EDLA SORAYA VANDERLEI SILVA i JUSSARA RODRIGUES TAVARES ii JORGE PAULO GIONZAGA iii. Eixo Temático 19. Pesquisa fora do contexto educacional.

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1 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL ATENDIDOS PELO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE OLHO D ÁGUA DAS FLORES AL. EDLA SORAYA VANDERLEI SILVA i JUSSARA RODRIGUES TAVARES ii JORGE PAULO GIONZAGA iii Eixo Temático 19. Pesquisa fora do contexto educacional. RESUMO O presente estudo objetivou avaliar se os serviços prestados pelos agentes de saúde influenciam na qualidade de vida dos indivíduos portadores de hipertensão arterial. Foram investigados 30 pacientes cadastrados no HiperDia, na qual aplicou-se WHOQOL-bref. Dentre a amostra investigada 73% eram do sexo feminino e 27% do sexo masculino. A média entre idade foi de 38 a 58 anos. 53% do escore, eram casados. Quanto ao tabagismo 67% dos achados eram não fumantes. O sedentarismo prevaleceu em 70% dos entrevistados. 57% dos indivíduos referiram não ter a presença de hipertensão em antecedentes familiares. Em relação a qualidade de vida, entre os domínios, houve prevalência no de meio ambiente, com media de 80,83. Conclui-se que os dados em questão colaboram de forma expressiva para um bom relacionamento e uma boa qualidade de vida entre os pacientes e os profissionais da saúde. Palavras-chave: Hipertensão arterial. Qualidade de vida. Pacientes. ABSTRACT The present study aimed to evaluate whether the services provided by health care providers influence the quality of life of individuals with hypertension. We investigated 30 patients enrolled in the HiperDia, which was applied WHOQOL-bref. Among the investigated sample 73% were female and 27% male. The average age was 38 to 58 years. 53% of the score, were married. As far as smoking 67% of the findings were non-smokers. The sedentary lifestyle prevailed in 70% of respondents. 57% of participants reported not having hypertension in the presence of family history. Regarding the quality of life among the fields, was prevalent in the environment, with an average of It is concluded that the data concerned collaborate

2 2 significantly to a good relationship and a good quality of life between patients and health professionals. Keywords: Hypertension. Quality of life. Patients. 1 INTRODUÇÃO Nos últimos tempos as doenças crônicas vêm se transformando em um grande problema de saúde pública no Brasil. Os altos índices de óbito decorrem do estágio de transição demográfico/epidemiológico na qual vem passando a população brasileira, resultando no envelhecimento populacional. Tais mudanças permitem almejar por mais longevidade, sem preocupação com limitações, incapacidades e dependências próprias do envelhecimento (FARDO; CREUTZBERG; SILVA, 2005, MARTINS et al. 2007, apud MIRANZI et al. 2008). A hipertensão arterial é uma doença multifatorial, constantemente associada ao sedentarismo, tabagismo, alterações metabólicas, hormonais e fenômenos tróficos. Sendo caracterizada pela elevação da pressão arterial, considerada como um dos principais fatores de risco cardiovasculares, cerebrovasculares, e complicações renais (MIRANZI et al. 2008). Contudo, em decorrência aos hábitos pertinentes a estas variáveis torna-se frequente o acometimento por estas doenças no Brasil. Logo, sua estimativa nacional, é de aproximadamente, 18 milhões de hipertensos, sendo que, dos indivíduos que referem ser portadores da doença, apenas 30%, conseguem controla-lá e ainda existem aqueles que desconhecem serem portadores da mesma (PEIXOTO et al. 2004, apud MIRANZI et al. 2008). Por ter uma característica crônica silenciosa fica difícil a percepção da mesma no início dos danos aos principais órgãos, dificultando a prevenção dos sujeitos portadores de hipertensão arterial, tornando-se uma doença perversa por sua invisibilidade, comprometendo a qualidade de vida. Suas consequências são inúmeras, tais como internações com atendimentos de alto risco de vida com procedimentos de alta complexidade causando entre outras o absenteísmo no trabalho, óbitos e aposentadorias precoces (TOLEDO; RODRIGUES; CHIESA, 2007). Sabe-se, contudo, que o controle da pressão arterial não é tarefa fácil, pois vários fatores a influenciam, como uma alimentação restrita, uso diário de medicamentos entre outras, que fazem com que a vida do hipertenso submeta-se a restrições diárias e permanentes.

3 3 Entretanto, visando contribuir com este controle os Programas de Saúde da Família - PSF tem a finalidade de proteger a vida dos indivíduos nos aspectos físico, mental e psicoafetivo. Estes fatores tornam-se ainda mais importante quando trata-se de doenças incapacitantes e/ou crônicas (FAQUINELLO; CARREIRA; MARCON, 2010). Portanto, este programa tende a disponibilizar equipes devidamente qualificadas para realização de atividades educativas regulares, que estimulem os pacientes no desenvolvimento de ações preventivas e de promoção à saúde dos indivíduos, da família e da comunidade. Porém, deve-se ressaltar que a influência do PSF independentemente do período no ciclo de vida em que o indivíduo se encontra é de fundamental importância para o controle da hipertensão (TOLEDO; RODRIGUES; CHIESA, 2007). Entretanto, o controle destas doenças não-infecciosas como a HA (Hipertensão Arterial) apresenta uma grande problemática relacionada a adesão ao tratamento. De acordo com Gusmão et al. (2009), fatores como: idade, sexo, escolaridade, raça, crenças, nível socioeconômico, entre outros, influenciam negativamente a este controle. Esta pesquisa objetivou verificar se os serviços prestados pelos agentes de saúde influenciam na qualidade de vida dos indivíduos portadores de hipertensão arterial atendidos pelo Programa Saúde da Família. 2 PROCEDIMENTO METODOLOGICO A pesquisa foi realizada no município de Olho d Agua das Flores AL, na qual teve como objeto de estudo a Unidade Básica de Saúde Pedro Sales, situada no bairro Pedro Sales. A mesma foi escolhida, por disponibilizar fichas divisórias separadas de acordo com os programas utilizados, além disso, é responsável pelos agendamentos dos seus usuários, abrangendo aos clientes residentes de outros bairros. Onde tem os seguintes programas disponíveis a população: Gestantes, Bem fã (Bem estar familiar), Suplemento ferro abrangendo o público de gestantes e infantil, Puericultura (crianças menor de ano, avaliando o desenvolvimento infantil), visita a domicilio acamados e herpero-curativo de grande porte, por fim o Hiperdia, que é um sistema de informação de acompanhamento aos diabéticos e/ou hipertensos, totalizando, uma clientela de 266 cadastrados. Trata-se de uma pesquisa transversal, descritiva, quantitativa com amostragem probabilística.

4 4 Devido a dificuldade de acesso a todos os pacientes cadastrados no programa HiperDia, utilizou-se uma amostra dos pacientes portadores apenas de hipertensão, constituída por 30 pacientes. Nesta pesquisa foram adotados os seguintes critérios de inclusão: sujeitos de ambos os sexos; cadastrados no programa HiperDia; com idade superior a 18 anos, acompanhados por uma equipe de saúde da família e de exclusão, os pacientes em acompanhamento temporário procedentes de outras regiões, por motivos de viagem, trabalho, passeio e outros. A identificação dos pacientes hipertensos foi realizada em dois momentos: Inicialmente foram considerados os pacientes com base no cadastro do Hiperdia registrado no PSF, realizadas visitas domiciliares aos pacientes portadores de hipertensão arterial. Estas visitas foram acompanhadas pelos agentes de saúde do programa. Posteriormente, com base no cadastro dos pacientes aplicou-se instrumento abreviado de avaliação de qualidade de vida (WHOQOL-bref), seguido de um segundo questionário sociodemográfico. Os dados foram coletados entre os meses de junho a agosto de Os participantes foram contatados nos domicílios, e esclarecidos sobre o preenchimento do questionário, e garantia de sigilo e anonimato das respostas. Os dados foram gerenciados e analisados pelo software Excel e Estatistical Package for Social sciences (SPSS) que é um software sócio estatístico. 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES Aspectos sociodemográficos dos pacientes hipertensos Foram entrevistados 30 pacientes hipertensos. Destes, 73% eram do sexo feminino e 27% do sexo masculino. A média entre idade foi de 38 a 58 anos, correspondendo a 50% da amostra, como ilustrado no gráfico 1. Gráfico 1 - Correlação dos resultados sociodemográficos em pacientes portadores de hipertensão arterial atendidos pelo PSF no município de Olho d Água das Flores AL.

5 5 Fonte - Autoria Própria Miranzi et al. (2008), destacam que no planeta, conforme dados mundiais, a população feminina é maior que a masculina. Salientando a grande preocupação das mulheres em buscarem constantemente atendimento médico, evitando agravos futuros. Contudo, o presente estudo difere de uma pesquisa realizada por Lessa (2001), onde ressalta em estudos desenvolvidos a partir de levantamentos de artigos sobre hipertensão, que dados obtidos em vários estados brasileiros referiram maior prevalência de hipertensão arterial no sexo masculino em onze dos estados e seis com predominância feminina. À medida que, a idade dos indivíduos vai aumentando, há uma maior pré-disposição em adquirir doenças crônicas. Assim, alguns estudos epidemiológicos realizados a níveis nacionais, como: Santos et al. (2005), Silva e Souza, (2004), Pierin et al. (2001), Toscano, (2004), entre outros, aferem prevalência de hipertensão arterial na população adulta com mais de 40 anos, segundo aferição casual. De acordo com o estado civil houve uma prevalência nos indivíduos casados, totalizando 53% do escore, (Gráfico 2). Gráfico 2 - Correlação dos resultados sociodemográficos em pacientes casados portadores de hipertensão arterial atendidos pelo PSF no município de Olho d Água das Flores AL.

6 6 Fonte - Autoria Própria Deste modo, existe uma contribuição positiva para os indivíduos casados acometidos pela doença. Todavia pode-se considerar que o seu estado civil também é um apoio familiar onde com auxilio dos parentes promove a admissão no contexto da doença e tratamento (PIERIN et al. 2001). Dentre os fatores de risco, o tabagismo não apresentou influência significativa, uma vez que, apenas 33% dos indivíduos eram fumantes e 67% deles não fazia uso do mesmo, contribuindo com a qualidade de vida. Já em relação ao sedentarismo 70% da amostra não praticavam exercícios físicos (gráfico 3). Gráfico 3 - Distribuição do número de percentual dos fatores tabagismo e sedentarismo em pacientes portadores de hipertensão arterial, atendidos pelo PSF no município de Olho d Água das Flores AL.

7 7 Fonte - Autoria Própria. O tabagismo é responsável por altos índices de morbimortalidade mundial, sendo considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo (RODRIGUES; CHEIK; MAYER, 2008). Os níveis pressóricos em hipertensos fumantes mostram-se mais elevados do que em não fumantes, evidenciando o importante efeito hipertensivo transitório do fumo. Salientando ainda, que o risco pertinente providos do tabagismo é proporcional à quantidade de cigarros consumidos e à sagacidade da inalação (BRASIL, 2006). A associação entre a prática de atividade física e melhores padrões de saúde é amplamente difundida. Entretanto, somente nos últimos 30 a 40 anos, pôde-se confirmar que o baixo nível de atividade física é fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis. (MATSUDO; MATSUDO VKR. 2000, apud RODRIGUES; CHEIK; MAYER, 2008). Deste modo, estudo desenvolvido por Araújo et al. (2008), corroboram com o presente estudo quando aferem que 51,5% dos indivíduos estudados apresentaram-se sedentários. Assim, fica evidente a necessidade dos pacientes hipertensos em realizar uma atividade física regular, como também abandonar o cigarro, pois além de diminuir a pressão arterial, os hipertensos não fumantes e que realizam o exercício pode reduzir consideravelmente o risco de doença arterial coronária e de acidentes vasculares cerebrais e a mortalidade geral, facilitando ainda o controle do peso. (BRASIL, 2006). O gráfico 4, destaca que da amostra avaliada, 57% citaram não ter a presença de hipertensão em antecedentes familiares. Gráfico 4 Presença no histórico familiar de HA em pacientes portadores de hipertensão arterial, atendidos pelo PSF no município de Olho d Água das Flores AL.

8 8 Fonte - Autoria Própria. Estes resultados diferem de estudos anteriores desenvolvidos por Miranzi et al. (2008), Silva; Souza, (2004), Jardim; Leal, (2009) e outros. Ao destacarem que o histórico familiar está relacionado ao aumento nos níveis pressóricos, ressaltando a necessidade destes indivíduos em buscarem os serviços de saúde, almejando a prevenção e promoção à saúde, visando evitar problemas futuros. Segundo Varella e Jardim, (2009), há maiores probabilidades em adquirir a HA, quando existem outros casos na família. Assim, estas variáveis exercem grandes influências na susceptibilidade e cronicidade da doença. Relação entre os domínios físicos, psicológicos, sociais e meio ambiente Em relação a qualidade de vida, o gráfico 5 ilustra os dados obtidos entre os domínios, na qual, o maior escore médio referido foi o de meio ambiente (80,83), seguido pelo de relações sociais (69,72), enquanto os Físicos e Psicológicos apresentaram o menor escore médio havendo semelhanças entre eles (14,99) e (14,38) respectivamente. Gráfico 5 - Médias dos Domínios socoidemográficos físicos, psicológicos, sociais e meio ambiente.

9 9 Fonte - Autoria Própria. Assim estes resultados diferem dos referidos por Miranzi et al. (2008), ao destacar o de meio ambiente como menor escore médio. Os domínios meio ambiente e relações sociais aferem o grau de contentamento dos hipertensos em relação ao meio em que vive. Entretanto uma maioria expressiva se diz satisfeitos com a segurança, condições de moradia, finanças, serviço de saúde, seguido de um bom convívio social. Que contribui para uma melhor qualidade de vida. Porém, para que a QDV (qualidade de vida) seja ampliada é necessário equilibrar os domínios físicos e psicológicos. Visto que, são essenciais para a realização de tarefas simples. Como também, agem de forma emocional e psicológica, colaborando para uma maior aceitação pessoal. Segundo Miranzi et al. (2008), Qualidade de vida é uma noção eminentemente humana, estando aproximada ao grau de satisfação encontrado na vida familiar, amorosa, social e ambiental e à própria estética existencial. 4 CONCLUSÃO Conclui-se que os dados sociodemográficos e os domínios meio ambiente e relações sociais colaboram de forma expressiva para um bom relacionamento e uma boa qualidade de vida entre os pacientes e os profissionais da saúde.

10 10 No entanto, esta não é a única forma de regular os níveis pressóricos, pois para adquirir hábitos saudáveis os hipertensos deverão submeter-se a mudanças nos hábitos alimentares e físicos, como também fazer uso dos anti-hipertensivos regularmente. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAUJO,T. L.; LOPES, M. V. O.; CAVALCANTE, T. F. ; GUEDES, N. G.; MORREIRA, R. P.; CHAVES, E. S.; SILVA, V. M. Análise de indicadores de risco para hipertensão arterial em crianças e adolescentes. Controle da hipertensão arterial em uma unidade de saúde da família. Revista Esc. Enfermagem. US. São Paulo, v. 42, n.1, 120-6, Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v42n1/16.pdf> Acesso em: 15 abr BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Hipertensão Arterial Sistêmica para o Sistema Único de Saúde/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção á Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, Disponível em: <http://wwwprosaude.org/publicacoes/diversos/cadabhipertensao.pdf > Acesso em: 12 fev FAQUINELLO, P. CARREIRA, L. MARCON, S. S. A Unidade Básica de Saúde e sua função na rede de apoio social ao hipertenso. Texto contexto - enferm., Florianópolis, v. 19, n. 4,736 44, dez Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 12 abr GUSMÃO, J. L.; GINANE, G. F.; SILVA, G. V.; ORTEGA, K. C., MION JR, D. Adesão ao Tratamento em Hipertensão Arterial Isolada. Revista Brasileira Hipertens. V. 16, n. 1, 38 43, Disponível em: <http://departamento.cardiol.br/dha/revista/16-1/11-adesao.pdff> Acesso em: 26 fev JARDIM, A. D. L.; LEAL, A.M.O. Qualidade da Informação sobre Diabéticos e Hipertensos registrada no Sistema HIPERDIA em São Carlos- SP, Physis Revista de Saúde Coletiva. v. 19, n. 2, , Rio de Janeiro Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s &script=sci_arttext>. Acesso em: 05 dez LESSA, Í. Epidemiologia da Hipertensão Arterial Sistêmica e da Insuficiência Cardíaca no Brasil. Revista Brasileira Hipertens v.8, , 2001.Disponível em: <http://departamentos.cardiol.br/dha/revista/8-4/epidemiologia.pdf>. Acesso em: 26 fev MIRANZI, S. S. C.; FERREIRA, F. S.; IWAMOTO, H. H.; PEREIRA, G. A.; MIRANZI, A. S. Qualidade de Vida de Indivíduos com Diabetes Mellitus e Hipertensão Acompnhados por uma Equipe de Saúde da Família. Texto Contexto Enfermagem, v. 17, n.4, 672 9, Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v17n4/07.pdf>. Acesso em: 12 abr PIERIN, A. M. G.; MION JR, D.; FUKUSHIMA, J. T.; PINTO, A. R.; KAMINAGA,. M. O Perfil de um Grupo de Pessoas Hipertensas de acordo com conhecimento e Gravidade da

11 11 Doença. Revista Esc. Enf. USP. V. 35, n. 1, 1 8, São Paulo Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v35n1/v35n1a02.pdf>. Acesso em: 07 out RODRIGUES, E.; CHEIK, N. C.; MAYER, A. F. Nível de Atividade Física e Tabagismo em Universitários. Revista Saúde Pública. v. 42, n. 4, 672 8, Minas Gerais Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rsp/v42n4/6430.pdf>. Acesso em: 05 dez SANTOS, Z. M. S. A.; FROTA, M. A.; CRUZ, D. M.; HOLANDA, S. D. O. Adesão ao Cliente Hipertenso ao Tratamento: análise com abordagem interdisciplinar. Texto & Contexto enferm. V. 14; n. 3, , Florianópolis Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s &script=sci_arttext>. Acesso em: 12 abr SILVA, J. L. L.; SOUZA, S. L. Fatores de Risco para Hipertensão Arterial Sistêmica Versus Estilo de Vida Docente. Revista Eletrônica de Enfermagem,. v.06, n. 03, , Disponível em: <http://www.fen.ufg.br/revista/revista6_3/pdf/03_original.pdf>. Acesso em: 12 abr TOLEDO, M. M.; RODRIGUES, S. C.; CHIESA, A. M. Educação em saúde no enfrentamento da hipertensão arterial: uma nova ótica para um velho problema. Texto contexto - enferm., Florianópolis, v. 16, n. 2, 233 8, jun Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 12 abr TOSCANO, C. M. As Campanhas Nacionais para Detecção das Doenças Crônicas não transmissíveis: diabetes e hipertensão arterial. Ciências & Saúde Coletiva. V.9, n. 4, , Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/csc/v9n4/a10v9n4.pdf>. Acesso em: 02 fev VARELLA, D.; JARDIM, C. Guia Prático de Saúde e Bem-Estar Hipertensão e Diabetes. Barueri, SP: Gold Editora, i Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Alagoas. ii Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Alagoas. iii Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Alagoas.

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