CIÊNCIA E TECNOLOGIA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL DE INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS Fabíola de Oliveira (INPE/ USP)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CIÊNCIA E TECNOLOGIA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL DE INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS Fabíola de Oliveira (INPE/ USP)"

Transcrição

1 CIÊNCIA E TECNOLOGIA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL DE INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS Fabíola de Oliveira (INPE/ USP) RESUMO - Este trabalho tem a finalidade de mostrar como que instituições governamentais subordinadas ao Ministério da Ciência e Tecnologia comunicam ao público em geral, principalmente por meio da imprensa, as suas políticas, programas, investimentos e realizações, partindo de dois pressupostos principais: o dever de prestar contas do administrador público e a necessidade de contribuir com a formação de uma cultura científica no País. As obras científicas são maneiras de entender o mundo criadas pela ação humana e que, como as obras de arte, podem ser apreciadas pelo que dizem sobre nós mesmos e nosso desenvolvimento. Descobrir a ciência é um modo de descobrir a nós mesmos. 1 Introdução - Porque divulgar Ciência e Tecnologia Uma das questões que surge com freqüência em discussões e debates sobre divulgação e jornalismo científico, é sobre a validade ou não de divulgar-se ciência e tecnologia. Este questionamento não parte apenas de leigos ou pouco iniciados no assunto, mas com freqüência de jornalistas defensores da não-especialização, e cientistas/ pesquisadores céticos quanto à capacidade de jornalistas ou demais comunicólogos de traduzir a linguagem científica para o público. Aliada a esta primeira questão, surge uma segunda que é a seguinte: para quem divulgar ciência e tecnologia? Uma dúvida pertinente, principalmente considerando a realidade sócio-econômica e cultural do País, que nos leva a recuperar uma frase do pesquisador de políticas de C&T, Reinaldo Guimarães (professor do Instituto de Medicina Social e pró-reitor de pesquisa e pósgraduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ): Povo que vive overnight não discute ciência e tecnologia. Esta discussão é para quem tem perspectivas. 2 Embora tenhamos que concordar com esta triste constatação, dada a inegável fragilidade da condição sócio-econômica de grande parte da população brasileira, nos vemos no papel de defender com veemência a necessidade de divulgar-se ciência e tecnologia, até mesmo para justificar a produção deste trabalho de pesquisa, e por acreditarmos que existe uma demanda reprimida de divulgação de C&T no Brasil. Esta demanda por maiores informações de C&T para o público foi amplamente comprovada 1 SCHWARTZ, Joseph. O Momento Criativo. Mito e Alienação na Ciência Moderna. São Paulo, Editora Best Seller, 1992, p GUIMARÃES, Reinaldo. Entrevista concedida por telefone. São José dos Campos, 17 de janeiro de 1997.

2 pelo trabalho publicado em 1987, intitulado O quê o brasileiro pensa da Ciência e Tecnologia? 3, onde constatou-se que cerca de 70% da população urbana brasileira tem interesse em ciência e tecnologia. Na pergunta sobre o interesse por descobertas científicas e tecnológicas, o resultado dessa pesquisa realizada pelo Instituto Gallup chegou à seguinte conclusão: Pode-se dizer que a grande maioria da população brasileira tem algum ou muito interesse por descobertas científicas. Este interesse alcança 71%. sendo que 31% disseram ter muito interesse. Além disto, 20% dos brasileiros adultos - cerca de 10 milhões de pessoas - estudam ou procuram conhecer melhor algum ramo da ciência. 4 Mais adiante, a pesquisa do Gallup colocou a questão que segue: Os órgãos de comunicação (jornais, rádio, TV) noticiam satisfatoriamente ou deveriam dar mais notícias sobre novas descobertas científicas e tecnológicas? 5, e colocou nos resultados: Segundo a opinião da maioria dos brasileiros (66%), os órgãos de comunicação deveriam dar mais notícias sobre novas descobertas científicas e tecnológicas. Os que mais consideram insatisfatórios estes noticiários são as pessoas de instrução superior (71%) e as que têm interesse pela ciência (76%) 6. Sobre este resultado, o relatório da pesquisa faz um comentário na introdução do trabalho: No caso de considerarmos a parcela da população que reclama por mais notícias sobre novas descobertas científicas e tecnológicas este percentual sobe para 70% da população adulta brasileira. Esses números revelam a existência de uma grande demanda potencial pelo jornalismo científico e por revistas de popularização das ciências, em geral, inclusive mostrando a necessidade de ser empreendido um grande trabalho de divulgação científica. Os avanços já conseguidos pela Ciência no Brasil ainda não são suficientemente conhecidos, a não ser em círculos restritos. Apesar de grande interesse manifestado por Ciência e Tecnologia os dados referentes à percepção da influência da Ciência nas condições de existência indicam que os resultados do avanço científico e tecnológico estão distantes da vida diária das pessoas 7. Embora a pesquisa encomendada ao Instituto Gallup pelo CNPq tenha mais de 10 anos, não foi realizado nenhum outro estudo semelhante no Brasil após aquela data. 3 BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Museu de Astronomia e Ciências Afins. O quê o brasileiro pensa da Ciência e Tecnologia? (A imagem da Ciência e da Tecnologia junto à população urbana brasileira). Pesquisa realizada pelo Instituto Gallup de Opinião Pública. Rio de Janeiro: MAST, Op.cit., p Op. cit., p Op. cit., p Op. cit., p. 7.

3 Devemos continuar considerando como válidos os resultados desta pesquisa, porque, como veremos mais adiante, não foram realizados esforços significativos no sentido de contribuir com uma melhoria na quantidade e qualidade da divulgação científica para o público, como foi sugerido pela pesquisa sobre a necessidade de ser empreendido um grande trabalho de divulgação científica. Além do mais, ousamos inferir que o resultado da pesquisa, se levada a cabo nos dias de hoje, poderia ser ainda mais contundente, isto é, apontaria para uma maior demanda de divulgação científica, devido ao fato que os avanços da C&T são cada vez mais determinantes nos contextos social, econômico e político da vida humana. Este fato é tão amplamente reconhecido, que o Relatório Mundial de Ciências da Unesco, de , apresenta logo na introdução um ensaio sobre a importância e a necessidade do que em inglês é chamado de scientific literacy, e que por falta de termo melhor ou mais literal à versão inglesa, chamamos de cultura científica. Já na abertura do texto, o autor Francisco J. Ayala - um dos mais bem conceituados cientistas da atualidade nos Estados Unidos, professor de Ciências Biológicas e Filosofia da Universidade da Califórnia, Irvine, e ex-presidente da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS, 1995) - procura definir o que é cultura científica (scientific literacy): A UNESCO definiu como literacy (que aqui em português melhor se traduz para alfabetização ) a habilidade de um indivíduo para ler e escrever um pequeno e simples depoimento sobre sua vida cotidiana. Com o termo scientifically literate (ou o indivíduo detentor de uma cultura científica básica), não quero dizer que uma pessoa precisa ser letrada em assuntos científicos, mas também não significa que basta ler e escrever. A minha definição aproxima-se mais do que recentemente tornou-se conhecido como functional literacy (cultura funcional), definida como a habilidade para compreender o que se lê ou está escrito, a ponto de poder exercer determinadas funções na sociedade, como comunicar-se com indivíduos, progredir economicamente ou em outros interesses, ou participar de um modo de vida democrático. A cultura científica implica esta funcionalidade: a habilidade de responder de forma significativa às questões técnicas que permeiam a nossa vida cotidiana e o mundo das ações políticas. 9 8 UNESCO. World Science Report Paris: UNESCO Publishing, AYALA, Francisco J. Introductory Essay: the case for scientific literacy. Tradução da autora. Op.cit. p.1-2

4 A partir desta definição de cultura científica, Ayala passa a defender a existência de uma cultura científica na sociedade: Existe uma necessidade universal de uma cultura científica. Eu defendo esta afirmação com argumentos derivados de duas demandas crescentes nas nações modernas. A primeira é a premência por uma força de trabalho treinada tecnicamente. E a segunda requer que cidadãos sejam juízes das promessas e ações de seus governantes, assim como dos responsáveis pela publicidade de bens de consumo.(...) A cultura científica também é necessária para o envolvimento do público informado na vida política e pública de uma nação. As informações sobre assuntos científicos e tecnológicos são cada vez mais solicitadas nas tomadas de decisão dos altos escalões governamentais. 10 Ayala utiliza uma pirâmide (figura 1) para representar a participação política no processo de tomada de decisão em ciência e tecnologia. No topo da pirâmide estão os líderes políticos dos poderes executivo, legislativo e judiciários, responsáveis pela elaboração e execução das decisões políticas; logo abaixo estão os conselheiros políticos (policy advisers), especialistas que apresentam análises científicas e tecnológicas dos assuntos em pauta, incluindo suas conseqüências econômicas, para a saúde e bem estar públicos. O terceiro nível é representado por cientistas, engenheiros e técnicos, e na base da pirâmide está a força de trabalho e o público em geral, a grande maioria dos envolvidos no setor produtivo da economia. É nesta camada da pirâmide que Ayala enxerga a força motriz para mover uma sociedade "scientifically literate", ou cientificamente culta. O pesquisador defende esta proposição argumentando que do ponto de vista da prática política e do exercício dos poderes e liberdades democráticas, está claro que o público em geral deve estar incluído na grande base da pirâmide, porque todos os cidadãos estão (ou deveriam estar) envolvidos na eleição dos representantes governamentais, que são selecionados tendo como base a sua atuação ou as promessas de plataformas políticas. Ciência e tecnologia tem conseqüências comerciais, estratégicas, burocráticas, e na saúde pública, não nas margens mas no âmago destes componentes essenciais do processo político. Uma democracia participativa requer que o eleitorado tenha uma cultura científica para que seja capaz de apoiar, ou não, as propostas e decisões de seus representantes, e endossar ou não a eleição deles, com base em alguma compreensão sobre as implicações destas propostas ou decisões. 10 Op. cit., p. 3.

5 Temos nesta exposição de Ayala a justificativa clara de um conceito que deve permear este nosso trabalho: que o acesso às informações de ciência e tecnologia é fundamental para o exercício pleno da cidadania e, portanto, para o estabelecimento de uma democracia participativa, onde grande parte da população tenha de fato condições de influir com conhecimento em decisões e ações políticas ligadas à C&T. Entendemos que a formação de uma cultura científica, principalmente em sociedades emergentes como é o caso do Brasil, não é um processo simples ou que possa ser empreendido em pouco tempo. No entanto, pode e deve começar de alguma forma. O acesso às informações sobre C&T, como um dos mecanismos que pode contribuir de maneira efetiva com a formação de uma cultura científica, deve ser facilitado ao grande público carente destas informações, como bem demonstrou a pesquisa do CNPq. O direito à informação - destacado na Declaração Universal dos Direito Humanos divulgada pela ONU em por si só justificaria a essência da necessidade de divulgar-se ciência e tecnologia para o grande público, como forma de socialização do conhecimento. Mas as justificativas vão mais além. O grau de desenvolvimento científico e tecnológico dos países pode estar diretamente associado à melhoria da qualidade de vida de suas populações. Além disto, a maior parte dos investimentos feitos em C&T é oriunda dos cofres públicos, ou seja da própria sociedade para quem devem ser retornados os benefícios conquistados com estes investimentos. A divulgação da C&T, portanto, deve partir inicialmente de suas fontes primárias, que são os responsáveis pelo planejamento e distribuição dos recursos - os órgãos governamentais - e a comunidade científica concentrada nas universidades e instituições de pesquisa, responsáveis pela produção da C&T. Os governos em todos os níveis e os pesquisadores de um modo geral, têm o dever de prestar contas à sociedade sobre as realizações na área, contribuindo para a evolução educacional e cultural da população. A divulgação científica aproxima o cidadão comum dos benefícios que ele tem o direito de reivindicar para a melhoria do bem estar social. Ela também pode contribuir com uma visão mais clara da realidade, contrapondo-se a aspectos característicos de uma cultura pouco desenvolvida, ainda contaminada por superstições e crenças, que impedem as pessoas de localizar com clareza as verdadeiras causas e efeitos dos problemas que enfrentam na vida cotidiana. Partimos do pressuposto que os meios de comunicação de massa são a principal fonte de informação sobre C&T disponível ao grande público e que, como descrito acima, os órgãos governamentais, institutos de pesquisa e universidades, e a comunidade

6 científica são o ponto de partida de onde poderia ser disparado um processo de incentivo à divulgação de C&T no País, de maneira efetiva, contínua e eficaz. No processo básico da comunicação social, eles são os emissores das mensagens já que detentores das informações primárias. MCT - História de percalços Introduzimos aqui um esboço histórico do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) pois, embora este seja um trabalho de pesquisa na área de Comunicação Social, torna-se necessário conhecermos um pouco mais a fundo o campo que escolhemos para desenvolver este estudo, qual seja, a estrutura governamental em nível de Governo Federal voltada para a Ciência e Tecnologia, com ênfase no MCT, principal órgão condutor das políticas e ações governamentais científicas e tecnológicas. Em apenas 13 anos de existência ( ) este Ministério passou por cinco transformações, ou seja, mudou cinco vezes de denominação entre janeiro de 1989 e outubro de Durante o governo do presidente José Sarney, entre março de 1985 e março de 1990, teve cinco titulares da pasta, sendo que somente um deles, Décio Leal de Zagottis (29/3/89 a14/3/90), oriundo da comunidade acadêmica. Os outros foram escolhas políticas: Renato Archer (15/03/85 a 23/10/87), primeiro titular da pasta, militar da reserva da Marinha, que com Ulysses Guimarães foi articulador político da campanha de Tancredo Neves à eleição indireta para presidente da República; Luís Henrique da Silveira (23/10/87 a 29/07/88), médico e deputado federal pelo PMDB; Ralph Biasi (15/08/88 a15/1/89), paulista indicado por Orestes Quércia; e Roberto Cardoso Alves (16/1/89 a 13/3/89). A permanência de Roberto Cardoso Alves frente ao híbrido Ministério do Desenvolvimento Industrial, Ciência e Tecnologia criou tanta celeuma no meio da comunidade científica, que não chegou a durar mais que dois meses. No governo de Fernando Collor de Mello, a pasta esteve nas mãos do professor da USP, José Goldemberg (15/3/90 a 21/8/91), respeitável personalidade do mundo acadêmico; de Edson Machado de Souza (21/8/91 a 11/4/92), funcionário público de carreira; e do sociólogo Hélio Jaguaribe (1/4/92 a1/10/92), conhecido formulador de planos para o futuro. Com o impeachment de Fernando Collor de Mello em setembro de 1992, assume o vice Itamar Franco, que promove a última mudança de nome da pasta (estava como Secretaria e volta a ser Ministério) e nomeia como titular um conterrâneo mineiro, o pesquisador e professor José Israel Vargas, o único ministro sobrevivente na

7 passagem do governo de Itamar Franco para Fernando Henrique Cardoso. Permanece à frente do MCT até a data deste trabalho. A crise de identidade vivida pelo MCT nos primeiros sete anos de existência, certamente afetou toda a estrutura da instituição. Nenhum outro Ministério sofreu tantos altos e baixos, inclusive no fluxo de recursos orçamentários, como o MCT durante a curta história da Nova República, pós governo militar. A partir do governo de Itamar Franco, o Ministério não teve mais reformas significativas em sua estrutura, e aos poucos conseguiu recuperar melhores índices orçamentários, como dos primeiros anos de sua história, entre 1987 e 1990 (ver gráfico 1). Embora a maior parte da pesquisa no Brasil se dá nas universidades 11, o MCT acaba sendo avalista de grande parte do financiamento a estas pesquisas, pois é formalmente responsável pela coordenação da política de C&T em todas as áreas, diretamente ou através de agências como o CNPq e a Finep. 12 Além do mais, o MCT controla cerca de 53% dos orçamento federal em C&T, ou sejam, cerca de bilhão de reais 13, de um total aproximado de bilhões de reais 14. A Comunicação com o Público Estamos trabalhando há 16 anos na assessoria de Imprensa de uma instituição de pesquisa do governo federal, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), onde presenciamos os efeitos do governo militar na divulgação das atividades espaciais no Brasil, e a mudança ocorrida posteriormente, a partir de 1985, com o advento da Nova República. Por uma questão de interesse profissional e dedicação ao campo da divulgação e do jornalismo científico - interesse que nos levou à Presidência da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC ), e à organização e participação em diversos eventos nesta área - procuramos entender e acompanhar, sempre que possível, como se dava a Comunicação Social em Ciência e Tecnologia, principalmente dentro das unidades subordinadas ao MCT. Portanto, esta parte do 11 SCHWARTZMAN, Simon (coord.). Ciência e Tecnologia no Brasil: Política Industrial, Mercado de Trabalho e Instituições de Apoio. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1995, p Op. cit., p BRASIL, Ministério da Ciência e Tecnologia. Relatório Estatístico a Brasília, 1997, Tabela 1.1.A, p SCHWARTZMAN, Simon (coord.). Op. cit., Tabela 1, p. 10. Embora os números mais recentes desta tabela sejam de 1990, não diferem muito de tabela publicada na página eletrônica do CNPq na internet, no ítem Despesa Realizada da União em Ciência e Tecnologia - Tabela 7 - Despesa Realizada da União em C&T - por Órgãos. Nesta tabela, o valor total de dispêndios da União em C&T, em 1996 (o mesmo ano do orçamento do MCT apurado no Relatório mencionado acima) é da ordem de R$ 2.397,5 bilhões.

8 trabalho carrega muito de nossa experiência pessoal que, embora subjetiva, busca traduzir a vivência de observações atentas e críticas. E por quê críticas? No nosso entender, dois princípios fundamentais devem orientar o trabalho de um comunicador social dentro de uma instituição pública. O primeiro diz respeito ao dever da administração pública de prestar contas, já mencionado no capítulo 1, com citações do jurista Hely Lopes Meirelles em sua obra magistral sobre o direito administrativo brasileiro. O segundo princípio que orienta o nosso trabalho é, como mencionado anteriormente, o conceito de que o acesso às informações de ciência e tecnologia é fundamental para o exercício pleno da cidadania e, portanto, para o estabelecimento de uma democracia participativa, onde grande parte da população tenha de fato condições de influir com conhecimento em decisões e ações políticas ligadas à C&T. Portanto, não podemos concordar que o comunicador social público limite-se à função de mero porta-voz das ações dos agentes políticos a quem se reportam. Devem transcender este papel, apoiando e orientando os responsáveis pela administração no sentido de fazer o melhor uso possível dos mecanismos disponíveis para comunicar e reportar ao público as ações e decisões tomadas, que - não podemos esquecer - vão sempre repercutir na esfera pública. Não é uma tarefa fácil. Devemos admitir que durante todo este período em que trabalhamos e observamos o desenrolar das ações de Comunicação Social das instituições subordinadas ao MCT, poucos profissionais têm conseguido desempenhar este papel - norteado pelos princípios mencionados acima - com êxito. Ou por falta de visão deste papel, ou pelas dificuldades político-administrativas impostas por administrações ainda contaminadas por uma cultura autoritária e pouco participativa, legada por décadas de governos autocráticos, como vimos no início do capítulo 1 deste trabalho. Mesmo as ações desempenhadas com sucesso, de manter um trabalho eficaz de comunicação com o público na área de C&T, dependem muito da combinação de administradores com a consciência do dever de prestar contas à sociedade, aliado ao trabalho de profissionais competentes em Comunicação Social, sejam jornalistas, publicitários ou relações públicas. O profissional competente que falamos aqui, consciente dos dois princípios fundamentais mencionados no parágrafo anterior, pouco pode fazer quando subordinado a administradores não imbuídos do empenho de prestar contas de seus atos à sociedade. Por sua vez, o administrador público ou agente político ciente de seus deveres e determinado a comunicar seus atos, encontra dificuldades em

9 fazê-lo, quando não conta com uma assessoria profissional competente, principalmente quando agem em nome de instituições pouco compreendidas pelo nosso público, como são as instituições de pesquisa. Queremos citar algumas dificuldades significativas que emperram o bom desempenho das ações de Comunicação Social na área de ciência e tecnologia. A primeira é a já mencionada ausência de uma cultura científica na sociedade brasileira, que leva à escassez de elementos ou parâmetros para uma avaliação crítica das mensagens emitidas pelos gestores oficiais da C&T. Esta ausência de dados para um julgamento crítico, direito que atribuímos aos cidadãos dentro de uma democracia participativa, está presente tanto no meio dos transmissores das mensagens para o público, aqui identificados como os profissionais da mídia, como no próprio público receptor das mensagens, na grande maioria incapaz de julgar criticamente ações e decisões políticas em C&T. Segundo Lasswell, um dos fatores que influencia negativamente a comunicação eficiente, é justamente a falta de conhecimento ou treinamento adequado. A ignorância pura e simples constitui um fator influente, cujas consequências nunca foram adequadamente estabelecidas. Por ignorância entendemos aqui a ausência, em um dado ponto do processo de comunicação, de conhecimento disponível em outras áreas da sociedade. Por falta de treinamento adequado, o pessoal ocupado na coleta e difusão de informação interpreta, continuamente de forma errada, ou deixa de ver os fatos (tomando-se estes últimos como aquilo que o observador treinado e objetivo seria capaz de discernir). 15 A ausência de um treinamento adequado, cabe bem ao parco quadro de jornalistas especializados na cobertura de C&T no Brasil. Esta falta de treinamento, que leva como bem explica Lasswell à incapacidade de discernir, contribui para um segundo fator prejudicial à comunicação pública de ciência e tecnologia, que é o uso e abuso das fontes oficiais. Na crítica que faz à doutrina da objetividade na mídia americana, Ben Bagdikian comenta: Com todas as suas vantagens técnicas, a objetividade contradiz a natureza essencialmente subjetiva do jornalismo. Cada passo básico no processo jornalístico envolve uma decisão baseada em valores: Qual do infinito número de eventos no meio ambiente deve ser escolhido para cobertura, e qual deve ser ignorado? (...) Essas decisões não são objetivas. Mas as técnicas disciplinares da objetividade

10 carregam a falsa aura de uma ciência, e isto tem trazido ao jornalismo americano quase um século de ilusão de corretismo inatacável. 16 O culto à objetividade, aliada à falta de capacidade de discernimento ou visão mais crítica da realidade, como vimos com Lasswell, incorre no abusivo oficialismo das fontes, como explica Bagdikian: A objetividade coloca ênfase exagerada em vozes estabelecidas e oficiais, e tende a deixar de lado grandes áreas de importância genuína sobre as quais as autoridades não falam. Acentua forças sociais como competições retóricas de personalidades, e deixa o repórter sem poderes para preencher lacunas óbvias nas informações ou no raciocínio das fontes oficiais. Com isto amplia o fosso que representa uma ameaça constante à democracia - a diferença entre as realidades do poder privado e as ilusões da imagem pública. 17 De fato a mídia brasileira, salvo raras exceções, quase sempre incapaz de julgar adequadamente ações e decisões políticas em C&T, apega-se às fontes oficiais para garantir a objetividade da informação, pois com frequência não consegue ter elementos para crivar a veracidade, ou não, de informações oriundas de fontes privadas, nãogovernamentais. Pior ainda é quando estas fontes alternativas, ou o outro lado, inexistem, como em áreas onde só o Governo Federal atua. A estrutura de Comunicação Social A Assessoria de Comunicação Social faz parte da estrutura do Ministério da Ciência e Tecnologia, como acontece com todos os outros Ministérios. No Relatório de Atividades do MCT , a Assessoria aparece como unidade subordinada ao Gabinete do Ministro, como também o são a Assessoria Parlamentar (APAR) e a Coordenação de Pesquisas em Mudanças Globais (CPMG). Consta como objetivo da Assessoria, sob a sigla ASCO, o seguinte: Assessorar o Sr. Ministro nas questões de imprensa, divulgação/ publicidade e relações públicas do MCT e, por extensão, de seus órgãos vinculados. 18 O mesmo documento cita as principais realizações da ASCO em 1996: Informação à Imprensa; Exposições e Eventos; Resenhas; e Edições. A ASCO é 15 LASSWELL, Harold D. A Estrutura e a Função da Comunicação na Sociedade. In: COHN, Gabriel (org.). Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1978, p BAGDIKIAN, Ben H. The Media Monopoly. Tradução da autora. Boston, Beacon Press, 1992, p Op. cit., p BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Relatório de Atividades Brasília, julho de 1997, p. 11.

11 constituída, atualmente, por um jornalista, que é o chefe do setor, uma profissional de Relações Públicas, um especialista em Comunicação, um auxiliar e uma secretária. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é a mais antiga organização subordinada atualmente ao MCT. Criado em janeiro de 1951, o CNPq representou o primeiro esforço significativo nacional de institucionalizar a ciência e a tecnologia no País. Durante mais de três décadas, até a criação do MCT em 1985, o CNPq foi o órgão principal responsável pelas ações de ciência e tecnologia empreendidas pelo Governo Federal. Nasceu diretamente subordinado ao presidente da República, com a finalidade de promover e estimular o desenvolvimento da investigação científica e tecnológica em qualquer domínio do conhecimento. 19 Em 1974 o CNPq foi transformado de autarquia para fundação, com o novo nome de Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, vinculado à Secretaria de Planejamento da Presidência da República (Seplan/ PR), e em 1985 passou a ser subordinado ao MCT. As origens do CNPq estão intimamente ligadas à uma ideologia nacionalista, calcada na idéia de segurança nacional, defendida por militares e burocratas do aparato estatal desde fins da década de 40. Segundo Morel (...) A criação do CNPq foi orientada pela necessidade do Brasil se equiparar às outras nações na pesquisa da energia nuclear, elemento que a Segunda Guerra demonstrara ser de vital importância para a segurança nacional. Expressou o movimento nacionalista de base militar que, no período que se seguiu à Segunda Guerra, se preocupou em defender o monopólio de materiais físseis, então de grande interesse para a política atômica de outros países. 20 O CNPq é reconhecido como a principal agência de fomento no País, responsável pela manutenção de grande parte das bolsas de apoio à pesquisa e à qualificação de recursos humanos em cursos de pós-graduação no País e no Exterior. Além disto, executa pesquisas próprias, e atividades de informação e difusão de C&T, nos dez institutos que mantém vinculados, entre eles alguns dos mais antigos e conceituados no Brasil, como o Observatório Nacional do Rio de Janeiro, fundado em 1827; o Museu Paraense Emilio Goeldi, criado em Belém em 1866; e o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, fundado no Rio de Janeiro em Como uma das atividades básicas do CNPq é justamente promover a informação e a difusão de ciência e tecnologia, acreditamos que a organização - que recebe cerca de 50% do orçamento global do MCT (606.6 milhões de reais de um total de 1.24 bilhão de 19 MOREL, Regina Lúcia demoraes. Ciência e estado: a política científica no Brasil. São Paulo: T.A. Queiroz, 1979, p. 46.

12 reais 21 ) e conta com um quadro de também quase 50% dos servidores do MCT (2274 de um total de 5635 servidores 22 ) - merece destaque no que diz respeito aos esforços empreendidos na comunicação pública de C&T. A administração central do CNPq tem uma infra-estrutura de pessoal para atividades de Comunicação, com uma jornalista que é a própria assessora subordinada diretamente à Presidência, duas publicitárias, um relações públicas, e um fotógrafo. Produzem o boletim externo bimestral CNPq Notícias, o boletim interno semanal Circulando, press releases e realizam todas as atividades de relacionamento com a imprensa. A assessora de Comunicação Social, jornalista Vânia Gurgel, há 14 anos trabalhando no CNPq, informou-nos que somente agora a casa (o CNPq) parece estar despertando para a importância da Comunicação Social, e valorizando o trabalho profissional nesta área, quem sabe até por uma questão de sobrevivência. Tanto que a Diretoria aprovou recentemente a contratação de um consultor de marketing, para auxiliar na elaboração de estratégias nesta área, como uma das metas a serem alcançadas ainda este ano. Também a página eletrônica do CNPq na internet passou, recentemente, a ser de responsabilidade da área de Comunicação 23. Entre as iniciativas mais louváveis do CNPq, senão a mais louvável, na área de jornalismo e divulgação científica, está o Prêmio José Reis de Divulgação Científica, instituído em Concedido anualmente, o prêmio é destinado àqueles que tenham contribuído significativamente para tornar a ciência, a tecnologia e a pesquisa conhecidas do público leigo, pela divulgação das atividades de pesquisa e dos avanços científicos e tecnológicos, nos veículos de comunicação coletiva, impressos ou eletrônicos 24 O prêmio era atribuído anualmente nas modalidades Divulgação Científica, Jornalismo Científico, e Instituição, mas desde 1995 passou a ser concedido anualmente a apenas uma das três modalidades, em sistema de rodízio. Atualmente, o Prêmio José Reis é equivalente a 4,5 mil dólares, exceto na modalidade Instituição. O CNPq, como todas as demais unidades do MCT, não possui nenhum plano específico e explícito, incluindo objetivos e metas, na área de Comunicação Social. Somente os dois museus mantidos pelo CNPq, o Goeldi e o MAST, como não poderia 20 Op. cit., p BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Relatório Estatístico Tabela 1.1.A, Brasília, 1997, p Op. cit., Tabelas 10.2, p. 162 e 1.2., p GURGEL, Vânia. Entrevista concedida por telefone. Brasília, 17 de março de FABRO, Marco Antonio. Histórico do Prêmio José Reis de Divulgação Científica. Documento interno não-publicado. CNPq: Brasília, 1997, p. 1.

13 deixar de ser, têm como atribuições principais a preservação de acervos, a divulgação e popularização do conhecimento em suas áreas de competência. Em levantamento que fizemos junto à Assessoria de Comunicação do CNPq, entre os 10 institutos subordinados, somente quatro contam com pequenas infra-estruturas de assessoria de imprensa (ver Tabela 2.1.), e apenas o Museu Paraense Emilio Goeldi tem oficialmente em sua estrutura um setor denominado Serviço de Imprensa. O Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), de Campinas, foi transformado recentemente em organização social, e segundo informou-nos o assessor de Imprensa, jornalista Roberto Pereira Medeiros, a nova estrutura da organização incluirá oficialmente uma Assessoria de Comunicação Social. O IBICT tem como competência criar e desenvolver serviços especializados de informação científica e tecnológica; promover a coleta e disseminação de dados em C&T; promover a qualificação de recursos humanos em nível de mestrado em Ciência da Informação; estabelecer e normalizar procedimentos que permitam a estruturação da Rede Nacional de Informação em C&T; e fortalecer Centros de Informação 25. No entanto, não tem uma assessoria de imprensa que poderia, no mínimo, ocupar-se de extrair do manancial de dados técnico-científicos registrados em bancos e redes de informações, notícias que pudessem ser de interesse da mídia e do público em geral. Embora publique um boletim bimestral denominado Informativo IBICT, produzido por um jornalista, este é destinado à divulgação de notícias de interesse para todos que atuam na área de informação e acerca das atividades do IBICT e suas redes. 26 Portanto, não é para o público em geral. Elaboramos a tabela 1 com o intuito de mostrar a produção científica dos 10 institutos subordinados ao CNPq, no ano de 1996, tomando como parâmetro as publicações em periódicos estrangeiros, relacionada à existência, ou não, de uma assessoria de imprensa. O número de 480 trabalhos publicados não é nada desprezível, considerando-se que são institutos pequenos, que contam ao todo com 1205 servidores 27. Como elemento de comparação podemos citar, por exemplo, dois outros institutos subordinados diretamente ao MCT: o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que, com 1196 servidores publicou 102 trabalhos em periódicos estrangeiros no 25 BRASIL. MCT. Relatório Estatístico Brasília, 1997, p IBICT. Folheto Informativo. Brasília, outubro de 1997, p BRASIL. MCT. Relatório Estatístico Tabela Brasília, 1997, p. 164.

14 mesmo período; e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), que com 811 servidores publicou 32 trabalhos também em publicações internacionais em TABELA 1. INSTITUTOS, PRODUÇÃO E ESTRUTURA DE DIVULGAÇÃO Instituição Public.Intern Assessoria de Imprensa CBPF - Centro Bras. de Pesquisas Físicas 148 Não tem CETEM - Centro de Tecnologia Mineral 26 Não tem IBICT - Inst. Bras. de Informação em C&T n.d. Não tem IMPA - Inst. de Matemática Pura e Aplic. 65 Não tem LNA - Lab. Nacional de Astrofísica 12 Não tem LNCC - Lab. Nac. de Computação Científ. 41 Não tem LNLS - Lab. Nac. de Luz Síncrotron 67 Tem MAST - Museu de Astron. e Ciênc. Afins 2 Tem MPEG - Museu Paraense Emílio Goeldi 21 Tem ON - Observatório Nacional 98 Tem TOTAL 480 Fontes: Relatório Estatístico a 1996, MCT, p. 173; Assessoria de Imprensa do CNPq, nov. 97. O que são estes 148 trabalhos publicados pelo CBPF? Por quê estão merecendo tanta atenção fora do País? O que representam - ou não - para o avanço da ciência e tecnologia no Brasil? E os trabalhos do IMPA, do CETEM, do LNCC? Será que seus objetivos e resultados são conhecidos, não do público em geral, mas daquela parcela mínima da população que cultiva um certo grau de interesse pela C&T? Não deve ser por acaso que tão pouco sabemos sobre estes institutos e a produção de seus pesquisadores. Entre os quatro recordistas de publicações, CBPF, IMPA, LNLS, e ON, somente os dois últimos tem uma assessoria de imprensa, com um jornalista em cada uma delas, embora não integrem oficialmente a estrutura destas instituições. É certo que a simples existência de uma assessoria de imprensa, ou comunicação, não seria suficiente para garantir um serviço eficaz de divulgação para a mídia e o público, mas certamente seria um começo. E denotaria um empenho mínimo dos dirigentes destas instituições em prestar contas à sociedade do trabalho que realizam. Conclusão A ausência de políticas efetivas de comunicação científica para o público, reflete em um desequilíbrio evidente entre o trabalho na área realizado pelas diferentes instituições do MCT. Podemos observar que, na maior parte dos casos, a eficácia da divulgação científica está diretamente vinculada aos interesses e às políticas adotadas 28 Op. cit., Tabelas 4.2, 4.6, 5.2., e , p.72, 76, 92 e 94.

15 pelos dirigentes de cada instituição de pesquisa, como também ao nível de profissionalismo do pessoal de comunicação que trabalha nestas organizações. As Assessorias de Comunicação tanto do MCT, como do CNPq, exercem pouca influência sobre as assessorias de comunicação e/ou imprensa (quando elas existem) de suas unidades subordinadas. Cada unidade, cada instituto, trata - ou não - bem - ou mal - de fazer a sua própria divulgação. Alguns poucos com profissionais da área, como jornalistas, publicitários, e relações públicas; outros com pessoas que não têm nenhuma afinidade com a área de Comunicação Social. Inexiste, portanto, um trabalho intencional, harmonioso, contínuo e eficaz de comunicação com a mídia e com o público em geral, no âmbito do Ministério da Ciência e Tecnologia em conjunto com suas unidades subordinadas. Um trabalho que cumprisse com três funções essenciais para uma comunicação eficiente sobre as ações e investimentos governamentais na área de C&T: prestar contas à sociedade; oferecer informações que contribuissem para uma maior participação pública nas decisões políticas nesta área; e contribuir de forma efetiva com a formação de uma cultura científica no País. Referências Bibliográficas LASSWELL, Harold. D. A estrutura e a função da comunicação na sociedade. In: Comunicação e Indústria Cultural. Cohn, Gabriel (org.). São Paulo, Companhia Editora Nacional, OLIVEIRA, Fabíola de. Public Communication Systems of Brazil s Institutions for Science and Technology: Analysis of their Efficiency and Results. In: MELLO, José Marques de (editor). Communication for a New World. Brazilian Perspectives. Papers presented by Brazilian researchers to the XVIII IAMCR Scientific Conference, Guarujá, São Paulo: Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Museu de Astronomia e Ciências Afins. O quê o brasileiro pensa da Ciência e Tecnologia? (A imagem da Ciência e da Tecnologia junto à população urbana brasileira). Pesquisa realizada pelo Instituto Gallup de Opinião Pública. Rio de Janeiro: MAST, BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Relatório de Atividades Brasília, julho de BRASIL, Ministério da Ciência e Tecnologia. Relatório Estatístico a Brasília, MOREL, Regina Lúcia demoraes. Ciência e estado: a política científica no Brasil. São Paulo: T.A. Queiroz, SCHWARTZ, Joseph. O momento criativo: mito e alienação na ciência moderna. Trad. Thelma Médici Nobrega. São Paulo: Ed. Best-Seller,1992. (Círculo do Livro). SCHWARTZMAN, Simon (coord.). Ciência e tecnologia no Brasil: política industrial, mercado de trabalho e instituições de apoio. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, UNESCO. World Science Report Paris: UNESCO Publishing, 1996.

O MCT e suas Unidades de Pesquisa

O MCT e suas Unidades de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria-Executiva Subsecretaria de Coordenação das Unidades de Pesquisa O MCT e suas Unidades de Pesquisa LABORATÓRIO NACIONAL DE ASTROFÍSICA Luiz Fernando Schettino

Leia mais

O MCT e suas Unidades de Pesquisa

O MCT e suas Unidades de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria-Executiva Subsecretaria de Coordenação das Unidades de Pesquisa O MCT e suas Unidades de Pesquisa LABORATÓRIO NACIONAL DE ASTROFÍSICA Luiz Fernando Schettino

Leia mais

CONHECIMENTO E CAPACITAÇÃO: Uma Aliança Estratégica nos Institutos de Pesquisas. Valéria Cristina dos Santos Ribeiro 10 de agosto de 2006 CRH/STD

CONHECIMENTO E CAPACITAÇÃO: Uma Aliança Estratégica nos Institutos de Pesquisas. Valéria Cristina dos Santos Ribeiro 10 de agosto de 2006 CRH/STD CONHECIMENTO E CAPACITAÇÃO: Uma Aliança Estratégica nos Institutos de Pesquisas Valéria Cristina dos Santos Ribeiro 10 de agosto de 2006 CRH/STD OBJETIVO DA PESQUISA: Refletir e construir proposituras

Leia mais

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Apresentação 1.Identificação do órgão:tribunal do Trabalho da Paraíba/ Assessoria de Comunicação Social 2.E-mail para contato:rdaguiar@trt13.jus.br, rosa.jp@terra.com.br

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social Políticas Públicas de Comunicação...a presença ativa duma universidade, revigorada ao contato de seu núcleo mais vivo e ciosa do seu espaço

Leia mais

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 Observatório da Educação participação e controle da sociedade civil nas políticas

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Resenhas 161 ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Márcia Moreira Pereira* marcia.moreirapereira@gmail.com *Possui graduação em Letras pela Universidade

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária Área de Comunicação Tecnologia em Produção Publicitária Curta Duração Tecnologia em Produção Publicitária CARREIRA EM PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA Nos últimos anos, a globalização da economia e a estabilização

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

AVALIAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO NO PNE

AVALIAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO NO PNE ESTUDO AVALIAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO NO PNE George de Cerqueira Leite Zarur Consultor Legislativo da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia ESTUDO DEZEMBRO/2004 Câmara dos Deputados Praça

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES Maria Helena Machado de Moraes - FURG 1 Danilo Giroldo - FURG 2 Resumo: É visível a necessidade de expansão da Pós-Graduação no Brasil, assim

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Palavras-chave Ação social, Comunicação, Investimento social privado, Responsabilidade Social

Palavras-chave Ação social, Comunicação, Investimento social privado, Responsabilidade Social Título Desafios na Comunicação da Ação Social Privada 1 Autores Prof. Dr. Paulo Nassar, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e presidente da ABERJE Associação Brasileira

Leia mais

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 Bárbara Fernandes Valente da Cunha 2 * Palavras-chaves: Comunicação

Leia mais

I Seminário Comunicação Pública

I Seminário Comunicação Pública I Seminário Comunicação Pública Câmara de Vereadores Belo Horizonte Davi Emerich Diretor da Secretaria de Comunicação do Senado Federal A comunicação público-institucional, como entendemos, é recente no

Leia mais

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL MEDIDAS CONCRETAS PARA O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO ÂMBITO DOMÉSTICO/FAMILIAR A presente Matriz insere-se no

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1 o. O Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia - NITTEC é um Órgão Executivo

Leia mais

Do astronomês para o português

Do astronomês para o português Do astronomês para o português Como acontece a comunicação entre astrônomos e jornalistas no Brasil Giuliana Miranda Santos São Paulo, 04/09/2015 OS INSTITUTOS! IAG-USP: Maior quantidade de astrônomos,

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 UMA ANÁLISE DA PERSPECTIVA DOS GRADUANDOS DO CURSO DE MATEMÁTICA DAS MODALIDADES DE LICENCIATURA E BACHARELADO DA UFRN SOBRE A FORMAÇÃO CONTINUADA STRICTO SENSU Claudianny Noronha Amorim Universidade Federal

Leia mais

RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA

RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA CLIPPING SENADO FEDERAL E CONGRESSO NACIONAL NOTICIÁRIO ABRIL DE 2011 SEAI 04/2011 Brasília, maio de 2011 Análise de Notícias Senado Federal e Congresso Nacional 1. Universo

Leia mais

Política, Democracia e Cidadania

Política, Democracia e Cidadania Política, Democracia e Cidadania Por um jovem brasileiro atuante Por Floriano Pesaro Vereador, líder da bancada do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo. Natural de São Paulo, Floriano é sociólogo formado

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1

A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1 A experiência da Assessoria de Comunicação dos grupos de Educação Tutorial na UFJF 1 Isabela LOURENÇO 2 Caio Cardoso de QUEIROZ 3 Francisco José Paoliello PIMENTA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora,

Leia mais

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Maria Cristina Araújo de Oliveira UFJF mcrisoliveira6@gmail.com Resumo: O artigo apresenta um breve panorama

Leia mais

Sumário. Apresentação...7

Sumário. Apresentação...7 Sumário Apresentação................................7 1. CONCEITOS BÁSICOS.........................11 Delimitação de funções..................... 12 2. ORIGENS E DESENVOLVIMENTO...................21 3.

Leia mais

A Dehlicom tem a solução ideal em comunicação para empresas de todos os portes, sob medida.

A Dehlicom tem a solução ideal em comunicação para empresas de todos os portes, sob medida. A Dehlicom Soluções em Comunicação é a agência de comunicação integrada que busca divulgar a importância da comunicação empresarial perante as empresas e todos os seus públicos, com atendimento personalizado

Leia mais

Sistema de Gerenciamento da Informação. Mais informação, mais conteúdo, em menos tempo. Mais negócios, mais sucesso profissional.

Sistema de Gerenciamento da Informação. Mais informação, mais conteúdo, em menos tempo. Mais negócios, mais sucesso profissional. Sistema de Gerenciamento da Informação Mais informação, mais conteúdo, em menos tempo. Mais negócios, mais sucesso profissional. O tempo sumiu-1 8 horas dormir; 8 horas trabalhar; 1,5 hora no trânsito;

Leia mais

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do CEFOR como parte das exigências do curso de Especialização em

Leia mais

EDITAL 2012 PARA APOIO À REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES ARTÍSTICO - CULTURAIS NA UFSCar - CCult

EDITAL 2012 PARA APOIO À REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES ARTÍSTICO - CULTURAIS NA UFSCar - CCult EDITAL 2012 PARA APOIO À REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES ARTÍSTICO - CULTURAIS NA UFSCar - CCult JUSTIFICATIVA O estatuto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) no Capítulo 1, artigo 3º. define como finalidade

Leia mais

Direito Humano à Alimentação Adequada: um tema fora de pauta no Parlamento?

Direito Humano à Alimentação Adequada: um tema fora de pauta no Parlamento? ANA LÚCIA ALVES Direito Humano à Alimentação Adequada: um tema fora de pauta no Parlamento? Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós-Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização

Leia mais

Equipe da GCO: 1. Carlos Campana Gerente 2. Maria Helena 3. Sandro 4. Mariana

Equipe da GCO: 1. Carlos Campana Gerente 2. Maria Helena 3. Sandro 4. Mariana Gerência de Comunicação GCO tem por finalidade planejar, organizar, coordenar e controlar as atividades de comunicação e editoriais do Confea. Competências da GCO 1. Organizar e executar projetos editoriais:

Leia mais

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS Maria da Graça Ramos GEUIpesq/UFPel Resumo: No presente texto procura-se estabelecer as relações fundamentais entre a produção da ciência com a

Leia mais

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI ANEXO III Cronograma detalhado do PROAVI 65 PROGRAMA DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA PUC-CAMPINAS CRONOGRAMA COMPLEMENTAR DETALHANDO AS ATIVIDADES E AS AÇÕES DE DIVULGAÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 Acrescenta o art. 220-A à Constituição Federal, para dispor sobre a exigência do diploma de curso superior de comunicação social, habilitação jornalismo, para

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnico n.º 08/07 Relações das obras com indícios de irregularidades graves constantes nos anexos às leis orçamentárias para os exercícios de 2002

Leia mais

DECLARAÇÃO UNESCO/UBC VANCOUVER. A Memória do Mundo na Era Digital: Digitalização e Preservação

DECLARAÇÃO UNESCO/UBC VANCOUVER. A Memória do Mundo na Era Digital: Digitalização e Preservação DECLARAÇÃO UNESCO/UBC VANCOUVER A Memória do Mundo na Era Digital: Digitalização e Preservação 26 a 28 de Setembro de 2012 Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá A Tecnologia Digital oferece meios sem precedentes

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional Política de Comunicação Institucional POLÍTICA PÚBLICA P DE COMUNICAÇÃO O homem é um ser social. O intercâmbio de suas experiências e de seus conhecimentos possibilitou que as pessoas se apropriassem dos

Leia mais

EDITAL SAL/MJ Nº 10, DE 03 DE JULHO DE 2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Contrato de Pessoa Física Modalidade Produto Nacional

EDITAL SAL/MJ Nº 10, DE 03 DE JULHO DE 2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Contrato de Pessoa Física Modalidade Produto Nacional MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Secretaria de Assuntos Legislativos Esplanada dos Ministérios, Ed. Sede, bloco T, 4º andar, sala 434 (61) 2025 3376 / 3114 E-mail: sal@mj.gov.br EDITAL SAL/MJ Nº 10, DE 03 DE JULHO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO Número e Título do Projeto Função no Projeto: Resultado: Atividades: Antecedentes: (breve histórico justificando a contratação)

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Participação política na internet: o caso do website Vote na web

Participação política na internet: o caso do website Vote na web Participação política na internet: o caso do website Vote na web Lívia Cadete da Silva 1 Lucas Arantes Zanetti 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP RESUMO

Leia mais

Coordenação-Geral de Comunicação e Editoração (CGCE) Diretoria de Comunicação e Pesquisa (DCP) Maio/2015

Coordenação-Geral de Comunicação e Editoração (CGCE) Diretoria de Comunicação e Pesquisa (DCP) Maio/2015 Coordenação-Geral de Comunicação e Editoração (CGCE) Diretoria de Comunicação e Pesquisa (DCP) Maio/2015 A proposta de plano de comunicação elaborada pela Coordenação- Geral de Comunicação e Editoração

Leia mais

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins)

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) CÂMARA DOS DEPUTADOS *PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) Dispõe sobre o patrimônio público digital institucional inserido na rede mundial de computadores e dá outras providências.

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância A Escola A ENAP pode contribuir bastante para enfrentar a agenda de desafios brasileiros, em que se destacam a questão da inclusão e a da consolidação da democracia. Profissionalizando servidores públicos

Leia mais

CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO

CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO OBJETIVO DO CURSO MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA Oferecer condições ferramentais para o profissional

Leia mais

O ATENDIMENTO À IMPRENSA. Assessoria de Imprensa voltada à divulgação de ciência Unicamp, 28/04/2014

O ATENDIMENTO À IMPRENSA. Assessoria de Imprensa voltada à divulgação de ciência Unicamp, 28/04/2014 O ATENDIMENTO À IMPRENSA Assessoria de Imprensa voltada à divulgação de ciência Unicamp, 28/04/2014 Apresentação Relação cientistas x jornalistas Por que é importante atender à imprensa? Conhecer os canais

Leia mais

O Poder Legislativo e a Imprensa: estudo crítico da cobertura das Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados pela imprensa escrita.

O Poder Legislativo e a Imprensa: estudo crítico da cobertura das Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados pela imprensa escrita. Câmara dos Deputados Centro de Formação e Treinamento CEFOR Programa de Pós-Graduação Nara Lucia de Lima O Poder Legislativo e a Imprensa: estudo crítico da cobertura das Comissões Permanentes da Câmara

Leia mais

SENADO FEDERAL SECRETARIA DE PESQUISA E OPINIÃO PÚBLICA. As ONGs na Mídia. O perfil do Terceiro Setor na Imprensa. Estudo elaborado pela SEPOP/SECS

SENADO FEDERAL SECRETARIA DE PESQUISA E OPINIÃO PÚBLICA. As ONGs na Mídia. O perfil do Terceiro Setor na Imprensa. Estudo elaborado pela SEPOP/SECS As ONGs na Mídia O perfil do Terceiro Setor na Imprensa Estudo elaborado pela SEPOP/SECS Brasília, novembro de 2006 1 Apresentação Uma marca forte, com alta credibilidade, boa visibilidade, nítido perfil

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

MANUAL DE COMUNICAÇÃO DA EEFEUSP

MANUAL DE COMUNICAÇÃO DA EEFEUSP MANUAL DE COMUNICAÇÃO DA EEFEUSP 1. Introdução A Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFEUSP) é uma instituição pública de ensino superior, integrante da Universidade de São

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Manual com normas para solicitação de produção e publicação de material informativo jornalístico no site, lista de

Leia mais

A INFORMAÇÃO E A COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA NA FIOCRUZ

A INFORMAÇÃO E A COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA NA FIOCRUZ A INFORMAÇÃO E A COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA NA FIOCRUZ Paulo Gadelha Vice-presidente de Desenvolvimento Institucional e Gestão do Trabalho Fundação Oswaldo Cruz 1900: Instituto Soroterápico Federal Objetivo

Leia mais

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA Neste tópico, o monitor do PJ receberá informações básicas sobre a organização do Estado, o Poder e o Processo Legislativos, política e participação, necessárias ao desenvolvimento

Leia mais

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964.

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 11, de 1966. Entrada em vigor (art. 6º, 1º) a 2 de maio de 1966. Promulgado

Leia mais

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado.

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado. Briefing Prestação de Serviços de Comunicação e Marketing para o Instituto Nacional do Plástico Programa de Incentivo à Exportação Think Plastic Brazil Introdução Este briefing propõe e organiza as ações

Leia mais

RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA

RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA RELATÓRIO DE ANÁLISE DA MÍDIA CLIPPING SENADO FEDERAL E CONGRESSO NACIONAL NOTICIÁRIO JUNHO DE 2010 SEAI 06/2010 Brasília, julho de 2010 Análise de Notícias Senado Federal e Congresso Nacional 1. Eleições:

Leia mais

Agências de Fomento a Pesquisa no Pais. Disciplina: Metodologia do Ensino Superior em Ciências Exatas

Agências de Fomento a Pesquisa no Pais. Disciplina: Metodologia do Ensino Superior em Ciências Exatas Agências de Fomento a Pesquisa no Pais. Disciplina: Metodologia do Ensino Superior em Ciências Exatas Prof. Dr. Sergio Pilling 31/ago/2011 Agências de Fomento. As agências de fomento são instituições financeiras

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Trabalho de Conclusão de Curso Brasília 1º semestre de 2015 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA REITOR Prof. Dr. Gilberto Gonçalves Garcia PRÓ-REITOR

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

PROJETO BIBLIOTECA VIRTUAL-DIGITAL

PROJETO BIBLIOTECA VIRTUAL-DIGITAL GOVERNO DO ESTADO DO EspíRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO - SEP INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES PROJETO BIBLIOTECA VIRTUAL-DIGITAL Vitória, 2011 GOVERNO DO ESTADO DO EspíRITO

Leia mais

TOPE [EA]². Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência

TOPE [EA]². Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência Camila Delmondes Assessoria de Relações Públicas e Imprensa Faculdade de Ciências Médicas Unicamp Divulgação Cientifica e Cultural Laboratório de

Leia mais

A ESTRUTURAÇÃO DA COMUNICAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO

A ESTRUTURAÇÃO DA COMUNICAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO A ESTRUTURAÇÃO DA COMUNICAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO A transparência, tônico infalível da cidadania, outorga confiabilidade e, por conseguinte, maior respeito. Por sua vez, a população, melhor informada,

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA

É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo Instituições universitárias, todas elas, são empresas, com missões distintas e oriundas da concessão de um serviço

Leia mais

Prof. Ms. Anchieta Silveira

Prof. Ms. Anchieta Silveira Prof. Ms. Anchieta Silveira Aula 2 Comunicação com a sociedade O Judiciário e os MCM Assessorias e monografias Resumo da aula 1 Comunicação como processo Cultura organizacional Redes, fluxos, tipos de

Leia mais

ENSINO E PESQUISA: EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA 1

ENSINO E PESQUISA: EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA 1 1 ENSINO E PESQUISA: EDUCAÇÃO, TRABALHO E CIDADANIA 1 Cristiano Pinheiro Corra 2 Lorena Carolina Fabri 3 Lucas Garcia 4 Cibélia Aparecida Pereira 5 RESUMO: O presente artigo tem como objetivo suscitar

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL 1. DOS OBJETIVOS DO PRÊMIO O Prêmio OAB-GO de Jornalismo é um concurso jornalístico instituído pela Seção de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil para premiar matérias

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Fernando Correia. Principais atividades e funções atuais

Fernando Correia. Principais atividades e funções atuais 1 Fernando Correia Fernando António Pinheiro Correia nasceu em Coimbra em 1942. Jornalista. Docente universitário, com o grau de Professor Associado Convidado. Investigador em Sociologia, História e Socioeconomia

Leia mais

Regimento Interno. Capítulo I Da natureza da Renoi. Capítulo II Dos objetivos da Renoi

Regimento Interno. Capítulo I Da natureza da Renoi. Capítulo II Dos objetivos da Renoi Rede Nacional de Observatórios de Imprensa Capítulo I Da natureza da Renoi Regimento Interno Art. 1º - A Rede Nacional de Observatórios de Imprensa Renoi - é uma rede de organizações e pessoas que atuam

Leia mais

Novos textos no ensino da Geografia

Novos textos no ensino da Geografia Novos textos no ensino da Geografia Renata de Souza Ribeiro (UERJ/ FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/ FFP) Resumo Este texto relata a experiência desenvolvida no curso Pré-vestibular Comunitário Cidadania

Leia mais

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico O Dia D e a culturalização de um posicionamento estratégico 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE Centro Universitário Franciscano uma universidade para suas aspirações Santa Maria é um polo educacional

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista.

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista. PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009. (Do Sr. Dep. Paulo Pimenta e outros) Altera dispositivos da Constituição Federal para estabelecer a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício

Leia mais

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da 1 SUGESTÕES PARA UMA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO COMITÊ DE POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO (CPCOM), REUNIÃO DE 30 DE MARÇO DE 2011 Redesenhado a partir da Constituição

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Secretaria Estadual de Educação de São Paulo UF: SP ASSUNTO: Aplicação do regime de intercomplementaridade à Educação

Leia mais

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL UNITAU - Universidade de Taubaté CBH-PS Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul Trabalho realizado

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social O tempo e a espera Ministro fala de projetos em andamento e ações do governo para a área educacional Entrevista do ministro publicada na Revista Educação no dia 26 de maio de 2004. Tarso Genro é considerado

Leia mais

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL Rio de Janeiro 2002 Doenças Infecciosas e Parasitárias na BVS

Leia mais

Relato da Iniciativa

Relato da Iniciativa 1 Relato da Iniciativa 5.1 Nome da iniciativa ou projeto Novo portal institucional da Prefeitura de Vitória (www.vitoria.es.gov.br) 5.2 Caracterização da situação anterior A Prefeitura de Vitória está

Leia mais

Plano de trabalho ABMES 2013

Plano de trabalho ABMES 2013 1. Apoio às IES de pequeno porte (eventos presenciais e a distância) Diretoria, Assessoria, Consultores e IES apoiadoras Realizar seminário na com o objetivo de identificar a situação atual das PMIES Contratar

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais