PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM PROCESSOS BATELADAS UTILIZANDO PLANILHAS ELETRÔNICAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM PROCESSOS BATELADAS UTILIZANDO PLANILHAS ELETRÔNICAS"

Transcrição

1 IX Congresso Brasileiro de Engenharia Química - Iniciação Científica 03 a 06 de julho de 2011 Maringá, Paraná, Brasil PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM PROCESSOS BATELADAS UTILIZANDO PLANILHAS ELETRÔNICAS MIRANDA 1, C. M. M.; ROCHA 2, R. P da.; RAVAGNANI 3, M. A. S. S ANDRADE 4, C. M. G.; PARAÍSO 5, P. R 1 2 Aluno do DEQ/UEM Mestrando do DEQ/UEM 3 4 Professor do PEQ/UEM Professor do 5 PEQ/UEM Professor do PEQ/UEM Departamento de Engenharia Química - Universidade Estadual de Maringá Avenida Colombo, Maringá PR RESUMO - A concorrência entre as empresas está cada vez mais acirrada. Para obterem sucesso, as empresas devem planejar adequadamente as suas atividades operacionais. O planejamento implica em tomadas de decisão no curto, no médio e no longo prazos. Uma aplicação importante do planejamento no curto prazo é com a Programação da Produção que visa aumento de produtividade e redução de custos operacionais. Neste trabalho, foi desenvolvido um sistema para a redução do Tempo Total de Conclusão das Tarefas de Produção (Makespan) utilizando a Planilha Eletrônica Excel com interface amigável. A elaboração do sistema foi feito em cinco partes: Desenvolvimento do modelo; equacionamento do modelo; resolução do modelo em planilha Excel; criação de interface entre o usuário e a Planilha em linguagem Visual Basic (VB) e a avaliação da coerência da interface criada. Os resultados mostraram-se efetivos na aplicação do sistema nos cenários de programação adotados no estudo. Palavras chave: excel, visual basic, programação linear inteira mista. INTRODUÇÃO Atualmente planejar as atividades industriais é uma necessidade de sobrevivência. A concorrência intensa exige produtos diversificados e prazos de entrega de acordo com as exigências dos consumidores. Estas atividades exigem tomadas de decisão rápidas e com o menor custo possível. Na indústria química, as necessidades de planejamento são cada vez mais acentuadas principalmente no modo de produção em batelada. Segundo Raklaitis (1995), produção em bateladas pode ser descrita como a produção orientada à receita, com conectividade entre equipamentos e unidades de processamento e recursos disponíveis limitados. Mendez et al. (2006) classifica esse tipo de operação em: Estágio único, que subdivide-se em unidades únicas ou paralelas; múltiplo estágios, que subdivide-se em multipropósito (Job-Shop) e multiprodutos (Flow-Shop). A diversidade e complexidade de uma indústria de produção em batelada recomenda a aplicação de técnicas de planejamento da produção a fim de cumprir as exigências dos consumidores. Assim, há um crescente desenvolvimento científico na área de Programação da Produção (scheduling), sobretudo, referentes aos processos em bateladas (SEVERO, 2007).

2 A Programação da Produção, conforme Baker (1974), é definida como uma alocação de recursos em determinados tempos. O problema de programação tratado neste trabalho é do tipo Batelada - Multiprodutos - Flow Shop Permutacional. Flow-Shop, segundo MacCarthy e Liu (1993); Baker (1974) é um tipo de processo onde as tarefas possuem o mesmo roteiro de processamento em todas as máquinas e o número de máquinas em cada estágio de produção é igual a um. O ambiente de Programação da Produção Flow-Shop Permutacional é descrito por MacCarthy e Liu (1993); Baker (1974); Taillard (1993) e Moccellin (1995) como um tipo de Flow-Shop em que a ordem de processamento das tarefas em todas as máquinas é a mesma. Segundo Polon (2010), as plantas por Batelada-Multiprodutos, em geral, são empregadas para um conjunto de produtos cuja a estrutura de receita é a mesma e as linhas de produção são denominadas também de Flow Shop. Segundo Severo (2007) muitas indústrias de processo químico, tais como óleo e tintas, indústrias farmacêuticas e o setor de química fina se encaixam nesta categoria. Assim, este trabalho visa apresentar o desenvolvimento de uma Planilha Eletrônica com interface entre o usuário e a planilha, cujo o objetivo é minimizar o Tempo de Conclusão das Tarefas (Makespan) de um ambiente de Programação Flow Shop Permutacional. A presente pesquisa está inserida na área de Síntese e Otimização de Processos do Programa de Pós Graduação em Engenharia Química da UEM Universidade Estadual de Maringá em parceria com o GEPPGO - Grupo de Estudos e Pesquisas em Processos e Gestão de Operações do Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Estadual do Paraná Campus de Campo Mourão. Metodologia Para o desenvolvimento do estudo dividiu-se em cinco partes: Desenvolvimento do Modelo; Equacionamento do Modelo; Resolução do Modelo em Planilhas do Excel; Criação de Interface entre o Usuário e a Planilha em Linguagem Visual Basic (VB) e por fim, a Avaliação da Coerência da Interface. No Desenvolvimento do Modelo analisou-se o problema proposto por Edgar et al. (2002, Apud Polon, Paraíso e Andrade, 2006) de uma planta Batelada Multiproduto, caracterizada como um ambiente de programação Flow Shop Permutacional. Nesta fase, definiu-se a função objetivo, tomando o caso de Programação da Produção como um problema de Programação Linear Inteiro Misto (MILP). Neste ambiente de Programação modelou-se três cenários de pesquisa, todos com o objetivo de minimizar o Makespan. As restrições do modelo são as seguintes: a) a armazenagem de produtos intermediários não deve estar disponível entre as unidades de processamento, isto é, caso um determinado produto esteja processado na unidade j e a unidade j+1 não esteja disponível no momento desta conclusão, o produto pronto deve ser mantido na unidade j, até a unidade j+1 estar desocupada; b) ao finalizar o processamento de um produto na última unidade (equipamento), esse é imediatamente enviado ao estoque de produtos acabados; c) todas as unidades estão inicialmente vazios no tempo zero e a manufatura de qualquer produto pode ser atrasada numa quantidade de tempo arbitraria para mantê-lo na unidade anterior e d) o ordenamento das tarefas em cada processador é o mesmo. Finalizada a modelagem, todas as equações matemáticas dos três cenários foram transcritas para planilhas do Excel, lançadas de forma manual e resolvidas pelo aplicativo Solver. A Linguagem VB foi utilizada para criar uma interface entre o usuário e a planilha do Excel, desta forma, as equações matemáticas dos três cenários, juntamente com o aplicativo Solver, foram desenvolvidas de maneira a criar um modelo generalizado de programação, para este ambiente e com as restrições impostas pelo modelo aqui proposto. A Avaliação da Coerência da Interface da planilha com o usuário foi realizada por meio da comparação dos resultados encontrados com as planilhas do Excel e da desenvolvida pela Linguagem VB.

3 Desenvolvimento do Modelo Foram analisados três cenários de produção, ambos, com as mesmas restrições e objetivo de desempenho, conforme já apresentados no item metodologia. Assim, no cenário 1, quatro produtos (p1, p2, p3, p4) são produzidos em três processadores em série. Veja os dados apresentados na Tabela 1. Tabela 1 Tempo de processamento (h) Unidades Produtos p1 p2 p3 p4 1 3,5 4,0 3, ,3 5,5 7,5 3,5 3 8,7 3,5 6,0 8,0 O cenário 2, corresponde a uma situação de programação de 5 produtos (p1, p2, p3, p4, p5) e 3 processadores, conforme apresentado na Tabela 2. Tabela 2 Tempo de Processamento (h) Unidades Produtos p1 p2 p3 p4 P5 1 1,5 10,0 43, ,0 2 10,3 35,5 7,5 1,5 5,5 3 15,7 3,5 86,0 79,0 93,5 O cenário 3, corresponde a uma situação de programação de 3 tarefas (p1, p2, p3) e 5 processadores, todos com tempos de processamentos conforme apresentado na Tabela 3. Tabela 3 Tempo de Processamento (h) Unidades Tarefas p1 p2 p3 1 13,5 15 4,0 2 37,5 21,5 5,5 3 6,0 79,0 73,5 4 3, ,0 5 77,5 7,5 5,5 Equacionamento do Modelo Foram modelados os três cenários de programação, no entanto, como ambos fazem parte do mesmo ambiente de programação (Flow Shop Permutacional) e atende as mesmas restrições, apresentar-se-á a modelagem do cenário 1. Na modelagem matemática do cenário 1, a equação (1) representa o objetivo central do problema a ser resolvido. ( 1 ) Na Equação 1 a variável C representa o Makespan, As variáveis representam o Número de Produtos e o Número de Processadores, respectivamente. Desta maneira, a função objetivo expressa pela Equação 1, diz respeito a encontrar, dentre as diversas opções combinatórias de produtos e processadores, a seqüência que apresente o menor Makespan. Para o cenário 1, a função objetivo apresenta um com valor 4, que corresponde ao número de produtos (tarefas) presentes na Programação da Produção e um com valor 3, correspondente ao número de processadores presentes no processo. A Equação 2 representa essa função objetivo. ( 2 ) Esse objetivo está sujeito a uma série de restrições, descritas a seguir. As primeiras restrições, mostradas nas Equações 3 e 4, são de ordens binárias. ( 3 ) ( 4 ) A variável i representa a tarefa a ser processada no recurso e k representa a posição dessa mesma na ordem de seqüenciamento, então as Equações 3 e 4 representam um problema de otimização discreta envolvendo a decisão de duas alternativas, ou seja, caso uma tarefa seja processada em determinado recurso, as demais não podem ser processadas concomitantemente nesse mesmo recurso. Logo, é uma variável binária definida como: = 1 se a tarefa i está na posição k e = 0, caso contrário. Cada um dos produtos é processado nos processadores (1), (2) e (3), em ordem seqüencial, respeitando o ambiente de programação Flow Shop Permutacional.

4 Compreendido as Equações genéricas 3 e 4, apresentam-se a resolução dessas, por meio das Equações 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12. ( 5 ) ( 6 ) ( 7 ) ( 8 ) ( 9 ) (10) (11) (12) A Equação 13 representa outra restrição do problema, nesta, a questão também diz respeito ao Makespan. Veja a seguir: (13) Onde: = tempo de fim de processamento no processador j da tarefa ocupando a posição k na seqüência; j = processadores ou estágios; k = posição na seqüência; N = número de tarefas; = variável binária e é o tempo de processamento da tarefa i no processador j. Genericamente, a resolução das várias alternativas da Equação 13, mostra que uma tarefa programada para ser processada no processador j, a partir da segunda ordem de seqüenciamento, deve apresentar um Makespan maior ou igual ao Makespan de uma ordem posicionada anteriormente no mesmo processador j, somado ao Tempo de Processamento da mesma tarefa no processador j. A resolução da Equação 13 é demonstrada nas Equações 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21 e 22. (14) (15) (16) (17) (18) (19) (20) (21) (22) Outra restrição importante é a Equação 23. Essa restrição também diz respeito ao Makespan das Tarefas nos processadores. (23) A Equação 23 mostra que o Makespan da Tarefa de ordem no processador j é maior ou igual ao Makespan da Tarefa de ordem no processador j-1 mais o somatório do produto entre a variável binária e o tempo de processamento, tomando o início no processador (2) e o término no processador (3). Veja as Equações 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30 e 31. (24) (25) (26) (27) (28) (29) (30) (31) Para o Makespan da tarefa posicionada na seqüência 1 da Programação da Produção é expressa a Equação 32. (32)

5 A Equação 32 apresenta a restrição que o Makespan da tarefa posicionada na seqüência 1 da Programação da Produção no processador j é maior ou igual ao Makespan da tarefa posicionada na seqüência 1 da Programação da Produção no processador j-1 mais o somatório do produto da variável binária e o tempo de processamento. Nesta Equação, o processador j deve iniciar no processador 2 e terminar no processador 3, conforme o modelo proposto no início. Resolvendo a Equação genérica 32, apresentam-se as Equações 33 e 34. (33) (34) Outra restrição importante é a do Makespan da tarefa seqüenciada na ordem 1 no processador 1. Essa é representada pela Equação 35. (35) A Equação 35 mostra que o Makespan da tarefa seqüenciada na ordem 1 no processador 1 deve ser maior ou igual ao produto da variável binária e os tempos de processamentos (. Isto é descrito pela Equação 36. (36) A restrição apresentada na Equação 37 mostra que o Makespan seqüenciado na ordem k no processador j deve ser maior ou igual ao Makespan seqüenciado na ordem k-1 no processador j+1, partindo da ordem de seqüência 1 no processador 1. (37) A Equação 38 é o desenvolvimento da Equação genérica 37, essa mostra que o Makespan seqüenciado na ordem 2 no processador 1 deve ser maior ou igual ao Makespan seqüenciado na ordem 1 no processador 2. As Equações 39, 40 e 41 também demonstram a resolução da Equação 37. (39) (40) (41) Por fim, a última restrição do problema diz respeito a questão de não negatividade do modelo, isto é visualizado pela Equação genérica 44. (44) As Equações 45, 46, 47, 48 são os exemplos resolvidos da Equação 44. (45) (46) (47) (48) Resolução do Modelo em Planilhas do Excel Cada um dos cenários foram inseridos em planilhas eletrônicas, de modo bastante manual, uma vez que houve a necessidade de inserir todas as equações em cada uma das células da planilha. Em geral, primeiramente foram organizados todos os dados na planilha do Excel, separando as células que representavam as variáveis de decisão e a função objetivo. Para cada restrição do problema foi criado uma fórmula numa célula separada na planilha que correspondia ao lado direito (left-hand side LHS) e ao lado esquerdo (right-handside RHS) da restrição. Após inserir todas as equações do modelo na planilha, função objetivo, variáveis de decisão e restrições, pode-se utilizar o recurso Solver, disponível na barra de ferramentas da planilha do Excel para encontrar a solução ótima de cada cenário. Criação de Interface entre o Usuário e a Planilha em Linguagem Visual Basic (VB) Desenvolvidas as equações, criou-se uma planilha eletrônica automatizada, por meio da linguagem (VB). Isto é visualizada na figura 1.

6 Referências Bibliográficas Figura 1 Planilha Automatizada Nesta planilha, para obter a seqüência de produção que minimiza o Makespan, o usuário deverá entrar com os dados do número de produtos e número de processadores, acionar o botão Gerar Tempo de Processamento e digitar todos os respectivos tempos de processamento, e por fim, acionar o botão Otimizar. Avaliação da Coerência da Interface Para avaliar a coerência dos resultados encontrados com a criação de Interface entre o Usuário e a Planilha em Linguagem Visual Basic (VB), foram comparados os valores obtidos dos três cenários em planilhas manuais com os valores encontrados na planilha de Interface entre o Usuário e a Planilha em Linguagem Visual Basic (VB). Logo, os resultados mostraram-se positivos, uma vez que nos três cenários de programação, os valores foram os mesmos. Considerações finais Com o presente estudo pode-se concluir que a criação de Interface entre o usuário e a planilha em Linguagem Visual Basic (VB) é uma importante ferramenta de apoio a tomada de decisões na área de Programação da Produção, uma vez que essa apresenta uma simplicidade de programação, bem como, está disponível na grande maioria de usuários de computador. Logo, essa ferramenta é útil na atividade profissional e na atividade de aprendizado de conceitos da área de Programação da Produção, na academia. BAKER, K.R. (1974). Introduction to Sequencing and Scheduling. NEW York: John Wiley & Sons, Inc. MACCARTHY, B. L.; LIU, J.Y. (1993). Adressing the Gap in Scheduling Research: A Review of Optimization and Heuristic Methods in Production Scheduling. International journal of Production Research, London, 31, MENDÉZ, C.A. et all. (2006). State-of-the-art Review of Optimization Methods for Short-term Scheduling of Batch Processes. Computers and Chemical. Engineering, 30, MOCCELLIN, J. V. (1995). A New Heurist Method for the Permutation Flow Shop Scheduling Problem. Journal of the Operational research Society. Oxford, 46, POLON, P. E.; ANDRADE, C.M.G.; PARAÍSO, P.R.; JORGE, L.M. de M. (2006) Utilização de Planilha Eletrônica na Resolução de Problemas de Planejamento e Programação da Produção. IX Congresso Brasileiro de Engenharia Química Iniciação Científica POLON, P.E. (2010), Otimização da Produção da Indústria de Embutidos, PEQ/UEM, Maringá- PR (Tese de doutorado), 115p REKLAITIS, G.V. (1995), Scheduling Approaches for the Batch Process Industries. ISA Transactions, 34, SEVERO, L.S. (2007), Aplicação de Modelo de Programação da Produção na Indústria de Couros, PEQ/UFRGS, Porto Alegre- RS (Dissertação de mestrado), 96p TAILLARD, E. (1993). Benchmarks for Basic Scheduling Problems. European Journal of Operational Research, Amsterdam, 64, AGRADECIMENTOS Nós, Calilo e Rony, agradecemos ao PIBIC/CNPQ, PEQ/UEM e ao GEPPGO.

UTILIZAÇÃO DE PLANILHA ELETRÔNICA NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO

UTILIZAÇÃO DE PLANILHA ELETRÔNICA NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO Anais do XXXIV COBENGE. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, Setembro de 2006. ISBN 85-755-37-4 UTILIZAÇÃO DE PLANILHA ELETRÔNICA NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

INCERTEZAS EM ALGORITMOS DE PROGRAMAÇÃO DE OPERAÇÕES

INCERTEZAS EM ALGORITMOS DE PROGRAMAÇÃO DE OPERAÇÕES INCERTEZAS EM ALGORITMOS DE PROGRAMAÇÃO DE OPERAÇÕES José Arnaldo Barra Montevechi Escola Federal de Engenharia de Itajubá - Departamento de Produção - e-mail: arnaldo@iem.efei.br Cx Postal 50 - Tel. (035)

Leia mais

Controle da produção baseado em códigos de barras

Controle da produção baseado em códigos de barras Controle da produção baseado em códigos de barras Fábio Favaretto (PUCPR) fabiofav@ccet.pucpr.br Alfredo Iarozinski Neto (PUCPR) alfredo@ccet.pucpr.br Resumo O controle da produção é um processo que tem

Leia mais

Pesquisa Operacional Aplicada à Rede De Distribuição Logística

Pesquisa Operacional Aplicada à Rede De Distribuição Logística Estratégias Globais e Sistemas Produtivos Brasileiros ISSN: 2175-1897 Pesquisa Operacional Aplicada à Rede De Distribuição Logística José Antônio Garcia Vieira* *Especialização em Gestão Estratégica Empresarial/Fatec

Leia mais

Me. Thays Josyane Perassoli Boiko TIDE, Engenharia de Produção Agroindustrial, Fecilcam, thaysperassoli@bol.com.br

Me. Thays Josyane Perassoli Boiko TIDE, Engenharia de Produção Agroindustrial, Fecilcam, thaysperassoli@bol.com.br PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM FLOW SHOP PERMUTACIONAL COM RESTRIÇÕES ADICIONAIS E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO DE FLOW TIME E MAKESPAN: UMA REVISÃO DE LITERATURA Me. Thays Josyane Perassoli Boiko TIDE, Engenharia

Leia mais

REDUÇÃO DO ESTOQUE EM PROCESSAMENTO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO FLOW SHOP PERMUTACIONAL

REDUÇÃO DO ESTOQUE EM PROCESSAMENTO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO FLOW SHOP PERMUTACIONAL REDUÇÃO DO ESTOQUE EM PROCESSAMENTO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO FLOW SHOP PERMUTACIONAL REDUCING IN-PROCESS INVENTORY IN PERMUTATION FLOW SHOP PRODUCTION ENVIRONMENT Marcelo Seido Nagano Professor Doutor Universidade

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM SISTEMAS POR BATELADAS: UM ESTUDO PARA A OTIMIZAÇÃO DO MAKESPAN

PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM SISTEMAS POR BATELADAS: UM ESTUDO PARA A OTIMIZAÇÃO DO MAKESPAN PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM SISTEMAS POR BATELADAS: UM ESTUDO PARA A OTIMIZAÇÃO DO MAKESPAN R. P. da ROCHA 1, M. de F. MORAIS 1, M. A. da S. S. RAVAGNANI 2, C. M. G. ANDRADE 2, C. M. P. R. PARAÍSO 2 1 Universidade

Leia mais

DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS

DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS Resumo A proposta deste trabalho é realizar um estudo de programação linear para definir a viabilidade da produção, assim

Leia mais

Classificação: Determinístico

Classificação: Determinístico Prof. Lorí Viali, Dr. viali@pucrs.br http://www.pucrs.br/famat/viali/ Da mesma forma que sistemas os modelos de simulação podem ser classificados de várias formas. O mais usual é classificar os modelos

Leia mais

Análise estrutural do problema de programação da produção F3 r j, s ijk C max

Análise estrutural do problema de programação da produção F3 r j, s ijk C max Análise estrutural do problema de programação da produção F3 r j, s ijk C max Sânia da Costa Fernandes (UFG) saninha_fernandes@hotmail.com Tatiane Albuquerque Pires (UFG) tati_albuquerque_3@hotmail.com

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP SISTEMA INTEGRADO

Leia mais

COLETOR DE SEGURANÇA

COLETOR DE SEGURANÇA COLETOR DE SEGURANÇA 2 Resumo O Coletor de Segurança é a mais nova ferramenta utilizada pelas equipes de manutenção de vagões para registrar os desvios de segurança e meio ambiente no Máximo (Sistema de

Leia mais

Balanço Energético Nacional 2012. Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012

Balanço Energético Nacional 2012. Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012 Balanço Energético Nacional 2012 Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012 Fevereiro de 2012 Apresentação O Balanço Energético Nacional BEN é o documento tradicional do setor energético brasileiro,

Leia mais

Whatsquestions Tire dúvidas online

Whatsquestions Tire dúvidas online Whatsquestions Tire dúvidas online Caio Souza Costa 1,Allison Silva 2, João Souza 3, Antônio Souza Magalhães 4, Cynara Carvalho Souza 5 Departamento de Computação Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES NA RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE PROGRAMAÇÃO LINEAR. Cintia da Silva Araújo, Tiago de Souza Marçal, Magda Aparecida Nogueira

UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES NA RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE PROGRAMAÇÃO LINEAR. Cintia da Silva Araújo, Tiago de Souza Marçal, Magda Aparecida Nogueira UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES NA RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE PROGRAMAÇÃO LINEAR Cintia da Silva Araújo, Tiago de Souza Marçal, Magda Aparecida Nogueira 1 Centro de Ciências Agrárias-Universidade Federal do Espírito

Leia mais

MAXIMIZAÇÃO DO RESULTADO ATRAVÉS DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO E DA PROGRAMAÇÃO LINEAR

MAXIMIZAÇÃO DO RESULTADO ATRAVÉS DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO E DA PROGRAMAÇÃO LINEAR MAXIMIZAÇÃO DO RESULTADO ATRAVÉS DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO E DA PROGRAMAÇÃO LINEAR Corrar, Luiz João Cunha, Darliane* Feitosa, Agricioneide* Professor e Mestrandas em Contabilidade e Controladoria Faculdade

Leia mais

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético

Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético Desenvolvimento de Software para Avaliação Técnica-Econômica das Alternativas de Investimento propostas em Projetos de Diagnóstico Energético C. Penna, A. P. C. Paraguassu, C. M. Matos ENERSUL; I. S. Escobar

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS COMPUTACIONAIS VISANDO O APRENDIZADO DA PROGRAMAÇÃO LINEAR

DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS COMPUTACIONAIS VISANDO O APRENDIZADO DA PROGRAMAÇÃO LINEAR DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS COMPUTACIONAIS VISANDO O APRENDIZADO DA PROGRAMAÇÃO LINEAR Patrícia Oliveira de Souza Escola de Engenharia Industrial e Metalúrgica de Volta Redonda da UFF Av. dos Trabalhadores

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DO MAKESPAN EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO COM MÚLTIPLOS ESTÁGIOS E MÁQUINAS ÚNICAS

OTIMIZAÇÃO DO MAKESPAN EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO COM MÚLTIPLOS ESTÁGIOS E MÁQUINAS ÚNICAS OTIMIZAÇÃO DO MAKESPAN EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO COM MÚLTIPLOS ESTÁGIOS E MÁQUINAS ÚNICAS R. P. da ROCHA 1, M. de F. MORAIS 1, T. J. P. BOIKO 1, M. A. da S. S. RAVAGNANI 2, P. R. PARAÍSO 2, C. M. G. ANDRADE

Leia mais

Circular. Técnica. GestFrut_Pêssego: Sistema para Avaliações Econômico-financeiras da Produção de Pêssego. Apresentação Geral do Sistema.

Circular. Técnica. GestFrut_Pêssego: Sistema para Avaliações Econômico-financeiras da Produção de Pêssego. Apresentação Geral do Sistema. ISSN 1808-6810 104 Circular Técnica Bento Gonçalves, RS Novembro, 2014 Autores Joelsio José Lazzarotto Med. Vet., Dr., Pesquisador, Embrapa Uva e Vinho, Bento Gonçalves, RS, joelsio.lazzarotto@embrapa.br

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP SIMULADOR

Leia mais

INSTITUTO TECNOLÓGICO

INSTITUTO TECNOLÓGICO PAC - PROGRAMA DE APRIMORAMENTO DE CONTEÚDOS. ATIVIDADES DE NIVELAMENTO BÁSICO. DISCIPLINAS: MATEMÁTICA & ESTATÍSTICA. PROFº.: PROF. DR. AUSTER RUZANTE 1ª SEMANA DE ATIVIDADES DOS CURSOS DE TECNOLOGIA

Leia mais

MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Unidade III MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Ciclo de Vida de Sistemas Engenharia de Software Aplicações de Software Diagramação de Software Ciclo

Leia mais

Soluções via.net para otimização de processos paramétricos com Autodesk Inventor.

Soluções via.net para otimização de processos paramétricos com Autodesk Inventor. Soluções via.net para otimização de processos paramétricos com Autodesk Inventor. Michel Brites dos Santos MAPData A parametrização quando possível já é uma forma de otimizar o processo de criação na engenharia.

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO VOLUME 3

ADMINISTRAÇÃO VOLUME 3 UNIVERSIDADE DE UBERABA ADMINISTRAÇÃO ETAPA V VOLUME Organização Raul Sérgio Reis Rezende ROTEIRO DE ESTUDO 1 Aplicações da programação linear no ambiente de gestão Objetivos: Ao final dos estudos deste

Leia mais

A ATIVIDADE DE PROJETO DIRECIONADA À RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA

A ATIVIDADE DE PROJETO DIRECIONADA À RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA A ATIVIDADE DE PROJETO DIRECIONADA À RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA E O DESAFIO DE EQUILIBRAR CONCEITOS TÉCNICOS E GERENCIAIS NO ENSINO DE ENGENHARIA CIVIL Helen Ulrich hulrich@sc.usp.br Departamento de Engenharia

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE ROTEIRIZAÇÃO DINÂMICA DE VEÍCULOS APLICADO AO SERVIÇO DE TRANSPORTE DE CADEIRANTES

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE ROTEIRIZAÇÃO DINÂMICA DE VEÍCULOS APLICADO AO SERVIÇO DE TRANSPORTE DE CADEIRANTES DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE ROTEIRIZAÇÃO DINÂMICA DE VEÍCULOS APLICADO AO SERVIÇO DE TRANSPORTE DE CADEIRANTES Aristides Fraga Neto Patricia Alcantara Cardoso DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE ROTEIRIZAÇÃO

Leia mais

Tópicos em Otimização Fundamentos de Modelagem de Sistemas

Tópicos em Otimização Fundamentos de Modelagem de Sistemas Tópicos em Otimização Fundamentos de Modelagem de Sistemas Parte desses slides foram disponibilizados pelo Prof. Fernando Gomide -UNICAMP Fundamentos de Modelagem Introdução à modelagem e decisão Definição

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER! Planilha entregue para a resolução de exercícios! Quando usar o Atingir Meta e quando usar o Solver Autor: Francisco

Leia mais

Guia de Procedimentos

Guia de Procedimentos Guia de Procedimentos Documento Guia de Procedimentos Arquivo BOP15_GuiadeProcedimentos_GestãodaColaboração_NetTeacher_FASIPE.docx Projeto Semear Cliente Faculdade FASIPE Data 27/1/2012 Autoria Luciano

Leia mais

AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE

AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE ILHA SOLTEIRA XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Paper CRE05-OA04 AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE Granuzzio

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO: UMA ABORDAGEM DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO: UMA ABORDAGEM DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO: UMA ABORDAGEM DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Me. Thays Josyane Perassoli Boiko, GP GEPPGO, Engenharia de Produção Agroindustrial, Fecilcam, thaysperassoli@bol.com.br Lucas

Leia mais

AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO DE FLUIDOS INCOMPRESSÍVEIS EM TUBULAÇÕES USANDO CFD

AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO DE FLUIDOS INCOMPRESSÍVEIS EM TUBULAÇÕES USANDO CFD AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO DE FLUIDOS INCOMPRESSÍVEIS EM TUBULAÇÕES USANDO CFD 1 Délio Barroso de Souza, 2 Ulisses Fernandes Alves, 3 Valéria Viana Murata 1 Discente do curso de Engenharia Química 2 Bolsista

Leia mais

Avaliação de desempenho do Sistema de Transporte Público por meio dos Agentes de Transporte e Trânsito

Avaliação de desempenho do Sistema de Transporte Público por meio dos Agentes de Transporte e Trânsito Avaliação de desempenho do Sistema de Transporte Público por meio dos Agentes de Transporte e Trânsito Daniel Luis Nithack e Silva 1, João Carlos Fagundes 1, Marcelo J. V. Oliveira 1 e Rosimar Gonçalves

Leia mais

A INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL COMO FORMA DE INTEGRAÇÃO ENTRE A TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE MEDIDAS ELÉTRICAS

A INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL COMO FORMA DE INTEGRAÇÃO ENTRE A TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE MEDIDAS ELÉTRICAS A INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL COMO FORMA DE INTEGRAÇÃO ENTRE A TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE MEDIDAS ELÉTRICAS Cesar Ramos Rodrigues - cesar@ieee.org Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Tecnologia,

Leia mais

2. A FERRAMENTA SOLVER (EXCEL)

2. A FERRAMENTA SOLVER (EXCEL) Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel Engenharia de Produção 2. A FERRAMENTA SOLVER (EXCEL) Diversas ferramentas para solução de problemas de otimização, comerciais ou acadêmicos, sejam eles lineares

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA SOVER PARA MAXIMIZAR O LUCRO EM UMA PRODUÇÃO DE GASOLINA Ana Carolina Borges Silva 1 ; Ana Paula Silva 2 1,2 Universidade de Uberaba carolina.borges87@gmail.com, msanapaulas@gmail.com

Leia mais

Introdução aos Conceitos de Problemas de Transporte e Roteamento de Veículos

Introdução aos Conceitos de Problemas de Transporte e Roteamento de Veículos Introdução aos Conceitos de Problemas de Transporte e Roteamento de Veículos Alexandre da Costa 1 1 Acadêmico do Curso de Matemática - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS.

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS. Nathalya Luciano Buges - Acadêmica do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMS

Leia mais

Um Laboratório Virtual para Modelagem de Séries Financeiras e Gerenciamento de Risco

Um Laboratório Virtual para Modelagem de Séries Financeiras e Gerenciamento de Risco Um Laboratório Virtual para Modelagem de Séries Financeiras e Gerenciamento de Risco Autores: Isadora Rossetti Toledo, Marcos Antônio da Cunha Santos isadorar@hotmail.com, msantos@est.ufmg.br Departamento

Leia mais

ATAQUE TRIBUTÁRIO À INFORMALIDADE

ATAQUE TRIBUTÁRIO À INFORMALIDADE LC/BRS/R.171 Dezembro de 2006 Original: português CEPAL COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE Escritório no Brasil ATAQUE TRIBUTÁRIO À INFORMALIDADE Samuel Pessoa Silvia Matos Pessoa Documento

Leia mais

PROGRAMAÇÃO LINEAR COMO FERRAMENTA AUXILIADORA NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS EM UMA EMPRESA DE SERVIÇOS

PROGRAMAÇÃO LINEAR COMO FERRAMENTA AUXILIADORA NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS EM UMA EMPRESA DE SERVIÇOS PROGRAMAÇÃO LINEAR COMO FERRAMENTA AUXILIADORA NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS EM UMA EMPRESA DE SERVIÇOS Elvis Magno da Silva, autor Douglas Ribeiro Lucas, co-autor Vladas Urbanavicius Júnior, co-autor

Leia mais

Boas práticas, vedações e orientações para contratação de serviços de desenvolvimento e manutenção de software (Fábrica de Software)

Boas práticas, vedações e orientações para contratação de serviços de desenvolvimento e manutenção de software (Fábrica de Software) MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Tecnologia da Informação Departamento de Infraestrutura e Serviços de Tecnologia da Informação Departamento de Governança e Sistemas de Informação

Leia mais

SISTEMA PARA OTIMIZAR O ATENDIMENTO DE ENCOMENDAS EM FÁBRICAS PROCESSADORAS DE CASTANHA DE CAJU

SISTEMA PARA OTIMIZAR O ATENDIMENTO DE ENCOMENDAS EM FÁBRICAS PROCESSADORAS DE CASTANHA DE CAJU SISTEMA PARA OTIMIZAR O ATENDIMENTO DE ENCOMENDAS EM FÁBRICAS PROCESSADORAS DE CASTANHA DE CAJU Autor(es) Pedro F. Adeodato de Paula Pessoa E-mail: pedro@cnpat.embrapa.br Vínculo: Centro Nacional de Pesquisa

Leia mais

Desenvolvimento de uma Etapa

Desenvolvimento de uma Etapa Desenvolvimento de uma Etapa A Fase Evolutiva do desenvolvimento de um sistema compreende uma sucessão de etapas de trabalho. Cada etapa configura-se na forma de um mini-ciclo que abrange as atividades

Leia mais

Karine Nayara F. Valle. Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta

Karine Nayara F. Valle. Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Karine Nayara F. Valle Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Professor Orientador: Alberto Berly Sarmiento Vera Belo Horizonte 2012 Karine Nayara F. Valle Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Monografia

Leia mais

Planejamento Estratégico da Produção: Uma análise teóricoconceitual

Planejamento Estratégico da Produção: Uma análise teóricoconceitual Planejamento Estratégico da Produção: Uma análise teóricoconceitual Raphaela Fernandes de Almeida 1 (EPA, FECILCAM) rapha_bela@hotmail.com Caroline Oliveira de Souza 2 (EPA, FECILCAM) carol_souza_16@hotmail.com

Leia mais

Linear Solver Program - Manual do Usuário

Linear Solver Program - Manual do Usuário Linear Solver Program - Manual do Usuário Versão 1.11.0 Traduzido por: Angelo de Oliveira (angelo@unir.br/mrxyztplk@gmail.com) 1 Introdução Linear Program Solver (LiPS) é um pacote de otimização projetado

Leia mais

PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO. Junho de 2011

PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO. Junho de 2011 PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO Junho de 2011 Página 1 de 19 ÍNDICE 1. VISÃO GERAL DO PROGRAMA VIV STOCK...3 2. ESTRUTURA DO PROGRAMA VIV STOCK...3 3. ENTRADA DE DADOS...4 3.1. DADOS

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema computacional para otimização de custos e ganho nutricional nas refeições do restaurantes do IFMG-campus Bambuí

Desenvolvimento de um sistema computacional para otimização de custos e ganho nutricional nas refeições do restaurantes do IFMG-campus Bambuí V Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí V Jornada Científica 19 a 24 de novembro de 2012 Desenvolvimento de um sistema computacional para otimização de custos e ganho nutricional nas refeições

Leia mais

UNESP DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD. Parte 3/5: Prof. Víctor O. Gamarra Rosado

UNESP DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD. Parte 3/5: Prof. Víctor O. Gamarra Rosado UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD Parte 3/5: 8. Projeções ortogonais 9. Terceira Vista 10. Tipos

Leia mais

A TEORIA DOS GRAFOS NA ANÁLISE DO FLUXOGRAMA DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UFF

A TEORIA DOS GRAFOS NA ANÁLISE DO FLUXOGRAMA DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UFF RELATÓRIOS DE PESQUISA EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, v.13, Série B. n.3, p. 20-33. A TEORIA DOS GRAFOS NA ANÁLISE DO FLUXOGRAMA DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UFF Pedro Henrique Drummond Pecly Universidade

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL Vanessa Lira Angelim (1); Luiz Fernando Mählmann Heineck (2) (1) Integral Engenharia e-mail: angelim.vanessa@gmail.com (2) Departamento

Leia mais

UM MÉTODO HEURÍSTICO INTEGRADO AO SIMULATED ANNEALING PARA A PROGRAMAÇÃO DE TAREFAS EM UMA MÁQUINA

UM MÉTODO HEURÍSTICO INTEGRADO AO SIMULATED ANNEALING PARA A PROGRAMAÇÃO DE TAREFAS EM UMA MÁQUINA UM MÉTODO HEURÍSTICO INTEGRADO AO SIMULATED ANNEALING PARA A PROGRAMAÇÃO DE TAREFAS EM UMA MÁQUINA Eder Oliveira Abensur Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas, UFABC Av. dos Estados

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 Índice 1. Introdução...3 1.1. O que é um Computador?... 3 1.2. Máquinas Multiníveis... 3 2 1. INTRODUÇÃO 1.1 O QUE É UM COMPUTADOR? Para estudarmos como um computador

Leia mais

APLICAÇÃO DE UM SIMULADOR INDUSTRIAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO EM UMA REFINARIA DE ÓLEO DE SOJA

APLICAÇÃO DE UM SIMULADOR INDUSTRIAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO EM UMA REFINARIA DE ÓLEO DE SOJA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 APLICAÇÃO DE UM SIMULADOR INDUSTRIAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO EM UMA REFINARIA DE ÓLEO DE SOJA José Maximiano Candido Neto 1, Wagner Andre dos Santos

Leia mais

O USO DA FERRAMENTA SOLVER DO EXCEL NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO LINEAR

O USO DA FERRAMENTA SOLVER DO EXCEL NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO LINEAR O USO DA FERRAMENTA SOLVER DO EXCEL NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO LINEAR João Batista de Jesus FATEC-JAHU Célio Favoni 2 FATEC-JAHU Resumo Este trabalho expõe de maneira sintetizada as funcionalidades

Leia mais

Primeiros passos das Planilhas de Obra v2.6

Primeiros passos das Planilhas de Obra v2.6 Primeiros passos das Planilhas de Obra v2.6 Instalação, configuração e primeiros passos para uso das planilhas de obra Elaborado pela Equipe Planilhas de Obra.com Conteúdo 1. Preparar inicialização das

Leia mais

Proposta de Mini-Curso para a XLIII SBPO

Proposta de Mini-Curso para a XLIII SBPO Proposta de Mini-Curso para a XLIII SBPO Artur Alves Pessoa Eduardo Uchoa Departamento de Engenharia de Produção Universidade Federal Fluminense Título: UFFLP: Integrando Programação Inteira Mista e Planilhas

Leia mais

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto

Leia mais

A modelagem e a simulação computacional, como recurso didático na disciplina de Física em cursos técnicos integrados ao ensino médio

A modelagem e a simulação computacional, como recurso didático na disciplina de Física em cursos técnicos integrados ao ensino médio A modelagem e a simulação computacional, como recurso didático na disciplina de Física em cursos técnicos integrados ao ensino médio Cibeli Marzari Bertagnolli (1), Orildo Luis Battistel (2), Sheila Magali

Leia mais

Introdução ao icare 2

Introdução ao icare 2 Introdução ao icare 2 (Instrumentação para a Coleta Assistida de Resíduos Recicláveis V.2) Arthur Elídio da Silva Lucas Zenaro José Tarcísio F. de Camargo Unipinhal (2015) SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 O

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

Relatórios. Manual. Pergamum

Relatórios. Manual. Pergamum Relatórios Manual Pergamum Manual PER-MAN-005 Estatísticas Circulação de Materiais - Geral Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 1-4 1.1 PESQUISANDO ESTATÍSITICAS E RELATÓRIOS... 1-10 1.2 UTILIZANDO O MÓDULO RELATÓRIOS...

Leia mais

Estatística no EXCEL

Estatística no EXCEL Estatística no EXCEL Prof. Ms. Osorio Moreira Couto Junior 1. Ferramentas... 2 2. Planilha de dados... 3 2.1. Introdução... 3 2.2. Formatação de células... 4 2.3. Inserir ou Excluir Linhas e Colunas...

Leia mais

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu

Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Conectar diferentes pesquisas na internet por um menu Pré requisitos: Elaboração de questionário Formulário multimídia Publicação na internet Uso de senhas na Web Visualização condicionada ao perfil A

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. INTRODUÇÃO : Nos últimos anos, têm-se discutido amplamente a gerência de manutenção preditiva. Tem-se definido uma variedade de técnicas que variam

Leia mais

Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes Curriculares

Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes Curriculares ABEPRO Associação Brasileira de Engenharia de Produção Engenharia de Produção: Grande Área e Diretrizes Curriculares Documento elaborado nas reuniões do grupo de trabalho de graduação em Engenharia de

Leia mais

Proposta de atividade para a disciplina Cálculo Diferencial e Integral com uso software Winplot

Proposta de atividade para a disciplina Cálculo Diferencial e Integral com uso software Winplot Proposta de atividade para a disciplina Cálculo Diferencial e Integral com uso software Winplot para os conteúdos: gráficos de equações e área de uma região em coordenadas polares Egídio Rodrigues Martins

Leia mais

Os principais processos que pontuam esta dinâmica operacional são associados às:

Os principais processos que pontuam esta dinâmica operacional são associados às: 11 1 Introdução 1.1. Contextualização Os terminais de contêineres representam um elo cada vez mais expressivo na cadeia de suprimentos dos mais diversos setores produtivos. Estatísticas apontam um crescimento

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica IMPLEMENTAÇÃO DE UM MODELO DE TESTE DE APLICAÇÕES WEB

18º Congresso de Iniciação Científica IMPLEMENTAÇÃO DE UM MODELO DE TESTE DE APLICAÇÕES WEB 18º Congresso de Iniciação Científica IMPLEMENTAÇÃO DE UM MODELO DE TESTE DE APLICAÇÕES WEB Autor(es) HARLEI MIGUEL DE ARRUDA LEITE Orientador(es) PLÍNIO ROBERTO SOUZA VILELA Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ

Leia mais

Avaliação de desempenho de instituições federais de ensino superior através da análise por envoltória de dados (DEA)

Avaliação de desempenho de instituições federais de ensino superior através da análise por envoltória de dados (DEA) Avaliação de desempenho de instituições federais de ensino superior através da análise por envoltória de dados (DEA) Carlos Eduardo Martins de Oliveira (UNIFEI) caedunifei@gmail.com João Batista Turrioni,

Leia mais

Neste tópico, você aprenderá a criar facilmente um banco de dados para uma nova empresa e a definir configurações comuns de uma empresa no SAP

Neste tópico, você aprenderá a criar facilmente um banco de dados para uma nova empresa e a definir configurações comuns de uma empresa no SAP Neste tópico, você aprenderá a criar facilmente um banco de dados para uma nova empresa e a definir configurações comuns de uma empresa no SAP Business One, em apenas uma etapa usando um assistente guiado.

Leia mais

AÇÕES PARA CONTROLE E GARANTIA DA QUALIDADE DE PROJETOS NA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS

AÇÕES PARA CONTROLE E GARANTIA DA QUALIDADE DE PROJETOS NA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS AÇÕES PARA CONTROLE E GARANTIA DA QUALIDADE DE PROJETOS NA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS Celso Carlos NOVAES Professor doutor - Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Engenharia Civil tel.: (16)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DESENVOLVIMENTO DE UM PAR DE LUVAS INSTRUMENTALIZADAS PARA AQUISIÇÃO DE MOVIMENTOS APLICADAS AO PROCESSAMENTO E RECONHECIMENTO

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO E RESOLUÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS UTILIZANDO A PLANILHA EXCEL

IMPLEMENTAÇÃO E RESOLUÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS UTILIZANDO A PLANILHA EXCEL IMPLEMENTAÇÃO E RESOLUÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS UTILIZANDO A PLANILHA EXCEL 1. INTRODUÇÃO Este tutorial apresenta, passo-a-passo, o processo de implementação e resolução de modelos matemáticos na planilha

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE OCTAVE EM FENÔMENOS DE TRANSPORTES

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE OCTAVE EM FENÔMENOS DE TRANSPORTES UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE OCTAVE EM FENÔMENOS DE TRANSPORTES Paulo Roberto Paraíso paulo@deq.uem.br Universidade Estadual de Maringá Departamento de Engenharia Química Endereço : Av. Colombo, 5790 -

Leia mais

Truques e Dicas. = 7 30 Para multiplicar fracções basta multiplicar os numeradores e os denominadores: 2 30 = 12 5

Truques e Dicas. = 7 30 Para multiplicar fracções basta multiplicar os numeradores e os denominadores: 2 30 = 12 5 Truques e Dicas O que se segue serve para esclarecer alguma questão que possa surgir ao resolver um exercício de matemática. Espero que lhe seja útil! Cap. I Fracções. Soma e Produto de Fracções Para somar

Leia mais

PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA. Alexandre Painhas

PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA. Alexandre Painhas PLANO DIRETOR DE INFORMÁTICA Alexandre Painhas Referencial Teórico Instrumento que objetiva a elaboração do planejamento da informatica na organização, com objetivo de servir de apoio aos processos de

Leia mais

CAPÍTULO 2. Grafos e Redes

CAPÍTULO 2. Grafos e Redes CAPÍTULO 2 1. Introdução Um grafo é uma representação visual de um determinado conjunto de dados e da ligação existente entre alguns dos elementos desse conjunto. Desta forma, em muitos dos problemas que

Leia mais

LIVRO ENGENHARIA DE SOFTWARE FUNDAMENTOS, MÉTODOS E PADRÕES CAPÍTULO ATIVIDADES, PAG. 138 A 150

LIVRO ENGENHARIA DE SOFTWARE FUNDAMENTOS, MÉTODOS E PADRÕES CAPÍTULO ATIVIDADES, PAG. 138 A 150 LIVRO ENGENHARIA DE SOFTWARE FUNDAMENTOS, MÉTODOS E PADRÕES WILSON PADUA PAULA FILHO CAPÍTULO ATIVIDADES, PAG. 138 A 150 1 ANÁLISE ESTRUTURAL IDENTIFICAR AS CLASSES ORGANIZAR AS CLASSES IDENTIFICAR RELACIONAMENTOS

Leia mais

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento

! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento CAVALCANTE & COMO MONTAR O FLUXO DE CAIXA EM! Revisão de conceitos importantes! Fluxo com VRG diluído! Fluxo com VRG no final do contrato! Comparação com outras alternativas de financiamento Autores: Francisco

Leia mais

POSICIONAMENTO LOGÍSTICO E A DEFINIÇÃO DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS CLIENTES

POSICIONAMENTO LOGÍSTICO E A DEFINIÇÃO DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS CLIENTES POSICIONAMENTO LOGÍSTICO E A DEFINIÇÃO DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS CLIENTES 10/06/2000/em Artigos /por Peter Wanke Definir a política mais apropriada para atendimento aos clientes constitui um dos fatores

Leia mais

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento;

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento; 1 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS INTEGRADORES CURSO SUPERIORES DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA (LOGÍSTICA) SÃO PAULO 2009 2 Introdução A prática pedagógica dos Cursos Superiores de Graduação

Leia mais

AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos

AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos 1 AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos Ernesto F. L. Amaral 11 e 13 de setembro de 2012 Avaliação de Políticas Públicas (DCP 046) Fonte: Cohen, Ernesto, e Rolando Franco. 2000. Avaliação de Projetos

Leia mais

A ROTULAGEM AMBIENTAL NO CONTEXTO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL

A ROTULAGEM AMBIENTAL NO CONTEXTO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL A ROTULAGEM AMBIENTAL NO CONTEXTO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL Diego Castro 1 Selene Castilho 2 Silvia Miranda 3 Artigo elaborado em maio/2004 Nas últimas décadas, verificou-se no cenário mundial o desenvolvimento

Leia mais

ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS

ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS Prof. André Backes INTRODUÇÃO Computadores = cérebros eletrônicos? Computadores são máquinas e, por si sós, não podem ser inteligentes. Alguém as projetou e deu a ela todas as

Leia mais

Contas. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN 9788502065901

Contas. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN 9788502065901 Contas 2.1. Conceito Na sua linguagem cotidiana, o que representa a palavra conta? Você poderá responder: Uma operação aritmética de soma, subtração, multiplicação ou divisão; A conta de água e esgoto,

Leia mais

Álgebra. SeM MiSTéRio

Álgebra. SeM MiSTéRio Álgebra SeM MiSTéRio Série SeM MiSTéRio Alemão Sem Mistério Álgebra Sem Mistério Cálculo Sem Mistério Conversação em Alemão Sem Mistério Conversação em Espanhol Sem Mistério Conversação em Francês Sem

Leia mais

The Application of The Principles of GLP to Computerised

The Application of The Principles of GLP to Computerised APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS BPL AOS SISTEMAS INFORMATIZADOS NORMA N o NIT-DICLA-038 APROVADA EM SET/2011 N o 01/13 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico da revisão 5 Siglas

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

Relatório Simplificado

Relatório Simplificado Relatório Simplificado Pesquisa de opinião entre Secretários(as) de Comissões Seção de Assessoramento Temático Diretoria Legislativa A presente pesquisa é resultado de demanda derivada de discussão realizada

Leia mais

A PRÁTICA DA INTERDICIPLINARIEDADE NO ENSINO DE PROJETOS DE MOLDES E MATRIZES NO CURSO DE TECNOLOGIA EM MECÂNICA DO IST

A PRÁTICA DA INTERDICIPLINARIEDADE NO ENSINO DE PROJETOS DE MOLDES E MATRIZES NO CURSO DE TECNOLOGIA EM MECÂNICA DO IST A PRÁTICA DA INTERDICIPLINARIEDADE NO ENSINO DE PROJETOS DE MOLDES E MATRIZES NO CURSO DE TECNOLOGIA EM MECÂNICA DO IST Carlos Maurício Sacchelli sacchelli@sociesc.com.br Leonidas Mamani Gilapa leonidas@sociesc.com.br

Leia mais

6. Programação Inteira

6. Programação Inteira Pesquisa Operacional II 6. Programação Inteira Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel Engenharia de Produção Programação Inteira São problemas de programação matemática em que a função objetivo, bem

Leia mais

PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS

PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS CONTEÚDO DO CURSO DE PREVISÃO DE DEMANDA PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS - HORIZONTE

Leia mais

PROGRAMA. Curso: Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia. diurno. Ciclo: 2º. pós-laboral. Ano: 1º Semestre: 1º

PROGRAMA. Curso: Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia. diurno. Ciclo: 2º. pós-laboral. Ano: 1º Semestre: 1º PROGRAMA Ciclo: 2º Curso: Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia diurno pós-laboral Ano: 1º Semestre: 1º Unidade Curricular: FUNDAMENTOS DE LÓGICA E ALGORITMOS DE PROGRAMAÇÃO Código: Departamento:

Leia mais

REGRAS DE PRIORIDADE E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO ADOTADOS EM PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM AMBIENTES FLOW SHOP

REGRAS DE PRIORIDADE E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO ADOTADOS EM PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM AMBIENTES FLOW SHOP REGRAS DE PRIORIDADE E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO ADOTADOS EM PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO EM AMBIENTES FLOW SHOP Me. Márcia de Fátima Morais GEPPGO, DEP-EPA, Fecilcam, marciafmorais@yahoo.com.br

Leia mais

7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO

7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO 7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO 7.1 Etapas de programação A programação do semáforo deve ser elaborada de acordo com as etapas apresentadas a seguir. Vale lembrar que esta

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM TOOLBOX DE CONTROLE PREDITIVO DO TIPO CONTROLE PREDITIVO POR MATRIZ DINÂMICA (DMC) NO SCILAB

ELABORAÇÃO DE UM TOOLBOX DE CONTROLE PREDITIVO DO TIPO CONTROLE PREDITIVO POR MATRIZ DINÂMICA (DMC) NO SCILAB ELABORAÇÃO DE UM TOOLBOX DE CONTROLE PREDITIVO DO TIPO CONTROLE PREDITIVO POR MATRIZ DINÂMICA (DMC) NO SCILAB Mardoqueu de Oliveira Neto mardoqueu6@hotmail.com Gustavo Maia de Almeida gmaia@ifes.edu.br

Leia mais