ANÁLISE DA EFICÁCIA DO PROGRAMA HIPERDIA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE: DA TEORIA A PRÁTICA

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1 ANÁLISE DA EFICÁCIA DO PROGRAMA HIPERDIA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE: DA TEORIA A PRÁTICA Costa 1, A. A. S., Soares 2, C. S., Pires 3, P. R. S., Moreira 4, A. G. E. ; Filipini 5, S. M. 1,2,3,4,5 Univap/Enfermagem, 1 Rua dos Farmacêuticos, 486, Pq. N.Horizonte, SJC, 2 Rua F, nº.213, Jd. Santa Hermínia, SJC, 3 Rua Carlos Galhardo, 84, Jd Sta. Inês II, SJC, 4 Rv.José Emidio Sobrinho,223 V.Verde, SJC, 5 Rua Nicarágua, 214, Vista Verde, Resumo: O Ministério da Saúde (MS) em 2001 implantou o Plano de Reorganização da Atenção aos portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM), no qual são captados e monitorados através do Programa Nacional conhecido como HIPERDIA. Nosso objetivo foi analisar a eficácia do Programa junto aos usuários e levantar as dificuldades de adesão ao tratamento proposto, através de um estudo descritivo de caráter exploratório, com abordagem quantitativa. Foram convidados 57 pacientes cadastrados no programa em uma Unidade de Básica de Saúde em São José dos Campos - SP. Nossos resultados evidenciam que os pacientes apresentam glicemia capilar acima do normal, embora tenham níveis pressóricos normais. Negam complicações de saúde e atribuem à dieta, maior dificuldade de adesão ao tratamento e de modo geral não participam de grupos educativos oferecidos na Unidade. Concluímos que o programa apresenta algumas dissonâncias entre a teoria e sua prática existindo uma discordância entre os dados; apresenta também dificuldades relacionadas ao vínculo do paciente na unidade dificultando um maior controle da saúde do paciente relacionada ao proposto pelo programa. Palavras-chave: Sistema de informação, Hiperdia, Diabetes e Hipertensão. Área do Conhecimento: Enfermagem. Introdução A Constituição Federal de 1988 determinou ser dever do Estado, garantir saúde a toda a população. Para tanto, deu um importante passo na garantia do direito à saúde, criando o Sistema Único de Saúde (SUS). (BRASIL, 2006). As diferentes situações de vida de vários grupos populacionais geram problemas de saúde específicos, ou seja, necessidades diferenciadas exigem que as ações dos gestores e dos serviços de saúde, sejam orientadas e direcionadas para atender a essas especificidades (BRASIL, 2001). A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) configurase como um dos agravos crônicos mais comuns e com repercussões mais graves. Hipertensão Arterial defini-se por uma doença crônica, não transmissível, de natureza multifatorial, assintomática (na grande maioria dos casos), compromete o equilíbrio dos mecanismos vasodilatadores e vasoconstritores, aumenta a tensão sanguínea nos vasos, causando a diminuição da irrigação tecidual, acarretando danos aos órgãos (BRASIL, 2002). Segundo Gross et al., (2002), Diabetes Mellitus é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por níveis elevados de glicose no sangue decorrente dos defeitos na secreção e/ou na ação da insulina. O Ministério da Saúde (MS) em 2001 implantou o Plano de Reorganização da Atenção aos portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM), com ênfase na rede de Atenção Primária à Saúde (APS) no país. Os pacientes captados no Plano Nacional de Atenção à Hipertensão e ao Diabetes Mellitus, são monitorados pelo Sis-HIPERDIA, mais conhecido como HIPERDIA, sistema informatizado responsável pela geração de informações para aquisição, dispensação e distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os pacientes cadastrados. Nosso estudo teve como objetivo analisar a eficácia do Programa Hiperdia e levantar dados quanto às dificuldades de adesão ao tratamento proposto, junto aos pacientes. Metodologia 1

2 Trata-se de um estudo descritivo de caráter exploratório, com abordagem quantitativa. Foram convidados 57 pacientes cadastrados no programa Hiperdia, em uma Unidade Básica de Saúde da região urbana, de São José dos Campos - SP, no período de março a abril de O número de entrevistados foi definido por uma lista emitida na Unidade avaliada. Tivemos uma grande dificuldade em levantar o número correto de adesão ao programa, pois os responsáveis pelo mesmo, não tinham conhecimento real do total de pacientes cadastrados. Diante deste fato, foram levantados dados através do sistema interno da Unidade, de onde conseguimos ter acesso aos prontuários médicos, e assim obter um número concreto de cadastrados da mesma. Utilizamos como instrumento de coleta, questões fechadas. Aprovado pelo Comitê de Ética da UNIVAP sob nº H242/CEP/2008. Exercício físico Tabagismo Etilismo 53% 11% 5% 47% 89% 95% Tabela 2: Variáveis encontradas N=57 SJC Variáveis % Glicemia Capilar em jejum Antecedentes Familiares Normal 36% HAS 39% Acima 64% DM 33% Resultados Participaram deste estudo 57 pacientes com diagnóstico de diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e / ou hipertensão, todos cadastrados no programa Hiperdia, atendidos em uma Unidade de Saúde. Caracterizando os voluntários, obtivemos 56% do sexo feminino e 44% masculino, em sua maioria 71% casados e os demais viúvos; a faixa etária encontrada de 56% compreende pouco mais que metade dos entrevistados entre 56 a 75 anos, e 33 % de 35 a 55 anos e em minoria 11% de voluntários com idade acima de 76 anos. A maioria da raça branca 80%, negros e pardos aparecem com 20%. Controle de Glicemia e PA Diminuição acuidade visual Resultados de P.A. Participação do Grupo Hiperdia 56% Parcial 51% Normal 67% 5% a 44% Nenhum 37% Limítrofe 19% 95% Terapia Medicamentosa 6% Tabela 1: Variáveis Estudadas N=57 SJC 46% Variáveis Circunferência Abdominal IMC % Normal H= 8% M=16% Sobrepe so 30% Acima H= 92% M= 84% Obeso = 41% 48% Anti-hipertensivos Hipoglicemiantes Insulinaterapia Figura 1: Terapia medicamentosa N= 57 SJC Adesão á Dieta 65% 35% 2

3 67% Complicações de Saúde Encontradas 4% AVC Renal IAM Nenhuma 18% 11% Figura 2: Complicações de Saúde Encontradas 25% Dieta Dificuldade para Adesão ao Tratamento 11% 7% Exercícios Físicos Nenhum 4% 53% Tratamento Medicamentoso Controle de Dextro e PA Figura 3: Dificuldades para Adesão ao Tratamento Discussão Em nossa pesquisa, observamos que a maioria de nossos voluntários, são do sexo feminino. Boing; Boing, (2007), encontraram em seu estudo sobre o sistema de cadastramento e informação em saúde, a predominância do sexo feminino cadastradas no programa Hiperdia. Batista et al., (2005), confirmaram a predominância de mulheres em seu estudo que avaliou resultados da atenção multiprofissional sobre o controle glicêmico. Salaroli et al., (2007), encontraram 45,6% de homens e 54,4% de mulheres, em seu trabalho sobre a prevalência de síndrome metabólica. Em relação ao estado civil nossos pesquisados são em sua maioria casados. Costa et al., (2008), em seu estudo sobre prevalência de consultas médicas e fatores associados, encontraram a maioria casadas ou em união estável, também Santos; Silva; Becker, (2003), encontraram em seu trabalho sobre a avaliação do IMC em mulheres hipertensas a maioria casadas. Em contrapartida, Freitas et al., (2001), relatam alta prevalência de hipertensão arterial sistêmica no grupo dos não casados, em estudo realizado no município de Catanduva-SP. No item faixa etária observamos a maioria dos pesquisados pertencente a faixa etária de 57 à 75 anos (56%) seguidos de 35 a 55 anos (33%) encontrando respaldo no estudo de Perez; Magna; Viana, (2003), que encontraram a faixa etária entre 37 a 81 anos em seu estudo sobre o portador de Hipertensão arterial; Santos; Silva; Becker, (2003), verificaram também em seu trabalho sobre a avaliação do IMC em mulheres Hipertensas o predomínio entre as idades de 40 a 60 anos. Observamos também que a maioria de nossos pesquisados são da raça branca, encontrando respaldo no estudo de Costa et al., (2008), sobre a prevalência de consultas médicas e fatores associados em Pelotas, Andrade et al., (2002), em seu estudo sobre o aspecto epidemiológico da aderência ao tratamento da Hipertensão Arterial Sistêmica, encontraram em ambos os sexos a predominância de raça branca. Na tabela 1, em relação a circunferência abdominal dos nossos pesquisados 92% dos homens e 84% das mulheres, estão acima do padrão de normalidade. Salaroli et al., (2007), encontraram em seu trabalho, aumento da obesidade abdominal para ambos os sexos. Rezende et al., (2006), em seu estudo sobre índice de massa corporal e circunferência abdominal, observaram a obesidade abdominal em ambos os sexos, considerando circunferência abdominal acima de 88 cm para mulheres e 102 cm para homens. Na variável índice de massa corpórea (IMC), encontramos em nossa pesquisa a maioria apresentavam obesidade (41%). Boing; Boing, (2007), em seu estudo, encontraram o predomínio dos participantes com sobrepeso. Encontramos ainda que 65% dos entrevistados aderiram a dieta alimentar. Respaldando nossa pesquisa, Kuhn; Araújo, (2008), verificaram em seu estudo sobre a caracterização de pacientes diabéticas atendidas no programa Hiperdia que a maioria dos pacientes relataram seguir dieta adequada. Assunção; Santos; Gigante, (2001), encontraram em seu estudo sobre atenção primária dos diabéticos no Sul do Brasil, que a maioria referiam ter feito dieta nos últimos 15 dias. Conforme nossa pesquisa 53% dos entrevistados relatam praticar exercícios físicos. Em contrapartida, Martins et al., (2008), destacaram o sedentarismo nas mulheres como fator de risco para hipertensão arterial, em seu trabalho que estudou a hipertensão em segmentos sociais pauperizados da região do Vale do Paraíba em São Paulo. Boing; Boing, (2007), encontraram também em seu estudo a maioria de voluntários sedentários. Em relação ao tabagismo encontramos 89% de não fumantes. Respaldando nossa pesquisa, Boing; Boing, (2007), encontraram em seu estudo a maioria de não 3

4 tabagistas. Em contrapartida, Costa et al., (2008), relataram em seu estudo, que mais da metade dos homens referiu ser fumante atual ou exfumante. Freitas et al., (2001), relatam também em seu estudo a maioria de tabagistas. Em nossos resultados encontramos os 5% dos entrevistados que referem ser etilista. Em contra partida, Costa et al., (2008), relataram em seu estudo que um terço de seus voluntários fazia uso abusivo de bebidas alcoólicas. Jardim et al., (2007), em seu trabalho sobre hipertensão arterial e alguns fatores de risco em uma capital brasileira, encontraram o hábito da ingestão regular de bebidas alcoólicas mais freqüente entre homens. Conforme tabela 2, o teste de glicemia capilar em jejum, conferimos que, 64% dos entrevistados apresentavam hiperglicemia. Kuhn; Araújo, (2008), em seu estudo confirmam nossos dados, pois também encontraram que a maioria das pacientes apresentavam glicemia elevada (acima de 126 mg/dl). Cazarini et al., (2002), em seu estudo realizado sobre a adesão ao um grupo educativo de pessoas portadoras de diabetes mellitus, constataram que a maior parte dos pacientes apresentaram glicemia superior a 110 mg/dl em jejum. Em relação a variável antecedentes familiares em nossa pesquisa, 39% relataram histórico de hipertensão na família. Respaldando nossa pesquisa, Freitas et al., (2001),em seu estudo verificaram que apenas uma pequena parte apresentavam antecedentes familiares. Em contrapartida, Santos; Silva; Becker, (2003), em seu trabalho referem que a maioria apresentava antecedentes de hipertensão arterial. Em relação aos antecedentes de diabetes encontramos em nosso estudo o relato de 33% de nossos voluntários que possuem antecedentes familiares Assunção; Santos; Gigante, (2001), em seu estudo verificaram a presença de familiares diabéticos na sua maioria dos entrevistados. Verificamos que 56% relatam fazer controle de glicemia capilar e/ou pressão arterial. Em contrapartida, Freitas et al., (2001), em seu estudo encontraram que a minoria dos pacientes refere fazer controle de pressão arterial. Assunção; Santos; Gigante, (2001), verificaram em seu estudo que a metade dos pacientes apresentou controle glicêmico aceitável. Constatamos em nossa pesquisa que 56% dos entrevistados relatavam perda parcial da visão e 12% relatavam cegueira. Encontramos um achado semelhante no estudo de Kuhn; Araújo, (2008), onde maioria alegou ter diminuição da acuidade visual e uma pequena parte relatou cegueira. Encontramos em nossa pesquisa que 67% dos pacientes entrevistados apresentavam pressão arterial normal. Em contrapartida, Paiva; Bersura; Escuder, (2006), avaliaram a assistência ao paciente com diabetes e/ ou hipertensão pelo programa saúde da família em Francisco Morato, e observaram que uma parte dos pacientes com hipertensão foram classificados como hipertensos moderados e graves. onetti; Batista; Carvalho, (2002), em seu estudo, observou os hábitos de saúde e fatores de risco em pacientes hipertensos e identificaram que a maioria dos indivíduos estava com pressão arterial sistólica acima de 140 mmhg. Silva et al., (2006), verificaram em seu trabalho o controle de diabetes mellitus e hipertensão arterial com grupos de intervenção ambulatorial e concluíram que, a maioria dos pacientes apresentava pressão arterial limítrofe, moderada e grave. Com relação à participação no grupo Hiperdia (Hipertensos e Diabéticos), constatamos que somente 5% são freqüentadores do grupo proposto. Respaldando nossa pesquisa, Cazarini et al., (2002), em seu estudo sobre a adesão a um grupo educativo com portadores de diabetes mellitus, relataram a baixa adesão ás atividades educativas. Paiva; Bersura; Escuder, (2006), encontraram em seu estudo que a maioria dos usuários do Programa de Saúde da Família, referia nunca ter participado de aulas, grupos ou palestras relacionadas á sua patologia. Em contrapartida, em seu estudo, Silva; Santos, (2004), sobre a prática de grupo educativo de hipertensão arterial em uma unidade básica de saúde, constataram a participação de mais da metade dos hipertensos que tem acima de dois anos de acompanhamento na unidade e grande parte deles participou de quatro ou mais encontro no grupo educativo. Referente à figura 1, sobre terapia medicamentosa, verificamos que 48% usavam hipoglicemiantes orais, 46% anti-hipertensivos e somente 6% insulina. Respaldando nosso estudo, Batista et al., (2005), avaliaram os resultados da atenção multiprofissional sobre o controle glicêmico, encontraram resultado semelhante em uso de insulina. Em contrapartida, Lage; Morais, (2007), em seu estudo sobre a avaliação da glicemia de jejum e pós prandial em pacientes diabéticos tipo II, constataram a maioria em uso de insulina. Semelhante ao nosso estudo, Sanchez; Pierin; Jr, (2004), em seu estudo verificou a comparação dos perfis dos pacientes hipertensos atendidos em pronto socorro e em tratamento ambulatorial, observando-se que os medicamentos mais usados foram diuréticos, seguido por inibidores da enzima de conversora da angiotensina, inibidores adrenérgicos e inibidores dos canais de cálcio. Na figura 2, verificamos que 67% dos entrevistados não apresentavam complicações de saúde. Respaldando nosso estudo, Silva et al., (2006), em seu trabalho, observaram que uma pequena parte dos participantes apresentava complicações, como acidente vascular cerebral, 4

5 coronariopatia, infarto agudo do miocárdio, retinopatia hipertensiva e trombose venosa profunda. Em contrapartida, Zaitune et al., (2006), em sua pesquisa sobre hipertensão arterial em idosos no município de Campinas, encontraram uma pequena parte que referiam não ter nenhuma doença crônica. Boing; Boing, (2007), constataram em seu estudo que, em relação às doenças concomitantes, a prevalência foi a doença coronariana e em seguida a doença renal, acidente vascular encefálico e infarto agudo do miocárdio. Conforme a figura 3, 53% dos entrevistados atribuem à dieta, a maior dificuldade de adesão ao tratamento. Em contrapartida, Paiva; Bersura; Escuder, (2006), referem em seu estudo que a maioria dos entrevistados, alega que os gastos mensais com os medicamentos não disponíveis, são a causa para não adesão ao tratamento. Sanchez; Pierin; Jr, (2004), encontraram também que as causas para não adesão ao uso de medicação são: o custo da medicação, o esquecimento e os efeitos indesejáveis. Garcia et al., (2007), realizaram um estudo sobre os aspectos socioepidêmiológicos e clínicos de portadores de hipertensão arterial, e encontraram falta de compromisso com a terapêutica, escassos recursos financeiros, déficit de conhecimento sobre a doença. Conclusão Diante da nossa pesquisa concluímos que: Nossos voluntários são em sua maioria mulheres, casadas, na faixa etária de 56 a 75 anos, da raça branca. Em relação à circunferência abdominal, todos estão acima do indicado, apresentando obesidade quanto ao índice de massa corporal. A maioria afirma fazer dieta alimentar e praticar atividade física. Negam etilismo e tabagismo. Apresentam glicemia capilar acima do normal, e níveis pressóricos normais. Dizem não ter complicações de saúde, embora relatem diminuição parcial da acuidade visual. A terapia medicamentosa em comum entre os entrevistados são os hipoglicemiantes e antihipertensivos orais. Atribuem à dieta, a maior dificuldade de adesão ao tratamento. Encontramos de forma geral, a baixa adesão à participação de grupos educativos oferecidos na Unidade de Saúde. Em relação aos nossos resultados, chegamos à conclusão que, o programa Hiperdia apresenta algumas dissonâncias entre a teoria e sua prática, existindo uma discordância entre os dados gerados pelo sistema e os dados levantados durante a busca no cadastro do paciente na Unidade. Este fato constata que os dados que são gerados para manutenção do sistema do governo, não condizem com a pratica. Apresentou também dificuldades relacionadas em manter o vínculo do paciente, dificultando o controle adequado da saúde do mesmo, relacionada ao proposto pelo programa. O Governo tem como objetivo primordial, promover a saúde dos pacientes cadastrados e educação continuada, evitando assim futuras complicações. Para que isso aconteça, com base nos dados obtidos são necessárias ações pontuais no sistema de cadastro e nas Unidades Básicas de Saúde no sentido de uma revisão de condutas, promovendo treinamento específico às equipes para uma real efetivação do Plano de Reorganização da Atenção aos portadores de HAS e DM. Acreditamos também que o comprometimento do profissional enfermeiro possa contribuir efetivamente para o sucesso deste programa e da melhoria da qualidade de vida destes pacientes. Referências -ANDRADE, P. J. et al. Aspectos Epidemiológicos da Aderência ao Tratamento da Hipertensão Arterial Sistêmica. Arquivo Brasileiro de Cardiologia, BA, ASSUMÇÃO, M. C. F.; SANTOS, I. S.; GIGANTE, D. P. Atenção primária em diabetes no Sul do Brasil: estrutura, processo e resultado. Revista de Saúde Pública, SP, BATISTA, M. R. S. et al. Avaliação dos resultados da atenção multiprofissional sobre o controle glicêmico, perfil lipídico e estado nutricional de diabéticos atendidos em nível primário. Revista de Nutrição, Campinas, BOING, A.C.; BOING, A.F. Hipertensão Arterial Sistêmica: o que dizem os sistemas brasileiros de cadastramentos e informações em saúde. Revista Brasileira de Hipertensão, SP, BRASIL, DATA SUS, Ministério da Saúde, 2006, Acesso em 26abr BRASIL, Ministério da Saúde Secretaria de Políticas de Saúde Plano de Reorganização da Atenção a Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus, 2001, Acesso em 26abr BRASIL, Ministério da Saúde Secretaria de Políticas de Saúde Plano de Reorganização da Atenção a Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus, Apostila, CAZARINI, R. P. et al. Adesão a um grupo educativo de pessoas portadoras de diabetes mellitus: porcentagem e causas. Revista de Medicina, RP, COSTA, J. S. D. et al. Prevalência de consultas médicas e fatores associados, Pelotas (RS), Revista de Saúde Pública, SP,

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