Diagnóstico de Situação em Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *"

Transcrição

1 Página 1 de 8 Entidade: * Centro Hospitalar Barreiro Montijo Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES Preenchimento do Plano de Atividades concluído? * Preenchimento do Relatório de Atividades concluído? Utilizador: Paulo André Fernandes... Utilizador2 Paulo André Fernandes _utilizador_2 6. Plano / Relatório de Atividades 1. MELHORIA DA QUALIDADE CLÍNICA E ORGANIZACIONAL 1) Qual o n.º de Normas emitidas pela DGS que foram discutidas e analisadas na Instituição? * 3 (DGS) Identificar as normas analisadas; a tipologia das iniciativas desenvolvidas (ex: sessões clínicas, ação de formação, etc.); o nº de profissionais envolvidos; datas. ponto 1.zip Promover a discussão das Normas da DGS junto dos Serviços. 2) Quantas auditorias internas sobre as normas emitidas pela DGS foram realizadas? * 1 obervações_campanha_das_precauções_básicas.pdf Selecionar, dentro das Normas discutidas juntos dos serviços do CHBM, as a auditar, mantendo as auditorias à Campanha das Precauções Básicas Promover a implementação da Tabela Nacional de Funcionalidade durante o ano de Promover reuniões com os serviços aplicáveis. ponto 6.zip Desenvolver ou participar em atividades de investigação clínica conforme aplicável. Desenvolver parcerias com o Internato Médico. 2.REFORÇO DA SEGURANÇA DOS DOENTES Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes Cultura de Segurança 1) Considerando a última taxa de adesão obtida, quais as medidas de melhoria implementadas? * Considerando a taxa de adesão obtida (~60%) não foi considerado necessário implementar medidas de melhoria. Indicar como foi realizada a análise dos resultados, o planeamento das medidas de melhoria, etc. divulgação cultura qualidade.pdf Participar no inquérito de avaliação da cultura de segurança do doente em 2016; Delinear prioridades de acordo com os resultados obtidos; Promover a divulgação do inquérito a todos os profissionais; Divulgar os resultados através das ferramentas internas do CHBM (Portal Interno, Newsletter, correio electrónico, entre outras) 2) Que atividades de formação foram desenvolvidas na instituição no âmbito da: 2.1.) segurança do doente * 2.1.) segurança do profissional * Foram realizadas workshops e sessões de formação sobre esta temática, a mesma foi incluida nas sessões de acolhimento a novos colaboradores e às sessões de acolhimento específicas para novos enfermeiros Identificar: Tema(s) da formação; Datas; Entidade(s) formadora(s); Nº de profissionais envolvidos / categoria, etc. Foram realizadas workshops e sessões de formação sobre esta temática, a mesma foi incluida nas sessões de acolhimento a novos colaboradores e às sessões de acolhimento específicas para novos enfermeiros evidências formação segurança doente e segurança profissionais.docx

2 Página 2 de 8 Manter programa realizado em 2015 (sessões de acolhimento, programa de workshops, formação em serviço) Segurança da Comunicação 3) Quantas auditorias internas sobre a transferência de informação nas transições de cuidados foram realizadas? * 4 Anexar relatório(s) de auditoria, identificando: data, serviço auditado e equipa auditora ponto 3.zip Manter as auditorias trimestrais; Rever lista de verificação (check list de auditoria interna), nomeadamente nos critérios de auditoria. Segurança Cirúrgica 4) Qual a taxa de não conformidade da utilização da lista de verificação de segurança cirúrgica da instituição? * 2.04 (%) Anexar: Nº de não conformidades registadas em sede de auditoria, i.e., o n.º de respostas do tipo não dos critérios de auditoria interna e o n.º total de respostas (excluídas as respostas "NA" não aplicáveis). ponto zip Manter a taxa de não conformidade de 2015; Manter as taxas de complicações cirúrgicas dos eventos inadmissíveis de 2015; Manter metodologia actual de auditoria. 5) Quais as taxas de complicações cirúrgicas dos eventos inadmissíveis na instituição: Local cirúrgico errado: * 0 (%) Procedimento errado: * 0 (%) Doente errado: * 0 (%) Retenção de objetos estranhos no local cirúrgico: * 0 (%) Morte intraoperatória em doentes ASA1: * 0 (%) Indicar: N.º de incidentes inadmissíveis (por tipo) e o nº de doentes intervencionados. ponto zip Manter a taxa de não conformidade de 2015; Manter as taxas de complicações cirúrgicas dos eventos inadmissíveis de 2015; Manter metodologia actual de auditoria. 6) Quantas auditorias internas foram realizadas? * 928 Anexar relatório(s) de auditoria, identificando: data, serviço auditado e equipa auditora. ponto zip Manter a taxa de não conformidade de 2015; Manter as taxas de complicações cirúrgicas dos eventos inadmissíveis de 2015; Manter metodologia actual de auditoria. 7) Quantas notificações de incidentes relacionados com procedimentos cirúrgicos ocorreram na instituição? * 50 Indicar: Anexar, por exemplo, quadro-resumo, plano de intervenção, etc. Ponto 7.zip Revisão das tipologias de incidentes disponibilizadas na plataforma de registo de incidentes (HER/RISI) de modo a incluir "incidentes relacionados com procedimentos cirúrgicos". Segurança na utilização da medicação 8) Tem lista de medicamentos LASA atualizada e divulgada? * Anexar cópia da lista de medicamentos LASA da instituição em vigor, com data de aprovação e de revisão, se aplicável. Evidenciar como foi realizada a divulgação. Aprovar e divulgar o procedimento já elaborado sobre medicamentos LASA durante Atividade conjunta *Prazo de Execução *

3 Página 3 de 8 9) Tem implementado estratégia instituicional para o armazenamento e identificação de medicamentos LASA? * Anexar cópia da estratégia em vigor, com data de aprovação e de revisão, se aplicável, identificando os serviços onde está implementada. Evidenciar como foi realizada a divulgação. Aprovar e divulgar o procedimento já elaborado sobre medicamentos LASA durante ) Quantas notificações de incidentes relacionados com a utilização de medicamentos LASA, ocorreram na instituição? * ponto 10 a 13.zip 86 Indicar: Anexar, por exemplo, quadro-resumo, plano de ação, etc. Revisão das tipologias de incidentes disponibilizadas na plataforma de registo de incidentes (HER/RISI) de modo a incluir "Medicamentos LASA" & "medicamentos de alerta máximo". Aprovar e divulgar o procedimento já elaborado sobre medicamentos de alerta máximo durante ) Tem lista de medicamentos de alerta máximo atualizada? * Anexar cópia da lista de medicamentos de alerta máximo da instituição em vigor, com data de aprovação e de revisão, se aplicável. Evidenciar como foi realizada a divulgação. Revisão das tipologias de incidentes disponibilizadas na plataforma de registo de incidentes (HER/RISI) de modo a incluir "Medicamentos LASA" & "medicamentos de alerta máximo". Aprovar e divulgar o procedimento já elaborado sobre medicamentos de alerta máximo durante ) Tem implementada estratégia institucional para os medicamentos de alerta máximo? * Anexar cópia da estratégia em vigor, com data de aprovação e de revisão, se aplicável, identificando os serviços onde está implementada. Evidenciar como foi realizada a divulgação. Revisão das tipologias de incidentes disponibilizadas na plataforma de registo de incidentes (HER/RISI) de modo a incluir "Medicamentos LASA" & "medicamentos de alerta máximo". Aprovar e divulgar o procedimento já elaborado sobre medicamentos de alerta máximo durante ) Quantas notificações de incidentes relacionados com a utilização de medicamentos de alerta máximo ocorreram na instituição? * ponto 10 a 13.zip 86 Anexar, por exemplo, quadro-resumo, plano de intervenção, etc. Revisão das tipologias de incidentes disponibilizadas na plataforma de registo de incidentes (HER/RISI) de modo a incluir "Medicamentos LASA" & "medicamentos de alerta máximo". Aprovar e divulgar o procedimento já elaborado sobre medicamentos de alerta máximo durante ) Quantas auditorias internas foram realizadas no âmbito de práticas seguras do medicamento, na instituição? * relatórios auditoria medicamentos fora da farmácia.pdf 3 Anexar relatório(s) de auditoria, identificando: data, serviço auditado, âmbito da auditoria, nº das normas e equipa(s) auditora(s). Manter o programa de auditorias para 2016, replicando a metodologia utilizada em ) Foram implementadas outras medidas de melhoria na instituição no âmbito das práticas seguras do medicamento? * Anexar plano de melhoria, referindo a origem da ação de melhoria (norma, auditoria, notificação, outra). 830_OS26_15_V2.pdf Dinamizar o grupo de trabalho nomeado para o efeito, aprovar os procedimentos/material educativo/impressos realizados pelo grupo e promover a sua divulgação.

4 Página 4 de 8 16) Quais as iniciativas desenvolvidas no âmbito da reconciliação terapêutica? * Nomeação de Grupo de Trabalho sobre o uso seguro de medicamentos A RECONCILIAÇÃO DA MEDICAÇÃO é o processo de verificação/avaliação da medicação do doente, incluindo a automedicação, em cada momento da transição entre cuidados de saúde, com o objetivo de evitar erros de medicação, nomeadamente: omissões, duplicações, doses inadequadas, interações, bem como problemas de adesão à medicação. 830_OS26_15_V2.pdf Dinamizar o grupo de trabalho nomeado para o efeito, aprovar os procedimentos/material educativo/impressos realizados pelo grupo e promover a sua divulgação. Identificação inequívoca dos doentes 17) Tem implementada estratégia local para a identificação inequívoca do doente? * 307_Identificacao Doentes.pdf Anexar cópia da estratégia em vigor, com data de aprovação, modo de divulgação e revisão, se aplicável. Revisão, atualização e divulgação do procedimento sobre a identificação inequívoca do doente. 18) Quantas notificações de incidentes relacionadas com a identificação do doente ocorreram na instituição? * 4 Anexar, por exemplo, quadro-resumo, plano de intervenção, etc. ponto 18.zip Revisão, atualização e divulgação do procedimento sobre a identificação inequívoca do doente. Revisão das tipologias de incidentes disponibilizadas na plataforma de registo de incidentes (HER/RISI). 19) Quantas auditorias internas foram realizadas no âmbito da identificação inequívoca do doente, na instituição? * Revisão, atualização e divulgação do procedimento de identificação de doentes; Realização de auditoria ao procedimento. 0 Anexar relatório(s) de auditoria, identificando: data, serviço auditado, âmbito da auditoria/normas e equipa auditora. 20) Que práticas seguras foram realizadas para assegurar a verificação entre a identificação do doente e o procedimento a realizar. * Utilização de procedimentos setoriais sobre práticas seguras para assegurar a verificação entre a identificação do doente e o procedimento a realizar. Identificar o serviço, o público-alvo e nº de realizações. ponto 20.zip Revisão, atualização e divulgação do procedimento de identificação; Incentivar a criação de procedimentos sectoriais nas áreas de MCDT. Prevenir a ocorrência de quedas 21) Implementou atividades no âmbito da prevenção de quedas? * ponto 21.zip Manter metodologias em vigor para prevenção de quedas. 22) Qual o nº de notificações de incidentes relativas a quedas registadas na instituição? * 139 Anexar, por exemplo, quadro-resumo, plano de ação, etc. ponto 22.zip Formação na plataforma de registo de incidentes; Divulgação da necessidade de notificação de incidentes. 23) Quantas auditorias internas foram realizadas no âmbito da prevenção de quedas, na instituição? * 157

5 Página 5 de 8 Anexar relatório(s) de auditoria, identificando: data, serviço auditado, âmbito da auditoria, nº das normas e equipa(s) auditora(s). ponto 23.zip Manter programa de auditorias a quedas. Prevenir a ocorrência de úlceras por pressão 24) Implementou atividades no âmbito da prevenção de úlceras de pressão? * Divulgação dos guias orientador e de prevenção aos profissionais; Manter as auditorias realizadas; Revisão dos procedimentos sobre úlceras de pressão. ponto 24.zip 25) Qual o nº de notificações de incidentes relativas a úlceras de pressão adquiridas na instituição? * ponto 25.zip Formação na plataforma de registo de incidentes; Divulgação da necessidade de notificação de incidentes. 133 Anexar, por exemplo, quadro-resumo, plano de ação, etc. 26) Quantas auditorias internas foram realizadas no âmbito da prevenção de úlceras de pressão, na instituição? * ponto 26.zip Manter programa de auditorias a úlceras de pressão. 145 Anexar relatório(s) de auditoria, identificando: data, serviço auditado, âmbito da auditoria, nº das normas e equipa(s) auditora(s). Notificação, análise e prevenção e incidentes 27) A instituição notifica incidentes noutro sistema sem ser o NOTIFICA? * ponto 27.zip Formação na plataforma de registo de incidentes; Promoção de reuniões com os elos para a segurança do doente; Divulgação da necessidade de registo dos incidentes. Anexe evidência indicando o número e a categoria dos incidentes notificados. 28) Indique quais as medidas preventivas implementadas, considerando os incidentes de segurança do doente com maior prevalência na instituição? * Nomeação de grupo de trabalho sobre uso seguro de medicamentos; Quedas? Realizadas auditorias externas (auditores externos aos serviços) ao procedimento do risco de queda nos dias 9 e 10/12/2015 a todos os serviços de internamento onde estão implementados os procedimentos (10 serviços).? Mensalmente são realizadas auditorias internas (responsabilidade de cada serviço) ao procedimento avaliação do risco de queda (10 serviços).? Elaborado procedimento setorial de Prevenção de Quedas para a unidade de cirurgia do ambulatório Unidade do Montijo? Elaborada proposta de grupo de trabalho para trabalhar a identificação inequívoca do doente.? Realizados relatórios dos incidentes notificações na plataforma da gestão do risco- semestralmente/anualmente; Úlceras de Pressão? Realizadas auditorias externas (auditores externos aos serviços) aos procedimentos de avaliação do risco de desenvolvimento de úlceras de pressão registo, intervenção e monitorização e cuidados de enfermagem: tratamento de úlceras de pressão nos dias 10 e 11/11/2015 a todos os serviços de internamento onde estão implementados os procedimentos (10 serviços).? Mensalmente são realizadas auditorias internas (responsabilidade de cada serviço) aos procedimentos avaliação do risco de desenvolvimento de úlceras de pressão registo, intervenção e monitorização e cuidados de enfermagem: tratamento de úlceras de pressão (10 serviços).? Colaboração com GCL-PPCIRA na organização da Reunião cientifica sobre feridas no dia 19/5 com 4 palestrantes externos ao CHBM (45 formandos).? Realizado Guia de prevenção úlceras de pressão? Realizado guia de orientação para a uniformização dos registos de enfermagem sobre UP no Sclínico? Apresentação do trabalho desenvolvido pelo grupo no II ENCONTRO "PADRÕES DE QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM do CHBM, EPE. Anexar documento comprovativo da implementação de medidas. ponto 28.zip Dinamizar o grupo de trabalho nomeado para o efeito, aprovar os procedimentos/material educativo/impressos realizados pelo grupo e promover a sua divulgação. Divulgação dos guias orientador e de prevenção aos profissionais; Manter as auditorias realizadas; Revisão dos procedimentos sobre úlceras de pressão. Manter metodologias em vigor para prevenção de quedas. Atividade conjunta *Prazo de Execução *

6 Página 6 de 8 29) Foram realizadas auditorias internas à metodologia de análise de incidentes? * Anexar relatório de auditoria interna. Auditar a metodologia de relato de incidentes em Prevenir e controlar as infeções e as resistências aos antimicrobianos 30) A instituição monitorizou as infeções associadas aos cuidados de saúde através dos 4 programas de incidência de infeção (HAI-SSI; HAI-UCI; UCIN; INCS)? * anexar relatório extraído da plataforma de cada programa com dados da própria instituição. Manter a monitorização das infeções associadas aos cuidados de saúde através dos programas de incidência de infeção aplicáveis no CHBM (HAI-SSI; HAI-UCI; INCS) 31) A instituição monitorizou e notificou atempadamente os microrganismos alerta e problema? * (anexe evidência) ponto 31.zip Admite-se evidência por amostragem. Anexar cópia do mail enviado para notificação dos microrganismos alerta (amostragem) e problema. Manter a monitorização e notificação, atempada, dos microrganismos alerta e problema. 32) A instituição tem conhecimento e analisa os seus dados de consumo de antimicrobianos? * (anexe evidência) 2_32.zip Anexar dados de consumo de antimicrobianos da instituição em qualquer métrica escolhida (DDD, DHD, nº embalagens, despesa). Manter a análise realizada sobre o consumo de antimicrobianos. 33) A instituição tem um programa de apoio à prescrição de antibióticos, de acordo com o Despacho n.º 15423? * PAPA2015.pdf Entende-se por ter um programa, o facto do mesmo estar estruturado e implementado. Manter o PAPA em ) A instituição concluiu e ultrapassou a fase 1 da Campanha de Precauções Básicas de Controlo de Infeção? * CPBCI checklistpdf.pdf Anexar checklist de atividades da CPBCI. Concluir as fases seguintes da campanha de precauções básicas de controlo de infeção no CHBM 35) Verificou-se, na instituição, diminuição no consumo de carbapenemes de 2014 para 2015? * 2_35.zip Anexar dados de consumo de carbapenemes em qualquer métrica escolhida (DDD, DHD, nº embalagens, despesa). Manter a diminuição do consumo de carbapenemes de 2015 para 2016 no CHBM 37) A taxa MRSA/Staphylococcus aureus, considerando todos as amostras, diminuiu de 2014 para 2015, na instituição? *

7 Página 7 de 8 Reduzir a taxa de 2015 para Quando se diz considerando todas as amostras implica todos os isolamentos, ie, sem exclusão de repetições no mesmo doente. Deverão ser incluidas colonizações e infeções e excluidas contaminações. Anexar o nº de amostras com isolamento de MRSA e o nº de amostras com isolamento de Staphylococcus aureus. 38) Qual % de doentes que adquiriu colonização ou infeção por microrganismo problema ou alerta conforme definição da Norma n.º 004/2013, de 21/02/2013 atualizada a 05/08/2013? * 38) Qual % de doentes que adquiriu colonização ou infeção por microrganismo problema ou alerta conforme definição da Norma n.º 004/2013, de 21/02/2013 atualizada a 05/08/2013? * Anexar o nº doentes com colonização/infeção por microrganismo alerta/problema no período em análise e o nº de doentes admitidos no período em análise. Os dados dos doentes que adquiriram colonização ou infeção por microrganismos alerta e problema são fornecidos pelos Laboratórios de Microbiologia. aumentar a percentagem de 2015 de doentes que adquiriu colonização ou infeção por microrganismo problema ou alerta conforme definição da Norma n.º 004/2013, de 21/02/2013 atualizada a 05/08/ ) Qual o nº de notificações de infeções associadas a cuidados de saúde, 223 registados na instituição? * (%) Anexar, por exemplo, quadro-resumo, etc. 2_39.zip Manter a notificação de infeções associadas a cuidados de saúde, sempre que estas se verifiquem. 3.MONITORIZAÇÃO PERMANENTE QUALIDADE E SEGURANÇA Prioridade III: Monitorização permanente da qualidade e segurança 1) A instituição avaliou a satisfação do utente? * 3-Monitorização permanente da qualidade e segurança.zip Promover inquérito anual de avaliação da satisfação dos utentes, de acordo com metodologia atual Identificar instrumento de avaliação da satisfação e apresentar principais resultados. 4.RECONHECIMENTO DA QUALIDADE DAS UNIDADES SAÚDE Prioridade IV: Reconhecimento da qualidade das unidades de saúde 1) A instituição está acreditada? * Se sim, identificar: 1) unidades/serviço ou Hospital 2) qual o modelo (ACSA, CHKS, JCI, outros ) 3) período de vigência do(s) certificado(s). Prosseguir processos de acreditação em curso, de acordo com estratégia definida pelo Conselho de Administração, no Serviço de Pediatria, Unidade Funcional de Oncologia e Bloco Operatório. 2) A instituição está certificada? *, anexe evidência OBSERVAÇOES/APOIO Se sim, identificar: 1) unidades/serviço ou Hospital 2) qual a Norma (ISO 9001, outras ) 3) período de vigência do(s) certificado(s). ponto 2.zip Prosseguir processos de certificação atuais. Promover implementação de sistemas de gestão da qualidade no Serviço de Imunohemoterapia. Avaliar a possibilidade de promover certificação em outros serviços. 5. INFO TRANSP CIDADÃO, AU/TO DA SUA CAPACITAÇÃO Prioridade V: Informação transparente ao cidadão e aumento da sua capacitação 1) Que iniciativas de divulgação de informação ao doente /utente foram realizadas no âmbito da Segurança do Doente? * Identificadas necessidades de divulgação de informação ao utente, foram elaborados, aprovados e divulgados panfletos de esclarecimento aos utentes. Anexar entre 1 e 3 exemplos (panfletos, print-screen da página da instituição, etc.).

8 Página 8 de 8 ponto 1.zip Identificar necessidades de esclarecimento do utente e concretizar iniciativas destinadas a promover esse esclarecimento por parte dos serviços. Atividade conjunta * Identifique a entidade * Prazo de Execução * ACES do Arco Ribeirinho 2) Que ações de formação sobre segurança do doente foram realizadas para os utentes? * ponto 2.zip Cursos de preparação para o parto; Manhãs de trabalho com utentes e familiares - diabetes Visitas pelos Utentes aos Blocos Operatórios antes das cirurgias (Unidade de Cirurgia Ambulatório) Identificar tema(s) da formação, datas e nº de utentes. Manter o programa de preparação para o parto do Serviço de Obstetrícia e Bloco de Partos; Dar continuidade ao Plano da Diabetes em conjunto com o ACES Arco Ribeirinho; Atividade conjunta * Identifique a entidade * Prazo de Execução * ACES Arco Ribeirinho 3) Quais as iniciativas desenvolvidas no âmbito da análise das principais causas de reclamações? * ponto 3.zip Obras realizadas no Serviço de Urgência Geral, nomeadamente SO (sala de observação); Concurso de admissão de especialistas de Oftalmologia Identificar as principais causas de reclamações e quais as principais medidas implementadas. Manter a análise sistemática das exposições (reclamações e elogios) dos utentes, identificando oportunidades de melhoria e desenvolvendo medidas corretivas e preventivas conforme aplicável. Inserir Atividade 6. APROVAÇÕES E HOMOLOGAÇÕES Plano de Ação aprovado, assinado pelo responsável máximo da Instituição (Presidente do Conselho de Administração/Diretor Executivo) e com o respetivo carimbo. Data de aprovação * Adicionar documento: * relatório CQS CHBM pdf Homologação do Plano de Atividades pelo Diretor-Geral da Saúde Data de homologação * Adicionar documento: Selecione... Ano * Aprovação do Relatório de Atividades pelo Conselho de Administração/Presidente do ACES Plano anos anteriores

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 6 Entidade: * Centro Hospitalar do Porto, EPE Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES Preenchimento

Leia mais

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 8 Entidade: * Instituto Português de Oncologia - Porto Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES Preenchimento

Leia mais

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 8 Entidade: * Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES

Leia mais

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 7 Entidade: * Instituto Português de Oncologia de Coimbra Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES

Leia mais

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 8 Entidade: * Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES Preenchimento

Leia mais

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 8 Entidade: * Centro Hospitalar de Setúbal, EPE Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES Preenchimento

Leia mais

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 9 Entidade: * Centro Hospitalar da Póvoa do Varzim/Vila do Conde, EPE Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE

Leia mais

AÇÕES DE MELHORIA Análise - 2014. APPACDM Viana do Castelo

AÇÕES DE MELHORIA Análise - 2014. APPACDM Viana do Castelo AÇÕES DE MELHORIA Análise - 2014 APPACDM Viana do Castelo Índice Análise das Ações de Melhoria - Geral 3 Análise das Ações de Melhoria Estrutura 3 Análise Tipo de Ações 4 Conclusões Finais 10 2011 2012

Leia mais

FUNCIONALIDADE MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO Plataforma eletrónica da certificação

FUNCIONALIDADE MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO Plataforma eletrónica da certificação FUNCIONALIDADE MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO Plataforma eletrónica da certificação DSQA / Agosto 2015 Este documento tem como objetivo apoiar as entidades formadoras registadas na plataforma eletrónica da

Leia mais

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte:

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte: NÚMERO: 013/2015 DATA: 01/07/2015 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Notícia de Nascimento Digital (NN) Notícia de Nascimento, Saúde Infantil, Saúde Materna, Boletim Saúde Infantil e Juvenil, Nascer

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 MANUAL DA QUALIDADE FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1 Promulgação... 4 1.2 Âmbito e campo de aplicação do SGQ...

Leia mais

DEZEMBRO DE 2008 MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DO PNCI

DEZEMBRO DE 2008 MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DO PNCI DEZEMBRO DE 2008 MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DO PNCI 2 AUTORES Ana Leça, Directora de Serviços da Qualidade Clínica Ana Cristina Costa, Chefe de Divisão da Segurança Clínica Maria Goreti Silva, Divisão

Leia mais

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância Regras&Sugestões- Formação e Consultoria, Lda. Guia de Apoio ao Formando Data de elaboração: abril de 2014 CONTACTOS Regras & Sugestões Formação e Consultoria, Lda. Av. General Vitorino laranjeira, Edifício

Leia mais

Cristina Pereira Auditora Interna

Cristina Pereira Auditora Interna Cristina Pereira Auditora Interna Coimbra, 30 de maio de 2012 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ENQUADRAMENTO AUDITORIA AO MATERIAL À CONSIGNAÇÃO NO BLOCO OPERATÓRIO OBJETIVOS PROGRAMA DE AUDITORIA OBSERVAÇÕES E RECOMENDAÇÕES

Leia mais

CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS. Relatório de Monitorização - 2014

CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS. Relatório de Monitorização - 2014 CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS Relatório de Monitorização - 2014 Departamento da Qualidade na Saúde Maio de 2015 Índice I. Enquadramento... 2 II. Monitorização do projeto Cirurgia Segura, Salva Vidas em 2014...

Leia mais

Plano de Gestão do Risco (2013-2015)

Plano de Gestão do Risco (2013-2015) Plano de Gestão do Risco (2013-2015) Camões, I.P. Janeiro de 2013 Lisboa, janeiro de 2013 Camões, Instituto da Cooperação e da Língua Av. da Liberdade, 270 1250-149 Lisboa 1 Índice Índice... 2 Acrónimos...

Leia mais

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas Patrocinador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde Índice 1. O que é a estratégia

Leia mais

Encontro Anual Agenda 21 Local. Guia Agenda 21 Local. Um desafio de todos

Encontro Anual Agenda 21 Local. Guia Agenda 21 Local. Um desafio de todos Encontro Anual Agenda 21 Local Guia Agenda 21 Local Um desafio de todos Isabel Lico Montemor-o-Novo 20 novembro 2015 Objetivos do Guia Agenda 21 Um desafio de todos Referencial Normativo Conceção e implementação

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS Preâmbulo Considerando a missão do INR, I.P., enquanto organismo público, de assegurar o planeamento, execução e

Leia mais

CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS SISTEMA DE APOIO ÀS AÇÕES COLETIVAS TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO Índice 1. Objetivo temático, prioridade de investimento e objetivo

Leia mais

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas Programa Nacional para a Diabetes Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional de Controlo da Diabetes existe, em Portugal, desde a década de setenta, tendo sido atualizado e revisto

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

Leia mais

Concurso de 2014 ANEXO XIV

Concurso de 2014 ANEXO XIV Concurso de 2014 ANEXO XIV PROGRAMA DE APOIO AO CINEMA SUBPROGRAMA DE APOIO À EXIBIÇÃO 1. Âmbito O ICA apoia a exibição de obras nacionais, europeias, ou de outros países cuja distribuição em Portugal

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE Manual da Qualidade Página: 2 ÍNDICE CAP 1 Manual de Gestão da Qualidade 1.1 Objetivo do manual 1.2 Âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade 1.2.1 Exclusões 1.3 Terminologia e abreviaturas usadas no manual

Leia mais

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1 Após uma experiência formativa de mais de 20 anos em formação presencial, e tendo sempre como princípios a inovação e a satisfação do cliente, é com grande satisfação que a Get Training implementa este

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO E TREINO PARA A PREVENÇÃO E ACTUAÇÃO NO VIRUS ÉBOLA

PLANO DE FORMAÇÃO E TREINO PARA A PREVENÇÃO E ACTUAÇÃO NO VIRUS ÉBOLA PLANO DE FORMAÇÃO E TREINO PARA A PREVENÇÃO E ACTUAÇÃO NO VIRUS ÉBOLA ATUALIZAÇÃO 05.01.2015 ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO... 3 2. OBJECTIVO DO PLANO... 3 3. RESPONSABILIDADE SOBRE O PLANO... 3 4. ESTRATÉGIA

Leia mais

S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015

S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015 S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015 O Decreto Legislativo Regional n.º 16/2008/A, de 12 de junho, que procedeu à criação da Rede de cuidados continuados

Leia mais

Sistema Local de Notificação de Incidentes e os Desafios da Integração com o SNNIEA

Sistema Local de Notificação de Incidentes e os Desafios da Integração com o SNNIEA Sistema Local de Notificação de Incidentes e os Desafios da Integração com o SNNIEA Fernando Barroso, CHS, EPE, - CQSD, GIARC / Departamento da Qualidade na Saúde Enfermeiro Chefe / Consultor DGS Os Sistemas

Leia mais

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios PROGRAMA OPERACIONAL DE VALORIZAÇÃO DO POTENCIAL HUMANO E COESÃO SOCIAL DA RAM EIXO I EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMAÇÃO AVANÇADA DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

CARTA DE COMPROMISSO

CARTA DE COMPROMISSO CARTA DE COMPROMISSO Introdução O Centro para a Qualificação e Ensino Profissional (CQEP) do Agrupamento de Escolas nº1 de Gondomar encontra-se sedeado na Escola-sede do Agrupamento, a Escola Secundária

Leia mais

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Maio de 2012 Departamento de Formação em Emergência Médica Rua Almirante Barroso, n.º 36, 4º Piso 1000-013 Lisboa

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES DA ESTBARREIRO/IPS. Índice

PLANO DE ATIVIDADES DA ESTBARREIRO/IPS. Índice PLANO DE ATIVIDADES 2015 Índice 1. Introdução... 2 1.1. Âmbito e organização... 2 1.2. Enquadramento institucional... 2 2. Objetivos estratégicos e operacionais... 5 3. Metas a alcançar e atividades a

Leia mais

CENTRO HOSPITALAR BARREIRO MONTIJO COMEMORA O SEU 4º ANIVERSÁRIO PÁG. 3

CENTRO HOSPITALAR BARREIRO MONTIJO COMEMORA O SEU 4º ANIVERSÁRIO PÁG. 3 Boletim Informativo do Hospital de Nossa Senhora do Rosário - Barreiro notíciasnovembro13 n.º 52 CENTRO HOSPITALAR BARREIRO MONTIJO COMEMORA O SEU 4º ANIVERSÁRIO PÁG. 3 1º ANIVERSÁRIO DA UNIDADE DE CIRURGIA

Leia mais

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL.

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Período 2015/2016 O Diretor da Santa Casa de Misericórdia de Sobral,

Leia mais

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade A norma NP EN ISO 9001:2008 O que é a norma? É um conjunto de requisitos que uma organização tem de respeitar para implementar e manter eficazmente um Sistema de Gestão da Qualidade.

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL)

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) Considerando que a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), nos termos do n.º 1 do artigo 4.º dos Estatutos

Leia mais

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental.

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental. Regulamento PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1º Âmbito 1. O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe a dinamização de um concurso de ideias, denominado Concurso 50/50, destinado

Leia mais

Diagnóstico de Situação em Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 7 Entidade: * Hospital de Santa Maria Maior (Barcelos) Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES Preenchimento

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

CHKS Portugal Fórum 2015 SINAS. Novos Desenvolvimentos e Perspetivas de Futuro

CHKS Portugal Fórum 2015 SINAS. Novos Desenvolvimentos e Perspetivas de Futuro CHKS Portugal Fórum 2015 SINAS Novos Desenvolvimentos e Perspetivas de Futuro Braga, 3 de Novembro de 2015 Programas de melhoria da qualidade e segurança Experiência internacional Reino Unido: Monitor

Leia mais

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt)

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt) NÚMERO: 006/2015 DATA: 08/04/2015 ASSUNTO: Gestão Integrada da Obesidade Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade PALAVRAS-CHAVE: Tratamento Cirúrgico de Obesidade, Obesidade PARA:

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA DOS ENCONTROS DE SABEDORIA DA AMUT Conteúdo Artigo 1º... 3 OBJECTIVO... 3 Artigo 2º... 3 CONCEITO DE ENCONTRO DE SABEDORIA... 3 Artigo 3º... 3 ÂMBITO

Leia mais

PROGRAMA REABILITAR PARA ARRENDAR

PROGRAMA REABILITAR PARA ARRENDAR 2ª Fase Dezembro/2013 PROGRAMA REABILITAR PARA ARRENDAR Agradecemos que tenha presente o texto da mensagem de correio eletrónico a partir da qual acedeu a este questionário. Relembramos que o presente

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

Projeto de Melhoria Contínua da Qualidade dos Cuidados de Enfermagem. Prevenção, Tratamento e Monitorização de Úlceras de Pressão

Projeto de Melhoria Contínua da Qualidade dos Cuidados de Enfermagem. Prevenção, Tratamento e Monitorização de Úlceras de Pressão HOSPITAL ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO CANTANHEDE Projeto de Melhoria Contínua da Qualidade dos Cuidados de Enfermagem Prevenção, Tratamento e Monitorização de Úlceras de Pressão Cantanhede, abril de 2011

Leia mais

MANUAL DE CONTROLO INTERNO

MANUAL DE CONTROLO INTERNO MANUAL DE CONTROLO INTERNO ARSN, IP Página 1 de 11 Ed. Rev. Data Autor 00 00 s/ data Implementação do Modelo de Controlo Interno nas ACSS ARS. 01 00 jan./2013 Adequação dos procedimentos à ARSN,IP. UACI

Leia mais

ARS Algarve,IP lança nova página institucional

ARS Algarve,IP lança nova página institucional ARS Algarve,IP lança nova página institucional A Administração Regional de Saúde do Algarve disponibiliza desde o início de maio uma nova página institucional, criada com recursos da instituição, com o

Leia mais

Curso de e-learning Outubro de 2014

Curso de e-learning Outubro de 2014 Associação Portuguesa dos Técnicos de Natação Complexo de Piscinas Municipais de Rio Maior Estradas das Marinhas 2040 Rio Maior Curso de e-learning Outubro de 2014 Conservação, qualidade da água e contributos

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE Deliberações CMC POR: 17/04/2009, 14/08/2009, 20/04/2010, 4/04/2011, 30/01/2012 e 20/03/2012 EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL ENTRADA EM VIGOR EM 21/03/2012

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013

Regulamento Interno de Funcionamento Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013 1 Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013 2 Anexo F Normas de Funcionamento do Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental

Leia mais

Manual do Usuário - Cliente Externo

Manual do Usuário - Cliente Externo Versão 3.0 SGCL - Sistema de Gestão de Conteúdo Local SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1. Referências... 4 2. COMO ESTÁ ORGANIZADO O MANUAL... 4 3. FUNCIONALIDADES GERAIS DO SISTEMA... 5 3.1. Acessar a Central

Leia mais

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA ECONOMIA DIREÇÃO REGIONAL DE APOIO AO INVESTIMENTO E À COMPETITIVIDADE SIDER Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA

CIRCULAR INFORMATIVA CIRCULAR INFORMATIVA Nº. 47 Data: 2013/12/04 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: - Regulamento de Formação Contínua. Para os devidos efeitos, informa-se a comunidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Certificado de Incapacidade Temporária para o Trabalho.

MINISTÉRIO DA SAÚDE MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Certificado de Incapacidade Temporária para o Trabalho. Certificado de Incapacidade Temporária para o Trabalho Novo CIT GUIA DO UTILIZADOR 2014 Ficha Técnica Autor: - Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade Publicação Nº 4-13 Janeiro 2010 ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade PONTOS DE INTERESSE: Estrutura Metodologia de Implementação São notórias as crescentes exigências do mercado no que toca a questões de

Leia mais

Serviço para implementação de atualização de firmware HP

Serviço para implementação de atualização de firmware HP Dados técnicos Serviço para implementação de atualização de firmware HP Serviços HP Vantagens do serviço Fornece atualizações de firmware com o intuito de minimizar quaisquer interrupções ao seu ambiente

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

CANDIDATURAS PÓS-GRADUAÇÃO (2º CICLO, 3º CICLO, CFA) Mestrados, Doutoramentos, Especializações

CANDIDATURAS PÓS-GRADUAÇÃO (2º CICLO, 3º CICLO, CFA) Mestrados, Doutoramentos, Especializações CANDIDATURAS PÓS-GRADUAÇÃO (2º CICLO, 3º CICLO, CFA) Mestrados, Doutoramentos, Especializações A formalização de candidatura a curso de pós-graduação (2º ciclo, 3º ciclo, cfa) pressupõe o acesso à respetiva

Leia mais

manual de gestão da qualidade Código: MGQ.01 π Revisão: 0

manual de gestão da qualidade Código: MGQ.01 π Revisão: 0 manual de gestão da qualidade Código: MGQ.01 π Revisão: 0 ÍNDICE 4 CAPÍTULO 1 estrutura 4 1. Objetivo e campo de aplicação 5 2. Organização 5 3. Preparação e aprovação 5 4. Revisão, atualização e edição

Leia mais

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM Óbidos, Novembro 2008 Maria da Saudade de Oliveira Custódio Lopes SUMÁRIO DE APRESENTAÇÃO A Política de Qualidade para as Instituições de Saúde:

Leia mais

Bona: Chamada para a Ação

Bona: Chamada para a Ação Bona: Chamada para a Ação Texto da posição conjunta da AIEA e da OMS A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) realizou em dezembro de 2012, em Bona (Alemanha), a "Conferência Internacional de

Leia mais

Guião de Ajuda. Inscrição. Instituto Português da Juventude Departamento de Associativismo

Guião de Ajuda. Inscrição. Instituto Português da Juventude Departamento de Associativismo Guião de Ajuda Inscrição Instituto Português da Juventude Departamento de Associativismo ÍNDICE Títulos Pág. Apresentação do Roteiro do Associativismo 3 Aceder ao Roteiro do Associativismo 4 Inscrever/Atualizar

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico

Leia mais

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.

Leia mais

Perguntas e Respostas

Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Versão de 04/05/2016 Este documento foi construído com a compilação dos principais e mais recorrentes questionamentos das Unimeds referente ao Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS O R D E M D O S E N F E R M E I R O S Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS A questão colocada: A quem competem as funções de gestão, coordenação

Leia mais

Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos

Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos Processo de Atualização por referência a 31 Dezembro de 2014 MANUAL DE INSTRUÇÕES: Modelo de atualização via Internet O processo de atualização da Carta Social

Leia mais

Gestão de Complexos Desportivos

Gestão de Complexos Desportivos Gestão de Instalações Desportivas Gestão de Complexos Desportivos Módulo 5 Curso profissional de técnico(a) de L/O/G/O apoio à gestão desportiva ÍNDICE 1. Complexos desportivos 1.1. Definição 1.2. Tipologias

Leia mais

NOTAS CURRICULARES. João Manuel Alves da Silveira Ribeiro Nascido a 19 de novembro de 1951, na freguesia de Cedofeita, concelho do Porto.

NOTAS CURRICULARES. João Manuel Alves da Silveira Ribeiro Nascido a 19 de novembro de 1951, na freguesia de Cedofeita, concelho do Porto. NOTAS CURRICULARES João Manuel Alves da Silveira Ribeiro Nascido a 19 de novembro de 1951, na freguesia de Cedofeita, concelho do Porto. Formação académica: 2007 - Programa de Alta Direção de Instituições

Leia mais

Gestão de Recursos Humanos - II,I.P. Atualizado em: 01-12-2015

Gestão de Recursos Humanos - II,I.P. Atualizado em: 01-12-2015 SEGURANÇA SOCIAL Gestão de Recursos Humanos - II,I.P. Atualizado em: 01-12-2015 Política de Recursos Humanos A política de recursos humanos do Instituto de Informática, I.P. (II,I.P.) tem por objetivo

Leia mais

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 CONVENÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE NA ÁREA DA PROCRIAÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA Cláusula

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL Doenças Respiratórias

PROGRAMA NACIONAL Doenças Respiratórias PROGRAMA NACIONAL Doenças Respiratórias para as REGRAS DE PRESCRIÇÃO DE CUIDADOS RESPIRATÓRIOS DOMICILIÁRIOS Programa Nacional para as Doenças Respiratórias (PNDR) Autoria Elsa Soares Jara Cristina Bárbara

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS - RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO ANO 2015-

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS - RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO ANO 2015- PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS ÍNDICE Página 1 I. INTRODUÇÃO... 2 II. ORGANOGRAMA DA LIPOR... 4 III. ENUMERAÇÃO DOS RISCOS IDENTIFICADOS NO PLANO... 5 IV. DESCRIÇÃO DO GRAU

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO ENVIO DA FATURA ELETRÓNICA 30/12/2015

PROCEDIMENTO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO ENVIO DA FATURA ELETRÓNICA 30/12/2015 PROCEDIMENTO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO ENVIO DA FATURA ELETRÓNICA 30/12/2015 A Portaria n.º 24/2014, de 31 de janeiro, que veio alterar e republicara Portaria n.º 193/2011, de 13 de maio, introduziu a necessidade

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS. 1. Objeto

REGULAMENTO DE BOLSAS. 1. Objeto REGULAMENTO DE BOLSAS 1. Objeto 1.1 O presente Regulamento estabelece os termos e condições aplicáveis à atribuição pela Gilead Sciences, Lda. ( Gilead ) de apoios financeiros ( Bolsas ) com o objetivo

Leia mais

SECRETRIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS I SÉRIE - N.º 48-27-11-2003 1397. Assim, determina-se:

SECRETRIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS I SÉRIE - N.º 48-27-11-2003 1397. Assim, determina-se: I SÉRIE - N.º 48-27-11-2003 1397 Assim, determina-se: 1. A taxa a que se refere o n.º 2 da cláusula 5.ª dos anexos I, II e III do Despacho Normativo n.º 89/98, de 26 de Março bem como do Anexo I do Despacho

Leia mais

Campanha de PBCI no Centro Hospitalar do Porto

Campanha de PBCI no Centro Hospitalar do Porto Campanha de PBCI no Centro Hospitalar do Porto Jornadas PPCIRA 18.11.2015 Cerca de 800 camas Hospital de Santo António Centro Materno Infantil do Norte Hospital Joaquim Urbano Centro de Cirurgia de Ambulatório

Leia mais

Regulamento Interno IP

Regulamento Interno IP Regulamento Interno IP EQUIPA LOCAL DE INTERVENÇÃO DE ESTREMOZ DO SISTEMA NACIONAL DE INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (SNIPI) REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza 1 - A

Leia mais

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 Auditorias Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 ISO 19011 âmbito Linhas de orientação para auditoria a sistemas de gestão Princípios de auditoria Gestão de programas de auditoria Condução de

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1. A) ENTIDADE PROMOTORA 1. Identificação Ano a que respeita a candidatura

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1. A) ENTIDADE PROMOTORA 1. Identificação Ano a que respeita a candidatura FORMULÁRIO DE CANDIDATURA 1 NORMAS DE APOIO ÀS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DE SAÚDE DO CONCELHO DE FARO Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Faro Solicito que seja

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Centro Social Nossa Senhora do Amparo Mirandela - Mod. PGM.18/0- Página 1 de 20

MANUAL DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Centro Social Nossa Senhora do Amparo Mirandela - Mod. PGM.18/0- Página 1 de 20 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DA QUALIDADE ELABORADO POR: DULCE RAMOS APROVADO POR: DIREÇÃO Data: 16/04/2014 Data: 22/04/2014 Centro Social Nossa Senhora do Amparo Mirandela - Mod. PGM.18/0- Página

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.b Desenvolvimento

Leia mais

Regulamento de Formação AIP

Regulamento de Formação AIP Regulamento de Formação AIP Introdução Considerando que: Primeiro: A AIP Associação Industrial Portuguesa - Câmara de Comércio e Indústria é uma organização de utilidade pública sem fins lucrativos que

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL FATORES DE COMPETITIVIDADE E PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

PROGRAMA OPERACIONAL FATORES DE COMPETITIVIDADE E PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PROGRAMA OPERACIONAL FATORES DE COMPETITIVIDADE E PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE Deliberações CMC POFC: 16/10/2007, 14/08/2009, 10/09/2010, 7/12/2010, 4/04/2011, 11/04/2012 e 10/08/2012

Leia mais

Capítulo I Disposições Gerais. Artigo 1.º Âmbito e finalidades

Capítulo I Disposições Gerais. Artigo 1.º Âmbito e finalidades REGULAMENTO: PARTIS - PRÁTICAS ARTÍSTICAS PARA INCLUSÃO SOCIAL Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Âmbito e finalidades 1. A Fundação Calouste Gulbenkian tem vindo a apoiar ao longo dos anos diversas

Leia mais

Declaração de Práticas. Plataforma Compras Públicas: ComprasPT

Declaração de Práticas. Plataforma Compras Públicas: ComprasPT Declaração de Práticas Plataforma Compras Públicas: ComprasPT 1. Revisões do Documento Código Data Responsável Comentário QS-C-0177-V0-IMP 28-04-2015 Mário Lourenço Criação do documento 2. Introdução Este

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

EDITAL. 2. Podem ser opositores ao concurso deste curso de mestrado:

EDITAL. 2. Podem ser opositores ao concurso deste curso de mestrado: EDITAL 1. Faz-se público que está aberto concurso para admissão ao Curso de Mestrado em Tecnologias de Informação e Comunicação em Educação, a iniciar no 1º semestre do ano letivo de 2015/2016 na Escola

Leia mais

Concurso de Fotografia A inclusão na diversidade

Concurso de Fotografia A inclusão na diversidade Concurso de Fotografia A inclusão na diversidade REGULAMENTO I. O concurso: 1. O concurso de fotografia A inclusão na diversidade é uma iniciativa da Plural&Singular, em parceria com o Centro Português

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMA OPERACIONAL VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Deliberações CMC POVT: 15/10/2007, 19/02/2008, 6/02/2012, 8/08/2012 e 2/10/2013 RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL ENTRADA EM VIGOR EM 3/10/2013 NA REDAÇÃO

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE FORMADORES

CONTRATAÇÃO DE FORMADORES MANUAL DO UTILIZADOR CONTRATAÇÃO DE FORMADORES Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. 28 de dezembro de 2015 Índice 1 ENQUADRAMENTO... 5 1.1 Aspetos gerais... 5 1.2 Normas importantes de acesso

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ÁREAS DE ACOLHIMENTO EMPRESARIAL E LOGÍSTICA DISPOSIÇÕES GERAIS

SISTEMA DE APOIO A ÁREAS DE ACOLHIMENTO EMPRESARIAL E LOGÍSTICA DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO DO NORTE, CENTRO, ALENTEJO E ALGARVE Deliberações CMC POR: 28/03/2008, 14/08/2009, 20/04/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 SISTEMA DE APOIO A ÁREAS

Leia mais

Detalhe de Oferta de Emprego

Detalhe de Oferta de Emprego Detalhe de Oferta de Emprego Caracterização da Oferta Requisitos de Admissão Código da Oferta: OE201510/0371 Tipo Oferta: Concurso Externo Estado: Activa Nível Orgânico: Ministério da Saúde Orgão / Serviço:

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no

Leia mais

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR)

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Em consulta pública O Projecto de Plano Nacional de Gestão de Resíduos (PNGR 2011-2020), bem como o Relatório Ambiental e o Resumo Não Técnico da Avaliação

Leia mais

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Preâmbulo Este regulamento tem o objetivo de harmonizar e regulamentar o procedimento e os critérios de realização

Leia mais

PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE. Deliberações CMC POR: 6/12/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 ÂMBITO

PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE. Deliberações CMC POR: 6/12/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 ÂMBITO PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE Deliberações CMC POR: 6/12/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 PATRIMÓNIO CULTURAL ENTRADA EM VIGOR EM 9/08/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO

Leia mais