada. O terceiro passo é a subdivisão das fases e períodos no Mesociclos e Microciclos. ZAKHAROV & GOMES (1992) relatam a existência de seis tipos de microciclos utilizados no esporte de Alto Rendimento: - Incorporação - Ordinário - Choque - Recuperação - Pré-competitivo - Competitivo Com estes microciclos se montam os sete tipos de mesociclos existentes: - Incorporação - Básico - Estabilizador - Controle - Pre competitivo - Competitivo - Recuperativo Continuando, deve-se levar em conta a Curva de Treinamento, relativa ao atleta (ou equipe) e o macrociclo em questão (DANTAS, 2003), como está representado em a Figura 1. Figura 1: Macrociclo com curva de treinamento

3 Para cada microciclo poder-se-á obter, a partir da verificação na curva, os valores adequados do volume (quantidade de treinamento) e da intensidade (qualidade do treinamento). O próximo passo é levar em consideração a dinâmica da carga do microciclo, tal e como propõem Zacarov e Gomes (1992). No Quadro 2, apresenta-se um exemplo de como proceder, em um microciclo ordinário, realizado na Fase Básica. Quadro 2: Quantificação de um Microciclo Ordinário, em uma Semana em que a Curva de Treinamento Indica 65% de Volume e 53% de Intensidade Dia %1 Int (2) Volume Observação Segunda-feira (1) Valor obtido do 70% 65% (3) tipo de microciclo Terça-feira (2) Valor obtido da Curva de 70% 65% (4) Treinamento. Seria proporcional na Quarta-feira Fase Específica. 53% (Fixa na (3) Valor obtido da Fase Básica) 70% 65% (4) Curva de Treinamento Quinta-feira (4) Obtenção por 60% 55,7%(4) proporcionalidade Sexta-feira 50% 46,4% Sábado 40% 37,1% Domingo 20% 18,6% Na Fase Básica se fixa a intensidade e se faz variar o volume, segundo a oscilação da carga prevista para o tipo de microciclo considerado. Na Fase Específica e no Período de Competição se investe o procedimento. Obtém-se, desta forma, a percentagem diária adequada de treinamento (% Tr.). Paralelamente a periodização da temporada, o Preparador Físico montou o Plano de Preparação Física. Este plano se iniciou quando, no Período Pré-preparatório, junto a outros membros da Comissão Técnica, foram estabelecidos os parâmetros técnico táticos desejáveis e as características dos atletas. A partir destes dados se monta o Quadro de Importância Relativa das Qualidades Físicas que Intervêm. Partindo da disponibilidade de horários dos atletas, das instalações esportivas, da Comissão Técnica e das prioridades de treinamento das qualidades físicas analisadas, é confeccionado o Quadro de Distribuição das Qualidades Físicas pelo Mesociclo e os Quadros Guias de Trabalho Semanal, todos do Dantas (2003). DESENVOLVIMENTO Com o valor do volume e da intensidade adequados para cada dia de treinamento do microciclo (a percentagem diária de treinamento - % Tr.), conforme aparece exemplificado no Quadro 2 e do Plano de Preparação Física,

4 pode-se passar a a prescrição da preparação física, que se deve fazer para cada qualidade física que será treinada em cada um dos mesociclos. A distribuição adequada do treinamento das qualidades físicas com o passar do macrociclo, respeitando a ordem lógica ideal de encadeamento seqüencial, a incompatibilidade de ordenação em série ou em paralelo das qualidades físicas e o período mínimo de treinamento para cada valência, foram devidamente atendidos quando se elaborou o Quadro de Distribuição das Qualidades Físicas por Mesociclo. Desta forma, basta consultar este quadro para saber quais são as qualidades físicas e por que método deverão ser treinadas em cada microciclo. Um exemplo da distribuição das qualidades físicas por mesociclo, elaborado para a tenista Gabriela Sabatini, no ano de 1992, pode ser visto no Quadro 3 (DANTAS, 2003). Quadro 3: Quadro de Distribuição das Qualidades Físicas pelo Microciclo Para cada uma das qualidades físicas que serão treinadas com o passar do microciclo, dever-se-á identificar cada intervalo de eficácia fisiológica (entre o começo d o treinamento -Linf. e o começo de sobreentrenamiento - Lsup) que o atleta apresenta em términos de volume e intensidade, conforme aparece representado no quadro colocado ao final do trabalho. Continuando, deve-se encontrar a variância (V) possível para o volume e para a intensidade de cada qualidade física, conforme está apresentado na figura 2.

5 Figura 2: Determinação da Variância Portanto, o cálculo dá variância se faz por meio da fórmula: V = Lim sup Lim inf Este resultado é utilizado no cálculo da variação do parâmetro (VP), por meio da seguinte fórmula: VP = V x % Tr. x Ao somar o valor encontrado ao L inf, encontra-se o percentual adequado para a prescrição do treinamento (ficando claro que o procedimento deverá ser realizado tanto para o volume como para a intensidade). Carga = L inf + VP O último passo é aplicar o percentual calculado sobre a capacidade do atleta, determinada através de provas específicas realizadas na Fase de Diagnóstico do Período Pré-preparatório (TUBINO e Moreira, 2003). APLICABILIDADE A quantificação do treinamento é, sem dúvida, a principal preocupação dos estudiosos de treinamento neste final de século. Na literatura existente, abundam os textos de como se pode controlar os parâmetros de volume e intensidade no transcurso do treinamento. Entretanto, observa-se como norma, que a metodologia de quantificação da carga e de controle do treinamento se fundamentam, cada vez mais, em procedimentos de laboratório. Como recomendar onerosos exames bioquímicos ou controle fisiológico sofisticados a nosso treinador, quando quase sempre há grandes limitações? A solução proposta neste trabalho é, sem deixar de respeitar os parâmetros fisiológicos do metabolismo humano, propiciar uma forma simples e troca de controlar e prescrever o treinamento.

6 A aplicabilidade do método foi efetiva em provas de utilização realizadas com atletas de tênis, voleibol, handebol, futebol de campo e de salão, atletismo (corridas e saltos), esgrima, pára-quedismo e automobilismo. O trabalho está apoiado no Quadro 4, que se apresenta a seguir: Quadro 4: Intervalos de Eficácia Fisiológica QUALIDADES FÍSICAS VOLUME INTENSIDADE Resistência Aeróbica de 15 a 90 minutos de 50 a 85 % VO2 máx. atividade Resistência Anaeróbica 30 a 45 tiros 80 a 85% do Tempo Mínimo (100 a 300m) Velocidade de Deslocamento 30 a 60 tiros 95 a 100% do Tempo Mínimo (25 a 50m) Força Dinâmica 1 a 6 repetições x 3 a 6 vezes 90 a 100% do Peso máximo Força Explosiva 6 a 12 repetições x 3 a 6 60 a 80% do Peso máximo vezes Resistência Muscular 13 a 40 repetições x 3 a 6 40 a 60% do Peso máximo Localizada vezes Flexibilidade Método Passivo (3 a 6 Facilitação Neuromuscular repetições) Propioceptiva (3 a 6 séries) Consideremos um atleta, por exemplo, que tenha feito m na prova de Cooper, realizada na Fase de Diagnóstico do Período Pre preparatório e que esteja em um microciclo da Fase Básica, cuja carga de trabalho (verificada na curva) seja de 75% de volume e 53% de intensidade. O atleta considerado está realizando um microciclo Ordinário e seus dias de treinamento da Resistência Aeróbica são Segunda-feira, Quarta-feira e Sextafeira. Para na sexta-feira, sua carga de trabalho seria, portanto, de 56,6% de volume e 53% de intensidade. Os cálculos que se deve fazer neste caso, conforme apresentados no DANTAS (2003), são: 1 Passo: Determinação do VO2 máx. VO2 máx. = ( ,1)/ 44,8 = 64,64 ml. (Kg. min)-1 2 Passo: Determinação da Intensidade de Trabalho VO2 t = { [(0,53 x 350) + 64,64]/350} x 64,64 = 46,20 ml. (Kg. min)-1 3 Passo: Determinação do Tempo de Duração da Atividade Conforme se pode verificar na tabela apresentada no livro chamado, para a intensidade de 53%, o volume indicado seria de 41 a 60 minutos. teriase então: Lsup = 60 minutos.vp = 19 x 56,6 x = 10,75 min. Linf = 41 minutos V = 19 minutos T = ,7 min = 51,7 min = 51 min e 42 seg.

7 4 Passo: Determinação da Distância que será Percorrida D = (46,20-3,5) x 0,2-1 x 51,7 = ,95 M. CONCLUSÃO A aplicabilidade da metodologia desenvolvida no presente estudo, para o caso específico dos esportes aquáticos, desenvolver-se-á partindo das velocidades máximas de performance e estabelecendo um percentual da mesma para a carga de treinamento, com os volumes apresentados no Quadro REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Bibliografia Básica Dantas, E.H.M. A Prática dá Preparação Física. 5ª ed. Rio de Janeiro: Shape, Bibliografia Complementar Bompa, T.O. Periodization: Theory and Methodology of Training. 4a ed. Champaign: Human Kinetics Foran, B. High-performance Sports Conditioning. Champaign: Human Kinetics, Gardiner, Phil. Neuromuscular Aspects of Physical Activity. Champaign: Human Kinetics, Kreider, Richard B.; FRY, Andrew C. & Ou TOOLE, Mary L. Overtraining in Sport. Champaign: Human Kinetics Matvéev, L. P. Apóie dou Treino Desportivo. Moscou, Matvéev, L. P. Introdução À Teoria de Cultura Física. Fisicultura e Sport, Moscou, Matvéev, Lev P. Treino Desportivo: Metodologia e Planejamento. São Paulo: Phorte Moreira, Sérgio B. Equacionando ou Treinamento. A Matemática dá Provas Longas. Rio do Janeiro: Shape, Platonov, Vladimir N & BULATOVA, Marinha M. A Preparação Física. 2a ed. Barcelona: Paidotribo. s/d.

8 Tubino, Manoel J.G & Moreira, Sérgio B. Metodologia Científica dou Treinamento Desportivo. 13ª ed. Rio de Janeiro: Shape Weineck, Jurgen. Treinamento Ideal. 9a ed. São Paulo: lhe emane Zakharov, Andrei; adaptação pelo Antônio Carlos Gomes. Ciência dou Treinamento Desportivo. Rio de Janeiro: Palestra, P.

ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE

ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE INTRODUÇÃO AGNELO WEBER DE OLIVEIRA ROCHA RONÉLIA DE OLIVEIRA MELO VIANA UFAM UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

Plano de preparação desportiva

Plano de preparação desportiva Plano de preparação desportiva COMPONENTES DO PLANO Técnico Tático Físico-fisiológico Psicológico Administrativo Socioeducacional Clínico Metas curto, médio, longo prazos Categorias de Base ABC-FC Departamento

Leia mais

PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO PROF.ª ESP. MARIA HELENA CARVALHO

PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO PROF.ª ESP. MARIA HELENA CARVALHO PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO PROF.ª ESP. MARIA HELENA CARVALHO Periodização Periodização é o planejamento geral e detalhado da utilização do tempo disponível para treinamento de acordo com objetivos intermediários

Leia mais

POLIMENTO: O PERÍODO COMPETITIVO DA NATAÇÃO *

POLIMENTO: O PERÍODO COMPETITIVO DA NATAÇÃO * POLIMENTO: O PERÍODO COMPETITIVO DA NATAÇÃO * Moacyr da Rocha Freitas RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar um estudo sobre o Polimento, fundamentado na Teoria do Treinamento Desportivo. Através

Leia mais

PERIODIZAÇÃO APLICADA AO TREINAMENTO FUNCIONAL

PERIODIZAÇÃO APLICADA AO TREINAMENTO FUNCIONAL PERIODIZAÇÃO APLICADA AO TREINAMENTO FUNCIONAL MÉTODO CONTÍNUO O exercício é executado sem pausa. A intensidade do exercício é, normalmente, submáxima O volume é de moderado para alto VARIAÇÕES METODOLÓGICAS

Leia mais

Período de Preparação Período de Competição Período de Transição

Período de Preparação Período de Competição Período de Transição PERIODIZAÇÃO Desde que a chamada "Ciência do Esporte" passou a sistematizar e metodizar o Treinamento Desportivo, a periodização passou a ser a única forma de se organizar todo o trabalho realizado durante

Leia mais

Planeamento do Treino Desportivo

Planeamento do Treino Desportivo Universidade Técnica de Lisboa Faculdade de Motricidade Humana Planeamento do Treino Desportivo Periodização de um Macrociclo para o Desenvolvimento da Força - Basquetebol (A nível Sénior) Ricardo Robalo

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

Navarro, F. In Planificacion del entrenamiento a largo plazo

Navarro, F. In Planificacion del entrenamiento a largo plazo Um programa de treino bem organizado e planificado, durante um período de tempo prolongado, aumenta a eficácia da preparação para as competições futuras mais importantes, uma vez que: introduz uma utilização

Leia mais

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade II Controle e Prescrição do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Prescrição de Atividades Físicas Condições de saúde; Estado geral do aluno (cliente);

Leia mais

EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO

EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO CELI, Jonathan Antônio 1 ; PANDA, Maria Denise Justo 2 Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo analisar

Leia mais

PERIODIZAÇÃO ESPORTIVA: macrociclo de

PERIODIZAÇÃO ESPORTIVA: macrociclo de UNIVERSIDADE GAMA FILHO UGF PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU TREINAMENTO DESPORTIVO Jean Carlo Magno PERIODIZAÇÃO ESPORTIVA: macrociclo de treinamento aplicado ao voleibol FLORIANOPOLIS, JUNHO DE 6. Periodização

Leia mais

CIRCUITO TREINO * O fator especificador do circuito será a qualidade física visada e o desporto considerado.

CIRCUITO TREINO * O fator especificador do circuito será a qualidade física visada e o desporto considerado. CIRCUITO TREINO * O CT é um método polivalente adequado a realizar tanto a preparação cardiopulmonar como a neuromuscular. É, por isto, largamente empregado no treinamento desportivo pela economia de tempo

Leia mais

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Recebido em: 12/3/2010 Emitido parece em: 9/4/2010 Artigo original ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Emerson Luiz

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROFESSOR PAULO BARROSO CREF 06081 G/RJ PREPARADOR FÍSICO DOS ÁRBITROS FFERJ PROFESSOR DA SECRETARIA MUNICIPAL DE

Leia mais

Periodização do Treinamento. Vitor Leandro da Silva Profeta Mestrando em Ciências do Esporte

Periodização do Treinamento. Vitor Leandro da Silva Profeta Mestrando em Ciências do Esporte Periodização do Treinamento Esportivo aplicada ao TaeKwon-Do Vitor Leandro da Silva Profeta Mestrando em Ciências do Esporte Exercício Homeostase Síndrome da Adaptação Geral Estresse Resistência Exaustão

Leia mais

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L JOSÉ ALBERTO PINT~* LEONARDO RAPOSO ROCHA GOMES. 1 ' SUMO uma anáiise das características espedficas do voleiboi,

Leia mais

MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM PRATICANTES DE GINÁSTICA RÍTMICA DO PARANÁ

MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM PRATICANTES DE GINÁSTICA RÍTMICA DO PARANÁ ESTUDOS E REFLEXÕES V 5 - Nº 9 PÁGS. 43 A 50 V Encontro de Pesquisa em Educação Física 1ª Parte RECEBIDO EM: 00-00-0000 ACEITO EM: 00-00-0000 ARTIGO ORIGINAL MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM

Leia mais

Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo

Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo Preparação física no Futebol? Uma abordagem sistémica - complexa do Jogo Licenciado em Ciências do Desporto (FMH); Treinador de Futebol há 15 anos; Pós-Graduação em Treino de Alto Rendimento; Especialização

Leia mais

PROPOSTA DE MODELOS DE PERIODIZAÇÃO DE TREINAMENTO PARA NÍVEIS DE APRENDIZADO EM GINÁSTICA OLÍMPICA FEMININA

PROPOSTA DE MODELOS DE PERIODIZAÇÃO DE TREINAMENTO PARA NÍVEIS DE APRENDIZADO EM GINÁSTICA OLÍMPICA FEMININA VOLUME 2 NÚMERO 1 Janeiro / Junho 2006 PROPOSTA DE MODELOS DE PERIODIZAÇÃO DE TREINAMENTO PARA NÍVEIS DE APRENDIZADO EM GINÁSTICA OLÍMPICA FEMININA Roberto Carlos Lacordia 1 Renato Miranda 2 Estélio M.

Leia mais

ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO 25/08/2008

ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO 25/08/2008 ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO Anos 30: PIHKALA (Finlândia) Variações no trabalho - recuperação: dias, semanas, meses e anos de treinamento; Diminuição progressiva do volume de treinamento,

Leia mais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ALINE MEYRE DOMINGOS ALLAN JOSÉ SILVA DA COSTA DÓRIS ALVES DE LIRA BENÍCIO JOÃO MARQUES DANTAS

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ALINE MEYRE DOMINGOS ALLAN JOSÉ SILVA DA COSTA DÓRIS ALVES DE LIRA BENÍCIO JOÃO MARQUES DANTAS UNIVERSIDADE GAMA FILHO ALINE MEYRE DOMINGOS ALLAN JOSÉ SILVA DA COSTA DÓRIS ALVES DE LIRA BENÍCIO JOÃO MARQUES DANTAS PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO PARA CORREDORES DE RUA ESPECIALISTAS EM PROVAS DE DEZ

Leia mais

CEF Periodização e Sistemas de Treino

CEF Periodização e Sistemas de Treino CEF Periodização e Sistemas de Treino João Pedro Ramos, CPT, PES National Academy of Sports Medicine Certified Personal Trainer Performance Enhancement Specialist Periodização TF Sistemas de TF 1 PLANO

Leia mais

1. METODOLOGIA: SÉRIES DE EXERCÍCIOS E TEMAS PARA AS LIÇÕES DE ESGRIMA.

1. METODOLOGIA: SÉRIES DE EXERCÍCIOS E TEMAS PARA AS LIÇÕES DE ESGRIMA. ESPADA SISTEMA PARA FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE ESPADISTAS A ESGRIMA DE PONTA SEM PRATICAR O FLORETE Arthur CRAMER Há vários modos de esgrimir, dizemos quanto à esgrima de sala e à esgrima de competição.

Leia mais

Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa)

Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) (CBCa) Palestra: Programação anual dos treinamentos na Canoagem Slalom. Os Ciclos de Treinamento Na Água Trabalho Intensidade Fisiológico Periodização de: Aeróbia Capacidade Continua Aeróbia Capacidade

Leia mais

PERIODIZAÇÃO PARA ALUNOS DE ACADEMIAS DE GINÁSTICA

PERIODIZAÇÃO PARA ALUNOS DE ACADEMIAS DE GINÁSTICA PERIODIZAÇÃO PARA ALUNOS DE ACADEMIAS DE GINÁSTICA INTRODUÇÃO RAFAEL RODRIGUES CARDOSO Universidade Federal de Goiás, Goiânia, Goiás, Brasil rafa_net@hotmail.com O homem exercitava seu corpo, mesmo que

Leia mais

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR Os textos são de responsabilidade de seus autores. ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR RESUMO Daiane Grando 1 2 O propósito

Leia mais

24/10/2013 Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com

24/10/2013 Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Personal Trainer Alterações morfofuncionais decorrentes do treinamento de força 1 Exercícios

Leia mais

Desenvolvimento das capacidades motoras

Desenvolvimento das capacidades motoras Desenvolvimento das capacidades motoras Capacidades motoras Todos nós possuímos capacidades motoras ou físicas e é através delas que conseguimos executar ações motoras, desde as mais básicas às mais complexas

Leia mais

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL.

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. 1 ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. Bernardino Sogabe Priante Aluno concluinte do CEDF/UEPA bernardinosogabepriante@yahoo.com.br Carlos Dorneles Professor Mestre orientador

Leia mais

TREINAMENTO EM CIRCUITO INDIVIDUALIZADO: UMA FORMA FISIOLÓGICA DE TRABALHO COM ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO

TREINAMENTO EM CIRCUITO INDIVIDUALIZADO: UMA FORMA FISIOLÓGICA DE TRABALHO COM ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO REVISÃO V. 3(3) 85-92, 1998 TREINAMENTO EM CIRCUITO INDIVIDUALIZADO: UMA FORMA FISIOLÓGICA DE TRABALHO COM ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO Prof. Dr. Estélio H. M. Dantas Professor Titular da Universidade Castelo

Leia mais

PLANEAMENTO DO TREINO: DA FORMAÇÃO AO ALTO RENDIMENTO

PLANEAMENTO DO TREINO: DA FORMAÇÃO AO ALTO RENDIMENTO PLANEAMENTO DO TREINO: DA FORMAÇÃO AO ALTO RENDIMENTO António Vasconcelos Raposo Treinador de Mérito de Natação Pura Desportiva Formador da Solidariedade Olímpica Internacional Formador FINA Formador da

Leia mais

O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas

O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas 1 O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas Resumo: O professor de Educação Física tem uma grande importância na prevenção de lesões em atletas, se o mesmo respeitar os

Leia mais

Módulo III. Modelos de periodização. Progressão. Progressão. Progressão. Progressão. Prescrição de Exercício. I Estágio Inicial

Módulo III. Modelos de periodização. Progressão. Progressão. Progressão. Progressão. Prescrição de Exercício. I Estágio Inicial Módulo III Prescrição de Exercício valiação Modelos de periodização Interpretação Prescrição Modalidade Freqüência Precauções Duração Intensidade CSM, Guidelines for exercise testing and prescription,(006).

Leia mais

Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com

Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com Esquema de Aula Atividade Física Bioenergética - Sistemas Produtores de Energia Princípio do Treinamento Identificação de Índices Fisiológicos Capacidade

Leia mais

Estrutura e Planificação do Treinamento Esportivo

Estrutura e Planificação do Treinamento Esportivo Estrutura e Planificação do Treinamento Esportivo 1. Introdução Desde muito tempo se vêm repetindo que "A planificação do treinamento desportivo é antes de tudo o resultado do pensamento do treinador"

Leia mais

METODOLOGIA DO TREINO

METODOLOGIA DO TREINO faculdade de motricidade humana unidade orgânica de ciências do desporto METODOLOGIA DO TREINO Objectivos 1. dominar os conceitos fundamentais em treino desportivo. 2. conhecer os diversos factores do

Leia mais

TREINAMENTO DE FORÇA RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

TREINAMENTO DE FORÇA RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA TREINAMENTO DE RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA Como regra geral, um músculo aumenta de força quando treinado próximo da sua atual capacidade de gerar força. Existem métodos de exercícios que são

Leia mais

O Volume Do Treinamento No Futsal

O Volume Do Treinamento No Futsal O Volume Do Treinamento No Futsal Quando se fala de volume de treino é importante primeiramente entender quais são as vias metabólicas predominantemente envolvidas no esporte a ser treinado, e, respeitar

Leia mais

A PLIOMETRIA por Sebastião Mota

A PLIOMETRIA por Sebastião Mota por Sebastião Mota O termo pliometria refere-se a exercícios específicos que envolvam o Ciclo Alongamento- Encurtamento (CAE), isto é, um rápido alongamento da musculatura seguido de uma rápida acção concêntrica.

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA DESPORTIVA INTRODUÇÃO

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA DESPORTIVA INTRODUÇÃO QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA DESPORTIVA Prof. Dr. Estélio H. M. Dantas Professor Titular do PROCIMH (UCB) Professor Visitante do PROMSAU (UnC) estelio@omega.lncc.br

Leia mais

Colunista da Revista W Run e colaborador das Revistas The Finisher e Revista O2

Colunista da Revista W Run e colaborador das Revistas The Finisher e Revista O2 CURRÍCULO HELENO FORTES RIBEIRO CREF:004375-GMG Diretor Técnico e Idealizador da HF Treinamento Esportivo Pós-Graduado em Treinamento Esportivo (lato sensu) UGF 2006 Graduado em Educação Física (Bacharel

Leia mais

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique

Leia mais

A PLANIFICAÇÃO DO TREINO DA FORÇA NOS DESPORTOS COLECTIVOS por Sebastião Mota

A PLANIFICAÇÃO DO TREINO DA FORÇA NOS DESPORTOS COLECTIVOS por Sebastião Mota A PLANIFICAÇÃO DO TREINO DA FORÇA NOS DESPORTOS COLECTIVOS por Sebastião Mota INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado segundo uma adaptação da obra de Gilles Cometti, que nos propõe uma matriz inovadora

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 1 CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2012.2 BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA... 4 02 BIOLOGIA HUMANA... 4 03 NATAÇÃO... 4 04 ESPORTE

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS Beatriz de Vilas Boas de Oliveira 1, Keyleytonn Sthil Ribeiro 2 1 Faculdade de Pindamonhangaba, Curso de Fisioterapia, biavilasboas@yahoo.com.br

Leia mais

Disciplina: Controle Motor e Fisiologia do Movimento. Flávia Porto RELEMBRANDO...

Disciplina: Controle Motor e Fisiologia do Movimento. Flávia Porto RELEMBRANDO... Disciplina: Controle Motor e Fisiologia do Movimento Flávia Porto RELEMBRANDO... A mais importante característica do treinamento é sua divisão em fases e sua contínua adequação e periodização dos estímulos.

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA INICIAÇÃO DESPORTIVA DO FUTEBOL NO DESENVOLVIMENTO MOTOR DE CRIANÇAS DO SEXO MASCULINO COM IDADES ENTRE 11 A 13 ANOS.

A INFLUÊNCIA DA INICIAÇÃO DESPORTIVA DO FUTEBOL NO DESENVOLVIMENTO MOTOR DE CRIANÇAS DO SEXO MASCULINO COM IDADES ENTRE 11 A 13 ANOS. A INFLUÊNCIA DA INICIAÇÃO DESPORTIVA DO FUTEBOL NO DESENVOLVIMENTO MOTOR DE CRIANÇAS DO SEXO MASCULINO COM IDADES ENTRE 11 A 13 ANOS. Introdução AUTOR: JOÃO EDUARDO BICCA CARMO CORONEL Faculdade Metodista

Leia mais

Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício

Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR LICENCIATURA EM PSICOLOGIA do DESPORTO e do EXERCÍCIO PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700

FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700 FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700 QUALIDADES FÍSICAS DO ESPORTE ORIENTAÇÃO POTÊNCIA Santa Maria 2004 1 JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES

Leia mais

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*. EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três

Leia mais

PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORRESPIRATÓRIA

PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORRESPIRATÓRIA Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORRESPIRATÓRIA Teste Submáximo de Astrand em

Leia mais

ANALISE DA APTIDÃO FÍSICA DOS JOGADORES PROFISSIONAIS DE FUTEBOL DO ESPORTE CLUBE FLAMENGO (ECF) NA TEMPORADA 2011.

ANALISE DA APTIDÃO FÍSICA DOS JOGADORES PROFISSIONAIS DE FUTEBOL DO ESPORTE CLUBE FLAMENGO (ECF) NA TEMPORADA 2011. 1 ANALISE DA APTIDÃO FÍSICA DOS JOGADORES PROFISSIONAIS DE FUTEBOL DO ESPORTE CLUBE FLAMENGO (ECF) NA TEMPORADA 2011. INTRODUÇÃO RAFAEL DAMASCENO OLIVEIRA Universidade Federal de Viçosa Viçosa MG- Brasil

Leia mais

Dissertação de Mestrado. A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho de Santa Maria da Feira

Dissertação de Mestrado. A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho de Santa Maria da Feira UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO Mestrado em Ensino da Educação Física no Ensino Básico e Secundário Dissertação de Mestrado A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho

Leia mais

PROJETO E REGULAMENTO GERAL

PROJETO E REGULAMENTO GERAL OLIMPÍADAS DO INSTITUTO EDUCACIONAL NOVOS TEMPOS PROJETO E REGULAMENTO GERAL Ensino Fundamental II e Médio OUTUBRO DE 2015 APRESENTAÇÃO: As Olimpíadas do Instituto Educacional Novos Tempos (OLIENT), visam

Leia mais

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*. EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três

Leia mais

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL Gabriel Weiss Maciel Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil Henrique Cabral Faraco Universidade do Estado de Santa Catarina,

Leia mais

PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO

PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BE066 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO PROF. SERGIO GREGORIO DA SILVA, PHD AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (COLÉGIO

Leia mais

Abril / 2016. 25 Segunda-feira 17h, 18h e 19h 25 e 26/04. 27 Quarta-feira 17h, 18h e 19h 27 e 28/04. 29 Sexta-feira 17h, 18h e 19h 29/04 e 02/05

Abril / 2016. 25 Segunda-feira 17h, 18h e 19h 25 e 26/04. 27 Quarta-feira 17h, 18h e 19h 27 e 28/04. 29 Sexta-feira 17h, 18h e 19h 29/04 e 02/05 Cursos Abril / 2016 25 Segunda-feira 17h, e 19h 25 e 26/04 27 Quarta-feira 17h, e 19h 27 e 28/04 29 Sexta-feira 17h, e 19h 29/04 e 02/05 Cursos Maio / 2016 02 Segunda-feira 17h, e 19h 02 e 03/05 04 Quarta-feira

Leia mais

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do.

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do. Sociedade União 1º.Dezembro Das teorias generalistas à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol Programação e Periodização do Treino em Futebol 1 Programação e Periodização do Treino em Futebol Ter a convicção

Leia mais

As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha

As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha As diferentes funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro uma comparação entre Brasil e Alemanha As funções que o modelo de jogo da equipe desencadeia ao goleiro FERNANDO PAIVA CORRÊA

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS E FORMAÇÃO INTEGRADA ROBSON CARNEIRO ROSA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS E FORMAÇÃO INTEGRADA ROBSON CARNEIRO ROSA 3 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS E FORMAÇÃO INTEGRADA ROBSON CARNEIRO ROSA BREVE NOTA SOBRE TREINAMENTO FUNCIONAL: VISÃO GERAL, OBJETIVO E METODOLOGIA. Goiânia/ 2012

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS

A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS A preparação física como norte do processo ou subordinada às variáveis da partida? Uma análise sob a ótica sistêmica. Por Cyro Bueno*

Leia mais

SISTEMÁTICA DO DESPORTO II

SISTEMÁTICA DO DESPORTO II INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior de Desporto de Rio Maior Ano Lectivo 2009/20010 SISTEMÁTICA DO DESPORTO II Licenciatura em Desporto: Variante de Condição Física Regente: Hugo Louro Docentes:

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º ANO. PROFESSOR: Thiago Rosario da Cruz

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º ANO. PROFESSOR: Thiago Rosario da Cruz COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150. PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 3º ANO PROFESSOR: Thiago

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA AUTOR(ES): RODRIGO

Leia mais

Dist. da linha saída à 1ª barreira

Dist. da linha saída à 1ª barreira TÉCNICA DAS CORRIDAS COM BARREIRAS Antes de mais nada podemos dizer que as corridas com barreiras são provas de velocidade rasa porque, muito embora o barreiristas se depare com uma série de barreiras

Leia mais

SETE NOSSOS PROFESSORES. DIRETOR Ir. Inácio Ferreira Dantas

SETE NOSSOS PROFESSORES. DIRETOR Ir. Inácio Ferreira Dantas DIRETOR Ir. Inácio Ferreira Dantas VICE DIRETORA EDUCACIONAL Bruna Sousa dos Santos ASSESSOR ADMINISTRATIVO Manuel da Silva Lima SETE NOSSOS PROFESSORES Basquete Prof. Carlos Magno Futsal Prof. José Maria

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta.

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta. 1 Texto atualizado apenas para consulta. LEI Nº 2.402, DE 15 DE JUNHO DE 1999 (Autoria do Projeto: Deputado Agrício Braga) Institui o Programa Bolsa Atleta. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, Faço saber

Leia mais

Biotecnologia Ambiental

Biotecnologia Ambiental Ambiental 1º MÓDULO 27 28 29 (AGOSTO) Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira (27/08) Sexta-feira (28/08) Sábado (29/08) //Marco //Marco Ambiental 2º MÓDULO 17 18 19 (SETEMBRO) Segunda-feira

Leia mais

Odontologia do Esporte e o atleta de elite

Odontologia do Esporte e o atleta de elite Odontologia do Esporte e o atleta de elite Um guia sobre a importância da boa saúde bucal para aprimorar o desempenho atlético Comissão Médica do COI Agosto 2000 Sempre preocupada com a saúde dos atletas,

Leia mais

Diário Oficial VACINA ANTIRRÁBICA. Prefeitura Municipal de Canavieiras. http://www.doem.org.br/ba/canavieiras. Página 1. 5 de setembro de 2014

Diário Oficial VACINA ANTIRRÁBICA. Prefeitura Municipal de Canavieiras. http://www.doem.org.br/ba/canavieiras. Página 1. 5 de setembro de 2014 Ano: 2 Páginas: 28 VACINA ANTIRRÁBICA Canavieiras promove neste sábado (6) o Dia "D" da Vacinação Antirrábica A Prefeitura de Canavieiras, por meio da Secretaria de Saúde, realiza no próximo sábado (6)

Leia mais

Missão Oficial China 26 a 30 de outubro de 2015. Departamento de Comissões Decom Comissão do Esporte Cespo

Missão Oficial China 26 a 30 de outubro de 2015. Departamento de Comissões Decom Comissão do Esporte Cespo Missão Oficial China 26 a 30 de outubro de 2015 Departamento de Comissões Decom Comissão do Esporte Cespo Novembro de 2015 Sumário APRESENTAÇÃO... 3 1. UNIVERSIDADE DE ESPORTES DE BEIJING BEIJING SPORTS

Leia mais

PLANIFICAÇÃO E PERIODIZAÇÃO DO TREINO DE UMA EQUIPA DA 1ª DIVISÃO

PLANIFICAÇÃO E PERIODIZAÇÃO DO TREINO DE UMA EQUIPA DA 1ª DIVISÃO PLANIFICAÇÃO E PERIODIZAÇÃO DO TREINO DE UMA EQUIPA DA 1ª DIVISÃO Horácio Honório Curso de Treinadores de Hóquei em Patins Nível III CRITÉRIOS DE ORGANIZAÇÃO DA PLANIFICAÇÃO FUNDAÇÃO NORTECOOPE - SÉNIORES

Leia mais

DISCIPLINA. Regulamento Geral

DISCIPLINA. Regulamento Geral REGULAMENTO GERAL ENSINA-ME A SER OBEDIENTE ÀS REGRAS DO JOGO ENSINA-ME A NÃO PROFERIR NEM RECEBER ELOGIO IMERECIDO ENSINA-ME A GANHAR, SE ME FOR POSSÍVEL MAS, SE EU PERDER, ACIMA DE TUDO ENSINA-ME A PERDER

Leia mais

Análise de tendências

Análise de tendências Luiz Carlos Terra Ao se analisar uma série de dados, além de gráficos, tabelas e cálculo de medidas de posição e dispersão, é importante verificar o movimento ao longo do tempo, ou seja, a tendência das

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL

EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL FRANKLIN GONÇALVES PEREIRA Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande,

Leia mais

ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1

ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1 ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1 Resumo O futebol é o esporte mais popular do planeta, praticado por milhões de participantes.

Leia mais

Um Alerta, uma Reflexão, um Desafio

Um Alerta, uma Reflexão, um Desafio Um Alerta, uma Reflexão, um Desafio CLINIC PLANETA BASKET SEBASTIÃO MOTA 10 DE SETEMBRO 2015 Decididamente, a musculação é uma parte muito séria do trabalho, tornando as atletas mais fortes, mais rápidas,

Leia mais

Importância do planejamento de treinamento e das avaliações físicas

Importância do planejamento de treinamento e das avaliações físicas Importância do planejamento de treinamento e das avaliações físicas Definir a carga de treinamento é o primeiro passo para entender a complexidade do treinamento físico (Monteiro, Lopes, 2009). O entendimento

Leia mais

Aplicação do teste de Legêr para avaliação da capacidade aeróbia em atletas sub14 da Associação Portuguesa de Desportos.

Aplicação do teste de Legêr para avaliação da capacidade aeróbia em atletas sub14 da Associação Portuguesa de Desportos. Aplicação do teste de Legêr para avaliação da capacidade aeróbia em atletas sub14 da Associação Portuguesa de Desportos. Autor: Fabio Abenanti Nunes Co-Autor: Tiago Aquino Orientador: Cláudio Pavanelli

Leia mais

O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues

O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues RESUMO: O conteúdo voleibol, enquanto prática desportiva nas escolas

Leia mais

ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE

ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE JAYME NETTO JR Professor do Departamento de Fisioterapia/UNESP Mestrado em Ciências do Esporte/UNICAMP Doutorado em Ciências da Saúde/FAMERP Técnico Olímpico

Leia mais

DATA DE INíCIO / FIM 16-04-2016 / 17-04-2016. HORARIO Manhã - 9:00 às 13:00 Tarde - 14:00 às 18:00. #Fisioterapeuta, #Desporto/Educação Física

DATA DE INíCIO / FIM 16-04-2016 / 17-04-2016. HORARIO Manhã - 9:00 às 13:00 Tarde - 14:00 às 18:00. #Fisioterapeuta, #Desporto/Educação Física TREINO AVANçADO PARA HIPERTROFIA MUSCULAR (ABR 2016) - PORTO Em Treino Avançado para Hipertrofia Muscular ficará a conhecer todo os processos fisiológicos que envolvem a hipertrofia muscular, bem como

Leia mais

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Liga Desportiva de Taekwon-do do Estado de Minas Gerais - LDTEMG Mestre Ronaldo Avelino Xavier Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Belo Horizonte, 06 de Fevereiro de 2013. Mestre

Leia mais

Centro de Formação Olímpica do Nordeste é legado dos Jogos Olímpicos de 2016 para 26 modalidades e deve ser entregue neste semestre

Centro de Formação Olímpica do Nordeste é legado dos Jogos Olímpicos de 2016 para 26 modalidades e deve ser entregue neste semestre Centro de Formação Olímpica do Nordeste é legado dos Jogos Olímpicos de 2016 para 26 modalidades e deve ser entregue neste semestre Algumas estruturas já foram entregues: a pista de skate foi a primeira,

Leia mais

Modalidades esportivas Sesc

Modalidades esportivas Sesc Faça sua carteira COMERCIÁRIO: TITULAR: CPTS atualizada, Comp. de residência, GFIP (Guia de Recolhimento e Informações do FGTS), Taxa CONVENIADOS: TITULAR: Comp.de residência, documento que comp. de vínculo

Leia mais

GAIDAS & SILVA AUDITORES INDEPENDENTES

GAIDAS & SILVA AUDITORES INDEPENDENTES RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores do GRÊMIO RECREATIVO BARUERI Examinamos as demonstrações contábeis do GRÊMIO RECREATIVO BARUERI, que compreendem

Leia mais

Treino em Circuito. O que é?

Treino em Circuito. O que é? Circuitando O que é? O trabalho em circuito foi idealizado por R.E.Morgan e G.T. Adamson em 1953, na Universidade de Leeds, na Inglaterra, como ofrma de manter os seus atletas em trabalho físico num espaço

Leia mais

REGULAMENTO GERAL QUANDO PENSO QUE CHEGUEI AO MEU LIMITE, DESCUBRO QUE TENHO FORÇAS PARA IR ALEM

REGULAMENTO GERAL QUANDO PENSO QUE CHEGUEI AO MEU LIMITE, DESCUBRO QUE TENHO FORÇAS PARA IR ALEM REGULAMENTO GERAL QUANDO PENSO QUE CHEGUEI AO MEU LIMITE, DESCUBRO QUE TENHO FORÇAS PARA IR ALEM AYRTON SENNA DISCIPLINA 1. Os jogos e atividades começarão rigorosamente no horário previsto; não haverá

Leia mais

O efeito de um ciclo de treinamento pliométrico no desenvolvimento da velocidade de deslocamento em jogadores de basquetebol infantil masculino.

O efeito de um ciclo de treinamento pliométrico no desenvolvimento da velocidade de deslocamento em jogadores de basquetebol infantil masculino. 124 ARTIGO O efeito de um ciclo de treinamento pliométrico no desenvolvimento da velocidade de deslocamento em jogadores de basquetebol infantil masculino. Anderson Marques de Moraes I,II,II ; Dr. Ídico

Leia mais

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas VARIÁVEIS MANIPULÁVEIS

Leia mais

Escola Secundária Manuel Cargaleiro

Escola Secundária Manuel Cargaleiro Escola Secundária Manuel Cargaleiro Curso Científico- Natural Professora: Nota: Observações: Este trabalho foi elaborado por: - Nuno Valverde n.º 12 - Pedro Valverde n.º 14 - Pedro Andrez n.º 15 - Pedro

Leia mais

PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO

PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO PLANO DE CARREIRA DO NADADOR AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO Introdução O Aminata Évora Clube de Natação, sendo um clube dedicado a várias

Leia mais

Métodos de treino da resistência

Métodos de treino da resistência Métodos de treino da resistência Índice 1. Introdução... 2 2. Noções básicas sobre exercício e sistemas energéticos... 2 2.1. Capacidade e potência dos sistemas energéticos... 3 3. Métodos de Treino da

Leia mais

O Treino no BTT. COALA Clube Orientação Aventura Litoral Alentejano

O Treino no BTT. COALA Clube Orientação Aventura Litoral Alentejano COALA Clube Orientação Aventura Litoral Alentejano O Treino no BTT Para todos aqueles que se iniciam no BTT, e até no caso de alguns veteranos, existe a tendência natural para copiar esquemas e métodos

Leia mais

3º CURSO FORMAÇÃO DE AGENTES MULTIPLICADORES EM PREVENÇÃO ÀS DROGAS ESPORTES: CRIANÇA E ADOLESCENTE LONGE DAS DROGAS

3º CURSO FORMAÇÃO DE AGENTES MULTIPLICADORES EM PREVENÇÃO ÀS DROGAS ESPORTES: CRIANÇA E ADOLESCENTE LONGE DAS DROGAS 1 3º CURSO FORMAÇÃO DE AGENTES MULTIPLICADORES EM PREVENÇÃO ÀS DROGAS ESPORTES: CRIANÇA E ADOLESCENTE LONGE DAS DROGAS Bruno Castro / 07 de Nov 2013 Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) O Direito

Leia mais

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO DISCIPLINA: Fisiologia neural: estrutura, funcionamento e adaptações ao treinamento EMENTA: Arranjo funcional das unidades motoras e

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO DEPARTAMENTO TECNICO PARA O SEGUNDO SEMESTRE - 2006

PROGRAMAÇÃO DO DEPARTAMENTO TECNICO PARA O SEGUNDO SEMESTRE - 2006 PROGRAMAÇÃO DO DEPARTAMENTO TECNICO PARA O SEGUNDO SEMESTRE - 2006 O Taekwondo brasileiro está passando por grandes transformações em sua estrutura administrativa e política. Nos últimos anos, devido a

Leia mais